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Comentários ‘Internacional’

A presidente do Chile, Michelle Bachelet, desembarca no aeroporto de Arica. Ela também sentiu o tremor de magnitude 7,8 desta quarta-feira (2). (Foto: Luis Hidalgo / Pool / AFP Photo)

Presidente estava na cidade avaliando situação após tremor de 8,2. Por segurança, Bachelet foi retirada da região.

A presidente do Chile, Michelle Bachelet, deixou o hotel de Arica, no norte do país, após um novo forte terremoto atingir a região na noite desta quarta-feira (2), informou a imprensa local na madrugada desta quinta (3).

O governo alegou que a presidente foi retirada da região por segurança. Segundo a imprensa estatal TVN, ela foi levada a uma região elevada, onde os riscos de danos pelo terremoto são menores.

Bachelet foi visitar a área que havia sido atingida por um poderoso tremor de magnitude 8,2 na noite de terça (1º). O sismo matou seis pessoas no país.

O terremoto desta quarta ocorreu às 23h45, e foi localizado a 19 km ao sul do porto de Iquique, a uma profundidade de 20 km, de acordo com o USGS. Cerca de 50 minutos antes, a região já havia sido atingida por um tremor de magnitude 6,4, segundo o USGS.

O Escritório Nacional de Emergência (Onemi), ligado ao Ministerio do Interior chileno, decretou alerta de tsunami para toda a costa e região norte chilenas, mas suspendeu o alerta cerca de duas horas depois.

O Onemi informou que ordenou a evacuação preventiva da zona costeira, ordem suspensa cerca de duas horas depois. Barcos da região pesqueira do Porto de Arica chegara a deixar a área para fugir de possíveis grandes ondas.

Como na noite anterior, muitas famílias deixaram rapidamente as cidades de Arica, Iquique e Antofagasta, além de outras comunidades.

Segundo o Serviço Geológico da Universidade do Chile, foram registrado nesta quarta mais de 100 réplicas – a maioria de magnitude 5 – após o poderoso terremoto de terça.

Do G1

Margarita Zavala

Margarita Zavala

Às vésperas de completar 10 anos de circulação, a Revista Voto participa da XVII MIT Latin America Conference, no respeitado Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos. O encontro, no próximo dia 8 de março, terá a presença da Publisher da Voto e cientista política, Karim Miskulin, no campus do MIT, em Cambridge, Massachusetts. Ela fará a abertura da segunda parte do evento, à tarde, fazendo a apresentação da oradora principal, Margarita Zavala, primeira-dama do México até 2012 e provável candidata à presidência nas próximas eleições.

Em sua 17ª edição, o já tradicional evento congrega autoridades governamentais, empresários e acadêmicos, que formam uma plateia de 700 pessoas para debater a América Latina no MIT. É organizada pela MIT Sloan School, escola de negócios do instituto.

Para Karim, participar de um evento dessa magnitude é uma honra e significa a consolidação do projeto internacional da Revista Voto. Lançado há quatro anos, o selo VotoMundo tem realizado missões internacionais de sucesso para integrar lideranças brasileiras com universidades e investidores americanos que foquem, principalmente, a área da inovação. “O Brasil está perdendo a competitividade ano a ano e é preciso dar um choque de realidade em nossos gestores para que esta situação seja revertida urgentemente”, afirma.

A Publisher da Voto ainda destaca a importância da instituição no cenário mundial: “Além de ser o berço de mais de 70 Prêmios Nobel, o MIT é o principal centro mundial de tecnologias de ponta, com ampla aplicação social. É por isso que pretendemos, na ocasião, fazer referência às várias iniciativas que a Voto vem realizando no Exterior em temas tão distintos quanto BRICS, desenvolvimento sustentável e inovação tecnológica”, destaca.

Participam, ainda, da Conferência: o ex-presidente do Banco Central do Brasil, Henrique Meirelles; Adriana Cisneros, CEO do Grupo Cisneros (principal conglomerado empresarial da Venezuela); Juan Enriquez, diretor da Excel Venture Management; Fernando Fischmann, fundador e presidente da Crystal Lagoons; Andy Freire, fundador da Quasar Ventures; Carlos Gatto, CEO do IT at B2W Digital; Eduardo Moreira, fundador do Banco Brazil Plural; Luis Fernando Samper, CMO do Juan Valdez Café; e Woods Staton, CEO da Arcos Dorados. A Conferência será aberta pelo professor David Schmittlein, reitor da MIT Sloan School.

