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Comentários ‘mulheres em postos de destaque’

Elas são maioria na graduação; eles comandam posições de destaque

A bióloga Flávia Alcântara Gomes: uma das 29 mulheres entre os 112 jovens cientistas da Academia Brasileira de Ciências Guito Moreto

A primeira mulher a integrar os quadros da Academia Brasileira de Ciências (ABC) foi ninguém menos que a polonesa naturalizada francesa Marie Curie – a primeira cientista da História a ganhar dois prêmios Nobel, de física e química. Isso foi em 1926, dez anos após fundada a instituição, numa homenagem à passagem de Curie pelo Brasil. Quase um século depois, o número de mulheres aumentou muito, lógico. Mas, apesar da estreia em grande estilo, ainda é bem inferior ao de homens, mesmo entre as novas gerações.

De acordo com levantamento feito pelo GLOBO, dos 112 jovens cientistas (até 42 anos) eleitos membros afiliados da Academia Brasileira de Ciências (ABC) apenas 29 são mulheres. O desequilíbrio nas posições de destaque na ciência reflete a situação geral do país: o número de mulheres já supera ligeiramente o de homens na graduação e na pós, mas os cargos mais elevados permanecem nas mãos deles.

- A novidade é que há mulheres na ciência; então temos que saudar o fato de elas estarem aparecendo mais – afirma a economista Hildete Pereira de Melo, professora associada da Universidade Federal Fluminense (UFF), responsável por numerosos estudos sobre a participação feminina no mercado de trabalho em geral e na ciência em particular. – Sim, ainda há uma grande discrepância. As mudanças culturais são muito lentas mesmo, há ainda uma longa estrada na construção da igualdade, mas tudo indica que as próximas gerações terão uma participação cada vez maior.

Estudo feito pela economista com base em números do Censo de 2000 revela que, já naquele ano, as mulheres superavam os homens (56,5% a 43,5%) nos cursos de graduação. Na pós (mestrado e doutorado), a diferença era um pouco menor, mas se repetia: 52% a 48%. Mas a supremacia parece desaparecer quando se chega a posições de destaque e cargos mais elevados. Para onde foram todas essas mulheres?

Conciliar família e trabalho

Para Camila Indiani de Oliveira, de 38 anos, especialista em ciências biológicas da Fiocruz-BA e integrante da ABC, trata-se de uma preocupação global para quem faz ciência.

- Na graduação e na pós tem muita mulher mesmo. E mesmo entre os professores. Mas, depois, elas começam a sumir – afirma a bióloga. – Não acho que haja um preconceito direto, mas acho que há uma falta de tolerância com o fato de que, numa determinada fase da vida, quando tiver filhos, vai haver um período em que ela vai produzir menos, publicar menos, orientar menos.

Na análise de Camila, enquanto nos EUA há políticas afirmativas e ações que apoiam as mulheres, aqui o assunto nem é debatido.

- Falta o apoio formal das instituições, como creches, por exemplo – afirma. – Políticas afirmativas nas escolas, nas faculdades.

Também integrante da ABC, Flávia Carvalho Alcântara Gomes, de 42 anos, concorda com a colega. Chefe do Laboratório de Neurobiologia Celular do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, primeira professora titular da instituição e coordenadora da pós-graduação em ciências morfológicas, ela també, vê poucas mulheres em cargos de chefia. E também não acredita que o preconceito direto seja a explicação.

- Em geral, há mais mulheres do que homens na ciência hoje, mas, de fato, os quadros de liderança, de tomada de decisão, ainda são mais masculinos – afirma Flávia. – A ciência hoje é voltada para o mérito, mas tudo leva um tempo para ser incorporado, para refletir nos quadros mais altos.

Flávia destaca também a necessidade de maior apoio institucional, lembrando, por exemplo, que bolsistas da pós-graduação não têm direito à licença maternidade.

- Acho que a reversão desse quadro só vai acontecer quando houver uma forma melhor de conciliar família e trabalho – acredita Hildete. – Para muitas mulheres, em carreiras que exigem muita dedicação, fica difícil conciliar as duas coisas.

 Do OGlobo.Com

3° Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres

A secretária-geral adjunta da Organização das Nações Unidas (ONU) e diretora-executiva da ONU Mulheres, Michelle Bachelet, participa nesta quarta-feira, às 19h, da 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres. O encontro começou segunda-feira e vai até amanhã em Brasília. De manhã, das 8h30 às 10h20, o encontro inclui painel sobre o enfrentamento das desigualdades e a autonomia das mulheres. Das 11h às 13h, o debate será sobre as perspectivas e prioridades do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.

