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Cynthiane Maria Santos com primeira-dama do Distrito Federal, Ilza Queiroz (Foto: Brito / Agência Brasília) (Foto: Brito / Agência Brasília)

Cynthiane Maria Santos com primeira-dama do Distrito Federal, Ilza Queiroz (Foto: Brito / Agência Brasília) (Foto: Brito / Agência Brasília)

Cynthiane Maria é primeira mulher a assumir uma tropa de choque no país.

Ela está na PM há 21 anos e trabalhou na segurança do ex-presidente Lula.

Tomou posse nesta sexta-feira (19) a nova comandante do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do Patrulhamento Tático Móvel (Patamo).

A tenente-coronel Cynthiane Maria Santos é a primeira mulher no Brasil a assumir um batalhão de choque das polícias militares. Ela assume o cargo no lugar do coronel Gilson Oliveira Leal.

Cynthiane tem 40 anos de idade e entrou na corporação há 21 anos. Em 1999, ela fez especialização no Bope. Entre 2007 e 2010, trabalhou na coordenação da segurança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além disso, a policial foi a primeira oficial feminina da PMDF a viajar para o Timor Leste em uma Missão de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU).

 Do Mididacon

 

Nesta segunda parte da entrevista a Secretária Regina Miki afirma que a PEC 300 não é uma pauta institucional e defende uma lei geral para as polícias civis, além de fundo de pensão e plano de carreira para nossas forças de segurança.

Para conferir a primeira parte da entrevista, clique aqui.

Regina Miki é a primeira mulher a assumir a Secretaria Nacional de Segurança Pública, órgão responsável pela gestão da política de segurança do País.

Advogada, ela foi nomeada Secretária de Defesa Social de Diadema (SP) pelo então prfeito José de Filippi (PT), hoje deputado federal. “Eu tomei um susto. Ele disse que me escolheu porque queria alguém com NSS. Eu não entendi e ele traduziu: neurônio, saliva e sapato”, conta Regina.

Sua competente atuação em Diadema fez cair em 80% a criminalidade na cidade. A convite do ministro José Eduardo Cardozo, Regina assumiu a Secretaria. Sua história é um case de sucesso, exemplo de determinação, disciplina e muita coragem.

 Confira a primeira parte da entrevista.

 

Com informações do Blog Mulher 7 por 7
Por Isabel Clemente
Mailine Alvarenga

A nomeação de uma mulher para chefiar a Polícia Civil do Rio rapidamente percorreu todo o país. Não só pelo ineditismo de uma mulher estar no comando da Polícia carioca, mas também pela crise que colocou Martha Rocha no posto (leia entrevista dela ao Mulher 7×7). Martha Rocha não está só. Ela é a terceira mulher a assumir uma polícia civil, este ano, no país. A primeira chama-se Mailine Alvarenga.

Nascida em Belo Horizonte e criada em Brasília, a delegada Mailine chegou a uma das cadeiras mais disputadas pelos políticos locais sem ter ligação com nenhum deles. A convite do governador do Distrito Federal, o petista Agnello Queiroz, a delegada tem o “perfil técnico” que vem ganhando cada vez mais espaço no governo da presidenta Dilma Rousseff e aliados.

Mailine conhece bem a corporação que passou a administrar. Ela tem 49 anos de idade e quase metade deles (23) dedicados à polícia. As polícias de Brasília são as mais bem pagas do país. Na PM, cabo ganha no mínimo R$ 4 mil, e tenente, R$ 9 mil. Na Civil, o piso equivale ao da Polícia Federal: R$ 7 mil.

Na primeira vez em que recebeu o Mulher 7×7, na semana passada, Mailine enfrentava uma operação-padrão de sua polícia. Por 72 horas, os policiais restringiram o atendimento ao público aos delitos graves. A greve pretendia mobilizar o governo federal para a pauta de reivindicação da categoria: aumento de 28% e reestruturação da carreira.

“A gente não ganha tão bem como falam não. Policial se arrisca. Tem gente que ganha muito mais para ficar dentro de gabinete”, diz Mailine Alvarenga, hasteando a bandeira da corporação.

