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Arquivos para a ‘pesquisas’ Categoria

Gráfico aprovação/reprovação do governo DIlma Rousseff

Gráfico aprovação/reprovação do governo DIlma Rousseff

O governo de Dilma Rousseff teve a aprovação de 63% dos brasileiros, de acordo com a pesquisa da CNI (Confederação Nacional da Indústria) em parceria com o Ibope divulgada nesta terça-feira (19) em Brasília.

Já a aprovação pessoal da presidente também variou dentro da margem de erro e chegou a 79% — estava em 78% na última pesquisa. O dado é superior ao igual período de Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso. Lula era aprovado por 58% e FHC por 70%. Apenas 17%, segundo a pesquisa divulgada hoje, desaprovam o jeito da presidente de governar.

Esta é a primeira pesquisa deste ano e também a primeira após a divulgação do crescimento de 0,9% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2012, pior resultado desde 2009. O índice divulgado hoje é um ponto percentual maior que o registrado na última pesquisa, publicada em dezembro de 2012 e está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Para o gerente executivo de pesquisa da CNI, Renato Fonseca, os efeitos práticos dos índices negativos não chegaram à população, que levou em conta outras medidas econômicas como a baixo índice de desemprego (que chegou a 5,5% ao final de 2012) e a manutenção da política de valorização do salário mínimo (que desde 1º de janeiro de 2013 aumentou em 9%, passando de R$ 622 para R$ 678).

A aprovação do governo Dilma na primeira pesquisa do terceiro ano do primeiro mandato também supera as aprovações obtidas por Lula e Fernando Henrique em iguais períodos. Na época, o governo Lula obteve a aprovação de 39%; e FHC, de 56%.

De acordo com a pesquisa, 29% dos entrevistados consideraram o governo regular e 7% desaprovam o governo, avaliando como ruim e péssimo.

A pesquisa avalia trimestralmente a opinião pública com relação à administração federal. A CNI/Ibope entrevistou 2.002 pessoas em 143 municípios entre os dias 08 a 11 de março de 2013.

Confiança em Dilma

O índice de confiança na presidente também manteve a tendência de crescimento e subiu de 73% em dezembro de 2012 para 75% em março de 2013. Considerado o mesmo período, seu antecessores no Palácio do Planalto tiveram avaliações menores: Lula, 60% e FHC, 68%.

Outro destaque desta edição da pesquisa foi o fato de que esta é a primeira vez que Dilma ultrapassou Lula em relação à avaliação positiva. O número de entrevistados que acreditam que o governo Dilma é melhor que de seu antecessor cresceu de 19% para 20%. No entanto, a maioria (61%) continua a avaliar como “iguais” os dois governos petistas. Os demais 18% consideram o governo de Dilma pior que o de Lula e 2% não sabem ou não responderam.

No Nordeste, a avaliação da presidente é superior à obtida em outras regiões – o índice de nordestinos que consideram “ótimo” ou “bom” o governo foi a 72% frente os 68% da avaliação de dezembro, enquanto as outras regiões registraram 60% de avaliação positiva.

A expectativa em relação ao restante do governo Dilma aumentou de 62% para 65% entre aqueles que avaliam como boa ou ótima. Dos demais entrevistados, 24% avaliam que será regular, 8% acham que será ruim ou péssimo e 3%não sabem ou não responderam.

Melhores e piores áreas

Os entrevistados foram questionados sobre a atuação do governo federal em nove áreas. As ações de combate à fome e à pobreza, meio ambiente, combate ao desemprego e combate à inflação foram aprovadas respectivamente por 64%, 57%, 57% e 48% dos entrevistados.

Já os setores de ações governamentais nos setores de educação, taxa de juros, impostos segurança pública e saúde foram desaprovadas respectivamente por 50%, 50%, 60% 66% e 67% dos entrevistados.

Apesar de reprovadas entre os entrevistados, houve um aumento na satisfação com as ações governamentais em relação à última pesquisa de dezembro de 2012.

A percepção dos entrevistados sobre o noticiário a respeito das ações do governo foi positiva. Os assuntos mais lembrados entre os entrevistados foram a presença da presidente na tragédia em Santa Maria (RS), com 12%; o governo descartar a possibilidade de apagão (10%); a redução dos impostos da cesta básica (7%); a votação da lei de distribuição dos royalties do petróleo (7%) e o aumento do salário mínimo para R$ 678 (6%).

