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Comentários ‘segurança’

Café com a Presidenta

Café com a Presidenta

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (3) que o governo federal pretende reforçar a parceria com estados e municípios no combate ao crime organizado. Segundo ela, cada estado vai receber um escâner móvel e, para os que estão em região de fronteira, serão entregues dois aparelhos. “Esses aparelhos são escâneres moderníssimos, que localizam drogas e armas escondidas nos caminhões e nos carros, até mesmo nos pneus ou na lataria dos veículos”, explicou.

De acordo com Dilma, o governo federal vai repassar R$ 30 milhões aos estados fronteiriços para a instalação de câmeras de vigilância. “Essas câmeras serão instaladas em 60 municípios. E os estados vão montar também sistemas de transmissão e de monitoramento dessas imagens”, ressaltou.

No programa semanal Café com a Presidenta, ela fez um balanço do Plano Estratégico de Fronteiras – em particular, da Operação Ágata 7, que mobiliza 33,5 mil militares das Forças Armadas e mais1,1 mil pessoas. Nos primeiros dias da operação, segundo Dilma, foram vistoriados 184 mil veículos e 12 mil embarcações, o que levou à apreensão de mais de 6 toneladas de drogas e 8 mil quilos de explosivos.

“Protegendo nossas fronteiras, ajudamos a aumentar a segurança da nossa própria população e a dos grandes eventos que se aproximam: a Copa das Confederações, agora em junho, e a Jornada Mundial da Juventude Católica, no mês que vem, quando vamos receber a visita do papa Francisco.”

A presidenta lembrou que a Operação Ágata conta ainda com o apoio de quatro veículos aéreos não tripulados (Vants), em uma ação conjunta da Força Aérea Brasileira e da Polícia Federal. A parceria, segundo ela, deve se repetir nas ações de segurança dos grandes eventos que se paroximam. “Quando a gente aumenta a capacidade das polícias civis e militares de fiscalizar as estradas estaduais, fechamos ainda mais o cerco contra o crime.”

Ao final do programa, Dilma fez uma homenagem aos militares brasileiros mortos ontem (2) em um acidente rodoviário quando voltavam de uma missão da Operação Ágata no Chuí (RS). “Quero me solidarizar com as famílias desses militares, com os seus companheiros e com o Exército Brasileiro. Quero também fazer votos para que os feridos no acidente tenham a mais rápida recuperação.”

Da Agência Brasil
Foto Agência Brasil

Foto Agência Brasil

A ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, pediu a atenção da população ao lançar na manhã de hoje (7) a Campanha Nacional de Carnaval de Proteção à Criança e ao Adolescente. O objetivo é fazer com que as pessoas que tiverem informações sobre violência contra menores de idade procurem os conselhos tutelares, a polícia ou denunciem ao Disque 100, que encaminhará o caso às autoridades locais e à rede de proteção.

De acordo com a ministra, o ano de 2012 teve um aumento de 66% no número de denúncias, que chegou a 160 mil. Maria do Rosário acredita que esse crescimento reflete uma maior conscientização dos brasileiros em relação às atitudes que devem ser tomadas para combater a violência contra a criança e o adolescente. O Disque 100 recebe denúncias 24 horas por dia e em todos os dias da semana.

“Não há como pensar em cuidado com as crianças e adolescentes e em enfrentar a violência sem o apoio da população como um todo. O cuidado tem que ser de toda a sociedade, a começar pela própria família, mas também da comunidade, de quem está brincando e de quem está trabalhando”

O vice-prefeito do Rio de Janeiro, Adilson Pires, também participou do lançamento da campanha, na Unicirco Marcos Frota, em São Cristóvão, bairro da zona norte do Rio, e destacou que a iniciativa é importante para conscientizar os turistas que procuram cidades brasileiras nesta época do ano. Representando o governador Sérgio Cabral no evento, o secretário estadual de Assistência Social, Zaqueu Teixeira, garantiu que os conselhos tutelares do Rio de Janeiro funcionarão durante o carnaval para reforçar a campanha.

Lançado diante de uma plateia de meninos e meninas beneficiados por projetos de organizações não governamentais (ONGs) e dos conselhos tutelares, o evento teve como embaixador o sambista Nelson Sargento, que vestiu a camisa da campanha no picadeiro e pediu que a população trate as crianças e os adolescentes com respeito durante a folia. A bateria mirim da Mangueira e passistas da Portela se apresentaram, assim como trapezistas do próprio circo.

Enquanto as autoridades discursavam, um grupo de jovens estendeu uma faixa em protesto contra a paralisação do Conselho Estadual de Defesa da Criança e do Adolescente do Rio de Janeiro. Como a Agência Brasil informou na terça-feira (5), o presidente do órgão, José Monteiro, suspendeu as atividades por falta de profissionais. O conselho é responsável pela deliberação e pelo controle das políticas de proteção da população infantojuvenil.

