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Corra!

A ASICS fará uma Meia Maratona só para as mulheres e esta novidade será no dia 07 de Setembro de 2014 em São Paulo.

A W21K ASICS, que será a primeira Meia Maratona exclusivamente feminina da América Latina, já está com as inscrições abertas. Faça AQUI a sua.

O aumento no número de mulheres participantes na distância de 21km nos últimos anos motivaram a ASICS apoiar este tipo de prova. Segundo Giovani Decker, presidente da Ascis Brasil, “a prova terá tudo o que público feminino procura para fazer 21k, infraestrutura e atenção nos detalhes”.

Com uma estrutura completa, contemplando banheiros no percurso e postos de hidratação a cada 2km, isotônico a cada 4km e equipe médica, a proposta é proporcionar com total conforto a experiência de conquistar os 21K.

Detalhes:

Quando: 07 de Setembro de 2014.

Largada e chegada: USP

Horário: 07:00 horas

Foto Divulgação

Camila Mingori, que mora em São Paulo, vai participar de prova de 150 km após desfilar em evento da Copa no Rio

A modelo brasileira Camila Mingori, que vive em São Paulo, participou com um time de tops do desfile da Cia. Marítima no Budweiser Hotel by Pestana, em Copacabana, no Rio de Janeiro, na última sexta-feira (11). Mas a agenda da modelo não tem espaço só para desfiles. Camila viaja para a França nesta terça-feira (15) para participar do Tour de France, competição anual de ciclismo realizada na França.

No dia 22, Camila vai percorrer uma prova de 150 km, que pretende realizar em cinco horas. Para tanto, a modelo treina todos os dias e faz Functional Figth, além de pedalar 60 km quatro vezes por semana. Camila tem 1,80 m de altura e apenas 14% de gordura no corpo.

Camila no desfile da Cia. Marítima no Rio, na última semana

Na mesma competição em 2013, a modelo já fez um percurso de 128 km em oito horas.

Do Terra

Helena Costa – Reprodução

Helena Costa assumirá o cargo de treinadora do Clermont, clube da segunda divisão francesa, a partir da próxima temporada. Ela substituirá Régis Brouard, que deixará o time, 14º colocado na Ligue 2. Será a primeira mulher a ocupar o cargo de treinadora principal de um time de futebol profissional na França. Ao mesmo tempo em que a notícia é triste, por pensarmos que em pleno 2014 a presença de mulheres nos cargos de futebol ainda é uma raridade, ela é também animadora. Afinal, se isso já deveria ter acontecido antes, ao menos alguém resolveu dar o primeiro passo.

Um zagueiro do Clermont, Anthony Lippini, deu uma declaração que mostra bem o espírito que a contratação pioneira da técnica Helena Costa deve ser encarado. “Eu estava falando com meu fisioterapeuta sobre a vez em que a primeira mulher entrou no exército, um ambiente muito machista. No começo, houve um pouco de choque. Mas agora, a presença de mulheres no exército se tornou normal. Deve acontecer o mesmo no futebol”, afirmou o jogador ao jornal L’Équipe.

“Eu mal posso esperar para voltar na próxima temporada e fazer parte disso. Eu estou realmente curioso. Será uma experiência única ser o primeiro time profissional a ser dirigido por uma mulher na França. É bom, cria repercussão”, disse ainda o jogador. No comunicado que anunciou Helena Costa como técnica, o clube disse que a escolha da treinadora “deve ajudar o clube a entrar em uma nova era”.

A portuguesa de 36 anos tem muita experiência com futebol. Começou a carreira no Benfica, onde ocupou vários cargos até começar a dirigir o time feminino. Depois, tornou-se olheira do Celtic em Portugal e na Espanha entre 2008 e 2011. O clube escocês, aliás, divulgou um comunicado parabenizando a sua ex-funcionária pelo novo cargo que ocupará.