A partir das 13h, ocorrem quatro rodas de conversa – sobre um olhar internacional, mulheres jovens e idosas, relatos de experiências de gestão pública, formação de gestoras e agentes públicos. Das 14h30 às 18h30, ocorrem grupos de trabalho sobre autonomia cultural, pessoal, política, institucionalização, financiamento de políticas públicas para as mulheres e enfrentamento do racismo, sexismo e lesbofobia.

Michelle Bachelet terá ainda encontro com a bancada feminina no Congresso e líderes da sociedade civil, às 11h, na sede da ONU em Brasília. Depois, às 12h, ela será recebida pela ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.

Do Terra

Ministra Iriny Lopes

A ampliação do número de creches como a forma mais eficaz para garantir a entrada da mulher no mercado de trabalho, a desigualdade de renda entre os gêneros e a violência contra as mulher são alguns dos principais temas em debate na 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, que começou ontem (12), em Brasília. A conferência deve reunir cerca de 3 mil pessoas e a presença da presidenta Dilma Rousseff participará da cerimômia de abertura.

“A creche é o principal equipamento público para o atendimento adequado das necessidades da mulher para entrar no mundo do trabalho”, disse a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes. Uma das promessas da presidenta Dilma Rousseff é, justamente, construir 6 mil creches até 2014.

Com relação à diferença de salários, apesar do maior nível de escolaridade em relação aos homens, as mulheres ganham 30% menos e, quanto mais especializadas, mais distantes ficam do salário de um homem com as mesmas qualificações ou que ocupem as mesmas funções.

Sobre o combate à violência, a ministra disse que o encontro irá consolidar o Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, firmado há quatro anos. Iriny Lopes avalia que o andamento do plano foi “médio”. Ela atribuiu o fraco desempenho ao grande número de ações propostas sem uma lista de prioridades. “O plano é bom. Mas é [preciso] ter uma hierarquia e isso faz uma enorme diferença”, disse ela, lembrando que, na última conferência, foram aprovadas cerca de 400 propostas.

Em relação ao aborto, tema que também consta da pauta de debates e que sempre provoca polêmica, Iriny Lopes disse que essa é uam discussão permanente da sociedade. “Esse é um tema que perpassa a sociedade de maneira permanentemente, não trata somente da conferência. É um debate autônomo que está dentro da sociedade”.

Sobre a reforma ministerial prevista para janeiro, Iriny Lopes negou que Dilma Rousseff esteja pensando em fundir a pasta com a Secretaria de Direitos Humanos. “A presidenta Dilma já disse que não pretende retroceder nas conquistas do povo. Não há nenhuma discussão sobre isso dentro do governo”.

Da Agência Brasil

Michelle Bachelet - Foto: independenciasulamericana.com.br

A bancada feminina promove audiência pública na quinta-feira (15) sobre a participação das mulheres na política. As parlamentares ouvirão a diretora-executiva da ONU Mulheres, Michelle Bachelet. O debate está marcado para as 10 horas na sede Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) em Brasília.

Nova coordenadora

Nesta terça-feira (13), as integrantes da bancada iniciam a discussão para escolha da nova coordenadora da bancada. A atual é a deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP). As parlamentares também vão discutir as prioridades de ação para 2012. A reunião está marcada para as 18 horas no Plenário 3.

Nesta semana, as deputadas ainda participam da 3ª da Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, que ocorre em Brasília. O evento vai reunir 3 mil mulheres até quinta-feira (15) para discutir políticas públicas para o segmento. Ao final da conferência, a Secretaria de Políticas para as Mulheres espera avaliar e definir prioridades dentro do II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, elaborado em 2007.

Da Agência Câmara de Notícias

Franqueadas - Arte RatoFX

Um tema cada vez mais presente na pauta dos negócios: mulheres se destacando no mercado empreendedor. O segmento de franquias não ficaria fora, não é mesmo ?

É comprovado que franquias lideradas por mulheres faturam cerca de 35% a mais do que as unidades chefiadas pelos homens. Entre as principais explicações para o sucesso das franqueadas aparecem adequação ao perfil das franquias e organização.

Os fatores dedicação, liderança e organização feminina contam como condições primordiais para o alcance de melhor resultados nos faturamentos das franquias.

Apesar do crescimento da participação das mulheres nas franquias, elas ainda são pouco numerosas no total de gestores desses negócios no País. A pesquisa revela ainda que, hoje, no Brasil, há 61 mil mulheres à frente do próprio negócio em franquias, de um total de 160.272 franqueados no Brasil, e a maioria delas tem idade entre 36 e 45 anos.

