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Carro Novo

Carro Novo

Vai trocar de carro e surge a grande dúvida para saber qual o melhor momento, seja para comprar um Zero KM ou um seminovo?

A dica é: no primeiro trimestre do ano. É a hora das promoções, queda nos preços, acessórios como brindes, melhores negociações e além disso, as liquidações de estoque, na diferença entre ano fabricação / ano modelo. Nesse quesito, se você optar por um carro com ano de fabricação anterior ao ano do modelo, negocie bons descontos para compensar a depreciação na hora da revenda depois.

A atenção com mudanças no mercado que impactam elevação nos preços dos veículos é importante, como por exemplo, aumento da alíquota do IPI e a inclusão de freios ABS e airbag como itens de série obrigatórios a partir de 2014.

O melhor a fazer é pesquisar os modelos desejados e compará-los detalhadamente para decidir a melhor relação custo X benefício (conforto, segurança, garantia, nível de depreciação, aceitação da marca no mercado, qualidade, etc.) e sempre dentro do seu potencial financeiro, lembrando que terá que arcar com despesas adicionais: seguro, licenciamento, IPVA, revisões, manutenções, estacionamento, combustível, etc.

Financeiramente, a troca de carro é um plano previsível e programável. Isso significa dizer que ao invés de pagar um financiamento com altos juros, você pode ir reservando antecipadamente o dinheiro das parcelas durante um período (por exemplo: 2 anos, 4 anos…), e inclusive rentabilizando-o em algum investimento, até chegar o momento do negócio. Comprar à vista é sempre o ideal, mas se não conseguir fugir do financiamento, ao menos dê uma entrada igual ou maior que 50% e negocie taxas melhores no valor residual.

Faça diversas cotações e no caso de financiamento, fique de olho no CET (Custo Efetivo Total, que além dos juros, inclui outras taxas e encargos). Se você não tem pressa na troca, os consórcios podem ser mais vantajosos.

Por último, cuidar muito bem do seu carro lhe valerá um trunfo na hora da revenda, pois minimiza a depreciação e permite vantagem comercial.

SUCE$$O !!

Elaine Mello

Elaine Mello

Por Elaine Mello, da PYXIS_Academia de Investimentos

 

Arte RatoFX

Arte RatoFX

Patrão pode pagar pelo menos R$ 805 a partir de 7 de agosto. Registro deve ter data de admissão e remuneração do trabalhador.

Quem tem empregada doméstica deve regularizar o contrato na carteira de trabalho até 7 de agosto ou pode pagar multa de pelo menos R$ 805,06, de acordo com o Ministério do Trabalho.

A multa está determinada em lei publicada em abril (12.964) e que previa 120 dias para os patrões regularizarem a situação dos empregados domésticos. Com isso, a partir do dia 7 de agosto, deve haver o registro na carteira da data de admissão e da remuneração do empregado doméstico.

A falta dessas informações poderá render multa a partir de R$ 805,06, de acordo com o que está previsto na CLT, diz o Ministério. O valor pode ser maior se a situação for considerada mais grave por conta do tempo de serviço, idade, número de empregados ou o tipo de infração.

A lei que determina a multa por falta de registro não faz parte da chamada PEC das Domésticas, emenda constitucional que iguala os direitos dos trabalhadores domésticos aos dos demais trabalhadores urbanos e rurais, e que foi aprovada em abril do ano passado.

No entanto, também fortalece a categoria, já que pressiona o patrão a cumprir os direitos. “Tudo o que se quer é acabar com essa informalidade de um trabalho que não tem anotação na carteira, sem respeitar as garantias mínimas”, diz a professora de Direito do Trabalho da Faculdade Mackenzie Rio, Isabelli Gravatá.

