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Comentários ‘China’

Foi a primeira vez que a China fez este tipo de atividade no espaço. Em 1986, a 1ª professora no espaço morreu no acidente da Challenger.

Jovem aluna faz pergunta através de videoconferência para a astronauta e professora Wang Yaping. (Foto: CCTV / AP Photo)

A astronauta chinesa Wang Yaping, de 33 anos, deu uma aula nesta quinta-feira (20) a bordo da nave espacial “Shenzhou X”, que foi retransmitida ao vivo para 60 milhões de crianças do país asiático, na primeira vez que a China fez este tipo de atividade no espaço.

Wang, a segunda mulher astronauta da China, mostrou aos estudantes do ensino médio do país o funcionamento de algumas leis da física na gravidade zero e, como uma típica professora, fez perguntas às crianças para que estes demonstrassem seus conhecimentos, um evento que foi retransmitido por vários canais da emissora estatal “CFTV”.

A bordo do módulo espacial, Wang apresentou às crianças os seus companheiros de viagem, os astronautas Zhang Xiaoguang (que gravou a classe com uma câmera de vídeo) e Nie Haisheng, o comandante de voo, que fez uma pirueta no ar para mostrar aos estudantes a ausência de gravidade.

Depois, com pêndulos, giroscópios e gotas d’água flutuando no ar, Wang mostrou às crianças vários fenômenos que ocorrem com a ausência de gravidade, uma aula que mais parecia um espetáculo de mágica.

A China é o terceiro país do mundo com capacidade para enviar astronautas para o espaço (depois de Estados Unidos e Rússia) e busca uma maior aproximação do programa espacial – que é cercado de segredos por sua origem militar – com a sua população, dez anos depois do primeiro voo tripulado.

A jovem astronauta, piloto das Forças Aéreas da China, passa a fazer parte do seleto grupo de “professores espaciais” da história, e que foi iniciado com uma tragédia, pois a primeira astronauta designada para dar uma aula no espaço, a americana Christa McAuliffe, morreu no acidente da nave Challenger em 1986.

Após o acidente, outra americana – Barbara Morgan – continuou o programa dos professores no espaço 12 anos depois, na viagem do Endeavour em 1998.

Barbara enviou na semana passada uma carta de felicitação a Wang Yaping, na qual lhe desejou sucesso em sua empreitada espacial. “Você vai estar muito ocupada lá em cima, mas reserve um tempo para olhar pela janela”, disse Barbara em sua carta, enviada ‘em nome dos professores e estudantes de todo o mundo’.

Do G1

Liu Yang, a primeira astronauta chinesa, posa para fotos nesta sexta-feira (15) (Foto: AP)

Liu Yang vai a bordo da nave Shenzhou IX acompanhada de dois homens. Mulher deve aumentar eficiência do trabalho da tripulação, diz porta-voz.

A China vai lançar, na tarde de sábado (16), a nave tripulada Shenzhou IX, a quarta deste tipo, com uma novidade a bordo: a primeira mulher astronauta chinesa, Liu Yang.

A expectativa é que Liu, que irá acompanhada de dois homens, melhore a “eficiência” do trabalho da tripulação, segundo a porta-voz, Wu Ping, em entrevista na plataforma de lançamento, situada na província de Gansu (noroeste), segundo a agência oficial Xinhua.

“De maneira geral, as astronautas mulheres têm mais estabilidade psicológica e maior habilidade para lidar com a solidão”, afirmou Wu.

Liu se somará à lista de mais de 50 mulheres astronautas que viajaram ao espaço desde que a russa Valentina Tereshkova se tornou a primeira cosmonauta em 1963, dois anos depois da histórica viagem de Yuri Gagarin.

A designação de Liu foi anunciada nesta semana após um longo processo de seleção que deu preferência a mulheres casadas e com filhos (embora esse não seja o caso da escolhida), devido ao fato de o voo espacial e a possível exposição à radiação poderem causar infertilidade.

