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Ao ser diagnosticada com câncer de mama, Flávia Flores, 35 anos, resolveu transformar uma das fases mais difíceis de sua vida em um projeto de vida

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A EX-MODELO FLÁVIA FLORES: DICAS DE BELEZA PARA QUEM FAZ QUIMIOTERAPIA SE TRANSFORMARAM EM PROJETO DE VIDA (FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK)

“Se alguém falar que lidou super bem com o diagnóstico de câncer, não vou acreditar. Porque eu chorei, descabelei, pensei que fosse morrer”. Quem escuta esta frase quase não acredita que ela saiu da boca de Flávia Flores. No final de 2012, a ex-modelo de 35 anos foi diagnosticada com um câncer de mama agressivo. Fez mastectomia, perdeu o cabelo, os cílios, o namorado, mas não a vontade de ficar bonita. Por isso, criou uma página no Facebook batizada de “Quimioterapia e Beleza”, que reúne dicas de maquiagem, nutrição e lifestyle para mulheres que, assim como ela, estão passando pelo tratamento. E tudo com clima alto-astral. A página deu origem a um blog, com o mesmo nome.

Quem visita a fanpage e assiste aos vídeos de Flávia, não consegue imaginar a catarinense numa versão pessimista ou mal-humorada. “Tem dias que o corpo pede pra ficar na cama, quietinha. E eu obedeço. Mas de baixo-astral eu não fico”, conta ela em entrevista exclusiva para Marie Claire.

Durante a conversa, Flávia conta como descobriu o câncer, sua reação inicial diante da doença e como surgiu a ideia (inédita) de desenvolver um projeto totalmente dedicado a autoestima de mulheres que estão passando por tratamento contra o câncer.

Marie Claire: Como era a sua vida antes de descobrir que estava com câncer?

Flávia Flores: Eu morava sozinha em São Paulo há sete anos, estava me recuperando de uma separação difícil, um relacionamento de seis anos. Não sabia se permanecia na cidade ou voltava para perto da minha família, em Florianópolis, com o meu filho, Gregório, que hoje tem 20 anos [Flavia ficou grávida na adolescência]. Aí apareceu uma oportunidade de começar um projeto, em uma nova empresa. Decidimos que Gregório ficaria em Floripa e eu, em São Paulo, tocando esse trabalho para ver no que dava.

M.C.: Como descobriu a doença?

F.F.: Durante o banho, fiz o autoexame e percebi um carocinho no seio esquerdo. Foi fácil perceber porque sempre fui magra e, juro, um dia antes não tinha nada. De repente, estava lá um nódulo. Fui ao médico e ele disse para não me preocupar pois, por ter aparecido repentinamente e ser grande, aquilo devia ser resultado de uma batida ou glândula inflamada. Em seguida, fiz a mamografia e foi detectado que minha prótese de silicone estava rompida. Então, o médico propôs que trocássemos as próteses e tirássemos o tal caroço. Eu nem lembrava mais da existência daquilo no meu corpo. Fiz a operação e, 10 dias depois, saiu o resultado da biópsia: estava com um tipo agressivo de câncer de mama.

M.C.: Como reagiu à notícia de que estava com câncer de mama?

F.F.: Eu não conseguia respirar! Fiquei dez dias de cama, só chorava, desejava morrer. E não queria nem ouvir falar sobre quimioterapia. Pensava que meu cabelo cairia, que perderia sobrancelhas, cílios, formas do corpo, que ficaria pálida, sozinha e que as pessoas se afastariam de mim. Não queria passar pelo tratamento de jeito nenhum, afinal, já tinha tirado o carocinho, não tinha mais nada no meu corpo. Foi muito, muito difícil. Fora que eu nunca tinha tido contato com ninguém com câncer. Tive casos na família, mas eram pessoas que moravam longe, então eu não senti a situação de verdade. Mas eu tive muita força da minha mãe e do meu filho. O Gregório dormiu comigo nos primeiros dias, me deu força e sorte, disse que tudo iria passar, que depois do tratamento eu ficaria boa. E eu acreditei nele. Quem não reagiu nada bem foi o meu ex-namorado, que me largou.

M.C.: Como assim? Ele te abandonou por causa do câncer?

