"Ajudando as mulheres a liderar, vencer, governar." ✫Desde 2009✫

Arquivos para a ‘varejo’ Categoria

Luiza Trajano, do Magazine Luiza,  Julio Vasconcellos, do Peixe Urbano e Sergio Gabrielli ex-presidente da Petrobras, são os brasileiros na lista da pesquisa realizada por AméricaEconomia
Luiza Trajano, do Magazine Luiza

Três brasileiros foram eleitos personalidades de destaque no cenário empresarial da América Latina em 2011 na pesquisa realizada junto a leitores da revista AméricaEconomia. São eles: José Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, Luiza Trajano, dona do Magazine Luiza, Júlio Vasconcelos, CEO do site Peixe Urbano e José Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras,. A pesquisa completa, que inclui 19 executivos e empresários de 13 países da região, está na edição de fevereiro da revista.

Luiza Trajano foi um dos destaques pelas grandes movimentações financeiras feitas em 2011, como a compra do Baú da Felicidade e das ações negociadas em bolsa a partir de maio.“Nossa maior luta é não perder a identidade da empresa. Não separo minha essência pessoal da essência profissional”, disse Luiza à revista. Ela revelou ainda que não quer deixar de lado a expansão do negócio e da possibilidade de levar a marca para o Norte do país.

Júlio Vasconcelos desembarcou com seu Peixe Urbano na Argentina, no México e no Chileem 2011 e triplicou sua base de clientes registrados. “Nossa principal diferença está na comunicação. Temos uma reunião todo mês, com participação voluntária dos funcionários.Todos podem dar sugestões.Desse encontro podem surgir ideias em diversas áreas, como a melhor forma de ativar a força de vendas até soluções ecologicamente corretas”, afirmou Julio.

Gabrielli foi reconhecido pelo saldo positivo em sua gestão. Em 2003, ao ingressar na Petrobras, encontrou a empresa com uma receita de US$ 71,8 bilhões. Depois de nove anos na companhia, ele deixa para a sucessora Mariadas Graças Foster um faturamento deR$ 180,5 bilhões.

 

Sobre a Spring Editora:

A Spring Editora, sob direção de José Roberto Maluf, é responsável pela versão nacional da ROLLING STONE, conhecida internacionalmente, além das revistas AMÉRICAECONOMIA, ESPN, DOCOL, OAS, DAY BY DAY, VOETRIP e ABECS. Desde 2008, representa a Mídia de Bordo TRIP, que desenvolve conteúdo e ações de marketing personalizados e segmentados para o público da TRIP Linhas Aéreas, a maior companhia regional da América do Sul.

 

Associação Brasileira de Franquias -ABF estima que 35% das franquias são comandadas por mulheres

Arte RatoFX

No final do  mês de novembro vi uma chamada no Linkedin com um convite para colaborar com conteúdo para o Blog Mulheresnopoder. Convite este logo aceito e que me deixou muito feliz por poder conversar com você, mulher que circula por tantos papéis na sociedade:  mãe, esposa, executiva, empreendedora, funcionária, profissional liberal entre outros.

A partir de agora, temos um encontro marcado para interagirmos sobre assuntos que abordarão o tema: gestão voltado ao mundo das franquias e a comunicação dentro do ambiente de trabalho.

Dentro do segmento de franquias tenho encontrado cada vez mais mulheres franqueando seus negócios ou iniciando um empreendimento a partir da compra de uma franquia. A Associação Brasileira de Franchising (ABF) estima que 35% das franquias são comandadas por mulheres.

O fato de manter o equilíbrio entre a vida familiar e a profissional faz das mulheres excelentes organizadoras de equipes, demonstrando maior persistência na suas ações de trabalho, são mais detalhistas e valorizam a cooperação. A comunicação fácil, o exercício da empatia e a sociabilidade, fazem das mulheres potenciais franqueadas e franqueadoras de sucesso.

Entrar no mundo das franquias é sim, um verdadeiro mapa da mina, mas ele também envolve riscos e dedicação. Porém a vantagem da franquia é ter por trás uma marca conhecida e receber um pacote de experiências testadas e aprovadas pelo franqueador. Quer saber mais sobre este mundo?  Nos acompanhe por aqui!

