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"Ajudando as mulheres a liderar, vencer, governar." ✫Desde 2009✫

Comentários ‘empreendedorismo’

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A Associação de Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil, tem grande satisfação de convidá-lo (a) para o evento, Papo de Sofá, que fará parte do calendário ADVB e trará em sua primeira edição o palestrante Nardim Haddad com o tema Franquias e licenciamentos.

Contamos com a presença de todos.

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Criação

Telma Maia Polo passou de sacoleira de sapatos a empresária, e é dona da rede de franquias Lessô - Foto UOL

Telma Maia Polo passou de sacoleira de sapatos a empresária, e é dona da rede de franquias Lessô – Foto UOL

Há cerca de 30 anos, a enfermeira Telma Maia Polo já fazia sucesso vendendo calçados no hospital em que trabalhava como chefe do centro cirúrgico em São José do Rio Preto (438 km a noroeste de São Paulo). Ela incrementava sua renda revendendo sapatos comprados na capital.

“Eu era sacoleira, viajava e voltava com malas e malas cheias de pares. Vendia para as amigas dos hospitais da cidade”, conta. Hoje, ela está à frente da rede de lojas de sapatos e acessórios femininos Lessô, fundada por ela há 28 anos e que possui duas lojas próprias e 16 franquias nas regiões Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste. Fora isso, tem lojas de outras marcas.Já naquela época, a vocação comercial de Polo era tão grande que não demorou para que ela trocasse de profissão e apostasse suas fichas numa loja de calçados. Alugou a garagem de uma amiga e montou o estabelecimento com apenas algumas prateleiras e poltronas para que as clientes pudessem experimentar os sapatos.

A sorte é que a garagem da amiga ficava ao lado de uma famosa butique da cidade. Então, o movimento de mulheres era grande. Segundo ela, mesmo as clientes chiques da butique entravam por “curiosidade” na sua garagem e encontravam sapatos diferentes dos que havia na cidade.

“Fui criando relacionamento, conquistando clientes. Cuidava de todas as atividades da loja e, quando ia ao banco, levava a sacola de sapatos para vender. Até hoje tenho clientes daquela época e continuo levando os produtos até elas, mas agora são motoboys que levam os sapatos na casa das clientes para elas experimentarem”, diz.

Relacionamento garantiu clientes e parcerias comerciais

Polo enfrentou as dificuldades típicas das sacoleiras –fazer longas viagens e carregar sacolas pesadas. “Quando meu pai viu o que eu passava, pagou meu irmão para me acompanhar e me ajudar a carregar o peso”, diz.

O relacionamento sempre foi o forte da empreendedora, tanto com clientes, quanto com fornecedores. Segundo Polo, isso garantiu parcerias e exclusividade de modelos por parte dos fabricantes.

Durante a transição de sacoleira a empresária, ela foi sofisticando seus produtos e adaptando o negócio. Polo foi uma das primeiras a vender as marcas Arezzo e Victor Hugo no interior. Ela mantém duas lojas multimarcas e uma da Victor Hugo, de sapatos, bolsas e carteiras, além da marca Lessô.

A expansão por cidades do interior inicialmente foi um processo natural, segundo a empreendedora, mas a Lessô já está em capitais como Rio de Janeiro e Brasília.

Hoje em dia, em vez de viajar para São Paulo para comprar por atacado, ela visita a Europa e os Estados Unidos em busca de inovação para seus produtos, que são fabricados por parceiros no Brasil. Alguns dos modelos são exclusivos para sua marca.

“Junto com meus fornecedores, invisto em pesquisa e desenvolvimento”, declara. A rede apresentou crescimento de 10% no faturamento em 2011 e possui duas linhas diferenciadas de produtos -a Mezzo Punto, de sapatos sofisticados e que é de uma empresa desvinculada da Lessô, e a Lessôzinha, de tamanhos infantis.

Polo já foi conselheira do Conselho da Mulher Empresária e Empreendedora, da qual foi fundadora, e diretora da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto.

Por seu empreendedorismo, Telma ficou entre as 10 finalistas do prêmio Mulher de Negócios do Sebrae-SP (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), em 2010.

Do Uol
Arte RatoFX

Arte RatoFX

Não é novidade que a vida está corrida. Parece até que a hora encurtou. Se antes precisava de 60 minutos, a impressão atual é a de que só precisa da metade deles. Relógio, hora, informação, acontecimentos, evolução, direitos, deveres, afazeres e todos nós correndo atrás de tudo isso. É tarefa para maratonista consagrado.