Aplicar a multa por falta de anotação na carteira dos empregados domésticos será diferente – e mais difícil – do que ocorre com os demais trabalhadores porque os fiscais do trabalho não podem entrar em residências, diz Isabelli. “É difícil (multar) se não houver uma ação trabalhista. O que vai acontecer é que na ação trabalhista ela (a empregada) vai pedir o reconhecimento do vínculo e vai pedir que o juiz autorize a multa para aquele empregador”, avalia.

O MTE diz que ainda não saber como será feita a fiscalização.

Falta de regulamentação

A PEC das Domésticas foi aprovada em abril de 2013 pelo Congresso, mas ainda não foi regulamentada, ou seja, nem todos os direitos estão valendo. Estão em vigor apenas 9 dos 16 direitos adquiridos por faxineiros, babás, motoristas, jardineiros, cuidadores de idosos, entre outros profissionais do lar.

De acordo com o Ministro do Trabalho Emprego (MTE), entre as mudanças que já valem estão a jornada de trabalho de oito horas diárias e 44 horas semanais; o pagamento de horas extras, a garantia de salário nunca inferior ao mínimo (hoje em R$ 678) e o reconhecimento de convenções ou acordos coletivos.

Dos novos 16 direitos garantidos às domésticas, 7 ainda precisam ser regulamentados: seguro-desemprego, indenização em demissões sem justa causa, conta no FGTS, salário-família, adicional noturno, auxílio-creche e seguro contra acidente de trabalho.

 Do G1

Sessão de promulgação da proposta de emenda à Constituição (PEC), em 2 de abil de 2013. A medida amplia os direitos trabalhistas das empregadas domésticas, conhecida como PEC das DomésticasArquivo/Agência Brasil

As trabalhadoras domésticas do país vão passar o dia em homenagem a elas – 27 de abril – e o Dia do Trabalho sem ter o que comemorar em relação à regulamentação de direitos conquistados, há um ano, com a aprovação no Congresso da chamada PEC das Domésticas (Emenda Constitucional 72). O problema é que 12 direitos criados pela PEC ainda dependem de regulamentação do Congresso e a negociação deles só deve avançar depois do feriado de 1º de maio.

Na lista de pendências estão direitos considerados históricos como o pagamento do patrão de 8% da contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) sobre a remuneração do empregado por meio do Simples, 11,2% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), sendo 3,2% para o fundo de multa em caso de demissão sem justa causa e 8% para seguro contra acidente de trabalho.

Na semana passada, depois que a Câmara decidiu dar urgência à tramitação do texto, a deputada Benedita da Silva (PT-RJ) apresentou emendas que modificam vários pontos da proposta. Ela defendeu, por exemplo, a obrigatoriedade da contribuição sindical e o pagamento mensal de hora extra. Mas, é a mudança nas regras de contribuição paga pelo empregador que deve esbarrar em mais desentendimentos. Com as alterações propostas pela deputada, o texto volta para a análise da Comissão Mista de Consolidação das Leis e Regulamentação Constitucional, cujo relator é o senador Romero Jucá (PMDB-RR).

Para Mario Avelino, presidente do Instituto Doméstica Legal, a proposta da deputada Bendita tem pontos positivos como o que torna obrigatória a contribuição sindical, mas “como um todo é prejudicial à melhoria do emprego doméstico”. Segundo ele, a elevação do percentual de contribuição do empregador doméstico, de 8% – conforme proposta da comissão mista – para 12% vai estimular a informalidade do setor.

“Em nossa avaliação, [isso] é um contrassenso, pois quanto mais onerar o empregador doméstico, teremos mais informalidade que hoje atinge 70% da categoria, mais demissões, e o grande prejudicado é o empregado doméstico. Hoje lutamos para que o INSS do empregador doméstico seja reduzido para 5% como é o do Micro Empreendedor Individual”, explicou.

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TO DO

TO DO LIST

Começo de ano é o momento ideal para montar e colocar seu planejamento financeiro em andamento, o que permitirá que você cumpra de forma organizada seus objetivos, sem passar por contratempos.