“Nós gostaríamos de parabenizar Helena sinceramente por assumir esse novo cargo”, afirmou um representante do Celtic ao jornal Guardian. “Ele fez um excelente trabalho para nós e sabemos que ela dará, nesse novo cargo, o mesmo nível de comprometimento e dedicação que ela deu ao Celtic”.

Não será a primeira vez que Helena comandará um time masculino. Ela treinou o Cheleirense, time que disputa divisões inferiores de Portugal e pelo qual venceu o campeonato regional de Lisboa em 2006. Ela também comandou times femininos no país, como a Sociedade União, clube pelo qual foi campeã portuguesa e levou a equipe à Liga dos Campeões feminina em 2008, e o Odivelas, levando o clube para a primeira divisão portuguesa feminina.

No comando do Catar, Helena conseguiu dar à seleção a sua primeira vitória, 4 a 1 sobre as Ilhas Maldivas em 2012. No Irã, último cargo que ocupava, não conseguiu classificar o time para a Copa do Mundo feminina. Na fase de classificação para a Copa Asiática, que serve como Eliminatórias para a Copa, o time ficou em terceiro no Grupo B, atrás da Tailândia e Filipinas, ficando à frente apenas de Bangladesh. Em três jogos, o time venceu uma e perdeu duas. Mesmo assim, ela só deixou o cargo porque um familiar adoeceu e ela teve que voltar a Portugal.

Em entrevista ao jornal português Record, a treinadora falou sobre a sua paixão de futebol. “É mais do que uma paixão, é um vício”, ela disse. Ela revelava ter convites para treinar a Líbia e as Ilhas Maldivas, mas que preferia continuar como olheira do Celtic nesse tempo, se dedicar à família e esperar por uma oportunidade melhor.

Antes de Helena Costa, a última mulher que tinha ocupado o cargo de treinadora em um dos países mais importantes do futebol europeu tinha sido Carolina Morace, que assumiu o Viterbese, da terceira divisão italiana, por dois jogos em 1999. Helena Costa será apresentada à imprensa logo após o final da temporada.

Que seja só a primeira e que logo nós não tenhamos nem mais motivos para falar sobre uma mulher assumindo o comando de um time de futebol. Ainda há um longo caminho pela frente.

Do Trivela

Cartazes Copa do Mundo – Foto Reprodução

A presidenta Dilma Rousseff defendeu hoje (4) a instalação de delegacias especializadas nos estádios de futebol. Por meio do Twitter, a presidenta também afirmou que a violência nos estádios precisa ser coibida pelas polícias locais. A mensagem foi divulgada após o enterro do corpo do torcedor Paulo Ricardo Gomes da Silva, de 26 anos, morto após partida entre o Santa Cruz e o Paraná, válida pelo Campeonato Brasileiro da Série B. Na sexta-feira (2), ele foi atingido por um vaso sanitário, jogado do alto da arquibancada, quando deixava o Estádio do Arruda, em Recife.

“O país que ama o futebol não pode ser tolerante com a violência nos estádios. A morte do torcedor Paulo Ricardo Silva depois de uma partida de futebol no Recife é mais um triste exemplo da urgência de se instalar delegacias especializadas nos estádios. A violência nos estádios precisa ser coibida com rigor pelas polícias locais. Os criminosos devem processados e julgados. Estádios de futebol são palco da alegria e da paixão. Devemos todos nos unir pela paz nos estádios”, escreveu a presidenta.

Após a morte do torcedor, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) interditou o Estádio do Arruda. Em nota, a CBF justificou a medida pela “gravidade do incidente” e informou que ela tem validade a partir de hoje até que o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) “analise o caso e tome as providências cabíveis”.

Da Agência Brasil

Arte RatoFX

Arte RatoFX

O mastologista Ruffo de Freitas Júnior diz que o ideal é que as mulheres mantenham o índice de massa corporal abaixo de 25

Um estudo publicado recentemente no jornal “Cancer Epidemiology, Biomakers & Prevention” aponta que uma hora de exercício físico por dia diminui o risco de câncer de mama em até 14%, em comparação com mulheres que caminham menos de três horas por semana. A informação foi divulgada pela Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) para celebrar o Dia Mundial de luta contra o câncer, comemorado nesta terça-feira (8/4).