O Direito também está nessa corrida, tentando não ficar para trás. Se o mundo está girando, e nesse palco pulsam vidas, é preciso que o Direito também evolua e esteja ali presente, atento às necessidades. Não é por outro motivo que as leis, os decretos, portarias e todo tipo de regulamentação sofrem tantas transformações, mesmo contando com prévios debates públicos e com a divulgação na mídia. Quando menos se espera, outras modificações acontecem, alterando e até revogando, todo o contexto. Se os profissionais precisam se atualizar constantemente, imagine-se a confusão que gera para os leigos.

Nessa sociedade que nos cobra tanto, assumir que não se sabe daquele ou daquele outro assunto tão em voga é exercício explícito de humildade, muitas vezes entendido pelo interlocutor como se fosse alienação ou despreparo. E, claro, está enganado. O interesse sobre determinado tema desperta a curiosidade, que realimenta o interesse, que gera perguntas, que traz respostas, que geram dúvidas e que buscam outras respostas.

Daí, surgiu o TIRANDO DÚVIDAS, a nova proposta dessa Coluna nas áreas do direito civil, do consumidor, trabalhista e direito de família. Pergunte. Abrindo os trabalhos respondo a dúvida da leitora que perguntou: “Sou doméstica, seria vantagem me inscrever no programa de empreendedor independente ou seguir trabalhando com a CTPS assinada?”. Assim, ‘Empreendedor Individual’ é o assunto. A figura jurídica do empreendedor individual foi criada pela Lei Complementar nº 128 em 2008, mas só começou a existir de fato, e de direito, a partir de 1º de julho de 2009. O intuito é legalizar o trabalhador informal, aquele que trabalha por conta própria, ao proporcioná-lo condições especiais, bem mais baratas de acesso à formalização.

Para começar, o processo de formalização não custa nada. Com a inscrição, gratuita, no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas – CNPJ, o empreendedor individual vai poder emitir notas fiscais, ter conta bancária em nome do seu negócio. Será enquadrado no Simples Nacional, isento de Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI- Imposto sobre Produtos Industrializados e CSLL- Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido. Uma enxugada e tanto nos custos. Com o recolhimento de um valor fixo mensal, corrigido anualmente de acordo com o salário mínimo, o empreendedor individual passa a ter direito aos benefícios do auxílio doença, maternidade e aposentadoria.

Em contrapartida, para ser um empreendedor individual se faz necessário preencher certas exigências legais e a primeira delas é exercer uma atividade contemplada numa lista fechada de categorias, conforme o Anexo XIII da Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) nº 94/11 (artigos 91,I e 92, §2º, inciso I).

A lista é extensa, e infelizmente, não inclui as domésticas, entendidas como pessoas que prestam serviços não lucrativos em ambiente familiar.

O exercício da atividade pode ser feito em âmbito doméstico, como a de cozinhar preparando refeições prontas e embaladas para consumo, por exemplo, ou de doceira, entre outras tantas, desde que tenha o alvará para funcionamento.

No sítio www.portaldoempreendedor.gov.br estão todas as informações necessárias, inclusive a listagem completa das atividades autorizadas a se inscrever no programa.

Prezada leitora, a opção de se tornar uma empreendedora individual e se essa escolha valerá a pena vai depender dos seus anseios, do seu projeto de vida.

A proposta é excelente, mas para trocar de lado, de empregado para empreendedor, ainda que no início seja de forma modesta será preciso um planejamento prévio. Toda atividade tem um risco inerente e gera responsabilidades, inclusive em face de terceiros. Uma consulta ao SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas lhe será providencial. Boa sorte.

De volta, ao ponto de partida. A mesma correria, o mesmo turbilhão de informação e mais dúvidas. A vida segue, sem dúvida alguma.

E para as outras a certeza de que “se posso ajudar por que atrapalhar?”.

Katia Dias Freitas

Katia Dias Freitas é advogada em Brasília

O Tratamento Diferenciado para a Micro e Pequena Empresa na Constituição Federal:

Art. 146. Cabe à lei complementar:

III - estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária, especialmente sobre:

d) definição de tratamento diferenciado e favorecido para as microempresas e para as empresas de pequeno porte, inclusive regimes especiais ou simplificados no caso do imposto previsto no art. 155, II, das contribuições previstas no art. 195, I e §§ 12 e 13, e da contribuição a que se refere o art. 239.”