Da Agência Brasil
Dilma Rousseff - Agência Brasil

Dilma Rousseff - Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (1º) que o governo pretende incentivar os brasileiros a mudar o comportamento no trânsito. Segundo ela, a campanha Pela Consciência no Trânsito, lançada no último dia 21, tem como objetivo reduzir o número de acidentes nas estradas e também dentro das cidades.

No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma lembrou que 42 mil pessoas perdem a vida todos os anos em acidentes de trânsito no Brasil. “É um número devastador”, avaliou. O assunto, segundo ela, foi abordado durante conversa com o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, na semana passada.

“A ONU lançou a Década Mundial de Ação pela Segurança no Trânsito. Sabe qual é o objetivo? É tentar reduzir pela metade as mortes no trânsito em todos os países até 2020. Aqui no Brasil, vamos participar desse esforço mundial pela redução das mortes no trânsito”, destacou.

Para a presidenta, os acidentes de trânsito se tornaram uma epidemia e, no Brasil, metade das vítimas é formada por jovens com idade entre 15 e 39 anos. “São perdas irreparáveis para as famílias, para os amigos e para o país”, disse. “Temos que evitar que o motorista dirija em alta velocidade, pegue o volante depois de beber. Sempre lembrando também que todos precisam usar o cinto de segurança”, completou.

Segundo Dilma, o governo vai investir R$ 42 bilhões em obras de infraestrutura para melhorar a qualidade das rodovias no país. Ao todo, mais de 7,5 mil quilômetros (km) devem ser duplicados e modernizados. Também serão investidos quase R$ 40 bilhões em transporte coletivo nos grandes centros urbanos. Além disso, até o final do ano, o governo começa a distribuir 1 milhão de bafômetros para ajudar nas ações de fiscalização.

“Precisamos ainda adaptar a legislação para punir com mais rigor quem adota comportamentos de risco no trânsito. Quem comete uma imprudência no trânsito não está colocando em risco só a própria vida, mas também está colocando em risco a vida dos outros”, concluiu.

Da Agência Brasil
Cristina Kirchner

Cristina Kirchner

A presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, defendeu ontem (27) a reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Fundo Monetário Internacional (FMI). Em discurso na Universidade de Harvard, ela reiterou a necessidade de os dois órgãos refletirem o mundo atual, e não o de mais de meio século atrás. A presidenta também justificou as medidas econômicas adotadas pelo governo argentino para conter a evasão de dólares do país.

Cristina Kirchner lembrou que o Conselho de Segurança foi criado após a 2ª Guerra Mundial para manter o controle sobre o terrorismo internacional e, portanto, representava o mundo daquela época. O Brasil e vários países defendem a ampliação de 15 para 25 o número de vagas no órgão. Assim como o Brasil, a Argentina pleiteia um assento permanente no conselho.

“[Há] um novo cenário, a fotografia da 2ª Guerra Mundial mudou. Não tenho a pretensão de ter a solução, mas levanto a questão como um desafio para um projeto que nos permita construir uma sociedade mais justa e igualitária”, disse.

Para a presidenta argentina, a atual estrutura do Conselho de Segurança não leva à solução de problemas, pois as decisões são tomadas por alguns países e não pelo conjunto de nações. Ela se referiu diretamente à polêmica envolvendo a crise na Síria, que dura 18 meses. Para os Estados Unidos, o ideal é aprovar a intervenção militar no país.

Há três dias, a presidenta Dilma Rousseff, na abertura da 67ª Assembleia Geral das Nações Unidas, reiterou a defesa em favor da ampliação do Conselho de Segurança – que é formado por 15 países e tem apenas cinco assentos permanentes – e de várias instituições internacionais.

Na palestra em Harvard, Cristina Kirchner respondeu a perguntas dos estudantes. Ela justificou as medidas econômicas adotadas na Argentina para conter a evasão de dólares. Segundo a presidenta, a Argentina registra uma elevada quantidade de dólares enviados para os Estados Unidos. A presidenta negou que tenha aumentado o próprio patrimônio, após assumir o governo.

Da Agência Brasil

Nesta segunda parte da entrevista a Secretária Regina Miki afirma que a PEC 300 não é uma pauta institucional e defende uma lei geral para as polícias civis, além de fundo de pensão e plano de carreira para nossas forças de segurança.

Para conferir a primeira parte da entrevista, clique aqui.

Regina Miki é a primeira mulher a assumir a Secretaria Nacional de Segurança Pública, órgão responsável pela gestão da política de segurança do País.

