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A presidente do Brasil está atrás apenas da chanceler alemã Angela Merkel. A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, está no 18º lugar do ranking

Dilma, que ficou na terceira posição por dois anos consecutivos, alcançou o segundo lugar após a saída de Hillary Clinton do posto de secretária de Estado americano – Foto Correio Braziliense
A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, é a segunda mulher mais poderosa do mundo, atrás apenas da chanceler alemã Angela Merkel, segundo o ranking anual da revista Forbes. Dilma, que ficou na terceira posição por dois anos consecutivos, alcançou o segundo lugar após a saída de Hillary Clinton do posto de secretária de Estado americano, o que fez a ex-primeira dama dos Estados Unidos cair para o quinto lugar.
Outra brasileira aparece entre as 20 primeiras da lista da revista americana: a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, no 18º lugar. A chanceler alemã Angela Merkel lidera a lista da revista pelo terceiro ano consecutivo. Depois da presidente brasileira aparecem Melinda Gates – que preside ao lado do marido a Bill and Melinda Gates Foundation -, e a primeira-dama dos Estados Unidos Michelle Obama.
A presidente argentina Cristina Kirchner caiu 10 posições na lista e aparece na 26ª posição. A lista anual inclui mulheres influentes na política, negócios, imprensa, entretenimento, tecnologia e organizações sem fins lucrativos, classificadas por “fortuna, presença na mídia e impacto”, segundo a revista.
“A ascensão de marcas pessoais e o esforço de empreendedorismo na lista deste ano de mulheres poderosas são tendências excitantes quando celebramos o 10º ano de publicação da lista”, disse Moira Forbes, presidente e editora da ForbesWoman. “De Cingapura a Arábia Saudita, do Reino Unido aos Estado Unidos – e além -, as 100 mulheres mais influentes em nossa lista têm um impacto indelével e duradouro no mundo em que vivemos”, completou.
Merkel foi considerada a mulher mais poderosa em oito dos 10 anos da lista. Entre as empresárias da lista estão a CEO da Hewlett-Packard Meg Whitman (No. 15) – que está na capa da revista -, assim como uma das principais diretoras do Facebook, Sheryl Sandberg (No. 6), e a CEO do Yahoo! Marissa Mayer (No. 32). A lista da Forbes conta com representantes de 26 nacionalidades, mas com um claro domínio americano.
Do Correio Braziliense
A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (20) que a criação de 4,139 milhões de empregos formais no país, desde janeiro de 2011, tem importância ainda maior quando considerada a situação de países desenvolvidos, sobretudo europeus, que sofrem com o desemprego. “Mais emprego e salário em expansão são fatores essenciais para a diminuição da desigualdade no país”, observou.
No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma destacou que o setor de serviços foi responsável pela geração de quase metade das vagas geradas no período. O resultado, de acordo com a presidenta, se deve à elevação do nível de vida dos brasileiros. “A população modifica o seu padrão de consumo, demanda mais serviços e de forma mais diversificada”, explicou.
Ela lembrou que as áreas de saúde e educação foram responsáveis por 437 mil novas vagas, enquanto a indústria respondeu por 470 mil postos de trabalho e a construção civil, por mais de 500 mil empregos.
“A crescente formalização do trabalho no Brasil, a valorização do salário mínimo, cujo poder de compra cresceu mais de 70% nos últimos dez anos, os 19,5 milhões de empregos gerados nesses dez anos mais a cobertura de políticas sociais de combate à pobreza, como o Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, Luz para Todos e tantas outras são os grandes responsáveis pela redução da desigualdade no Brasil”, acrescentou.
Da Agência Brasil
Eu gostei mais de você quando você se foi. Achei coisa digna, a sua partida. Corajosa. A desistência, li por aí, é um ato de bravura.

Platão
A partida é bela. Pra mim, eu penso. Sempre bela. Talvez por ser triste. A tristeza me encanta. Você saiu, partiu, sumiu. Fiquei, então, encantada com isso.
O encantamento alastrou-se, incluiu você e virou amor. Ouvi, um dia, que toda forma de amor vale a pena. Escolhi Platão.
Amor fundamentado no seu ato virtuoso de ir embora com graça. Mas sem gracejos.
Carolina Vianna é fotografa, poderosa e escreve para o Mulheres no Poder

Governo comemora a aprovação
Depois da longa votação no Congresso até a aprovação do projeto de lei de conversão (PLV) originado na Medida Provisória (MP) 595, conhecida como MP dos Portos, a presidenta Dilma Rousseff acionou nesta quinta-feira (16) três ministros para agradecer publicamente o empenho da base aliada.
