"Ajudando as mulheres a liderar, vencer, governar." ✫Desde 2009✫

Comentários ‘saúde’

Arte RatoFX

Arte RatoFX

Meninas de 11 a 13 anos que já receberam a primeira dose da vacina contra o papiloma vírus humano (HPV) devem receber, a partir de hoje (1º), a segunda dose. A imunização será feita em escolas públicas e particulares e também em unidades de saúde.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 4,3 milhões de meninas nessa faixa etária já receberam a primeira dose em março deste ano. A segunda é essencial para garantir a proteção contra o HPV.

A vacina protege contra quatro subtipos do HPV (6, 11, 16 e 18). Os subtipos 16 e 18 são responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo de útero, enquanto os subtipos 6 e 11 respondem por 90% das verrugas anogenitais.

Meninas que ainda não tomaram a primeira dose também podem procurar os postos de saúde. Para receber a segunda, basta apresentar o cartão de vacinação ou documento de identificação. A terceira dose será aplicada cinco anos após a primeira.

Em 2015, a vacina será oferecida para meninas de 9 a 11 anos e, em 2016, para meninas de 9 anos. O ministério reforçou a importância do uso do preservativo como proteção contra as demais doenças sexualmente transmissíveis e da realização do exame conhecido como papanicolau em mulheres a partir dos 25 anos.

O HPV é um vírus transmitido pelo contato direto com a pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Ele também pode ser transmitido da mãe para o filho no momento do parto. Estimativas da Organização Mundial da Saúde indicam que 290 milhões de mulheres em todo o mundo estão infectadas, sendo 32% delas pelos subtipos 16 e 18.

Em relação ao câncer de colo de útero, estudos apontam que 270 mil mulheres no mundo vivem com a doença. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 15 mil novos casos este ano.

Da Agência Brasil

Arte RatoFX

Arte RatoFX

Caminhar meia hora por dia já ajuda na diminuição do risco da doença

As mulheres que praticam pelo menos 30 minutos por dia de caminhada têm 10% menos de chance de desenvolver câncer de mama, revelou um estudo publicado no jornal da Associação Americana de Pesquisa do Câncer. Os cientistas monitoraram mulheres que já haviam passado pela menopausa.

— Nós descobrimos que a atividade física de lazer, mesmo de modesta intensidade, parecia ter um impacto rápido sobre o risco de câncer de mama. As mulheres devem ser encorajadas a continuar o exercício físico. E aquelas que não se exercitam deveriam iniciar, porque o seu risco de câncer de mama pode diminuir rapidamente — explica o pesquisador Agnes Fournier.

Fournier e colegas analisaram dados obtidos a partir de questionários preenchidos por quase 60 mil mulheres pós-menopáusicas. O tempo médio de acompanhamento foi de 8,5 anos — durante os quais 2 mil mulheres foram diagnosticadas com câncer de mama invasivo.

Os efeitos de redução de risco de câncer de mama por causa da atividade física eram independentes do índice de massa corporal, ganho de peso, circunferência da cintura e do nível de atividade de cinco a nove anos antes.

Do  ZH – ClicRBS

Imagem – Divulgação

A bailarina Mary Hellen Bowers, 35 anos, é a prova de que é possível ter controle sobre o corpo, dominar o equilíbrio e ainda ser capaz de lidar com todas as mudanças enfrentadas por uma mulher durante a gravidez, sem que seja preciso parar com as atividades cotidianas. Às vésperas do nascimento de seu primeiro filho, Mary ainda dançava com uma agilidade inacreditável e uma graça de tirar o fôlego.

À frente da fundação da companhia Ballet Beautiful (Balé Bonito), que defende a ideia de que qualquer pessoa pode se transformar em um bailarino profissional, Mary documentou todos os estágios de sua gestação em uma série de fotografias em que aparece dançando e fazendo as posições mais difíceis do balé mesmo com um “barrigão”. As fotos foram todas postadas em sua página no Instagram.

Com acompanhamento médico constante, a talentosa mamãe dançou até uma semana antes do nascimento de sua filha. A ideia era dar a outras mulheres a consciência sobre o que elas poderiam fazer durante a gravidez, sem o perigo de prejudicar o corpo ou a saúde do bebê. “As mudanças pelas quais o corpo passa durante a gestação são tão radicais… Eu realmente tentei abraçar e celebrar meu novo corpo e tive esperança de que, com isso, eu encorajasse outras pessoas a fazer o mesmo”, conta Mary.