F.F.: Sim. Quando contei que estava com câncer, ele me deu força, disse que iríamos passar juntos por tudo aquilo, e eu acreditei, claro. Ele foi até Florianópolis comigo, ficou ao meu lado depois que fiz a mastectomia e, no domingo seguinte, pegou o voo para São Paulo para trabalhar. Depois disso, ele me bloqueou no facebook e nunca mais atendeu as minhas ligações. Não sei se foi porque eu iria ficar sem cabelo ou porque ficou com medo da responsabilidade de me acompanhar durante ou tratamento ou se fui chata em algum momento. Eu não entendi direito, mas coloquei na minha cabeça que tinha que ficar perto da minha família, cuidar da minha vida, da minha saúde, dos meus projetos.

M.C.: E você conseguiu se relacionar com outros homens depois?

F.F.: Sim, eu estou namorando e muito feliz! No dia 21 de dezembro de 2012, postei um vídeo em que raspo a cabeça e um amigo de Facebook, o Ricardo, comentou que eu estava linda. Contei pra ele que aquilo era resultado de um câncer e começamos a conversar virtualmente. Aí eu fui para São Paulo, nos encontramos e ficamos. Passamos Ano Novo juntos, Carnaval. Aliás, foi quando eu postei uma foto de biquíni, na praia, que as pessoas começaram a perguntar se eu podia tomar sol, quais os cuidados que uma pessoa com câncer tinha que ter na praia. E eu passei a postar mais vídeos e dicas, a levar o projeto mais a sério.

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Croquis de Lenny, Iódice, Andrea Marques e Espaço Fashion para o Verão 2014. As peças serão apresentadas durante o Fashion Rio - Divulgação

Croquis de Lenny, Iódice, Andrea Marques e Espaço Fashion para o Verão 2014. As peças serão apresentadas durante o Fashion Rio – Divulgação

O Fashion Rio, semana de moda carioca, mostra as novidades da moda praia e comercial para o Verão 2014 entre esta segunda (15) e a sexta-feira com desfiles na Marina da Glória.

A novidade fica por conta da entrada da Maria Filó no lineup. A marca de Ipanema é sucesso de vendas em todo o Brasil e lançou coleção em parceria com a rede de varejo C&A no ano passado. No dia 1º de abril, a Maria Filó anunciou a compra da Filhas de Gaia, que também integra a programação da semana de moda carioca.

A Iódice, que integrava o São Paulo Fashion Week, estreia no Fashion Rio. Na moda praia, Blue Man, Lenny, Salinas e Triya mostram suas novas criações.

Nas passarelas, o destaque fica com a presença de Bruna Marquezine na passarela da Coca-Cola Clothing, na noite do dia 18.

Desta vez, o salão de negócios não será realizado paralelamente aos desfiles. Os concorrentes Rio-à-Porter e Fashion Business se uniram e viraram o Salão Bossa Nova de Moda e Negócios, que acontecerá entre 14 e 17 de maio.

 
Dia 15 de abril, segunda-feira
19h 2nd Floor
20h30 Filhas de Gaia
22h Alessa
 
Dia 16 de abril, terça-feira
12h Blue Man
18h Maria Filó
19h Coven
20h30 Iódice
22h Espaço Fashion
 
Dia 17 de abril, quarta-feira
17h Andrea Marques
18h Sacada
19h Oh Boy
20h Cantão
21h Lenny Niemeyer
22h TNG
 
Dia 18 de abril, quinta-feira
12h Patrícia Viera
17h Nica Kessler
18h Herchcovitch
19h Salinas
21h Coca-Cola Clothing
22h Reserva
 
Dia 19 de abril, sexta-feira
17h Bianca Marques
18h Oestúdio
19h30 R.Groove
21h Triya
22h Ausländer
 
Do Uol
Michelle Obama na edição de abril da Revista Vogue que sairá à venda no dia 26 de março

Michelle Obama na edição de abril da Revista Vogue que sairá à venda no dia 26 de março

A primeira-dama realizou uma entrevista dedicada principalmente ao seu casamento e as suas duas filhas

Pela segunda vez, a primeira-dama americana, Michelle Obama, figura na capa da revista Vogue USA, nesta ocasião por uma entrevista dedicada principalmente ao seu casamento e as suas duas filhas.

