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Comentários ‘Prevenção’

Ninguém está imune ao câncer de mama

Nem as heroínas estao imunes ao câncer de mama. Essa é a mensagem da DDB de Moçambique numa série de posters que mostram Mulher Maravilha, Tempestade, Mulher Hulk e Mulher Gato fazendo o auto-exame das mamas. O texto complementa – “Quando falamos de câncer de mama, nao há mulheres ou super mulheres. Todas precisam fazer o auto-exame mensalmente. Lute conosco contra esse inimigo e, quando estiver em dúvida, consulte seu médico.”

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O Ministério da Saúde avalia vacinar meninas de 9 anos a 13 anos contra o HPV, o papilomavírus humano, causador do condiloma acuminado, doença sexualmente transmissível que pode provocar câncer de útero. A informação é do secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.

O HPV pode atingir mulheres de qualquer idade. No entanto, a ideia é imunizar adolescentes que ainda não iniciaram a vida sexual. A vacina não tem eficácia em mulheres adultas, com vida sexual ativa, que já foram expostas à infecção pelo HPV, segundo o secretário. A prevenção, nesse caso, deve ser feita por meio do exame papanicolau, que identifica o câncer no colo do útero.

Barbosa estima um custo anual de R$ 600 milhões para incluir a vacina contra HPV no calendário de imunização das adolescentes. O equivalente a um terço do que o governo gasta com todas as vacinas, segundo o ministério.

O secretário participou de debate na Comissão de Assuntos Sociais do Senado sobre projeto de lei da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) que prevê vacinação gratuita contra o HPV para o público feminino na faixa etária de 9 anos a 40 anos.

Atualmente, existem mais de 100 tipos de HPV – alguns deles podem provocar câncer, principalmente no colo do útero e do ânus. De acordo com o ministério, a infecção pelo HPV é comum e na maioria dos casos não resulta em câncer. A principal forma de transmissão é pela relação sexual sem preservativo. Os sintomas frequentes são verrugas nos órgãos genitais.

Da Agência Brasil

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O dia Nacional de Combate ao Câncer é lembrado desde 27 de novembro de 1988. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a doença corresponde a 13,7% das mortes no Brasil, cerca de 140 mil casos por ano. Os dados também são alerta para as mulheres, que devem dar atenção especial desde cedo aos tipos de câncer que afetam apenas o sexo feminino, em particular o de mama – o maior causador de morte nelas, com um risco de 28% dos casos.

De acordo com o oncologista Selmo Minucelli, não existe segredo para prevenir o câncer. “Além de levar uma vida saudável ao controlar boa alimentação com atividade física, utilizar métodos preventivos ao ter relações sexuais, evitar o fumo e a bebida alcoólica, as pacientes devem fazer exames preventivos a partir dos 35 anos”, aconselha. O coordenador da divisão de atenção oncológica do INCA, Ronaldo Corrêa, ressalta os cuidados especiais que se deve ter com bebidas alcoólicas. “É um dos fatores que mais aumentam a probabilidade de se ter câncer. O ideal seria não consumir, mas isso também não quer dizer que quem consome vai ter a doença”, afirma.

A recomendação parece óbvia, mas a diferença na saúde surge mais tarde, quando essas atitudes pesam na balança ao chegar à idade de risco, a partir dos 40 anos. “Quando a mulher chega aos 50 anos, o risco é duas vezes maior do que quando ela tinha 40. Se ela teve uma vida dentro do que é recomendado pelas políticas públicas, as chances de um câncer aparecer diminuem”, argumenta o coordenador do INCA.

Quando a estudante Lidyane Araújo, de 22 anos, descobriu um nódulo no seio direito, o susto a aproximou de uma realidade pouco imaginada por muitas mulheres jovens. “Quando senti algo parecido com um caroço de ameixa entrei em pânico”, conta. “Não tenho câncer, mas desde que descobri (o nódulo) faço o autoexame todos os dias e preciso voltar ao médico a cada seis meses”, reforça. Apesar de a incidência em mulheres de até 35 anos ser pequena, há possibilidades de ter câncer. “O risco é menor, mas existe. Também é preciso levar em consideração o histórico familiar e outros fatores específicos que variam a cada caso”, explica o oncologista.

