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A opositora ucraniana Yulia Timoshenko, que foi transferida de sua prisão para o hospital na semana passada, suspendeu seu tratamento para protestar contra a divulgação de informações sobre o seu tratamento, indicou nesta terça-feira o ministro adjunto da Saúde.
A opositora, que sofre de hérnia de disco e acaba de por fim a uma greve de fome de 20 dias, “recusou cuidados médicos”, indicou o ministro adjunto, Olexandre Tolstanov, durante uma entrevista coletiva à imprensa perto da clínica pública de Kharkiv (leste), onde está hospitalizada a ex-primeira-ministra.
Ela tomará uma decisão definitiva sobre seu tratamento depois de consultar sua filha e seu advogado, acrescentou.
Timoshenko se recusou a manter seu tratamento “em sinal de protesto” depois da divulgação na véspera sobre o seu tratamento no hospital por parte do serviço penitenciário de informações, principalmente sobre os horários de visita dos médicos, indicou a filha da opositora, Evguenia.
A decisão de suspender seu tratamento foi tomada enquanto seu médico alemão anunciava que deixará em breve a Ucrânia.
O neurologista Lutz Harms, da clínica berlinense Charité, responsável pelo tratamento da opositora na Ucrânia, disse que sua saída estava “prevista desde o início” e que será substituído por um colega alemão.
O médico denunciou nesta terça-feira “a vigilância permanente” da opositora, algo que faz com que o tratamento fique “problemático”.
Do Terra
A presidente Dilma Rousseff foi eleita pela revista norte-americana “Forbes” como a segunda mãe mais poderosa do mundo. Ao todo foram analisados 20 mulheres que atuam na política, negócios, entretenimento e filantropia em todo o mundo. A secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, ficou no topo da lista segundo a publicação.
Clinton, mãe de Chelsea, fruto do casamento com o ex-presidente americano Bill Clinton, conta à publicação que mesmo com um dos postos mais trabalhosos do mundo , fez todo o possível para ficar a par do casamento e apoiar a filha, quando ela pretendia subir ao altar.
Terceira no ranking, Indra Nooyi, presidente e chefe da PepsiCo e mãe de dois filhos, disse à revista que se seus filhos a chamam no meio de uma reunião ela atende a chamada sem pensar duas vezes.
Editora executiva do “The New York Times”, Jill Abramson, 10ª da lista, disse que, quando seus dois filhos eram pequenos, ela tentou acompanhar seus estudos.
“Eu não fui uma workaholic que não esteve presente em casa nos momentos mais importantes da vida familiar. Quando eu era a chefe do escritório de Washington, eu gostava de ler o que eles estavam lendo, para que eu pudesse falar com eles quando chegasse em casa”, disse
A lista traz ainda nomes como a presidente argentina, Cristina Kirchner, que teve dois filhos com Néstor Kirchner, a diretora-geral do FMI, Christine Lagarde, e Aung San Suu Kyi, ativista e recém-eleita deputada em Mianmar.
Do Uol
Em 50 anos, Sônia Regina Hess de Souza é a primeira mulher a receber o prêmio mais aguardado pelo mercado corporativo.
A empresária Sônia Regina Hess de Souza, eleita Personalidade de Vendas 2012, foi homenageada no último dia 07/05, pelo vice-presidente, Dino Arrigoni que representou José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil, em almoço oferecido no restaurante Massimo, localizado na capital paulista.
Sônia Hess, presidente do grupo DUDALINA é a primeira mulher a receber o título em 50 anos. Gandini conquistou por duas vezes a premiação. A homenagem teve apoio da Federação Nacional das Associações dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (FENADVB) e contou com a participação de empresários, autoridades e formadores de opinião.
O prêmio Personalidade de Vendas do Ano, concedido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB) é um dos mais aguardados e desejados pelo mercado corporativo. A cerimônia oficial para a entrega do prêmio acontece no mês de agosto, em São Paulo, com data a ser definida pelos organizadores.
A chanceler alemã, Angela Merkel, disse nesta segunda-feira (7/5) que a aplicação das reformas na Grécia é essencial após a derrota dos partidos favoráveis à austeridade nas eleições de domingo no país. Merkel, para quem a receita para sair da crise da dívida na qual a Europa está mergulhada é a disciplina fiscal, reconheceu que os resultados das eleições gregas não estão isentos de complicações. Ela pediu que seja dado um tempo a Atenas para analisar os resultados da eleição e determinar quais fórmulas são possíveis para um novo governo.