Os critérios da escolha são rigorosos. A escolhida tinha, entre outros, de ter dentes perfeitos, pele sem calos ou problemas, bom hálito e odor corporal agradável -o contrário pode ser um problema durante a permanência no espaço.

Além disso, com esta missão, a China realizará o primeiro acoplamento de uma nave tripulada ao módulo chinês Tiangong I, lançado no último mês de setembro e criado para hospedar os tripulantes e servir de base para experimentos científicos que desenvolverão durante dez dias.

Os astronautas Jing Haipeng, Liu Wang e Liu Yang embarcarão às 7h37 de sábado (de Brasília) na Shenzhou IX, que será propulsada ao espaço por um foguete desde o Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan, no deserto noroeste da China.

O lançamento foi anunciado em fevereiro, mas na ocasião foi informado que seria uma nave não tripulada com animais e sementes a bordo para realizar experimentos em condições de gravidade zero e radiação.

Este será a quarta viagem tripulada da China depois das realizados em 2003 e 2005, e do passeio espacial de 2008.

Segundo dados oficiais chineses, a China se situa no segundo posto no número de lançamentos depois da Rússia, embora os analistas considerem que o país asiático tem atualmente o nível tecnológico de Estados Unidos e União Soviética na década de 1960.

Do G1

A presidenta Dilma Rousseff (Foto: Roberto Stuckert Filho / Presidência)

O primeiro-ministro da China, Wen Jiabao, disse à presidenta Dilma Rousseff, em conversa por telefone nessa quarta-feira (16/5), que os chineses querem “ampliar e aprofundar as relações com a América Latina”. Além disso, Jiabao aceitou convite de Dilma para participar da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), cujas reuniões ocorrem nos dias 20 a 22 de junho, no Rio de Janeiro.

Na conversa, segundo Jiabao, Dilma agradeceu à China o apoio à Rio+20 e disse ainda que confia no esforço da comunidade internacional na busca de um consenso político para a promoção do desenvolvimento econômico, social e proteção ambiental. Segundo Jiabao, a Rio+20 será a oportunidade de o mundo enviar “sinais positivos, claros e fortes” sobre a necessidade de incentivar o desenvolvimento sustentável global. O primeiro-ministro disse que a China está disposta a cooperar para esse processo internacional.

“A natureza estratégica e global dos laços entre a China e o Brasil tornaram-se cada vez mais evidentes”, disse Jiabao, na conversa, de acordo com a agência pública de notícias da China. Ele e Dilma conversaram também sobre os impactos da crise econômica internacional. Jiabao disse ainda que o fortalecimento da cooperação entre a China e o Brasil tem “grande significado e amplas perspectivas”.

Em 2009, a China superou os Estados Unidos tornando-se o principal parceiro comercial do Brasil. Em 2011, o comércio bilateral cresceu 35,2% ao alcançar US$ 84,5 bilhões, com um saldo de US$ 20,79 bilhões favorável ao Brasil.

Do Correio Braziliense

Angela Merkel, da Alemanha

A polícia chinesa impediu que um destacado defensor dos direitos humanos participasse de um jantar oferecido pela chanceler (primeira-ministra) alemã, Angela Merkel, nesta sexta-feira em Pequim, no mais recente caso de restrições a pessoas que divergem do governo.

Diplomatas alemães na embaixada em Pequim haviam convidado na quinta-feira o advogado Mo Shaoping para um jantar com Merkel, no qual seriam abordados o sistema legal chinês e os desafios enfrentados por advogados, disse Mo por telefone.

O incidente poderá ampliar o foco na questão dos direitos humanos na China. Na quinta-feira, Merkel disse a repórteres que manteve um “diálogo franco “com autoridades chinesas sobre direitos humanos.

Do Terra

 

Greenpeace

Um estudo da organização ambiental Greenpeace apresentado nesta terça-feira em Pequim detectou substâncias tóxicas em roupas de marcas multinacionais vendidas no mundo todo, um mês após a organização denunciar a presença dessas substâncias em resíduos de fábricas têxteis chinesas.