Notícias sobre corrupção ligadas direta ou indiretamente ao governo federal não foram lembradas nesta edição pelos entrevistados. O tema foi lembrado por 30% dos entrevistados em dezembro de 2012, como resultados das informações divulgadas do julgamento do caso do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal).

Fonseca destaca que, apesar da manutenção dos índices na margem de erro de dois pontos percentuais, há uma tendência de crescimento em todos os índices favoráveis à presidente. Segundo ele, a pesquisa demonstrou que os brasileiros avaliaram que o governo conseguiu passar pela crise econômica internacional sem que a população fosse atingida de maneira significativa.

O gerente executivo da CNI ressalta ainda que três principais pontos que motivaram os resultados positivos: a satisfação da população com as baixas taxas de desemprego e queda de inflação; a satisfação com as ações sociais como os programas Minha Casa, Minha Vida e o Bolsa Família – que “o governo está sabendo capitanear em seu favor” e a confiança na personalidade da presidente – “firme, segura e boa administradora”.

“Há uma avaliação positiva no julgamento pessoal da presidente. Ela vem conseguindo construir essa figura de competência, de segurança nas decisões e de ser boa administradora. É a percepção que a gente chegou a captar”, afirmou o gerente executivo de pesquisa da CNI, Renato da Fonseca.

A presidente está em viagem oficial ao Vaticano, onde se encontrou com o papa Francisco nesta terça-feira.

Do Uol

Arte RatoFX

Tomar aspirina pode ajudar mulheres a prevenir o câncer de pele, segundo estudo. Os pesquisadores descobriram que quanto mais analgésico é ingerido, menor o risco de desenvolver melanoma. A pesquisa avaliou 60 mil mulheres com mais de 12 anos, que usavam o medicamento regularmente, e concluiu que os riscos diminuem em 21%, em comparação com mulheres que não tomam aspirina. As informações são do Daily Mail.

O câncer de pele tem como principais desencadeadores a exposição à luz solar sem proteção. A aspirina já foi associada à prevenção de câncer no estômago e intestido, com diminuição de 40% dos riscos para usuários regulares. Porém, o uso contínuo também pode estar ligado a sangramentos e úlceras estomacais. A indicação do remédio como método preventivo ainda está em análise.

O líder do estudo, o médico Jean Tang disse que a “aspirina funciona reduzindo a inflamação e pode ser por isso que o uso do medicamento diminui o risco de desenvolver melanoma”. A aspirina é usada para pacientes com problemas cardíacos, pois evita a formação de coágulos sanguíneos nas artérias.

Do Terra
Linhaça pode ajudar no combate ao câncer de mama

Linhaça pode ajudar no combate ao câncer de mama

Estudos da Universidade de Toronto, no Canadá, comprovam que a linhaça tem o poder de impedir o crescimento de tumores de câncer.

Antes, um de seus maiores benefícios era na menopausa. Por ser rica em ácidos graxos e ômega-3, o grão alivia os sintomas nesta fase.

De acordo com o estudo canadense, a semente tem o poder de diminuir o risco de tumores no cólon e na próstata. Mas para que seus benefícios façam efeito, é preciso saber consumi-la.

A linhaça carrega compostos que interferem na absorção de nutrientes. Uma forma de evitar isso é aquecendo a semente antes de seu consumo. O calor diminui a atividade de algumas proteínas que poderiam atrapalhar o aproveitamento dos sais minerais.

Como sua casca é bastante resistente, outra sugestão é batê-la no liquidificador. Uma vez destruídas, as substâncias saudáveis contidas na linhaça penetrem mais rapidamente na corrente sanguínea. No entanto, uma vez triturada, a linhaça precisa ser consumida imediatamente para evitar que o contato com o ar oxide e destrua suas propriedades.

 Do Terra

Sete meses após assumir comando da Petrobras, Graça Foster desbanca nomes como o da CEO da Anglo American e se torna a mais poderosa fora dos EUA, segundo a Fortune.