Com um salto seis nos pés, a delegada de 1,57m continua mignon. Maquiada de forma discreta, com as unhas vermelhas e dentro de um tailleur preto bem cortado, Mailine não hesita em se definir como vaidosa. “Não desço do salto”, diz, mostrando que, na bolsa, além da arma automática ponto 40, que pesa aproximadamente 2,5 kg, leva pente, maquiagem.. “Isso exige uma bolsa com alças bem fortes”, diz.

O salto já lhe rendeu contratempos, tipo atolar na lama numa operação de resgate de um corpo. E morre de rir. A risada, aliás, é uma marca. Por causa dessa gargalhada singular, certa vez, um detento a reconheceu pelo riso de dentro do xadrez, e gritou por ajuda, achando que estava falando com a jovem advogada Mailine, que àquela altura já era delegada.

“Doutora, me tira daqui!”

“Ah, meu filho, você vai ter que ficar aí mesmo ou arrumar outra advogada porque mudei de lado!”.

E ri da situação.

Leia o restante »

Com informações do CorreioWeb

Nova chefe promete rigor com os agentes e fortalecimento da corregedoria. Primeiro ato de Martha Rocha foi anunciar mudanças na equipe.

Martha Rocha
Martha Rocha

A primeira mulher a ocupar o cargo de chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Martha Rocha, foi o foco do debate relacionado à segurança pública, ao longo do dia de ontem. A delegada assumiu o posto e, de imediato, definiu estratégias prioritárias para o melhor funcionamento da polícia estadual: o cumprimento de metas e resultados, a garantia da lisura de policiais e o fortalecimento da corregedoria.

Martha foi nomeada oficialmente ontem, com a publicação de um decreto do governador Sérgio Cabral no Diário Oficial. A nomeação ocorreu paralelamente à exoneração do delegado Allan Turnowski, que deixou o cargo após desdobramentos da Operação Guilhotina — conduzida pela Polícia Federal, pela Secretaria de Segurança Pública do Rio e pelo Ministério Público Estadual — e de uma ação de investigação na Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) coordenada pelo próprio ex-chefe de polícia.

A delegada nomeada recebeu a primeira aprovação pública do governador do estado, que enfatizou benefícios de uma presença feminina no cargo: “A doutora Martha Rocha vai cumprir a missão dela com a doçura e a bravura de uma mulher, porque quando a mulher precisa é mais corajosa do que o homem”, disse, em compromisso oficial. Cabral frisou que a delegada tem credibilidade e reconhecimento dentro da Polícia Civil.

O secretário de segurança, José Mariano Beltrame, já havia anunciado a chegada de Martha com afagos: “A delegada tem uma história de 29 anos de polícia. Será muito difícil por estar substituindo um grande policial, um homem que deixou a sua marca. Mas ela é uma pessoa que está plenamente afinada com os propósitos e os horizontes que nós temos de segurança pública. Fiz várias consultas e pesquisas e o nome da senhora foi praticamente uma unanimidade”, disse, no anúncio de sua chegada.

Polícia Civil lança projeto para combater violência contra a mulher no DF

A Polícia Civil do DF, por meio da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), lançou, nesta quinta-feira (29), o “Projeto Brasília Mulher Segura”. A iniciativa consiste num conjunto de ações que vão aperfeiçoar o trabalho da polícia no combate à violência contra a mulher. Uma das principais inovações é a unidade móvel da delegacia, uma van equipada para o atendimento individualizado e registro de ocorrências.

Outra importante medida é o kit denominado “Bolsa de Crise”. Ele contém uma muda de roupa, toalha e itens de higiene para as mulheres vítimas de estupro ou outro tipo de violência. Para orientar e esclarecer a população, também foram confeccionadas cerca de 100 mil cartilhas sobre violência de gênero, além de 50 mil folhetos informativos sobre a prevenção nos casos de crime de estupro.

O projeto também prevê a capacitação dos policiais da Deam nas técnicas científicas de coleta de depoimento e a reforma e ampliação das instalações da delegacia (com destaque para a criação de espaços individualizados de atendimento às vítimas). Além da aquisição de mobiliário, viatura e material pedagógico para a Seção de Orientação Psicológica (SOP), a proposta prevê a criação da Seção de Sexologia Forense do IML, que vai oferecer atendimento especializado às vítimas de violência sexual e doméstica.

A proposta conta com a participação do Instituto de Medicina Legal e apoio do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça.

Fonte: Polícia Civil do DF

Ig
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