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Comentários ‘tecnologia’

Microchip – Foto Reprodução

Imagine um anticoncepcional que dura 16 anos e fica no seu corpo via microchip. Essa é a premissa de um novo projeto financiado pela Fundação Gates, que procura formas inovadoras para colocar remédios no corpo.

O pequeno chip wireless, de apenas 20 x 20 x 7, poderia liberar remédios no corpo de um paciente durante anos e responder a sinais sem fio remotos caso os médicos queiram alterar ou interromper o tratamento.

O uso mais imediato poderia ser uma substituição mais inteligente para a pílula anticoncepcional padrão. O projeto, patrocinado pela fundação de Bill Gates, busca desenvolver o chip, que iria liberar automaticamente um hormônio anticoncepcional para a corrente sanguínea, durando até 16 anos.

O projeto está planejado para iniciar testes pré-clínicos em 2015 e chegar ao mercado em 2018, mas ainda há muitas perguntas a serem respondidas, incluindo questões de segurança: No início deste ano, a FDA emitiu um aviso nos EUA de que a maioria dos dispositivos médicos eram vulneráveis ​​à pirataria, e a entrega de remédios via controle remoto poderia apresentar uma nova linha perigosa de ataques se os fabricantes não tomarem as devidas precauções.

Do Código Fonte

Foto – Eric Gaillard/Reuters

A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) divulgou nesta quinta-feira (13) um texto em que reitera sua defesa à realização da mamografia anual a partir dos 40 anos. A recomendação do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é de que o exame seja feito apenas a partir dos 50, e somente a cada dois anos. O comunicado da SBM foi escrito em resposta a um grande estudo canadense publicado esta semana pelo “British Medical Journal”, segundo o qual mamografias e exames clínicos anuais têm a mesma eficácia no que se refere a diagnóstico e mortalidade por câncer de mama.

A pesquisa contou com 90 mil mulheres de 40 a 59 anos, divididas em dois grupos: no primeiro, as participantes faziam mamografias todos os anos. No segundo, apenas o exame clínico anual (quando o médico apalpa as mamas e axilas para detectar possíveis alterações). O número de diagnósticos de câncer em ambos os grupos foi semelhante, assim como a mortalidade pela doença (500 e 505, respectivamente), em um acompanhamento que durou 25 anos. Os resultados para as mulheres de 40 a 49 anos também foram similares aos do grupo de 50 a 59 anos.

Em outras palavras, o estudo indica que submeter as mulheres a mamografias anuais pode não ser uma boa ideia. Não só pelo risco que a exposição acumulada à radiação que o exame envolve (e que a longo prazo pode aumentar a propensão ao câncer). Mas pelo alto índice de superdiagnóstico, ou seja, de tumores descobertos que não iriam necessariamente evoluir, levando mais mulheres a realizarem biópsias, cirurgias e tratamentos sem necessidade. Segundo o trabalho canadense, 22% dos cânceres detectados nas mamografias não precisariam ter sido tratados.

Outra realidade

Para a SBM, a realidade do Canadá difere do Brasil, já que lá o sistema de saúde é “mais adequado” e a mulher, “mais disciplinada”. “Essas duas situações juntas certamente contribuíram favoravelmente para que as mulheres que foram submetidas ao exame físico e encaminhadas para tratamento logo no início pudessem ter acesso ao serviço de saúde pública com rapidez, o que não acontece no Brasil”, diz o texto.

A entidade cita um trabalho publicado este ano pelo Grupo Brasileiro de Estudos em Câncer de Mama que mostra que mulheres brasileiras de vários Estados tratadas nos serviços privados tiveram o dobro de chance de apresentar o diagnóstico de câncer avançado em relação as que utilizam o sistema público. Essa diferença fez com que houvesse uma chance de 10% a mais das pacientes morrerem por câncer de mama no serviço público. Quem vai a médicos particulares ou tem planos de saúde sabe: os médicos em geral pedem uma batelada de exames, muitas vezes por exigência dos pacientes.