A chefe do governo alemão admitiu que os cortes impostos ao país endividado em troca de dois pacotes de ajuda são “difíceis”, mas, apesar disso, “devem prosseguir”. Os dois principais partidos gregos – o Pasok (socialista) e a Nova Democracia (direita) – obtiveram juntos 32,1% dos votos, em vez dos 77,4% das eleições de 2009, ficando com 149 dos 300 assentos do Parlamento. Isto torna mais complicada a formação do novo governo.
No entanto, os eleitores fartos de dois anos de cortes votaram nos partidos que se opõem às receitas estipuladas pela comunidade internacional para sair da crise, que ficaram com 151 cadeiras, com 99% dos votos apurados. O partido neonazista Amanhecer Dourado (Chryssi Avghi) faz uma entrada triunfal no Parlamento pela primeira vez desde o fim da ditadura militar de 1974, com 21 assentos.
Do Correio Braziliense
Opositora ficou presa durante maior parte dos últimos 20 anos. Junta militar que governo o país vem acenando com abertura.

A ativista Aung San Suu Kyi fala a jornalistas após sessão do Parlamento de Mianmar em Naypyitaw nesta quarta-feira (2) (Foto: AP)
A líder pró-democracia de Mianmar Aung San Suu Kyi assumiu como membro do Parlamento nesta quarta-feira (2), abrindo um novo capítulo na disputa de quase um quarto de século da detentora de um Nobel contra o regime autoritário.
Suu Kyi, de 66 anos, que foi à capital Naypyidaw para a cerimônia, leu o breve juramento em uníssono com os outros 33 membros de seu partido Liga Nacional pela Democracia, eleitos para a câmara baixa em abril, disse um jornalista da France Presse.
O juramento dá a Suu Kyi um cargo público pela primeira vez e marca uma transformação no destino da líder opositora, que foi mantida em prisão domiciliar na maior parte dos últimos 20 anos, mas que é agora uma figura central para a democratização do país.
Ela tinha inicialmente se recusado a prestar o juramento, rejeitando especificamente uma frase na qual se comprometia a “salvaguardar” a constituição criada pelo Exército.
Mas na segunda-feira voltou atrás, depois que o chefe do governo, o presidente Thein Sein, recusou-se a oferecer concessões, explicando que era a “vontade do povo” ver o seu partido em funções depois das eleições de 1 de abril.
Falando à imprensa após a cerimônia desta quarta-feira, a dissidente disse: “Acredito que posso servir aos interesses do povo mais do que antes”.
Depois, ela foi levada de carro ao aeroporto de Naypyidaw para voltar a Rangun.
A comunidade internacional saudou sua eleição como um passo em direção à democracia e convocou Suu Kyi, que atraiu multidões na campanha eleitoral, a assumir seu cargo em meio a temores de que sua recusa pudesse impedir a transição do regime militar.
A secretária americana de Estado, Hillary Clinton, em visita a Pequim nesta quarta-feira, elogiou o presidente de Mianmar por permitir as eleições, mas disse que os Estados Unidos também estão com os olhares voltados para as eleições programadas para 2015.
“Este é um momento importante para o futuro da Birmânia”, disse Hillary em um comunicado, utilizando o nome antigo do país.
“Uma transição genuína em direção à democracia multipartidária, levando às eleições gerais de 2015, vai ajudar a construir uma sociedade mais próspera”, afirmou.
A LND é a principal força de oposição, depois de garantir 43 dos 44 assentos que disputou nas eleições.
O partido, que boicotou a controversa eleição de 2010, concordou em se juntar à corrente política no ano passado após uma série de reformas por parte do governo.
Mas ainda é uma influência minoritária no parlamento, onde um quarto dos assentos em ambas as câmaras são reservados para oficiais militares não eleitos.
A mulher símbolo da democracia, libertada de sua prisão domiciliar em 2010, manifestou sua confiança no governo nas últimas semanas, pedindo a suspensão das sanções da União Europeia e planejando sua primeira viagem internacional em 24 anos.
Na semana passada, as nações da União Europeia suspenderam muitas das sanções impostas ao país por um ano para recompensar as reformas, que incluíram a libertação de alguns prisioneiros políticos.