Grande abraço!

Lênia Luz

Lênia Luz

 

www.aurelioluz.com.br

www.mundodasfranquias.com.br
www.mundodasmicrofranquias.com.br

Arte RatoFX

Após São Paulo e Minas Gerais terem proibido neste ano o uso de sacolas plásticas nos supermercados das duas capitais, a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara vai realizar audiência pública na próxima quarta-feira (23) para debater com especialistas o uso de novas tecnologias para a fabricação de sacolas biodegradáveis, que podem ser decompostas pelo meio ambiente a curto prazo.

A comissão quer debater ainda o controle e a utilização de embalagens plásticas, e o lixo derivado dessas embalagens que não possuem tecnologia de biodegradação, podendo caracterizar crime ambiental.

A preocupação com o impacto na natureza pelo descarte indevido das sacolas plásticas, caracterizando crime ambiental, foi o que levou o deputado Fernando Francischini (PSDB-PR) a propor a audiência sobre a mudança no uso de embalagens não recicláveis no País.

“Queremos chegar ao final de um debate como esse conhecendo novas tecnologias para poder propor um projeto de lei que seja realmente efetivo e, com certeza, ao final, nós queremos chegar a uma proposta que possa ser útil à sociedade no sentido de diminuir na natureza o plástico e o crime ambiental por conseguinte.”

Francischini acrescentou que o governo federal ainda não adotou medidas para amenizar este impacto ambiental causado pelo uso descontrolado deste produto. De acordo com o parlamentar, a questão do uso do plástico no Brasil é complexa e abrangente, devido aos altos custos para implementar novas tecnologias de origem vegetal e biodegradáveis a fim se substituir os danosos polímeros ofertados no País.

Francischini explicou que as sacolas plásticas convencionais são compostas por materiais orgânicos que não produzem oxigênio e sim bactérias anaeróbias que formam o gás metano, que é 21 vezes mais prejudicial ao meio ambiente que o gás CO2, desprendido pelas sacolas oxi-biodegradáveis e biodegradáveis.

Tecnologia do bioplástico

Um dos convidados da audiência pública é o diretor da empresa Limagrain do Brasil, Ricardo Guerra, que vai apresentar a tecnologia francesa de fabricação do bioplástico a partir do milho.

Segundo Guerra, a empresa já tem estudos avançados para implantação de uma fábrica no Brasil. “É algo moderno, totalmente diferente de muitas outras tecnologias que são oferecidas no segmento biodegradável no Brasil, porque essa tecnologia a base de milho não deixa nenhum resíduo danoso ao meio ambiente.”

Já tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 612/07, do deputado Flávio Bezerra (PMDB-CE), que obriga o uso de sacolas plásticas oxi-biodegradáveis (OBPs), para acondicionamento de produtos e mercadorias em todos os estabelecimentos comerciais do País.

No Brasil, cada pessoa produz cerca de um quilo de lixo por dia, acondicionado em sacos plásticos que acabam nos aterros, nos rios, nas ruas das cidades. Das 17 bilhões de sacolas plásticas usadas por ano no País, apenas 20% são recicladas.

Convidados

Além de Ricardo Guerra, também foram convidados para audiência:

- o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente Nabil Georges Bonduki;

- diretor substituto de Qualidade do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), Paulo Coscarelli;

- o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Sussumu Honda;

- o diretor internacional da Limagrain Céréales Ingrédients, Claude Gagnol;

- o diretor internacional da Biolice, David Pearson; e

- o diretor da GrainSolutions, José Maurício Thomaz Setti.

A reunião será às 16h30, no Plenário 6.

Do Agência Câmara de Notícias
Portal pretende facilitar a busca por itens de moda na internet

Fashionera - Reprodução

A Inter.net, agência digital multinacional, acaba de lançar o Fashionera, o maior buscador de moda feminina do mercado brasileiro baseado em “social shopping”. A ideia é ajudar a mulher a descobrir e encontrar o produto que deseja e em qual loja (on e off-line) comprar.

O site funciona como uma ferramenta de busca inteligente, que reúne, organiza e disponibiliza produtos de moda feminina, como roupas, sapatos, bolsas e acessórios, tal como uma vitrine virtual. Atualmente já são mais de 1500 marcas de todo mundo reunidas em um único buscador.

