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Arquivos para a ‘Poderosas’ Categoria

The New York Times - Reprodução

Negócio visa trazer entretenimento a população marcada por anos de guerras

Em Cabul, capital do Afeganistão, uma jovem empreendedora investiu US$ 1 milhão em algo que não é comum na cidade, devastada por invasões, guerras e regimes fundamentalistas nas últimas três décadas: diversão. Meena Rahmani, 28 anos, construiu o primeiro centro de boliche do país, o Strikers.

Para conseguir o dinheiro necessário para seu empreendimento, Rahmani teve de vender algumas terras de sua família. Ela, que cresceu como refugiada no Paquistão e no Canadá, trouxe dos longos invernos da América do Norte a inspiração para seu negócio. Quando não há muito que fazer na rua, devido ao frio, joga-se boliche. Já no Afeganistão, aonde chegou em 2011, percebeu que poderia investir em algo que trouxesse diversão à população. “Percebi que aqui não havia nada no setor de entretenimento, um lugar onde todos, crianças e até mesmo mulheres pudessem ter diversão”, disse Rahmani em entrevista ao New York Times.

O Strikers tem 12 pistas de boliche. O valor para a utilização de uma pista é de US$ 35 (R$ 70) por hora – preço que não é barato para os padrões afegãos, embora cada pista acomode seis jogadores, que podem dividir a taxa. Há também um restaurante no complexo. Uma xícara de café custa US$ 5 (R$ 10), mais do que o que um afegão médio ganha em um dia de trabalho. As bebidas alcoólicas, proibidas pela religião islâmica, não são comercializadas por lá.

Embora os preços não sejam convidativos, as pistas costumam atrair um bom número de afegãos, como Karim Yusufi, executivo de uma companhia de telefonia local. Ele e seus amigos costumam apostar enquanto jogam. “Quem fizer menos pontos paga”, disse, em declaração ao New York Times. Dessa forma, os afegãos vão tentando esquecer, pelo menos em seus momentos de lazer, as dificuldades do país. “A guerra no Afeganistão está acontecendo desde quando eu nasci e nós não temos ideia se vai acabar um dia. Mas temos de continuar”, conta Rahmani.

Do Pequenas Empresas Grandes Negócios

Arte RatoFX

A presidente Dilma Rousseff proibiu a venda de remédios que não precisam de prescrição médica em supermercados, armazéns, empórios, lojas de conveniência e estabelecimentos similares. O veto consta no “Diário Oficial” da União desta sexta-feira (18).

A dificuldade de controle da comercialização, a automedicação e o uso indiscriminado dos medicamentos foram listados como justificativas à proibição.

A Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias) e o Conselho Federal de Farmácia haviam se posicionado contra a medida provisória (MP), aprovada pelo Senado em 25 de abril.

Representantes das duas entidades ouvidas pela Folha alertaram para a possibilidade do aumento de casos de automedicação, colocando em risco a saúde do consumidor.

A proposta foi inserida em um texto que tratava originalmente da desoneração de produtos para portadores de necessidades especiais e indicava que a relação de remédios seria elaborada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) sem fornecer detalhes.

Da Folha.com

Benedita da Silva

A Comissão Especial da Igualdade de Direitos Trabalhistas (PEC 478/10) ouvirá hoje representantes de movimentos sindicais ligados aos direitos trabalhistas das mulheres. O requerimento foi feito pela deputada Benedita da Silva (PT-RJ). Segundo ela, a realização de Audiência “será fundamental para a verificação dos pleitos e expectativas em relação ao objeto central da PEC aqui analisada, ou seja, a equiparação de direitos para a categoria profissional do trabalho doméstico”.

Na reunião, a comissão especial deverá ter acesso aos entendimentos firmados e defendidos historicamente pela categoria, aos detalhes sobre as condições reais de trabalho, aos obstáculos vivenciados para dar dignidade ao exercício de suas funções, e às expectativas sobre a valorização e a diminuição das mazelas que marcam o trabalho doméstico no país e no mundo, afirma ainda Benedita.

Participarão do debate:

-a secretária de Mulheres da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ana Cristina Duarte dos Santos;
- a representante legal do Instituto Sindical Interamericano pela Igualdade Racial (INSPIR), Cleonice Caetano Souza; e
- a secretária nacional da mulher trabalhadora da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Rosane Silva.

A audiência será realizada às 14h30 no Plenário 8.

Íntegra da proposta:

PEC-478/2010

 

 

Yulia Timoshenko

A opositora ucraniana Yulia Timoshenko, que foi transferida de sua prisão para o hospital na semana passada, suspendeu seu tratamento para protestar contra a divulgação de informações sobre o seu tratamento, indicou nesta terça-feira o ministro adjunto da Saúde.