Do G1

A ex-premiê ucraniana Yulia Tymoshenko mostra uma contusão que ela diz ter sofrido na prisão - Foto: AP
A saúde da ex-primeira-ministra ucraniana Yulia Tymoshenko piorou com a sua greve de fome e a família dela espera que o governo tome medidas para que ela interrompa o protesto, disse a sua filha nesta segunda-feira. Yevgenia Tymoshenko disse a jornalistas em Praga que a família agora acredita que Yulia, que cumpre uma pena de 7 anos de prisão por acusações de abuso de poder, precisa de tratamento para a coluna fora da Ucrânia.
A prisão de Tymoshenko tem abalado os laços da Ucrânia com a União Europeia e pode se tornar um constrangimento quando o país for coanfitrião do campeonato de futebol europeu em junho. Líderes europeus já ameaçaram boicotar o torneio e diversos deles cancelaram visitas ao país, agora governado pelo arquirrival de Tymoshenko, Viktor Yanukovich.
A UE criticou a condenação de Tymoshenko, considerada pelo bloco um exemplo de justiça seletiva, e advertiu a Ucrânia que seus membros não ratificarão acordos sobre associação política e de livre comércio enquanto ela permanecer na prisão. Tymoshenko está em greve de fome desde a semana passada, depois de dizer que foi espancada por guardas da prisão durante uma transferência forçada a um hospital para que fosse examinada por um antigo problema nas costas.
“Estamos correndo contra o tempo. Não sei quanto tempo minha mãe pode ficar em greve de fome, se podem ser cinco ou dez dias, não temos certeza”, disse Yevgenia Tymoshenko. Falando ao lado de seu pai, que vive na República Checa, Yevgenia disse ter visitado a mãe na cadeia há dois dias.
“Ela estava muito fraca e sua condição física está piorando. Quando eles a agrediram, causaram mais dor às suas costas”, afirmou. “Agora, ela está com muita dor, ela fica quase o tempo todo deitada. Ela não consegue se mexer muito, mas isso também é porque ela está fraca por causa da greve de fome. Nós esperamos muito que haja mudanças positivas fortes nas ações do regime com relação aos prisioneiros políticos para que ela possa parar a greve de fome o mais rápido possível.”
As autoridades prisionais negam as acusações de Tymoshenko de que tenha sido espancada, mas um funcionário da área de direitos humanos na Ucrânia afirmou que Tymoshenko foi de fato ferida. O presidente Yanukovich determinou a abertura de uma investigação sobre o suposto espancamento. O governo alemão ofereceu tratamento a Tymoshenko em um hospital alemão, uma medida que poderia retirá-la da Ucrânia durante o campeonato europeu de futebol, mas não está claro se o governo ucraniano ou se Tymoshenko concordarão com isso.
Yevgenia disse nesta segunda-feira que a família considera o tratamento no Exterior como a única possibilidade. “Depois de ela ter sido levada a força ao hospital, eu entendo que ela não pode confiar nas pessoas do hospital, porque não foi escolha dela”.
Ela disse que o torneio de futebol poderá ser uma chance para Yanukovich mudar de conduta. “A Euro 2012 é uma chance real para que Yanukovich e o governo dele comecem a se mover na direção de atender as demandas da assembleia parlamentar do conselho da Europa e de todo mundo democrático.”
Do Terra
A ex-primeira-ministra e atual opositora ucraniana Yulia Timoshenko iniciou uma greve de fome na prisão para denunciar, entre outras coisas, a repressão política no país.
“Ela começou a greve de fome na sexta-feira”, declarou por telefone à AFP o advogado de Timoshenko, Sergui Vlasenko, depois de visitar a cliente a na prisão de Járkiv, onde ela cumpre uma pena de sete anos de prisão por abuso de poder
“É uma greve de fome por tempo indefinido. Ela pede o fim da repressão política no país”, disse.
O advogado leu para a imprensa um comunicado da líder opositora, que afirma ter sido vítima de atos de violência cometidos por funcionários do sistema penitenciário quando estava hospitalizada na semana passada.
Timoshenko foi internada na sexta-feira à noite em uma clínica de Járvik por dores nas costas. No domingo, depois que a ex-premier se recusou a receber um tratamento no hospital, ela foi levada de volta para a prisão. As autoridades afirmaram que a líder opositora havia aceitado a transferência.
“Três homens fortes se aproximaram, colocaram um lençol sobre minha cabeça e começaram a me tirar da cama à força. Com dor e desespero, me defendia como podia e recebi um golpe forte no ventre”, afirma a nota de Timoshenko.
“Amarraram minhas mãos e pés e me levaram para fora no lençol”.