A SBM deixa claro que o Brasil ainda não conseguiu diminuir sua taxa de mortalidade por câncer de mama, o que já ocorreu no Canadá. “É possível verificar uma estabilização e discreta redução nas mortes no Sul do país, onde há rastreamento mais adequado, mas no Centro-Oeste e no Norte o índice ainda é bastante alto.

Será que os resultados teriam sido diferentes se o estudo tivesse feito no Brasil, e não no Canadá? Para o médico Arn Migowski, sanitarista e epidemiologista do Inca, não necessariamente. “A incidência de câncer de mama é maior lá; não se sabe exatamente a razão, mas provavelmente porque a população canadense é mais idosa, tem menos filhos e engravida mais tarde”, explica.

O médico ressalta que os tratamentos contra a doença evoluíram, o que diminui um pouco a importância do diagnóstico precoce. Também lembra que, em países onde as mulheres têm mais informação, o impacto dos rastreamentos também pode ser menor. E, nesse quesito, as brasileiras não estão muito bem: “Aqui acontece de a mulher ter um tumor palpável e só descobrir ao fazer a mamografia”, comenta.

Riscos

O representante do Inca afirma que a maioria dos casos de câncer é descoberta na apalpação, ou pelo médico, ou pela mulher, que percebe alguma alteração e marca uma consulta. E pondera, ainda, que os cânceres mais agressivos muitas vezes aparecem nos intervalos entre os exames e evoluem muito rápido. “Essa ideia de que a mulher tem um câncer grave porque não fez mamografia é equivocada”, diz.

Para Migowski, apesar de entender as limitações do Brasil, é preciso que as mulheres saibam que fazer a mamografia tem seus riscos. Primeiro, o de não detectar um tumor, o que pode acontecer, especialmente se as imagens e o laudo não tiverem qualidade. Segundo, o de descobrir um câncer de evolução lenta que talvez nem precisasse ser tratado (vale lembrar que a quimioterapia e a radioterapia têm efeitos a longo prazo). “A paciente tem a sensação de que a mamografia salvou sua vida, mas não é assim”, observa.

Para as mulheres, enquanto as entidades médicas não chegam a um acordo sobre a frequência mais adequada para realizar o exame, resta o conselho de conhecer bem o próprio corpo e ficar atenta a qualquer alteração. E o que é mais difícil: ter acesso, todo ano, a um médico atencioso, que saiba dosar os riscos e benefícios e pedir a mamografia quando necessário.

Do UOL

Eesha Khare, 18, exibe supercapacitor que permite armazenar grande quantidade de energia e tem rápido recarregamento – Foto Folha.com

A norte-americana Eesha Khare, 18, inventou uma tecnologia que permite recarregar a bateria de dispositivos móveis, como celulares e tablets, em apenas 20 ou 30 segundos. A criação rendeu à Eesha uma bolsa de estudos no valor de US$ 50 mil (R$ 106 mil) e o prêmio de jovem cientista da feira internacional de engenharia da Intel, realizada na última semana, nos EUA.

Chamado de “supercapacitor”, o dispositivo consegue armazenar uma grande quantidade de energia em um pequeno espaço, com rápido recarregamento e longo tempo de conservação.

Até o momento, a tecnologia foi usada apenas em lâmpadas LED, mas Eesha acredita que poderá fazê-la funcionar em celulares e, talvez, em carros elétricos também.

“A bateria do meu celular está sempre acabando”, afirmou a jovem à emissora norte-americana NBC sobre a inspiração que a levou a estudar nanotecnologia. “Nada de alerta de pouca bateria quando você precisa enviar mais um SMS ou quando faltam apenas duas páginas para terminar seu e-book”, disse a Intel no comunicado oficial sobre a feira de engenharia.

Além da velocidade, a nova bateria também tem vida útil maior, oferecendo 10 mil ciclos de recargas, enquanto as tradicionais presentes no mercado têm, em média, 1 mil.

