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Exportação brasileira de veículos caiu 32,7% no primeiro trimestre deste ano

Brasileiros querem destravar o impasse no fluxo comercial com o país vizinho Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

Diante de uma crise de exportações de automóveis para a Argentina, representantes do setor automotivo brasileiros se encontraram com a presidente Dilma Rousseff a fim de destravar o impasse no fluxo comercial com o país vizinho. A exportação brasileira de veículos caiu 32,7% no primeiro trimestre deste ano, após a restrição de importações pela Argentina, principal parceiro comercial no setor e responsável por receber 75% do total dos automóveis que saem do Brasil montados.

Segundo o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, Dilma determinou que o ministro Mauro Borges (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) e o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Paulo Caffarelli, entre em contato com as autoridades argentinas sobre o tema.

“Ela determinou que o ministro Mauro Borges e o ministro Taffarelli rapidamente tenham uma conversa com o governo argentino no sentido de destravar esse mercado e voltar o fluxo de comércio e o que os dois ministros colocaram é que já na próxima semana estarão na Argentina reiniciando a negociação”, afirmou Moan.

A crise no país vizinho, que era minimizada até fevereiro, acendeu um alerta vermelho para as fabricantes nacionais e já mobilizou o governo. Um memorando de entendimento para destravar o comércio bilateral foi assinado no dia 28 e as conversas para concretizar o plano acontecem em até 10 dias.

Em março foram exportados apenas 23 mil carros – quase a metade do número registrado no mesmo mês de 2013. A baixa apenas agrava um balanço ruim para as montadoras no início deste ano, com queda de 2,1% nos licenciamentos e de 8,4% na produção, na comparação com os primeiros três meses do ano passado. Segundo dados da Anfavea, foi o pior trimestre de produção desde 2010. Mesmo assim, os estoques cresceram para 387 mil unidades, o que equivale a 48 dias de vendas, ante 37 dias em fevereiro. O nível de estoque se aproxima dos meses logo após o estouro da crise global de 2008, quando chegou a 56 dias com a intensa restrição de crédito por parte dos bancos.

Apesar da má fase do setor, o presidente da Anfavea nega que o setor estude corte de pessoal ou que os veículos podem ficar mais caros por causa do aumento de custo sofrido pelo setor.

“Nesse momento, o que nós estamos buscando é aumento de produção, então nós falamos nessa questão da Argentina o grande beneficiário será o sistema de produção. Com o volume de produção retornado, não há por que se falar em redução do emprego”, disse Luiz Moan. “O nosso pessoal qualificado e treinado é um grande investimento que nós fizemos e o tanto quanto possível, nós vamos preservá-lo.”

Do Terra

Dilma Rousseff – Roberto Stuckert Filho/PR

Em discurso em Ipojuca (PE) nesta segunda-feira (14), a presidente Dilma Rousseff defendeu a Petrobras das denúncias, criticou a “campanha negativa” que, segundo ela, estaria sendo feita contra a estatal, e afirmou que atos pontuais não vão destruir a empresa.

“Vocês [trabalhadores da Petrobras] são de fato vencedores. Fazem parte de uma empresa vencedora. Nada, nem ninguém, vai conseguir destruir isso no nosso país. Nós sabemos que é a maior e mais bem sucedida desse país. Esse título deve-se ao apoio ao povo brasileiro, que sempre lutou e se orgulha da Petrobras”, disse.

A Petrobras é alvo de denúncias e de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que pode ser instalada no Congresso ainda nesta semana.

Dilma afirmou ainda que a empresa já é investigada por órgãos como a CGU (Controladoria Geral da União) e Polícia Federal e defendeu uma apuração rigorosa de “malfeitos”. “Mais que uma empresa, a Petrobras é um símbolo da luta do nosso povo, da afirmação do nosso país, e um dos maiores patrimônios de cada um dos 200 milhões de brasileiros. Por isso, a Petrobras jamais vai se confundir com qualquer malfeito, ato corrupção ou qualquer ação indevida, que quaisquer pessoas, das mais às menos graduadas. Nós estamos com determinação aqui nos comprometendo a cada dia que passar vai ser apurado com o máximo de rigor.”