“Ter o MIT em parceria com a Voto reunindo grupo tão extraordinário é uma grande oportunidade de expansão para a América Latina e o Brasil no cenário internacional”, finaliza Karim. A Voto trará cobertura especial da MIT Latin America Conference no site (www.revistavoto.com.br) e em sua edição impressa de abril.

Presidente participa da cúpula Brasil-União Europeia, realizada em Bruxelas

Presidente do Conselho da UE, Herman Van Rompuy e Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso recebem a presidente Dilma Crédito: GEORGES GOBET / AFP /CP

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta manhã desta segunda-feira, em Bruxelas, na Bélgica, que a superação da crise na zona do euro “é fundamental para garantir o vigor da economia mundial”. “O Brasil tem interesse direto na recuperação da economia europeia, haja vista a diversidade e a densidade dos laços comercias e investimentos”, disse, ao lado do presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, e do Conselho Europeu, Herman Von Rompuy, em declaração conjunta após participar da cúpula Brasil-União Europeia.

Segundo Dilma, o Brasil resistiu aos efeitos “da pior crise mundial desde 1929″. “Nós resistimos a seus priores efeitos graças a políticas que garantiram emprego e renda”, destacou. A presidente garantiu ainda que o governo brasileiro considera que “política fiscal é e continuará sendo importante”.

Destacando feitos econômicos do seu governo, Dilma afirmou que o Brasil conseguiu manter a inflação dentro do controle, de acordo com o regime de metas estabelecido, e que o País alcançou uma melhora nas contas públicas. “Nosso sistema financeiro é sólido e nossas reservas estão em torno de US$ 376 bilhões”, afirmou. De acordo com a presidente, essa reserva dá “tranquilidade” ao Brasil para enfrentar novas turbulências.

A presidente exaltou ainda a ascensão de 42 milhões de brasileiros à classe média e a geração de 4,5 milhões de empregos entre 2011 e 2013. Segundo Dilma, “essa nova realidade brasileira justifica o importante fluxo de investimentos que recebemos nos últimos anos”.

Dilma afirmou que a participação de investidores privados europeus no Brasil tem sido muito importante. “O relacionamento comercial entre Europa e Brasil é especial”, afirmou, destacando os investimentos recíprocos. “A União Europeia continua sendo nosso principal parceiro”, disse. “E o Brasil tem se consolidado como importante investidor na União Europeia.

A presidente Dilma Rousseff aproveitou também a oportunidade para criticar e dizer que estranha a contestação da Europa na Organização Mundial do Comércio (OMC) de “programas essenciais para a economia brasileira”. “Eu me refiro ao Inovar-Auto e ao Programa da Zona Franca de Manaus”, disse. Segundo ela, o Inovar-Auto é um importante programa tecnológico do Brasil e a Zona Franca é “fundamental para conservarmos a floresta (amazônica) em pé”.

Para Dilma, é estranho que a União Europeia conteste a proposta da Zona Franca de Manaus, que é focada em uma produção ambientalmente limpa. “A Zona Franca de Manaus não é uma zona de exportação. É de produção para o Brasil e nela se gera emprego e renda”, destacou.

A presidente destacou ainda que a região, que tem a maior floresta tropical do mundo, precisa ser preservada também por questões ambientais, como evitar a emissão de gases de efeito estufa. “Portanto, ela (a zona Franca) tem um objetivo, que é evitar o desmatamento”, reforçou.

Do Correio do Povo

Arte RatoFX

Arte RatoFX

Uma em cada 14 mulheres já foi, pelo menos uma vez, vítima de abuso sexual por parte de alguém que não o seu parceiro, mostra estudo feito em 56 países e publicado hoje (12) na revista The Lancet.

De acordo com o levantamento, a situação varia muito de país para país. A taxa de mulheres vítimas de abusos chega a 20% na Região Central da África Subsaariana mas, em média, 7,2% das mulheres com 15 anos ou mais dizem ter sido atacadas sexualmente pelo menos uma vez na vida.

“Descobrimos que a violência sexual é uma experiência comum para as mulheres em todo o mundo, e em algumas regiões é endêmica, atingindo mais de 15% em quatro regiões. No entanto, as variações regionais precisam ser interpretadas com cautela devido às diferenças na disponibilidade de dados e nos níveis de denúncia”, explicou Naeemah Abrahams, do Conselho de Investigação Médica da África do Sul, que coordenou o trabalho com colegas da Escola de Higiene e Medicina tropical de Londres e com a Organização Mundial da Saúde.