Vale lembrar que não existe hoje no mercado uma franquia com perfil feminino em específico. Já que as mulheres hoje estão a frente de vários tipos de negócios

Uma pesquisa revela que entre as causas escolhidas para optar pela compra de uma Franquia estão 38% por conta da maior segurança e estabilidade para competir no mercado , e 27%  um trabalho onde ela possa estar mais próxima a família e 12% responderam que optaram por mais apoio na localização para instalar o negócio.

Não importa o tipo de negócio e nem a idade de quem o busca, o fato é que as Mulheres estão cada vez mais fazendo um belo “som “ no Mundo das Franquias.

Lênia Luz

Até o próximo mês.

Abraço empreendedor

Lênia Luz 


Associação Brasileira de Franquias -ABF estima que 35% das franquias são comandadas por mulheres

Arte RatoFX

No final do  mês de novembro vi uma chamada no Linkedin com um convite para colaborar com conteúdo para o Blog Mulheresnopoder. Convite este logo aceito e que me deixou muito feliz por poder conversar com você, mulher que circula por tantos papéis na sociedade:  mãe, esposa, executiva, empreendedora, funcionária, profissional liberal entre outros.

A partir de agora, temos um encontro marcado para interagirmos sobre assuntos que abordarão o tema: gestão voltado ao mundo das franquias e a comunicação dentro do ambiente de trabalho.

Dentro do segmento de franquias tenho encontrado cada vez mais mulheres franqueando seus negócios ou iniciando um empreendimento a partir da compra de uma franquia. A Associação Brasileira de Franchising (ABF) estima que 35% das franquias são comandadas por mulheres.

O fato de manter o equilíbrio entre a vida familiar e a profissional faz das mulheres excelentes organizadoras de equipes, demonstrando maior persistência na suas ações de trabalho, são mais detalhistas e valorizam a cooperação. A comunicação fácil, o exercício da empatia e a sociabilidade, fazem das mulheres potenciais franqueadas e franqueadoras de sucesso.

Entrar no mundo das franquias é sim, um verdadeiro mapa da mina, mas ele também envolve riscos e dedicação. Porém a vantagem da franquia é ter por trás uma marca conhecida e receber um pacote de experiências testadas e aprovadas pelo franqueador. Quer saber mais sobre este mundo?  Nos acompanhe por aqui!

Grande abraço!

Lênia Luz

Lênia Luz

 

www.aurelioluz.com.br

www.mundodasfranquias.com.br
www.mundodasmicrofranquias.com.br

Censo

Ao comentar os dados do Censo 2010, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) disse nesta quarta-feira (16) que a luta feminina por igualdade de direitos obteve avanços nas últimas décadas, mas ressaltou que a luta é “longa e complexa” e que os resultados muitas vezes “resistem em aparecer”.

A senadora disse que uma das revelações do censo é o fato de 39% dos lares serem providos unicamente por mulheres e 30% terem a mulher como co-provedora, demonstrando que em 69% das famílias a renda da mulher tem importante papel no orçamento doméstico.

- Isso mostra a complexidade de nossa luta. Ocorre que o avanço depende não só das mudanças legais e institucionais, mas também de transformações sociais e culturais. E hoje, devido ao grau de globalização que vivemos, essa transformação deve ocorrer na esfera mundial – afirmou.

Marta relatou sua participação em uma série de conferências na ONU, por ocasião da 66ª sessão de sua Assembleia Geral, especialmente as conferências da Comissão de Direitos Humanos sobre o fortalecimento do papel da mulher e sobre políticas contra violência e discriminação de gênero. Ela disse que, pelos relatos que ouviu, ocorreram avanços desde a última Conferência Mundial sobre a Mulher da ONU, em 1995, ainda que em ritmo aquém do desejado.

- Fiquei impressionada como algumas nações, inseridas em realidades culturais e históricas mais distintas, têm avançado nesse tema. Países inclusive que, até por questões religiosas, teriam resistência em conferir um status de igualdade às mulheres na sociedade. O Relatório da ONU de Progresso das Mulheres e o Relatório do Banco Mundial sobre Igualdade de Gêneros mostram que 139 nações têm leis que garantem a igualdade de gêneros, sendo 117 com leis específicas proibindo discriminação salarial – salientou.

A senadora ainda observou que um recente levantamento do Fórum Econômico Mundial mostrou que o Brasil piorou no ranking de desigualdade de sexos. Para Marta, isso aconteceu em grande parte devido a uma melhora de outros países, mas ela alertou para necessidade de intensificar esforços para “não ficarmos para trás”.

