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"Ajudando as mulheres a liderar, vencer, governar." ✫Desde 2009✫

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A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (8), em pronunciamento em cadeia nacional, que as mulheres continuarão a ser prioridade nos programas sociais do governo. Segundo Dilma, por ser a “principal mola de propulsão” para vencer a miséria, a mulher consegue gerar melhorias para toda a família ao sair de uma situação de vulnerabilidade.

A mulher é a principal mola de propulsão para vencer a miséria. Sabe por quê? Porque ela é o centro da família. Porque quando uma mulher se ergue, nunca se ergue sozinha, ela levanta junto seu companheiro, ela levanta junto seus filhos, ela fortalece toda a família. Vem daí a importância que damos à mulher nos nossos programas sociais. 93% dos cartões do Bolsa Família estão, por exemplo, em nome de mulheres.

Durante o pronunciamento, Dilma anunciou que na segunda etapa do Minha Casa, Minha Vida a escritura das moradias do programa serão feitas em nome das mulheres.

47% dos contratos da primeira etapa do Minha Casa, Minha Vida foram assinados por mulheres. Este percentual será ainda maior no Minha Casa, Minha Vida 2. Nele, a escritura dos apartamentos populares será feita em nome da mulher.

A presidenta criticou a diferença salarial entre homens e mulheres que ocupam as mesmas funções no mercado de trabalho e disse que esta situação tem que mudar.

Nos últimos anos, a taxa de desemprego feminino vem caindo com mais força, mas ocupamos apenas 45% das vagas de trabalho disponíveis e continuamos recebendo menos que os homens pelo mesmo trabalho realizado. Isso tem que melhorar.

No pronunciamento, a presidenta citou ainda a Lei Maria da Penha como um instrumento “poderoso” de combate à violência contra a mulher e elogiou decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que garante a continuidade dos processos contra os agressores mesmo que a vítima retire a queixa.

A mulher brasileira merece, portanto, cada vez mais justiça, amor e paz. E isso deve começar em cada lar. Desde 2006, temos na Lei Maria da Penha um instrumento poderoso para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Há poucos dias, o Supremo Tribunal Federal (STF) fortaleceu o combate à violência doméstica ao decidir que se um homem agredir uma mulher será processado mesmo que ela não apresente denúncia e mesmo que ela retire a queixa. Nesta área, o governo federal também está fazendo a sua parte. Ainda este ano, vamos ampliar para 1.100 unidades os serviços de atendimento à mulher em situação de violência.

 

Yvone Barreiros Moreira, presidente da Associação dos Oficiais de Justiça do estado de São Paulo, destaca corrupção nos magistrados, a Imprenda golpista e parcial brasileira, a PM enquanto instrumento da burguesia e do Estado e destaca o massacre do Pinheirinho.

Wendy Sherman, subsecretária para assuntos políticos do Departamento de Estado dos EUA

A terceira pessoa mais importante da diplomacia dos EUA, Wendy Sherman, elogiou a presidente Dilma Rousseff ao ser confrontada com as críticas feitas pela brasileira à prisão mantida pelo governo norte-americanos em Guantánamo, em Cuba.

Dilma havia criticado os Estados Unidos em 31 de janeiro, durante visita oficial a Cuba.

Sherman, subsecretária para assuntos políticos do Departamento de Estado dos EUA, participou do “Poder e Política – Entrevista” em 3 de fevereiro. O programa, conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues no estúdio do Grupo Folha em Brasília, é uma parceria do UOL e da Folha.

“Creio que ninguém possa criticar as credenciais da presidente Dilma como defensora dos direitos humanos, como alguém que compreende por sua própria experiência de vida como eles são cruciais”, disse Sherman.

Sobre a prisão, Wendy Sherman afirmou somente que o presidente dos EUA, Barack Obama, prometeu fechá-la e que os detidos ali são “combatentes inimigos capturados durante a guerra contra o terrorismo”.