Após procurar estudos publicados ao longo de 13 anos (1998–2011), com dados sobre a prevalência global de violência sexual, os cientistas identificaram 77 trabalhos válidos, recolhendo dados sobre 412 estimativas em 56 países.

Os resultados mostram que as mais altas taxas de violência sexual estão no Centro da África Subsaariana (21% na República Democrática do Congo), no Sul da mesma região (17,4% na Namíbia, África do Sul e no Zimbabue), e na Oceania (16,4% na Nova Zelândia e Austrália).

Os países do Norte da África e Médio Oriente (4,5% na Turquia) e no Sul da Ásia (3,3% na Índia e em Bangladesh) registraram as taxas mais baixas.

Na Europa, os países do Leste (6,9% na Lituânia, Ucrânia e no Azerbaijão) têm percentual muito mais baixo do que os do Centro (10,7% na República Tcheca, Polônia, Sérvia, em Montenegro e Kosovo) e do que os do Ocidente (11,5% na Suíça, Espanha, Suécia, no Reino Unido, na Dinamarca, Finlândia e Alemanha).

Os autores do estudo lembram que os dados podem subestimar a verdadeira magnitude do problema por causa do estigma e da culpa associada à violência sexual, que leva as vítimas a não denunciar, prejudicando a qualidade dos números citados.

*Com informações da Agência Lusa

 Da Agência Brasil

A cantora aparecerá com Nadezhda Tolokonnikova e Maria Alyokhina durante um show da Anistia Internacional no dia 5 de fevereiro

Madonna – Divulgação

Madonna dividirá o palco com as duas integrantes libertadas recentemente do grupo punk russo Pussy Riot em um show previsto para o próximo mês em Nova York, anunciou a cantora pop americana. A cantora aparecerá com Nadezhda Tolokonnikova e Maria Alyokhina durante um show da Anistia Internacional no dia 5 de fevereiro, que também contará com várias estrelas, incluindo Bob Geldof, Blondie e Yoko Ono.

“Tenho a honra de apresentar minhas colegas lutadoras pela liberdade Nadya e Masha”, afirmou Madonna em um comunicado divulgado na noite de quarta-feira, utilizando os diminutivos destas mulheres que até dezembro estiveram presas em colônias penitenciárias russas.

“Admirei sua valentia e durante um longo tempo apoiei seu compromisso e os sacrifícios que fizeram em nome da liberdade de expressão e dos direitos humanos”, acrescentou Madonna. O cartaz deste show afirma que as Pussy Riot aparecerão como convidadas especiais. Em uma mensagem no Twitter, Tolokonnikova confirmou que verá Madonna em Nova York.

As duas mulheres foram libertadas em dezembro, com dois meses de antecedência, como parte de uma anistia anunciada pelo presidente russo Vladimir Putin antes dos Jogos Olímpicos de inverno, marcados para fevereiro. Também foram libertados militantes do Greenpeace, incluindo a brasileira Ana Paula Maciel, e o ex-magnata Mikhail Khodorkovsky.

As duas jovens, presas em março de 2012 por vandalismo e incitação ao ódio religioso, cumpriam uma pena de dois anos de detenção depois de cantar uma oração punk contra o presidente russo, Vladimir Putin, na catedral de Cristo Salvador de Moscou, acompanhadas por outra cantora do grupo, Ekaterina Samusevich.

 Do Correio Braziliense

ONU

ONU

Estão abertas as inscrições para o “Jovens Mulheres Líderes: Programa de fortalecimento em questões de Gênero e Juventude”, da ONU Mullheres em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a Secretaria Nacional da Juventude, a Secretaria-Geral da Presidência da República e o Governo Federal.

O projeto busca promover o desenvolvimento das capacidades das mulheres jovens no Brasil, facilitando assim que sejam sujeitos no exercício dos seus direitos.

O objetivo é selecionar 15 jovens mulheres com alguma experiência em liderança comunitária ou ativismo pelos direitos das mulheres para participar de um programa de fortalecimento de lideranças e treinamento em questões de gênero, com foco na formação política, por meio de intercâmbios com líderes estabelecidas no legislativo, executivo, judiciário e sociedade civil. Através dessa experiência busca-se promover maior relação entre as perspectivas de gênero e juventude no âmbito da efetivação dos direitos das mulheres.

Entre os critérios de seleção estão: ter idade entre 18 a 29 anos; possuir alguma experiência comprovada em atividades de liderança comunitária ou ativismo pelos direitos das mulheres e conhecimentos de Office e uso de internet. O prazo de recebimento de candidaturas vai até o dia 16 de fevereiro de 2014.