Na edição de abril que sairá à venda no dia 26 de março, a esposa do presidente Barack Obama aparece fotografada por Annie Leibovitz com um vestido azul sem mangas de Reed Krakoff, um de seus estilistas favoritos, e com seu novo corte de cabelo com franja.

Antes de Michelle Obama, apenas uma primeira-dama havia ocupado a capa da bíblia da moda, Hillary Clinton, em dezembro de 1998. E nenhuma o fez duas vezes, embora os retratos de políticas não sejam incomuns na revista.

A primeira-dama havia aparecido pela primeira vez na capa da Vogue em março de 2009

A primeira-dama havia aparecido pela primeira vez na capa da Vogue em março de 2009

Entrevistada junto com o presidente, que posa com ela no Salão Vermelho da Casa Branca, a primeira-dama de 49 anos, frequentemente elogiada por sua elegância, fala um pouco de moda, mas, sobretudo, de suas filhas Malia, de 14 anos, e Sasha, de 11, assim como de seu marido.

“Cerca de 90% de nossas conversas têm a ver com a meninas. O que fazem? Quem tem um treino? Que aniversário está previsto?”, conta, explicando seu desejo de que tenham uma vida o mais normal possível.

A primeira-dama justifica nesta intenção de que a família esteja unida a tendência dos Obama de não organizar com frequência reuniões privadas apenas para adultos na Casa Branca. “Nós dois fomos muito francos quando dissemos que nossa prioridade número um era que nossa família estivesse junta”, lembrou.

Michelle Obama havia aparecido pela primeira vez na capa da Vogue em março de 2009 com um vestido também sem mangas de Jason Wu.

Do Correio Braziliense

Foto apareceu no Flickr oficial da Casa Branca. Primeira-dama também tuitou o novo retrato.

Nova foto oficial de Michelle Obama (Foto: Casa Branca)

Nova foto oficial de Michelle Obama (Foto: Casa Branca)

A Casa Branca divulgou nesta quarta-feira (20) o novo retrato oficial da primeira-dama Michelle Obama para o segundo mandato do presidente Barack Obama.

A foto apareceu no Flickr oficial da Casa Branca e a primeira-dama também postou ela no Twitter.

A foto foi tirada no Salão Verde da Casa Branca, pelo fotógrafo oficial Chuck Kennedy.

Do G1
Após mais de uma década, Kiara retomou a carreira no mundo da moda Foto: Divulgação

Após mais de uma década, Kiara retomou a carreira no mundo da moda
Foto: Divulgação

A modelo Kiara Kabukuru, famosa nos anos 1990, pensou que sua carreira havia acabado, após acidente de carro que quase a matou. Porém, depois de diversas cirurgias de reconstrução e mais de uma década, a top está pronta para voltar a ativa, segundo o jornal Daily Mail. Kiara, hoje com 37 anos, chegou a desfilar pela Victoria’s Secret antes de ser atingida por um caminhão quando andava de bicicleta em Nova York, em 2000.

Após ter o rosto mutilado, Kiara encarou diversos procedimentos cirúrgicos e contou com o apoio de amigos, como a top Gisele Bündchen, para retomar a carreira. Agora, a modelo se prepara para participar da primeira edição da nova revista de Carine Rotifeld, a CR Fashion Book, e estrela a capa de março da revista W.

Depois de escapar de Uganda como refugiada política com seus pais, aos seis anos, Kiara foi morar em Los Angeles, nos Estados Unidos, onde foi descoberta pelo fotógrafo de moda, Bill Bodwell, enquanto andava por um shopping aos 16 anos. Ao assinar contrato com a agência Ford, a top teve seu nome alterado de Alice pra Kiara, considerado mais exótico. “É confuso porque eu parei de modelagem por tanto tempo, e como eu nunca desisti oficialmente do meu próprio nome, todo mundo começou a me chamar de Alice de novo”, contou à revista W. A top contou ainda que os amigos, como Gisele, que a conheceram como Kiara, demoraram anos para chamá-la pelo nome original.

