Comentários ‘Internacional’
A opositora ucraniana Yulia Timoshenko, que foi transferida de sua prisão para o hospital na semana passada, suspendeu seu tratamento para protestar contra a divulgação de informações sobre o seu tratamento, indicou nesta terça-feira o ministro adjunto da Saúde.
A opositora, que sofre de hérnia de disco e acaba de por fim a uma greve de fome de 20 dias, “recusou cuidados médicos”, indicou o ministro adjunto, Olexandre Tolstanov, durante uma entrevista coletiva à imprensa perto da clínica pública de Kharkiv (leste), onde está hospitalizada a ex-primeira-ministra.
Ela tomará uma decisão definitiva sobre seu tratamento depois de consultar sua filha e seu advogado, acrescentou.
Timoshenko se recusou a manter seu tratamento “em sinal de protesto” depois da divulgação na véspera sobre o seu tratamento no hospital por parte do serviço penitenciário de informações, principalmente sobre os horários de visita dos médicos, indicou a filha da opositora, Evguenia.
A decisão de suspender seu tratamento foi tomada enquanto seu médico alemão anunciava que deixará em breve a Ucrânia.
O neurologista Lutz Harms, da clínica berlinense Charité, responsável pelo tratamento da opositora na Ucrânia, disse que sua saída estava “prevista desde o início” e que será substituído por um colega alemão.
O médico denunciou nesta terça-feira “a vigilância permanente” da opositora, algo que faz com que o tratamento fique “problemático”.
Do Terra
Ministro das Relações Exteriores afirmou em audiência pública que Brasil exercerá liderança na conferência mostrando seus avanços em questões de sustentabilidade e que 116 líderes já confirmaram presença
O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, admitiu ontem a existência de certo ceticismo em relação aos resultados que poderão ser alcançados na Rio+20, conferência internacional sobre desenvolvimento sustentável que será realizada no mês que vem, no Rio.
Patriota, no entanto, pediu que não se “caia na armadilha de aceitar conceitos pré-fabricados de êxito ou fracasso” em relação à Rio+20.
— Concordo que existe certo ceticismo sobre a nossa possibilidade de avançar em direção a novas utopias. Isso pode ser saudável. O importante é ter em mente qual é a proposta da Rio+20, em que o Brasil exercerá liderança pelo exemplo — afirmou.
O ministro falou durante uma audiência pública da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado.
Ele confirmou a presença na Rio+20 de 116 chefes de Estado — número superior ao da conferência Rio-92, realizada 20 anos atrás.
Ao contrário da Rio-92, que o ministro chamou de “ponto de chegada” de negociações de acordos internacionais, a Rio+20 tem, em sua opinião, a proposta de ser um “ponto de partida” para a reflexão sobre o que se conseguiu ou não em relação ao meio ambiente nas últimas décadas.
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) pediu ao ministro que defenda as conquistas obtidas em 1992 e sugeriu à presidente Dilma Rousseff que abra a nova conferência com o alerta de que “a humanidade está em risco”.
A audiência foi realizada por sugestão do presidente da Comissão de Relações Exteriores, senador Fernando Collor (PTB-AL).
Collor anunciou a presença na Rio+20 dos presidentes recém-eleitos da Rússia e da França, respectivamente Vladimir Putin e François Hollande.
Ele lamentou a ausência de uma delegação do Parlamento Europeu, em função dos altos custos das diárias cobradas pelos hotéis cariocas.
Ao final do encontro, a comissão aprovou requerimento do senador Luiz Henrique (PMDB-SC) destinado a solicitar ao prefeito do Rio, Eduardo Paes, que pressione a rede hoteleira pela redução dos valores das diárias.
O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) absteve-se de votar, por considerar que seria uma “intervenção indevida” numa questão privada, relativa à lei da oferta e da procura.
Do Jornal do Senado
A presidente Dilma Rousseff foi eleita pela revista norte-americana “Forbes” como a segunda mãe mais poderosa do mundo. Ao todo foram analisados 20 mulheres que atuam na política, negócios, entretenimento e filantropia em todo o mundo. A secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, ficou no topo da lista segundo a publicação.
Clinton, mãe de Chelsea, fruto do casamento com o ex-presidente americano Bill Clinton, conta à publicação que mesmo com um dos postos mais trabalhosos do mundo , fez todo o possível para ficar a par do casamento e apoiar a filha, quando ela pretendia subir ao altar.
Terceira no ranking, Indra Nooyi, presidente e chefe da PepsiCo e mãe de dois filhos, disse à revista que se seus filhos a chamam no meio de uma reunião ela atende a chamada sem pensar duas vezes.
Editora executiva do “The New York Times”, Jill Abramson, 10ª da lista, disse que, quando seus dois filhos eram pequenos, ela tentou acompanhar seus estudos.