A opositora, que sofre de hérnia de disco e acaba de por fim a uma greve de fome de 20 dias, “recusou cuidados médicos”, indicou o ministro adjunto, Olexandre Tolstanov, durante uma entrevista coletiva à imprensa perto da clínica pública de Kharkiv (leste), onde está hospitalizada a ex-primeira-ministra.

Ela tomará uma decisão definitiva sobre seu tratamento depois de consultar sua filha e seu advogado, acrescentou.

Timoshenko se recusou a manter seu tratamento “em sinal de protesto” depois da divulgação na véspera sobre o seu tratamento no hospital por parte do serviço penitenciário de informações, principalmente sobre os horários de visita dos médicos, indicou a filha da opositora, Evguenia.

A decisão de suspender seu tratamento foi tomada enquanto seu médico alemão anunciava que deixará em breve a Ucrânia.

O neurologista Lutz Harms, da clínica berlinense Charité, responsável pelo tratamento da opositora na Ucrânia, disse que sua saída estava “prevista desde o início” e que será substituído por um colega alemão.

O médico denunciou nesta terça-feira “a vigilância permanente” da opositora, algo que faz com que o tratamento fique “problemático”.

Do Terra

Dilma Rousseff em Harvard. (Foto: BBC / AP Photo)

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (14) que o Programa Brasil Carinhoso é uma das mais importantes ações de combate à miséria na primeira infância já lançadas no país. Segundo ela, investir em cuidados com a educação e a saúde de crianças “ataca a desigualdade na raiz do problema” e permite oportunidade iguais de crescimento.

O anúncio do programa foi feito por Dilma na noite de ontem (13), em pronunciamento do Dia das Mães em cadeia nacional de TV e rádio. O objetivo do governo federal é que o Brasil Carinhoso tire da miséria absoluta todas as famílias brasileiras que tenham crianças com até 6 anos de idade.

No programa semanal Café com a Presidenta, ela explicou a ação vai garantir uma renda mínima mensal de R$ 70 para cada membro de famílias extremamente pobres que tenham pelo menos uma criança nessa faixa etária. Ao todo, 2 milhões de famílias devem ser beneficiadas. O dinheiro será pago por meio do cartão do Bolsa Família no mesmo dia em que os demais benefícios são disponibilizados.

Outro eixo do Brasil Carinhoso trata do aumento do acesso de crianças à creche, incluindo investimentos para ampliar o número de vagas e melhorar a qualidade do atendimento nesse tipo de instituição. Ainda hoje, segundo Dilma, será assinado um acordo com prefeituras em todo o país para a construção de 1,5 mil creches. Até o final de 2014, a expectativa é que 6 mil novas unidades sejam entregues.

“Temos ainda duas outras novidades: a primeira é que vamos repassar para as prefeituras, de forma imediata, os recursos do governo federal para custear cada nova vaga aberta nas creches públicas ou conveniadas. E a segunda novidade é que vamos estimular a matrícula de crianças do Bolsa Família nas creches de todo do país. Para cada criança do Bolsa Família matriculada, o município vai receber 50% a mais do valor que já é repassado pelo governo federal”, destacou.

A previsão, segundo Dilma, é que o Brasil Carinhoso aumente em quase 70% o valor que o governo federal repassa aos municípios para reforçar a alimentação nas creches.

Em relação à ampliação da cobertura de programas de saúde para crianças até 6 anos, as ações incluem a distribuição de vitamina A durante as campanhas nacionais de vacinação e também de suplemento de ferro nas unidades básicas de saúde. O governo pretende também distribuir, gratuitamente, remédios contra a asma por meio das farmácias populares.

Da Agência Brasil

Obra Bola Murcha, de Vik Muniz, 1989 - Foto: Divulgação

- Amor, almoça comigo hoje? Preciso falar com você.
- Claro! Algo sério?
- Nada preocupante. Só saudade mesmo.
- Certo.
- Te pego 12:30.
- Te espero.
- Beijos.

Cabeça de mulher é algo surpreendente. Mil e um roteiros de filmes melodramáticos passaram pela minha mente no tempo transcorrido entre a ligação e o horário do almoço.

Ele está com câncer em fase terminal. Não, não é possível. Estaria com a voz mais triste. Arrumou outra. Batata que é isso! Canalha… Ainda quer ver a minha reação quando me falar da sirigaita. Homens não prestam mesmo. Mas ele sempre foi tão gentil. Não faria isso comigo. Não dessa maneira! Talvez seja só saudade. Se bem que ele diz todos os dias que sente saudades de mim. Pra quê me tirar da repartição? Convite formal para almoço? Tem algo errado aí. Se fosse coisa boa, era jantar. Vinho, luz de velas, quiçá uma esticadinha romântica.