O primeiro trabalho comercial de Kiara foi para a Coca-Cola, seguido por um anúncio para a Levi’s e trabalhos para a Calvin Klein, desfiles exclusivos para a Gucci em Milão, um contrato com a L’Oreal e ensaios para a Vogue. Na época a top era vista com as amigas Stephanie Seymour, Naomi Campbell, Bridget Hall e Elaine Irwin. “E então no auge de tudo isso, eu estava prestes a assinar um contrato com a Covergirl, e quando sofri o acidente”, explicou ela.

A modelo foi arrastada pela calçada e se lembra de pegar seus dentes espalhados pelo chão. “[No hospital] todo mundo estava olhando com uma cara de “oh, meu Deus”, mas ninguém me mostrava um espelho”, contou. Com muitos ossos quebrados e machucados pelo corpo todo, Kiara precisou ter sua mandíbula, seus dentes e as gengivas reconstruídos. “Qualquer movimento era insuportável”, afirmou. A top ficou em um cadeira de rodas por dois meses e não era capaz de tomar banho ou ir ao banheiro sozinha. , que estava em uma cadeira de rodas por dois meses, explicou. “Foi devastador”, desabafou.

Em 2003 ela se mudou para Los Angeles, onde ela começou um rigoroso treinamento físico, e passou por sete cirurgias. Em 2008, ela já deu alguns passos para sua volta ao mundo da moda com um trabalho para a Vogue italiana. A volta para Nova York, em 2010, foi um grande passo para superar o trauma. “Eu estava muito assustada com a cidade. Então, foi uma façanha eu conseguir voltar. Eu fiz ioga todos os dias e me obrigava a fazer coisas todos os dias para me manter bem aqui”, disse ela.

Foi no final de 2011 que Gisele sugeriu à amiga que retornasse à moda. “Eu sabia que havia algo inacabado. Então, questionei: ‘você já pensou em modelar de novo?’”, explicou a modelo brasileira. Atualmente Kiara está prestes a fechar um contrato com uma empresa de cosméticos. “Na minha vida, houve muitas reviravoltas. Acho que eu estava provando a mim mesma a minha força e capacidade de sobreviver. E agora estou pronta”, garantiu.

Do Terra
Tanesha Awasthi fundadora do blog Girl With Curves (Foto: Reprodução/ Girl With Curves)

Tanesha Awasthi fundadora do blog Girl With Curves (Foto: Reprodução/ Girl With Curves)

Cansadas de esperar as grandes publicações de moda darem atenção às leitoras plus size, muitas mulheres resolveram criar seu próprio universo fashion na Internet. O conteúdo dos blogs varia de fotos de roupas à descrições em favor da aceitação do corpo. Isso acabou criando um movimento na web conhecido como “fatshion“ (combinação de “fat”- que significa gordo – e fashion).

No Tumblr, pode ser notado também o uso de hashtags como #fatshion e #fatspo como forma de ridicularizar o uso de “thinspo” ou “thinspiration” (combinação das palavras “thin” e “inspiration” que significam “magro“ e “inspiração”), prática comum de compartilhar fotos e vídeos de celebridades e mulheres comuns incrivelmente magras para encorajar a perda de peso.

Bethany Rutter, criadora do blog “Archedeyebrow” diz que a ideia de sua página não é apenas falar de estilo. “Apesar de meu blog ser mais focado em roupas, há algo radical no modo como abordo o assunto que nasce de um impulso político de questionar a imagem do que significa ser acima do peso”. Para a blogueira “afirmar que sente um sólido amor próprio é radical para qualquer um, ainda mais para uma gordinha”.

O conteúdo irônico e irreverente produzido pela blogueira atinge a maior parte da comunidade plus-size e faz lembrar do caso de Nancy Upton, vencedora de um concurso lançado pela marca de roupas American Apparel que pretendia escolher a gordinha mais bonita. Com fotos que a mostravam com vários tipos de comida acompanhadas da frase “eu simplesmente não consigo parar de comer”, Upton fez seu protesto e levou a discussão a nível nacional.

O tumblr Girl With Curves (Garotas Com Curvas, em português) aponta diretamente para a tensão invisível que existe entre a moda padrão e a moda plus size. A página foi originalmente dedicada a fotos da criadora Tanesha Awasthi mostrando seus looks. No entanto, ali já são apresentadas dicas e uma seção de estilo de vida junto às imagens, como um verdadeiro blog de moda deve ser.