Da Folha.com
 Manuela acredita que projeto do Marco Civil da Internet deve avançar neste ano Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

Manuela acredita que projeto do Marco Civil da Internet deve avançar neste ano – Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

A deputada federal Manuela D’Ávila afirmou nesta quarta-feira, durante a Campus Party Brasil 2013, em São Paulo, que o “Brasil está reinventando a internet”. Participantes das discussões dos projetos de lei do Marco Civil da Internet – uma espécie de constituição da web e que ainda tramita na Câmara – e dos crimes na internet – aprovado ano passado -, ela afirma que o País vive “um belo momento” em termos de legislação da rede.

“Temos uma lei de cibercrimes que não é vigilantista, que somente tipifica os novos crimes, estamos terminando um debate superprofundo sobre a primeira lei no mundo que defende o direito dos usuários, temos um evento como a Campus Party se consolidando. Não é em qualquer país que isso acontece”, afirmou.

“A capacidade de mobilização efetiva das pessoas com o uso das redes sociais é impressionante. A gente vê na tragédia de Santa Maria, em que o Hemocentro não conseguia mais recolher doações de sangue”, relembra.

Apesar do pioneirismo brasileiro na discussão sobre um marco civil da internet – estabelecendo direitos e deveres de usuários, empresas e governo para o uso da rede -, a votação do projeto se arrasta na Câmara. No ano passado, a votação em Plenário foi adiada inúmeras vezes e acabou ficando para depois do recesso parlamentar, na semana que vem.

A deputada acredita que o projeto deve avançar. “É uma pauta prioritária do presidente (da Câmara, deputado Marco Maia). O relator (o petista Alessandro Molon) conseguiu chegar a textos intermediários nos três artigos mais polêmicos, que tratam de direitos autorais, guarda de logs e neutralidade na rede”, afirmou. A demora, segundo a deputada, envolve uma disputa política entre “interesses e visões de mundo” diferentes” entre empresas de telefonia e outros setores da sociedade.

Além disso, ela afirma que, por ser uma lei pioneira, o tempo de discussão é diferente. “A visão do Brasil é pioneira. Leva mais tempo do que copiar uma lei”, disse. O aspecto técnico da questão também atrasa as negociações. “A demora na negociação é proporcional ao alto nível técnico do tema”, disse.

Campus Party Brasil 2013

A sexta edição da Campus Party Brasil, uma das maiores festas de inovação, tecnologia e cultura digital do mundo, acontece entre 28 de janeiro e 3 de fevereiro no Anhembi Parque, em São Paulo. Na Arena do evento, 8 mil pessoas têm acesso à internet de alta velocidade e a mais de 500 horas de palestras, oficinas e workshops em 18 temáticas, que vão desde mídias sociais e empreendedorismo até robótica e biotecnologia. Cinco mil desses campuseiros passam a semana acampados no local.

A 6ª edição traz ao Brasil nomes como o astronauta Buzz Aldrin, um dos primeiros homens a pisar na Lua, e o fundador da Atari, Nolan Bushnell. Em sua sexta edição em São Paulo, a Campus Party também teve no ano passado a primeira edição em Recife (PE). O evento acontece ainda em países como Colômbia, Estados Unidos, México, Equador e Espanha, onde nasceu em 1997.

Nas edições brasileiras anteriores, o evento trouxe ao País nomes como Tim Berners-Lee, o criador da Web; Kevin Mitnick, um dos mais famosos hackers do mundo; Al Gore, ex-vice-presidente dos Estados Unidos; Steve Wozniak, que fundou a Apple ao lado de Steve Jobs; e Kul Wadhwa, diretor-geral da fundação Wikimedia,que mantém a Wikipédia.

Do Terra
Sapato feito com impressora 3D - Foto: Divulgação
Sapato feito com impressora 3D – Foto: Divulgação

Jenna Fizel e Mary Huang utilizam a tecnologia em favor da moda. Responsáveis pelo site Continuum Fashion, as designers vendem roupas, sapatos e assessórios feitos de em impressoras 3D.