“A incidência do câncer está ligada ao sedentarismo. Exercício físico e perda de peso são fundamentais para a saúde da mulher”, esclarece Ruffo de Freitas Júnior, presidente da SBM. Ele também lembra que mudanças na dieta para reduzir o colesterol ajudam na prevenção de células cancerígenas.

O mastologista diz que o ideal é que as mulheres mantenham o índice de massa corporal abaixo de 25, pois quanto maior o peso e a idade, maiores as chances da mulher de desenvolver câncer de mama, principalmente no período após a menopausa. Isso porque um dos principais hormônios produzidos pelo tecido gorduroso é o estrógeno, que serve como ‘combustível’ para as células cancerígenas, explica ele.

Do Correio Braziliense

Acompanhada do ministro do Esporte, presidente se encontra com cruzeirense e juiz Márcio Chagas, que sofreram discriminação em estádios recentemente

Presidente Dilma Roussef posa entre Márcio Chagas Filho e o cruzeirense Tinga (Foto: Divulgação Planalto.gov.br)

A presidente Dilma Rousseff recebeu nesta quinta-feira, no Palácio do Planalto, em Brasília, o volante Tinga, do Cruzeiro, e o árbitro gaúcho Márcio Chagas da Silva, que foram vítimas recentemente de ofensas racistas em estádios de futebol. O encontro foi solicitado pela própria presidente, que queria demonstrar pessoalmente sua solidariedade aos dois. Dilma aproveitou para reforçar também o objetivo do governo de usar a Copa do Mundo para combater o racismo no país.

- Foi um encontro interessante. A presidente se preocupou com as situações que ocorreram no último mês, e tive a oportunidade de falar sobre outras coisas que também acontecem no nosso país em termos de preconceito, seja com religião, opção sexual, forma física, entre outros – relatou Tinga após o encontro.

- Ela (Dilma) se mostrou solidária pelos fatos que aconteceram comigo, com o Tinga, com o Arouca, e tantas outras pessoas que sofrem preconceito no seu dia a dia. É importante encamparmos algo que faça com que a população comece a se dar conta do que está acontecendo e agir de forma que isso seja minimizado. Não podemos ter a utopia de que vai acabar, mas podemos conseguir minimizar com mobilização, mostrando o que acontece, e não mascarando como vinha sendo feito – completou Márcio Chagas.

Além do jogador e do árbitro, também participaram da reunião o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, a ministra Luiza Bairros, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), e o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República. Durante o encontro, a presidente recebeu de Tinga um livro e uma camisa do Cruzeiro. Atleticana, Dilma brincou com os presentes.

- O povo do Atlético vai me matar – disse a presidente sorrindo.

O volante Tinga foi hostilizado por torcedores do Real Garcilaso, do Peru, durante partida do Cruzeiro pela Libertadores, no dia 12 de fevereiro. Na ocasião, torcedores do time peruano ficaram imitando sons de macaco a cada toque do volante cruzeirense na bola.

Já o árbitro Márcio Chagas da Silva encontrou bananas no seu carro após partida entre Esportivo e Veranópolis, pelo Campeonato Gaúcho, no dia 6 de março (acompanhe agora o julgamento do Esportivo, denunciado por racismo, em Tempo Real).

Outro caso de racismo no Brasil também foi registrado recentemente. O volante Arouca, do Santos, foi chamado de macaco por torcedores no momento em que concedia entrevista após a vitória por 5 a 2, sobre o Mogi Mirim, pelo Campeonato Paulista, no dia 7 de março.

- Na minha opinião, no nosso país temos todo o tipo de preconceito. Também manifestei isso e falei para a presidente que acredito que somente através da educação é possível resolver. A educação é o que nos faz pensar nos outros – disse Tinga.

