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Tiago Camilo e Diego Santos ficam com a prata, e David Moura, com o bronze, no Grand Prix.

Maria Suelen Altheman – Foto Uol
Maria Suelen Altheman (categoria +78kg) conquistou, ontem, a medalha de ouro no Grand Prix de Dusseldorf, na Alemanha. A judoca paulista superou a coreana Jung Eun Lee na estreia, a tunisiana Sahar Trabelsi na semifinal e a alemã Laura Vargas na decisão. O domingo também foi de Tiago Camilo (até 90 kg) e David Moura (+ 100 kg), que não conquistaram o ouro, mas subiram ao pódio com prata e bronze, respectivamente. Tiago perdeu o ouro para Varlam Liparteliani, da Geórgia, após vencer por ippon os quatro primeiros adversários (o tunisiano Youssef Badra, o bielorrusso Andrei Kazusionak, o alemão Yannick Gutsche e o grego Ilias Iliadis). Campeão do Grand Prix de Paris há duas semanas, Liparteliani venceu por wazari.
Já David, que passou pelo alemão Sven Heinl no primeiro combate, foi superado pelo russo Magomed Nazhmudinov na segunda luta e caiu para a repescagem. Derrotou o francês Jean-Sebastien Bonvoisin e, na briga pelo bronze, venceu o tunisiano Faicel Jaballah por ippon. Entre os outros judocas que entraram no tatame ontem, Rafael Buzacarini (até 100 kg) terminou em quinto ao ser superado pelo sueco Martin Pacek na briga pelo bronze; e Maria Portela acabou em sétimo. No sábado, Diego Santos (até 60 kg) venceu quatro lutas seguidas, mas caiu na final diante do mongol Boldbaatar Ganbat, no desempate, e ficou com a medalha de prata.
Assim, o Brasil se despediu do Grand Prix de Dusseldorf com quatro medalhas, sendo um ouro, duas pratas e um bronze. O campeonato distribuiu 300 pontos para o campeão, 180 para o segundo colocado e 120 para os terceiros. O próximo compromisso dos judocas brasileiros será o Aberto da Europa. As mulheres competirão em Praga (República Tcheca), e os homens, em Varsóvia (Polônia).
Seleção feminina vence Argentina por 27 a 14 na final e assegura vaga para Copa do Mundo na Rússia, em junho. Equipe masculina termina em terceiro.

Seleção Brasileira de Rúgbi Feminino
Força. A capitã Júlia Sardá observa a disputa de bola na final em que o Brasil venceu a Argentina por 27 a 14: vaga assegurada no Mundial da Rússia
Rúgbi A seleção brasileira feminina de rúgbi precisou suar (literalmente) para conquistar, invicta, o nono título Sul-Americano de Sete, ontem, no Estádio do Flamengo, na Gávea. Com a vitória sobre a Argentina na final, por 27 a 14, sob um sol escaldante, as brasileiras garantiram a vaga para a Copa do Mundo da Rússia, em junho. A equipe masculina terminou em terceiro, atrás dos uruguaios e dos heptacampeões argentinos, que já estavam classificados. Com isso, os brasileiros perderam a vaga para o Uruguai e vão brigar no Torneio de Hong Kong por um lugar no Circuito Mundial 2013/2014.
Na comemoração após mais um título sul-americano, o presidente da Confederação Brasileira de Rúgbi (CBRu), Sami Arap, deu a tônica do protagonismo feminino no esporte. – Vamos colocá-las um nível acima, profissionalizar a equipe. Vocês não merecem apenas condições iguais às dos homens, mas melhores – vibrou Sami, abraçado às jogadoras, entre lágrimas e gritos de eneacampeã. Apesar da empolgação, a sobriedade da capitã Júlia Sardá falou mais alto. – Para o Mundial temos que treinar muito mais juntas, porque os outros times treinam todos os dias juntos, e nós, só duas vezes por mês. Se conseguirmos, vamos representar o Brasil bem – disse Júlia, ainda ofegante, para complementar sobre os Jogos de 2016. – As Olimpíadas já estão aí. Queria que houvesse mais uns sete anos para podermos nos preparar muito mais. Primeiro tempo foi fácil Foi a própria capitã brasileira quem abriu o caminho para o título ao marcar os primeiros cinco pontos contra as argentinas. Na sequência, Tata ampliou para 10 a 0. O Brasil dominava o primeiro tempo, e Baby arrancou do meio campo para aumentar a vantagem: 15 a 0.