Advogada, ela foi nomeada Secretária de Defesa Social de Diadema (SP) pelo então prfeito José de Filippi (PT), hoje deputado federal. “Eu tomei um susto. Ele disse que me escolheu porque queria alguém com NSS. Eu não entendi e ele traduziu: neurônio, saliva e sapato”, conta Regina.

Sua competente atuação em Diadema fez cair em 80% a criminalidade na cidade. A convite do ministro José Eduardo Cardozo, Regina assumiu a Secretaria. Sua história é um case de sucesso, exemplo de determinação, disciplina e muita coragem.

 Confira a primeira parte da entrevista.

 

Por Marli Conçalves
De www.brickmann.com.br e http://marligo.wordpress.com

Juro. Corri para tudo quanto é lado. Me abaixei, desviei, tampei os ouvidos, cobri os olhos. Mas foi impossível não ter sido alvejada também duramente pela terrível sensação de impotência diante da loucura humana. Todos nós fomos baleados, principalmente na cabeça.

O que fazer e o que pensar depois que acontecem desgraças como essa? Um homem marca um dia para morrer e matar. Marca o local. Escolhe as vítimas como se fossem tomates na feira. Explode seu vermelho para todos os lados. Prepara-se e executa.

Ouvi, e certamente você também, de um tudo nesses dias. Pior foi no dia mesmo, quando raros dos inúmeros chutes a gol não se mostraram nem ao mínimo coerentes. Desferidos sem dó por psicanalistas e analistas de recheio, minuto a minuto. Vi pedirem para as portas das escolas polícia, artilharia antiaérea, detector de metais, Raios-X e raios ultragamavioleta térmicos. A construção de um bunker, enfim. Aí fazem como sempre aqui: toda a tecnologia nas mãos de uma pessoa, comum e mal treinada. Que justamente nessa hora saiu para tomar um café, sabe como é? Quem mora em prédio, sabe.

Ouvi falarem que tudo era culpa do não-desarmamento – só que este foi resultado de um plebiscito popular – eu disse ple-bis-ci-to po-pu-lar, de 2005. Ou seja, o país decidiu. Fazer o quê? Os da paz total, onde me incluo, perderam. É assunto para bate-boca para mais de metro. E também não ia adiantar nada.

Ouvi falarem que o gajo era messiânico, islâmico, evangélico, fundamentalista e estranho, além de ter deixado crescer a barba. Vi só que encarnou um demônio, de carne e osso, com seus disparos de morte.

Estou ouvindo baterem a tecla no ato que ele gostava muito de Internet, clamando censura, na verdade, no fundinho, como se, se assim fosse, daquele jeito não teria sido.

Teve irresponsáveis falando em AIDs, homossexualismo latente e não resolvido, virgindade excessiva que teria subido para a cabeça, genética esquizofrênica, e criação por pais adotivos. Na carta que deixou – especialmente escrita, com cuidados gramaticais – daqui de longe vejo só a raiva do não ter vivido, e a busca de uma fantasia que deve ter sido trançada com seu próprio ódio, ano a ano, minuto a minuto.

Difícil entender como poderia ser evitado. Se ele tivesse falado com alguém. Falou? Tentou anunciar em alguma sala de bate-papo? De quem é o perfil no Orkut? Como treinou? Quantas vezes escreveu, leu, rasgou o seu testamento de morte? Onde o imprimiu? Acham que deveríamos ter previsto? Se nem quando as desgraças são previstas, escritas em versos e prosas, publicadas nos jornais, funciona! Alguém sempre diz a outro alguém que deveriam ser tomadas providências urgentes; e assim por diante, como no puro jogo de passa-anel de nossas infâncias.

Terá sido o que hoje até botam um nome pomposo? Bullyng? Ou a famosa e horrorosa, infelizmente uma tradição de afirmação social, a “azaração”. Duvido que algum de vocês, meus leitores adultos, não tenham sido alvo, passado por boas, pelo menos uma vez, apelidados de tudo quanto é coisa na escola! Na vida a gente encontra com seres do Mal em todas as idades e é assim que se vai vivendo. O ponto central, para mim, é lá atrás, nos primórdios: a índole, que se manifesta de alguma forma desde que somos crianças.

Sinceramente? Se eu fosse criança e tivesse assistido nem que fosse só os noticiários básicos, me esconderia debaixo da cama e ninguém mais me arrancava de lá. Se eu fosse adolescente, como o eram todas as vítimas, aí já não sei. Acho que pararia para refletir sobre as loucuras que passam – e como passam! – pela cabeça da gente nessa época, tentando filtrá-las e amadureceria um pouco mais. Entenderia que vida é para ser vivida. Que vida é frágil.