Segundo comunicado da organização ambiental, a pesquisa, que é parte da campanha do Greenpeace contra as más práticas na fabricação têxtil, encontrou em dois terços dos 78 produtos estudados em lojas de 18 países a substância nonilfenol etoxilado (NPE), proibida na União Europeia (UE) e com fortes restrições na China.

Os produtos achados com NPE foram fabricados e comercializados por 14 marcas de destaque no setor, entre elas Adidas, Li Ning, H&M e Abercrombie & Fitch, ressaltou o Greenpeace. As substâncias podem causar problemas hormonais.

O estudo corrobora os resultados de uma pesquisa anterior apresentada em julho, onde foram encontrados vestígios de nonilfenol e PFC (outra substância proibida na UE) em águas residuais junto a duas fábricas chinesas que suprem muitas multinacionais do setor têxtil.

Segundo a ONG, “o uso e vazamento de químicos perigosos é um problema muito difundido e onipresente”. “Já não é só um problema para os países em desenvolvimento onde a roupa é fabricada, dado que se liberam níveis residuais de NPE quando lavada, o problema se estendeu aos países onde seu uso é proibido”, ressaltou Li Yifang, chefe de campanha do Greenpeace China.

De acordo com ele, os NPE “alteram o desenvolvimento sexual e afetam o sistema reprodutivo”, por isso, mesmo em baixas concentrações, “representam uma grande ameaça para o meio ambiente e à saúde humana”.

O Greenpeace realiza nesses meses uma campanha mundial contra o uso de materiais tóxicos por parte das grandes multinacionais do setor têxtil, com atos de protesto que incluíram um “striptease mundial” em 14 países.

 Do Terra

 

Do Uol/Efe
Rupert Murdoch e sua mulher Wendi Deng, em Xangai

As imagens da mulher chinesa do magnata Rupert Murdoch, Wendi Deng, atacando como uma tigresa para defender seu marido, inflaram o orgulho nacional dos chineses, que nos foros de internet asseguram nesta quinta-feira (21) que as mulheres do país são a melhor defesa para seus companheiros.

“Na hora de protegerem seus filhos ou seus maridos, as mulheres chinesas se transformam em tigres”, assinalava em um foro do site “Sina” um internauta chinês, após assistir ao vídeo de Wendi dando uma bofetada no homem que tentou agredir Murdoch no Parlamento britânico, na última terça-feira.

A cena, que circula pelas redes sociais de todo o mundo e também alçou à fama a mulher chinesa de Murdoch, fez os internautas da China refletirem sobre a personalidade de suas mulheres, que tradicionalmente tinham a fama de serem submissas mas que nas últimas décadas apagaram essa imagem.

Em suas manifestações na rede, os usuários chineses chegam a comparar a força e a energia de Wendi Deng, ex-jogadora de vôlei, às da primeira imperatriz do país, Wu Zetian, famosa por ter se imposto em uma sociedade então dominada por homens.

“Murdoch deve estar comovido; Deng protegeu sua dignidade”, manifestava o usuário “Zyppyo” também no foro da “Sina”, enquanto outros internautas perguntavam onde podiam encontrar uma mulher assim.

“As mulheres chinesas são as melhores esposas”, concluía no foro do “Sohu”, o outro grande portal chinês, o usuário “Anbian Baiyang”, embora em muitas ocasiões os homens chineses se queixem do materialismo de suas mulheres, ou das muitas exigências que fazem para aceitarem se casar.

Os periódicos britânicos estamparam imagens da “tigresa” Wendi Deng em suas capas na quarta-feira, chegando a comparar a chinesa a uma das protagonistas do filme “As Panteras”.

O vídeo em inglês é do Trending News Channel.

Do Correio Braziliense

Christine Lagarde

A candidata francesa à direção do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, recebeu o apoio da China nesta segunda-feira, o que aumenta as probabilidades de que ela seja eleita mesmo com as queixas dos países emergentes sobre a monopolização do cargo por europeus.

