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Comentários ‘esporte’

Arte RatoFX

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O mastologista Ruffo de Freitas Júnior diz que o ideal é que as mulheres mantenham o índice de massa corporal abaixo de 25

Um estudo publicado recentemente no jornal “Cancer Epidemiology, Biomakers & Prevention” aponta que uma hora de exercício físico por dia diminui o risco de câncer de mama em até 14%, em comparação com mulheres que caminham menos de três horas por semana. A informação foi divulgada pela Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) para celebrar o Dia Mundial de luta contra o câncer, comemorado nesta terça-feira (8/4).

“A incidência do câncer está ligada ao sedentarismo. Exercício físico e perda de peso são fundamentais para a saúde da mulher”, esclarece Ruffo de Freitas Júnior, presidente da SBM. Ele também lembra que mudanças na dieta para reduzir o colesterol ajudam na prevenção de células cancerígenas.

O mastologista diz que o ideal é que as mulheres mantenham o índice de massa corporal abaixo de 25, pois quanto maior o peso e a idade, maiores as chances da mulher de desenvolver câncer de mama, principalmente no período após a menopausa. Isso porque um dos principais hormônios produzidos pelo tecido gorduroso é o estrógeno, que serve como ‘combustível’ para as células cancerígenas, explica ele.

Do Correio Braziliense

Acompanhada do ministro do Esporte, presidente se encontra com cruzeirense e juiz Márcio Chagas, que sofreram discriminação em estádios recentemente

Presidente Dilma Roussef posa entre Márcio Chagas Filho e o cruzeirense Tinga (Foto: Divulgação Planalto.gov.br)

A presidente Dilma Rousseff recebeu nesta quinta-feira, no Palácio do Planalto, em Brasília, o volante Tinga, do Cruzeiro, e o árbitro gaúcho Márcio Chagas da Silva, que foram vítimas recentemente de ofensas racistas em estádios de futebol. O encontro foi solicitado pela própria presidente, que queria demonstrar pessoalmente sua solidariedade aos dois. Dilma aproveitou para reforçar também o objetivo do governo de usar a Copa do Mundo para combater o racismo no país.

- Foi um encontro interessante. A presidente se preocupou com as situações que ocorreram no último mês, e tive a oportunidade de falar sobre outras coisas que também acontecem no nosso país em termos de preconceito, seja com religião, opção sexual, forma física, entre outros – relatou Tinga após o encontro.

- Ela (Dilma) se mostrou solidária pelos fatos que aconteceram comigo, com o Tinga, com o Arouca, e tantas outras pessoas que sofrem preconceito no seu dia a dia. É importante encamparmos algo que faça com que a população comece a se dar conta do que está acontecendo e agir de forma que isso seja minimizado. Não podemos ter a utopia de que vai acabar, mas podemos conseguir minimizar com mobilização, mostrando o que acontece, e não mascarando como vinha sendo feito – completou Márcio Chagas.

Além do jogador e do árbitro, também participaram da reunião o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, a ministra Luiza Bairros, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), e o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República. Durante o encontro, a presidente recebeu de Tinga um livro e uma camisa do Cruzeiro. Atleticana, Dilma brincou com os presentes.

- O povo do Atlético vai me matar – disse a presidente sorrindo.

O volante Tinga foi hostilizado por torcedores do Real Garcilaso, do Peru, durante partida do Cruzeiro pela Libertadores, no dia 12 de fevereiro. Na ocasião, torcedores do time peruano ficaram imitando sons de macaco a cada toque do volante cruzeirense na bola.

Já o árbitro Márcio Chagas da Silva encontrou bananas no seu carro após partida entre Esportivo e Veranópolis, pelo Campeonato Gaúcho, no dia 6 de março (acompanhe agora o julgamento do Esportivo, denunciado por racismo, em Tempo Real).

Outro caso de racismo no Brasil também foi registrado recentemente. O volante Arouca, do Santos, foi chamado de macaco por torcedores no momento em que concedia entrevista após a vitória por 5 a 2, sobre o Mogi Mirim, pelo Campeonato Paulista, no dia 7 de março.