Maria das Graças Foster - Foto: Divulgação Petrobras
Maria das Graças Foster – Foto: Divulgação Petrobras

A presidente da Petrobras Maria das Graças Foster lidera a lista das mulheres mais poderosas do mundo dos negócios e que atuam fora dos Estados Unidos, segundo a Revista Fortune. O ranking que foi divulgado nesta quinta-feira será publicado na íntegra na edição de 8 de outubro da revista.

Esta é a primeira vez que a executiva brasileira aparece no ranking. E na sua estreia já desbancou veteranas como Cynthia Carroll, que lidera a britânica Anglo American e figurou na primeira posição no ano passado, e a australiana Gail Kelly, CEO da australiana Westpac.

Em agosto passado, ela ganhou o título de terceira mulher mais poderosa do mundo dos negócios da Forbes. Na lista de negócios, ela ficou atrás de duas veteranas do ranking da Forbes, Indra Nooyi, CEO da Pepsico, e Irene Rosenfeld, da Kraft Foods. No ranking geral, Graça Foster aparece na 20ª posição, enquanto a presidente Dilma Roussef figura na terceira colocação.

Com 30 anos de carreira na companhia, Graça Foster assumiu o comando da empresa em fevereiro deste ano. Antes disso, foi diretora de Gás e Energia da Petrobras, presidente da Petrobras Distribuidora, presidente da Petroquisa e gerente executiva de Petroquímica e Fertilizantes. Entre 2003 e 2006, foi secretária de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia.

Ela foi a primeira mulher a ocupar uma posição na diretoria executiva da Petrobras. É formada em Engenharia Química pela Universidade Federal Fluminense (UFF), possui mestrado em Engenharia Nuclear pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE/UFRJ) e MBA em Economia pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Ela é descrita pela Fortune como a líder da “maior produtora de petróleo em águas profundas do mundo, com um rendimento de US$ 146 bilhões, 84 mil empregados e uma produção de cerca de 2,6 milhões de barris por dia”. Além de ser alguém que está “trabalhando duro” para garantir o futuro da Petrobras: “ela lançou um plano para investir 236,5 bilhões de dólares nos próximos cinco anos”, afirma a publicação.

Além dela, a americana Grace Lieblein, que preside a subsidiária da General Motors no país, também representa o Brasil no ranking. Ela aparece na 34ª posição. Confira a lista das 10 mulheres mais poderosas do mundo dos negócios – fora dos Estados Unidos:

 

Arte - Exame.Abril

Da Exame.Abril

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral, divulgação de candidaturas - 2012 Do G1.com

Dona de casa é quarta ocupação mais declarada por candidatos no país. Para especialista, uso de ‘laranja’ para cumprir cota pode explicar aumento.

Com a cota obrigatória de 30% para candidaturas de um dos sexos, o número de candidatas donas de casa mais que dobrou nestas eleições, segundo levantamento do G1 junto aos dados de candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). É a quarta ocupação mais declarada, passando de 9.869 candidaturas na última eleição para 22.789 em 2012 – aumento de 131%.

As donas de casa representam 4,8% do total de candidatos, atrás apenas dos servidores públicos municipais, agricultores e comerciantes. Em 2008, a ocupação aparecia em 9º lugar (veja quadro ao lado).

Os dados mostram que o aumento ocorre em razão do elevado número de candidatas a vereadora. São 22.536 inscritas, 98,9% do total. Em 2008, eram 9.546 candidatas.

Para prefeita e vice, no entanto, o número caiu. Neste ano, 81 donas de casa (0,35% do total de candidaturas nessa ocupação) concorrem ao cargo do Executivo. Nas últimas eleições, eram 102 candidatas com esta ocupação. Para vice, agora são 172 candidaturas (0,75% do total). Em 2008, havia 221 postulantes ao cargo.

‘Laranjas’

Para o cientista político José Eustáquio Alves, a explicação mais provável para o aumento significativo e para a disparidade entre os cargos disputados é a obrigatoriedade da cota sexual nestas eleições.

Agora, a lei exige 30% dos candidatos de um dos sexos nos partidos e coligações na disputa para vereador. A regra provocou um aumento na participação feminina nas eleições. O Tribunal Superior Eleitoral afirma que a coligação ou partido que não cumprir a cota obrigatória poderá ter a lista inteira de candidatos rejeitada.