Espera-se que a partir de terça-feira o Conselho de Administração do FMI eleja o novo diretor-gerente entre Lagarde, ministra francesa de finanças, e Agustín Cartens, governador do Banco Central mexicano.

Desde que iniciou a campanha pela direção do fundo, no final de maio, Lagarde – de 55 anos e apoiada pela Europa – tem sido a grande favorita, apesar de Washington ainda não ter expressado sua preferência.

O fato de a China ter confirmado seu respaldo a Lagarde sugere ainda que as objeções expressadas pelos países emergentes quanto à nomeação de um europeu terão pouco impacto na decisão final.

Segundo o diretor do Banco Central chinês, Zhou Xiachuan, “Pequim já demonstrou apoio completo à candidatura de Lagarde”, conforme publicado pelo Dow Jones Newswires.

Enquanto isso, Cartens, de 53 anos, recorreu na sexta-feira a Austrália e Canadá, sugerindo que a luta não havia ainda chegado ao fim.

Dominique Strauss-Kahn, ex-diretor-gerente do FMI, renunciou no dia 18 de maio ao cargo após um escândalo sexual em Nova York, aumentando ainda mais a tensão pela qual passa o FMI, que já vinha abalado pelas negociações em relação ao gigantesco plano de resgate da Grécia e preocupações sobre o estado de outras economias da Europa.

Apesar dos enormes méritos, incluindo um período como número três do FMI, o economista Cartens não conseguiu reunir apoio concreto dos países em desenvolvimento, a não ser de um pequeno bloco de nações latino-americanas.

O Conselho de Administração do FMI declarou que gostaria de tomar a decisão por consenso, antes do final do mês de junho.

 

Do UOL

Silvia Gustavo vai aproveitar viagem à China com a seleção para comprar um tablet

Os torneios amistosos da seleção brasileira feminina na China não servirão apenas como preparação para o Pré-Olímpico das Américas. Aproveitando a visita ao país asiático, as atletas assumiram seu lado ‘sacoleira’ e pretendem usar a oportunidade para renovar sua coleção de eletrônicos.

“Falei para as meninas não comprarem nada agora. Vamos aproveitar para renovar tudo na China”, contou a ala Silvia Gustavo. “Vou aproveitar para comprar um iPad para mim. Também pretendo comprar um notebook, pois o meu queimou”.

Os modernos equipamentos eletrônicos são uma febre entre as jogadoras. Aparelhos de música e notebooks estão entre os mais utilizados, em uma lista que também conta com câmeras digitais e videogames portáteis.

“Todo mundo tem iPod, iPad, notebook. É uma febre. Você vai em qualquer quarto e sempre tem dois de cada. Até Playstation portátil [PSP] algumas meninas têm”, revela a ala Fernanda Beling, que sempre carrega notebook e iPod durante o período de concentração.

O ‘apetite digital’ das atletas poderá ser saciado em um país conhecido pelo preço baixo dos produtos eletrônicos. Com mão de obra barata e matéria prima abundante, a China conseguiu baratear o custo dos equipamentos e se tornou um lugar atrativo para compras.

Quatro jogadoras, porém, não terão a oportunidade de viajar à China. Convocadas para o período de treinamentos, a armadora Ivana, as pivôs Ísis e Natália e a ala Tatiana foram cortadas da delegação pelo técnico Ênio Vecchi. Ficar de fora do elenco, porém, não significa ficar sem uma ‘lembrancinha eletrônica’ do país asiático.

“Combinamos entre nós que quem não for com a delegação dará dinheiro para outra trazer. Isto a gente ajeita”, afirmou Silvia Gustavo.