- Na minha opinião, no nosso país temos todo o tipo de preconceito. Também manifestei isso e falei para a presidente que acredito que somente através da educação é possível resolver. A educação é o que nos faz pensar nos outros – disse Tinga.

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Seleção Feminina de Futebol

A Seleção Brasileira estreou nesta quinta-feira (12) no Torneio Internacional de Brasília com vitória sobre o Chile. O placar foi de 2 a 0, no Estádio Nacional Mané Garrincha, com gols de Marta e Thaisa.

Apesar de não ter perdido em nenhuma estreia nas cinco edições do Torneio, há sempre o nervosismo e a ansiedade. Mas nada que atrapalhasse a Seleção dentro de campo.

Quando a bola rolou, as jogadoras foram muito disciplinadas e fizeram exatamente o que o treinador Márcio Oliveira e sua comissão técnica pediram: iniciar a partida pressionando a saída de bola.

Foram necessárias quatro tentativas em menos de 20 minutos para o Brasil abrir o placar com Marta. Rosana deu um belíssimo passe, a camisa 10 deixou a goleira Endler no chão e marcou o primeiro.

A Seleção não estava satisfeita: queria mais e por isso continuou pressionando a saída de bola e chegando com frequência ao gol adversário.

Thaisa fez seu primeiro gol com a camisa canarinho. Cristiane, muito bem marcada, encontrou Thaisa livre. A volante ficou cara a cara com a goleira chilena e bateu cruzado: 2 a 0 Brasil.

Na primeira etapa, o Chile não chutou sequer uma vez contra o gol de Luciana.

Marta teve chance de aumentar o marcador em cobrança de falta, mas a goleira Endler fez uma belíssima defesa.

O primeiro chute das chilenas não ameaçou a goleira Luciana, em cobrança de falta – a bola passou muito longe do gol brasileiro.

Andressa entrou no segundo tempo e teve duas oportunidades seguidas, mas a goleira defendeu.

No primeiro jogo do dia, o Canadá derrotou a Escócia por 2 a 0. Brasil e Canadá estão empatados em primeiro lugar no Torneio.

Do CBN Foz

Marta

Marta

A atacante Marta, 27, está entre as dez candidatas ao prêmio de melhor jogadora do mundo, segundo a lista divulgada nesta sexta-feira pela Fifa.

Eleita a melhor do mundo em 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010, Marta, que atualmente joga pelo Tyreso, da Suécia, ficou em segundo lugar nas duas últimas eleições.

Marta terá a concorrência da americana Wambach, que venceu a premiação na temporada passada. Já a japonesa Homare Sawa, campeã de 2011, não está na lista da Fifa

As outras candidatas são as alemãs Nadine Angerer e Lena Goessling, a americana Alex Morgan, a canadense Christine Sinclair, as japonesas Saki Kumagai e Yuki Ogimi e as suecas Nilla Fischer e Lotta Schelin.

Os treinadores e as capitãs das seleções votarão na eleição para escolher a melhor do mundo de 2013, assim como jornalistas escolhidos pela entidade.

A premiação será em 13 de janeiro de 2014, em cerimônia da Fifa, em Zurique, na Suíça.

A lista com os dez nomes indicados ao prêmio de melhor do mundo do futebol masculino será divulgada no próximo dia 29.

Treinadores

A Fifa anunciou também a lista com os dez treinadores da lista feminina: Gilles Eyquem (seleção sub-19 da França), Kenneth Heiner (seleção dinamarquesa), Ralf Kellermann (Wolfsburg), Shelley Kerr (Arsenal Ladies FC), Patrice Lair (Lyon), Silvia Neid (seleção alemã), Cindy Parlow Cone (Portland Thorns FC), Even Pellerud (seleção norueguesa), Anna Signeul (seleção escocesa), e Pia Sundhage (seleção sueca).