A bailarina relatou ainda que a prática do balé a ajudou a evitar as dores nas costas e os inchaços durante os três trimestres de gravidez.

Graça, força e descobertas

Bailarina desde os 15 anos, Mary Helen Bowers dançou na companhia de balé de Nova York por uma década. Após uma lesão que a deixou afastada dos palcos, a profissional entrou em contato com outros tipos de exercícios e percebeu que a conciliação entre ginástica e balé fortaleceria e tonificaria seus músculos, diminuindo as chances de lesões. Dessa ideia, surgiu o Ballet Beautiful, método que mescla passos de balé com sequências de ginástica.

Convidada para treinar a atriz Natalie Portman para o filme Cisne Negro, Mary passou a dar aulas virtualmente, permitindo assim que qualquer pessoa pudesse praticar o balé sem sair de casa, o que ajuda a reforçar a ideia de que a dança é para todos.

“Eu quero que todas as minhas alunas possam sentir o poder de um movimento gracioso, da força e das possibilidades que podem surgir a partir disso”, revela Mary. “Minha companhia foi construída em torno de uma celebração da força e da feminilidade do corpo da mulher. E, para mim, a gravidez foi apenas uma extensão disso.”

Do Terra

Arte RatoFX

Arte RatoFX

A Câmara dos Deputados lançou, no último dia 22, uma nova enquete, para saber o que os brasileiros pensam sobre a possível limitação do número de cesarianas realizadas no Brasil. A redução do número de partos cirúrgicos (cesarianas) aos patamares indicados pelo Manual de Boas Práticas de Atenção ao Parto e o Nascimento da Organização Mundial de Saúde (OMS) está prevista em projeto de lei apresentado pelo deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) que pretende instituir o parto humanizado no País e combater práticas definidas no texto como “violência obstétrica”.

A pergunta da enquete é: “Você concorda com a proposta de limitar o número de cesarianas no País à média recomendada pela OMS, atualmente de 15% dos partos?”.

De acordo com a pesquisa Nascer no Brasil, coordenada pela Fiocruz, em parceria com diversas instituições científicas nacionais, e divulgada em maio deste ano, a cesariana é realizada em 52% dos nascimentos. No setor privado, o índice é de 88%.

Direitos da mulher

No Projeto de Lei 7633/14, Wyllys define os direitos da mulher durante a gestação e o parto – inclusive nos casos de aborto – e as obrigações dos profissionais de saúde. Trata também dos direitos do feto e do recém-nascido.

A proposta associa assistência humanizada a procedimentos como interferência mínima da equipe médica, preferência por métodos não invasivos e utilização de medicamentos e cirurgias somente quando estritamente necessário.

Por outro lado, define como violência obstétrica atitudes como “tratamento desumanizado, abuso de medicalização e patologização de processos naturais, que causem a perda de autonomia e da capacidade das mulheres de decidir livremente sobre seus corpos e sua sexualidade”.

Entre os dias 1º e 21 deste mês, a proposta já gerou 133 comentários no portal Câmara Notícias. Em uma enquete mais genérica – “Você concorda com esta proposta?” –, os resultados mostram que, entre 3.433 respostas, 76,81% (2.636) apoiam o projeto.

O texto ainda garante à mulher o direito de receber da equipe de saúde todas as informações sobre gestação, diferentes formas de parto e amamentação. E obriga médicos e demais profissionais de saúde a dar prioridade à assistência humanizada no nascimento.

Controle de cesarianas

Realizar cesariana sem indicação clínica real ou submeter a mulher a procedimentos invasivos desnecessários ou humilhantes também constam como formas de ofensa. O projeto prevê a criação, por meio de portarias, de comissões de monitoramento dos índices de cesarianas e de boas práticas obstétricas (CMICBPO), com o objetivo de fiscalizar o cumprimento desses índices e controlar a violência obstétrica no País.

O texto estabelece que os limites para essas cirurgias deverão ser seguidos pelas instituições ou estabelecimentos obstétricos públicos ou privados de saúde suplementar, a não ser nos casos de hospitais-maternidades de renomada referência setorial que possuam maior demanda de atendimentos de alto risco, que deverão determinar seus próprios índices.

