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Comentários ‘Brasilia’

Foto: Valéria Pena-Costa

Foto: Valéria Pena-Costa

Quinta-feira de Abril. Era pra ser azul. Diferente disso o dia veste uma espécie de casaco felpudo e branco. Todo franjado de águas compridas que se arrastam no chão e não deixam sequer uma parte do corpo do dia à vista.

Não é a primeira vez que falo dele assim. Me parece vestido com um roupão de banho, já que associo a veste à água. Certamente seu corpo está molhado. E não evito um pensamento de que, mais tarde, talvez, quando o sol atrás das nuvens resolver se aproximar, o dia possa nos proporcionar um belo ‘striptease’. E já me adianto em fantasias.

Primeiro recolhe as franjas, joga-as displicentemente para trás, pra cima, sei lá onde as esconde. Somem. Depois vai abrindo devagar a parte inferior da roupa e o traço da cidade vai se insinuando. Daqui tenho uma visão privilegiada, me sentarei na varanda pra assistir. Então aparecerá o lago, como os tornozelos. Depois o contorno sinuoso da ponte, e já prevejo os prédios que se projetam no céu.

Então ele se detém nos indícios da cidade, antes de desnudá-la totalmente. Antes que eu possa ver o horizonte. E passa a despir os ombros. O roupão vai se dissolvendo em fiapos que voam com o vento. A pele do dia se arrepia. As árvores tremem à minha volta. O sol esquenta um pouco mais. Os passarinhos se agitam. As maritacas gritam meio histéricas, estridentes. A platéia está alvoroçada. E o céu vai se mostrando devagar em toda sua limpa exuberância. Azul profundo, com um olhar de atravessar meus olhos. Me derreto sob o sol. Por alguns segundos até desejo a chuva pra me refrescar por um instante. Mas o dia continua em seu encantamento. Não tira os olhos de mim, que hipnotizada retribuo e o fito longamente.

Será que o azul se mostrará todinho? Se exibirá totalmente nu perante o mundo? Fico envergonhada quando me lembro que nos dias de Abril me sinto abraçada. E respiro diferente. Acordo sorridente. Pratico ousados movimentos com a vida. Temos nossa própria coreografia.

E já passo a fazer planos. O que eu farei com esse dia…

Pensem o pior de mim, mas um lindo dia azul de Abril me inspira. Não há outro mês mais sensual. Talvez fevereiro se iguale em apelos. Cada um com seus encantos. Conjuração e carnaval.

Se eu fosse escolher meses como amantes, escolheria esses dois.

Abril é charmoso, amplo, sorridente. É arejado, claro, livre e me chama pra rua e pro céu. Se eu quisesse praticar aventuras, seria em Abril. É aquele que sopra endorfina no meu rosto.

Já fevereiro é palpável, moreno, vibrante. É quente e exuberante e me faz querer ficar em cantos aconchegantes com ele, porque pode chover. Me encharca de serotonina.

Mas voltamos a Abril, quinta-feira, e meu dia ainda está vestido. Recatado. Se estou no meio do turno, esperei até agora, penso que ainda não é tarde para acontecer meu espetáculo. Já sigo feliz por saber que em algum momento o azul me chegará. Vou deixar que me abrace. E é possível que sejamos vistos soltos por aí, ele com esse espírito aventureiro e naturista e eu desejando sinceramente que ele se expanda, se alongue e me alcance, me envolva.

Ainda me encontro na varanda à espera da abertura de alguma fresta nas nuvens, onde eu possa atravessar a mão para acariciar aquela carne etérea do vazio azul. Pode ser até que eu toque uns lampejos de sol. E a chuva cai à minha volta, cai como cascata do beiral, se joga farta nos galhos do ipê produzindo um som repetido de gargalhada. Acho mesmo é que ri zombando de mim. É que Abril parece meio ausente, ele ainda não veio pra ficar.

Valéria Pena-Costa

Valéria Pena-Costa

 

 

 

Valéria Pena-Costa, Artista plástica . Mineira em Brasília.

Artista de 84 anos vive, por vontade própria, em uma clínica psiquiátrica em Tóquio desde 1977, onde cria e produz suas obras (Foto: Divulgação)

Sucesso de público no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) no Rio de Janeiro, com 750 mil visitantes, durante pouco mais de três meses, a exposição Obsessão Infinita, que marca a estreia da japonesa Yayoi Kusama no Brasil, chega ao CCBB de Brasília na próxima quarta-feira (19).