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Seleção Feminina de Futebol

A Seleção Brasileira estreou nesta quinta-feira (12) no Torneio Internacional de Brasília com vitória sobre o Chile. O placar foi de 2 a 0, no Estádio Nacional Mané Garrincha, com gols de Marta e Thaisa.

Apesar de não ter perdido em nenhuma estreia nas cinco edições do Torneio, há sempre o nervosismo e a ansiedade. Mas nada que atrapalhasse a Seleção dentro de campo.

Quando a bola rolou, as jogadoras foram muito disciplinadas e fizeram exatamente o que o treinador Márcio Oliveira e sua comissão técnica pediram: iniciar a partida pressionando a saída de bola.

Foram necessárias quatro tentativas em menos de 20 minutos para o Brasil abrir o placar com Marta. Rosana deu um belíssimo passe, a camisa 10 deixou a goleira Endler no chão e marcou o primeiro.

A Seleção não estava satisfeita: queria mais e por isso continuou pressionando a saída de bola e chegando com frequência ao gol adversário.

Thaisa fez seu primeiro gol com a camisa canarinho. Cristiane, muito bem marcada, encontrou Thaisa livre. A volante ficou cara a cara com a goleira chilena e bateu cruzado: 2 a 0 Brasil.

Na primeira etapa, o Chile não chutou sequer uma vez contra o gol de Luciana.

Marta teve chance de aumentar o marcador em cobrança de falta, mas a goleira Endler fez uma belíssima defesa.

O primeiro chute das chilenas não ameaçou a goleira Luciana, em cobrança de falta – a bola passou muito longe do gol brasileiro.

Andressa entrou no segundo tempo e teve duas oportunidades seguidas, mas a goleira defendeu.

No primeiro jogo do dia, o Canadá derrotou a Escócia por 2 a 0. Brasil e Canadá estão empatados em primeiro lugar no Torneio.

Do CBN Foz

Marta

Marta

A atacante Marta, 27, está entre as dez candidatas ao prêmio de melhor jogadora do mundo, segundo a lista divulgada nesta sexta-feira pela Fifa.

Eleita a melhor do mundo em 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010, Marta, que atualmente joga pelo Tyreso, da Suécia, ficou em segundo lugar nas duas últimas eleições.

Marta terá a concorrência da americana Wambach, que venceu a premiação na temporada passada. Já a japonesa Homare Sawa, campeã de 2011, não está na lista da Fifa

As outras candidatas são as alemãs Nadine Angerer e Lena Goessling, a americana Alex Morgan, a canadense Christine Sinclair, as japonesas Saki Kumagai e Yuki Ogimi e as suecas Nilla Fischer e Lotta Schelin.

Os treinadores e as capitãs das seleções votarão na eleição para escolher a melhor do mundo de 2013, assim como jornalistas escolhidos pela entidade.

A premiação será em 13 de janeiro de 2014, em cerimônia da Fifa, em Zurique, na Suíça.

A lista com os dez nomes indicados ao prêmio de melhor do mundo do futebol masculino será divulgada no próximo dia 29.

Treinadores

A Fifa anunciou também a lista com os dez treinadores da lista feminina: Gilles Eyquem (seleção sub-19 da França), Kenneth Heiner (seleção dinamarquesa), Ralf Kellermann (Wolfsburg), Shelley Kerr (Arsenal Ladies FC), Patrice Lair (Lyon), Silvia Neid (seleção alemã), Cindy Parlow Cone (Portland Thorns FC), Even Pellerud (seleção norueguesa), Anna Signeul (seleção escocesa), e Pia Sundhage (seleção sueca).

Da Folha.Com

Rafaela Silva conseguiu vingar derrota de Ketleyn Quadros para americana e entrou para a história do judô feminino do Brasil Foto: Daniel Ramalho / Terra

Medalha de prata no Mundial de Paris em 2011, a brasileira Rafaela Silva foi além na edição deste ano, no Rio de Janeiro. A atleta nacional venceu a americana Marti Malloy nesta quarta-feira por ippon na decisão da categoria até 57 kg e, de quebra, conquistou não só o primeiro ouro do Brasil na edição de 2013 do Mundial como também a primeira medalha dourada do País na história das categorias femininas do Mundial de Judô.

