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Comentários ‘bolsa de valores’

Arte RatoFX

As crises estão cada vez mais freqüentes e, por um lado, isso é extremamente positivo para o pequeno investidor, explica Cláudia Augelli, estrategista de investimentos da Eugênio Invest. Segundo ela, as grandes fortunas são feitas nas crises, quando a maioria dos ativos têm seus preços bastante depreciados.

Segundo a especialista, existem duas formas de ganhar dinheiro investindo em ações: com os proventos (dividendos e juros sobre o capital próprio) e através do ganho de capital (diferença entre o preço de compra e o preço de venda). Portanto, ela destaca que o preço de entrada é fundamental para se obter lucro numa operação.

Diante de um cenário macroeconômico global negativo, típico das crises, os fundamentos das empresas passam para segundo plano, sendo desconsiderados na precificação das ações, fazendo com que exista uma distorção temporária nos preços dos papéis, que ficam sub-avaliados. “Nesse contexto pessimista, investidores zeram suas posições a qualquer valor. Essa dinâmica representa uma excelente oportunidade de investimento para quem busca bons retornos a longo prazo”, afirma Cláudia Augelli.

“No entanto, para poder aproveitar essa oportunidade, é muito importante que o investidor esteja “líquido”. Que tenha condições de rapidamente aportar ou migrar seu capital de outros investimentos para a bolsa. Vem daí o ditado que diz que em época de crise “cash is king”. Em momentos como o que estamos vivendo atualmente, é interessante estarmos com uma grande porcentagem de nossa carteira alocada em ativos de boa liquidez (CDB pós com liquidez diária, títulos do Tesouro, poupança, etc). Já que vamos precisar de capital para sair as compras, quando o mercado sinalizar que a tendência de baixa está próxima do fim. O que deve ocorrer bem mais a frente”, explica Augelli.

Cláudia diz que observando o passado pode identificar uma estratégia simples e muito rentável. “Toda vez que o mercado sofre uma grande correção de preços, isto é, uma queda acentuada durante uma tendência de baixa muito forte, quando então, os amadores vão estar vendendo a “preço de banana” suas ações adquiridas no topo de mercado, é hora de fazer novas entradas”.

“Acredito na valorização e crescimento do mercado acionário brasileiro no longo prazo,e portanto, considero que a crise é um sinônimo de oportunidade. Contudo, o investidor deve ficar atento ao cenário global e ao timing de entrada”, finaliza ela.

Cláudia Augelli

 

Cláudia Augelli é estrategista de investimentos e sócia-fundadora da Eugênio Invest.

Arte RatoFX

Olá, leitoras. Sou Miriam Macari, gerente do Easynvest, plataforma de investimentos da Título Corretora. Todas as segundas-feiras estarei aqui no blog comentando assuntos sobre economia e finanças pessoais. Espero que gostem e conto com a participação de vocês com comentários.

Em nosso primeiro contato, gostaria de falar um pouco sobre essa crise na Europa e Estados Unidos que tem gerado quedas nas bolsas de valores de todo o mundo – e espantado muitos investidores, principalmente aqueles que têm pouco tempo ou não acompanham tanto o mercado.

É importante entender que bolsa é um investimento de longo prazo. Se você tem uma quantidade de dinheiro para investir e pretende usá-lo no próximo ano, a bolsa não é o local ideal para você aplicá-lo. Para aplicar na bolsa, o dinheiro deverá ficar lá, pelo menos, de três a cinco anos. Por isso, se você aplicou em renda variável há pouco tempo e está pensando em sair com medo que a bolsa continue despencando, respire e pense bem, porque talvez essa não seja uma boa idéia.