“Art. 170. A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os seguintes princípios:

IX - tratamento favorecido para as empresas de pequeno porte constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no País.”

“Art. 179. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios dispensarão às microempresas e às empresas de pequeno porte, assim definidas em lei, tratamento jurídico diferenciado, visando a incentivá-las pela simplificação de suas obrigações administrativas, tributárias, previdenciárias e creditícias, ou pela eliminação ou redução destas por meio de lei.”

Quatro empresárias contam sobre suas experiências como franqueadas e franqueadora em entrevista à Lênia  Luz Nogueira.

Empresárias comandam equipes, tomam decisões e arriscam calculadamente. São investidoras, empresárias, franqueadas e franqueadoras.

Fernanda Rachas - Franquia São Paulo Mania

A empresária, Fernanda Rachas, 36 anos, sócia proprietária de uma empresa no setor industrial que faz tratamento de superfícies há 15 anos. Entrou no MUNDO DAS FRANQUIAS há 5 meses, como franqueada e sócia de seu marido, em 2 lojas do São Paulo Mania. Ela nos conta que no início de 2011, resolveram iniciar um novo negócio e como já estavam no setor da indústria e da construção, pensaram em algum negócio que já tivesse um formato “semi-pronto”, para não iniciarem do ZERO, optarão então por comprar uma franquia. Após pesquisar alguns tipos de franquias em feiras, guias, revistas e associações da classe, o crescimento do setor esportivo, a inovação do negócio na especialização em um time e a “paixão” pelo SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE, os levou a optarem por esta franquia.

Elaine Schopping Imbiriba - Rede de Franquias Vida Leve

No sul do país encontramos a empresária Elaine Cristina Schopping Imbiriba, 36 anos, proprietária da Rede de Franquias Vida Leve , empresa com 7 anos no mercado que comercializa comidas e dietas congeladas . Elaine nos conta que resolveu franquear a sua empresa por conta de uma amiga da família querer muito ter uma loja em outra cidade e também por ocorrerem inúmeras pessoas interessadas no modelo de negócio que ela oferecia ao mercado. Para que este projeto se concretizasse ela procurou uma consultoria especializada, no caso a Aurelio Luz& Associados, para que preparasse todo o projeto de formatação. Elaine viu como vantagem de franquear a possibilidade de estar em diversos locais (cidades) oferecendo um serviço diferenciado em reeducação alimentar aliada a tendência humana que vem buscando melhorar sua qualidade de vida através da alimentação. Hoje ela possui 2 lojas própria na cidade de Curitiba , onde também funciona sua unidade fabril e 2 franquias vendidas, uma na cidade de Maringá e outra na cidade de Londrina.

Natália Cremonini - Microfrnaquia Tutores

Mathilde Natália Corte Cremonini, 38 anos, psicóloga , há 4 anos é franqueada da Rede de Microfranquias Tutores Reforço Escolar . Um dos motivos que a levou a buscar uma franquia foi o desejo de não querer mais ser funcionária. A partir daí buscou conhecimento sobre o segmento e em uma feira conheceu a franqueadora. Depois de uma profunda análise se viu segura para a primeira franquia. Com a melhora no desenvolvimento da gestão do negócio ela adquiriu mais 3 franquias . Natalia afirma que para que o negócio dê certo se faz necessário doar-se de corpo e alma e buscar aprimorar-se no que você não tem habilidade dentro do processo de gestão.

Rachel Abreu Ribeiro - Franquia Cabine Divertida

Na cidade de Varginha, encontramos a franqueada da Cabine Divertida, Rachel Abreu Ribeiro, 27 anos e há 4 meses atuando no Mundo das Franquias. Como fator decisivo para a compra da franquia foram os quesitos novidade e exclusividade na região do Sul de Minas. Hoje dentre as vantagens que ela vê neste modelo de negócio é o suporte que ela recebe da franqueadora, toda a assistência técnica, treinamento e suporte durante os eventos. Além disso, uma marca conhecida e de fácil divulgação favorecem a ampliação do seu empreendimento.

Empreendedoras e portanto mulheres de negócios, mais sensíveis, com comunicação mais clara e objetiva e com uma capacidade de realizar multitarefas.

Ao optarem pelo setor de franquias, buscam identificar-se com o empreendimento. Pesquisam, planejam e finalmente decidem. E assim obtêm resultados positivos.

A história de cada mulher presente neste post fala de perseverança, empreendedorismo e identificação com seu negócio.