Da Folha.Com

Rafaela Silva conseguiu vingar derrota de Ketleyn Quadros para americana e entrou para a história do judô feminino do Brasil Foto: Daniel Ramalho / Terra

Medalha de prata no Mundial de Paris em 2011, a brasileira Rafaela Silva foi além na edição deste ano, no Rio de Janeiro. A atleta nacional venceu a americana Marti Malloy nesta quarta-feira por ippon na decisão da categoria até 57 kg e, de quebra, conquistou não só o primeiro ouro do Brasil na edição de 2013 do Mundial como também a primeira medalha dourada do País na história das categorias femininas do Mundial de Judô.

O duelo pelo ouro começou favorável à brasileira, que viu a americana tomar um shido com poucos segundos. Com menos de um minuto, Rafaela Silva conseguiu um ippon e deu o primeiro ouro para o País no Ginásio do Maracanãzinho. A vitória levou os torcedores ao delírio no ginásio e fez Rafaela Silva, bastante emocionada, cair no choro.

A americana Marti Malloy havia passado pela brasileira Ketleyn Quadros nas eliminatórias pela manhã, antes de encarar Rafaela na grande decisão Já Rafaela Silva enfrentou na semifinal a francesa Automne Pavia, adversária com quem tinha o histótico de uma derrota e uma vitória. A atleta nacional conseguiu um wazari para chegar à final.

O confronto semifnal foi marcado por uma polêmica de que a francesa teria batido a mão no chão enquanto a brasileira a prendia, o que acarretaria o encerramento da luta. Mesmo assim, Rafaela Silva conseguiu avançar.

Nas disputas pelas medalhas de bronze, a primeira luta foi entre Anzu Yamamoto, do Japão, e Vlora Bedeti, da Eslovênia. Quem levou a melhor foi a eslovena, que viu a japonesa levar três shidos e chorou com a vitória.

Já no segundo confronto pelo bronze, entra a alemã Miryam Roper e a francesa Automne Pavia, quem ficou com a medalha foi a alemã, que cravou um ippon para sair com a medalha.

Do Terra

Tiago Camilo e Diego Santos ficam com a prata, e David Moura, com o bronze, no Grand Prix. 
Maria Suelen Altheman - Foto Uol

Maria Suelen Altheman – Foto Uol

Maria Suelen Altheman (categoria +78kg) conquistou, ontem, a medalha de ouro no Grand Prix de Dusseldorf, na Alemanha. A judoca paulista superou a coreana Jung Eun Lee na estreia, a tunisiana Sahar Trabelsi na semifinal e a alemã Laura Vargas na decisão. O domingo também foi de Tiago Camilo (até 90 kg) e David Moura (+ 100 kg), que não conquistaram o ouro, mas subiram ao pódio com prata e bronze, respectivamente. Tiago perdeu o ouro para Varlam Liparteliani, da Geórgia, após vencer por ippon os quatro primeiros adversários (o tunisiano Youssef Badra, o bielorrusso Andrei Kazusionak, o alemão Yannick Gutsche e o grego Ilias Iliadis). Campeão do Grand Prix de Paris há duas semanas, Liparteliani venceu por wazari.

Já David, que passou pelo alemão Sven Heinl no primeiro combate, foi superado pelo russo Magomed Nazhmudinov na segunda luta e caiu para a repescagem. Derrotou o francês Jean-Sebastien Bonvoisin e, na briga pelo bronze, venceu o tunisiano Faicel Jaballah por ippon. Entre os outros judocas que entraram no tatame ontem, Rafael Buzacarini (até 100 kg) terminou em quinto ao ser superado pelo sueco Martin Pacek na briga pelo bronze; e Maria Portela acabou em sétimo. No sábado, Diego Santos (até 60 kg) venceu quatro lutas seguidas, mas caiu na final diante do mongol Boldbaatar Ganbat, no desempate, e ficou com a medalha de prata.