- Amor?
- Sim…

Reticente, voz trêmula, olhar vago.

- Sabe o que é?
- Olha, não quero ser indelicada, mas se soubesse…
- Você e sua mania de imaginar sempre o pior!
- Não imagino o pior, mas o desconhecido nem sempre é agradável.
- Fica prolixa quando está em situação desconfortável.
- E você? Formal, diplomático. Nem parece o cara que..
- Não te chamei aqui pra brigar!
- Então desembucha, porra!
- AHN?
- Desculpe-me, escapuliu.

O garçom traz os pedidos. Silêncio sepulcral. Nos olhamos. Nenhuma palavra. Nenhum movimento.

- A comida vai esfriar.
- Eu te amo!
- Quê?
- Era isso. Queria dizer que eu te amo. Queria que fosse um momento especial, fora da correria, do dia a dia atribulado. Algo pra nos lembrarmos pra sempre, sabe?
- Deu certo. Dificilmente esquecerei esse dia. Aliás, vou até dar um nome específico pra ele: O Dia Internacional do Terrorismo Amoroso.
- Você poderia ser um pouco menos sarcástica.
- E você quer que eu diga o quê?
- Que você também me ama… Seria um bom começo.
- Eu posso até te amar de uma forma geral, mas nesse exato momento estou com ódio de você.
- Não faz assim..
- A comida vai esfriar!

Mais três doses de silêncios. Todos sepulcrais. Almoço engolido à pulso. Olhadelas discretas no relógio. Movimentos automáticos. Quase robóticos. Enfim, conta. Enfim, carro.

- Queria te dizer também…
- …
- Você não quer saber?
- Não quero interromper.
- Então…
- O quê?
- Você é a mulher da minha vida. É com você que me vejo envelhecer. Criar meus filhos. Ficar rabugento junto, sabe?
- Mesmo?
- Juro! Te amo muito. Nunca me senti assim antes. Já tive paixões, mas agora é pra valer. Não é frio na barriga. É amor.

Perdão instantâneo. Blecaute. Muda a cena. Olhos fechados. Igreja barroca. Coral de vozes femininas entoa Chuva de Prata. Vestido branco. Buquê pequeno. Pajem e daminha carregam as alianças.

- Amor? Você está dormindo? Já chegamos.
- Ah, estava distraída. Te vejo à noite?
- Claro.

Tarde – completamente – improdutiva. No quesito trabalho, é claro. Vida pessoal a mil. Google trabalhando a todo vapor nas pesquisas de igreja, cerimonial, vestidos, doces, bufê, locais para recepção e, é claro, lua de mel.

- Vamos tomar um chope?
- Já? Perdi a hora…
- 19:30!
- Sim, te encontro no estacionamento.

O bar de sempre. As pessoas de sempre. O horário de sempre. O olhar novo. Olhar de amor.

- Eu estava pensando sobre o nosso almoço..
- Eu também!
- Diz..
- Fala você primeiro.
- Não, fala você..
- Bom, nós nos entendemos muito bem. Nossos gostos combinam, nossos projetos de vida e tudo mais. Parece, mesmo, que a gente se completa…
- Eu também penso assim.
- Então…
- Diz..
- Acho que a gente deve terminar o nosso relacionamento por aqui.
- O QUÊ???
- É. Isso vai evitar que a gente macule o nosso amor com brigas bobas, falta de respeito e todas essas coisas que acabam acontecendo nos namoros.
- O QUÊ???
- Sei que é difícil de entender, mas é o melhor a ser feito nesse momento. No futuro, você vai me dar razão.
- O QUÊ???
- É… igual ao Pelé, sabe? Acho que a gente deve encerrar nossa “carreira amorosa” no auge.

E, desde então, odeio futebol!

Carolina Vianna

 

 

Carolina Vianna é fotógrafa, Poderosa e escreve para o Mulheres no Poder.

A presidenta Dilma Rousseff (Foto: Roberto Stuckert Filho / Presidência)

A presidente Dilma Rousseff foi eleita pela revista norte-americana “Forbes” como a segunda mãe mais poderosa do mundo. Ao todo foram analisados 20 mulheres que atuam na política, negócios, entretenimento e filantropia em todo o mundo. A secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, ficou no topo da lista segundo a publicação.

Clinton, mãe de Chelsea, fruto do casamento com o ex-presidente americano Bill Clinton, conta à publicação que mesmo com um dos postos mais trabalhosos do mundo , fez todo o possível para ficar a par do casamento e apoiar a filha, quando ela pretendia subir ao altar.

Terceira no ranking, Indra Nooyi, presidente e chefe da PepsiCo e mãe de dois filhos, disse à revista que se seus filhos a chamam no meio de uma reunião ela atende a chamada sem pensar duas vezes.