“O Fashionera é mais um projeto desenvolvido exclusivamente pela Inter.net para o Brasil. O site surgiu da necessidade de facilitar a busca de produtos de moda feminina pela internet. Sabemos que a mulher brasileira tem comprado cada vez mais pela internet e, por isso, lançamos o Fashionera que já é o maior e principal buscador de moda feminina do Brasil”, explica Alessandra Zanetti, CEO da Inter.net Brasil e idealizadora do Fashionera.

O sucesso da venda de moda e acessórios pela internet também foi diagnosticado pela e-bit, empresa de consultoria de e-commerce. Segundo suas pesquisas, há quatro anos a comercialização destes itens estava abaixo da 20ª colocação no ranking de produtos mais vendidos no Brasil. Hoje, esta categoria já ocupa a 6ª posição.

“Além de ser um buscador de moda, o Fashionera funciona também como uma vitrine, ampliando a oportunidade de exposição tanto para grifes famosas que procuram interagir com seu público, quanto para marcas recém-chegadas ao mercado”, complementa Zanetti.

O modelo de negócio é baseado na comercialização de mídia e na participação nas vendas geradas via Fashionera.

Como funciona – Ao acessar o Fashionera pela primeira vez, a usuária pode criar seu próprio perfil ou fazer o login pelo Facebook. A busca é personalizada por produto (roupas, sapatos, bolsas e acessórios), modelo, preço, estampa, cor e grife.

Seguindo o conceito de “social shopping”, o Fashionera incentiva a interação entre as usuárias e a integração com Facebook e Twitter. Assim, é possível checar o closet de suas amigas, onde estão seus produtos e grifes favoritos.

O buscador também disponibiliza um espaço para a mulher divulgar seus looks em uma galeria de fotos. Ela também tem acesso às últimas notícias do mercado fashion do Brasil e do mundo, além de dicas e orientações de consultoras e blogueiras de moda.

“Além de ser um buscador completo, as funções de social shopping dão poder para a usuária expressar seus gostos e opiniões, interagir com suas amigas e diretamente com a marca”, finaliza Zanetti.

Estudo da proScore mostra que 56% dos cheques devolvidos no Brasil são de homens, que também adquirem bens de valor mais elevado do que as mulheres

Arte RatoFX

A proScore – Bureau de Informação e Análise de Crédito fez estudo dos últimos cinco anos e constatou que os homens, com 56% do total, têm mais cheques devolvidos do que as mulheres (44%). “Quando analisamos ano a ano, o índice é praticamente o mesmo, variando um ponto percentual para mais ou menos”, explica o economista Ivo Barbiero, presidente da empresa.

Ao iniciar o estudo, a ProScore partiu da premissa de que as consumidoras fazem mais compras e, por essa razão, seriam mais suscetíveis a perder o controle dos gastos. “Isso nos surpreendeu também, pois o público masculino gasta mais do que o feminino”, salienta Barbiero, explicando: “os homens têm a tendência de não avaliar o preço do que estão adquirindo, pagando mais por menos, enquanto as mulheres, em quantidade de itens, compram mais, mas os produtos são mais baratos e têm alta utilidade. Os homens, em sua maioria, emitem cheques acima de R$ 300,00, enquanto o valor médio para as mulheres é de R$ 150,00.

O homem parece não se preocupar muito com o valor financeiro e suas compras são feitas mais em benefício próprio. Um exemplo é a aquisição de um aparelho recém-lançado de última geração. Do lado das mulheres, o consumo é pensado nas necessidades cotidianas, como alimentos e roupas. Entretanto, a preocupação em poupar é maior nos homens do que nas mulheres.

Independentemente do gênero, contudo, observa-se uma desorganização financeira dos brasileiros. “O que vemos, de modo geral, é que falta educação financeira às pessoas. Por isso, seria muito positivo um trabalho de conscientização, porque, independentemente de se gastar muito ou pouco, as contas ao final do mês precisam fechar”, conclui Barbiero.