Na entrevista, a subsecretária falou também sobre a concessão de vistos para brasileiros viajarem para os EUA e sobre a visita que Dilma deve fazer a Obama em abril. E comentou a participação do Brasil em negociações para frear o programa nuclear do Irã e a reforma do Conselho de Segurança da ONU.

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Em entrevista coletiva realizada em Cuba nesta terça-feira (31), a presidente Dilma Rouseff disse que o Brasil já concedeu à blogueira Yoani Sánchez o visto e que agora cabe a ela obter a permissão de Cuba para viajar. Yoani deseja vir ao país em fevereiro para a estreia de um documentário sobre liberdade de expressão do qual participa. Saiba mais sobre a visita de Dilma a Cuba.
Do Uol

Achar um espaço na agenda de Janete é muito difícil. Neste dia por exemplo, ela tentava conseguir mais uns minutos na jornada para receber um grupo de técnicos,de Londres, em passagem pela cidade.

A atribulação é tamanha que você imagina que será recebida corretamente, claro, mas premida pelo tempo, entre um compromisso e outro.

Apesar da chuva e do engarrafamento gigantesco na cidade, não houve atrasos. Chegamos para entrevistá-la, meia hora antes do combinado e tivemos a oportunidade de testemunhar uma cena que explica a diferença do Sabin como empresa premiada com o Best Place to Work, muitas vezes.

Era dia do aniversário de uma funcionária e a festinha já estava armada, com cartazes nas paredes, balões, violão, o já famoso pão de queijo quentinho e a presença carinhosa da diretora.

Nesta entrevista ela nos conta como começaram, ela e  Sandra, que infelizmente não pode vir para o bate-papo. Fala também do percurso que traçaram, dos prêmios, do reconhecimento nacional e dos planos para o futuro.

O que salta aos olhos, ao lado da competência técnica e empresarial, é o carinho com que essas mulheres se dedicam ao seu trabalho, colaboradores e aos que, como nós, se interessam por essa realização.

Foi um prazer que desejamos compartilhar.

Por Gianna, com a colaboração e imagens de Fernando.

Nos EUA, oito em cada dez praticantes do Yôga são mulheres, segundo a revista Yoga Journal.

O filme/documentário YogaWoman, mostra como o Yôga entrou na vida das mulheres, desde Manhattan até o Kênia passando por vários países, e o seu poderoso impacto na saúde, na forma física e no bem estar emocional de milhões de pessoas. Enfim, narra esse fenômeno de massas cuja expansão atinge pessoas famosas como Gwyneth Paltrow, Madonna, Minnie Driver, entre outras tantas celebridades.

Quem pratica o Yôga sabe que ele é ótimo para “esvaziar o cérebro” quando você está com a cabeça cheia – sua mente se tranquiliza e você consegue baixar o seu ritmo.

Em suas declarações, Madonna já disse que para ela “o Yôga é uma metáfora da vida. Você o tem que praticar devagar, sem pressa, não pode ir logo para a próxima postura… respirar e deixar-se ir… É um exercício para a mente, o corpo e para tua alma”.

Pelo que vi no trailler do documentário, ele mostra declarações de instrutoras famosas, como, por exemplo, Cyndi Lee e Sharon Gannon. Será que deixaram espaço para instrutoras não tão famosas, mas que de igual forma fazem parte dessa nova geração de professoras dinâmicas?

Do A Simplicidade das Coisas

Regina Miki é a primeira mulher a assumir a Secretaria Nacional de Segurança Pública, órgão responsável pela gestão da política de segurança do País.

Advogada, ela foi nomeada Secretária de Defesa Social de Diadema (SP) pelo então prfeito José de Filippi (PT), hoje deputado federal. “Eu tomei um susto. Ele disse que me escolheu porque queria alguém com NSS. Eu não entendi e ele traduziu: neurônio, saliva e sapato”, conta Regina.

Sua competente atuação em Diadema fez cair em 80% a criminalidade na cidade. A convite do ministro José Eduardo Cardozo, Regina assumiu a Secretaria. Sua história é um case de sucesso, exemplo de determinação, disciplina e muita coragem.