Yayoi Kusama, de 84 anos, é uma das mais importantes artistas japonesas ainda em atividade. Ela vive, por vontade própria, em uma clínica psiquiátrica em Tóquio desde 1977, onde cria e produz suas obras. A marca registrada de Yayoi é a figura da bola. Serão apresentados cerca de 100 trabalhos entre pinturas, trabalhos em papel, esculturas, vídeos, apresentação de slides e instalações, que cobrem o período de 1949 a 2012.

Segundo um dos curadores da mostra, Philip Larratt-Smith, o trabalho de Yayoi é uma autêntica expressão de sua condição psicológica única: ela sofre de transtorno obsessivo-compulsivo e de alucinações. “As bolinhas são a sua assinatura porque são as que melhor representam esses estados mentais. Fiquei surpreso e feliz com o grande público no Rio e espero que o sucesso se repita em Brasília. Observei que a exposição inspirou grande alegria nos visitantes”, disse.

A artista nasceu na cidade de Matsumoto, no Japão, em 1929. Começou a produzir seus trabalhos poéticos em papel nos anos 1940, antes de iniciar sua celebrada série Infinity Net (Rede Infinita), no final dos anos 1950. Essas pinturas são caracterizadas pela repetição obsessiva de pequenos arcos pintados, aglutinados em padrões rítmicos maiores.

A mudança para Nova York, em 1957, foi um divisor de águas para a artista. Foi nessa época que entrou em contato com artistas como Andy Warhol. Ali começou a fazer performances que lhe renderam notoriedade. Em 1973, Yayoi retornou ao Japão e, desde 1977, vive em uma instituição psiquiátrica.

Produzida, em sua edição brasileira, pelo Instituto Tomie Ohtake, em parceria com o estúdio da artista, a mostra tem curadoria de Philip Larratt-Smith (curador do Malba – Fundación Constantini, Buenos Aires) e de Frances Morris (curadora da retrospectiva de Yayoi na Tate Modern de Londres). A exposição fica em cartaz até 28 de abril, de quarta a segunda-feira, das 9h às 21h.

Da EBC

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Ellen Oleria, vencedora do The Voice Brasil, faz show de lançamento do CD Encruzilhada – FOTO – Diego Bresani/Divulgação

“Deixar a sua luz brilhar e ser muito tranquilo / Deixar o seu amor crescer e ser muito tranquilo”, são com esses versos da canção “Fé Cega, Faca Amolada”, de Milton Nascimento, que Ellen Oléria define seu atual momento. Aos 31 anos, a brasiliense que conquistou o Brasil no reality show “The Voice Brasil”, revelou ser um privilégio ser chamada de “a voz do Brasil”. Ellen falou com o UOL na tarde desta quarta-feira (11) por telefone. Do outro lado da linha, uma voz suave e calma contrastou com o timbre forte exibido nas performances cheias de atitude da cantora durante sua participação no programa.

“Não teria como eu ter meu vínculo com o ‘The Voice’ diminuído, eu seria tola de tentar negar ou esconder isso. O programa me projetou nacionalmente. Trouxe uma propulsão fantástica em nossas vidas”, disse ela. Ellen acaba de lançar o álbum “Encruzilhada”. Para o projeto, ela recrutou amigos antigos, como a banda Pretutu, até mais recentes, caso de Alexandre Castilho, com que trabalhou no “The Voice”. No repertório, além de canções inéditas, há regravações de canções que ela apresentou no palco da atração, caso de “Zumbi”, de Jorge Ben.

“A intenção de trazer essas canções para o disco é uma forma de devolver a energia que esse público me ofereceu e depositou em mim durante essa passagem no programa. Essas músicas são como uma cartão de visita para que as pessoas conheçam a cantora Ellen Oléria, elas também são de alguma forma um ponto de encontro meu com esse público, a pessoa aperta o play e entra em contato comigo, foi uma escolha muito inteligente do Alexandre Castilho”, opinou Ellen.

Sabendo da cobrança – e até mesmo da desconfiança – que há com cantores saídos de realities, Ellen afirmou que se surpreendeu com as críticas positivas (“Estava mais preparada para a porrada”) e afirmou que chegou a ter certa insegurança sobre o futuro. “Vivi um momento de insegurança como todo mundo. Tive medo de várias coisas, sempre esperamos uma resposta positiva, há isso de ser remanescente de um reality show, nunca somos bem vistos pela crítica, mas sobrevivi a essas crises e medos com muito trabalho e dedicação.Encontrei coragem para me tranquilizar nesse processo, acho que a música falou mais alto. Tudo foi feito com muita verdade e seriedade. Fora isso fui muito bem assistida tanto pela gravadora quanto pela minha equipe, amigos, esposa, nunca estive sozinha”.