Jornalista responsável: Edna Batista / Ricardo Viveiros Oficina de Comunicação

 

Vitrine da Zara

O Ministério Público do Trabalho (MPT) notificou a marca de roupas Zara para comparecer a uma audiência no próximo dia 18 para assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). O acordo busca regularizar a cadeia produtiva da grife espanhola e reparar os danos causados aos trabalhadores flagrados em regime de trabalho semelhante ao escravo em São Paulo.

Em junho, as investigações do MPT e dos fiscais do Ministério do Trabalho descobriram 51 trabalhadores (46 bolivianos) em condições degradantes em uma confecção da empresa em Americana, interior paulista. No mês seguinte, foram encontrados 14 trabalhadores bolivianos e um peruano em situação análoga à escravidão em duas confecções na cidade de São Paulo.

Ao prestarem esclarecimentos em audiência na Assembleia Legislativa de São Paulo, os representantes da marca, Enrique Huerta Gonzales e Jesus Echeverria, alegaram desconhecer que funcionários trabalhavam em regime escravo em confecções contratadas pela marca.

Segundo o procurador Luiz Carlos Fabre, o fato de a produção ser terceirizada não exime, entretanto, a marca espanhola da responsabilidade pelas condições dos trabalhadores. “A Zara deve fiscalizar as relações de trabalho na sua cadeia produtiva com o mesmo zelo com que fiscaliza a qualidade dos produtos de seus fornecedores”, ressaltou.

Caso a grife se recuse assinar o TAC, que ainda não teve os termos divulgados, o MPT adiantou que ajuizará uma ação civil pública contra a empresa. “Com pedidos indenizatórios contendo valores muito maiores do que aqueles propostos no acordo”.

Do Agência Brasil

Simples Nacional

A partir de 1º de janeiro, as micro e pequenas empresas poderão ampliar as atividades sem correr o risco de serem excluídas da tributação simplificada. A presidente Dilma Rousseff sanciona nesta quarta-feira a ampliação dos limites do Simples Nacional em 50%. Com a nova lei, o limite de enquadramento no regime simplificado de tributação subirá de R$ 240 mil para R$ 360 mil para as microempresas e de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões para as pequenas empresas. Esses são os valores máximos que as empresas poderão faturar anualmente para permanecer no programa.

O teto para os empreendedores individuais (EI) passou de R$ 36 mil para R$ 60 mil por ano. Esses empreendedores são profissionais autônomos que contribuem para a Previdência Social e podem empregar até um funcionário. Eles também pagam o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), se exercerem atividades ligadas ao comércio, e o Imposto sobre Serviços (ISS), para profissionais do setor. A lei também duplica para R$ 7,2 milhões o limite de faturamento anual para as empresas exportadoras. Nesse caso, as vendas ao mercado externo poderão chegar ao mesmo valor do mercado interno, que a empresa continuará enquadrada no regime simplificado.

A sanção ocorrerá às 11h em solenidade no Palácio do Planalto. Enviado ao Congresso em agosto pela própria presidente Dilma Rousseff, o projeto foi aprovado por unanimidade na Câmara no fim do mesmo mês e no início de outubro pelo Senado. A ampliação beneficiará até 30 mil empresas excluídas do Simples Nacional. As 20 faixas de cobrança, definidas de acordo com o tamanho e o ramo da empresa, tiveram o valor atualizado, mas as alíquotas foram mantidas.

Outra novidade é a autorização do parcelamento das dívidas tributárias em até 60 meses para as empresas do Simples. A medida beneficiará até 500 mil empresas que devem aos governos federal, estaduais e municipais e seriam excluídas do regime tributário em janeiro.

As novas regras também reduzem a burocracia para os empreendedores individuais. Esses profissionais poderão alterar e fechar o negócio pela internet a qualquer momento no Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br). Também por meio da página, os empreendedores individuais preencherão uma declaração única, em que comprovarão o cumprimento das obrigações fiscais e tributárias e poderão imprimir o boleto de pagamento.

Criado em 2007, o Simples Nacional reúne, em um pagamento único, seis tributos federais: Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS/Pasep, Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e contribuição patronal para o INSS.

O recolhimento simplificado também abrange o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado pelos estados e o Distrito Federal, e o Imposto Sobre Serviços (ISS), de responsabilidade dos municípios. Atualmente, 5,6 milhões de empresas e 1,7 milhão de empreendedores individuais fazem parte desse regime.