Impressoras 3D, como o nome sugere, são aparelhos que imprimem objetos e não tinta em uma superfície plana. O que parece ser coisa de filmes de ficção científica já é realidade há um bom tempo, embora nenhum modelo doméstico de baixo custo tenha se tornado realidade até hoje.

O método de funcionamento é relativamente simples, a impressora “solta” um fio de plástico (como se fosse uma cola quente, só que muito mais preciso) e vai construindo o objeto camada por camada.

No site das designers é possível comprar sapatos e sutiãs, sapatos que lembram Melissa, braceletes e colares feitos pela impressora 3D. Mas apesar de a produção ser mais barata, os objetos são caros. Um bracelete custa $ 35 dólares, e um sapato $ 900 dólares.

Do Virgula
A agroecologia é uma esperança de construção de outro modelo agrícola para o país. Foto: Antônio Cruz/Abr

A agroecologia é uma esperança de construção de outro modelo agrícola para o país. Foto: Antônio Cruz/Abr

Produção de orgânicos tem vantagens para consumidores e produtores.

O crescente número de enfermidades associadas ao uso de agrotóxicos traz à tona a necessidade de se consumir alimentos saudáveis e livres de substâncias químicas. Nesse contexto, a agroecologia surge como a melhor alternativa.

No dossiê Um alerta sobre os impactos dos Agrotóxicos na Saúde, lançado no final de abril pela Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco), a implantação de uma Política Nacional de Agroecologia aparece como principal prioridade nas ações concretas.

“A agroecologia é uma esperança e uma possibilidade de construir outro modelo que não é somente a exclusão dos agrotóxicos, mas um modelo que prioriza o diálogo dos saberes do homem do campo com o saber científico”, afirma o chefe do Departamento de Saúde Coletiva da UnB e do GT de Saúde e Ambiente da Abrasco, Fernando Ferreira Carneiro.

Incentivo

Para a médica sanitarista e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz, Lia Giraldo, é preciso exigir mais investimentos do poder público que, segundo ela, foi o principal responsável pelo aumento do uso de agrotóxicos no país.

No Brasil, os agrotóxicos foram primeiramente utilizados em programas de saúde pública, no combate a vetores e controle de parasitas, passando a ser usados de forma intensiva na agricultura a partir da década de 1960. A intensificação do uso ocorreu em 1975, com o Plano Nacional de Desenvolvimento (PND), que obrigava o agricultor a comprar uma quantidade definida de agrotóxicos para obter recursos do crédito rural.

“Esses produtores passaram a usar agrotóxico com incentivo do governo. O crédito rural obrigou os agricultores a usarem agrotóxicos”, acusa a pesquisadora. A concessão de impostos, hoje, é uma das vantagens concedidas a esses produtos.

Já a população, destaca Lia, deve priorizar cada vez mais o consumo de itens sem agrotóxicos, incentivando, assim, o mercado de produtos agroecológicos.

“Na hora em que a gente começar a dar mais apoio à agricultura orgânica e à agroecologia, vamos ter mais oferta desses produtos a preços compatíveis. E vai baratear a produção porque o agricultor não vai gastar dinheiro com esses insumos”, diz.

Com a política nacional de agroecologia e produção orgânica, o governo espera ampliar para 300 mil, até 2014, o número de famílias envolvidas na produção de produtos agroecológicos, além de incentivar seu consumo.

Atualmente, 200 mil famílias estão empregadas na produção de orgânicos. Para alcançar a meta, uma das ações previstas é a implantação de projetos agroecológicos em assentamentos de reforma agrária.