Depois, foi a vez de Edninha correr pela lateral direita e fechar a primeira etapa em 20 a 0. O chocolate do primeiro tempo dava a entender que a vitória seria fácil. Mas, na volta do intervalo, as brasileiras relaxaram e deixaram as adversárias reagir. Logo no início, a argentina Carolina Ohaco torceu o pé a poucos metros do try e teve de sair de campo. Na sequência, Xoana marcou, e Lettizia converteu o try , diminuindo para 20 a 7. A situação ia se complicando quando as rivais marcaram mais sete pontos no contra-ataque e diminuíram para 20 a 14. Mais um try convertido seria a virada argentina. Mas novamente a estrela de Júlia brilhou e, após arrancada e assistência de Mari, a capitã marcou mais cinco pontos, Xuxu converteu o try , dando números finais ao jogo: 27 a 14. – A sensação é de dever cumprido e de muita alegria, porque é muito bom conquistar este título ao lado das minhas amigas – vibrou Júlia. Na primeira fase, o Brasil já vencera a Argentina por 24 a 12, no sábado, além de arrasar o Peru por 55 a 0 e bater o Chile por 24 a 0. Na semifinal, ontem, as brasileiras venceram a Venezuela por 35 a 0. O Uruguai ficou em terceiro. A equipe masculina se classificou para o quadrangular final ao vencer o Paraguai por 29 a 10, ontem. Na sequência, perdeu de 31 a 12 para os argentinos e de 17 a 7 para os uruguaios, para quem haviam perdido no sábado. Na última partida, o Brasil deixou o Chile empatar em 7 a 7 no fim, ficando em terceiro.
Do o Globo

Uso do véu no karatê por atletas muçulmanas está liberado desde 1º de janeiro – Foto Uol
A WKF (Federação Mundial de Karatê) anunciou nesta quinta-feira que está liberado o uso de véus por lutadoras muçulmanas. Com a nova medida, a modalidade dá mais um passo para tentar a inclusão no programa olímpico a partir dos Jogos de 2020, ainda sem sede definida. A regra passou a valer desde o primeiro dia de 2013 para as competições do esporte.
“A WKF sempre se mostrou sensível à diversidade de toda a família-karatê espalhada pelos cinco continental”, escreveu a Federação em um comunicado. “Trabalhamos mais de dois anos na questão dos véus, consultando diversas pessoas em busca da melhor decisão, aquela que trouxesse maior satisfação às famílias karatecas ao redor do planeta”, completou a entidade.
O véu permitido pela WKF é desenhado especialmente para a prática esportiva. Ele cobre a cabeça e a nuca, deixando apenas o rosto da atleta à mostra. O acessório tem que ser obrigatoriamente preto e deve ter o logo da WKF na frente. Segundo a federação, a peça não representa riscos à segurança das atletas.
“Esse será o único modelo aceito pela Federação e somente com ele será possível competir em torneios organizados pela WKF”, ressaltou a entidade máxima do karatê no comunicado.
Do Uol

Natália Mayara foi a primeira brasileira a disputar o tênis em cadeira de rodas na história paralímpica Foto: Daniel Ramalho/Terra
“Gostaria de na figura da Natália Mayara parabenizar a todos da delegação brasileira”, disse o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro Andrew Parsons. “Ela tem a cara do Brasil”, completou o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman. “Quero saldar a todos, mas em especial a Natália”, iniciou Eduardo Paes em seu discurso. Única atleta paralímpica brasileira presente na cerimônia de recepção da bandeira dos Jogos Paralímpicos, na noite da última segunda-feira, no aeroporto internacional do Rio de Janeiro, a tenista Natália Mayara cansou de ser paparicada.