Se olharmos para o cenário externo, vemos uma economia sólida, com um excelente potencial de crescimento em médio e longo prazo. Por isso, apesar da quantidade de notícias negativas e das constantes quedas, o cenário em médio e longo prazo é positivo para quem investe no mercado brasileiro – logo, também é para empresas brasileiras. O índice Bovespa tende a se recuperar na medida em que a turbulência lá fora se acalmar. Só para comparar, em 2008, no auge da crise americana, a Bovespa chegou a operar abaixo dos 30 mil pontos. Hoje, com todas as turbulências, a média é de 50 a 60 mil pontos – ou seja, quase o dobro e muito próximo do índice atingido em 2007, quando fechou o ano com 63 mil pontos e foi o melhor rendimento naquele período.

Por isso, apesar de todas as notícias negativas, o investidor que está na bolsa no Brasil deve olhar, fundamentalmente, para o mercado interno brasileiro. Acompanhe as empresas as quais você detém papeis e os mercados de atuação dela, sem esquecer-se de olhar para a economia brasileira internamente, pois é esse cenário que irá influenciar mais fortemente no desempenho da Bovespa. E ele é positivo. Por isso, tenha sangue frio e enfrente a crise. Sem pânico.

Miriam Macari

 

Miriam Macari: Interessada pelo universo das finanças, começou operar no mercado de ações em 2006. Aos 28 anos, em 2010, se tornou gerente do Easynvest e hoje é a responsável pela qualidade e atendimento da Título Corretora de Valores.

Claudia Augelli

No próximo dia 24 de setembro, Claudia Augelli, estrategista de investimentos e sócia-fundadora da Eugênio Invest (www.eugenioinvest.com.br) participa da 9ª edição da Expo Money | São Paulo. Serão ministradas duas palestras: “A Bolsa está Barata? É hora de comprar”, às 14h50, na sala 9, e “Estratégia de Investimentos de Sucesso”, às 17h50, no espaço Mulher. O evento acontece entre os dias 23 e 25 de setembro, no Transamérica Expo Center , capital Paulista.

Cláudia Augelli possui mais de 18 anos de experiência no mercado financeiro e é autora de todos os cursos da Eugênio Invest: Como Funciona o Mercado de Capitais; Como montar uma carteira de investimentos rentável; Como Selecionar as Melhores Empresas para Investir; e Matemática Financeira para o dia-a-dia.

Cláudia Augelli

Não se fala em outra coisa. Um mantra universal aponta o mercado acionário como solução de enriquecimento no tal do “longo prazo”. O mantra é tentador, seduz o pequeno investidor com uma proposta bem simples: compre ações agora e fique rico nos próximos anos. Muitas corretoras têm se munido dos baixos múltiplos fundamentalistas apresentados pelas companhias brasileiras para justificar a “corrida as compras”. De fato, o índice P/L do Ibovespa está bem mais baixo que o das bolsas americanas e até mesmo que o da maioria dos mercados emergentes. E com um dividend yield (retorno em dividendos) bastante atrativo. Entretanto, é preciso muita cautela … como diz o ditado timing is everything.

Um exemplo clássico (e catastrófico) é o da bolsa de Tóquio. Em dezembro de 1989 o índice Nikkei 225 chegou a bater 38.916 pontos. Hoje sua cotação está por volta de 8.851 pontos. O investidor que estava comprado em bolsa, 22 anos depois ainda não recuperou seu capital. Imagine o custo disso se considerarmos a taxa de juros brasileira – diga-se de passagem a maior do mundo – remunerando o investimento durante esse período. É de amargar!

Você deve estar se perguntando como é que eu faço para acertar os pontos de mínima e de máxima, conhecidos na análise gráfica como fundos e topos. Não faço! Não existe ciência ou metodologia comprovada que garanta esse tipo de acerto, conhecido como market timing. Você pode acertar vez ou outra, mas, é pura sorte. Portanto, a solução é trabalharmos em cima de cenários e tendências.