Para mais informações acesse o Termo de Referência

Da ONU BR

Cuba

Em seu primeiro compromisso oficial em Cuba, nesta segunda-feira (27), a presidenta Dilma Rousseff classificou como injusto o bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos a Cuba desde os anos 60. “Mesmo sendo submetido ao injusto bloqueio econômico, Cuba gera um dos três maiores volumes de comércio do Caribe”, lembrou a brasileira durante discurso de inauguração da primeira etapa do Porto de Mariel, a 45 quilômetros de Havana, capital do país.

O porto custou US$ 957 milhões e, deste total, US$ 682 milhões foram financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo o Blog do Planalto, para liberar o financiamento, o banco exigiu como contrapartida que, pelo menos, US$ 802 milhões fossem gastos no Brasil, na compra de bens e serviços nacionais. Os presidentes Evo Morales (Bolívia) e Nicolas Maduro (Venezuela), participaram da inauguração.

A área do porto equivale a 450 quilômetros quadrados e, durante sua construção, foram criados 150 mil empregos no Brasil, diretos e indiretos. Segundo Dilma Rousseff a expectativa é que com a entrada em operação do porto e da Zona Especial de Desenvolvimento de Mariel o desempenho de Cuba aumente substancialmente.

A presidenta adiantou que o BNDES vai financiar a segunda etapa de construção do porto com US$ 290 milhões. “Várias empresas brasileiras manifestaram interesse em instalar-se na zona especial”, garantiu.

Outro ponto destacado por Dilma foi o pontencial de comércio entre os dois países. Segundo ela, há “grandes oportunidades de desenvolvimento” nos setores de equipamentos para a saúde, medicamentos e vacinas. “O Brasil quer se tornar um parceiro econômico de primeira ordem para Cuba. Acreditamos que uma maneira de estimular a aliança é aumentar o fluxo bilateral de comércio”, disse a presidenta, que vai enviar um grupo de empresários brasileiros a Cuba.

Dilma aproveitou a cerimônia para agradecer o envio de profissionais para o Programa Mais Médicos. Desde o lançamento do programa, Cuba enviou 5,3 mil médicos para trabalhar nas periferias de grandes cidades e interior do Brasil. “A participação dos médicos cubanos é amplamente aprovada pelo povo brasileiro e é uma prova efetiva de solidariedade e coooperação que preside a relação entre os nossos países”, reforçou.

Amanhã (28) a presidenta participa da abertura da Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos. O encontro marca a volta de Cuba aos organismos de integração regional. O país foi suspenso da Organização dos Estados Americanos em 1962, e agora ressurge como país anfitrião da cúpula, que vai reunir 33 chefes de Estado e de governo e tem como tema a redução da pobreza e o combate às desigualdades regionais.

Da EBC

A presidente Dilma Rousseff durante discurso nesta sexta-feira (24), no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça (Foto: Roberto Stuckert Filho / PR)

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (23),em pronunciamento no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), que os países emergentes continuarão a ter papel estratégico na economia global, liderando em capacidade de investimento e consumo.

Dilma participa pela primeira vez do evento, que recebe chefes de Estado e líderes empresariais das principais economias mundiais. A estreia da presidente no Fórum acontece em um momento de pouca confiança dos investidores internacionais com o futuro de diversos países emergentes, cujo crescimento indica desaceleração.

Segundo Dilma, é apressada a tese que, depois da crise econômica mundial, as economias emergentes serão menos dinâmicas. “O horizonte dos emergentes aponta na direção das oportunidades.”

A presidente disse que a confiança é indispensável para que o mundo se recupere completamente da crise financeira global de 2008, “a mais profunda e complexa desde 1929″, disse.

“A saída definitiva da crise requer enfoque que não privilegia apenas o curto prazo. É imprescindível resgatar horizonte de médio e longo prazos.”

Dilma citou também as manifestações que ocorreram no país em junho de 2013, e disse que seu governo não reprimiu, mas, pelo contrário, “ouviu e compreendeu a voz das ruas”. “Criamos cidadãos com mais consciência e parte deles esteve nas manifestações de junho. Essas manifestações fazem parte do processo democrático”, disse.

A presidente aproveitou o discurso para reiterar que o Brasil está preparado para receber a Copa do Mundo deste ano.

Dilma aponta Brasil como ampla fronteira de negócios

A presidente focou parte do seu discurso nas oportunidades de negócios que o país oferece.

“O Brasil é hoje uma das mais amplas fronteiras de oportunidades de negócios. Nosso sucesso nos próximos anos estará associado à parceria com os investidores de todo o mundo”, disse.