Esse é um processo, que para ser bem elaborado e praticado, pede um perfil de comportamento motivado e disciplinado: o cenário perfeito para a realização de seus sonhos a curto, médio e longo prazos.

Então vamos aos passos:

1) Observação

Aqui você lança uma visão aérea sobre a sua situação financeira, sem receios e resistências, e tem a dimensão de como as coisas estão atualmente, podendo compará-las em relação ao seu planejamento.

2) Assimilação

Neste ponto, você percebe realmente o que não está adequado ao contexto e começa a entender que mudanças são necessárias, se quiser realizar seus objetivos. É o famoso “cair a ficha”.

3) Conhecimento

Você deve se perguntar:

- “o que eu sei sobre finanças?”

- “qual o conhecimento necessário para diferenciar como chegar no sucesso financeiro e os porquês do fracasso financeiro”?

4) Objetivos

Chega o momento de rever a viabilidade de seus objetivos e concluir se eles devem ser mantidos, ajustados ou alterados, conforme os recursos possíveis. Quanto custa o seu sonho?

Em quanto tempo pretende realizá-lo?

5) Atitudes

Hora da verdade. O que você precisa fazer efetivamente para promover mudanças e conseguir realizar seus objetivos?

6) Investimentos

Fazer o dinheiro trabalhar para você é fundamental.

Conheça as características e riscos dos investimentos disponíveis, para saber quais se adequam ao perfil de suas necessidades e horizonte de tempo previsto para o seu planejamento.

Então, mãos à obra e $uce$$o!!

Elaine Mello

Elaine Mello

Por Elaine Mello, da PYXIS_Academia de Investimentos

Os diretores da Salesforce, Marc Benioff (esq.), e da HP, Meg Whitman durante evento corporativo em San Francisco

A presidente-executiva da Hewlett-Packard (HP) Meg Whitman desistiu de seu salário simbólico de US$ 1 e agora recebe um salário-base anual de US$ 1,5 milhão, refletindo o ganho de 93% nas ações da empresa no acumulado deste ano.

Meg, a terceira pessoa a ocupar o cargo em quatro anos, está guiando a gigante do Vale do Silício em uma reestruturação que dura anos após herdar, em 2011, uma companhia enfraquecida por mudanças na diretoria, saídas de executivos e decisões estratégicas flutuantes.

Investidores têm dado crédito a ela desde então por trazer uma estabilidade muito necessária à HP, que ela está tentando recuperar por meio de demissões, cortes de custos e expansão em mercados com rápido crescimento como computação empresarial.

O novo salário, em vigor desde de 1º de novembro, “leva o salário da Sra. Whitman a um nível competitivo entre os salários de presidente-executivos das empresas concorrentes da HP”, disse a empresa em um comunicado no órgão regulador de mercados dos Estados Unidos, a SEC.

Embora Whitman tenha recebido um salário de apenas 1 dólar em 2012, sua remuneração total foi de US$ 1,99 milhão, incluindo um bônus de US$ 1,69 milhão e direitos de subscrição adquiridos e opções.

As ações da HP, porém, no preço de fechamento de US$ 27,45 na terça-feira (17), permanece bem longe de seu recorde de mais de US$ 50 em 2010, antes da saída do ex-presidente-executivo e favorito de Wall Street, Mark Hurd.

Da Folha.com

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Foi numa crônica de Fernando Sabino —‘O Império da Lei’, de 1962— que surgiu pela primeira vez a tese de que no Brasil as leis são como vacinas. Umas pegam. Outras, não. No momento, nem a Constituição pega integralmente. Promulgada ao som de trombetas em 2 de abril, a chamada PEC das Domésticas, emenda constitucional que equiparou os direitos dos empregados domésticos aos dos demais trabalhadores, revelou-se uma vacina fraca.

