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Comentários ‘angela merkel’

Angela Merkel, da Alemanha

Angela Merkel, da Alemanha

A chanceler alemã, Angela Merkel, disse hoje (13) que os interesses econômicos e políticos da Rússia podem ser seriamente afetados se o país continuar a violar as leis internacionais na península da Crimeia. Em discurso no Parlamento alemão, Merkel acrescentou que a Rússia está conduzindo táticas expansionistas obsoletas, dos séculos 19 e 20.

“Se a Rússia continuar o que está fazendo nessas últimas semanas, a catástrofe pode afetar não apenas a Ucrânia”, informou a chanceler perante os deputados, em uma sessão parlamentar em que estava presente o embaixador ucraniano na Alemanha.

“Isso não vai alterar apenas as relações entre a União Europeia e a Rússia. Isso vai – e estou firmemente convencida disso – afetar a Rússia economicamente e politicamente”, enfatizou Merkel. A chanceler disse ainda que a Rússia devia aprender com os erros do passado, lembrando que, neste ano, completa-se o primeiro centenário da 1ª Guerra Mundial e os 25 anos da queda do Muro de Berlim.

“Não podemos fazer com que o tempo ande para trás. Os conflitos de interesses no centro da Europa em pleno século 21 só podem ser resolvidos com êxito se não forem utilizados meios do século 19 e do século 20”. Merkel tem sido apontada como a figura política mais influente da União Europeia diante da crise da Crimeia, mas tem sido igualmente criticada pela relutância em pressionar a Rússia devido aos interesses comerciais do país. Durante a visita que fez ontem (12) à Polônia, onde se encontrou com o primeiro-ministro Donald Tusk, ela avisou a Rússia sobre a possibilidade de uma segunda fase de sanções, caso não haja recuo das posições mantidas na Crimeia.

O Parlamento da Crimeia marcou para domingo (16) um referendo para que os habitantes da península decidam se querem pertencer à Federação Russa ou uma autonomia mais ampla em relação à Ucrânia. As autoridades da Crimeia não reconhecem o novo governo da Ucrânia, que foi nomeado pelo Parlamento depois da destituição do presidente Viktor Ianukóvitch, atualmente exilado na Rússia. O ex–presidente ainda reivindica ser o chefe de Estado.

Tanto as novas autoridades ucranianas quanto a comunidade internacional ocidental consideram esse referendo ilegal e têm apelado à Rússia para que não apoie a iniciativa. A crise na Ucrânia começou em novembro do ano passado, quando Ianukóvitch adiou a assinatura de um acordo de associação com a União Europeia e promoveu uma aproximação em relação à Rússia.

Da EBC

Câmara de deputados reelegeu a conservadora por ampla maioria. Ela vai dirigir governo de ‘grande coalizão’, formado por três partidos.

Angela Merkel acena nesta terça-feira (17) na câmara de deputados alemã, ao ser reeleita (Foto: AFP)

A candidata conservadora Angela Merkel, de 59 anos, foi formalmente reeleita nesta terça-feira (17), por ampla maioria, como chanceler da Alemanha para um terceiro mandato consecutivo, anunciou o presidente do Bundestag (câmara de deputados), Norbert Lammert.

Merkel vai dirigir nos próximos quatro anos um governo de “grande coalizão”, formado pelos democratas-cristãos da sua CDU, pelos sociais-cristãos da CSU e pelos sociais-democratas do SPD.

A decisão do Bundestag foi apoiada por 462 dos 631 deputados. A nova maioria conta com 504 cadeiras na câmara. Lammert anunciou que 150 deputados votaram contra Merkel e nove, em branco.

“Aceito a votação e agradeço a confiança concedida”, disse Merkel após o anúncio do resultado.

A reeleição acontece depois de três meses de negociações – um tempo recorde – para formação do novo governo da principal economia europeia. Em 22 de setembro, Merkel foi a grande vencedora das eleições parlamentares, com 41,5% dos votos. Nesse período, a candidata conservadora precisou costurar a coalizão para a votação formal do cargo de chanceler, nesta terça-feira.

A saída da câmara feita pelo Partido Liberal (FDP), aliado de Merkel até então, obrigou-a a buscar novos aliados para formar o governo. O FDP deixou o Bundestag por conta de baixos resultados.

Esta será a segunda vez que Merkel comandará uma “grande coalizão”, após a primeira experiência entre 2005 e 2009. O partido dela, a CDU, e seu braço bávaro, a CSU, contam com 311 cadeiras na câmara, enquanto o SPD, com o qual foi concluído o acordo de coalizão, reúne 193 assentos.

Ainda nesta terça, Merkel deve visitar o presidente alemão, Joachim Gauck, que a nomeará oficialmente chanceler. Depois, ela prestará juramento no Bundestag.

Do G1

Chanceler Angela Merkel

O bloco conservador alemão liderado pela chanceler Angela Merkel chegou hoje (27) a um acordo com o Partido Social Democrata (PSD) para o governo nos próximos quatro anos, formando uma grande coalizão de três partidos – o PSD; a União Democrata-Cristã, de Merkel; e a União Social-Cristã. O acordo em que foi formada a coalizão está expresso em um documento de 170 páginas.

De acordo com a chanceler a consolidação fiscal, o reforço do bem-estar geral e a melhoria da justiça social são os pilares do novo governo de coligação. Para ela a redução da dívida, a criação de emprego, os progressos na reforma energética e o aumento do investimento em educação, investigação e infraestruturas são pontos importantes a ser trabalhados.

“A grande coligação tem perante si grandes tarefas”, disse Merkel.

O pacto entre os partidos coloca um ponto final após um mês de reuniões e conclui o processo eleitoral alemão, em que Angela Merkel obteve uma vitória expressiva que a deixou no quinto lugar da maioria absoluta.

O último passo para a formalização do acordo será a consulta do PSD às bases, já que o partido se comprometeu a submeter à decisão dos 470 mil militantes um eventual pacto de coligação. O resultado da consulta deverá sair até o dia 14 de dezembro e, se aprovado, permitirá que Angela Merkel tome posse no dia 17 de dezembro, com 504 dos 631 deputados.

Com a formalização dessa coligação, a oposição será formada pelo Die Linke (Esquerda, em português), formado por antigos comunistas e dissidentes do PSD; e pelo Die Grünen (Os Verdes, em português), partido com o qual Merkel havia pensado em formar governo após as eleições.

Da EBC

Angela Merkel, da Alemanha

Angela Merkel, da Alemanha

O triunfo de Angela Merkel em conquistar um terceiro mandato por uma improvável alta margem deixou a chanceler e a Alemanha isolados na Europa.

Mesmo após mais de três anos do pior pesadelo do continente, Merkel foi recompensada por sua condução da crise. Em todos os outros países do euro, os eleitores puniram seus governos. Sua vitória demonstra o abismo entre a Alemanha e o resto da Europa.

Assim como no famoso comentário do marqueteiro da campanha do ex-presidente americano Bill Clinton, “é a economia, estúpido!”.

Os alemães deram a Merkel um terceiro mandato porque seu padrão de vida e seus empregos permaneceram estáveis enquanto o desastre atingiu boa parte da Europa.

Desde a bola de neve provocada pela Grécia em 2010, 12 governos caíram nos 17 países da zona do euro, da direita à esquerda. A Alemanha foi a exceção.

Merkel foi a figura dominante em desenhar a resposta da Europa à crise, a arquiteta da austeridade, uma palavra que ela privadamente diz desprezar.

Mas a vitória de um terceiro mandato, com uma votação maior para seu partido que em 2009, sustentará sua confiança na maneira como vem lidando com o desafio.

Isso sugere que haverá pouca mudança em suas políticas na Europa, a não ser que ocorra algo grave em países como Itália e França.

Social democratas e verdes podem atacar suas políticas, mas sempre votam com Merkel em decisões importantes.

A oposição a Merkel tem vindo de seus aliados e do seu próprio partido. Dependendo da complexidade da nova coalizão, essa oposição interna pode crescer. A vitória de Merkel a torna líder incontestável da Europa, independente de quão desconfortável esteja nesse papel.

Da Folha.Com

Angela Merkel, da Alemanha

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e o presidente da França, François Hollande, reúnem-se hoje (6) em Paris, capital francesa, com o objetivo de discutir o Orçamento da União Europeia para o período de 2014 a 2020. As negociações entre todos os líderes dos 27 países que compõem o bloco começam amanhã (7), em Bruxelas, na Bélgica.