Em crítica velada à oposição, Dilma diz que há pessoas “trabalhando contra” a estatal. “Não podemos permitir, como brasileiros, que amam essa empresa, que defendem esse país, que se utilizem de ações individuais e pontuais, mesmo que que grave, que se destrua a nossa empresa ou suje a imagem. Ou confundir quem trabalha a favor e quem trabalha contra.”

A presidente ainda disse que os governos petistas, dela e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aumentaram os índices de produtividade da empresa. “Está errado dizer que a Petrobras está perdendo valor comercial. Manipulam dados, distorcem fatos e desconhecem a realidade do mercado mundial de petróleo. Em 2003, ela valia R$ 15,5 bilhões e hoje o valor chega a R$ 98 bilhões. Nós multiplicamos por seis o lucro líquido, que passou de R$ 8,1 bilhões para R$ 23,6 bilhões”, assegurou. A presidente não citou quem estaria manipulando os dados.

Ao encerrar o discurso, Dilma criticou a “campanha negativa” sobre a estatal. “Como presidenta, mas sobretudo como brasileira, defenderei em qualquer circunstâncias e com todas as minhas forças a Petrobras. Vou combater todo tipo de malfeito, tráfico de influência, corrupção, ou ilícito de qualquer espécie. Mas não ouvirei calada a campanha negativa que quer, por proveito político, ferir a imagem dessa empresa. A Petrobras é maior que qualquer um de nós. Ela tem o tamanho do Brasil”, disse, ao fim do discurso, sendo aplaudida pelos operários, que cantaram o coro “olê, olê, olê, ola. Dilma, Dilma”.

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Dilma Rousseff (Foto: Alexandre Durão / G1 RJ)

Dilma Rousseff (Foto: Alexandre Durão / G1 RJ)

Em audiência com a juventude de movimentos sociais, a presidente Dilma Rousseff retomou a defesa de um plebiscito para reforma política, tema que entrou em voga na época das manifestações de junho. A presidente conclamou os movimentos sociais para que pautasse o Congresso Nacional sobre o tema e alegou que não tem unidade entre sua base aliada para aprovar o tema sem participação popular.

“O momento eleitoral é de discutir a reforma política e é preciso que os movimentos sociais pautem essa reforma”, disse a presidente, segundo relato de participantes da reunião. “Não pensem que conseguiremos a reforma política só na relação entre governo e Congresso. É algo que exija a participação dos brasileiros para coesão de forças”, acrescentou Dilma.

“O momento eleitoral é de discutir a reforma política e é preciso que os movimentos sociais pautem essa reforma”, disse a presidente em outro momento. “A luta não se foca só nos parlamentos, precisa de mobilização das ruas”, afirmou Dilma, também segundo relatos dos participantes do encontro.

Mais tarde, em entrevista coletiva, a secretária Nacional de Juventude da Secretaria-Geral da Presidência, Severine Macedo, disse que a presidente defende à proposta de plebiscito para constituição da reforma política.

“A presidenta defende, é simpática à ideia de construir um processo exclusivo, um plebiscito, uma consulta à sociedade sobre a questão da construção da reforma política”, disse a representante do governo. “Nosso entendimento é de que o Parlamento precisa discutir e ampliar o debate, mas que a sociedade precisa opinar sobre que reforma política ela quer e foi isso que a presidenta fortaleceu na reunião.”

Do Terra

Anne Hidalgo, candidata vitoriosa do Partido Socialista na eleição para prefeito, é cercada por jornalistas ao chegar na sede de seu comitê, durante o segundo turno das eleições municipais, em Paris, neste domingo, 30 de março Foto: Reuters

Paris terá 1ª prefeita mulher, com vitória de Anne Hidalgo

lha de imigrantes espanhóis, feminista e discreta apparatchik do Partido Socialista (PS) francês, Anne Hidalgo será, aos 54 anos, a primeira mulher a comandar a prefeitura de Paris.

Segundo estimativa feita pelos institutos Ifop e Sas para o canal de televisão i-Télé, Anne Hidalgo obteve 54,5% dos votos no segundo turno das eleições municipais, desbancando sua rival, a candidata pelo partido de direita UMP Nathalie Kosciusko-Morizet, que teve 45,5% das intenções.