Saúde

A preocupação com a saúde também leva a coordenadora da Área de Câncer Ocupacional do Instituto Nacional do Câncer, Ubirani Otero, a se posicionar contra o atual modelo agrícola e em favor de uma política agroecológica. Em abril, o Inca lançou o documento Diretrizes para a Vigilância do Câncer Relacionado ao Trabalho, onde aponta a associação entre o uso de agrotóxicos e o aparecimento de diversos tipos de câncer.

“Quando a gente fala de agrotóxicos não está apenas falando de um produto ou um agente, está falando de um grupo grande de produtos. O trabalhador não utiliza apenas um agente para fazer a aplicação, ele faz uma mistura”, explica.

Diante dos riscos e das evidências, Ubirani aponta a necessidade de mudanças. “Nossa recomendação é que essa prática do grande uso de agrotóxicos, muitas vezes maior do que o necessário, seja gradualmente desestimulada e que o agricultor tenha condições de não mais utilizar agrotóxicos”, afirma.

Novos mercados

A aposta pela agroecologia também pode fazer com que muitos produtores possam vender seus produtos para locais que, há muito tempo, já baniram os agrotóxicos.

Em fevereiro deste ano, carregamentos de suco de laranja brasileiros foram barrados pelos Estados Unidos por conterem resíduos de Carbendazim, um fungicida proibido pelo governo estadunidense desde 2009. O episódio, para Carneiro, mostra a necessidade de o país se adaptar á lógica de produzir alimentos que não sejam prejudiciais à saúde.

“Ainda temos que lutar por uma verdadeira revolução agroecológica no Brasil, botar para trás essa Revolução Verde e ser um grande produtor mundial de alimentos saudáveis. Essa tem que ser a meta de desenvolvimento”, afirma Fernando.

Do Ambiental Sustentável
Nomeação faz da executiva uma das mulheres mais importantes do Vale do Silício e da América
Marissa Mayer, a nova presidente do Yahoo (Divulgação)
Marissa Mayer, a nova presidente do Yahoo (Divulgação)

Marissa Mayer, vice-presidente de produtos do Google, e considerada a musa da companhia por sua beleza, será a próxima CEO do Yahoo. A nomeação faz da executiva uma das mulheres mais importantes do Vale do Silício e da América.

Mayer, até então a funcionária número dois no Google, era um dos poucos rostos públicos da companhia e sua nomeação pelo Yahoo foi considerada um passo surpreendente, já que a nova contratante tem lutado nos últimos anos para atrair talentos em meio a uma batalha com concorrentes como Google e Facebook.

“Sinto-me honrada e feliz por levar o Yahoo, um dos principais destinos da Internet para mais de 700 milhões de usuários. Estou ansiosa para trabalhar com os funcionários dedicados da companhia para trazer produtos inovadores, conteúdo e experiências personalizadas para os usuários e anunciantes em todo o mundo “, disse Mayer em um comunicado à imprensa.

Com 37 anos, a executiva foi responsável por muitos anos pelo designer inovador dos produtos mais populares do Google: a famosa página inicial de busca, Gmail, Google News e Google Imagens. Engenheira por formação, ela começou sua carreira no Google fazendo programação de computadores, foi responsável pela parte de serviços de localização, incluindo o Google Maps, e supervisionava mais de 1.000 gerentes de produto em seu antigo cargo. Ela também fazia parte do comitê operacional do Google, junto com um grupo pequeno de altos executivos da empresa, como os cofundadores, Larry Page e Sergey Brin.

Com sua nomeação como presidente e executiva-chefe do Yahoo!, Mayer se junta a pequena lista das mulheres que estão no topo das empresas do Vale do Silício. O clube de elite inclui Meg Whitman, presidente-executiva da Hewlett-Packard, e Virginia Rometty, chefe da IBM. Outra executiva de peso é Sheryl Sandberg, diretora de operações do Facebook.

Demissão por telefone – Primeira engenheira do sexo feminino contratada pelo Google, Mayer tem agora uma oportunidade de galgar um espaço ainda maior e por conta própria. Ela vinha sendo, até agora, um dos rostos mais famosos do Google, seja por sua presença em palestras e conferências, como pela curiosidade das pessoas em ler sobre seu apartamento de luxo e paixão por cupcakes.