Para sair do papel, a extensão dos direitos trabalhistas aos domésticos depende da aprovação de uma lei que os regulamente. O Senado já aprovou (leia resumo na ilustração do rodapé). Deu-se em 11 de julho. O texto foi enviado à Câmara. Já lá se vão cinco meses. E nada de votação. Na última segunda-feira (9), uma conversa telefônica de Dilma Rousseff com o deputado Henrique Eduardo Alves eliminou as últimas esperanças de que a nova lei pudesse ser votada ainda em 2013.

Dilma tocou o telefone para o presidente da Câmara antes de embarcar para os funerais de Nelson Mandela, na África do Sul. Era aniversário de Henrique. Depois de ouvir os ‘parabéns’, o deputado pediu um presente. “Qual?”, quis saber Dilma. O interlocutor encareceu que a presidente retirasse o selo de urgente de um lote de projetos enviados pelo Executivo ao Legislativo.

Quando um projeto tramita sob o signo da urgência constitucional, obstrui o trabalho do plenário se não for votado. Henrique explicou para Dilma que gostaria de liberar a pauta da Câmara para votar propostas de grande apelo popular. Entre elas o projeto de lei que regulamenta os direitos dos empregados domésticos.

Dilma respondeu que não pode retirar a urgência do projeto do marco civil da internet. Por quê? Ela alega que mencionou a novidade em discurso que fez na ONU. Acha que vai ficar mal com a “comunidade internacional”. Como não há consenso em relação à regras da internet, nenhum outro projeto será votado na Câmara em 2013.

Assim, foi adiada para 2014, sem uma data especíifica, a prometida alforria dos trabalhadores domésticos. Excetuando-se a jornada de trabalho, agora limitada a 44 horas semanais e oito diárias, todos os outros direitos dependem de regulamentação —do FGTS ao seguro desemprego.

Do Blog do Josias

Fabrica Dimensão Máquinas – Foto UOL

Em meio às faíscas e ao barulho da linha de produção, lábios com batom e rostos maquiados. Na fábrica de equipamentos industriais Dimensão Máquinas, em Trindade (GO), são as mulheres que fazem o trabalho pesado.

Desde que passou a contratar força de trabalho feminina para atuar na linha de produção, em 2009, o empresário Francisco Luciano Alves de Jesus, 37, diz que a produtividade aumentou e os negócios começaram a prosperar.

Jesus diz que, enquanto três homens demoravam 45 dias para produzir um equipamento, o mesmo número de mulheres fazia o serviço em metade do tempo. No ano, eles produziam a média de oito peças e elas, 16.

“Com os homens, tinha dificuldade para dividir tarefas porque eles eram mais orgulhosos. Já as mulheres trabalham melhor em equipe, o que possibilitou o aumento no quadro de funcionários e, consequentemente, a produtividade.”

Em quatro anos, o número de funcionárias e o faturamento da fábrica triplicou, segundo o empreendedor. Enquanto em 2009, a receita anual do negócio era de R$ 200 mil, a arrecadação de 2013 já superou os R$ 600 mil.

A mudança começou quando o empresário precisou de apoio na produção para dar conta dos pedidos. “Na época, só tinha eu e três homens na produção. Pedi para a secretária dar uma força e ela gostou do trabalho. Conforme a empresa foi crescendo, comecei a contratar apenas mulheres”, diz.

A secretária, que hoje não trabalha mais na fábrica, gostou da atividade e pediu para permanecer na linha de produção, segundo Jesus. Depois dela, outras secretárias foram contratadas, mas também pediram para mudar de setor.

De acordo com o empresário, a inclusão de operárias na produção começou a incomodar os homens. “Eles não aceitaram ter mulheres na mesma função e com o mesmo salário. Em um ano, os três pediram demissão”, declara.

Hoje, a empresa tem 11 funcionárias e quatro estagiárias e fabrica oito peças por mês. As funções são de soldadora, eletricista, montadora, torneira mecânica e pintora. Nenhum homem, além do proprietário, trabalha na empresa.