“A revolução será televisionada”

Negra, lésbica e vegana, Ellen Oléria tem total consciência da imagem que exerce sobre o público. Já nas entrevistas para participar do “The Voice” ela disse que iria negar a frase de Gil Scott-Heron. “Falei que diferente do que ele havia dito, a revolução seria televisionada. Eu sou do mundo, não posso transitar, cantar ou fazer arte ignorando meu lugar de fala. Minha imagem estética é crítica, minha fala é o combustível da minha ação e da minha consciência. Eu nasci dentro de uma revolução, não posso dizer aos meus ancestrais que a luta foi em vão. Onde eu for eu vou levar a revolução comigo, caso contrário eu estaria fazendo só entretenimento, não arte”.

Casada com a jornalista Poliana Martins desde agosto (elas estão juntas há mais de um ano), Ellen se disse “orgulhosa” das suas escolhas. “Esse 2013 foi um ano poderoso em vários sentidos, tive encontros transformadores, muitos desencontros também e dei um passo para a construção da minha família. Também me tornei vegana, meus hábitos mudaram completamente”.

Com shows marcados em São Paulo e no Rio de Janeiro, Ellen tem tido pouco tempo para assistir ao programa que a lançou nacionalmente, mas vê em Dom Paulinho, Sam Alves e Gabby Moura grandes talentos. “Gabby tem uma voz poderosíssima e o Dom tem uma presença de palco que é daquelas coisas impossíveis de explicar”, elogiou. Para quem poderá a vir ser “a nova voz do Brasil”, a cantora só tem um conselho: “Acredito na verdade de cada um, então acredita e se joga”, disse aos risos.

Do UOL

 

Embaixatriz do Gabão, Jacqueline Angouo.

Embaixatriz do Gabão, Jacqueline Angouo.

A embaixatriz do Gabão, Jacqueline Angouo, promove no dia 30/10, na residência oficial no Lago Sul, Chá Beneficente para marcar a abertura do novo calendário de eventos socioculturais da República Gabanesa.O objetivo é aproximação dos dois países pela cultura, mas também, o apoio e a solidariedade às crianças necessitadas do Distrito Federal. Nesta primeira temporada, os beneficiados serão o Larzinho Chico Xavier e Sociedade Cristã Maria de Jesus Nosso Lar. Várias atrações estão programadas, como o desfile Lu by Lolita, sorteio de brindes, bingo, e apresentação do Grupo Musical Sambossa.

O convite, cortesia da Dot Paper, está sendo vendido por R$ 100,00 (cem reais) e pode ser adquirido na embaixada do Gabão, fone 3248-3533 / 3536.

CASACOR Brasília

CASACOR Brasília

22ª EDIÇÃO DA CASA COR BRASÍLIA. “UM OLHAR MUDA TUDO” REVERENCIA O TALENTO E A CRIATIVIDADE DOS ARQUITETOS E DECORADORES E O MORAR BEM EM SUAS MAIS DIVERSAS EXPRESSÕES E ESTILOS

De 25 de setembro a 5 de novembro de 2013

Tendo como inspiração “Um olhar muda tudo”, a CASA COR BRASÍLIA 2013 reverencia este ano, através dos seus 43 ambientes, o “morar bem” em suas mais diversas expressões e estilos. A 22ª edição da mais completa mostra de arquitetura, decoração e paisagismo da capital do país acontece de 25 de setembro a 5 de novembro, desvendando a relação viva e apaixonada com a casa ao mostrar que ela está ao alcance de todas as pessoas, independentemente de idade, classe social ou perfil familiar, e apresentando ao público propostas para diversos ambientes residenciais e de paisagismo, além de projetos comerciais, criados a partir da visão e talento de renomados profissionais da arquitetura e do design. O local escolhido este ano pelas franqueadas da mostra na cidade Eliane Martins, Moema Leão e Sheila Podestá, é uma construção localizada em terreno no Setor de Indústrias Gráficas (SIG).