Nancy Upton protesta contra concurso de grife americana (Foto: Reprodução/ ExtraWiggleRoom)

Nancy Upton protesta contra concurso de grife
americana (Foto: Reprodução/ ExtraWiggleRoom)

O Girl With Curves já possui 200.000 seguidores e já foi notícia em grandes publicações como New York Times, Glamour, Marie Claire.it e muitas outras. Tanesha Awasthi entende como o mercado funciona e quais são as necessidades de suas seguidoras. A blogueira oferece inspiração, tutoriais e formas fáceis de compartilhamento no Pinterest e Instagram – grandes redes sociais de imagens.

Amanda Valdez, criadora do blog “Fashion, Love and Martitnis”, lembra de quando começou seus posts. “Se você procurar meus posts e vídeos mais antigos vai ver que eu não aceitava meu corpo e mostrava muita pressão para emagrecer.”

Amanda conta que “quanto mais eu me dedicava ao blog, fazia amizades com outras blogueiras e via os posts de outras meninas parecidas comigo, mais eu começava a aceitar meu corpo. Então o conteúdo do blog passou a ser mais sobre meu estilo pessoal e minhas experiência de vida. O engraçado é que agora eles estão tendo o mesmo efeito em outras meninas que ainda não se aceitam como são”.

 Do TechTudo
Hair stylist acha que primeira dama americana pode ofuscar Kate Middleton com novo visual
Michelle Obama pode roubar posto de Kate Middleton. Adrian Dennis e Joe Raedle/AFP

Michelle Obama pode roubar posto de Kate Middleton. Adrian Dennis e Joe Raedle/AFP

Marco Antônio de Biaggi, hair stylist de várias celebridades como Adriane Galisteu, Sabrina Sato, Letícia Spiller, Paloma Bernardi e Carolina Dieckmann, disse em entrevista exclusiva ao Portal da Band que Michelle Obama acertou em cheio em seu novo look.

Na onda de Taylor Swift, Naomi Campbell, Isabeli Fontana, Preta Gil e de tantas outras personalidades nacionais e internacionais, a mulher do presidente americano Barack Obama virou assunto recentemente por conta de seu visual.

Para o profissional, franja é como branco e jeans: nunca sai de moda. E, com a transformação, a primeira dama promete ser a mulher mais copiada do mundo daqui para frente. “A Michelle periga ofuscar a Kate Middleton, que hoje tem o cabelo mais cobiçado do planeta. Ela fez um corte na medida certa, rejuvenesceu uns 10 anos. Aquela chapa com textura e brilho e a franja longa e desfiada, juntos ao olhar interessante que só ela tem, fizeram com que a primeira dama roubasse a cena na posse de Obama”, elogiou. “O cabeleireiro dela realmente foi insuperável, uma unanimidade impecável. Uma franja certa pode adiar a primeira plástica e o botox por muito tempo”, acredita.

Biaggi, no entanto, fez um alerta às brasileiras que pretendem copiar o estilo. “É importante lembrar que esse é um cabelo que tem de ser escovado e chapado todos os dias e que ela tem uma cabeleireiro à sua disposição a qualquer momento, por isso é preciso ter muita cautela na hora da mudança”.

Do Uol
Telma Maia Polo passou de sacoleira de sapatos a empresária, e é dona da rede de franquias Lessô - Foto UOL

Telma Maia Polo passou de sacoleira de sapatos a empresária, e é dona da rede de franquias Lessô – Foto UOL

Há cerca de 30 anos, a enfermeira Telma Maia Polo já fazia sucesso vendendo calçados no hospital em que trabalhava como chefe do centro cirúrgico em São José do Rio Preto (438 km a noroeste de São Paulo). Ela incrementava sua renda revendendo sapatos comprados na capital.

“Eu era sacoleira, viajava e voltava com malas e malas cheias de pares. Vendia para as amigas dos hospitais da cidade”, conta. Hoje, ela está à frente da rede de lojas de sapatos e acessórios femininos Lessô, fundada por ela há 28 anos e que possui duas lojas próprias e 16 franquias nas regiões Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste. Fora isso, tem lojas de outras marcas.Já naquela época, a vocação comercial de Polo era tão grande que não demorou para que ela trocasse de profissão e apostasse suas fichas numa loja de calçados. Alugou a garagem de uma amiga e montou o estabelecimento com apenas algumas prateleiras e poltronas para que as clientes pudessem experimentar os sapatos.