Aproveitando os holofotes, Natália disse o que espera do Rio de Janeiro e do Brasil como um todo para daqui a quatro anos em termos de mobilidade urbana para os deficientes físicos. “Para mim uma das partes mais importantes é a adaptação da cidade, que o deficiente seja aceito na cidade”, apontou, mostrando firmeza para quem recém chegou à maioridade (ela tem 18 anos).
A tenista paralímpica foi a primeira brasileira a disputar o tênis em cadeira de rodas na história das competições. Caiu ainda na primeira fase, mas está entre as 27 melhores do mundo na modalidade (disputam o ouro as 32 mais bem colocadas no ranking) e projeta um futuro diferente atuando no Brasil.
“Eu comecei na verdade fazendo natação”, relembra a atleta, quando ainda preferia a piscina à quadra. “Mas logo ali ao lado tinha um quadra de tênis. Aí me apaixonei e não deixei de jogar até hoje”, vibra. Pernambucana de nascimento, mas brasiliense quase que de coração, Natália treina desde os 12 anos com o coordenador nacional da modalidade, Wanderson Cavalcante.
“Nesse desafio de estar aqui eu vou dar o meu melhor, tudo o que for possível, porque essa foi minha primeira experiência (em Londres). Agora no Rio eu quero ir para ganhar medalha e ficar feliz”, projeta, dando uma risada mais tímida dessa vez.
Do Terra

Yane Marques abre o sorriso ao receber a medalha de bronze nos Jogos de Londres (Foto: Agência AFP)
Ex-nadadora, pernambucana foi descoberta numa competição de biathlon. Apesar do desconhecimento sobre o esporte, sempre teve o apoio em casa.
O ano era o de 2003. A então adolescente Yane Marques frequentava no Recife a mesma piscina que a nadadora Joanna Maranhão, quando foi convocada para uma competição de biathlon. O organizador foi o Major Alexandre França, até hoje treinador da pernambucana. O objetivo dele era descobrir novos talentos que pudessem competir no pentatlo moderno.
- Era o início da Lei Piva. Os esportes menores tinham que estar espalhados pelo país para poder receber recurso. Foi aí que começou esse projeto – explicou Alexandre.
A pernambucana da cidade de Afogados da Ingazeira foi a vencedora na categoria dela. Chamou tanto a atenção do organizador que ele decidiu fazer uma proposta. O primeiro desafio foi explicar exatamente o que seria.
- Minha mãe não sabia o que era (pentatlo moderno). Na verdade, eu também não. Não conhecíamos. Mas ela sempre me apoiou – disse a agora medalhista olímpica de bronze.
Além da natação, Yane Marques deveria se dedicar também ao tiro, esgrima, hipismo e corrida. Se a jovem ganhou algo ao aceitar o convite?
- Parabéns. Nós demos apenas parabéns. Sem incentivo financeiro algum. Foi sempre muito difícil. O discurso era o seguinte: a possibilidade de a sua filha ir para as Olimpíadas com a natação, com os tempos que ela tem hoje, é zero. Com o pentatlo tem alguma chance – afirmou Alexandre, que até hoje, mesmo morando em Porto Alegre, segue acompanhando sua maior descoberta.
Yane Marques não tem patrocínio. De uma grande marca de material esportivo, ela só ganha produtos. Sobrevive com o soldo de terceiro sargento do Exército e uma bolsa-atleta. Ainda assim, ajuda a família. Não por acaso, quando a mãe, da arquibancada do Parque de Greenwich, viu a filha no pódio olímpico com a medalha de bronze, se encheu de orgulho.
- Ela merece mais do que ninguém – disse dona Goretti.