 Confira a primeira parte da entrevista.

 

Para quem se lembra da entrevista Elas no Comando, que fizemos em 2009, não é surpresa ver o sucesso de Danielle Moreira frente à ACDF – Associação Comercial do Distrito Federal.

Danielle Moreira

Já naquela ocasião Danielle tinha projetos para a Associação que, postos em prática e ampliados, conduziram sua trajetória até a premiação do Fórum de Líderes Empresariais do país, na categoria Novos Líderes Nacionais, hoje, em cerimônia em São Paulo.

O Fórum de Líderes Empresarias, cuja presidência está a cargo de Ozires Silva, reúne empresários líderes dos maiores grupos comerciais do Brasil.

Os premiados são escolhidos por meio de votação entre os membros do fórum, já há 32 anos.  Segundo seu presidente, esta premiação é um ponto alto no calendário de eventos do mundo corporativo reunindo os executivos e personalidades mais expressivos do país.

Brasília está orgulhosa por mais esta conquista da Danielle que é, sem dúvida, uma Mulher no Poder das mais importantes.

Parabéns!

O Homem Que Amava As Mulheres, considerado síntese da obra do melhor entre os cineastas franceses, fará 35 anos em 2012 e acaba de ganhar edição remasterizada.

O Homem Que Amava As Mulheres (L'homme Qui Aimait Les Femmes - França - 1977)

Resumo da história - Instigante comédia dramática, narrada em flashback, sobre a vida e as conquistas amorosas de Bertrand Morane (Charles Denner), especialista na construção de aviões, barcos e helicópteros. Ele é O Homem Que Amava As Mulheres (L’homme Qui Aimait Les Femmes – França – 1977). Morava em Montpellier, a “cidade francesa com maior número de belas por metro quadrado”. Um apaixonado pela alma feminina. . Todas. Nenhuma o deixava indiferente. Gostava das ruivas “pelo cheiro”, das louras platinadas “pelo artifício”, das jovens porque elas acham que “o mundo lhes pertence”, das viúvas “por estarem disponíveis”,das casadas “por não estarem”. Para ele, engenheiro, “as pernas das mulheres eram compassos que percorrem o globo terrestre em todas as direções, dando-lhe equilíbrio e harmonia”. Na primeira cena que mostra uma de suas conquistas, ele se deixa fascinar apenas pelas pernas de quem sequer consegue ver o rosto. Anota a placa do conversível dela e,obstinado, tenta de todas as formas encontrá-la. Chega a chocar o seu carro aleatoriamente e denuncia à companhia de seguros que o acidente teria sido por culpa da dona do belo par de pernas. Queria , porque queria, saber o seu endereço e a sua identidade. Sucedem-se outras aventuras, até que ele esbarra em Hélène (Geneviève Fontanel), mulher madura e bela, dona de loja de lingeries, que aceita convite para jantar. Logo após, confessa que prefere mesmo os homens mais jovens, embora aprecie a sua companhia. A partir desse momento, Bertrand decide escrever um livro sobre sua vida e as mulheres que dela participaram. As reminiscências adentram no terreno freudiano. O espectador fica sabendo que ele foi desprezado por mãe castradora e promíscua. Mais: a mulher por quem se apaixonou e com quem viveu alguns anos, Vera (Leslie Caron), o abandonara inexplicavelmente. Começam as semelhanças entre a vida do personagem e a do próprio Truffaut (segundo os biógrafos do cineasta, “Vera” teria sido Catherine Deneuve). Ele, Truffaut, sinaliza a conexão entre a fantasia e a realidade, ao aparecer no início do filme. Os originais do livro de Bertrand ficam prontos e uma importante empresa editora decide transformá-los em livro. Escala a diretora Geneviève Bigey (Brigitte Fossey), bonita e cheia de charme, para cuidar do projeto. Ela vai além e termina na cama dele. Fatos imprevisíveis atrapalham a trajetória de Bertrand rumo a mais outra conquista. A história termina com explicação freudianamente plausível sobre os motivos do comportamento compulsivo do personagem. Apenas mais uma vítima de neuroses recalcadas, muito distante, portanto, do estereótipo do sedutor convencido e chato.