Do Terra

Vitrine da Zara

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público realiza hoje audiência pública para discutir denúncias de trabalho escravo promovido por empresas de confecção.

A iniciativa do debate é do deputado Laercio Oliveira (PR-SE). Ele cita como casos a serem investigados as lojas Zara, Marisa, Casas Pernambucanas e Collins. “Após inúmeras notícias veiculadas por todos os meios de comunicação brasileiros, não podemos admitir que a comissão, que tem a competência de combater questões como essa, fique sem ação na frente de tal absurdo”, afirma.

Foram convidados:

- o presidente da Zara, Enrique Huerta Gonzalez;
- um representante da Moda Collins;
- a auditora fiscal do trabalho Sueko Cecília Uske, de São Paulo;
- o fundador da ONG Repórter Brasil, Leonardo Sakamoto;
- a procuradora do Ministério Público do Trabalho de Campinas (SP) Fabíola Junges Zan;
- o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Setor Têxtil, Vestuário, Couro e Calçados e presidente do Sindicato das Costureiras de São Paulo e Osasco, Eunice Cabral.

A audiência será realizada às 14h30, no Plenário 4.

Do Agência Câmara de Notícias

Sebrae

Organização, visão detalhista, bom trato com pessoas. Algumas qualidades tidas como femininas têm feito com que redes de franquia busquem mais mulheres para gerenciar as unidades.

Para Jaqueline Garcia, coordenadora estadual do Projeto Franquias do Sebrae-RJ (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), a procura de mulheres por franquias é cada vez maior.

“A mulher sabe ser enérgica e ao mesmo tempo, compreensiva; sabe comandar sem abrir mão do carinho. Isso se traduz em bom gerenciamento e bons resultados.”

Muitas franquias já contam com mais mulheres do que homens à frente dos negócios. Na rede de cursos de inglês inFlux, por exemplo, elas representam 60% dos franqueados.

Uma delas é a paulista Simone Hayashi, 37, formada em engenharia. “Levei dois anos para ter retorno do que tinha investido. Já com mais experiência, quando abri a minha quinta escola, demorei só seis meses para ter esse retorno”, comemora.

A rede de cursos de informática ComputerToys conta com 90% de mulheres entre franqueados. A marca soma 25 unidades no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Brasília e no Rio Grande do Sul.

“Nossa expectativa é fechar 2011 com um crescimento na faixa de 20%, o que é muito bom e só prova que nós, mulheres, estamos no caminho certo”, afirma Flávia Dalalama, 39.

Dalalama, que é mãe de um menino de 8 anos, diz achar estimulante ser empresária. “Mesmo com tanto trabalho, sendo dona do próprio negócio, temos maior flexibilidade de horários e podemos dar conta melhor do papel de mãe e mulher, também.”

Segundo o consultor Marcos Rizzo, da Rizzo Franchise, “as mulheres se adaptam melhor aos padrões exigidos por cada uma das franquias, são mais organizadas e possuem maior estabilidade com a equipe de funcionários, gerando, assim, menor rotatividade de pessoal”.

Do Folha.Com

Consumidoras ainda afirmam sonhar com um ambiente confortável e acolhedor na hora da compra

Atualmente, as mulheres são responsáveis, em média, por 66% das decisões de compra nos lares brasileiros, movimentando cerca de R$ 1,3 trilhão por ano. Entre as decisões de consumo – que têm impacto nas compras da família – estão vestimenta, alimentação, plano de sáude e educação.

O resultado disso? De acordo com a coordenadora da pesquisa “O mundo de Vênus”, Stella Kochen Susskind, presidente da Shopper Experience, a insatisfação com produtos e serviços é maior entre as mulheres. E alcança patamares elevados pela própria natureza do universo feminino.

Estudo ainda aponta o que as consumidoras não suportam. Um dos pesadelos citados pelas entrevistadas é a antiga cena do vendedor de sapatos que desce oito ou nove caixas empilhadas. No momento da compra, as mulheres querem ser tratadas como únicas.