Assim, o Brasil se despediu do Grand Prix de Dusseldorf com quatro medalhas, sendo um ouro, duas pratas e um bronze. O campeonato distribuiu 300 pontos para o campeão, 180 para o segundo colocado e 120 para os terceiros. O próximo compromisso dos judocas brasileiros será o Aberto da Europa. As mulheres competirão em Praga (República Tcheca), e os homens, em Varsóvia (Polônia).

Seleção feminina vence Argentina por 27 a 14 na final e assegura vaga para Copa do Mundo na Rússia, em junho. Equipe masculina termina em terceiro.
Seleção Brasileira de Rúgbi Feminino

Seleção Brasileira de Rúgbi Feminino

Força. A capitã Júlia Sardá observa a disputa de bola na final em que o Brasil venceu a Argentina por 27 a 14: vaga assegurada no Mundial da Rússia

Rúgbi A seleção brasileira feminina de rúgbi precisou suar (literalmente) para conquistar, invicta, o nono título Sul-Americano de Sete, ontem, no Estádio do Flamengo, na Gávea. Com a vitória sobre a Argentina na final, por 27 a 14, sob um sol escaldante, as brasileiras garantiram a vaga para a Copa do Mundo da Rússia, em junho. A equipe masculina terminou em terceiro, atrás dos uruguaios e dos heptacampeões argentinos, que já estavam classificados. Com isso, os brasileiros perderam a vaga para o Uruguai e vão brigar no Torneio de Hong Kong por um lugar no Circuito Mundial 2013/2014.

Na comemoração após mais um título sul-americano, o presidente da Confederação Brasileira de Rúgbi (CBRu), Sami Arap, deu a tônica do protagonismo feminino no esporte. – Vamos colocá-las um nível acima, profissionalizar a equipe. Vocês não merecem apenas condições iguais às dos homens, mas melhores – vibrou Sami, abraçado às jogadoras, entre lágrimas e gritos de eneacampeã. Apesar da empolgação, a sobriedade da capitã Júlia Sardá falou mais alto. – Para o Mundial temos que treinar muito mais juntas, porque os outros times treinam todos os dias juntos, e nós, só duas vezes por mês. Se conseguirmos, vamos representar o Brasil bem – disse Júlia, ainda ofegante, para complementar sobre os Jogos de 2016. – As Olimpíadas já estão aí. Queria que houvesse mais uns sete anos para podermos nos preparar muito mais. Primeiro tempo foi fácil Foi a própria capitã brasileira quem abriu o caminho para o título ao marcar os primeiros cinco pontos contra as argentinas. Na sequência, Tata ampliou para 10 a 0. O Brasil dominava o primeiro tempo, e Baby arrancou do meio campo para aumentar a vantagem: 15 a 0.

Depois, foi a vez de Edninha correr pela lateral direita e fechar a primeira etapa em 20 a 0. O chocolate do primeiro tempo dava a entender que a vitória seria fácil. Mas, na volta do intervalo, as brasileiras relaxaram e deixaram as adversárias reagir. Logo no início, a argentina Carolina Ohaco torceu o pé a poucos metros do try e teve de sair de campo. Na sequência, Xoana marcou, e Lettizia converteu o try , diminuindo para 20 a 7. A situação ia se complicando quando as rivais marcaram mais sete pontos no contra-ataque e diminuíram para 20 a 14. Mais um try convertido seria a virada argentina. Mas novamente a estrela de Júlia brilhou e, após arrancada e assistência de Mari, a capitã marcou mais cinco pontos, Xuxu converteu o try , dando números finais ao jogo: 27 a 14. – A sensação é de dever cumprido e de muita alegria, porque é muito bom conquistar este título ao lado das minhas amigas – vibrou Júlia. Na primeira fase, o Brasil já vencera a Argentina por 24 a 12, no sábado, além de arrasar o Peru por 55 a 0 e bater o Chile por 24 a 0. Na semifinal, ontem, as brasileiras venceram a Venezuela por 35 a 0. O Uruguai ficou em terceiro. A equipe masculina se classificou para o quadrangular final ao vencer o Paraguai por 29 a 10, ontem. Na sequência, perdeu de 31 a 12 para os argentinos e de 17 a 7 para os uruguaios, para quem haviam perdido no sábado. Na última partida, o Brasil deixou o Chile empatar em 7 a 7 no fim, ficando em terceiro.