O diretor – Ao romper com Jean-Luc Godard, amigo dos primeiros tempos, Truffaut deixou claro o tipo de cinema que queria produzir. Abandonaria as ilações políticas, etéreas, a fim de se fixar em filmes que mostrassem o encanto dos relacionamentos, independentemente de “finais felizes”. Seus trabalhos iriam esmiuçar o jeito de ser de mulheres, homens e suas neuroses. Aprimorou estilo baseado em suas experiências pessoais. O Homem Que Amava As Mulheres é considerado o filme em que melhor exprimiu o seu jeito de lidar com o mundo e com as belas que lhe surgiram no caminho.

O elenco – Charles Denner foi um dos principais atores franceses dos anos 60 e 70. Trabalhou com Louis Malle (Ascensor Para o Cadafalso, ótimo suspense, ao lado de Jeanne Moreau), Godard, Costa-Gavras (Z), Claude Chabrol, Claude Lelouch e com Truffaut. Segundo este, depois que o roteiro de O Homem Que Ama As Mulheres foi concluído, não havia melhor ator para vivenciar a aventura de Bertrand Morane pelos labirintos dos sentimentos femininos. Aos 51, a voz grave e viril de Charles Denner fazia o contraponto ideal com certa vulnerabilidade que costuma despertar o instinto maternal das mulheres. Todas as coadjuvantes estiveram perfeitas, cada uma preenchendo, à sua maneira, lacunas explícitas na autoestima do personagem. Destaque para Brigitte Fossey e Geneviève Fontanel.

Filme viria a influenciar a outros grandes diretores da geração seguinte

O Homem Que Amava As Mulheres, pelo mergulho no inconsciente masculino, iria deixar marcas em trabalhos futuros de Pedro Almodóvar (Carne Trêmula, Abraços Partidos), François Ozon, no filme mais sensível de Clint Eastwood (Pontes de Madisson) e Christophe Honoré (A Bela Junie),entre outros.

Truffaut chegou a planejar retomada ao tema de O Homem que Amava As Mulheres

Em maio de 1984, Truffaut reuniu seu diretor de fotografia preferido, Nestor Almendros (também o responsável pelas magníficas imagens de O Homem Que Amava As Mulheres), e Gérard Depardieu, a fim de discutir adaptação do romance La Varande, que contava a vida amorosa de militar que voltava das guerras napoleônicas, com o rosto desfigurado e a certeza de que a sua vida de sedutor havia acabado. Para surpresa dele, o seu nariz mal refeito dos ferimentos tornar-se-ia elemento fetichista e objeto de desejo das mulheres que passaria a conhecer. Não houve tempo. Em 21 de outubro do mesmo ano, viria a falecer, vencido por câncer no cérebro.

Outro filme, aqui no Brasil também “O Homem Que Amava As Mulheres” (Vie Hérooique, na língua original), relativo àcinebiografia do músico francês Serge Gainsbourg, realizado em 2010, nada tem a ver com o filme de François Truffaut.

José Jardelino da Costa Júnior

9 e 1/2 Semanas de Amor (1986)

Filme do diretor Adrian Lyne traz Kim Bassinger e Mickey Rourke em trama marcada pela obsessão e comportamentos sexuais transgressores

Resumo da história - A natureza da trama vem explicitada logo no título em inglês, 9 e 1/2 Weeks. Ou seja, o limite de tempo que uma relação obsessiva costuma durar, desde que um dos dois seja minimamente saudável, sob o aspecto psíquico. Por razões comerciais, o tradutor brasileiro fez acréscimo (“de amor”) que, de certa forma, desconecta a versão em português da essência verdadeira do filme.