Em entrevista no Palácio do Planalto, minutos após o encerramento da votação no Senado, as ministras da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, e o ministro da Secretaria Especial de Portos, Leônidas Cristino, comemoraram a aprovação do texto e disseram que os acordos feitos durante a tramitação serão mantidos e que as possibilidades de vetos ainda serão analisadas.
“Queremos agradecer ao Congresso pela votação célere, porém responsável . Esta é uma vitória do Brasil, da competitividade do sistema produtivo, é uma medida que fizemos pensando no desenvolvimento da agricultura, da nossa produção industrial, da nossa produção mineral. Tenho certeza que vai reverter em um sistema portuário moderno, que dará emprego e que fará com que o desenvolvimento do país seja cada vez maior e mais célere”, declarou Gleisi Hoffmann.
Logo após o fim da votação no Senado, a presidenta Dilma telefonou para os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) para agradecer o apoio das duas casas para a aprovação da medida. “A presidenta ficou muito feliz, agradeceu o empenho do congresso. Os poderes Executivo e Legislativo entregaram ao país uma medida para dar competitividade à economia e à modernização do sistema portuário”, acrescentou a chefe da Casa Civil.
Segundo Gleisi, “ainda é prematuro” falar em vetos ao texto – a proposta sofreu alterações em relação à original enviada pelo governo –, mas garantiu que os pontos incluídos por meio de acordo com os parlamentares serão mantidos. “Sobre o que foi incluído sem acordo temos que avaliar a importância disso, se melhora as condições de competitividade, se melhorou a MP, mas temos tempo ainda para fazer essa análise”, disse. O texto aprovado pelo Congresso terá ainda que ser enviado ao Palácio do Planalto e, após o recebimento, a presidenta terá 15 dias úteis para sancionar ou vetar.
Na avaliação da ministra Ideli Salvatti, responsável pela articulação política entre o Executivo e o Congresso, o “longo processo” entre a apresentação da medida provisória, em dezembro de 2012, e a tensão nas últimas horas até a aprovação da MP, incluiu “muitos avanços” ao texto. A ministra admitiu que a base aliada lançou mão de manobras regimentais para apressar a votação antes que a MP perdesse a validade.
Segundo o ministro Leônidas Cristino, o governo começará a trabalhar amanhã (17) na elaboração do decreto que vai regulamentar a nova lei que rege a administração portuária no país. Além do decreto presidencial, serão necessárias portarias da Secretaria Especial de Portos e resoluções da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). “Tem muita coisa que tem que ser regulamentada por meio de decreto, mas temos primeiro que receber a lei. A gente vai analisar item por item e saber que tipo de regulamentação será necessária”, explicou.
Da Agência Brasil
A ministra-chefe da Casa Civil, Gleise Hoffmann, deverá comparecer hoje (8) à Comissão de agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados para prestar esclarecimentos sobre os processos de demarcação de terras indígenas. A audiência pública está marcada para as 10h. A convocação para o comparecimento da ministra foi aprovada no dia 10 de abril.
De acordo com o deputado Luiz Carlos Heinze (PP-RS), um dos autores do requerimento de convocação, a expectativa é que ela preste os esclarecimentos necessários sobre a questão da demarcação das terras. Segundo ele, que é vice-presidente da Frente Parlamentar da Agricultura, os conflitos entre indígenas e produtores rurais têm aumentado muito no Brasil nos últimos anos.
Para ele, a demanda comum do setor rural brasileiro é a necessidade de mais transparência nos processos de demarcação de terras indígenas feitas pela Fundação Nacional do Índio (Funai). “A entidade tem atualmente elaborado processos aos quais os produtores rurais e os municípios não têm acesso. Os estudos correm à revelia e o direito de defesa é mínimo”, ressaltou.
Da Agência Brasil
Segundo dados de FEV/12 da “Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor da Confederação Nacional do Comércio”, 71,9% dos endividados têm débitos no cartão de crédito.
No Brasil, os juros de cartão de crédito são os mais altos do mercado, chegando a até 12% a.m., mais taxas. Portanto, a melhor atitude é fugir deles !
Usar o limite do cartão é fazer dívida da dívida, e aí é só o começo de um novelo emaranhado…
Quando você paga somente o valor ‘mínimo’ da fatura, corre o risco ‘máximo’: o caminho mais curto para a inadimplência rápida.