Um diretor adjunto da prisão negou qualquer ato de violência contra a ex-chefe de Governi e disse não saber se Timoshenko estava em greve de fome ou não.
Do Terra

Ilustração da presidente Dilma Rousseff para a lista das 100 pessoas mais influentes do mundo da Time Reprodução/Revista Time/Luke Wilson
A presidente Dilma Rousseff repetiu o feito de 2011 e aparece mais uma vez na lista anual das 100 pessoas mais influentes do mundo feita pela revista norte-americana Time.
Alguns nomes da lista já haviam sido revelados, mas a lista completa foi divulgada nesta quarta-feira pela Time.
A lista traz três brasileiros. Além da presidente Dilma, estão nela o empresário Eike Batista e Maria das Graças Silva Foster, atual presidente da Petrobrás.
Esse ano, quem assina o texto sobre a presidente brasileira é a também presidente Cristina Fernandez de Kirchner, da Argentina, que não figura na lista.
“Uma vez eu vi uma fotografia da presidente Dilma Rousseff com 22 anos de idade. Ela estava em um tribunal militar, em 1960, formado por juízes que escondiam seus rostos com as mãos. Os papeis pareciam estar invertidos: era Dilma quem estava acusando não só o sistema militar, mas os cúmplices na injustiça de excluir a maioria do poder durante as décadas em que os generais ficaram no poder”, escreve Cristina.
Em seguida, ela relembra seu primeiro encontro com Dilma, em 2003, quando ela era ministra da Casa Civil do governo do presidente Lula. “Ela tinha o mesmo compromisso que aquela garota na foto”, escreveu a argentina.
“Hoje, com a liderança de Dilma Rousseff, nós vemos o Brasil convicto de que seus interesses nacionais estão absolutamente ligados ao interesse de seus vizinhos”, finaliza Cristina.
A lista ainda traz nomes como o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama; Mitt Romney e Ron Paul, dois dos pré-candidatos do partido republicano às eleições americanas deste ano; a secretária de Estado americana Hillary Clinton, Christina Lagarde, diretora do FMI, e o premiê israelense Benjamin Netanyahu, entre outros.
Do Uol

O nível de gratificação das mulheres que mantinham apenas uma atividade era menor do que o das que acumulavam várias Foto: Shutter Stock/Terra
As mães de hoje, filhas de uma geração de mulheres que já assumiam postos no mercado de trabalho, lidam de forma diferente com o fato de a mulher ser chefe de família. Acumular funções de mãe, profissional e esposa não é novidade para elas, e traz, inclusive, satisfação para a maioria delas.
Uma pesquisa de 2012 da International Stress Management Association (Isma) do Brasil – entidade que pesquisa o stress – entrevistou 220 mulheres de 20 a 60 anos, e concluiu que o nível de gratificação das mulheres que mantinham apenas uma atividade era menor do que o das que acumulavam várias.
“Hoje, o ideal de ser esposa e mãe exclusivamente não existe para a maior parte das mulheres, que quer mesmo é ser mãe, esposa e ter liberdade econômica”, afirma a antropóloga e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mirian Goldenberg.
Valor de comandar a própria vida
Essa clareza do valor de ser chefe de família também é percebida pelos filhos que veem a mãe como a pessoa que lutou para criá-los. “Nas entrevistas com jovens, não vejo ressentimento por a mãe sair de casa para trabalhar. Vejo respeito, admiração e valorização pela figura da mulher que tem força. Reconhecem que é a mãe que sustenta e que também cuida, dá carinho, atenção”, diz Mirian.
Para se adaptarem a esse modelo familiar, o relacionamento entre mãe e filho mudou. Os diálogos de família, por exemplo, passaram da mesa de refeições para a carona até a escola, uma ida ao cinema ou durante um lanche na frente da TV. Mesmo que fique a impressão de que o formato não é o mais adequado, a antropóloga acredita que os pais querem e valorizam os momentos de conversa sejam eles quais forem. “A dedicação dos pais com os filhos nunca foi tão grande. A qualidade e quantidade de conversa aumentaram muito com pais mais focados nas crianças”.
Mirian acredita que as mães chefes de família se relacionam com seus filhos com mais lucidez, pois sabem o que é realmente importante, sabem avaliar melhor o que é prioritário para a criança e para ela e aprendem permanentemente a negociar interesses e vontades. “Com uma visão mais ampla do mundo, elas enxergam que errar faz parte da maternidade”, finaliza Mirian.