“Esses partidos não investiram na formação de mulheres, não prepararam. Então, para preencher a cota, eles lançam a famosa candidata ‘laranja’. Lançam a mãe, a irmã, até a empregada doméstica, só para preencher”, afirma Eustáquio Alves.

‘Sou do lar’

“Fui convidada para ser candidata, por ser mulher, porque tenho ficha limpa e sou filiada ao partido”, diz Josefina Rocha de Oliveira, a Tia Fina (PSB), que pela primeira vez disputa o cargo de vereadora no município de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. A cidade é a campeã em candidaturas de donas de casa em todo o país, com 55 postulantes a cargos eletivos.

Viúva, 61 anos, a moradora do bairro Corumbá afirma não fazer campanha por causa da artrose e também por não ter dinheiro. A propaganda é boca a boca: o pedido de voto é feito aos parentes e amigos. Ela atende ao telefone em casa. “Eu sou do lar, não tenho profissão não.”

Tia Fina também conta não frequentar reuniões de partido. Mesmo assim, diz levantar a bandeira dos animais. “Eu nunca me imaginei [candidata], aí de repente me apareceu essa chance. A minha chance de ganhar é muito, muito pouca mesmo. Mas eu tenho muita fé dentro do meu coração. Vai que alguém já viu o que eu desejo, e um outro político faz.”

Sobre o preenchimento das cotas, ela diz: “Pra eles [partidos] até pode ser só para preencher. Não estão levando fé em mulher, mas a mulher está dominando. A sabedoria é delas. Olha a nossa presidente. Se eu for eleita, eu vou fazer e acontecer.”

De casa em casa

No município de Abaetetuba, nordeste do Pará, cinco candidatas da coligação União por Abaeté (PR-PRB) são donas de casa, de um total de 30 aspirantes.

“A gente fez um trabalho forte em cima de filiação”, afirma Keimenson Nascimento, diretor jurídico do partido no estado. “A filiação das mulheres é dez vezes menor que a de homens no Pará, e tínhamos que cumprir a cota de 30% de candidatas. No caso do PRB, a quantidade de donas de casa é decorrente disso”, revela.

“É uma exigência legal. Tentamos fazer com que as mulheres se interessem pela política, fomos de casa em casa. Por isso, temos muitas donas de casa, que são parte expressiva do eleitorado, assim atingimos este tipo de eleitor. Fazemos este trabalho (de atrair mulheres para o partido) há um ano”, afirma.

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Arte RatoFX

As mulheres que tiveram um ou mais abortos antes de ter seu primeiro filho possuem um maior risco de terem um parto prematuro em uma nova gravidez, aponta um estudo publicado na última quinta-feira (29) pela revista médica britânica Human Reproduction.

Cientistas finlandeses contabilizaram um maior número de partos prematuros e outras complicações relacionadas com o peso dos bebês entre as mulheres que já tinham tido um ou mais abortos antes da gravidez.

“Nossos resultados sugerem que os abortos induzidos antes do primeiro parto, concretamente três ou mais, estão associados com um aumento marginal do risco de parto prematuro”, explicou Reija Klemetti, principal autora da pesquisa.

Segundo Reija, o resultado dessa pesquisa não deve alarmar as mulheres porque o aumento desse risco, mesmo que comprovado, ainda é “muito pequeno”.

A pesquisa, realizada pelo National Institute for Health and Welfare de Helsinque entre 1996 e 2008, contou com a participação de 300.858 mães, detalha a revista publicada pela Universidade de Oxford.

Desta forma, o risco de dar à luz prematuramente, antes das 28 semanas de gestação, era três vezes maior entre as mulheres que já tinham passado por três ou mais abortos, o que, por sua vez, aumenta os riscos dos bebês nascerem com danos cerebrais ou algum tipo de incapacidade.

Além disso, os pesquisadores observaram que estas mulheres tinham 35% a mais de chances de dar à luz antes das 37 semanas de gestação e 225% a mais de risco do filho nascer com “muito pouco peso”.

De acordo com Reija, a percentagem de partos prematuros antes das 28 semanas entre mulheres que nunca abortaram é de três a cada mil.

