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Comentários ‘movimento de defesa dos direitos dos negros’

Creuza Maria e Bárbara Santos

Hoje, Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha, quero prestar as minhas homenagens e meus sinceros respeitos a todas as nossas queridas guerreiras da Diáspora pelo mundo. Essa homenagem vai se projetar em duas figuras que entraram em minha vida recentemente: Creuza Maria e Bárbara Santos. Elas sintetizam a coletividade internacional da Luta das mulheres negras atualmente no mundo.

Creuza Maria:

“Trabalhadora doméstica desde os 10 anos de idade, Creuza Maria Oliveira começou a lutar e atuar no Movimento Sindical em 1983. Em 1990, fundou o Sindicato das Trabalhadoras Domésticas da Bahia (Sindoméstico/BA).

Atualmente é presidenta da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad), diretora de Direitos Humanos da Confederação Latino-americana de Trabalhadoras Domésticas (CONLACTRAHO), integrante do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM) e do Fórum de Mulheres de Salvador (FMS), e, militante do Partido dos Trabalhadores (PT) e do Movimento Negro Unificado (MNU). Em 1995, Creuza recebeu o Troféu Clementina de Jesus, criada há cinco anos, a premiação é uma homenagem aos negros e negras que participam ou desenvolvem ações sociais. Em 2003, recebeu o Prêmio da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República Categoria Erradicação do Trabalho Infantil e o Prêmio Revista Cláudia na categoria Trabalho Social.”

Bárbara Santos:

“Mullher, negra, mãe, brasileira, socióloga, atriz e Curinga* do Teatro do Oprimido, foi coordenadora do Centro de Teatro do Oprimido, Rio de Janeiro, Brasil, de 1994 a 2008.

Formada pela Universidade Federal Fluminense – UFF, atuou como Professora do Município do Rio de Janeiro de 1984 a 1993. Tornou-se praticante do Teatro do Oprimido, em 1991, no grupo Virando A Mesa, integrado por mulheres profissionais da educação, como protagonista do espetáculo “No Compasso da Escola: Passo?”.

Teve a honra de trabalhar com Augusto Boal, dramaturgo e criador do Teatro do Oprimido por quase duas décadas, em diversos projetos e na concepção do Teatro Legislativo e em todo o processo de pesquisa da Estética do Oprimido e da invasão do Cérebro, o qual Bárbara segue desenvolvendo e sistematizando.”

Centro de Teatro Oprimido

A foto, de Ras Adauto, foi realizada durante o encontro de Creuza Maria conosco a semana passada aqui em Berlin.

Bárbara atualmente mora e agita em Berlin.

Do Ras Adauto/PPABerlin/NAI

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