Da EBC

Corra!

A ASICS fará uma Meia Maratona só para as mulheres e esta novidade será no dia 07 de Setembro de 2014 em São Paulo.

A W21K ASICS, que será a primeira Meia Maratona exclusivamente feminina da América Latina, já está com as inscrições abertas. Faça AQUI a sua.

O aumento no número de mulheres participantes na distância de 21km nos últimos anos motivaram a ASICS apoiar este tipo de prova. Segundo Giovani Decker, presidente da Ascis Brasil, “a prova terá tudo o que público feminino procura para fazer 21k, infraestrutura e atenção nos detalhes”.

Com uma estrutura completa, contemplando banheiros no percurso e postos de hidratação a cada 2km, isotônico a cada 4km e equipe médica, a proposta é proporcionar com total conforto a experiência de conquistar os 21K.

Detalhes:

Quando: 07 de Setembro de 2014.

Largada e chegada: USP

Horário: 07:00 horas

Foto Divulgação

Camila Mingori, que mora em São Paulo, vai participar de prova de 150 km após desfilar em evento da Copa no Rio

A modelo brasileira Camila Mingori, que vive em São Paulo, participou com um time de tops do desfile da Cia. Marítima no Budweiser Hotel by Pestana, em Copacabana, no Rio de Janeiro, na última sexta-feira (11). Mas a agenda da modelo não tem espaço só para desfiles. Camila viaja para a França nesta terça-feira (15) para participar do Tour de France, competição anual de ciclismo realizada na França.

No dia 22, Camila vai percorrer uma prova de 150 km, que pretende realizar em cinco horas. Para tanto, a modelo treina todos os dias e faz Functional Figth, além de pedalar 60 km quatro vezes por semana. Camila tem 1,80 m de altura e apenas 14% de gordura no corpo.

Camila no desfile da Cia. Marítima no Rio, na última semana

Na mesma competição em 2013, a modelo já fez um percurso de 128 km em oito horas.

Do Terra

Foto: Agência O Globo / Givaldo Barbosa/16.07.2013

No primeiro posicionamento sobre aborto desde o início de seu governo, a presidente Dilma Rousseff defendeu a interrupção da gestação por motivos “médicos e legais” e sua realização em todas as unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) com serviço de obstetrícia. Ela abordou o assunto em resposta a questionamento do GLOBO sobre a grande quantidade de mulheres mortas devido a abortos malsucedidos na clandestinidade. O Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, mostra que uma mulher morre a cada dois dias e meio no Brasil após realizar um aborto, quantidade que permanece inalterada desde 1996, conforme registros do SIM.

A presidente sustentou que a lei 12.845, de 1º de agosto de 2013, passou a garantir que o atendimento seja “imediato e obrigatório” em todos os hospitais do SUS. “Para realizar a interrupção legal da gestação, o estabelecimento deve seguir as normas técnicas de atenção humanizada ao abortamento do Ministério da Saúde e a legislação vigente. O gestor de saúde municipal ou estadual é o responsável por garantir e organizar o atendimento profissional para realizar o procedimento”, afirmou Dilma ao GLOBO.

A lei citada foi sancionada pela presidente para assegurar atendimento médico a mulheres vítimas de violência sexual. Causou polêmica junto às bancadas evangélica e católica no Congresso por prever a “profilaxia da gravidez” — a mais comum é a pílula do dia seguinte — e o fornecimento de informações sobre a possibilidade legal de aborto em caso de estupros. Segundo essas bancadas, Dilma estimulava o aborto ao sancionar a lei sem vetos. Grupos religiosos protestaram em frente ao Palácio do Planalto contra a sanção da lei.

A última ofensiva religiosa contra o governo visou a portaria do Ministério da Saúde que definia os valores dos atendimentos de aborto na rede pública — a tabela do SUS passaria a trazer o montante de R$ 443,40 por procedimento e só se referia aos casos aceitos pela legislação: estupro, risco de vida à mulher e gestação de anencéfalo. Após forte pressão de parlamentares evangélicos, em especial do líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), o ministério revogou a portaria, no último dia 28. A explicação oficial é que a revogação ocorreu por “questões técnicas”. A posição da presidente, agora, é uma defesa de que esses casos sejam atendidos em qualquer hospital da rede pública.