Imagine o movimento de um ioiô. Estamos vivendo uma situação muito semelhante no mercado acionário, de sobe e desce, onde a volatilidade aumentou bastante e deve seguir assim, salvo alguma novidade que traga muito ânimo e força para os mercados subirem. Toda vez que os mercados ficam voláteis é porque houve uma mudança de expectativa generalizada. Quando ocorre algo fora do equilíbrio das previsões. Numa rápida leitura, podemos identificar uma ruptura de paradigma: o rebaixamento dos títulos da dívida americana – lembrando que os treasuries são considerados como “porto-seguro” por investidores do mundo todo, ativos livres de risco – não que na minha opinião essas agências de rating devam ser levadas muito a sério, mas, isso é uma outra conversa.

Somando-se a crise americana e ao enfraquecimento do dólar, ainda temos recessão no Japão; menor crescimento na China; e crise da dívida dos países da zona do Euro. Diante desse contexto, não é difícil prever que ainda existe muita turbulência por vir, e que devemos encontrar melhores oportunidades de entrada mais a frente.

Olhando para trás, desde que ingressei no mercado, pude observar seis episódios de correções mais severas, a saber:

Crise cambial no México (Ago/1994) – duração: 6 meses; recuperação: 14 meses; Crise monetária na Ásia (Jun/1997) – duração: 3 meses; recuperação: 5 meses; Moratória russa (Fev/1998) – duração: 5 meses; recuperação: 14 meses; Crise das “.com” (Fev/2000) e atentados de 11 de setembro – duração: 2 anos e 7 meses; recuperação: 2 anos e 4 meses; Crise financeira mundial (Set/2008) – duração: 6 meses; recuperação: 12 meses e crise atual (Ago/2011) – duração: indefinida; recuperação: indefinida.

Cada crise tem uma característica, o que impossibilita uma correlação no sentido de estimativa de retomada da normalidade, ou seja, o tempo que o mercado demora para se recuperar. E nesse sentido, quem fizer novos aportes por agora, pode ter que esperar meses de volatilidade para que a bolsa se recupere e então volte a subir. Todavia, esse momento pode ser aguardado com recursos investidos na renda fixa sendo “engordados” pela nossa Selic de 12% a.a.

A questão é que não se deve montar posições novas durante uma tendência de baixa – mercado baixista ou bearish, onde as cotações apresentam trajetórias declinantes e o pessimismo é o sentimento dominante; da mesma maneira, que não se deve vender posições quando o mercado está em tendência de alta – mercado altista ou bullish, guiado pelo sentimento de euforia. Vem daí, o sábio ditado que diz que a tendência é nossa amiga.

Então, como reconhecer a “tendência”? Existe uma série de ferramentas de análise gráfica, de Trend Following, etc. Eu prefiro algo mais simples e não menos certeiro. Todo o meu plano de investimentos e alocação de ativos é feito com respaldo da análise macroeconômica. Por que? Horas, de que adianta os fundamentos estarem sólidos, se não houver crescimento global? Se houver uma recessão mundial, quem vai consumir bens e serviços ofertados pelas empresas? Enquanto o cenário não fica mais definido, me resguardo na renda fixa, aguardando por um momento mais oportuno de entrada na bolsa.

Basicamente, o que estou questionando aqui é a validade dos fundamentos em épocas de crise. Em minha opinião, a bolsa deve ficar ainda mais “barata”. Ou seja, no momento em que escrevo este texto “o barato de hoje, pode ser o caro de amanhã”. Não devemos dissociar a retomada das bolsas das condições macroeconômicas. Infelizmente, bons fundamentos não bastam, já que só serão precificados lá na frente quando a turbulência tiver passado. O mercado ainda deve ficar patinando por um bom tempo.

A análise macroeconômica envolve avaliações e projeções de variáveis como taxa de juros, câmbio, inflação, PIB, política fiscal e monetária, e por aí vai. Parece tudo muito complicado, mas, não é bem assim. O “pulso” de uma economia está nas ruas. Isso mesmo. Acredito que não existe melhor “termômetro” que caminhar pelas ruas e praticar o exercício da percepção. Explico. Nas “ruas” podemos perceber se o consumo está aquecido, se a inflação está corroendo o poder de compra dos cidadãos, se produtos importados estão com preços mais baixos que seus similares nacionais, e assim por diante. Há alguns meses, por exemplo, comecei a perceber que as ruas de São Paulo foram tomadas por placas de “vende-se” e “aluga-se”, isso é um sinal bem claro de que com o aumento da oferta, os preços devem cair.