Do Agência Senado

Sebrae

Organização, visão detalhista, bom trato com pessoas. Algumas qualidades tidas como femininas têm feito com que redes de franquia busquem mais mulheres para gerenciar as unidades.

Para Jaqueline Garcia, coordenadora estadual do Projeto Franquias do Sebrae-RJ (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), a procura de mulheres por franquias é cada vez maior.

“A mulher sabe ser enérgica e ao mesmo tempo, compreensiva; sabe comandar sem abrir mão do carinho. Isso se traduz em bom gerenciamento e bons resultados.”

Muitas franquias já contam com mais mulheres do que homens à frente dos negócios. Na rede de cursos de inglês inFlux, por exemplo, elas representam 60% dos franqueados.

Uma delas é a paulista Simone Hayashi, 37, formada em engenharia. “Levei dois anos para ter retorno do que tinha investido. Já com mais experiência, quando abri a minha quinta escola, demorei só seis meses para ter esse retorno”, comemora.

A rede de cursos de informática ComputerToys conta com 90% de mulheres entre franqueados. A marca soma 25 unidades no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Brasília e no Rio Grande do Sul.

“Nossa expectativa é fechar 2011 com um crescimento na faixa de 20%, o que é muito bom e só prova que nós, mulheres, estamos no caminho certo”, afirma Flávia Dalalama, 39.

Dalalama, que é mãe de um menino de 8 anos, diz achar estimulante ser empresária. “Mesmo com tanto trabalho, sendo dona do próprio negócio, temos maior flexibilidade de horários e podemos dar conta melhor do papel de mãe e mulher, também.”

Segundo o consultor Marcos Rizzo, da Rizzo Franchise, “as mulheres se adaptam melhor aos padrões exigidos por cada uma das franquias, são mais organizadas e possuem maior estabilidade com a equipe de funcionários, gerando, assim, menor rotatividade de pessoal”.

Do Folha.Com
Empresárias e executivas de sucesso falaram ao mundo sobre vivências e perspectivas femininas nos aspectos social, econômico e político do Brasil

Dra. Janete Vaz na WTCA General Assembly

Que a voz feminina tem rompido fronteiras e conquistado cada vez mais espaço, ninguém duvida. A caracterização da mulher como sexo frágil perdeu força e, hoje, o que vemos são mulheres ocupando cargos antes dominados por homens e evoluindo, enquanto se desdobram nos papeis de mãe, esposa, dona de casa e mulher.

Reforçando esse time, a sócia-diretora do Laboratório Sabin, Janete Vaz, foi uma das representantes femininas no 42º WTCA General Assembly 2011, realizado no início deste mês em São Paulo. O evento possui importância mundial e reúne centenas de empresários de vários países para seminários e trocas de experiências comerciais.

A empresária dividiu a roda de debates do painel de abertura com representantes de organizações como Grupo Pão de Açúcar, Data Popular, Gradula Investimentos, UPS Brasil e Grupo TBA. “Tempo de Mulher: O novo papel da mulher no desenvolvimento social, econômico e político do país” foi o tema da discussão, que, por razões óbvias, teve a presença esmagadora delas.

A participação é sem dúvida uma conquista de Janete Vaz, que levou o nome de Brasília e do maior laboratório de análises clínicas do Centro-Oeste a um encontro de grande porte. Assim como ela, outras mulheres se destacaram na edição de 2011 do evento. Uma prova de que a intensidade da capacidade feminina é desconhecida até por quem a detém.

Secretaria de Políticas para as Mulheres

A 3ª Conferência Distrital de Políticas para as Mulheres do Distrito Federal acontece nos dias 21, 22 e 23 de outubro de 2011, no Museu da República Honestino Guimarães.

O dia 22 inicia com a votação do Regimento da Conferência e em seguida, instala-se a Mesa Redonda com o tema “O Desenvolvimento do Distrito Federal e o Protagonismo das Mulheres” que terá como palestrantes a professora da UNB, Lourdes Bandeira, a Secretária de Estado da Mulher do DF, Olgamir Amancia, a Secretária de Estado do Desenvolvimento Social e Transferência de Renda, Arlete Sampaio, a Secretária de Promoção da Igualdade Racial, Josefina dos Santos e representantes do Fórum de Mulheres do Distrito Federal, da Marcha Mundial de Mulheres e da União Brasileira de Mulheres.

Na parte da tarde haverá trabalhos em dez grupos, conforme temário elencado para a 3ª Conferência. Já no domingo, 23, acontece uma grande plenária onde haverá a discussão e votação dos resultados dos grupos e a escolha das delegadas que representarão o Distrito Federal na Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres.