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Neste mês começou um ciclo de reflexões chamado Pequim+20, que lembra a conferência sobre os direitos das mulheres realizada pela ONU em Pequim.O objetivo é analisar os avanços desde a conferência há 20 anos. No Brasil, as mulheres ainda enfrentam problemas e desafios. Confira.

 

 

Da EBC

Ação contra o câncer de mama em grafites de São Paulo, capital – Divulgação

No mês de conscientização contra o câncer de mama (o Outubro Rosa), uma campanha sobre o tema ocupou de forma inventiva as ruas de São Paulo. A ação fez intervenções nos grafites da paisagem urbana, retirando os seios das mulheres grafitadas nos muros da capital para retratar a mastectomia.

Cartazes tipo lambe-lambe foram sobrepostos em grafites com nus femininos com a ideia de deixar claro que todas as mulheres, inclusive as dos grafites estão vulneráveis ao câncer. Com a ação “Tinta contra o câncer”, assinada pela agência JWT para o hospital A.C. Camargo, a ideia é mostrar a importância dos exames preventivos e do tratamento adequado.

Segundo as empresas, os artistas do grafite paulistano cederam os trabalhos para a intervenção urbana. As obras alteradas ficam na Praça da República, Rua Luminárias e na Avenida Ataliba Leonel, e cada uma ganhou ainda menção à hashtag #LigaDoRosa.

De acordo com o diretor criativo da JWT, Ricardo John, o fato de o grafite ser uma arte muito presente na cidade pode contribuir para conscientizar grande número de pessoas e de variadas idades.“Por dialogar com todo o tipo de público, a campanha pode atingir também aos adolescentes e aos homens que, no papel de filhos, namorados, pais e maridos, podem ajudar a influenciar na conscientização e prevenção da doença”.

Da Exame

A canadense Severn Cullis-Suzuki, que emocionou os participantes da Rio 92 com discurso aos 12 anos (Foto: Rolf Bettner)

Há 20 anos, a canadense Severn Cullis-Suzuki ficou conhecida como “a menina que silenciou o mundo por cinco minutos” por seu discurso feito para delegados e chefes de Estado na Rio 92. Aos 12 anos de idade, conseguiu emocionar os presentes no Riocentro com frases marcantes como “sou apenas uma criança e não tenho as soluções, mas quero que saibam que vocês também não têm”.

Já crescida, com 32 anos, mãe de dois filhos e pós-graduada em etnobotânica, Severn retorna ao Brasil para a Rio+20, e quer mais uma vez a atenção dos chefes de Estado para alertar que desde 1992, quase nada mudou.

Antes, na terça-feira (12), em preparação à cúpula da ONU, faz uma palestra na TedXRio+20, realizado no Forte de Copacabana, dentro do projeto Humanidade 2012.

Nas duas oportunidades, a ativista tentará alertar que o mundo não conseguiu superar seus problemas ecológicos existentes há duas décadas, já que os governantes “pensam apenas na incerteza econômica, não na ambiental”.

Em entrevista ao G1, ela afirma que a população ainda não percebeu o significado da crise ecológica e que “estamos vivendo um novo evento de extinção em massa no planeta”.

Sobre ao Brasil, Severn diz que o país tem, na Rio+20, a chance de assumir a liderança ambiental, mesmo, segundo ela, o governo tendo comprometido a Amazônia ao mudar o Código Florestal e autorizar as obras da hidrelétrica de Belo Monte, que considera uma “tragédia para o mundo”.

Discurso

Severn conta que seu discurso na Rio 92 ocorreu após convite das Nações Unidas, que tentava reajustar o cronograma das plenárias de chefes de Estado. Ela, que estava no Brasil junto com outros adolescentes da ONG Eco (Environmental Children’s Organization, fundada por Severn) foi escolhida para falar aos delegados e utilizou o período de cinco minutos para abordar questões importantes como o buraco na camada de ozônio e o impacto da mudança climática em seu país, o Canadá.

“Vi que muitas pessoas choraram após o discurso. Desde então, milhões de pessoas viram o vídeo [que está no YouTube e já teve mais de 23 milhões de acessos]. Ainda recebo correspondências sobre isso, mas 20 anos depois, o que mudou? Ainda procuro provas de que minhas palavras fizeram diferença”.

Severn afirma que nas duas décadas que se passaram, a comunicação e a velocidade da informação melhoraram devido à internet. Mas, na perspectiva ecológica, o mundo continua “em sérios apuros”. Para ela, “nosso estilo de vida está com prazo estourado e não seremos capazes de sustentá-lo, pois nossos ecossistemas estão no limite”.

Ela comenta que a mudança climática é um crime “intergeracional”, ou seja, que passará por várias gerações, e se diz envergonhada com a atitude do governo do Canadá ao se retirar do Protocolo de Kyoto, em dezembro de 2011, por não conseguir cumprir as metas de redução de gases de efeito estufa.

“Estou absolutamente envergonhada. Em 20 anos, meu país deixou de ser um campeão da sustentabilidade para se tornar um retardatário ambiental”.

Brasil e Rio+20

Sobre a discussão ambiental no Brasil, Severn diz que empreendimentos como a usina hidrelétrica de Belo Monte, em construção no Rio Xingu, no Pará, só demonstram que o mundo não valoriza os serviços ambientais da Amazônia. Ela se diz desapontada com o andamento da construção e com mudanças recentes nalegislação ambiental (Código Florestal) que “irão comprometer a floresta devido ao aumento da exploração madeireira”.

“É o pulmão do mundo e devemos pagar para que a Amazônia permaneça intacta”.

Sobre a Rio+20, a canadense afirma que a conferência só conseguirá êxito se os governos deixarem de pensar nas crises econômicas e passarem a planejar uma forma de socorrer o meio ambiente nos mesmos métodos aplicados para socorrer bancos, com a injeção de dinheiro. “Devemos reduzir nossa pegada ecológica e começar a usar a nossa voz.”

Questionada sobre qual será o cenário do mundo daqui 20 anos, na Rio+40, Severn foi enfática: “verei isto a partir da próxima semana”.

Do G1

A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (8), em pronunciamento em cadeia nacional, que as mulheres continuarão a ser prioridade nos programas sociais do governo. Segundo Dilma, por ser a “principal mola de propulsão” para vencer a miséria, a mulher consegue gerar melhorias para toda a família ao sair de uma situação de vulnerabilidade.

A mulher é a principal mola de propulsão para vencer a miséria. Sabe por quê? Porque ela é o centro da família. Porque quando uma mulher se ergue, nunca se ergue sozinha, ela levanta junto seu companheiro, ela levanta junto seus filhos, ela fortalece toda a família. Vem daí a importância que damos à mulher nos nossos programas sociais. 93% dos cartões do Bolsa Família estão, por exemplo, em nome de mulheres.

Durante o pronunciamento, Dilma anunciou que na segunda etapa do Minha Casa, Minha Vida a escritura das moradias do programa serão feitas em nome das mulheres.

47% dos contratos da primeira etapa do Minha Casa, Minha Vida foram assinados por mulheres. Este percentual será ainda maior no Minha Casa, Minha Vida 2. Nele, a escritura dos apartamentos populares será feita em nome da mulher.

A presidenta criticou a diferença salarial entre homens e mulheres que ocupam as mesmas funções no mercado de trabalho e disse que esta situação tem que mudar.

Nos últimos anos, a taxa de desemprego feminino vem caindo com mais força, mas ocupamos apenas 45% das vagas de trabalho disponíveis e continuamos recebendo menos que os homens pelo mesmo trabalho realizado. Isso tem que melhorar.

No pronunciamento, a presidenta citou ainda a Lei Maria da Penha como um instrumento “poderoso” de combate à violência contra a mulher e elogiou decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que garante a continuidade dos processos contra os agressores mesmo que a vítima retire a queixa.

A mulher brasileira merece, portanto, cada vez mais justiça, amor e paz. E isso deve começar em cada lar. Desde 2006, temos na Lei Maria da Penha um instrumento poderoso para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Há poucos dias, o Supremo Tribunal Federal (STF) fortaleceu o combate à violência doméstica ao decidir que se um homem agredir uma mulher será processado mesmo que ela não apresente denúncia e mesmo que ela retire a queixa. Nesta área, o governo federal também está fazendo a sua parte. Ainda este ano, vamos ampliar para 1.100 unidades os serviços de atendimento à mulher em situação de violência.

 

Yvone Barreiros Moreira, presidente da Associação dos Oficiais de Justiça do estado de São Paulo, destaca corrupção nos magistrados, a Imprenda golpista e parcial brasileira, a PM enquanto instrumento da burguesia e do Estado e destaca o massacre do Pinheirinho.