A sorte é que a garagem da amiga ficava ao lado de uma famosa butique da cidade. Então, o movimento de mulheres era grande. Segundo ela, mesmo as clientes chiques da butique entravam por “curiosidade” na sua garagem e encontravam sapatos diferentes dos que havia na cidade.

“Fui criando relacionamento, conquistando clientes. Cuidava de todas as atividades da loja e, quando ia ao banco, levava a sacola de sapatos para vender. Até hoje tenho clientes daquela época e continuo levando os produtos até elas, mas agora são motoboys que levam os sapatos na casa das clientes para elas experimentarem”, diz.

Relacionamento garantiu clientes e parcerias comerciais

Polo enfrentou as dificuldades típicas das sacoleiras –fazer longas viagens e carregar sacolas pesadas. “Quando meu pai viu o que eu passava, pagou meu irmão para me acompanhar e me ajudar a carregar o peso”, diz.

O relacionamento sempre foi o forte da empreendedora, tanto com clientes, quanto com fornecedores. Segundo Polo, isso garantiu parcerias e exclusividade de modelos por parte dos fabricantes.

Durante a transição de sacoleira a empresária, ela foi sofisticando seus produtos e adaptando o negócio. Polo foi uma das primeiras a vender as marcas Arezzo e Victor Hugo no interior. Ela mantém duas lojas multimarcas e uma da Victor Hugo, de sapatos, bolsas e carteiras, além da marca Lessô.

A expansão por cidades do interior inicialmente foi um processo natural, segundo a empreendedora, mas a Lessô já está em capitais como Rio de Janeiro e Brasília.

Hoje em dia, em vez de viajar para São Paulo para comprar por atacado, ela visita a Europa e os Estados Unidos em busca de inovação para seus produtos, que são fabricados por parceiros no Brasil. Alguns dos modelos são exclusivos para sua marca.

“Junto com meus fornecedores, invisto em pesquisa e desenvolvimento”, declara. A rede apresentou crescimento de 10% no faturamento em 2011 e possui duas linhas diferenciadas de produtos -a Mezzo Punto, de sapatos sofisticados e que é de uma empresa desvinculada da Lessô, e a Lessôzinha, de tamanhos infantis.

Polo já foi conselheira do Conselho da Mulher Empresária e Empreendedora, da qual foi fundadora, e diretora da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto.

Por seu empreendedorismo, Telma ficou entre as 10 finalistas do prêmio Mulher de Negócios do Sebrae-SP (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), em 2010.

Do Uol

Soberana não usa chapéu depois das 18h e usa pesos nas bainhas das saias

Livro escrito por personal stylist revela segredos do vestuário da rainha Elizabeth II  Crédito: Lewis Whyld / Pool / AFP / CP

Livro escrito por personal stylist revela segredos do vestuário da rainha Elizabeth II
Crédito: Lewis Whyld / Pool / AFP / CP

Da confecção ultrasecreta do modelo que utilizou no encontro com James Bond na abertura das Olimpíadas de Londres 2012 até os pesos colocados nas bainhas de suas saias para evitar voos inconvenientes, o livro “Dressing the Queen” (“Vestindo a Rainha”, em tradução livre) revela alguns segredos do vestuário da rainha Elizabeth II. Na obra, lançada nesta segunda-feira, a personal stylist da soberana desde 2002, Angela Kelly, conta em primeira pessoa alguns dos detalhes do estilo meticulosamente cuidado da que continua sendo, com 86 anos, uma das mulheres mais fotografadas do mundo.

Kelly explica que trabalhou durante vários meses, em estreita colaboração com o diretor Danny Boyle, para criar o famoso vestido de renda e contas de cristal de cor pêssego que a rainha utilizou em agosto na cerimônia inaugural dos Jogos Olímpicos. A personal stylist confessa que nem mesmo os outros estilistas do palácio sabiam por que estavam fazendo duas versões do mesmo vestido, um para a verdadeira monarca e o outro para o dublê que rodou a cena na qual Elizabeth II saltava de paraquedas sobre o estádio a partir de um helicóptero.