Experiência de consumo

Ao descreverem o que seria uma experiência de consumo ideal, as consumidoras afirmam sonhar com um ambiente confortável e acolhedor. Um local com decoração moderna. As vitrines sempre com preços bem visíveis. E os produtos estariam à vista, separados por tamanhos e cores.

Nesse mundo hipotético, os atendentes do varejo as deixam à vontade, mas estão sempre por perto para tirar eventuais dúvidas sobre questões técnicas. Esses vendedores são profissionais que se preocupam com o bem-estar de clientes de diferentes perfis e realizam um atendimento personalizado. Atuam como um orientador-consultor, sem empurrar produtos e serviços desnecessários e não alinhados com o perfil de consumo dessa mulher.

Como diminuir a insatisfação delas?

Divulgada nesta quinta-feira (3), a pesquisa “O mundo de Vênus” questionou as entrevistadas sobre como seria o mundo ideal, já que os produtos, serviços e marcas estão muito aquém de suas expectativas.

Stella afirma que o mundo hipoteticamente feminino é permeado por atributos como sensibilidade, sabedoria, senso de justiça, cautela, maturidade, equilíbrio entre racional e emocional – todas características, inclusive, relacionadas às mulheres. Confira abaixo como seria o mundo ideal nos seguintes espaços:

- Atendimento em instituições financeiras:

“Quando descrevem bancos ideais, o ponto crucial está no atendimento. As mulheres querem que todos os clientes sejam tratados como pessoas e não números. Na prática, um atendimento premium para todos”, afirma Stella.

O ambiente não deve ter um ar condicionado gelado, tem que ter um espaço para sentar confortavelmente, tomar água e, eventualmente, ir ao banheiro. E um gancho no autoatendimento para pendurar a bolsa seria muito bem-vindo.

“As mulheres são tão detalhistas que citaram o posicionamento dos caixas eletrônicos, que devem ficar de uma forma que não seja possível ver a operação de outro cliente. Uma medida para manter mais segurança”, justifica.

- Supermercado ideal:

No mundo ideal, os produtos anunciados em folhetos e promoções existem de fato nas lojas e os preços não precisariam ser conferidos, já que o descrito na gôndola seria exatamente o valor que passaria no caixa.

Aquela história de ter 10 caixas e apenas quatro funcionando não existiria. O carrinho de compras, por sua vez, teria uma calculadora para facilitar o controle dos gastos.

E como a ida ao supermercado demanda uma infinidade de operações, elas gostariam de ter um funcionário designado para passar as compras no caixa. E enquanto esperam? As mulheres desejariam desfrutar de uma manicure, sala para as crianças brincarem, cabelereiro, café e degustação de produtos.

Já as sacolas retornáveis, que elas tanto esquecem, não seriam mais uma preocupação, já que seria responsabilidade do varejista pensar em alternativas ecologicamente corretas e confortáveis para o consumidor.

- Compra do carro:

A concessionária seria um espaço com todos os carros em exposição e mulheres como vendedoras, que passam mais confiança e deixam as clientes mais à vontade. Por que? Segundo Stella, as entrevistadas avaliam que as vendedoras explicam detalhes técnicos dos automóveis de maneira mais simples.

“Nesse mundo feminino, as vendedoras têm uma linguagem simples, menos técnica e tratam a cliente como única. Além disso, as consumidoras valorizam mimos como brindes e acessórios”, salienta.

Já no serviço pós-venda, quando deixam o carro para a revisão, por exemplo, as mulheres gostariam de ter uma sala confortável com revistas femininas atuais, um café gostoso e, até mesmo, serviço de manicure e quick massage.

- Mundo virtual e ideal:

As redes sociais, no mundo ideal, seriam o ponto de encontro para a amizade real e sem “baixaria”. A internet seria um instrumento para denúncia de violência e também para ampliar a comunicação entr os países para a troca de informações e cultura.

Os sites das empresas levariam a sério as reclamações sobre produtos e serviços, e as respostas seriam imediatas e on-line. As mulheres gostariam que os sites fossem totalmente seguros e que permitissem visualizar produtos em 360º. “Elas gostariam de contar com um site 100% amigável”, reitera Stella.

Do Uol
Ig
abril 2014
D S T Q Q S S
« mar    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930  
Curta!
Mulheresnopoder