Wendy Sherman, subsecretária para assuntos políticos do Departamento de Estado dos EUA

A terceira pessoa mais importante da diplomacia dos EUA, Wendy Sherman, elogiou a presidente Dilma Rousseff ao ser confrontada com as críticas feitas pela brasileira à prisão mantida pelo governo norte-americanos em Guantánamo, em Cuba.

Dilma havia criticado os Estados Unidos em 31 de janeiro, durante visita oficial a Cuba.

Sherman, subsecretária para assuntos políticos do Departamento de Estado dos EUA, participou do “Poder e Política – Entrevista” em 3 de fevereiro. O programa, conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues no estúdio do Grupo Folha em Brasília, é uma parceria do UOL e da Folha.

“Creio que ninguém possa criticar as credenciais da presidente Dilma como defensora dos direitos humanos, como alguém que compreende por sua própria experiência de vida como eles são cruciais”, disse Sherman.

Sobre a prisão, Wendy Sherman afirmou somente que o presidente dos EUA, Barack Obama, prometeu fechá-la e que os detidos ali são “combatentes inimigos capturados durante a guerra contra o terrorismo”.

Na entrevista, a subsecretária falou também sobre a concessão de vistos para brasileiros viajarem para os EUA e sobre a visita que Dilma deve fazer a Obama em abril. E comentou a participação do Brasil em negociações para frear o programa nuclear do Irã e a reforma do Conselho de Segurança da ONU.

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Em entrevista coletiva realizada em Cuba nesta terça-feira (31), a presidente Dilma Rouseff disse que o Brasil já concedeu à blogueira Yoani Sánchez o visto e que agora cabe a ela obter a permissão de Cuba para viajar. Yoani deseja vir ao país em fevereiro para a estreia de um documentário sobre liberdade de expressão do qual participa. Saiba mais sobre a visita de Dilma a Cuba.
Do Uol

Achar um espaço na agenda de Janete é muito difícil. Neste dia por exemplo, ela tentava conseguir mais uns minutos na jornada para receber um grupo de técnicos,de Londres, em passagem pela cidade.

A atribulação é tamanha que você imagina que será recebida corretamente, claro, mas premida pelo tempo, entre um compromisso e outro.

Apesar da chuva e do engarrafamento gigantesco na cidade, não houve atrasos. Chegamos para entrevistá-la, meia hora antes do combinado e tivemos a oportunidade de testemunhar uma cena que explica a diferença do Sabin como empresa premiada com o Best Place to Work, muitas vezes.

Era dia do aniversário de uma funcionária e a festinha já estava armada, com cartazes nas paredes, balões, violão, o já famoso pão de queijo quentinho e a presença carinhosa da diretora.

Nesta entrevista ela nos conta como começaram, ela e  Sandra, que infelizmente não pode vir para o bate-papo. Fala também do percurso que traçaram, dos prêmios, do reconhecimento nacional e dos planos para o futuro.

O que salta aos olhos, ao lado da competência técnica e empresarial, é o carinho com que essas mulheres se dedicam ao seu trabalho, colaboradores e aos que, como nós, se interessam por essa realização.

Foi um prazer que desejamos compartilhar.

Por Gianna, com a colaboração e imagens de Fernando.

Nos EUA, oito em cada dez praticantes do Yôga são mulheres, segundo a revista Yoga Journal.

O filme/documentário YogaWoman, mostra como o Yôga entrou na vida das mulheres, desde Manhattan até o Kênia passando por vários países, e o seu poderoso impacto na saúde, na forma física e no bem estar emocional de milhões de pessoas. Enfim, narra esse fenômeno de massas cuja expansão atinge pessoas famosas como Gwyneth Paltrow, Madonna, Minnie Driver, entre outras tantas celebridades.

Quem pratica o Yôga sabe que ele é ótimo para “esvaziar o cérebro” quando você está com a cabeça cheia – sua mente se tranquiliza e você consegue baixar o seu ritmo.

Em suas declarações, Madonna já disse que para ela “o Yôga é uma metáfora da vida. Você o tem que praticar devagar, sem pressa, não pode ir logo para a próxima postura… respirar e deixar-se ir… É um exercício para a mente, o corpo e para tua alma”.

Pelo que vi no trailler do documentário, ele mostra declarações de instrutoras famosas, como, por exemplo, Cyndi Lee e Sharon Gannon. Será que deixaram espaço para instrutoras não tão famosas, mas que de igual forma fazem parte dessa nova geração de professoras dinâmicas?

Do A Simplicidade das Coisas
Ig
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