9 e 1/2 Semanas de Amor (1986) representa hábitos dos anos 80, o charme de homens e mulheres bonitas, elegantes, tendo como moldura Nova York, Wall Street e outros símbolos da geração yuppie, enquanto na linguagem subjacente transbordam atitudes marcadas por erotismo transgressor. Liz (Kim Bassinger, aos 30, no auge de seus extraordinários encantos), gerente de uma galeria de arte, certo dia esbarra no olhar de John (Mickey Rourke), charmoso e bem sucedido executivo financeiro. Iniciam romance que será marcado pelos superlativos. Desde os primeiros encontros, ele era o dono de todas as palavras. Sabia o que estava pretendendo e não se incomodava nem um pouco com isso. Quando ela ensaiava alguma coragem para expressar seus sentimentos, ele se fechava dentro de si e apenas pensava nos seus termos. Começa então a demolição da dignidade de Liz.

Em ritmo de videoclipe, com situações aparentemente românticas e trilha sonora envolvente, o diretor Adrian Lyne conduz a relação na direção dos desvios psicológicos que irão acentuar o lado sociopata de John. Liz se submete: olhos vendados, palmadas por “castigo merecido” e outras manifestações do caráter deformado do namorado, turbinado pelos recalques decorrentes de situações vividas na infância que ele queria esconder. Era um homem experiente e dono de grande talento para negócios, mas que, por dentro, nunca havia nascido. Liz começa a perceber o sentimento de medo tomando conta de sua existência. No espelho, viu o seu retrato tenebroso e entendeu finalmente que precisava se proteger do efeito devastador que aquela relação lhe trazia. “Eu quase esperei tempo demais”, pensou, instantes antes de tomar a decisão que lhe resgataria a autoestima.

O diretor - Adrian Lyne iria voltar ao tema (psicopatas) um ano depois de 9 e 1/2 Semanas de Amor, em novo filme que retomou a discussão sobre relacionamentos efervescentes, no início, e sombrios, a partir do momento em que um dos parceiros descobre que foi vítima de idealização inconsequente e se deixou seduzir por pessoas que não eram o que aparentavam. Paixão avassaladora, marcada por imediatos e tórridos encontros sexuais também foi o tema de Atração Fatal (1987), com magistrais interpretações de Michael Douglas e Glen Close. Em ambos os filmes, o diretor teve a habilidade de colocar a câmera como uma sonda no inconsciente dos protagonistas-psicopatas e permitir que o próprio espectador testemunhasse que eles não amam, não trabalham, não vivem. Simplesmente vão à caça.

O elenco - O bem sucedida trajetória no universo da publicidade permitiu que Adrian Lyne selecionasse dois atores com o biotipo desejado por dez entre dez mulheres e homens. Isso era imprescindível para o filme funcionar. Kim Bassinger, linda, transbordava sexo por todos os poros do seu corpo arrasador. Mickey Rourke mostrou olhar, sorriso e gestos do príncipe encantado moderno. Mais: um e outro conseguiram transmitir os mais profundos sentimentos dos seus personagens, apenas com pequenos detalhes de linguagem não-verbal. Ótimas interpretações.

Detalhe (1) – 9 e 1/2 Semanas representou o ponto mais alto da carreira de Mickey Rourke. Tempos depois, enveredou pelas lutas de boxe e literalmente desconstruiu a reputação de sexy symbol.

Detalhe (2) - O filme ainda mantém certo frescor atual e merece ser visto (ou revisto). Na era das mídias sociais, quando as mais fantasiosas idealizações postadas no Facebook adquirem o status da credibilidade, a chance de se entrar na mesma cilada de Liz é real. A médica psiquiatra Ana Beatriz Barbosa da Silva aborda a questão com argumentos sólidos em seu bestseller “Mentes Perigosas” (Editora Objetiva – 2008). O perigo efetivamente existe. Numa nova e promissora relação, de repente, um(a) psicopata pode estar dormindo ao lado.

José Jardelino da Costa Júnior