“Seguindo a tradição de sempre inovar, a cada edição a CASA COR se consolida como o evento em que as tendências se materializam em ambientes reais e, principalmente, funcionais. A CASA COR BRASÍLIA 2013 apresenta as diversas formas de morar. Morar em casa, em um apartamento, em um loft ou em um studio. Para cada ambiente, um desejo, um estilo”, observam as empresárias responsáveis pela mostra. “Na CASA COR buscamos traduzir totalmente o tema em cada um dos ambientes, propiciando uma experiência de morar bem, morar com conforto, estilo e arte, além da possibilidade de reproduzir os projetos em seus lares”, afirma Angelo Derenze, presidente do Grupo CASA COR.

Nomes conceituados da arquitetura e do design de interiores participam desta 22ª edição, que consolida ainda mais a sofisticação, inovação e criatividade dos profissionais da capital do país. Yeda Garcia com Café/SEBRAE, Walléria Teixeira (4º Hotel), Denise e Juliana Zuba do Studio Zuba com Casa Sob Medida, Ney Lima (Cubo Cinza), André Alf (Iron Box), a dupla Hélio Albuquerque e Sônia Peres (Apartamento), Barbara Paiva com Suíte do Casal, George e Júlia Zardo (Loft do Colecionador), Rachel Fechina (Restaurante), Sérgio Borges e Gerley Siqueira (Espaço Marelli e Espaço Jornal de Brasília), Thaciana Silveira (Studio da Blogueira), Patrícia Tavares (Refúgio do Jornalista), Juliana Figueiredo e Marco Aurélio de Oliveira (Lavabo Unissex/Espera), Juliana Santana (Lounge Via), Marcelo Rosso e Nazaré Leão (Home Office do Empresário), Miguel Gustavo (Studio Casa Brasília), Ângela Brito (Lounge BRB e Lounge de Leitura), Silvana Andrade (Studio do Atleta), Silvana Monte Rosa (Banhos Públicos Masculino/Feminino) e Thatianna Nunes e Ricardo Roberto (Espaço do Chef). O arquiteto Sérgio Parada imprime o seu talento no Espaço Premium, ambiente conceitual do Shopping CasaPark.

Arina Araújo e Viviane Domânico formam a dupla a frente do Living. Vilmara Januzzi e Renata de Oliveira assinam o Quarto da It Girl; Larissa Dias, o Quarto do Bebê; Leonardo Coutinho, Malu Guido e Marcelo Guido, o Banho Casal; Nil de Souza, a Praça 1; Renata Dutra, o Home Theater; Tanara Machado e Andrea Nomura, o Espaço Damha; Flávia Muniz, o Jardim Damha, Cleber Depieri e Gabriel Domingues, o Jardim; Dênis Sarges, o Pátio do Salão e Cristina de Oliveira, o Lavabo. La Vie en Close (Espaço de festas) tem conceito de Apoena Parente, Gilson Freire e Karla Madrilis. Lavabos das Festas ganharam projeto de Camila Jorge, vencedora do Prêmio São Geraldo.

Leo Romano (Foyer) é o representante de Goiás este ano na mostra de 2013, que tem como estreantes: Winnie Jibran e Júlia Peixoto (Fachada), Roberto Guedes (Espaço Resort) e Cynthia Rondelli (Cozinha). Com Vanda Riccioppo, Valéria Leão Bittar faz a sua primeira participação em ambiente residencial e assina a Sala de Jantar. A dupla Mayara Kassiê e Letícia Pires assina a Suíte do Rapaz. O Espaço Design (joalheria e design) tem a frente dois estreantes na mostra: Fabricio Cardoso e Isabel Flecha de Lima.

A CASA COR BRASÍLIA 2013

A sofisticação e a criatividade do trabalho realizado pelos profissionais estarão ainda mais evidenciados na CASA COR BRASÍLIA 2013. São 43 ambientes distribuídos em um área decorada de 7 mil m² (área construída de 3 mil 449 m² e 3 mil 600 m² destinados à praça e aos jardins). Os visitantes irão conferir durante os 41 dias de realização da mostra, projetos de arquitetura, decoração e paisagismo criados para ambientes residenciais, comerciais e áreas externas.

No térreo: fachada, bilheteria, lofts, espaço gourmet, restaurante (com cardápio comandado pelo Hanna Buffet, de Goiânia), café (tendo a frente a chef Mara Alcamim do restaurante Universal), jardins, praças, espaço design (joalheria), banheiros públicos, espaço para festas e ambientes institucionais (BRB, Damha, Marelli, Jornal de Brasília, Rio Quente Resorts, CasaPark), um quarto de hotel, loja do SEBRAE o rico artesanato brasileiro, galeria de fotografia com acervo da Casa da Luz Vermelha, de Kazuo Okubo. Outro destaque é a casa de 210 m² e dois pavimentos, composta por três quartos, sala, cozinha, banheiros, varanda e piscina.