Ainda de acordo com os dados divulgados pelo INCA, no dia 24 de novembro desse ano, 520 mil novos casos de câncer serão registrados no Brasil a partir de 2012. Só o de mama afetará 52.680 novas mulheres. Já o câncer de colo de útero atingirá 18.430 e o de ovário, 3.837.

Apesar do número preocupante, Minucelli acredita que os dados não significam agravamento da doença no país. “Antigamente não havia tantos métodos para se detectar o câncer precocemente. Hoje, o diagnóstico é mais fácil de ser realizado e, assim, mais casos são identificados”, argumenta.

Outros riscos

Em relação ao câncer de colo de útero, o cenário muda. Mulheres novas têm mais chances de adquirir a doença, em especial, por falta de prevenção ao ter relações sexuais. O vírus HPV, se não for tratado, pode evoluir para o câncer.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) licenciou em 2006 uma vacina para a prevenção do vírus. Porém, o Ministério da Saúde, de acordo com parecer oficial divulgado pelo órgão, afirmou que ainda existem lacunas referentes à imunidade, à não inclusão dos estudos para gestantes e à limitação da vacina por imunizar apenas alguns subtipos do vírus, além do alto custo de investimento, em torno de R$ 750 milhões por ano.

O câncer nos ovários é pouco comum, no entanto, é o mais perigoso pela dificuldade de se diagnosticar. Quando descoberto, muitas vezes já se encontra em estágio avançado. Neste caso, o risco de mortalidade é maior. “A doença não tem muitos sintomas e, em vários casos, as mulheres confundem a dor”, justifica o oncologista.

Por Isabella Corrêa
Do Mundo Ela

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Com uma rotina agitada, cobranças, trânsito, trabalho, família, e mais cobranças é difícil encontrarmos alguém que por algum motivo, nem que seja por um minuto, já não se sentiu estressado. E esse número de pessoas estressadas tem se tornado crescente.

Você já pensou em ter um dia específico para uma pausa, colocar o corpo e a mente nos eixos?

Foi exatamente isso que a ISMA-BR- (International Stress Management Association no Brasil – fez ao criar o Dia da Conscientização do Stress comemorado esse ano em 20 de Novembro.

A comemoração, gratuita e aberta ao público, conta com a presença de especialistas na área da saúde que medem o nível de stress dos participantes e a sua suscetibilidade a doenças através do teste do psiquiatra norte-americano Richard Rahe, um dos mais respeitados internacionalmente nas medições de stress. Através de parcerias com instituições preocupadas com a qualidade de vida da população, monitoram-se as condições de saúde dos interessados. A iniciativa da ISMA-BR tem servido de modelo para inúmeras ações que são desenvolvidas em diversas cidades brasileiras.

Dia de Conscientização do Stress

ISMA-BR promove o Dia de Conscientização do Stress dia 20 de novembro de 2011. 

Desde 2001, a ISMA-BR (International Stress Management Association no Brasil) promove o Dia de Conscientização do Stress, no 3º domingo de novembro. A partir de 2007, a comemoração ganhou uma razão ainda mais especial para celebrar: Em 14 de setembro foi sancionada a Lei 10.250, instituindo anualmente o 3º domingo de novembro como Dia de Conscientização do Stress e incluindo a data no calendário oficial de eventos da cidade. E, em 27 de agosto de 2009, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, da Câmara dos Deputados aprovou, por unanimidade, o Projeto de Lei 3555/2008 instituindo o Dia Nacional de Conscientização do Stress, a ser comemorado no 3º domingo de novembro, anualmente.