 

Do Globoesporte

Vice-campeã na Austrália, tenista de 29 anos conquista Roland Garros

Na Li beija o troféu conquistado neste sábado, seu primeiro em um Grand Slam (Foto: Reuters)

Nem Kim Clijsters, nem Caroline Wozniacki, nem Maria Sharapova. A tenista com melhor desempenho em Grand Slams este ano é Na Li. Neste sábado, a chinesa de 29 anos, vice-campeã do Australian Open, coroou duas semanas espetaculares em Paris com outra atuação de gala. Por 6/4 e 7/6(0), ela bateu Francesca Schiavone e tomou da italiana o título de Roland Garros.

O título é o primeiro de um chinês na chave de simples de um Grand Slam. Até hoje, o país tinha três troféus em eventos deste porte, mas todos em duplas: Zi Yan e Jie Zheng no Australian Open e em Wimbledon, ambos em 2006, e Sun Tian-Tian, que formou parceria com o sérvio Nenad Zimonjic nas duplas mistas do Australian Open de 2008.

Além do título e do 1,2 milhão de euros (cerca de R$ 2,76 milhões) embolsados neste sábado, Na Li subirá do sétimo para o quarto lugar no ranking mundial e se tornará a tenista asiática mais bem ranqueada na história. Ela igualará a japonesa Kimiko Date-Krumm, que também foi a número 4 na lista da WTA – em 1995, quando tinha 25 anos.

Atual campeã e invicta em Roland Garros há 13 jogos, Schiavone começou a partida tentando usar bolas com muito efeito anguladas. A intenção era fazer com que Li não estivesse equilibrada, mas não deu certo. A chinesa não abriu mão de sua posição perto da linha de base e nem se incomodou com os ângulos. Pelo contrário. Li impôs suas pancadas e dominou a maioria das trocas de bola. Com 15 winners e um quebra de saque no quinto game, a vice-campeã do Australian Open fez 6/4 no primeiro set.

Schiavone só conseguiu três winners na primeira parcial e continuou com problemas no segundo set. Logo no primeiro game, cedeu uma quebra para a chinesa. Li sofreu seu primeiro susto no segundo game, quando a italiana conseguiu, enfim, um break point. A número 7 do mundo se salvou com um ace, fez 2/0 e manteve a dianteira.

Li também teve chances de quebra no quinto e no sétimo games, mas falhou na hora de converter. As chances perdidas pesaram. No oitavo game, a chinesa cometeu quatro erros com sua direita e cedeu a quebra para a adversária, que empatou o set em 4/4. Mais quatro games equilibrados, e a decisão ficou para o game de desempate.

A chinesa começou o tie-break vencendo um lindo ponto, dando um lob em Schiavone e matando com um voleio. Li também encaixou bons saques e abriu 3/0. A italiana lutou, mas sua oponente não falhou mais. Li abriu fez 7/0, se jogou no saibro e festejou ao ver Schiavone errar a última bola.

Do Portal Terra

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira que o Brasil alcançou os principais objetivos durante a visita à China na semana passada. Segundo ela, o País conseguiu abrir as portas para que mais produtos brasileiros tenham entrada garantida ao mercado chinês. “A viagem foi bastante proveitosa”, disse.

Em seu programa semanal Café com a Presidenta, Dilma destacou ainda acordos importantes em áreas como ciência e tecnologia, além de negócios fechados com empresários asiáticos. “São investimentos que, além de trazer dinheiro e novas tecnologias, também vão gerar emprego para milhares de trabalhadores”, explicou.

A presidenta ressaltou que será preciso investir na capacitação de trabalhadores brasileiros para que o País possa atender às demandas, sobretudo no setor de tecnologia da informação. Para ela, a entrada de empresas chinesas deverá baratear produtos como celulares, televisores e tablets.

“(Estou) muito satisfeita. Acho que foi um salto de qualidade em nossas relações, mas queremos mais. Hoje, vendemos muita matéria-prima para a China. Queremos vender a matéria-prima, mas também queremos vender produtos mais elaborados”, disse.

Sobre a reunião do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), Dilma afirmou que o encontro foi importante e que temas como o desenvolvimento dos países, o combate à pobreza, o comércio mundial mais equilibrado e o controle da especulação financeira foram debatidos.

Ig
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