Com elas  fica a palavra de incentivo a você que nos lê e a quem desejamos Sucesso em tudo o que fizer.

Lênia Luz Nogueira - Sócia Diretora da Aurelio Luz & Associados Consultora em Franquias e Comunicação

” Atuar diretamente com mulheres que buscam crescer e solidificar os seu empreeendimentos através do  modelo de franquias, tem sido um grande aprendizado e também um grande privilégio. 
Com a formatação de uma rede ou a  comercializaçao  de uma franquia auxilio na construção de sonhos e vejo eles se concretizarem. 
Meu desafio como Mulher e Empresária é Pensar Grande e Agir Grande”

Com apenas US$ 5 mil, a empresária americana Sara Blakely criou a fabricante de lingeries Spanx, que hoje vale US$ 1 bilhão.

Truque feminino: imperceptível, a lingerie criada por Sara emagrece e não marca a roupa.

Quando se preparava para uma festa, em 1998, a vendedora de equipamentos de impressão americana Sara Blakely se incomodou com a meia-calça que aparecia com as sandálias que vestia. A solução foi cortar a parte que encobria os pés. Sara notou ainda que a parte da cintura a fazia parecer mais magra e eliminava a marca da calcinha. A experiência serviu de inspiração para que começasse a pensar num tipo de lingerie modeladora que a emagrecesse e não marcasse a roupa. Dois anos depois, nascia a fabricante de lingeries Spanx, hoje com 200 produtos espalhados por 11,5 mil lojas de 40 países. “Meu bumbum foi a minha inspiração”, disse Sara, em entrevista exclusiva à DINHEIRO.

Aos 41 anos, ela se tornou uma bilionária, segundo ranking da revista Forbes. Na lista deste ano, ela é a mulher mais jovem entre aquelas que construíram suas próprias fortunas. A rede ainda não está no mercado brasileiro, mas em breve as consumidoras daqui serão atendidas. “Pretendemos vender no Brasil a partir do primeiro semestre de 2013”, diz. Celebridades como a cantora Beyoncé, a apresentadora Oprah Winfrey e a atriz Gwyneth Paltrow já declararam sua preferência pelos produtos criados por Sara. Mas ela nem imaginava que uma simples ideia faria tanto sucesso. Filha de um advogado e de uma atriz, Sara cresceu na cidade praiana de Clearwater, na Flórida, sempre tentando conseguir seu próprio dinheiro.

No Halloween, costumava decorar sua casa e cobrar ingressos dos vizinhos. Também trabalhou como babá quando era adolescente. Depois de se formar em Comunicação na Florida State University, Sara tentou ingressar por duas vezes na faculdade de Direito. Frustrada, mudou-se para Orlando, onde conseguiu um emprego nos parques da Disney como monitora de brinquedos. Logo percebeu que ali não havia futuro. Três meses depois se candidatou ao cargo de vendedora na Danka, fabricante de fax, impressoras e scanners – agora parte da japonesa Ricoh – , onde ficou por sete anos. À noite, nessa época, trabalhava como comediante de um show de stand-up.

 Aos 27 anos, transferida para Atlanta, passou os dois anos seguintes investindo suas economias, a bagatela de US$ 5 mil, para criar a lingerie perfeita. Para isso, passava horas na internet e na biblioteca da cidade, pesquisando todos os tipos já fabricados, além de garimpar bons tecidos para o produto. Ela buscou algumas empresas do setor para falar sobre sua ideia, mas ninguém a atendia. Até que um vendedor da Neiman Marcus, rede de departamentos de artigos de luxo, decidiu ouvir o que ela tinha a dizer. Sara tomou um avião até Dallas, sede da Neiman Marcus, com algumas peças. Três semanas depois, os produtos da Spanx chegavam às lojas. Com o contrato, ela convenceu também redes como Sack’s e Bloomingdale’s.