A comemoração, gratuita e aberta ao público, conta com a presença de especialistas na área da saúde que medem o nível de stress dos participantes e a sua suscetibilidade a doenças através do teste do psiquiatra norte-americano Richard Rahe, um dos mais respeitados internacionalmente nas medições de stress. Através de parcerias com instituições preocupadas com a qualidade de vida da população, monitora-se as condições de saúde dos interessados. A iniciativa da ISMA-BR tem servido de modelo para inúmeras ações que são desenvolvidas em diversas cidades brasileiras.

O objetivo é conscientizar a comunidade sobre a importância da prevenção, do diagnóstico, do tratamento e do desenvolvimento de técnicas eficazes para gerenciar o stress através de informações e orientações ao público e oferecendo testes para medir o nível de stress, problema que afeta 70% da população brasileira.

Evento ocorre das 11h às 15h, na Redenção, à direita do Monumento ao Expedicionário. Porto Alegre RS

Programação:

Avalie-se

Teste de Stress (ISMA-BR)

Pressão arterial, índice de massa corporal (IMC), circunferência abdominal e dieta antiestresse (Instituto de Cardiologia)

Teste de acuidade visual (Escola de Educação Profissional Zona Sul

Risco para apneia do sono (AGSono)

Teste para apneia do sono e teste para rinite (Serviços de Otorrino do Hospital Petrópolis)

Informe-se

Orientação sobre autoexame e câncer de mama (IMAMA)

Apoio a perdas e luto (Clínica de Psicologia e Apoio ao Luto)

Prevenção à violência infantil (DECA)

Orientação sobre boas práticas para um sono saudável (AGSono)

Orientação para surdez (Serviços de Otorrino do Hospital Petrópolis)

Orientação alimentar (AGAN)

OncoArte (Clínica de Oncologia de Porto Alegre)

Eu curto, eu cuido (SMGL)

Relaxe

Quick massagem, reiki, reflexologia podal e meditação (Escola y Clínica de Massoterapia Holística Arty’s e Corpus)

Demonstrações de yoga Método DeRose (Centro de Cultura e Bem Estar Fabiano Gomes)

Divirta-se

Recreação para crianças (Escola de Educação Profissional Zona Sul)

Cinema mudo OncoArte (Clínica de Oncologia de Porto Alegre)

Evento ocorre das 11h às 15h, na Redenção, à direita do Monumento ao Expedicionário.

Mulheres que tiveram câncer de mama vão exibir toda feminilidade durante desfile que apresentará a nova coleção da Dudalina Feminina

Coquetel Desfile Moda Prevenção

Mulheres que tiveram câncer de mama irão mostrar que é possível recomeçar a vida após passarem por um câncer de mama. Elas irão exibir na passarela todo charme e elegância durante um desfile que irá apresentar a nova coleção da camisaria feminina Dudalina e comemorar o Dia do Médico (25/10). A ação foi idealizada pelas Mulheres da Cirurgia Plástica e a Recomeçar – Associação de Mulheres Mastectomizadas de Brasília. O objetivo do evento é conscientizar as mulheres sobre a importância do auto-exame.

Durante o evento será vendido o ‘Colar da Vida’, concebido com o propósito de mudar a relação das mulheres com seu próprio corpo, estimulando-as a encarar a prática do auto-exame das mamas como um cuidado de beleza absolutamente natural. A intenção é que o acessório se transforme em uma ‘moda do bem’, servindo como um lembrete permanente da importância do diagnóstico precoce. Toda arrecadação com a venda do Colar da Vida será destinada ao Instituto Se Toque.

O câncer de mama pode atingir tanto homens quanto mulheres, entretanto, é mais comum em mulheres. Este tipo de câncer representa nos países ocidentais uma das causas principais de morte em mulheres. O câncer de mama é o segundo tipo mais frequente de câncer representando cerca de 22% dos novos casos de câncer. Muitos dos casos poderiam ser prevenidos ou detectados no inicio através do auto-exame.

