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Comentários ‘vida saudável’

Nos EUA, oito em cada dez praticantes do Yôga são mulheres, segundo a revista Yoga Journal.

O filme/documentário YogaWoman, mostra como o Yôga entrou na vida das mulheres, desde Manhattan até o Kênia passando por vários países, e o seu poderoso impacto na saúde, na forma física e no bem estar emocional de milhões de pessoas. Enfim, narra esse fenômeno de massas cuja expansão atinge pessoas famosas como Gwyneth Paltrow, Madonna, Minnie Driver, entre outras tantas celebridades.

Quem pratica o Yôga sabe que ele é ótimo para “esvaziar o cérebro” quando você está com a cabeça cheia – sua mente se tranquiliza e você consegue baixar o seu ritmo.

Em suas declarações, Madonna já disse que para ela “o Yôga é uma metáfora da vida. Você o tem que praticar devagar, sem pressa, não pode ir logo para a próxima postura… respirar e deixar-se ir… É um exercício para a mente, o corpo e para tua alma”.

Pelo que vi no trailler do documentário, ele mostra declarações de instrutoras famosas, como, por exemplo, Cyndi Lee e Sharon Gannon. Será que deixaram espaço para instrutoras não tão famosas, mas que de igual forma fazem parte dessa nova geração de professoras dinâmicas?

Do A Simplicidade das Coisas

Arte RatoFX

A osteoporose é uma doença de evolução silenciosa, que quando instalada pode ser incapacitante para o indivíduo. O problema aparece quando o corpo não possui cálcio suficiente em quantidade insuficiente para manter a estrutura dos ossos de forma perfeita, com isso os ossos se tornam quebradiços e as fraturas passam a ser uma ameaça real para a vida das pessoas.

A massa óssea de um ser humano chega ao auge entre os 20 e os 25 anos, em ambos os sexos e se mantém estável até por volta dos 35 anos. Mas depois disso, homens e mulheres começam a perdê-la gradativamente. Como a expectativa de vida no Brasil e em muitos outros lugares do mundo vem aumentando progressivamente, o que forma populações de idosos mais numerosas, o problema tem se tornado cada vez comum e preocupado autoridades de saúde. Desta forma, a prevenção assume papel importante para evitar fraturas sérias, que são a consequência mais grave de osteoporose, sobretudo entre pessoas de mais idade.

Além de evitar o fumo e o uso excessivo de bebidas alcoólicas, a atividade física contribui muito na prevenção, pois aumenta a força do músculo exercitado e também do osso. Os dois são colocados para trabalhar em conjunto quando suamos a camisa. Isso acontece porque o músculo está ligado a um osso através de tendões. Quando praticamos qualquer exercício que trabalhe determinada região, os tendões fazem uma pressão maior no osso para que ele continue preso a um músculo maior. Isso obriga o osso a se adaptar e se fortalecer, aumentando a sua massa óssea com maior absorção de minerais (cálcio e fósforo).

Entre as possibilidades de atividade física buscando tal objetivo, a musculação é a mais eficiente, já que ela, como treinamento de força, desenvolve e mantém a estrutura muscular e óssea. Além de proporcionar um aperfeiçoamento no equilíbrio, por trabalhar o corpo de forma simétrica, é uma atividade de fácil controle de intensidade, com uma boa margem de segurança cardiológica, proporcionando uma melhora da coordenação motora e auxiliando na prevenção de fraturas.

Além disso, o que liga um osso no outro e faz um sistema harmonioso de locomoção são as articulações. Elas, junto com os músculos, dão amplitude aos movimentos. Uma substância viscosa, formada por água e proteína, é responsável por lubrificar essas articulações e permitir o bom trabalho do esqueleto durante a locomoção

Sem atividade física, esse líquido vai secando, surgindo graves problemas articulares. A cartilagem que protege o osso acaba se desgastando e pode surgir a artrite e depois disso, a artrose que é quando os ossos ficam em contato uns com os outros.

 Do Plena Saúde
Ig
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