O sucesso, no entanto, só veio quando foi entrevistada pela apresentadora de tevê americana Oprah Winfrey em 2000. Com a aparição, as vendas decolaram e ela conseguiu um contrato com a QVC, especializada em vendas pela televisão. Mas a força publicitária de Oprah não era suficiente para Sara. Depois de seis tentativas, ela integrou o reality show Rebel Billionaire, em 2003, do magnata britânico Richard Branson. Sara não venceu, mas levou um cheque de US$ 750 mil para iniciar sua fundação. Até hoje, ela doou cerca de US$ 17,5 milhões para ajudar mulheres e crianças na África do Sul. “Richard é meu herói do mundo dos negócios e um grande amigo”, diz.
Hoje Sara comanda uma equipe de 125 funcionários – dos quais apenas 16 são homens. Nas reuniões da diretoria, ela fica de topless e experimenta as criações. Nesses encontros, as mulheres opinam sobre sutiãs e calcinhas e criam nomes para as peças. Até o público masculino já ganhou as suas, nesse caso, coletes emagrecedores, semelhantes aos espartilhos femininos. Com a estreia na lista da Forbes, ela passou a ser procurada por fundos de investimento que desejam pegar carona no seu sucesso. Internacionalmente, a ideia é dobrar as vendas que hoje correspondem por 15% dos U$ 250 milhões anuais. “O negócio do bumbum está chegando”, diz. Pelo menos para a Spanx, já chegou.
Da Istoé Dinheiro

Duas empresárias que se destacaram em suas atividades representam a unidade federativa na etapa nacional do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios.

Vencedora da etapa distrital do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios. Foto: Lorena Lopes/BG Press.

Ser dona do próprio negócio é o sonho de muitas brasileiras. Essas mulheres não medem esforços para alcançar esse objetivo e, em nome dele, conseguem vencer todas as dificuldades que surgem pelo caminho. Para participar da etapa nacional do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, as empresárias vencedoras da etapa distrital da premiação, Carla Gomes, proprietária do Espaço Bela Mulher, e Santina Gonçalves, representante da Associação Mãos de Mulher, vão representar o Distrito Federal. O evento será realizado no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, em Brasília.

As candidatas de destaque concorrem, na próxima semana, com participantes de todo o Brasil. Entre os critérios de avaliação das histórias de sucesso inscritas estão superação de discriminação da mulher, participação ativa nos negócios, perseverança e superação dos desafios.

Carla Gomes iniciou a empresa com apenas R$500 de capital inicial. Resolveu montar uma clínica de estética na suíte que sobrava em sua casa. Em uma semana de funcionamento precisou mudar para um espaço de 25m² em razão da enorme procura de clientes. Pouco tempo depois, migrou para um imóvel com 52 m² e o faturamento triplicou.

Porém, Carla não contava com um grave problema de saúde que surgiu em meio a sua trajetória, no momento em que descobriu que estava grávida. Mesmo assim não desanimou, procurou tratamento médico, e hoje comemora a saúde e o sucesso profissional: o Espaço Bela Mulher conta com 140 m² com estacionamento privativo, recepção com TV LCD e TV a cabo, seis salas, um consultório, SPA com banheira de hidromassagem com Cromoterapia. Para atender os clientes, a empresa conta com oito colaboradores e dois parceiros, entre médico esteta, nutricionista, massoterapeuta e depiladora.

Na categoria negócios coletivos, a empreendedora Santina Gonçalves se destacou ao relatar sua história à frente da Associação das Bordadeiras, Crocheteiras e Costureiras do Bairro Morro Azul, em São Sebastião (DF). Ela enfrentou adversidades e constantes mudanças até conseguir lucrar com a produção de tapetes e fuxicos.

Santina cresceu tanto que teve seu trabalho reconhecido até mesmo em telenovelas. “Quando iniciamos o grupo, tive que aprender atividades complementares, pois antes cuidava apenas da produção. Agora precisava pensar em coleções inteiras. Contei muito com o apoio do Sebrae no DF para enfrentar dificuldades e aumentar minhas habilidades”, reconhece.

Franqueadas - Arte RatoFX

 O ano  começou a todo vapor no Mundo das Franquias.

Segundo a vice-presidente da ABF -Associação Brasileira de Franchising, Cristina Franco o setor de franquias brasileiro deverá crescer 15% e superar a barreira dos R$ 100 bilhões em 2012.