“Acredito que essa não existe maneira melhor para comemorar o Dia do Médico. O câncer de mama ainda atinge um número muito alto de mulheres, muitos desses casos poderiam ser detectados no inicio se as mulheres tivessem o hábito de fazer o auto-exame regularmente. As chances de cura são muito maiores quando o câncer é descoberto no inicio”, explica a cirurgiã plástica Ivanoska Filgueira.

Durante o evento também haverá uma breve palestra sobre o auto-exame e depoimentos de mulheres que venceram a doença.

Serviço
Data – 25 de outubro
Horário – 19h
Local – Gilberto Salomão

Arte RatoFX

Assim como maiôs, biquínis e sungas, os óculos escuros estão entre os acessórios que as pessoas mais gostam de adquirir quando chega a temporada de sol, que se estende até março. Seja para estar na moda, seja porque os óculos atuais estão desgastados, é preciso ter um mínimo de informação para não investir num artefato que pode prejudicar a visão, ao invés de proteger contra os raios ultravioleta, agressivos aos olhos.

De acordo com o doutor Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, óculos de sol sem boa procedência não oferecem garantia de proteção UV, não passam por tratamento antirrisco, antirreflexo ou polarização. Tem mais: a irregularidade da superfície das lentes pode causar desconforto visual, dor de cabeça e astigmatismo – deformidade da córnea que torna a visão desfocada para perto e para longe.

“Desconfie das lojas que oferecem óculos de sol a preços populares, porque as lentes podem não ser de boa procedência. Por consequência, fuja das bancas de camelôs e tome cuidado dobrado ao comprar via internet. Nesse caso, explore todo o site, a qualidade dos produtos que oferece e, inclusive, os testemunhos de quem comprou antes de você. É importante que o acessório tenha o selo holográfico da Abióptica, que garante sua procedência”, diz.

Na opinião do médico, o uso de óculos de sol é, antes de tudo, uma questão de prevenção. “Com o nível de informação globalizada que temos hoje em dia, as pessoas não deveriam sair de casa sem antes passar protetor solar e colocar bons óculos de sol, mesmo em dias nublados. A escolha correta dos óculos escuros é tão decisiva para a saúde dos olhos que é mais prejudicial usar essas réplicas ilegais de marcas famosas do que não usar nada”.

A exposição aos altos índices de UV, de acordo com o oftalmologista, também provoca degeneração macular – doença que afeta a parte central da retina, membrana posterior dos olhos onde as imagens são transmitidas para o nervo óptico. A doença é mais comum em pessoas de olhos claros e também pode estar relacionada às alterações na circulação, que matam as células da retina. Ainda não existe tratamento eficaz para alterações retinianas. Por isso, a prevenção com lentes protetoras ainda é o melhor remédio.

Outra dica do especialista é não comprar por impulso. “Nesses casos, quem toma decisões rápidas, adquirindo um par de óculos somente porque combinou com o visual do momento, quase sempre acaba se arrependendo. Geralmente, a pessoa acaba percebendo tarde demais que os óculos são pesados, ou pequenos, ou grandes, ou coloridos demais para seu rosto. Por isso, é preciso que a compra seja realizada com tempo e com cautela, levando em consideração também suas características pessoais”.

A cor de lente certa para você

Na hora de escolher seus óculos de sol, evite as lentes pretas, dando preferência a uma cor que favoreça suas atividades e sua visão”, diz Renato Neves – que indica as mais usadas:

Cinza – São usadas para várias atividades, fazendo com que o usuário sinta-se à vontade e confortável.

Âmbar e castanho – São indicadas para dirigir, já que oferecem uma boa noção de contraste e profundidade.

Verde – As lentes verdes filtram pouca luz azul, mas oferecem melhor visão de contraste. É a cor mais adequada para a população acima dos 60 anos, período em que começamos a perder a visão de contraste.

Púrpura – São a melhor opção para quem pratica esqui ou caça, porque aumentam a visão de contraste em ambientes com fundo azul ou verde.

Amarela – As lentes amarelas bloqueiam a luz azul e reduzem o ofuscamento de motoristas no lusco-fusco do entardecer. Entretanto, são inadequadas durante o dia, já que reduzem a visão de contraste em ambientes com muita luminosidade.