Kelly revelou ainda que outra escolha fundamental foi a cor do traje, que tinha que se destacar durante a queda noturna da rainha de paraquedas e não podia se associar com nenhum país participante em particular. Mas a equipe de estilistas está acostumada a pensar em todo tipo de detalhes em função dos compromissos de Elizabeth II, como demonstram os dois anos de trabalho gastos para criar seu vestuário para o 60º aniversário de sua ascensão ao trono, marcado neste ano por diversas cerimônias.

Para o clímax das celebrações, a majestosa procissão fluvial liderada pela rainha no início de junho – realizada em meio ao frio e a uma intensa chuva -, Kelly criou um vestido com casaco combinando inspirado em sua antepassada Elizabeth I, e teve a feliz ideia de incluir uma pashmina. “Nunca pensamos que o tempo estaria tão ruim, mas estou feliz por termos dado a ela um pouco de proteção da chuva e do vento”, escreveu no livro.

Entre outros detalhes, Angela Kelly também descreve que a soberana não utiliza chapéu a partir das seis da tarde e que às vezes pede para que sejam colocados pesos nas bainhas de suas saias. “A rainha realiza uma ampla gama de compromissos, muitos dos quais ao ar livre, onde um vento inesperado pode provocar constrangimentos”, afirma também no livro. “Dressing the Queen” está disponível por 24,95 libras (cerca de 40 dólares).

Do Correio do Povo
Foto - Correio Braziliense

Foto – Correio Braziliense

A jovem moda brasileira, que esta semana mostra suas armas na nova edição da Semana de Moda de São Paulo (SPFW), busca a melhor maneira de melhorar sua competitividade e se abrir para o mundo, transpondo obstáculos que hoje a forçam a voltar-se quase que exclusivamente para o mercado interno.

Apesar de ser o quinto produtor têxtil do mundo e o quarto em confecções, o Brasil não exporta sua produção, não deixa sua marca nas vitrinas mundiais e seu impacto nas grandes tendências continua sendo limitado.

“Nossos produtos manufaturados sofrem ainda o chamado “custo Brasil”, com altos impostos, problemas de infraestrutura de transportes e leis trabalhistas”, disse em entrevista à AFP Oskar Metsavah, estilista da Osklen, uma das cerca de 20 marcas presentes na 34ª edição da Semana de Moda.

A Osklen, conhecida por seu “casual chic” sofisticado e modelagem inovadora, é uma das poucas marcas brasileiras que conseguiu abrir espaço além das fronteiras, com lojas nos Estados Unidos, Argentina e Japão.

Segundo Paulo Borges, diretor do evento, cerca de 95% da produção de moda do Brasil é destinada ao mercado interno.

“Por que poucas marcas brasileiras conseguiram abrir lojas no estrangeiro? Do meu ponto de vista, é pela falta de originalidade e qualidade da grande maioria”, disse Metsavah.

Para esta edição da SPFW aconteceram algumas mudanças. A semana de inverno foi adiantada para outubro/novembro e a de verão para março/abril, o que vai aumentar o intervalo entre o lançamento das coleções e a chegada das peças nas lojas, dando mais tempo para a confecção.

O novo calendário situa melhor o Brasil no circuito mundial da moda e tem como objetivo “profissionalizar” e expandir uma indústria que ainda “é muito jovem”, segundo Paulo Borges.

“A moda brasileira não conseguiu se impor como produto e marca no mercado global por uma questão de custos e dificuldades de financiamento. Mas é também uma coisa de maturidade, porque é uma indústria jovem que está descobrindo há pouco tempo sua maneira de ser”, acrescentou.

Com 194 milhões de habitantes, o Brasil se transformou nos últimos anos na jovem bonita com a quel todos querem dançar.

A dinâmica classe média brasileira reúne milhões de pessoas e abarca hoje mais de 50% da população total do país, sexta economia mundial.

Se multiplicam os centros comerciais para o mercado de luxo e marcas famosas internacionais se instalam no país, como a Louis Vuitton, que nesta sexta-feira abriu em São Paulo uma megastore de 1.200 m2, a primeira deste tipo na América Latina.

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