Em suma, a bolsa brasileira pode até estar barata, mas, nada impede que fique ainda mais. E quem tiver paciência e estratégia pode se beneficiar da maior taxa de juros do mundo, e posteriormente, dos bons fundamentos das empresas brasileiras.

Mais informações acesse www.eugenioinvest.com.br. 

Por Cláudia Augelli, estrategista de investimentos e sócia-fundadora da Eugênio Invest.

Fabiana Murer (Foto: Agência AP)

Campeã mundial no salto com vara em Daegu, na Coreia do Sul, a brasileira Fabiana Murer exibiu sua histórica medalha de ouro, a primeira do país na competição em todos os tempos, nesta terça-feira, quando foi a encarregada de abrir o pregão da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), um de seus patrocinadores.

“É muito emocionante voltar ao estádio para receber a medalha. Eu demorei dois dias depois da competição. O salto com vara sempre demora muito, nunca é no mesmo dia. Foi um ano bem difícil, eu tive várias dificuldades, mas estava bem focada para o Mundial. Estar no lugar mais alto do pódio e ouvir o hino nacional é muito emocionante”, afirmou a campeã do mundo sobre a conquista.

Fabiana Murer aproveitou a oportunidade para agradecer à Bovespa e às demais empresas e pessoas que a apoiaram. “Vocês vêm me apoiando desde que eu comecei. Tive a sorte de começar em uma grande equipe. Não foi fácil toda essa jornada, no começo nós não tínhamos condições técnicas e de estrutura, mas a Bovespa e todos os meus patrocinadores acreditaram que era possível desenvolver o salto com vara aqui no Brasil”, elogiou.

“Essa medalha aqui é de todos que me acompanharam, quem faz parte, quem já fez parte desse apoio. Essa medalha é de todos vocês”, finalizou Murer.

Do ESPN.com.br
Vitrine da Zara

As ações da espanhola Inditex, dona da Zara e de outras marcas de roupas, registravam desvalorização de cerca de 4% nesta sexta-feira, em meio a denúncias de utilização de mão de obra escrava, por um fornecedor da companhia, em oficinas clandestinas no Estado de São Paulo. Às 8h23 (horário de Brasília), as ações da Inditex recuavam 4,25% na bolsa de Madri.

“A Inditex é uma ação defensiva, atraente para fundos americanos que buscam uma varejista com boa imagem social, e histórias como esta podem realmente afetar o papel”, disse um operador de mercado na Espanha. “A maioria são investidores estrangeiros que estão vendendo as ações hoje, e como a dimensão do uso de oficinas (clandestinas) no Brasil ainda é pouco conhecida, o assunto está particularmente atingindo a ação em um dia fraco como hoje”, completou.

A companhia está sendo investigada pelo Ministério do Trabalho por denúncias de utilização de mão de obra escrava, após investigação da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo, que envolveu a inspeção de quatro oficinas clandestinas na capital paulista e no interior do Estado, no final de junho.

Segundo o Sindicato das Costureiras de São Paulo e Osasco, as investigações descobriram que em uma das oficinas fornecedoras da Zara o dono recebia R$ 7 por peça, enquanto os trabalhadores recebiam R$ 2 a R$ 3 por item costurado, em média. Após a denúncia, o Ministério do Trabalho teria inciado a investigação de outras 20 grifes de roupas nacionais e internacionais, informou nesta sexta-feira O Estado de S.Paulo.