No entanto, entre as mulheres que já tiveram um aborto, este número sobe para quatro. Entre as mulheres que já tiveram dois abortos, a média é de seis a cada mil, enquanto as que tiveram três ou mais, o número de mulheres sobe para 11.

Do Uol

Café com a Presidenta

Ao comentar o Programa Tecnologia da Informação Maior, lançado no dia 20 de agosto, a presidenta Dilma Rousseff disse hoje (3) que o desafio do país é erradicar a pobreza e, ao mesmo tempo, produzir ciência e tecnologia, agregando valor à produção. “Esse é o caminho para o Brasil chegar à economia do conhecimento e se encaminhar cada vez mais para ser uma grande nação”, ressaltou.

No programa semanal Café com a Presidenta, ela lembrou que a previsão de investimentos chega a R$ 500 milhões voltados para o estímulo ao desenvolvimento e à produção de softwares no país. Segundo Dilma, o Brasil conta com quase 9 mil empresas que desenvolvem softwares, mas o objetivo do governo é ampliar esse número.

“Por isso, vamos investir nas pequenas empresas de tecnologia, que geram muitos empregos – principalmente contando com jovens que têm uma imensa capacidade de criar. Uma das medidas mais importantes desse programa é que nós vamos oferecer cursos para 50 mil trabalhadores do setor de tecnologia da informação.”

A presidenta também destacou medidas lançadas dentro do programa de política industrial Brasil Maior para fortalecer e ampliar a indústria de tecnologia da informação. Uma das ações trata da redução do valor que as empresas de softwares e de tecnologia da informação pagam à Previdência (desoneração da folha de pagamento).

“Ela é importante porque reduz o custo do trabalho e aumenta a competitividade das empresas”, disse. “Nós também reduzimos os impostos para as empresas que queiram produzir semicondutores e tablets no Brasil”, completou.

Dilma comentou ainda os resultados da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), ocorrida na semana passada no Rio de Janeiro. Ao todo, mais de 18 milhões de alunos de 44 mil escolas públicas de todo o país participaram da competição – 500 deles foram premiados.

“A matemática é o primeiro passo para o desenvolvimento científico e para a inovação tecnológica, porque é a base de todas as ciências e é fundamental para o aprendizado das engenharias, da física, da tecnologia da informação, da ciência dos computadores, por exemplo. A matemática ajuda a despertar o interesse dos nossos jovens pela ciência e pelo conhecimento.”

Da Agência Brasil
Presidenta da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marta Maria do Amaral Azevedo
Presidenta da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marta Maria do Amaral Azevedo

A população indígena no Brasil aumentou segundo o censo Populacional 2010, do IBGE. Os resultados já eram esperados pela presidenta da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marta Maria do Amaral Azevedo. Ela é cientista social e demógrafa especializada em população indígena (está licenciada das atividades de pesquisadora e docente do Núcleo de Estudos de População da Universidade Estadual de Campinas – Unicamp).

Segundo Marta, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aperfeiçoou a logística de coleta de dados e a metodologia de apuração de informações. Além disso, houve, desde a Constituição de 1988, melhoras nas políticas indigenistas que resultaram em aumento da qualidade de vida e menor mortalidade.

Apesar do avanço, a presidenta da Funai aponta para os riscos das disputas fundiárias e de intolerância com indígenas. A seguir os principais trechos de entrevista exclusiva que concedeu à Agência Brasil, a primeira desde que tomou posse (em abril passado).

Agência Brasil – O censo registrou aumento da população indígena. Esse dado a surpreendeu?

Marta Azevedo - O que aconteceu nesse censo de 2010 é que, além de perguntar raça, cor da pele para todas as pessoas, se perguntou ao indígena a qual etnia pertence e quais línguas fala. Não tem nada novo, o fenômeno se deve a uma recuperação demográfica dos povos indígenas no Brasil.

ABr – Recuperação?