A resposta foi enviada ao GLOBO pela Secretaria de Imprensa da Presidência, que ressaltou que esse posicionmento é de Dilma como presidente da República, e não como pré-candidata à reeleição. Dilma afirmou que houve redução de mortes de mulheres por conta de abortos malsucedidos e atribuiu essa queda à “ampliação da rede de serviços à saúde integral da mulher, incluindo o tratamento às vítimas de violência”.

Leia o restante »

Gravidez

Enquanto a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que no máximo 15% dos partos sejam cesarianas, no Brasil o índice é de 52%, chegando a 88% na rede privada. Os dados estão na pesquisa inédita Nascer no Brasil: Inquérito Nacional sobre Parto e Nascimento, feita pela Fundação Oswaldo Cruz e o Ministério da Saúde, divulgada hoje (29).

A pesquisa acompanhou o pré-natal e o parto de 23.894 mulheres em maternidades públicas, privadas e mistas em 191 municípios em todos os estados. A coleta de dados ocorreu de fevereiro de 2011 a outubro de 2012. Para a coordenadora da pesquisa, Maria do Carmo Leal, os resultados são alarmantes, já que a intervenção cirúrgica expõe a mãe e o bebê a riscos desnecessários.

“Um prejuízo que a criança pode ter é ela nascer antes do tempo que estaria pronta para nascer e, portanto, pode ter dificuldade para respirar, pode precisar ir para uma UTI [Unidade de Tratamento Intensivo] neonatal, e isso é um imenso prejuízo no começo da vida, essa separação da mãe. Para a mãe, o primeiro risco é que a cesárea é uma cirurgia, e como tal tem maior chance de hemorragia, de infecção, e também a recuperação da mulher é pior na cesárea do que no parto vaginal”, comparou.

No Brasil, 28% das mulheres começam o pré-natal querendo a cesárea, enquanto a média mundial é de 10%. O dado preocupa a pesquisadora, que defende uma mudança na cultura do parto no país.

“Tem uma cultura na sociedade, muitas mulheres hoje realmente já acham que a cesárea é uma boa forma de ter parto. E para os médicos também, é conveniente para eles que a cesárea aconteça porque organiza a vida deles, marca uma atrás da outra e não fica à disposição do tempo que você não controla, que é o tempo de nascimento de cada criança. É verdade que médicos podem induzir a mulher a fazer a cesárea, mas o sistema está todo organizado de uma forma a promover isso”.

Segundo Maria do Carmo, nos países desenvolvidos que também vinham aumentando as taxas de cesárea, os índices começaram a diminuir por causa das evidências científicas de riscos para a mulher e para o bebê na gestação em questão e também nas seguintes. Para ela, governo e sociedade precisam se mobilizar para reverter o quadro.

“Há necessidade de políticas públicas, há necessidade das mulheres se movimentarem também, lerem mais sobre o parto e sobre o risco da cesárea. As mulheres tem um papel importante, que é se informar, mas acho que tem que ter uma mudança de atitude, de cultura médica também. Não acontece tão facilmente”, avaliou. “O Ministério da Saúde tem trabalhado muito, já teve várias iniciativas para diminuir a quantidade de cesáreas no país e não tem obtido sucesso”, acrescentou.

Com o tema A mãe abe parir e o bebê sabe como e quando nascer, o estudo também mostra que, mesmo nos partos normais, o atendimento não atende às boas práticas recomendadas pela OMS, o que provoca dor e sofrimento desnecessário. Entre as práticas comuns estão a de deixar a mulher em trabalho de parto apenas no leito, sem estímulo para caminhar e sem alimentação durante o período, a de oferecer remédios para acelerar as contrações e a de deixar as mulheres darem à luz deitadas, de costas.

Os dados ainda apontam que, no Brasil, entre as mães de baixo risco, apenas 19,8% tiveram presença contínua de acompanhante, 25,6% puderam se alimentar, 46,3% foram estimuladas a se movimentar e 28% tiveram acesso a procedimentos não farmacológicos para alívio da dor. Apenas 5% dos partos ocorre sem intervenções, enquanto no Reino Unido o número chega a 40%.