No intervalo da reunião de hoje Merkel e Hollande assistirão – no Stade de France, estádio localizado na cidade de Saint-Denis – ao amistoso de futebol entre as seleções da França e Alemanha. No encontro, além de futebol, os dois líderes deverão também tentar acertar as posições do eixo franco-alemão.

A conversa entre a chanceler e o presidente antecede a reunião que ocorre depois de ter sido frustrada uma tentativa de acordo no conselho extraordinário, em novembro. Após o encontro com Hollande, Merkel deverá tentar negociar com o governo do Reino Unido, na busca de dissuadi-lo a pedir mais austeridade em âmbito comunitário.

Em novembro, o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, propôs um Orçamento de 973 bilhões de euros. Essa proposta, que previa um corte de 80 bilhões de euros, contemplava uma redistribuição das verbas que atenuava as reduções nas áreas da coesão e da agricultura, consideradas prioritárias por diversos Estados-Membros, como Portugal.

Da Agência Brasil

Presidente da República é 3ª mulher mais poderosa, segundo a publicação. Chanceler alemã, Angela Merkel, lidera ranking pelo segundo ano seguido.

Dilma na capa da "Forbes" (Foto: Reprodução)
Dilma na capa da “Forbes” (Foto: Reprodução)

A presidente Dilma Rousseff é capa da revista “Forbes” que traz o ranking anual de mulheres mais poderosas do mundo. Pelo segundo ano consecutivo, Dilma aparece na terceira colocação da lista (veja a reportagem, em inglês).

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, ficou em primeiro pela segunda vez seguida. A secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, é o segundo nome na lista, numa repetição das três primeiras colocadas de 2011 (veja a lista completa).

Completam os cinco primeiros lugares Melinda Gates, co-presidente da Fundação Bill & Melinda Gates e mulher de Bill Gates, e Jill Abramson, editora-executiva do “New York Times”.

Outras duas brasileiras aparecem na lista, a presidente da Petrobras, Graça Foster, na 20ª posição, e a modelo Gisele Bündchen, na 82ª posição.

A entrevista para editora e presidente da Forbes Woman, Moira Forbes, foi concedida com exclusividade pela presidente Dilma Rousseff na manhã de 3 de agosto, em seu gabinete no Palácio do Planalto. O encontro não constou na agenda oficial da presidente. No lugar, indicava apenas uma reunião com a ministra de Comunicação Social, Helena Chagas.

O texto da revista sobre Dilma diz que as últimas décadas do Brasil foram “formidáveis” porque, entre outras coisas, o país conteve a inflação, privatizou e fez o PIB crescer.

A entrevista começa com uma suposta conversa que Dilma teve com um jovem casal. Segundo a reportagem, o pai da família deixou o emprego de motorista de ônibus para se dedicar ao cultivo da terra após modernização da infraestrutura no campo. Com isso, o jovem teria dito a presidente que com a nova profissão “ganha quatro vezes mais”. E a revista diz que a aposta do Brasil é o “empreendedorismo”.

Segundo a revista, o “Brasil se tornou um dos países mais empreendedores do mundo, com um em cada quatro adultos empregados de alguma maneira” e considera a taxa de desemprego, de 5,8%, como “invejosa”.

A reportagem enumera outras conquistas do Brasil, fala sobre o passado militante de Dilma durante a Ditadura Militar e encerra com os desafios do país.

Segundo a Forbes, a inflação continua a ser uma “preocupação real” e cita a demissão dos ministros de Dilma para dizer que a corrupção ainda é um problema no Brasil.

À noite, no Palácio do Planalto, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, comentou o ranking e destacou o papel da educação para o Brasil melhorar suas posições. Ele falou após reunião com Dilma e o presidente da União Nacional dos Estudantes, Daniel Iliescu.

“O sentimento na sala é que, por enquanto, estamos em terceiro, mas nós estamos subindo na escala e, logo, logo, esperamos que o Brasil esteja na capa em primeiro lugar. [...] Eu acho muito bom que a presidenta tenha a projeção que ela tem. Agora, para a gente realmente, não só ser uma nação mais rica, mas uma nação desenvolvida, a educação tem de estar na capa de todas as publicações”, disse.

Ranking da "Forbes" com as dez mais poderosas do mundo (Foto: Reprodução)

Ranking da "Forbes" com as dez mais poderosas do mundo (Foto: Reprodução)

Do G1

Ex-presidenta do Chile, Michelle Bachelet Foto: Agência Brasil

O documento final da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que será entregue aos chefes de Estado e de Governo, deve contemplar de forma satisfatória, com importantes avanços, a questão da igualdade de gênero e do empoderamento das mulheres. A avaliação foi feita hoje (18) pela subsecretária-geral e diretora executiva da ONU Mulheres, Michelle Bachelet.