Do G1
Parabéns Poderosas!

Joanna Rowsell (dir), que enfrenta condição que provoca calvície, serve de inspiração para outros portadores Foto: Getty Images
Quando tinha nove anos, a ciclista britânica Joanna Rowsell, que conquistou no último sábado o ouro na perseguição por equipes dos Jogos Olímpicos e ouviu os torcedores cantarem Hey Jude com Paul McCartney, viu uma sobrancelha cair. Achou estranho, claro. Aos 10, Rowsell já havia perdido completamente o cabelo e se desesperou. Foi diagnosticada com uma rara doença: alopecia areata, falha que faz o sistema imunológico atacar os pelos corporais. Tal condição não foi um limitador para a prática de esporte. Pelo contrário, através dela a atleta virou sinônimo de inspiração.
A partir do momento em que foi diagnosticada com a doença e descobriu que era incurável, a atleta, então apenas uma criança, mudou sua personalidade. Deixou de sair com os amigos, não se preocupava em ficar bonita e evitava até olhar a si mesma no espelho, fato que a entristecia. Certa noite, começou a chorar e perguntou aos pais Roger e Amanda: “por que isto está acontecendo?”. Sem autoestima, ficou muito mais tímida e passou a focar nas tarefas de casa para a escola, a fim de se distrair dos pensamentos sobre o seu futuro – se teria um namorado e como seria conviver com outros sem cabelo. Até que o ciclismo, como Rowsell admite, mudou sua vida.
Em um dia qualquer de aulas da britânica em 2004, o time nacional de ciclismo foi fazer testes na escola em que Joanna atendia, a “Nonsuch High School”. Na época, a garota de 15 anos tinha apenas uma ultrapassada e enferrujada bicicleta na garagem dos pais, mas mesmo assim resolveu ver sobre o que se tratavam os testes. Foi bem em todos e passou a integrar o time juvenil britânico. Daí para frente, ainda com pouca confiança em sua aparência, começou a dedicar seus esforços no ciclismo e fez sua carreira decolar.
A primeira vez em que se destacou no cenário nacional foi nos anos de 2005 e 2006, quando conquistou a competição nacional junior. Em 2007, assinou um contrato profissional para atuar pelo time Global Racing e já no primeiro ano terminou em terceiro na perseguição de 3 km do campeonato nacional. A carreira não parou de crescer e ela guarda como maiores conquistas, além do ouro recém-conquistado nos Jogos de Londres, vitórias com o time britânico nos Campeonatos Mundiais de 2008, 2009 e 2012.
Os sucessos dentro das pistas fizeram também a ciclista aceitar mais naturalmente a sua condição. Antes avessa à possibilidade de ter um namorado, conseguiu encontrar um e teve a primeira grande prova de autoestima. Rowsell começou a sair com o atual parceiro em uma época em que estava com cabelo, já que as crises de queda são sazonais. Quando ficou careca de novo, achou que seu namorado a largaria, mas surpreendeu-se com o contrário. O que só aumentou a confiança da atleta, que mesmo assim guarda três perucas em sua casa para usar no dia a dia.
Bem resolvida com a situação, foi em fevereiro deste ano que Joanna Rowsell chocou – e encantou – os britânicos. Ao vencer uma das provas do Campeonato Mundial de ciclismo, tirou o capacete e subiu ao pódio completamente careca. A surpresa de todos virou rapidamente uma história de inspiração para outras pessoas com a mesma rara doença da esportista – estima-se que a alopecia afeta 600 mil pessoas em todo o mundo. Exemplo este que só aumentou depois de Londres 2012.
Menos de dois dias após a vitória da ciclista, que também comemorou com a charmosa careca à mostra enquanto Paul cantava, o site pessoal de Rowsell já está cheio de recados de congratulações. Entre eles, destacam-se o de dois portadores da mesma doença da britânica, que disseram estar “inspirados” e que agora acreditam mais em si mesmos. Detalhe: o ouro olímpico da britânica veio exatamente no Dia Internacional da Alopecia. Só uma brincadeira do destino para uma pessoa que não é ouro apenas dentro das pistas.