Mas nós, adultos, já vivemos para ver e viver coisas até piores, frutos das sandices humanas, incluindo as que o fazem pelo Poder. Soubemos e vimos gente ser queimada por ser estranha ou diferente; marcada como gado para identificação no matadouro, por professar seus credos; humilhada por ser natural – em alguma ou de qualquer coisa.

Na semana passada havia escrito sobre essa sensação cinzenta e abstrata pairando por aí. Vinha um pouco das radiações do mundo. Atômico e em guerra, até com a natureza. Aí acontece um filme de horror desses, e seus trailers são espalhados por todo o país.

Como disse, tentei bravamente me esquivar dessas balas, mas, mais do que o ato em si, o caso suscitou foi toda uma série de perguntas, e todas sem resposta.

Espirrou muito medo. Medo da intolerância, e medo da explosão dela.

São Paulo, 2011.Rio de Janeiro, que 2011!

(*) Marli Gonçalves é jornalista. Acha que é só juntar o crescente ódio e o embate de ideologias, a moral dos que se julgam arautos de verdades incontestes. Vira isso. Não precisa nem mexer. E não podemos fazer muita coisa.
Com informações do CorreioWeb

Nova chefe promete rigor com os agentes e fortalecimento da corregedoria. Primeiro ato de Martha Rocha foi anunciar mudanças na equipe.

Martha Rocha
Martha Rocha

A primeira mulher a ocupar o cargo de chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Martha Rocha, foi o foco do debate relacionado à segurança pública, ao longo do dia de ontem. A delegada assumiu o posto e, de imediato, definiu estratégias prioritárias para o melhor funcionamento da polícia estadual: o cumprimento de metas e resultados, a garantia da lisura de policiais e o fortalecimento da corregedoria.

Martha foi nomeada oficialmente ontem, com a publicação de um decreto do governador Sérgio Cabral no Diário Oficial. A nomeação ocorreu paralelamente à exoneração do delegado Allan Turnowski, que deixou o cargo após desdobramentos da Operação Guilhotina — conduzida pela Polícia Federal, pela Secretaria de Segurança Pública do Rio e pelo Ministério Público Estadual — e de uma ação de investigação na Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) coordenada pelo próprio ex-chefe de polícia.

A delegada nomeada recebeu a primeira aprovação pública do governador do estado, que enfatizou benefícios de uma presença feminina no cargo: “A doutora Martha Rocha vai cumprir a missão dela com a doçura e a bravura de uma mulher, porque quando a mulher precisa é mais corajosa do que o homem”, disse, em compromisso oficial. Cabral frisou que a delegada tem credibilidade e reconhecimento dentro da Polícia Civil.

O secretário de segurança, José Mariano Beltrame, já havia anunciado a chegada de Martha com afagos: “A delegada tem uma história de 29 anos de polícia. Será muito difícil por estar substituindo um grande policial, um homem que deixou a sua marca. Mas ela é uma pessoa que está plenamente afinada com os propósitos e os horizontes que nós temos de segurança pública. Fiz várias consultas e pesquisas e o nome da senhora foi praticamente uma unanimidade”, disse, no anúncio de sua chegada.

Polícia Civil lança projeto para combater violência contra a mulher no DF

A Polícia Civil do DF, por meio da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), lançou, nesta quinta-feira (29), o “Projeto Brasília Mulher Segura”. A iniciativa consiste num conjunto de ações que vão aperfeiçoar o trabalho da polícia no combate à violência contra a mulher. Uma das principais inovações é a unidade móvel da delegacia, uma van equipada para o atendimento individualizado e registro de ocorrências.

Outra importante medida é o kit denominado “Bolsa de Crise”. Ele contém uma muda de roupa, toalha e itens de higiene para as mulheres vítimas de estupro ou outro tipo de violência. Para orientar e esclarecer a população, também foram confeccionadas cerca de 100 mil cartilhas sobre violência de gênero, além de 50 mil folhetos informativos sobre a prevenção nos casos de crime de estupro.

O projeto também prevê a capacitação dos policiais da Deam nas técnicas científicas de coleta de depoimento e a reforma e ampliação das instalações da delegacia (com destaque para a criação de espaços individualizados de atendimento às vítimas). Além da aquisição de mobiliário, viatura e material pedagógico para a Seção de Orientação Psicológica (SOP), a proposta prevê a criação da Seção de Sexologia Forense do IML, que vai oferecer atendimento especializado às vítimas de violência sexual e doméstica.

A proposta conta com a participação do Instituto de Medicina Legal e apoio do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça.

Fonte: Polícia Civil do DF

A mulher precisa de um atendimento diferenciado na segurança pública. Não basta fazer leis, é preciso dar estrutura para que elas sejam aplicadas, defende a deputada Rose de Freitas (PMDB-ES).

Ig
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