Segundo ela, que concedeu entrevista coletiva no Riocentro, zona oeste do Rio de Janeiro, o texto, que ainda está em negociação, traz a ideia chave das mulheres como força motriz do desenvolvimento sustentável e tem parágrafos específicos sobre o tema.

“A redação, é claro, ainda pode ser melhorada, mas ele [documento] trata sobre essas questões do empoderamento das mulheres, de aumentar a participação das mulheres nos processos decisórios e na economia e do fortalecimento dos direitos das mulheres. A linguagem é boa e esperamos que continue nessa direção”, afirmou.

Ex-presidenta do Chile, Michelle Bachelet também ressaltou que houve uma preocupação para que a questão não ficasse restrita aos parágrafos que versam sobre o tema, mas que fizesse parte, de maneira transversal, de outros importantes assuntos que compõem o documento, como a erradicação da pobreza, os oceanos e as cidades.

“As mulheres têm papel importante no desenvolvimento sustentável em várias perspectivas e é por isso que não podem estar restritas a uma só área. Precisamos das mulheres na arena política, nos processos decisórios, na implementação de políticas públicas, também na arena econômica, em toda a cadeia de suprimento”, acrescentou.

Ela destacou que, de acordo com relato da ex-primeira ministra da Noruega e enviada especial do secretário-geral das Nações Unidas, Gro Brundtland, a participação feminina no mercado de trabalho norueguês chega a 75%. Na América Latina, entretanto, ela alcança 53% em média e está geralmente associada aos setores informais.

“Precisamos aumentar a capacitação das mulheres para que elas contribuam ainda mais para a economia mundial, mas também precisamos delas porque tomam decisões todos os dias em aspectos relacionados ao uso da água e da energia, por exemplo. Precisamos delas para garantir que as três dimensões do desenvolvimento sustentável [social, econômica e ambiental] estejam de fato integradas”, ressaltou.

Da Agência Brasil

Angela Merkel, da Alemanha

A chefe do governo alemão, a chanceler Angela Merkel, alertou nesta quinta-feira (14) o G20 contra a tentação de contar com a Alemanha sozinha para resolver a crise mundial e disse que não se deve “superestimar a força” de seu país.

“A força da Alemanha não é ilimitada”, declarou em um discurso no Bundestag, a câmara baixa do Parlamento, dedicado à próxima cúpula do G20 em Los Cabos, no México. Disse ser consciente de que, “mais uma vez, todos os olhos estarão fixados na Alemanha” nesta reunião na qual a crise da dívida será “o tema central”.

Apesar de tudo, Merkel reiterou o compromisso europeu da Alemanha e sua vontade de contribuir com os esforços para reativar o crescimento.

A todos aqueles que exigem mais compromisso por parte da Alemanha, eurobônus, “a todos aqueles eu digo: sim, a Alemanha é forte, é o motor da economia e o polo da estabilidade na Europa”, e quer colocar esta força e esta estabilidade “a serviço da Europa”.

Mas, neste contexto, “todos os pacotes (de ajuda) cairão no vazio se a força da Alemanha for superestimada”, advertiu.

Assegurou que seu país não se contentará com “soluções fáceis”, com a “mediocridade” nas receitas colocadas em funcionamento para enfrentar a crise, e reafirmou sua intenção de lutar por uma união política, a única capaz de impulsionar o crescimento sobre “uma base sólida e honesta”.

Conseguir uma Europa unida é uma “tarefa histórica”, julgou.

Mas a Europa não é a única que precisa fazer esforços, acrescentou a chanceler. “Todos têm que deixar de financiar o crescimento com novas dívidas”, disse, dirigindo-se em particular aos Estados Unidos, cujos deficits são, muitas vezes, denunciados pela Alemanha.

“A eurozona não pode assumir toda a responsabilidade do crescimento. Todos os sócios devem fazer esforços”, disse.

Do Uol

Votação aconteceu no estado mais populoso da Alemanha. CDU, partido da chanceler, obteve 26,3% dos votos; SPD, obteve 39,1%.