Tanta exposição, fez com que ela se tornasse um sucesso fora do Google nos últimos meses. Em abril, ela foi convidada para fazer parte do conselho da varejista Walmart – ela é uma das quatro mulheres que fazem parte do conselho formado por 16 pessoas.

Depois de anos cuidando do negócio de busca, a unidade mais rentável do Google, Mayer se tornou vice-presidente de produtos da empresa no final de 2010. No ano seguinte, o Google promoveu um outro executivo, Jeff Huber, para ser o vice-presidente sênior, um nível acima de pós Mayer. Naquela época, consultores já se perguntavam se ela iria se contentar com a reorganização.

Mayer pediu demissão do Google na tarde desta segunda-feira por telefone. Ela começa no Yahoo! na terça-feira. Mayer também vai participar do conselho do Yahoo!, de acordo com informações do NYT.

Em uma entrevista ao jornal, Mayer disse que ela “teve uma incrível no Google”, onde trabalhou nos últimos 13 anos, mas que em última análise, “foi uma decisão razoavelmente fácil” para tomar o cargo no Yahoo!. “Os produtos do Yahoo! continuarão a reforçar as parcerias com os anunciantes, tecnologia e empresas de mídia, enquanto toma como inspiração a satisfação dos usuários. Há muito a fazer e eu não posso esperar para começar”, disse Mayer.

Do Veja / Exame

Os astronautas chineses Liu Wang, Liu Yang e Jing Haipeng e Liu Yang, na Shenzhou 9 nesta segunda-feira (18) (Foto: AP)

Astronautas acoplaram nave Shenzhou 9 a módulo e passarão dias nele. País quer construir estação espacial até 2020.

Três astronautas chineses acoplaram nesta segunda-feira (18), com sucesso, a nave Shenzhou 9 a módulo Tiangong 1, na primeira missão de acoplagem tripulada. É também a primeira viagem com uma astronauta chinesa mulher, Liu Yang.

O lançamento foi anunciado em fevereiro, mas na ocasião foi informado que seria uma nave não tripulada com animais e sementes a bordo para realizar experimentos em condições de gravidade zero e radiação.

É a quarta viagem tripulada da China depois das realizados em 2003 e 2005, e do passeio espacial de 2008.

A viagem é um passo importante para a construção de uma estação espacial chinesa, prevista para 2020.

Liu Yang

A designação de Liu foi anunciada semana passada após um longo processo de seleção que deu preferência a mulheres casadas e com filhos (embora esse não seja o caso da escolhida), devido ao fato de o voo espacial e a possível exposição à radiação poderem causar infertilidade.

Os critérios da escolha são rigorosos. A escolhida tinha, entre outros, de ter dentes perfeitos, pele sem calos ou problemas, bom hálito e odor corporal agradável -o contrário pode ser um problema durante a permanência no espaço.

Do G1

Dilma e Obama na Casa Branca - Foto: Kevin Lamarque/Reuters

No segundo e último dia de visita aos Estados Unidos, a presidente Dilma Rousseff faz hoje (10) palestras em Boston, nas universidades de Massachussetts e Harvard. As duas instituições têm mulheres no comando. A presidente aproveitará a oportunidade para assinar acordos inseridos no programa Ciência sem Fronteiras – que pretende enviar 100 mil pesquisadores brasileiros para o exterior até 2014, a maioria para instituições norte-americanas.

Em seus discursos, Dilma defende a troca de experiências entre pesquisadores. O governo brasileiro quer aumentar a cooperação científica com os Estados Unidos e fazer com que um quinto dos cientistas inscritos como bolsistas do programa Ciência sem Fronteiras faça intercâmbio em universidades e empresas norte-americanas.