No pavimento superior, cinco estúdios, a planta em dimensão real de um apartamento decorado (ambientes que compõem o residencial Via Horizonte, empreendimento da Via Engenharia), lounge, home theater, sala de jantar, living, cozinha, suíte do rapaz, quarto da moça, quarto do bebê, suíte do casal, banho do casal e lavabos.

Gastronomia

Nem só de decoração e design vive a Casa Cor Brasília. A 22ª edição da mostra brinda seus visitantes com espaços gastronômicos estética e deliciosamente convidativos. Com projeto de Rachel Fechina, o restaurante tem seu cardápio comandado pelo Hanna Buffet, de Goiânia. Yeda Garcia assina o Café/SEBRAE. Nas caçarolas, a chef Mara Alcamim do restaurante Universal. Ambos funcionam de terça-feira a domingo, das 12h às 22h.

Special Sale

Uma das grandes expectativas do público que visita a CASA COR BRASÍLIA é poder levar para casa – na hora – parcial ou totalmente os objetos e acessórios dos ambientes de “seus sonhos”. E como tradição, os últimos dois últimos dias da mostra (4 e 5 de novembro) são dedicados ao Special Sale, período em que objetos, obras de arte, móveis, equipamentos e acessórios que compõe os ambientes do evento com desconto de até 50%. Uma ótima oportunidade para o público levar um pouco do bom gosto e sofisticação da CASA COR e de seus parceiros para casa.

SERVIÇO

Período: de 25 de setembro a 5 de novembro de 2013
Horário: de terça a domingo das 12h às 22h
Special Sale: 4 e 5 de novembro de 2013
Local: Setor de Indústrias Gráficas
Endereço: SIG Quadra 01, lote 635
Ingresso: de terça a sexta – R$ 36,00 (inteira)
Sábado, domingo e feriados – R$ 40,00 (inteira)
Passaporte: R$ 90,00 (válido para todos os dias da mostra)
Manobristas no local
Patrocínio Master: Louças e Metais Deca
Patrocínio Nacional: Todeschini
Patrocínio Local: Banco BRB, Residencial Damha, Via Engenharia
Apoio Local: Marelli, Rio Quente Resorts, SEBRAE
Participação Especial: CasaPark, Gravia, São Geraldo, Welt Motors
Mais Informações: (61) 3248.6902
 
www.casacor.com.br
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Brinda Brasil

Já estão à venda os ingressos para o maior evento de degustação de espumantes de Brasília, o Brinda Brasil, que será realizado nos dias 19 e 20 de setembro de 2013, no Pontão do Lago Sul. Na compra com antecedência, cada ingresso sai a R$ 60 (com desconto de R$ 30 em relação ao valor cobrado na hora do evento, que será de R$ 90). Os pontos de venda são a Central de Ingressos do Brasília Shopping (subsolo), Salgados do Brasil da 405 Sul, Tmaki do Pier 21, Behagenfrut (UniCeub, 116 Sul e 104 do Setor Sudoeste), Zahil (306 Sul), Decanter (208 Sul) e Ponto Vinho (CCSW 5 , Sudoeste) .

Em sua terceira edição, o evento passa a se chamar Brinda Brasil – 3º Salão do Espumante e Gastronomia de Brasília e investe mais no segmento da gastronomia, com a participação do grupo Apreciatto (Salgados do Brasil, Tmaki e Taioba Executivo), que vai oferecer ao público a degustação de seus produtos para a harmonização com os espumantes e também colocá-los à venda no local.

“O Brinda Brasil é uma grande vitrine para espumantes brasileiros de ótima qualidade e excelentes preços e que, por falta de divulgação, ainda são desconhecidos do grande público”, afirma o jornalista Rodrigo Leitão, diretor-executivo da Sucesso Comunicação, empresa realizadora do evento.

Fabian, Hermann, Sanjo, Santa Augusta, Casa Perini, Geisse, Kranz e Monte Paschoal são algumas das vinícolas brasileiras com presença confirmada. São mais de 100 rótulos à disposição do público, tanto para a degustação quanto para a compra com descontos em relação aos preços praticados nas lojas. Haverá espumantes brasileiros de nível internacional, alguns deles premiados em concursos fora do País, a R$ 20 a garrafa, entre outras atrações.