Sete dicas para proteger a visão das crianças

Muitos pais ainda negligenciam a visão de seus filhos. Pior ainda: há quem compre para as crianças óculos de plástico baratinho, que, além de não proteger contra os raios ultravioletas, ainda podem acabar prejudicando a visão e acarretando dor de cabeça e mal-estar. Estudos revelam que esse descuido também pode aumentar o risco de desenvolverem catarata e degeneração macular com o tempo. Renato Neves aponta sete dicas para acertar na escolha dos óculos de sol infantis:

  1. Não negligencie a visão do seu filho. Invista em óculos de sol com 100% de proteção UV;
  2. Confira se os óculos de sol se ajustam perfeitamente ao rosto da criança. Para que ela sinta-se confortável, é preciso não apertar demais nem ter de ficar segurando os óculos com receio de caírem;
  3. Seja paciente. Crianças podem levar um pouco mais de tempo do que os adultos para se adaptarem à novidade. Depois vão adorar;
  4. Opte por lentes mais resistentes a quedas e riscos. O objetivo principal é proteger os olhos sem limitar os movimentos da criança;
  5. Se a criança pratica esportes ou costuma brincar de correr com os colegas, considere armações apropriadas, que são presas à nuca;
  6. Crianças que usam óculos de grau devem ter também a prescrição de um modelo similar de sol;
  7. Adolescentes que fazem uso de lentes de contato não precisam de receita para comprar óculos de sol, mas devem usar ambos em lugares abertos.

Fonte: Dr. Renato Neves, médico oftalmologista, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos (SP) – www.eyecare.com.br

 

Outubro Rosa no Congresso Nacional

Muitos criticam a adesão de grandes empresas à causa do combate ao câncer de mama.

O argumento se estende às pessoas famosas que emprestam sua imagem para incentivar a compra de camisetas ou qualquer outro item de adesão.

Os argumentos daqueles que se posicionam contrários a essas ações, por parte das empresas, é o claro apelo publicitário que a marca traz para si, o que seria sua única e real intenção no programa.  Hoje em dia, as empresas que não fazem ações de Marketing Social ou promovem sua Responsabilidade Ambiental de alguma forma  tendem a ser preteridas em relação às concorrentes.

No mês em que o Cristo Redentor e o Congresso Nacional se iluminaram de rosa, a deputada Rose de Freitas sobe à tribuna para solicitar a compra de mamógrafos para as unidades públicas de saúde, como noticiamos aqui. Cada aparelho custa em torno de R$ 110 mil, porém vários hospitais de referência não contam com mamógrafos.

Também fizemos uma entrevista com  Joana Jeker que nos contou a dificuldade encontrada para fazer, por meio  da rede pública, a reconstrução mamária, após o tratamento contra o câncer.

É inegável que pagamos demasiado imposto no Brasil, se comparados a tantos outros países em que os serviços públicos funcionam melhor. Também não estamos dispostos a pagar um novo imposto para dar conta do déficit na Saúde Pública. Queremos mais fiscalização no uso e destino das verbas, desde a elaboração do orçamento à fiscalização dos gastos.

Então a equação fica assim:

Luiza Brunet Foto J.R. Duran

Quem pode paga, quem não pode fica sem.

Enquanto a Sociedade não consegue se organizar de modo a exigir mudanças na condução das políticas públicas de saúde, alguém terá que arcar com o custo das pesquisas, da prevenção e do tratamento do câncer de mama.

Sendo assim, aplaudimos a campanha que a Avon mantém há 125 anos por meio da Avon Foundation for Women e desde 2003, com o Instituo Avon no Brasil.

Diversas cidades participam dos eventos do dia 12 de outubro, entre eles a venda de camisetas e a corrida de rua.