Editora executiva do “The New York Times”, Jill Abramson, 10ª da lista, disse que, quando seus dois filhos eram pequenos, ela tentou acompanhar seus estudos.

“Eu não fui uma workaholic que não esteve presente em casa nos momentos mais importantes da vida familiar. Quando eu era a chefe do escritório de Washington, eu gostava de ler o que eles estavam lendo, para que eu pudesse falar com eles quando chegasse em casa”, disse

A lista traz ainda nomes como a presidente argentina, Cristina Kirchner, que teve dois filhos com Néstor Kirchner, a diretora-geral do FMI, Christine Lagarde, e Aung San Suu Kyi, ativista e recém-eleita deputada em Mianmar.

Do Uol

Angela Merkel, da Alemanha

A chefe do governo alemão, Angela Merkel, pediu a seus aliados para que respeitem os compromissos de rigor fiscal e os prazos de retirada do Afeganistão, a poucos dias de se reunir com o presidente eleito da França, François Hollande, que pede modificações dessas agendas.

Sem mencionar Hollande, Merkel – defensora dos ajustes para superar a crise da Eurozona – voltou a se mostrar inflexível diante da possibilidade de tentativas de recuperação econômica na Europa baseadas no gasto público, em um discurso ante legisladores alemães.

“Um crescimento baseado no crédito nos levará de novo ao começo da crise. Não queremos isso, não faremos isso”, declarou a chanceler, fortemente aplaudida pelo Bundestag, onde apresentou a posição da Alemanha para a reunião do G8, nos dias 18 e 19 de maio, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), nos dias 20 e 21 do mesmo mês, ambas nos Estados Unidos.

Hollande, que na próxima terça-feira será empossado como presidente da França, viajará nesse mesmo dia à Alemanha. Durante sua campanha eleitoral, o agora presidente tinha adiantado seu interesse em renegociar o pacto europeu de disciplina orçamentária para acrescentar uma cláusula dedicada ao crescimento da economia.

A Alemanha já rejeitou uma eventual renegociação.

Para Merkel – que durante a campanha apoiou o presidente Nicolas Sarkozy -, é essencial que cada parte aceite a ideia de que “a saída da crise será um processo longo” e que para isso é necessário atacar os problemas estruturais de certos países, o “endividamento catastrófico” e a “falta de competitividade”.

Com relação ao Afeganistão, Merkel pediu que os países da OTAN respeitem o calendário de retirada das tropas internacionais desse país, que deve ser concluído no final de 2014.

“O princípio vigente para o governo alemão é: entramos juntos (no Afeganistão) e vamos sair juntos”, disse Merkel.

Hollande se comprometeu em sua campanha a retirar as tropas francesas do Afeganistão em 2012, dois anos antes do calendário fixado pela OTAN.

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Em 50 anos, Sônia Regina Hess de Souza é a primeira mulher a receber o prêmio mais aguardado pelo mercado corporativo.

Dino Arrigoni (Kia Motors) e Sônia Regina Hess de Souza (DUDALINA) Foto: Gildo Mendes

A empresária Sônia Regina Hess de Souza, eleita Personalidade de Vendas 2012, foi homenageada no último dia 07/05, pelo vice-presidente, Dino Arrigoni que representou José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil, em almoço oferecido no restaurante Massimo, localizado na capital paulista.

Sônia Hess, presidente do grupo DUDALINA é a primeira mulher a receber o título em 50 anos. Gandini conquistou por duas vezes a premiação. A homenagem teve apoio da Federação Nacional das Associações dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (FENADVB) e contou com a participação de empresários, autoridades e formadores de opinião.

O prêmio Personalidade de Vendas do Ano, concedido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB) é um dos mais aguardados e desejados pelo mercado corporativo. A cerimônia oficial para a entrega do prêmio acontece no mês de agosto, em São Paulo, com data a ser definida pelos organizadores.

Ministra do Planejamento Orçamento e Gestão Miriam Belchior

A Comissão Mista de Orçamento vai ouvir hoje, às 14h30, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, sobre o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2013 (PLN 03/12). A reunião será realizada no Plenário 2.

O projeto da LDO, recebido pelo Congresso no mês passado, prevê um aumento nominal de 7,35% no valor do salário mínimo para o próximo ano, o que o elevará para R$ 667,75. (Hoje o salário mínimo é de R$ 622).

A apresentação da proposta da LDO é prevista na resolução 1/06 do Congresso, que disciplina os trabalhos da comissão.

Pelo cronograma de tramitação do projeto, nesta terça também deverá ser apresentado o relatório preliminar, com as regras para apresentação das emendas. O parecer está a cargo do relator da LDO, senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE).

Da Agência Câmara de Notícias