E como resolver as dívidas no cartão de crédito ?
A solução mais viável é negociar e quitar a pendência. Se não houver nenhuma reserva de dinheiro para isso, um empréstimo pessoal é a melhor saída, pois os juros são muito menores que os do cartão. Descarte a hipótese de ‘rolar’ dívida de um cartão para outro.
Dívida quitada, inicie imediatamente um controle severo dos gastos e uma atitude sensata para isso, porém funcional, é cancelar o cartão até conseguir reverter totalmente qualquer resquício de inadimplência. Não se preocupe, é uma fase necessária para que, aos poucos, você retome o fôlego e as finanças se normalizem.
Neste período você não cairá nas armadilhas de consumo desenfreado, o que emocionalmente é bastante positivo, pois conterá as compulsões por compras enquanto você vê a vida financeira se estabilizar.
Você reavaliará seus hábitos e aprenderá a real necessidade ou interesse de seu consumo e se defenderá do erro de comprar supérfluos simplesmente pela facilidade de pagar parcelado no cartão. É aí que o seu dinheiro some, lembre-se disso.
O cartão deve ser visto com a única função de facilitar pagamentos e nunca como uma fonte de crédito. Pagar juros de cartão é um ato declaradamente inimigo dos conceitos de ‘inteligência financeira’.
Independente de já ter tido ou não esse tipo de dívida, fica a dica para todos: estabelecer metas em sua vida financeira, considerando potencial de pagamento, nível de consumo, prazos e sobras. Aí sim você não sofrerá mais sustos.
Por Elaine Mello, da PYXIS_Academia de Investimentos
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Ansiedade é um caso sério e atrapalha a vida de qualquer mortal. Mas, passa a ser problema de todos quando aflige a quem tem poder público decisório.
Com o aumento dos casos de violência praticados por menores infratores, agravados pelo proporcional aumento da crueldade e frieza de suas ações, o clamor público alteou ainda mais a voz e o Congresso, de repente, resolveu acelerar a sua resposta à sociedade.
Há mais de 20 anos tramitam no Congresso Nacional – sem praticamente sair do lugar – proposições de emendas para alterar o artigo 228 da Constituição Federal, reduzindo a maioridade penal de 18 para 16 anos.
Não sei se são ansiosos ou se estão ansiosos, como os que leem livros de traz para frente, nem começada a história, já querendo saber o final. A ansiedade que embota a construção “pari passu” do pensamento lógico, dos discursos e, por fim, das ações. Assim, estão invertendo o olhar, despercebidos da inocuidade da medida que estão prestes a aprovar.
Não será com algumas canetadas apressadas, aplausos após votação às altas horas da noite e manchetes na primeira página dos jornais na manhã seguinte que se responderá à sociedade. Não é uma boa conclusão de que começar pelo final resolve o problema. Está apenas trazendo uma falsa sensação de completude.
Precisam se dar conta que é a existência da violência em si, do jeito rotineiro e banalizado que nos assombra hoje, que não pode ficar sem resposta, seja a praticada por maiores ou por menores de idade.
No caso, se o Estatuto da Criança e do Adolescente, ECA, não o desmerecendo, prevê tão somente, a pena de internação nas unidades pertinentes de no máximo 3 anos para adolescentes infratores com idade entre 12 e 18 anos incompletos, não será apenas e tão somente, a redução absoluta da idade para considerá-lo maior que saneará a encrenca. Pode até apaziguar a sede de justiça das famílias enlutadas, muito compreensível, mas, efetivamente, só se tapará o sol com a peneira.
Menores internados, detidos, reclusos, ou qualquer que seja o nome que se queira dar à medida corretiva de cerceamento da liberdade, carecem de políticas públicas eficientes que lhes propiciem a real chance de recuperação. Do jeito que é, todos eles nos serão devolvidos ao convívio muito piores do que quando ingressaram na instituição “correcional”.
O lado obscuro da realidade é que para onde vão o ambiente é fértil para a explosão e aprimoramento dos maus instintos. Não existe esperança de resgatá-los.
Não podem esquecer, também, que como existem adultos presos que basicamente são pessoas de bem que por uma circunstância cometeram um desatino, deram um mau passo, há menores que são menores apenas pela idade, mas que são maiores na lucidez e entendimento da maldade que praticam, independentemente do turbilhão hormonal próprio da adolescência. Esses quase que certamente estarão fora de qualquer possibilidade de recuperação e certamente, não serão “estatutos” ou 3, 8 anos de medidas sócio-educativas que os colocarão no caminho do bem. Exigirão condutas rigorosamente diferenciadas.