Serviço:

BRINDA BRASIL – 3º SALÃO DO ESPUMANTE E GASTRONOMIA DE BRASÍLIA

- Dias 19 e 20 de setembro de 2013
 
- Das 18h às 23h
 
- Pontão do Lago Sul
 
- Ingressos já à venda na Central de Ingressos do Brasília Shopping, Salgados do Brasil (405 Sul); TMAKI (Pier 21), Behagenfrut (UniCeub, 116 SUL E 104 do Setor Sudoeste), Zahil (306 Sul), Decanter (208 Sul) e Ponto Vinho (CCSW 5 , Sudoeste).
 
- PREÇO DO INGRESSO NA VENDA ANTECIPADA: R$ 60 (DESCONTO DE R$ 30)
 
- Acesse: www.brindabrasil.com
 
 
- Mais informações (imprensa): 3328.5434/9618.4085/9985.5470
 
 

Jean Galvão/Editoria de Arte/Folhapress

“Coloquei o capacete e saí andando de moto pelas ruas de Brasília.” A revelação, com ares de felicidade, foi feita de forma absolutamente casual pela presidente Dilma Rousseff a um incrédulo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA).

“Eu também não acreditei na hora, mas, quando encontramos o Amaro no elevador, passei a acreditar”, disse o ministro, ao perceber a reação dos repórteres à história. A conversa, segundo Lobão, ocorreu durante um encontro na semana passada.

Lobão se referia ao chefe da Segurança Presidencial, general Marcos Antônio Amaro, com quem ele e Dilma esbarraram ao final da conversa. Dilma foi logo se gabando: “Nem ele ficou sabendo”, disse, confiante de que sua escapada havia sido sigilosa.

O general surpreendeu a presidente. “Fiquei sabendo, sim, mandei acompanhar a senhora”, foi logo dizendo o chefe da segurança de Dilma, informando que havia orientado uma equipe a segui-la à distância para não acabar com o sentimento de que estava fazendo uma aventura às escondidas.

Como se queixam alguns ex-presidentes, no Brasil o governante acaba desaprendendo a abrir portas com a própria mão.

Ao relatar sua experiência, cuja data não foi revelada, Dilma contou ao ministro sua sensação de andar de moto pela capital: “Senti melhor os ares de Brasília”.

Foi um elogio poético, dado que a cidade passa pelo seu tradicional período de seca, quando a umidade do ar chega a níveis saarianos.

É incerto se Dilma estava na garupa de alguém ou se arriscou-se a pilotar. Segundo o Palácio do Planalto, que não comentou a estripulia, a presidente não tem carteira de habilitação nem sabe dirigir motocicletas.

Ainda surpreso pela revelação, Lobão cobrou da presidente os riscos de segurança envolvidos no hobby: “A senhora não tem de se preocupar só com você e a Paula [filha da presidente], tem de se preocupar também com 200 milhões de brasileiros”.

Dilma sorriu, agradeceu a preocupação do ministro, mas disse: “A vida é cheia de riscos. Tudo que se faz na vida importa riscos”.

Ao ouvir da Folha o relato de Lobão, um ministro próximo de Dilma mostrou-se descrente. “A presidente, andando de moto? Não acredito”, disse. Mas há precedente na relação da mandatária com as máquinas.

O secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, Carlos Gabas, é um apaixonado por motos. Dono de uma Harley-Davidson, marca mítica norte-americana, ele conta que Dilma não só pediu para subir no modelo como posou para fotografia.

A fuga não é inédita. Como lembrou Lobão, o general João Batista Figueiredo (1918-1999) costumava deixar os seguranças loucos ao escapar para voltinhas de motocicleta durante sua Presidência (1979-1985).

“Foi uma aventura da presidente. Ela merece. O cargo limita muito as opções de lazer dela. Não dá para frequentar normalmente teatro, cinema, restaurantes”, disse.

Da Folha.Com

2 Tempos Convida – Clique para ampliar

A 2 Tempos convida todos os seus clientes para o lançamento da nossa coleção de Verão 2013.

Será um passeio pela cidade, a bordo de uma boate móvel com open bar.

Para participar é necessário confirmar sua presença em sua loja de preferência e pegar sua pulseira VIP no dia da festa.

Chegue cedo e garanta o seu lugar!

Esperamos vocês!

Ig
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