Ainda segundo a presidente, o Brasil sempre recebeu bem o investimento externo em seu governo.

“Meu governo adotou medidas para facilitar ainda mais essa relação. Aspectos da conjuntura recente não devem obscurecer essa realidade. Como eu disse até aqui o Brasil precisa e quer a parceria com o investimento privado nacional e externo”, afirmou.

Dilma disse ainda que o Brasil está empenhado nas negociações do Mercosul com a União Europeia para acordos comerciais.

Dilma diz que inflação e despesas do governo estão sob controle

A presidente afirmou, ainda, que a inflação brasileira está sob controle.

“A inflação permanece sob controle desde 89 e segue o regime de metas. Nos últimos anos, perseguimos o centro da meta e trabalhamos para lograr a meta. Os resultados estão dentro do limite do regime monetário”, disse.

Segundo Dilma, “as elevadíssimas taxas de inflação dos anos 80 e 90 ensinaram o poder destrutivo do aumento dos preços”.

“A estabilidade é hoje um poder central da nossa moeda e da nossa nação”, afirmou.

De acordo com a presidente, as despesas do governo federal em seu mandato estão controladas, e, como consequência, isso levou à diminuição da dívida do setor público.

(Com Reuters)

Do UOL

Fórum Econômico Mundial – Davos

A participação da presidenta Dilma Rousseff no Fórum Econômico Mundial é esperada ansiosamente por 2.500 líderes políticos, de negócios, da sociedade civil e da academia. A afirmação é do fundador e presidente executivo do Fórum, Klaus Schwab. O evento foi aberto hoje (22) em tom de cautela com relação à recuperação econômica global.

Em entrevista ao Blog do Planalto, Schwab disse esperar que Dilma discorra sobre as políticas que está preparando para que os pobres não sejam excluídos do desenvolvimento econômico. Além disso, o idealizador do encontro disse que ele e os participantes estão “ávidos para ouvir a presidenta sobre suas políticas de inclusão social, porque a inclusão social é o problema que está em mente para os participantes do fórum anual em Davos”.

A presidenta participa do evento na sexta-feira (24), quando vai discursar na plenária e se reunir com representantes do setor privado. Dizendo que o Brasil tem um futuro “bastante promissor”, o presidente do Fórum afirmou querer saber “como o Brasil vai assumir seu papel como uma grande potência no mundo”.

“Nós também estamos ansiosos por ouvir dela sobre suas políticas futuras, que precisam relançar objetivos e, ao mesmo tempo, garantir que todos os pobres que hoje são deixados à margem do desenvolvimento econômico serão integrados ao sistema de bem-estar social”, declarou Klaus Schwab.

Com o tema A Reconfiguração do Mundo: Consequências para Sociedade, Política e Negócios, a reunião anual do Fórum vai discutir o crescimento inclusivo, a inovação e as expectativas da sociedade e sustentabilidade. O evento reúne, desde 1971, lideranças governamentais, empresários e acadêmicos em discussões sobre os principais temas da agenda internacional.

Da Agência Brasil
Michelle Bachelet - Foto: independenciasulamericana.com.br

Michelle Bachelet – Foto: independenciasulamericana.com.br

A presidenta Dilma Rousseff telefonou há pouco para a presidenta eleita do Chile, Michelle Bachelet, para cumprimentá-la pela vitória nas eleições de ontem (15).

A presidenta cumprimentou Bachelet pelo “ótimo desempenho nas eleições presidenciais chilenas”. A socialista obteve 63% dos votos no segundo turno, derrotando a adversária Evelyn Matthei. Bachelet é a primeira mulher a ser reeleita no Chile, após governar o país entre 2006 e 2010.

Segundo a assessoria de imprensa do Planalto, a ligação durou cerca de cinco minutos e Dilma manifestou o desejo de que o “Brasil e Chile possam trabalhar juntos por uma América do Sul cada vez mais forte”. De acordo com o Blog do Planalto, a presidenta brasileira também confirmou presença na posse de Bachelet, marcada para 11 de março de 2014.

“Bachelet agradeceu o telefonema e disse que pretende trabalhar em estreita parceria com o Brasil após assumir a Presidência do Chile”, informa o blog.

Pela manhã, Dilma disse, pelo Twitter, que Brasil e Chile têm muito a cooperar e construir juntos e que está certa de que seu governo e o de Bachelet vão aprofundar ainda mais as relações entre os dois países.

Da Agência Brasil 

Ig
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