Por isso, não adianta folhear a cartilha começando pela letra “z”. Perde-se o melhor : o sabor de fazer bem feito e a consolidação de um Estado eficiente.
Essa violência é apenas a ponta do “iceberg” cujo bloco de gelo abaixo da superfície, nesse caso, chama-se sério descaso com a educação. Pela educação se forma caráter, se alinha valores, se aprende o respeito pelas coisas e seres, se oferta dignidade… e, assim, os afastariam da face, não mais oculta, mas ostensiva, escandalosamente ostensiva, da criminalidade. Isso, se levada a sério.
Katia Dias Freitas é advogada em Brasília
Contato:katiafreitasadv@gmail. com

A presidente Dilma acena ao lado de Tarso Genro, Maria do Rosário e José Fortunati em Porto Alegre
Foto: Roberto Stuckert Filho / PR / Divulgação
A presidente da República, Dilma Rousseff, disse na manhã desta sexta-feira, em Porto Alegre, que a construção de metrô é a única forma racional de transporte coletivo de massa para o Brasil, crucial para promover a qualidade da vida urbana. “É a única forma racional que está à altura do nosso País, temos todas as condições para ter o metrô, por isso estamos dando condições para todas as prefeituras”, disse Dilma, citando não só Porto Alegre, como Curitiba, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo.
Dilma demonstrou interesse em investir na mobilidade urbana de Porto Alegre, cidade onde mora o neto dela, Gabriel, 2 anos. A capital gaúcha pretendia viabilizar o metrô até 2017, mas o início das obras está em aberto. Às vésperas da Copa do Mundo de 2014, a cidade realiza obras para a instalação de corredores rápidos de ônibus e recebe o Aeromóvel, veículo suspenso que ligará o aeroporto ao trem metropolitano, o Trensurb.
“Fico muito feliz quando se fala que estamos mudando as condições de mobilidade da cidade do meu neto. Vou ter que prestar contas não só para todos os brasileiros e brasileiras quanto para o menino pequeno”, afirmou. “Tenho muito interesse no metrô. Estamos participando não só com financiamento. (…) Na década de 80, tentaram fazer metrô no Brasil, mas sempre tem aquele pessoal que fala que não é adequado, que o Brasil é pobre, que é coisa de gente rica”, disse a presidente.
Dilma participou de uma cerimônia que anunciou o aumento do valor pago a famílias cadastradas em programas de bolsa-auxílio, em uma parceria do governo federal com o Estado do Rio Grande do Sul, e da formatura de mais de 2 mil alunos do Programa Nacional de Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).
O pacto firmado entre os Estados e governo federal fará com que a renda paga a famílias cadastradas no programa Brasil Carinhoso – que é de R$ 70 – tenha uma incremento, chegando a R$ 100, com ajuda do Programa Estadual de Erradicação da Pobreza Extrema – RS Mais Igual, que deve beneficiar mais de 200 mil pessoas, segundo o Executivo gaúcho. “O governo (do RS) complementa a renda do Brasil Carinhoso para R$ 100 com RS Mais Igual a partir de maio”, disse a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.
Os alunos que participaram da cerimônia de formatura são de sete cidades da região metropolitana de Porto Alegre e se formaram em cursos de auxiliar administrativo, montagem e manutenção de computadores, agentes de desenvolvimento social, desenhista mecânico, pintor de obras, modelista, eletricista industrial, entre outros. Foram entregues diplomas para alunos que concluíram os cursos, além da assinatura da carteira de trabalho.
Dilma afirmou que a “formação em curso técnico é algo que abre um caminho importante para vocês, principalmente neste caminho que o País está”. “O Brasil tem uma das menores taxas de desemprego do mundo. Muita gente diz que nós temos que reduzir emprego, que isso é perigoso, que tem que desempregar. Muita gente, não, é pouca gente, que faz barulho. Essas pessoas estão equivocadas”, disse a presidente.
Tereza Campello disse ainda que a cidade de Porto Alegre está em quinto lugar entre as cidades brasileiras com o maior número de alunos inscritos, sendo que o Estado do Rio Grande do Sul é o que mais tem estudantes inscritos. “Tenho certeza de que alcançaremos a meta de 60 mil matriculados no Rio Grande do Sul”, afirmou.