Funcionárias são vaidosas e ganham ‘vale-salão’

Para premiar a equipe quando uma meta é atingida, o empreendedor criou o “vale-salão”. Elas ganham de R$ 50 ou R$ 100 por mês como motivação quando batem a meta.

“O salão de beleza é apenas uma sugestão para uso do dinheiro, mas elas podem gastar o benefício como quiserem”, afirma.

Segundo Jesus, apesar de as funcionárias terem liberdade para usar o dinheiro para comprar o que quiserem, na maioria das vezes elas utilizam o bônus no salão de beleza.

Além do “vale-salão”, o empresário disponibiliza estojos com batom, rímel e cremes para as operárias retocarem a maquiagem durante o expediente.

“Ainda que tenhamos de usar uniforme e o trabalho seja um pouco desgastante, não deixamos de lado nossa vaidade”, declara a gerente de produção Joice Ioleni da Silva, 26.

Ambiente misto favorece troca de ideias na empresa

Para a consultora do Sebrae-GO (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Goiás) Paula Cristina Borges Gomide, as mulheres têm algumas virtudes inatas, como maior capacidade de concentração e de executar várias tarefas ao mesmo tempo.

No entanto, segundo Gomide, não dá para dizer que os homens estavam impedindo o crescimento da empresa. “As mulheres souberam preencher falhas que os antigos profissionais deixaram, provavelmente porque estavam desmotivados”, diz.

A gerente nacional de recrutamento e seleção do grupo Manpower, Lisângela Melo, afirma que a contratação de profissionais não deve levar em consideração características como sexo, idade, altura, peso, etnia ou religião. A competência deve ser o quesito principal.

“Um ambiente misto, com homens e mulheres, jovens e profissionais experientes, é sempre o mais indicado, pois favorece a troca de ideias e faz com que um problema seja analisado com olhares diferentes”, declara.

Do Uol

Cegonha chegando...

Cegonha chegando…

Com certeza, a chegada de um filho é um evento muito impactante na vida do casal, e portanto, digno de um bom planejamento prévio, entre 2 a 3 anos antes de uma gestação programada. Esse bebezinho gerará compromissos financeiros por muito tempo na vida familiar, até que se torne independente.

Gastos durante a espera da chegada do bebê, podem aumentar em média 25% o orçamento familiar (enxoval, lembrancinhas, montar o quarto do bebê, acessórios como carrinhos e brinquedos, pré natal). Se a gestação foi programada, essas despesas devem fazer parte do planejamento financeiro do casal, assim como os outros planos: viagens, imóveis, carro. Caso a gravidez tenha sido inesperada, pode ser necessário utilizar reservas destinadas a outros objetivos para bancar essa nova fase na vida do casal e adiar esses outros sonhos.

Vamos lembrar que vários outros compromissos já existem na rotina da família e é preciso encontrar espaço para receber mais essa série de despesas, que são normais na criação de um filho, e consequentemente, previsíveis. Se durante o planejamento prévio ao nascimento, observa-se que as contas ficarão muito apertadas, serão necessários cortes de gastos supérfluos no orçamento da casa, de forma que se possa fazer uma reserva de dinheiro para os gastos com o filho que está chegando.

Gastos com parto, pediatra, remédios, fraldas e vacinas são variáveis e recorrentes, mas caso os pais não tenham um plano de saúde, será necessário já de início ter esses valores estimados mensalmente e até usar a criatividade, como o chá de fraldas. Conforme o tempo passa e a criança cresce, outros gastos virão: vestuário, alimentação, educação, idiomas, atividades esportivas e artísticas, lazer. Tudo sempre deverá ser estimado e planejado, com antecedência.