Quanto aos cuidados com o bebê, entre os recém-nascidos saudáveis, apenas 28,2% tiveram contato pele a pele com a mãe após o nascimento, 16,1% receberam o seio na sala de parto e 44% mamaram na primeira hora. O alojamento conjunto foi verificado em 69% dos casos. As intervenções nos bebês também são altas: 71% tiveram as vias aéreas superiores aspiradas, 39,5% passaram por aspiração gástrica, 8,8% foram para o inalador e 8,7% para a incubadora.

Das mulheres ouvidas para o levantamento, cerca de 30% não desejaram a gravidez, 2,3% tentaram interromper a gestação e 60% iniciaram o pré-natal tardiamente, após a 12ª semana. Do total de mulheres, 19% eram adolescentes, sendo que 42% delas fizeram cesárea, e, com isso, “estarão expostas a mais riscos nas gestações futuras”, segundo o estudo.

Da EBC

Usando marcadores genéticos, teste consegue antever se grávidas que tiveram contrações antes do tempo entraram mesmo em trabalho de parto.

Atualmente, grávidas com contrações antes da hora não têm como prever se terão bebês prematuros (Foto: BBC)

Especialistas canadenses desenvolveram um exame de sangue que pode prever as chances de uma mulher grávida, que sofre contrações antes do tempo, de ter um bebê prematuro.

Cerca de 5% das mulheres que começam a ter contrações antes das 37 semanas de gravidez dão à luz em até 10 dias, afirmam os especialistas, em pesquisa publicada na revista científica PlosOne.

Atualmente, mulheres com contrações antes da hora não têm formas confiáveis de saber se estão prestes a entrar em trabalho de parto ou se as contrações vão parar.

Em algumas ocasiões, são realizados esfregaços vaginais, mas esses testes muitas vezes podem acusar resultados errados.

O teste de sangue desenvolvido por pesquisadores do Mount Sinai Hospital, em Toronto, foi capaz de prever partos prematuros em 70% dos 150 casos analisados em um hospital na Austrália.

O cientista Stephen Lye explica que o exame de sangue se baseia na busca por marcadores genéticos ligados ao parto.

“Os dados indicam que marcadores no sangue de mulheres com contrações antes da hora são capazes de indicar as chances de elas darem à luz prematuramente ou não”, disse Lye.

“Isso trará benefícios para as mães, para o bebê e para o sistema de saúde”, acrescentou.

O exame será testado em um hospital em Toronto e deve estar disponível no mercado em cinco anos.

Do G1

Arte RatoFX

Arte RatoFX

O Ministério Público Federal em Piracicaba (MPF/SP) recomendou à direção do Hospital Unimed de Limeira que apure denúncias de violência contra a mulher durante o parto. O MPF recebeu relatos de que os médicos deste local seriam os responsáveis pelas irregularidades. As agressões consistiriam em violência moral, especialmente o menosprezo pelo sofrimento da paciente, e realização desnecessária de exames invasivos.

Em reposta à ocorrência, a Unimed de Limeira limitou-se a negar os fatos, sem apresentar comprovação de que tenha conduzido qualquer procedimento para apurar as denúncias ou evitar que tal situação ocorra.

O MPF também recomendou que o hospital afixe em todas as salas de parto e de espera de parturientes um cartaz que alerte que a violência física ou moral durante o parto viola os direitos das mulheres. Além disso, o cartaz deve indicar a quem as denúncias devem ser encaminhadas: à direção do hospital, à Agência Nacional de Saúde e ao Ministério Público Federal.

O MPF recomendou ainda a realização de uma palestra ou curso de capacitação destinado a todos os médicos, enfermeiros e profissionais de saúde do hospital, a fim de informá-los e conscientizá-los sobre a gravidade das ocorrências de violência no parto. Somente em 2010, segundo pesquisa da Fundação Perseu Abramo, uma em cada quatro mulheres brasileiras sofreram violência durante o nascimento de seus filhos.

A direção do hospital tem o prazo de 30 dias, contados a partir de 29 de abril, para apresentar cronograma com as providências a serem tomadas acerca das recomendações, de autoria do procurador da República Edilson Vitorelli Diniz Lima.

Da EBC

Ig
setembro 2014
D S T Q Q S S
« ago    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
282930  
Curta!
Mulheresnopoder