Do Terra
Seleção brasileira tem sua pior participação em Jogos Olímpicos ao ser eliminada nas quartas de final

- Japonesas comemoram classificação para as semifinais da Olimpíada de Londres 2012 – Foto: Francois Lenoir/REUTERS
Em sua pior participação olímpica, a seleção brasileira foi eliminada pelo Japão nas quartas de final dos Jogos de Londres. Atuais campeãs do mundo, as asiáticas aproveitaram a atuação pouco inspirada de Marta nesta sexta-feira e venceram por 2 a 0, em Cardiff.
Apesar de manter a posse de bola, a seleção não foi capaz de criar oportunidades para marcar. O Japão, por sua vez, preferiu não se expor e abriu o placar com Ogimi em um vacilo no primeiro tempo. Armado para jogar no contra-golpe, o time asiático ampliou através de Ohno, já na etapa complementar.
Uma derrota para a Grã-Bretanha no último jogo da primeira fase provocou o duelo com o Japão e a consequente queda precoce nos Jogos de Londres. Desde a primeira participação olímpica, em Atlanta-1996, a seleção feminina nunca havia saído antes das semifinais – em Atenas-2004 e Pequim-2008, ficou com a prata.
Ganhadora do prêmio de melhor do mundo entre as temporadas de 2006 e 2010, Marta enfrentou a atua detentora da honraria, Homare Sawa, também camisa 10. Com uma atuação apagada diante das japonesas, a brasileira segue em busca de seu primeiro título de expressão com a Seleção – além das pratas olímpicas, foi vice na Copa de 2007.

Sarah Menezes: Rebelo também destacou a façanha de Menezes ao ressaltar que ela incentivou muito a prática do judô no Piauí - Foto: Getty Images
A judoca Sarah Menezes ainda não conseguiu dormir depois das vitórias de ontem (28) em Londres. Aos 22 anos de idade, foi a primeira brasileira a conquistar uma medalha de ouro dessa modalidade em Jogos Olímpicos.
Além disso, quebrou um jejum de 20 anos desde a última vez que o judô nacional subiu ao lugar mais alto do pódio olímpico, o que aconteceu nas Olimpíadas de Barcelona, em 1992, com Rogério Sampaio.
A emoção que impediu o sono da grande campeã olímpica, de 1,54 metro e 48 quilos, nascida em Teresina, tem motivos além da medalha. Ela disse que falou apenas rapidamente com os pais por telefone, depois da última luta, mas prevê que o feito “vai mudar completamente” sua vida e a de sua família.
Sarah Menezes quer incentivar os mais jovens a praticar o esporte na capital piauiense. “Pretendo, depois dessa medalha, montar um projeto social para que apareçam novos talentos. Penso em ajudar as pessoas que estavam ao meu redor, no momento que mais precisei”.
A judoca também fez um agradecimento especial ao seu técnico, Expedito Falcão, um dos principais motivos para não ter deixado o Piauí pra treinar em outro centro. “Quem sempre acreditou em mim foi meu treinador, Expedito. Então, nunca saí de Teresina porque sempre foi ele quem mais acreditou nesse sonho, e eu acabei sonhando com ele”.
Ela também destacou o trabalho psicológico feito desde os Jogos Olímpicos de Pequim, quando foi derrotada na primeira luta, com apenas 17 anos de idade. “O que mais é preciso trabalhar nos atletas é a parte mental mesmo”, disse.
Para os próximos meses, a estudante de Educação Física, que teve que trancar a faculdade por conta dos treinamentos para os jogos, disse que não pensa em treinos e lutas. “Não quero saber de judô agora, não. Quero estudar, voltar pra faculdade e estudar inglês. É muito ruim viajar o mundo e não conseguir conversar”.