“Eu não fui uma workaholic que não esteve presente em casa nos momentos mais importantes da vida familiar. Quando eu era a chefe do escritório de Washington, eu gostava de ler o que eles estavam lendo, para que eu pudesse falar com eles quando chegasse em casa”, disse
A lista traz ainda nomes como a presidente argentina, Cristina Kirchner, que teve dois filhos com Néstor Kirchner, a diretora-geral do FMI, Christine Lagarde, e Aung San Suu Kyi, ativista e recém-eleita deputada em Mianmar.
Do Uol
A chefe do governo alemão, Angela Merkel, pediu a seus aliados para que respeitem os compromissos de rigor fiscal e os prazos de retirada do Afeganistão, a poucos dias de se reunir com o presidente eleito da França, François Hollande, que pede modificações dessas agendas.
Sem mencionar Hollande, Merkel – defensora dos ajustes para superar a crise da Eurozona – voltou a se mostrar inflexível diante da possibilidade de tentativas de recuperação econômica na Europa baseadas no gasto público, em um discurso ante legisladores alemães.
“Um crescimento baseado no crédito nos levará de novo ao começo da crise. Não queremos isso, não faremos isso”, declarou a chanceler, fortemente aplaudida pelo Bundestag, onde apresentou a posição da Alemanha para a reunião do G8, nos dias 18 e 19 de maio, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), nos dias 20 e 21 do mesmo mês, ambas nos Estados Unidos.
Hollande, que na próxima terça-feira será empossado como presidente da França, viajará nesse mesmo dia à Alemanha. Durante sua campanha eleitoral, o agora presidente tinha adiantado seu interesse em renegociar o pacto europeu de disciplina orçamentária para acrescentar uma cláusula dedicada ao crescimento da economia.
A Alemanha já rejeitou uma eventual renegociação.
Para Merkel – que durante a campanha apoiou o presidente Nicolas Sarkozy -, é essencial que cada parte aceite a ideia de que “a saída da crise será um processo longo” e que para isso é necessário atacar os problemas estruturais de certos países, o “endividamento catastrófico” e a “falta de competitividade”.
Com relação ao Afeganistão, Merkel pediu que os países da OTAN respeitem o calendário de retirada das tropas internacionais desse país, que deve ser concluído no final de 2014.
“O princípio vigente para o governo alemão é: entramos juntos (no Afeganistão) e vamos sair juntos”, disse Merkel.
Hollande se comprometeu em sua campanha a retirar as tropas francesas do Afeganistão em 2012, dois anos antes do calendário fixado pela OTAN.
A Vogue prometeu que modelos consideradas magras demais ou menores de 16 anos não irão mais aparecer em suas páginas.
E a declaração não é em vão, afinal a publicação já foi alvo de várias polêmicas por ter em sua capa meninas muito jovens ou consideradas quase anoréxicas.
A chamada Iniciativa da Saúde tem apoio de 19 editores da Vogue do Council of Fashion Deisgner e do British Fashion Council.
E a função vai rolar assim: no momento dos castings, os responsáveis pela selação das meninas vão conferir as idades das garotas e analisar se elas parecem ter algum distúrbio alimentar.
Do Blog ByN9ve

A presidente da Petrobras, Graça Foster, disse nesta quinta-feira (3), que descobertas recentes e os sucessos relevantes da África para o mundo do petróleo aumentam ainda mais o interesse da petroleira brasileira no continente. Foto: Roberto Stuckert Filho/Presidência da Republica
A presidente da Petrobras, Graça Foster, disse nesta quinta-feira (3), que descobertas recentes e os sucessos relevantes da África para o mundo do petróleo aumentam ainda mais o interesse da petroleira brasileira no continente. Ela participou nesta manhã (3) do Seminário Investindo na África: Oportunidades, Desafios e Instrumentos para Cooperação Econômica, promovido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em sua sede, no Rio de Janeiro.
“Do ponto de vista do futuro, a África se constitui um excepcional mercado novo e aí vem a grande oportunidade não só para a Petrobras, mas para outras empresas de investir nesse novo mercado”.
Segundo Foster, a empresa vê potencial econômico para aumentar a parceria com alguns países africanos na produção de etanol, por meio da produção de cana-de-açúcar, que poderá ser levada a cabo tão logo sejam definidas as regras do Marco Regulatório da Indústria do Petróleo e Energia na África.
“Assim como toda a indústria de combustíveis, precisamos estar seguros dos investimentos que fazemos e para isso é importantíssimo que a questão dos biocombustíveis esteja definida em um marco regulatório”.
Hoje a Petrobras atua em sete países africanos, produz cerca de 58 mil barris por dia na Nigéria, dois mil em Angola e desenvolve uma série de relações comerciais voltadas para a produção de biocombustíveis, importações de gás natural liquefeito, entre outras.