Hannelore Kraft acena em discurso em Berlim após vitória do seu partido, o SPD (Foto: Tobias Schwarz/Reuters)

Os resultados definitivos das eleições legislativas no estado federado alemão da Renânia do Norte-Vestfália confirmam a vitória do Partido Social-Democrata (SPD) e a derrota histórica da União Democrata-Cristã (CDU), da chanceler federal Angela Merkel.

A Comissão Eleitoral desse estado informou que o SPD obteve 39,1% dos votos, 4,6 pontos mais que há dois anos, enquanto a CDU conseguiu 26,3%, contra 34,6% do pleito anterior, o que representa seu pior resultado no estado às margens do Rio Reno desde a II Guerra Mundial.

Os Verdes conseguiram 11,3% dos votos, e os liberais, (FDP) 8,6%, o que representa uma clara recuperação da legenda aliada de Merkel em Berlim, que até pouco atrás estava ameaçada de desaparecer do panorama político por causa de sua baixa popularidade.

O Partido dos Piratas, legenda emergente que revolucionou o espectro político germânico, conseguiu pela quarta vez consecutiva entrar em uma Câmara regional alemã desde novembro, ao somar 7,8% dos votos.

Com estes resultados a primeira-ministra da Renânia do Norte-Vestfália e líder do SPD, Hannelore Kraft, poderá contar com uma cômoda maioria absoluta em coalizão com Os Verdes, com os quais governava até agora em minoria.

O candidato da CDU e ministro federal do Meio Ambiente, Norbert Röttgen, reconheceu sua derrota poucos minutos depois do fechamento dos colégios eleitorais e anunciou sua renúncia como presidente da legenda na região.

A Renânia do Norte-Vestfália possui um forte peso no PIB nacional. Historicamente, a política no Estado sempre teve influência no cenário nacional.

‘Mensagem’

O resultado das eleições de domingo não deve alterar o equilíbrio de poder em nível nacional, mas pode sinalizar o começo de uma mudança na política alemã.

Merkel é considerada a principal defensora das medidas de austeridade de gastos em toda a Europa, e as eleições estaduais estariam colocando sua popularidade à prova.

A mensagem dada nas urnas na Renânia do Norte-Vestfália seria semelhante a de eleitores na França e na Grécia, que na semana passada rejeitaram políticos que defendem a austeridade fiscal.

Do G1

Angela Merkel, da Alemanha

A chefe do governo alemão, Angela Merkel, pediu a seus aliados para que respeitem os compromissos de rigor fiscal e os prazos de retirada do Afeganistão, a poucos dias de se reunir com o presidente eleito da França, François Hollande, que pede modificações dessas agendas.

Sem mencionar Hollande, Merkel – defensora dos ajustes para superar a crise da Eurozona – voltou a se mostrar inflexível diante da possibilidade de tentativas de recuperação econômica na Europa baseadas no gasto público, em um discurso ante legisladores alemães.

“Um crescimento baseado no crédito nos levará de novo ao começo da crise. Não queremos isso, não faremos isso”, declarou a chanceler, fortemente aplaudida pelo Bundestag, onde apresentou a posição da Alemanha para a reunião do G8, nos dias 18 e 19 de maio, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), nos dias 20 e 21 do mesmo mês, ambas nos Estados Unidos.

Hollande, que na próxima terça-feira será empossado como presidente da França, viajará nesse mesmo dia à Alemanha. Durante sua campanha eleitoral, o agora presidente tinha adiantado seu interesse em renegociar o pacto europeu de disciplina orçamentária para acrescentar uma cláusula dedicada ao crescimento da economia.

A Alemanha já rejeitou uma eventual renegociação.

Para Merkel – que durante a campanha apoiou o presidente Nicolas Sarkozy -, é essencial que cada parte aceite a ideia de que “a saída da crise será um processo longo” e que para isso é necessário atacar os problemas estruturais de certos países, o “endividamento catastrófico” e a “falta de competitividade”.

Com relação ao Afeganistão, Merkel pediu que os países da OTAN respeitem o calendário de retirada das tropas internacionais desse país, que deve ser concluído no final de 2014.

“O princípio vigente para o governo alemão é: entramos juntos (no Afeganistão) e vamos sair juntos”, disse Merkel.

Hollande se comprometeu em sua campanha a retirar as tropas francesas do Afeganistão em 2012, dois anos antes do calendário fixado pela OTAN.

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Ig
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