Morena de sorriso largo, quase sempre vista com um lenço cor-de-rosa, Anne Hidalgo terá o desafio de dirigir uma cidade de 2,2 milhões de habitantes, centro de todos os poderes da França e principal ponto turístico do mundo.

lha de imigrantes espanhóis, feminista e discreta apparatchik do Partido Socialista (PS) francês, Anne Hidalgo será, aos 54 anos, a primeira mulher a comandar a prefeitura de Paris.

Segundo estimativa feita pelos institutos Ifop e Sas para o canal de televisão i-Télé, Anne Hidalgo obteve 54,5% dos votos no segundo turno das eleições municipais, desbancando sua rival, a candidata pelo partido de direita UMP Nathalie Kosciusko-Morizet, que teve 45,5% das intenções.

Morena de sorriso largo, quase sempre vista com um lenço cor-de-rosa, Anne Hidalgo terá o desafio de dirigir uma cidade de 2,2 milhões de habitantes, centro de todos os poderes da França e principal ponto turístico do mundo.

Hidalgo, que esteve à frente da pasta de urbanização durante os anos Delanoë, chama para si o sucesso do “Vélib’”, programa de livre acesso a bicicletas, copiado massivamente por outras capitais do mundo. Ela diz querer fazer de Paris uma “cidade do mundo”, “inovadora e criadora de empregos, uma cidade ecologicamente correta onde é possível se locomover à pé ou de bicicleta”.

Do Terra

Neste mês começou um ciclo de reflexões chamado Pequim+20, que lembra a conferência sobre os direitos das mulheres realizada pela ONU em Pequim.O objetivo é analisar os avanços desde a conferência há 20 anos. No Brasil, as mulheres ainda enfrentam problemas e desafios. Confira.

 

 

Da EBC

Mais mulheres na política

Com a presença do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Marco Aurélio Mello, o Congresso Nacional reúne-se nesta quarta-feira (19), ao meio-dia, para a sessão solene de lançamento da campanha institucional “Mais Mulher na Política”.

Trata-se de uma ação conjunta do Congresso e do TSE para estimular a participação feminina nos processos eleitorais. A campanha terá propaganda institucional em rádios e televisões em conformidade com a minirreforma eleitoral (Lei 12.891/2013), que autoriza o TSE a promover campanha para “incentivar a igualdade de gênero e a participação feminina na política”.

A procuradora especial da Mulher do Senado, Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), disse que este é um movimento já antigo, mas que nos últimos anos tem se intensificado em busca de resultados mais efetivos.

— A gente não pode mais continuar convivendo com a situação atual, em que as mulheres são quase 52% do eleitorado e ocupam 8,6% das cadeiras no Parlamento. Está tudo errado no Brasil, porque a democracia também se mede pela presença da mulher nos espaços de poder — afirmou Vanessa.

De acordo com a cartilha + Mulher na Política: Mulher, Tome Partido, feita pela Procuradoria Especial da Mulher no Senado, o Brasil está em 156º lugar em representação feminina no Parlamento, entre 188 países. Na comparação com 34 países das Américas, o Brasil ocupa a 30ª colocação.

Da Agência Senado

Angela Merkel, da Alemanha

Angela Merkel, da Alemanha

A chanceler alemã, Angela Merkel, disse hoje (13) que os interesses econômicos e políticos da Rússia podem ser seriamente afetados se o país continuar a violar as leis internacionais na península da Crimeia. Em discurso no Parlamento alemão, Merkel acrescentou que a Rússia está conduzindo táticas expansionistas obsoletas, dos séculos 19 e 20.

“Se a Rússia continuar o que está fazendo nessas últimas semanas, a catástrofe pode afetar não apenas a Ucrânia”, informou a chanceler perante os deputados, em uma sessão parlamentar em que estava presente o embaixador ucraniano na Alemanha.

“Isso não vai alterar apenas as relações entre a União Europeia e a Rússia. Isso vai – e estou firmemente convencida disso – afetar a Rússia economicamente e politicamente”, enfatizou Merkel. A chanceler disse ainda que a Rússia devia aprender com os erros do passado, lembrando que, neste ano, completa-se o primeiro centenário da 1ª Guerra Mundial e os 25 anos da queda do Muro de Berlim.