Do DCI
Opositora ficou presa durante maior parte dos últimos 20 anos. Junta militar que governo o país vem acenando com abertura.

A ativista Aung San Suu Kyi fala a jornalistas após sessão do Parlamento de Mianmar em Naypyitaw nesta quarta-feira (2) (Foto: AP)
A líder pró-democracia de Mianmar Aung San Suu Kyi assumiu como membro do Parlamento nesta quarta-feira (2), abrindo um novo capítulo na disputa de quase um quarto de século da detentora de um Nobel contra o regime autoritário.
Suu Kyi, de 66 anos, que foi à capital Naypyidaw para a cerimônia, leu o breve juramento em uníssono com os outros 33 membros de seu partido Liga Nacional pela Democracia, eleitos para a câmara baixa em abril, disse um jornalista da France Presse.
O juramento dá a Suu Kyi um cargo público pela primeira vez e marca uma transformação no destino da líder opositora, que foi mantida em prisão domiciliar na maior parte dos últimos 20 anos, mas que é agora uma figura central para a democratização do país.
Ela tinha inicialmente se recusado a prestar o juramento, rejeitando especificamente uma frase na qual se comprometia a “salvaguardar” a constituição criada pelo Exército.
Mas na segunda-feira voltou atrás, depois que o chefe do governo, o presidente Thein Sein, recusou-se a oferecer concessões, explicando que era a “vontade do povo” ver o seu partido em funções depois das eleições de 1 de abril.
Falando à imprensa após a cerimônia desta quarta-feira, a dissidente disse: “Acredito que posso servir aos interesses do povo mais do que antes”.
Depois, ela foi levada de carro ao aeroporto de Naypyidaw para voltar a Rangun.
A comunidade internacional saudou sua eleição como um passo em direção à democracia e convocou Suu Kyi, que atraiu multidões na campanha eleitoral, a assumir seu cargo em meio a temores de que sua recusa pudesse impedir a transição do regime militar.
A secretária americana de Estado, Hillary Clinton, em visita a Pequim nesta quarta-feira, elogiou o presidente de Mianmar por permitir as eleições, mas disse que os Estados Unidos também estão com os olhares voltados para as eleições programadas para 2015.
“Este é um momento importante para o futuro da Birmânia”, disse Hillary em um comunicado, utilizando o nome antigo do país.
“Uma transição genuína em direção à democracia multipartidária, levando às eleições gerais de 2015, vai ajudar a construir uma sociedade mais próspera”, afirmou.
A LND é a principal força de oposição, depois de garantir 43 dos 44 assentos que disputou nas eleições.
O partido, que boicotou a controversa eleição de 2010, concordou em se juntar à corrente política no ano passado após uma série de reformas por parte do governo.
Mas ainda é uma influência minoritária no parlamento, onde um quarto dos assentos em ambas as câmaras são reservados para oficiais militares não eleitos.
A mulher símbolo da democracia, libertada de sua prisão domiciliar em 2010, manifestou sua confiança no governo nas últimas semanas, pedindo a suspensão das sanções da União Europeia e planejando sua primeira viagem internacional em 24 anos.
Na semana passada, as nações da União Europeia suspenderam muitas das sanções impostas ao país por um ano para recompensar as reformas, que incluíram a libertação de alguns prisioneiros políticos.
Do G1
O Haiti, o país mais pobre das Américas, registra um dos piores índices mundiais de mortes de mulheres durante o parto ou devido a complicações na gestação. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que a cada 100 mil nascimentos, 630 mulheres morrem por complicações na gravidez ou em decorrência de problemas no parto.
Desde 2009, a OMS implementa no Haiti um programa em parceria com o governo na tentativa de melhorar o atendimento às gestantes. De acordo com dados divulgados ontem (1º), quatro em cada cinco mulheres que usam o serviço público de saúde disseram estar satisfeitas com a assistência recebida.
Pelo estudo, no período de 2008 a 2012, 137 mil mulheres grávidas foram atendidas por meio da parceria entre a OMS e o governo do Haiti. O custo total desses atendimentos chegou a US$ 10 milhões. O programa de combate à aids doou ainda US$ 20 milhões para ampliar o atendimento às crianças com até 5 anos.
O atendimento à saúde pública no Haiti é um dos principais desafios do governo do presidente Michel Martelly. Martelly enfrenta ainda as dificuldades causadas pelo terremoto de janeiro de 2010, que destruiu parte do país e matou mais de 220 mil pessoas.