Do o Globo
Uso do véu no karatê por atletas muçulmanas está liberado desde 1º de janeiro - Foto Uol

Uso do véu no karatê por atletas muçulmanas está liberado desde 1º de janeiro – Foto Uol

A WKF (Federação Mundial de Karatê) anunciou nesta quinta-feira que está liberado o uso de véus por lutadoras muçulmanas. Com a nova medida, a modalidade dá mais um passo para tentar a inclusão no programa olímpico a partir dos Jogos de 2020, ainda sem sede definida. A regra passou a valer desde o primeiro dia de 2013 para as competições do esporte.

“A WKF sempre se mostrou sensível à diversidade de toda a família-karatê espalhada pelos cinco continental”, escreveu a Federação em um comunicado. “Trabalhamos mais de dois anos na questão dos véus, consultando diversas pessoas em busca da melhor decisão, aquela que trouxesse maior satisfação às famílias karatecas ao redor do planeta”, completou a entidade.

O véu permitido pela WKF é desenhado especialmente para a prática esportiva. Ele cobre a cabeça e a nuca, deixando apenas o rosto da atleta à mostra. O acessório tem que ser obrigatoriamente preto e deve ter o logo da WKF na frente. Segundo a federação, a peça não representa riscos à segurança das atletas.

“Esse será o único modelo aceito pela Federação e somente com ele será possível competir em torneios organizados pela WKF”, ressaltou a entidade máxima do karatê no comunicado.

Do Uol
Natália Mayara foi a primeira brasileira a disputar o tênis em cadeira de rodas na história paralímpica Foto: Daniel Ramalho/Terra

Natália Mayara foi a primeira brasileira a disputar o tênis em cadeira de rodas na história paralímpica Foto: Daniel Ramalho/Terra

“Gostaria de na figura da Natália Mayara parabenizar a todos da delegação brasileira”, disse o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro Andrew Parsons. “Ela tem a cara do Brasil”, completou o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman. “Quero saldar a todos, mas em especial a Natália”, iniciou Eduardo Paes em seu discurso. Única atleta paralímpica brasileira presente na cerimônia de recepção da bandeira dos Jogos Paralímpicos, na noite da última segunda-feira, no aeroporto internacional do Rio de Janeiro, a tenista Natália Mayara cansou de ser paparicada.

Aproveitando os holofotes, Natália disse o que espera do Rio de Janeiro e do Brasil como um todo para daqui a quatro anos em termos de mobilidade urbana para os deficientes físicos. “Para mim uma das partes mais importantes é a adaptação da cidade, que o deficiente seja aceito na cidade”, apontou, mostrando firmeza para quem recém chegou à maioridade (ela tem 18 anos).

A tenista paralímpica foi a primeira brasileira a disputar o tênis em cadeira de rodas na história das competições. Caiu ainda na primeira fase, mas está entre as 27 melhores do mundo na modalidade (disputam o ouro as 32 mais bem colocadas no ranking) e projeta um futuro diferente atuando no Brasil.

“Eu comecei na verdade fazendo natação”, relembra a atleta, quando ainda preferia a piscina à quadra. “Mas logo ali ao lado tinha um quadra de tênis. Aí me apaixonei e não deixei de jogar até hoje”, vibra. Pernambucana de nascimento, mas brasiliense quase que de coração, Natália treina desde os 12 anos com o coordenador nacional da modalidade, Wanderson Cavalcante.

“Nesse desafio de estar aqui eu vou dar o meu melhor, tudo o que for possível, porque essa foi minha primeira experiência (em Londres). Agora no Rio eu quero ir para ganhar medalha e ficar feliz”, projeta, dando uma risada mais tímida dessa vez.

 Do Terra

Ig
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