“Não podemos fazer com que o tempo ande para trás. Os conflitos de interesses no centro da Europa em pleno século 21 só podem ser resolvidos com êxito se não forem utilizados meios do século 19 e do século 20”. Merkel tem sido apontada como a figura política mais influente da União Europeia diante da crise da Crimeia, mas tem sido igualmente criticada pela relutância em pressionar a Rússia devido aos interesses comerciais do país. Durante a visita que fez ontem (12) à Polônia, onde se encontrou com o primeiro-ministro Donald Tusk, ela avisou a Rússia sobre a possibilidade de uma segunda fase de sanções, caso não haja recuo das posições mantidas na Crimeia.

O Parlamento da Crimeia marcou para domingo (16) um referendo para que os habitantes da península decidam se querem pertencer à Federação Russa ou uma autonomia mais ampla em relação à Ucrânia. As autoridades da Crimeia não reconhecem o novo governo da Ucrânia, que foi nomeado pelo Parlamento depois da destituição do presidente Viktor Ianukóvitch, atualmente exilado na Rússia. O ex–presidente ainda reivindica ser o chefe de Estado.

Tanto as novas autoridades ucranianas quanto a comunidade internacional ocidental consideram esse referendo ilegal e têm apelado à Rússia para que não apoie a iniciativa. A crise na Ucrânia começou em novembro do ano passado, quando Ianukóvitch adiou a assinatura de um acordo de associação com a União Europeia e promoveu uma aproximação em relação à Rússia.

Da EBC

Após a conversa, Bachelet vai receber mais uma vez o mandato presidencial, depois de governar o país de 2006 a 2010 e ser sucedida por Sebastián Piñera (UN Women/Creative Commons)

A presidenta Dilma Rousseff se encontra hoje (11) de manhã com a presidenta eleita do Chile, Michelle Bachelet, que assume novamente o governo. A reunião está marcada para as 9h40, horário local (uma hora a menos do que no Brasil), no Palácio Presidencial Cerro Castilho, que fica em Viña del Mar, cidade litorânea do Chile.

Após a conversa, Bachelet vai receber mais uma vez o mandato presidencial, depois de governar o país de 2006 a 2010 e ser sucedida por Sebastián Piñera. A cerimônia ocorre no Congresso Nacional chileno, que fica em Valparaíso, próximo de Viña del Mar e a 120 quilômetros da capital, Santiago.

Tendo como principal desafio reformar o sistema educacional e a Constituição herdada da ditadura de Augusto Pinochet, Michelle Bachelet terá que negociar com outros partidos, além de sua coalizão, para cumprir as promessas.

Do ponto de vista internacional, a expectativa do governo brasileiro é que o novo mandato aproxime o Chile dos vizinhos sul-americanos. De acordo com o embaixador Américo Simões, subsecretário-geral do Itamaraty para a América do Sul, Central e do Caribe, a expectativa do Brasil é aprofundar parcerias nas áreas de energia, educação, infraestrutura e direitos humanos.

Após a cerimônia de posse, os chefes de Estado retornam a Viña del Mar para cumprimentar Bachelet e participar de almoço oferecido pela chilena, marcado para as 14h. Dilma ainda participa de fotografia oficial com os demais chefes de Estado e de governo, no Palácio Presidencial Cerro Castilho, de onde se desloca para embarcar de volta ao Brasil. Ela tem chegada prevista para o fim da noite.

A presidenta volta, mas o chanceler Luiz Alberto Figueiredo fica no Chile para discutir, quarta-feira (12), a situação da Venezuela com ministros das Relações Exteriores de países da União de Nações Sul-Americanas (Unasul).

 Da EBC

Melba Hernández ficou conhecida como “heroína” por sua participação na primeira ação armada liderada por Fidel Castro contra a ditadura de Fulgencio Batista, em 1953

Foto de dezembro de 2006 mostra Melba Hernández ao lado do presidente cubano Raúl Castro, durante um desfile na Praça da Revolução de Havana, Cuba Foto: EFE

A “heroína” da revolução cubana, Melba Hernández, uma das duas mulheres que acompanhou Fidel Castro no ataque ao Quartel da Moncada em 1953, morreu no domingo, em Havana, aos 92 anos, informou nesta segunda-feira a imprensa local.