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Foto Divulgação

O Pumas, clube da primeira divisão do México, lançou uma camisa especial para as suas torcedoras. Criada pela Puma, o modelo faz parte da campanha ”Luchemos vs El Cáncer de Mama” e tem como objetivo orientar e conscientizar as mulheres contra a doença que ainda mata muitas mulheres pelo mundo e se diagnosticada cedo, pode ser tratada.

Foto Dilvulgação

 

Aproveitando que Outubro é o mês mundial de combate ao câncer, a Federação Mexicana de Futebol apresentou a bola que será usada no Apertura 2011 (México) durante esse mês especial. Esta ação está sendo feita pelo quinto ano consecutivo, sendo que a bola rosa vai rolar nos gramados do México durante 5 rodadas.

Do Futebol Marketing
Do Universidade Livre Feminista

Mulheres com idade entre nove e 45 anos poderão ter o direito de receber gratuitamente a vacina contra o papilomavírus humano (HPV) pelo Sistema Único de Saúde (SUS). É o que prevê projeto aprovado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), nesta quinta-feira (30). A ideia é oferecer para a população nessa faixa etária um aliado no combate ao HPV, vírus transmitido por contato sexual que vem sendo considerado a principal causa do câncer do colo de útero.

O projeto, de iniciativa da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), foi a exame com voto favorável da relatora, a senadora Ângela Portela (PT-RR). A matéria seguirá agora para exame na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde receberá decisão terminativa . Portanto, se aprovado, poderá passar diretamente a exame na Câmara dos Deputados.

Vanessa Grazziotin observa no projeto que o câncer de colo uterino é o segundo tumor maligno de maior incidência na população feminina no país, só perdendo para o câncer de mama. Citando dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), afirma que são estimados 18.430 novos casos da doença e 4.800 mortes por ano. Além disso, observa que a maior incidência ocorre entre mulheres de baixa renda e menor escolaridade nas regiões Norte e Nordeste.

Apesar dos altos custos associados a um programa abrangente de vacinação contra o HPV, a relatora, Ângela Portela, afirma que os avanços sociais e sanitários vão superar os gastos com ampla vantagem. Atualmente, a vacina é oferecida apenas em clínicas privadas, por preços nunca inferiores a R$ 600,00 pelas três doses necessárias e que podem chegar perto de R$ 1.500,00 em alguns estabelecimentos.

No debate, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) observou que pode ser difícil assegurar a vacina a toda a população feminina, de forma imediata, em país tão grande. Porém, salientou que nada impede que a vacina comece a ser aplicada, especialmente nas regiões onde se registra a maior incidência de infecção pelo HPV.

 

 

Com informações do Uol Ciência e Saúde

As jovens de 15 a 24 anos de idade, com baixa escolaridade e renda, são o principal alvo da campanha publicitária de prevenção à Aids no carnaval deste ano. O Ministério da Saúde lançará a campanha na próxima sexta-feira (25).

De acordo com o Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais (DST/Aids), a campanha terá duas fases. Antes do carnaval, o apelo é para o uso do preservativo nas relações sexuais. Depois do período da festa, a ideia é estimular a fazer o teste HIV para quem teve relação sexual desprotegida com parceiro casual ou fixo.

Desde 2008, as mulheres têm sido objetivo das campanhas nacionais de prevenção à Aids no Carnaval, porque levantamentos constatam aumento de casos da doença entre elas. Apesar de o número de homens com aids ser maior que o de mulheres no Brasil, a diferença entre os sexos vem diminuindo nos últimos anos. Em 1989, para cada seis homens infectados existia uma mulher. Em 2009, a proporção é de 1,6 caso em homens para uma mulher.

De 1980 a junho de 2010, 65,1% das infecções foram no sexo masculino (385.815) ante 34,9% do sexo feminino, o equivalente a 207.080 casos.

Entre os infectados, o grau de escolaridade das mulheres é mais baixo em comparação ao dos homens. A média delas é de quatro a sete de anos de escolaridade e, entre os homens, de oito a 11, conforme dados divulgados pelo departamento no dia 1º de dezembro do ano passado – Dia Mundial de Luta Contra a Aids.

Ig
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