Da Agência Brasil

A ex-premiê ucraniana Yulia Tymoshenko mostra uma contusão que ela diz ter sofrido na prisão - Foto: AP
A saúde da ex-primeira-ministra ucraniana Yulia Tymoshenko piorou com a sua greve de fome e a família dela espera que o governo tome medidas para que ela interrompa o protesto, disse a sua filha nesta segunda-feira. Yevgenia Tymoshenko disse a jornalistas em Praga que a família agora acredita que Yulia, que cumpre uma pena de 7 anos de prisão por acusações de abuso de poder, precisa de tratamento para a coluna fora da Ucrânia.
A prisão de Tymoshenko tem abalado os laços da Ucrânia com a União Europeia e pode se tornar um constrangimento quando o país for coanfitrião do campeonato de futebol europeu em junho. Líderes europeus já ameaçaram boicotar o torneio e diversos deles cancelaram visitas ao país, agora governado pelo arquirrival de Tymoshenko, Viktor Yanukovich.
A UE criticou a condenação de Tymoshenko, considerada pelo bloco um exemplo de justiça seletiva, e advertiu a Ucrânia que seus membros não ratificarão acordos sobre associação política e de livre comércio enquanto ela permanecer na prisão. Tymoshenko está em greve de fome desde a semana passada, depois de dizer que foi espancada por guardas da prisão durante uma transferência forçada a um hospital para que fosse examinada por um antigo problema nas costas.
“Estamos correndo contra o tempo. Não sei quanto tempo minha mãe pode ficar em greve de fome, se podem ser cinco ou dez dias, não temos certeza”, disse Yevgenia Tymoshenko. Falando ao lado de seu pai, que vive na República Checa, Yevgenia disse ter visitado a mãe na cadeia há dois dias.
“Ela estava muito fraca e sua condição física está piorando. Quando eles a agrediram, causaram mais dor às suas costas”, afirmou. “Agora, ela está com muita dor, ela fica quase o tempo todo deitada. Ela não consegue se mexer muito, mas isso também é porque ela está fraca por causa da greve de fome. Nós esperamos muito que haja mudanças positivas fortes nas ações do regime com relação aos prisioneiros políticos para que ela possa parar a greve de fome o mais rápido possível.”
As autoridades prisionais negam as acusações de Tymoshenko de que tenha sido espancada, mas um funcionário da área de direitos humanos na Ucrânia afirmou que Tymoshenko foi de fato ferida. O presidente Yanukovich determinou a abertura de uma investigação sobre o suposto espancamento. O governo alemão ofereceu tratamento a Tymoshenko em um hospital alemão, uma medida que poderia retirá-la da Ucrânia durante o campeonato europeu de futebol, mas não está claro se o governo ucraniano ou se Tymoshenko concordarão com isso.
Yevgenia disse nesta segunda-feira que a família considera o tratamento no Exterior como a única possibilidade. “Depois de ela ter sido levada a força ao hospital, eu entendo que ela não pode confiar nas pessoas do hospital, porque não foi escolha dela”.
Ela disse que o torneio de futebol poderá ser uma chance para Yanukovich mudar de conduta. “A Euro 2012 é uma chance real para que Yanukovich e o governo dele comecem a se mover na direção de atender as demandas da assembleia parlamentar do conselho da Europa e de todo mundo democrático.”
Do Terra
Uma jovem anulou legalmente um casamento arranjado quando ela ainda era uma criança, no que seria o primeiro caso do tipo na Índia.
Laxmi Sargara, de 18 anos, se casou com Rakesh no Estado do Rajastão, no norte do país, quando ela tinha somente um ano de idade e ele, três.
Ela cresceu com sua família e só descobriu que estava casada quando seus sogros foram “exigi-la” esse mês.
Casamentos forçados de crianças são ilegais na Índia, mas ainda são comuns em muitas regiões do país, especialmente em comunidades rurais e mais pobres.
‘Deprimida’
Depois de apelar para seus pais sem sucesso, Laxmi procurou a ajuda da ONG local Sarathi Trust.
“Ela ficou deprimida. Ela não gostava do garoto e não estava preparada para cumprir a decisão dos pais”, disse o funcionário da ONG Kriti Bharti à agência de notícias AFP.
“É o primeiro exemplo que conhecemos de um casal que se casou na infância querendo a anulação do casamento e esperamos que outros se inspirem”, afirmou.
A ONG diz que, no início, Rakesh queria seguir adiante com o casamento, mas mudou de ideia.
Laxmi e Rakesh assinaram uma declaração juramentada de que o casamento é nulo na presença de um tabelião em Jodhpur.
Narayan Bareth, um jornalista na capital do Rajastão, Jaipur, diz que segundo uma pesquisa recente, 10% das meninas do Estado são casadas antes de completarem 18 anos.
De acordo com correspondentes, há casos raros no país de meninas que se recusaram a casar.
A Unicef afirma que 40% dos casamentos forçados de crianças do mundo acontece na Índia, mas que os esforços recentes para acabar com a prática diminuíram esse número.