O duelo pelo ouro começou favorável à brasileira, que viu a americana tomar um shido com poucos segundos. Com menos de um minuto, Rafaela Silva conseguiu um ippon e deu o primeiro ouro para o País no Ginásio do Maracanãzinho. A vitória levou os torcedores ao delírio no ginásio e fez Rafaela Silva, bastante emocionada, cair no choro.

A americana Marti Malloy havia passado pela brasileira Ketleyn Quadros nas eliminatórias pela manhã, antes de encarar Rafaela na grande decisão Já Rafaela Silva enfrentou na semifinal a francesa Automne Pavia, adversária com quem tinha o histótico de uma derrota e uma vitória. A atleta nacional conseguiu um wazari para chegar à final.

O confronto semifnal foi marcado por uma polêmica de que a francesa teria batido a mão no chão enquanto a brasileira a prendia, o que acarretaria o encerramento da luta. Mesmo assim, Rafaela Silva conseguiu avançar.

Nas disputas pelas medalhas de bronze, a primeira luta foi entre Anzu Yamamoto, do Japão, e Vlora Bedeti, da Eslovênia. Quem levou a melhor foi a eslovena, que viu a japonesa levar três shidos e chorou com a vitória.

Já no segundo confronto pelo bronze, entra a alemã Miryam Roper e a francesa Automne Pavia, quem ficou com a medalha foi a alemã, que cravou um ippon para sair com a medalha.

Do Terra

Tiago Camilo e Diego Santos ficam com a prata, e David Moura, com o bronze, no Grand Prix. 
Maria Suelen Altheman - Foto Uol

Maria Suelen Altheman – Foto Uol

Maria Suelen Altheman (categoria +78kg) conquistou, ontem, a medalha de ouro no Grand Prix de Dusseldorf, na Alemanha. A judoca paulista superou a coreana Jung Eun Lee na estreia, a tunisiana Sahar Trabelsi na semifinal e a alemã Laura Vargas na decisão. O domingo também foi de Tiago Camilo (até 90 kg) e David Moura (+ 100 kg), que não conquistaram o ouro, mas subiram ao pódio com prata e bronze, respectivamente. Tiago perdeu o ouro para Varlam Liparteliani, da Geórgia, após vencer por ippon os quatro primeiros adversários (o tunisiano Youssef Badra, o bielorrusso Andrei Kazusionak, o alemão Yannick Gutsche e o grego Ilias Iliadis). Campeão do Grand Prix de Paris há duas semanas, Liparteliani venceu por wazari.

Já David, que passou pelo alemão Sven Heinl no primeiro combate, foi superado pelo russo Magomed Nazhmudinov na segunda luta e caiu para a repescagem. Derrotou o francês Jean-Sebastien Bonvoisin e, na briga pelo bronze, venceu o tunisiano Faicel Jaballah por ippon. Entre os outros judocas que entraram no tatame ontem, Rafael Buzacarini (até 100 kg) terminou em quinto ao ser superado pelo sueco Martin Pacek na briga pelo bronze; e Maria Portela acabou em sétimo. No sábado, Diego Santos (até 60 kg) venceu quatro lutas seguidas, mas caiu na final diante do mongol Boldbaatar Ganbat, no desempate, e ficou com a medalha de prata.

Assim, o Brasil se despediu do Grand Prix de Dusseldorf com quatro medalhas, sendo um ouro, duas pratas e um bronze. O campeonato distribuiu 300 pontos para o campeão, 180 para o segundo colocado e 120 para os terceiros. O próximo compromisso dos judocas brasileiros será o Aberto da Europa. As mulheres competirão em Praga (República Tcheca), e os homens, em Varsóvia (Polônia).

Ig
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