Eis os principiais motivos para este avanço na expansão do setor:
  1. Entrada da indústria no sistema, para aproveitar as vantagens de operar um modelo de negócios que cria seu próprio canal de distribuição. Por conta da competição dos importados, o universo empresarial para as indústrias ficou extremamente complicado. O franchising surge como opção salvadora para uma indústria que despencou verticalmente na participação do PIB, de 47% pouco tempo atrás para apenas 17% agora.
  2. A entrada das grandes marcas da indústria não vão elitizar o setor, pois teremos em 2012 muitos empreendedores apostando na forte expansão das MICROFRANQUIAS (redes com investimentos inicial até R$ 50 mil). A previsão é de crescimento acima de 20% e em volume superior a 12 mil novas unidades distribuídas pelo País. A inclusão de pequenos empresários no sistema representa uma resposta ao combate à informalidade da economia, ainda elevada no Brasil. Segundo a ABF, já existem 260 marcas neste formato, cerca de 14% do total de marcas de franquia do Brasil.
  3. A entrada de novas marcas que desejam aderir ao sistema para aproveitar a solidez do franchising brasileiro, que atingiu um ponto elevado de maturidade.
  4. O aumento de número de shoppings centers no interior que deverá ultrapassar o dos grandes centros pela primeira vez em 2011, aponta a Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping). Em 2010, 50,13% dos empreendimentos estavam nas capitais e 49,87% fora delas, mostra recente levantamento da entidade em conjunto com o Ibope Inteligência. A vice presidente da ABF diz que : “Os novos centros de consumo regionais também irão atrair as nossas franquias e a ABF oferece suporte técnico para as empresas que desejarem ocupar os novos centros fora dos grandes centros”.
  5. A alta disposição do brasileiro em EMPREENDER .

Você deve estar perguntando agora: ” Mas e a crise mundial não afetará este crescimento ?” Ela pode até assustar, mas ainda assim o franchising brasileiro crescerá pelo menos 15% em 2012 por conta dos motivos acima citados.

Desejo a você um 2012 ILUMINADO assim como será o FRANCHISING BRASILEIRO!

Lênia Luz

Lênia LUZ
Consultora em Franquias

www.mundodasfranquias.com.br

www.aurelioluz.com.br

Para quem se lembra da entrevista Elas no Comando, que fizemos em 2009, não é surpresa ver o sucesso de Danielle Moreira frente à ACDF – Associação Comercial do Distrito Federal.

Danielle Moreira

Já naquela ocasião Danielle tinha projetos para a Associação que, postos em prática e ampliados, conduziram sua trajetória até a premiação do Fórum de Líderes Empresariais do país, na categoria Novos Líderes Nacionais, hoje, em cerimônia em São Paulo.

O Fórum de Líderes Empresarias, cuja presidência está a cargo de Ozires Silva, reúne empresários líderes dos maiores grupos comerciais do Brasil.

Os premiados são escolhidos por meio de votação entre os membros do fórum, já há 32 anos.  Segundo seu presidente, esta premiação é um ponto alto no calendário de eventos do mundo corporativo reunindo os executivos e personalidades mais expressivos do país.

Brasília está orgulhosa por mais esta conquista da Danielle que é, sem dúvida, uma Mulher no Poder das mais importantes.

Parabéns!

Sebrae

Organização, visão detalhista, bom trato com pessoas. Algumas qualidades tidas como femininas têm feito com que redes de franquia busquem mais mulheres para gerenciar as unidades.

Para Jaqueline Garcia, coordenadora estadual do Projeto Franquias do Sebrae-RJ (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), a procura de mulheres por franquias é cada vez maior.

“A mulher sabe ser enérgica e ao mesmo tempo, compreensiva; sabe comandar sem abrir mão do carinho. Isso se traduz em bom gerenciamento e bons resultados.”

Muitas franquias já contam com mais mulheres do que homens à frente dos negócios. Na rede de cursos de inglês inFlux, por exemplo, elas representam 60% dos franqueados.

Uma delas é a paulista Simone Hayashi, 37, formada em engenharia. “Levei dois anos para ter retorno do que tinha investido. Já com mais experiência, quando abri a minha quinta escola, demorei só seis meses para ter esse retorno”, comemora.

A rede de cursos de informática ComputerToys conta com 90% de mulheres entre franqueados. A marca soma 25 unidades no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Brasília e no Rio Grande do Sul.

“Nossa expectativa é fechar 2011 com um crescimento na faixa de 20%, o que é muito bom e só prova que nós, mulheres, estamos no caminho certo”, afirma Flávia Dalalama, 39.

Dalalama, que é mãe de um menino de 8 anos, diz achar estimulante ser empresária. “Mesmo com tanto trabalho, sendo dona do próprio negócio, temos maior flexibilidade de horários e podemos dar conta melhor do papel de mãe e mulher, também.”

Segundo o consultor Marcos Rizzo, da Rizzo Franchise, “as mulheres se adaptam melhor aos padrões exigidos por cada uma das franquias, são mais organizadas e possuem maior estabilidade com a equipe de funcionários, gerando, assim, menor rotatividade de pessoal”.

Do Folha.Com