Dilma chegou a Porto Alegre no começo da noite de quinta-feira, onde teve agenda privada. Por volta das 10h, ela se deslocou de helicóptero, a partir da zona sul da cidade, onde fica sua residência, para o auditório Araújo Viana, onde foi realizada a cerimônia, que começou com 40 minutos de atraso.
Ainda hoje, Dilma entrega 120 máquinas agrícolas e 22 ônibus escolares a diversos municípios gaúchos, fruto de uma parceria entre os ministérios do Desenvolvimento Agrário, da Educação e da Secretaria Estadual da Educação do Rio Grande do Sul.
Do Terra
O governo de Dilma Rousseff teve a aprovação de 63% dos brasileiros, de acordo com a pesquisa da CNI (Confederação Nacional da Indústria) em parceria com o Ibope divulgada nesta terça-feira (19) em Brasília.
Já a aprovação pessoal da presidente também variou dentro da margem de erro e chegou a 79% — estava em 78% na última pesquisa. O dado é superior ao igual período de Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso. Lula era aprovado por 58% e FHC por 70%. Apenas 17%, segundo a pesquisa divulgada hoje, desaprovam o jeito da presidente de governar.
Esta é a primeira pesquisa deste ano e também a primeira após a divulgação do crescimento de 0,9% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2012, pior resultado desde 2009. O índice divulgado hoje é um ponto percentual maior que o registrado na última pesquisa, publicada em dezembro de 2012 e está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Para o gerente executivo de pesquisa da CNI, Renato Fonseca, os efeitos práticos dos índices negativos não chegaram à população, que levou em conta outras medidas econômicas como a baixo índice de desemprego (que chegou a 5,5% ao final de 2012) e a manutenção da política de valorização do salário mínimo (que desde 1º de janeiro de 2013 aumentou em 9%, passando de R$ 622 para R$ 678).
A aprovação do governo Dilma na primeira pesquisa do terceiro ano do primeiro mandato também supera as aprovações obtidas por Lula e Fernando Henrique em iguais períodos. Na época, o governo Lula obteve a aprovação de 39%; e FHC, de 56%.
De acordo com a pesquisa, 29% dos entrevistados consideraram o governo regular e 7% desaprovam o governo, avaliando como ruim e péssimo.
A pesquisa avalia trimestralmente a opinião pública com relação à administração federal. A CNI/Ibope entrevistou 2.002 pessoas em 143 municípios entre os dias 08 a 11 de março de 2013.
Confiança em Dilma
O índice de confiança na presidente também manteve a tendência de crescimento e subiu de 73% em dezembro de 2012 para 75% em março de 2013. Considerado o mesmo período, seu antecessores no Palácio do Planalto tiveram avaliações menores: Lula, 60% e FHC, 68%.
Outro destaque desta edição da pesquisa foi o fato de que esta é a primeira vez que Dilma ultrapassou Lula em relação à avaliação positiva. O número de entrevistados que acreditam que o governo Dilma é melhor que de seu antecessor cresceu de 19% para 20%. No entanto, a maioria (61%) continua a avaliar como “iguais” os dois governos petistas. Os demais 18% consideram o governo de Dilma pior que o de Lula e 2% não sabem ou não responderam.
No Nordeste, a avaliação da presidente é superior à obtida em outras regiões – o índice de nordestinos que consideram “ótimo” ou “bom” o governo foi a 72% frente os 68% da avaliação de dezembro, enquanto as outras regiões registraram 60% de avaliação positiva.
A expectativa em relação ao restante do governo Dilma aumentou de 62% para 65% entre aqueles que avaliam como boa ou ótima. Dos demais entrevistados, 24% avaliam que será regular, 8% acham que será ruim ou péssimo e 3%não sabem ou não responderam.
Melhores e piores áreas
Os entrevistados foram questionados sobre a atuação do governo federal em nove áreas. As ações de combate à fome e à pobreza, meio ambiente, combate ao desemprego e combate à inflação foram aprovadas respectivamente por 64%, 57%, 57% e 48% dos entrevistados.
Já os setores de ações governamentais nos setores de educação, taxa de juros, impostos segurança pública e saúde foram desaprovadas respectivamente por 50%, 50%, 60% 66% e 67% dos entrevistados.
Apesar de reprovadas entre os entrevistados, houve um aumento na satisfação com as ações governamentais em relação à última pesquisa de dezembro de 2012.