Do Terra
Quatro empresárias contam sobre suas experiências como franqueadas e franqueadora em entrevista à Lênia Luz Nogueira.
Empresárias comandam equipes, tomam decisões e arriscam calculadamente. São investidoras, empresárias, franqueadas e franqueadoras.
A empresária, Fernanda Rachas, 36 anos, sócia proprietária de uma empresa no setor industrial que faz tratamento de superfícies há 15 anos. Entrou no MUNDO DAS FRANQUIAS há 5 meses, como franqueada e sócia de seu marido, em 2 lojas do São Paulo Mania. Ela nos conta que no início de 2011, resolveram iniciar um novo negócio e como já estavam no setor da indústria e da construção, pensaram em algum negócio que já tivesse um formato “semi-pronto”, para não iniciarem do ZERO, optarão então por comprar uma franquia. Após pesquisar alguns tipos de franquias em feiras, guias, revistas e associações da classe, o crescimento do setor esportivo, a inovação do negócio na especialização em um time e a “paixão” pelo SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE, os levou a optarem por esta franquia.
No sul do país encontramos a empresária Elaine Cristina Schopping Imbiriba, 36 anos, proprietária da Rede de Franquias Vida Leve , empresa com 7 anos no mercado que comercializa comidas e dietas congeladas . Elaine nos conta que resolveu franquear a sua empresa por conta de uma amiga da família querer muito ter uma loja em outra cidade e também por ocorrerem inúmeras pessoas interessadas no modelo de negócio que ela oferecia ao mercado. Para que este projeto se concretizasse ela procurou uma consultoria especializada, no caso a Aurelio Luz& Associados, para que preparasse todo o projeto de formatação. Elaine viu como vantagem de franquear a possibilidade de estar em diversos locais (cidades) oferecendo um serviço diferenciado em reeducação alimentar aliada a tendência humana que vem buscando melhorar sua qualidade de vida através da alimentação. Hoje ela possui 2 lojas própria na cidade de Curitiba , onde também funciona sua unidade fabril e 2 franquias vendidas, uma na cidade de Maringá e outra na cidade de Londrina.
Mathilde Natália Corte Cremonini, 38 anos, psicóloga , há 4 anos é franqueada da Rede de Microfranquias Tutores Reforço Escolar . Um dos motivos que a levou a buscar uma franquia foi o desejo de não querer mais ser funcionária. A partir daí buscou conhecimento sobre o segmento e em uma feira conheceu a franqueadora. Depois de uma profunda análise se viu segura para a primeira franquia. Com a melhora no desenvolvimento da gestão do negócio ela adquiriu mais 3 franquias . Natalia afirma que para que o negócio dê certo se faz necessário doar-se de corpo e alma e buscar aprimorar-se no que você não tem habilidade dentro do processo de gestão.
Na cidade de Varginha, encontramos a franqueada da Cabine Divertida, Rachel Abreu Ribeiro, 27 anos e há 4 meses atuando no Mundo das Franquias. Como fator decisivo para a compra da franquia foram os quesitos novidade e exclusividade na região do Sul de Minas. Hoje dentre as vantagens que ela vê neste modelo de negócio é o suporte que ela recebe da franqueadora, toda a assistência técnica, treinamento e suporte durante os eventos. Além disso, uma marca conhecida e de fácil divulgação favorecem a ampliação do seu empreendimento.
Empreendedoras e portanto mulheres de negócios, mais sensíveis, com comunicação mais clara e objetiva e com uma capacidade de realizar multitarefas.
Ao optarem pelo setor de franquias, buscam identificar-se com o empreendimento. Pesquisam, planejam e finalmente decidem. E assim obtêm resultados positivos.
A história de cada mulher presente neste post fala de perseverança, empreendedorismo e identificação com seu negócio.
Com elas fica a palavra de incentivo a você que nos lê e a quem desejamos Sucesso em tudo o que fizer.

Lênia Luz Nogueira - Sócia Diretora da Aurelio Luz & Associados Consultora em Franquias e Comunicação
” Atuar diretamente com mulheres que buscam crescer e solidificar os seu empreeendimentos através do modelo de franquias, tem sido um grande aprendizado e também um grande privilégio.
Com a formatação de uma rede ou a comercializaçao de uma franquia auxilio na construção de sonhos e vejo eles se concretizarem.
Meu desafio como Mulher e Empresária é Pensar Grande e Agir Grande”