“Com profunda dor, a direção do Partido Comunista e o Estado informam a nosso povo que a Heroína do Moncada, Melba Hernández Rodríguez, faleceu na noite de domingo, 9 de março, em consequência de complicações associadas à diabetes mellitus, enfermidade que sofreu durante muitos anos”, assinalou o jornal Granma.

Advogada de profissão, Hernández e Haydée Santamaría foram as primeiras mulheres a se incorporar ao movimento liderado por Fidel Castro contra a ditadura de Fulgêncio Batista (1952-1959) e participaram em 26 de julho de 1953 no ataque ao Quartel da Moncada de Santiago de Cuba, primeira ação armada da revolução cubana.

Capturada depois do fracassado ataque e libertada em fevereiro de 1954, Melba teve um papel decisivo na recopilação e organização das notas que Fidel escrevia na prisão.

Depois do triunfo da revolução em 1959, Hernández fez parte dos fundadores do Partido Comunista de Cuba e desempenhou diversas tarefas, entre elas integrante do Parlamento e embaixadora no Vietnã.

Segundo sua vontade, seu corpo será cremado e as cinzas levadas para o cemitério de Santa Ifigenia, em Santiago de Cuba, para serem depositadas junto aos restos mortais de seus companheiros de guerrilha.

Do Terra

Margarita Zavala

Margarita Zavala

Às vésperas de completar 10 anos de circulação, a Revista Voto participa da XVII MIT Latin America Conference, no respeitado Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos. O encontro, no próximo dia 8 de março, terá a presença da Publisher da Voto e cientista política, Karim Miskulin, no campus do MIT, em Cambridge, Massachusetts. Ela fará a abertura da segunda parte do evento, à tarde, fazendo a apresentação da oradora principal, Margarita Zavala, primeira-dama do México até 2012 e provável candidata à presidência nas próximas eleições.

Em sua 17ª edição, o já tradicional evento congrega autoridades governamentais, empresários e acadêmicos, que formam uma plateia de 700 pessoas para debater a América Latina no MIT. É organizada pela MIT Sloan School, escola de negócios do instituto.

Para Karim, participar de um evento dessa magnitude é uma honra e significa a consolidação do projeto internacional da Revista Voto. Lançado há quatro anos, o selo VotoMundo tem realizado missões internacionais de sucesso para integrar lideranças brasileiras com universidades e investidores americanos que foquem, principalmente, a área da inovação. “O Brasil está perdendo a competitividade ano a ano e é preciso dar um choque de realidade em nossos gestores para que esta situação seja revertida urgentemente”, afirma.

A Publisher da Voto ainda destaca a importância da instituição no cenário mundial: “Além de ser o berço de mais de 70 Prêmios Nobel, o MIT é o principal centro mundial de tecnologias de ponta, com ampla aplicação social. É por isso que pretendemos, na ocasião, fazer referência às várias iniciativas que a Voto vem realizando no Exterior em temas tão distintos quanto BRICS, desenvolvimento sustentável e inovação tecnológica”, destaca.

Participam, ainda, da Conferência: o ex-presidente do Banco Central do Brasil, Henrique Meirelles; Adriana Cisneros, CEO do Grupo Cisneros (principal conglomerado empresarial da Venezuela); Juan Enriquez, diretor da Excel Venture Management; Fernando Fischmann, fundador e presidente da Crystal Lagoons; Andy Freire, fundador da Quasar Ventures; Carlos Gatto, CEO do IT at B2W Digital; Eduardo Moreira, fundador do Banco Brazil Plural; Luis Fernando Samper, CMO do Juan Valdez Café; e Woods Staton, CEO da Arcos Dorados. A Conferência será aberta pelo professor David Schmittlein, reitor da MIT Sloan School.

“Ter o MIT em parceria com a Voto reunindo grupo tão extraordinário é uma grande oportunidade de expansão para a América Latina e o Brasil no cenário internacional”, finaliza Karim. A Voto trará cobertura especial da MIT Latin America Conference no site (www.revistavoto.com.br) e em sua edição impressa de abril.

Ig
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