A percepção dos entrevistados sobre o noticiário a respeito das ações do governo foi positiva. Os assuntos mais lembrados entre os entrevistados foram a presença da presidente na tragédia em Santa Maria (RS), com 12%; o governo descartar a possibilidade de apagão (10%); a redução dos impostos da cesta básica (7%); a votação da lei de distribuição dos royalties do petróleo (7%) e o aumento do salário mínimo para R$ 678 (6%).
Notícias sobre corrupção ligadas direta ou indiretamente ao governo federal não foram lembradas nesta edição pelos entrevistados. O tema foi lembrado por 30% dos entrevistados em dezembro de 2012, como resultados das informações divulgadas do julgamento do caso do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal).
Fonseca destaca que, apesar da manutenção dos índices na margem de erro de dois pontos percentuais, há uma tendência de crescimento em todos os índices favoráveis à presidente. Segundo ele, a pesquisa demonstrou que os brasileiros avaliaram que o governo conseguiu passar pela crise econômica internacional sem que a população fosse atingida de maneira significativa.
O gerente executivo da CNI ressalta ainda que três principais pontos que motivaram os resultados positivos: a satisfação da população com as baixas taxas de desemprego e queda de inflação; a satisfação com as ações sociais como os programas Minha Casa, Minha Vida e o Bolsa Família – que “o governo está sabendo capitanear em seu favor” e a confiança na personalidade da presidente – “firme, segura e boa administradora”.
“Há uma avaliação positiva no julgamento pessoal da presidente. Ela vem conseguindo construir essa figura de competência, de segurança nas decisões e de ser boa administradora. É a percepção que a gente chegou a captar”, afirmou o gerente executivo de pesquisa da CNI, Renato da Fonseca.
A presidente está em viagem oficial ao Vaticano, onde se encontrou com o papa Francisco nesta terça-feira.
Do Uol

Dilma e Temer na cerimônia de lançamento do programa Mulher: Viver Sem Violência Roberto Stuckert Filho / Presidência da República
A presidente Dilma Rousseff fechou em reunião com o vice-presidente, Michel Temer (PMDB-SP), a reforma ministerial para recompor o palanque da eleição de 2014. O anúncio oficial deve ser feito ainda nesta semana. Dilma teve um longo encontro com Temer na noite de terça-feira.
O deputado Antônio Andrade, presidente do PMDB de Minas Gerais, vai assumir a Pasta de Mendes Ribeiro (PMDB-RS) no Ministério da Agricultura. O atual ministro decidirá ainda se volta para Câmara ou se assume a Secretaria de Assuntos Estratégicos, no lugar de Moreira Franco.
Moreira Franco (PMDB-RJ) foi cotado para o Ministério do Turismo, mas deve ir para outra Pasta ainda a ser definida. O comando do Turismo continua, por enquanto, com Gastão Vieira (PMDB-MA). Paulo Simão, do PSD de Gilberto Kassab, será o novo secretário de Aviação Civil.
O deputado Luciano Castro (RR), ex-líder do PR na Câmara, assumirá o Ministério dos Transportes. Com a mudança, o atual ministro Paulo Sérgio Passos vai comandar a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
O vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos (PSD), fica com a nova Secretaria de Micro e Pequenas Empresas, criada com status de ministério.
Dilma Rousseff evita falar sobre reforma ministerial
Após o lançamento do programa “Mulher: Viver Sem Violência”, na manhã desta quarta-feira, Dilma não confirmou que vai anunciar a reforma ministerial esta semana. A presidente, que já vem negociando a reforma com os partidos aliados, disse que sua agenda até sexta-feira é outra e inclui ciência, tecnologia, inovação e defesa do consumidor.
- Olha, eu não vou falar sobre isso porque não é meu tema esta semana – afirmou Dilma, que ficou por meia hora tirando fotos com as mulheres que participaram do evento no Palácio do Planalto.
A presidente fez uma breve passagem pela sua agenda da semana.
- Semana que vem, eu tenho outro tema. Eu tenho, olha, esta semana, mulheres – vocês viram, nós lançamos a casa da mulher que eu acho um programa fantástico. Amanhã, nós temos ciência e tecnologia. Nós vamos fazer um programa focado na questão da ciência e tecnologia, nós vamos juntar tudo o que o governo faz. Na sexta feira, nós temos defesa do consumidor. Vejam vocês que meu tema essa semana é esse – afirmou.