Considerando uma família de classe média, o casal comprometerá cerca de 30% da renda familiar da gravidez até o aniversário de 23 anos do filho. Isso pode representar mais de R$ 2 milhões nesse período, conforme o padrão de vida da família (segundo estudo do Invent – Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing). Perceba que se você imaginar desde já uma janela de tempo de 25 anos adiante, com despesas obrigatórias do filho, ficará fácil entender a importância de planejar cada mês, desde antes da gestação e lembrando que as necessidades financeiras vão mudando, conforme as fases de vida do filho. Então, fica uma velha dica: pesquisar preços, evitar marcas caras, focar somente no que é importante e prioritário dentro dos itens que uma criança precisa.

Um fundo de reserva é um passo de muita inteligência financeira e que evitará que o casal seja pego desprevenido na capacidade para bancar a criação do filho ou até mesmo do futuro dele. O ideal é que o

casal tenha um valor inicial investido e que se vá aportando valores complementares, conforme as possibilidades. Neste investimento, o que é importante: mesclar algo mais conservador em renda fixa para o momento presente, com algo um pouco mais arrojado em renda variável para que se otimize os ganhos visando o futuro, e principalmente se houver mais tempo para investir, permitindo correr um risco maior.

Ah! E quanto antes (2 a 3 anos antes) se planejar financeiramente para ter um filho, mais fácil fica cumprir as metas de forma tranquila.

$uce$$0 !!

Elaine Mello

Elaine Mello

Por Elaine Mello, da PYXIS_Academia de Investimentos

Ação inédita pode servir de referência às demais unidades da Casa da Mulher Brasileira que serão implantadas em 27 capitais

Bandeira Paraná

O programa “Espaço da Mulher Empreendedora”, no Paraná, terá investimento de R$ 219,5 mil e vai demandar o trabalho de dois profissionais para assessoramento às mulheres em situação de vulnerabilidade econômica e social. A ação é inédita no país e pode servir de referência às demais unidades da Casa da Mulher Brasileira que serão implantadas em 27 capitais.

O objetivo principal é incentivar a autonomia econômica de mulheres que serão atendidas pela Casa da Mulher Brasileira, do programa ‘Mulher, Viver sem Violência’, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR). A unidade será construída, no primeiro semestre de 2014, e já mobiliza a organização de serviços a serem prestados para a população.

De acordo com a secretária municipal da Mulher de Curitiba, Roseli Isidoro, o ‘Espaço Mulher Empreendedora’ vai propiciar a criação ou expansão de negócios empresariais para autonomia econômica e financeira das mulheres em situação de violência.

A ideia é ir além do encaminhamento ao emprego e ofertar mecanismos de apoio e de orientação para as mulheres que se desafiarem a empreender ou reunirem o perfil, aptidão e as condições necessárias para abrir seus próprios negócios.

“É uma proposta de trabalho com foco no recomeço e na superação das marcas da violência, que estende benefícios não apenas à mulher, mas à família e às pessoas em volta dela”, diz Roseli. “Combinada com o reforço a toda uma rede de proteção dos direitos da mulher, a iniciativa promove autoestima e empoderamento às vítimas de violência que farão com que a mulher possa enxergar um futuro melhor para ela e sua família. Essa é nossa expectativa”, afirmou.

Entregue pela diretora-presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento S/A, Gina Paladino, em 24 de setembro, o primeiro plano de trabalho elenca a oferta de serviços às mulheres vítimas de violência na unidade da Casa da Mulher Brasileira de Curitiba.

“Nosso objetivo é que a gente consiga, a partir da iniciativa de Curitiba, contaminar as outras unidades do programa para que elas possam criar modelos similares de atendimento para incentivar as mulheres a empreender”, considerou Gina Paladino.

Em audiência com a secretária Roseli Isidoro, detalhou a proposta: “há toda uma metodologia de atendimento desenvolvida para auxiliar a mulher na identificação das suas habilidades de negócio, competências, capacidade empreendedora, na formulação do plano de negócio, sobre a documentação necessária à formalização e na orientação para a gestão da atividade, a fim de assegurar a viabilidade desses empreendimentos”.