No mês passado, ao visitar a Índia, a presidenta elogiou as instituições do país, destacando os avanços nas pesquisas de tecnologia de ponta e produtos farmacêuticos. A ideia é enviar 100 mil pesquisadores, em quatro anos, para diversos países: 20 mil só para os Estados Unidos.

O governo promete custear 75 mil bolsas e espera que a iniciativa privada viabilize outras 25 mil. O programa inclui desde bolsas sanduíche de graduação até pós-doutorados em 18 áreas de tecnologia, engenharia, biomedicina e biodiversidade.

Na visita aos Estados Unidos, a presidenta está acompanhada pelo ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp , o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucius Oliva, e o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Glauco Arbix.

Oliva deverá assinar acordos de intercâmbio científico entre o CNPq e dez universidades norte-americanas. Arbix participará do painel Pesquisa, Inovação e Mercado de Trabalho, no seminário Brasil-EUA: Parcerias para o Século 21, na Câmara de Comércio Americana, em Washington.

Dilma será homenageada hoje pelo governador de Massachussetts, Deval Patrick, com um almoço. Na Universidade de Massachusetts, a presidenta conhecerá um laboratório de inovação e participará de mesa-redonda com a comunidade acadêmica e científica.

Em Harvard, Dilma fará discurso na Kennedy School of Government e terá uma reunião com a reitora da Universidade de Harvard, Drew Faust. Nos Estados Unidos, o reitor da universidade é chamado de presidente. Em Harvard, Dilma tem um encontro com bolsistas brasileiros.

Dos 800 bolsistas do Ciência sem Fronteiras nos Estados Unidos, 31 estudam em oito universidades, entre elas Massachusetts, John Hopkins, Stanford e New York University. Pela agenda oficial, a presidente Dilma deverá deixar Boston por volta das 23h com destino ao Brasil. A previsão é que ela chegue amanhã (11) de manhã.

Do Uol

Arte RatoFX

Um anel de silicone simples e barato pode reduzir à metade o risco de nascimento prematuro, uma das principais causas de morte de recém-nascidos e de problemas de saúde na vida adulta, segundo uma experiência divulgada na edição desta terça-feira (3) da revista The Lancet.

Médicos espanhóis testaram o dispositivo de US$ 49,50, conhecido como pessário, um tipo de supositório vaginal, em mulheres nos últimos três meses de gravidez com estenose vaginal, uma condição que fragiliza o assoalho pélvico e provoca o nascimento prematuro.

O pessário é projetado para fortalecer o colo do útero – a extremidade inferior do útero que leva à vagina – de forma que possa suportar o peso extra das últimas semanas da gravidez.

Os pessários de silicone têm sido usados nos últimos 50 anos como um dos vários métodos disponíveis para evitar nascimentos prematuros.

Mas sua eficácia tem sido refutada e esta é a primeira vez que o dispositivo foi estudado em uma experiência aleatória.

Seis por cento das mulheres que usaram o pessário deram à luz prematuramente contra 27% daquelas que não fizeram uso do dispositivo, acrescentou o estudo.

O experimento chamado Pecep recrutou 15 mil mulheres que se submeteram a exames de ultrassonografia em cinco hospitais, e que estavam entre 20 e 23 semanas de gravidez.

Destas, 380 tinham estenose vaginal – definida quando a extensão do colo do útero é de 25 milímetros ou menos – e foram separadas aleatoriamente em dois grupos, cada um com 190 mulheres.

No grupo das mulheres com pessário, 12 tiveram filho antes das 34 semanas de gravidez, enquanto o número do grupo sem pessário foi de 51.

Nenhum efeito colateral foi reportado no grupo que fez uso do dispositivo e 95 das participantes disseram que recomendariam o tratamento a outras mulheres.

“A colocação de um pessário é um procedimento disponível, não invasivo e fácil de inserir e remover quando necessário”, explicou a chefe dos estudos, Maria Goya, obstetra do Hospital Universitário Vall d’Hebron, em Barcelona.

Do Uol
Ig
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