Marta – Houve de fato uma recuperação demográfica desde os anos 1960-1970, sendo que a gente viu isso no censo de 1991. Antes disso, não tem como medir. Em geral, toda população humana, quando há perdas muito sérias, ocorre uma recuperação demográfica. No Brasil, as estimativas da população do século 16 variam de 3 milhões a 7 milhões, não existe exatamente um trabalho de demografia histórica. Mas, baseado em trabalhos de outras regiões da América Latina, faz-se essa estimativa, e eram mais de mil povos e, com certeza, mais de mil línguas faladas. Quanto ao aumento do número de etnias, muitos antropólogos têm escrito sobre isso a respeito de fenômenos de autoidentificação de pessoas que pertencem a um determinado povo, mas que nos últimos anos passaram a não se declarar como pertencendo a esse povo e justamente por todo esse fenômeno de recuperação demográfica e de valorização da identidade étnica. São pessoas que estavam se declarando como caboclos, pardos, e que passam a se declarar como povos indígenas específicos. Tem também, ainda, um outro fenômeno, é a declaração de etnias que os antropólogos consideravam antigamente como se fosse um subgrupo.

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Dilma Rousseff

Dilma Rousseff

Taxa é apenas dois pontos percentuais menor do que o recorde em abril. Julgamento do mensalão não afetou avaliação do governo, diz pesquisa.

O governo Dilma é classificado como ótimo ou bom por 62% dos eleitores, de acordo com pesquisa Datafolha feita no dia 9 de agosto. A taxa é dois pontos percentuais menor do que o recorde em abril.

A administração de Dilma é regular para 30% dos eleitores e 7% acham ela ruim ou péssima. A pesquisa foi publicada no jornal “Folha de S.Paulo” desta terça-feira (14).

O Datafolha ouviu 2.562 pessoas com 16 anos ou mais em 159 municípios. A margem de erro é de 2 pontos.

O instituto perguntou sobre a administração de Dilma para pessoas que dizem conhecer o julgamento do mensalão, no Supremo Tribunal Federal, ou não.

Entre os que dizem ter tomado conhecimento do julgamento, o governo é aprovado por 62%. No grupo dos que ignoram o julgamento, a aprovação é quase a mesma, 63%.

O Datafolha também pediu para os entrevistados atribuirem uma nota de 0 a 10 ao desempenho da administração Dilma Rousseff. A nota média foi 7,4. Em abril, a nota foi um pouco maior: 7,5.

Na comparação com os quatro mandatos presidenciais anteriores, só o ex-presidente Lula atingiu mais de 60% de aprovação no período equivalente. Em setembro de 2008, em seu segundo mandato, ele tinha 64% de ótimo e bom.

No recorte conforme as regiões do país, a maior aprovação está no Nordeste, onde 68% dos eleitores classificam o governo Dilma como ótimo ou bom. A taxa mais baixa está no Sul, com 54%.

De acordo com a renda familiar, o maior índice de aprovação do governo ocorre entre os que recebem até dois salários mínimos, 66%.

Quem mora em município do interior do país tende a avaliar melhor a atuação da presidente Dilma do que quem mora em capitais ou em cidades próximas de capitais. No interior, a aprovação chega a 68%. Nas regiões metropolitanas, essa taxa é de 54%.

Do G1
Quando não se elimina o make, os poros podem ser obstruídos e, a pele, se tornar mais oleosa ou irritada Foto: Getty Images

Quando não se elimina o make, os poros podem ser obstruídos e, a pele, se tornar mais oleosa ou irritada Foto: Getty Images

Depois de ir a uma festa ou após um longo dia de trabalho, nada melhor do que cair na cama. E essa preguiça toda tem feito com que muitas mulheres cometam um grande pecado para a beleza: dormir com maquiagem. Uma pesquisa divulgada pela clínica de estética Specialist Make up Services, do Reino Unido, revelou que 79% das britânicas admitem não ter esse cuidado noturno. Os dados são do site Female First.

Quando não se elimina o make, os poros podem ser obstruídos e, a pele, se tornar mais oleosa ou irritada. Outro problema é aumentar as chances de desenvolver terçol (inflamação nas glândulas lacrimais acessórias dos olhos). Portanto, não pense duas vezes e use um demaquilante e, depois, lave bem o rosto.

A clínica Specialist Make up Services sugeriu maquiagem semipermanente para as mais descuidadas. O efeito tende a durar 18 meses.

Do Terra