Os sete escritórios regionais da Agência Curitiba de Desenvolvimento S/A, localizados na capital, atenderam 19.046 pessoas de janeiro a agosto deste ano. Destas, 1.371 já formalizaram seus negócios.

Gênero e empreendedorismo

Segundo dados de pesquisa, de 2012, do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o Sebrae, as mulheres correspondem a 46% dos empreendedores individuais (MEI) existentes no País. Atualmente, há 3,3 milhões de trabalhadores formalizados como MEI em todo o Brasil. No Paraná, são 176.379 MEIs, dos quais 96.394 são homens (54,7%) e 79.985 (45,3%) são mulheres.

Em Curitiba, segundo o banco de dados do Portal do Empreendedor, as mulheres somam 49% dos 35.623 trabalhadores formalizados como microempreendedores individuais em 23 de setembro de 2013. A maior parte delas se dedica ao comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (2.843), a atividades de tratamento de beleza, exceto cabeleireiras (2.377).

Seguidas das que atuam como cabeleireiras (2.112), das que trabalham com confecção, sob medida ou não, de peças de vestuário, exceto roupas íntimas (950) e das que se dedicam ao comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal (420).

Do Portal Brasil

Previdência

Previdência

Fazer um plano de Previdência Privada, também conhecida como Previdência Complementar, é uma atitude bastante sábia, já que o valor pago pela Previdência Social (teto atual de R$ 4.519,00), pode não ser suficiente conforme o padrão de vida de muitos. Lembrando que quanto mais cedo começar, melhor, e você escolhe com que valor irá contribuir mensalmente, quando irá resgatar e como quer receber o resgate, se integral ou parcelado.

Trata-se de um hábito saudável em que a pessoa vai fazendo suas contribuições mensais ao longo da vida de trabalho e quando atinge a idade prevista no plano, recebe o valor corrigido. Fazer o resgate antecipado resulta em uma alta tributação de imposto de renda, pois o objetivo é estimular a pessoa a não mexer nesse dinheiro até o momento de se aposentar.

Os dois tipos de Previdência Privada são:

  •  PGBL (plano gerador de benefício livre)
  •  VGBL (vida gerador de benefício livre)

PGBL

- recomendado para quem faz declaração completa de IR (Imposto de Renda)
- incide IR na fonte
- o benefício é que a soma das contribuições pode ser abatida do IR (somente no momento do resgate), em até 12% da renda anual
- no resgaste da aplicação, o investidor terá de pagar IR sobre o total

VGBL

- recomendado para quem faz declaração simplificada de IR (Imposto de Renda) ou Isento
- não incide IR na fonte
- adequado para quem já ultrapassou o limite de 12% de dedução de imposto de renda, mas pretende continuar investindo
- IR gerado no saque da aplicação, é cobrado somente sobre o rendimento

Independente do plano escolhido, eles são indicados para quem quer diversificar investimentos, pois os planos de Previdência Privada rendem juros das aplicações em fundos especiais (os FICs) que as seguradoras e bancos que administram esses planos, fazem com os recursos dos contribuintes.

Por não serem tributados durante o período de aplicação, ambos os planos podem ter rendimentos maiores que fundos convencionais, lembrando que alguns pontos devem ser cuidadosamente observados:

  •  o ideal para a taxa de carregamento (média de 3%) que normalmente é cobrada no início das contribuições, é que ela incida no momento do resgate
  •  a taxa de administração não pode ser maior que 1%, para não comprometer a rentabilidade
  •  em resgate de curto prazo a tributação é maior e decresce para o longo prazo

Um brinde ao seu futuro!

$uce$$o!!

Elaine Mello

Elaine Mello

 

Por Elaine Mello, da PYXIS_Academia de Investimentos

 

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