De acordo com o jornal, em uma das oficinas irregulares no interior de São Paulo, onde foram encontradas peças com etiqueta da Zara, também havia roupas de outras cinco marcas conhecidas. Representantes da Inditex e do Ministério do Trabalho não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto.

Do Terra

Do G1

Luiza Helena Trajano, Magazine Luiza

A rede varejista Magazine Luiza anunciou na manhã desta segunda-feira (13), por meio de comunicado publicado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ter assinado um memorando de entendimentos acertando a a aquisição das Lojas do Baú, do Grupo Silvio Santos. A operação envolve R$ 83 milhões, que deverão ser pagos integralmente, segundo comunicado, em 31 de julho de 2011. O acordo, fechado na sexta-feira (10), foi feito com a BF Utilidades, empresa do Grupo Silvio Santos.

A assinatura dos contratos definitivos deverá ser feira até 30 de junho, segundo o comunicado.

Em nota, a Magazine Luiza informa que a transação envolve as 121 lojas do Baú da Felicidade – localizadas no Paraná, em São Paulo e em Minas Gerais – e inclui pontos de vendas, escritórios, centros de distribuição, sistemas de informática (hardwares e softwares) e a propriedade da base de clientes.

A operação permitirá que a Magazine Luiza aumente sua área total de vendas. “Alguns pontos comerciais são adequados para a expansão do modelo de Loja Virtual Luiza, especialmente no Estado do Paraná.”

Abertura de capital

Conforme informou a rede, essa é a primeira aquisição depois da abertura de capital, realizada no início de maio. Parte do dinheiro obtido com a venda de ações ao mercado será destinada aos projetos de expansão, disse, em nota.

“A compra das Lojas do Baú é a 13ª de sua história. A primeira aconteceu em 1976, com a incorporação das Lojas Mercantil. Depois vieram as compras das redes Talarico, Presidente, Tamoios, Felipe, Wanel, Líder, Arno, Madol, Killar, Base e, no ano passado, a Lojas Maia, possibilitando a entrada do Magazine Luiza em todo o Nordeste.”

 

 

Do IG Economia

Estimativa é que preço dos papeis fechem entre R$ 16 e R$ 21; a captação pode atingir R$ 1,2 bilhão

A empresária Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza

A empresária Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza

Os investidores interessados em comprar ações do Magazine Luiza poderão reservar seus papéis a partir desta quinta-feira. O prazo para participar da oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) vai até o dia 27 de abril. Com a operação, a varejista pode captar até R$ 1,2 bilhão.

Ao todo, a empresa emitirá 50.314.432 ações na oferta primária e secundária. O preço estimativo para os papéis é entre R$ 16 e R$ 21, de acordo com comunicado do Magazine Luiza ao mercado.

O Magazine Luiza é a segunda maior rede de varejo brasileira, atrás do grupo formado por Pão de Açúcar, Casas Bahia e Ponto Frio. Com 604 lojas e oito centros de distribuição, a companhia está em dezesseis Estados. Em 2010, a receita líquida do Magazine Luiza subiu 43%, para R$ 4,8 bilhões.

A empresa iniciou hoje uma campanha publicitária com uma foto da sua fundadora, a empresária Luiza Helena Trajano, e um convite aos investidores para se tornarem sócios do Magazine Luiza. A empresa também criou um site com informações simplificadas sobre o IPO e todos os documentos relacionados à oferta.

Como participar

Os interessados em comprar ações da companhia deverão procurar uma corretora e fazer a reserva no prazo pré-definido. O valor mínimo do investimento é de R$ 1.000 e, o máximo, de R$ 300 mil.

Os funcionários do Magazine Luiza terão condições diferenciadas e poderão participar da oferta com investimentos a partir de R$ 100. Finalizado o prazo de reserva, a companhia divulgará o preço final das ações.

Quem não participar da oferta inicial, poderá comprar ações de investidores quando elas começarem a ser negociadas na BMF&Bovespa. O papel do Magazine Luiza será oferecido com o código MGLU3.

Ig
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