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Arte RatoFX

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Caminhar meia hora por dia já ajuda na diminuição do risco da doença

As mulheres que praticam pelo menos 30 minutos por dia de caminhada têm 10% menos de chance de desenvolver câncer de mama, revelou um estudo publicado no jornal da Associação Americana de Pesquisa do Câncer. Os cientistas monitoraram mulheres que já haviam passado pela menopausa.

— Nós descobrimos que a atividade física de lazer, mesmo de modesta intensidade, parecia ter um impacto rápido sobre o risco de câncer de mama. As mulheres devem ser encorajadas a continuar o exercício físico. E aquelas que não se exercitam deveriam iniciar, porque o seu risco de câncer de mama pode diminuir rapidamente — explica o pesquisador Agnes Fournier.

Fournier e colegas analisaram dados obtidos a partir de questionários preenchidos por quase 60 mil mulheres pós-menopáusicas. O tempo médio de acompanhamento foi de 8,5 anos — durante os quais 2 mil mulheres foram diagnosticadas com câncer de mama invasivo.

Os efeitos de redução de risco de câncer de mama por causa da atividade física eram independentes do índice de massa corporal, ganho de peso, circunferência da cintura e do nível de atividade de cinco a nove anos antes.

Do  ZH – ClicRBS

Foto: Getty Images

De acordo com o estudo, eventos familiares traumáticos são mais nocivos para as meninas que para meninos

É inegável que crianças que testemunham a violência doméstica carregam cicatrizes emocionais, mas um novo estudo publicado na revista Pediatrics descobriu que ver os familiares sendo feridos também pode causar uma “cicatriz” no DNA. As informações são do Daily Mail.

Jovens que presenciam a violência doméstica ou o suicídio em casa têm os genes mais limitados que aqueles criados em famílias estáveis.

Cientista da Escola de Medicina da Universidade de Tulane, em Nova Orleans, nos Estados Unidos, descobriram que essa condição prejudica os telômeros, estrutura que impede que a extremidade de um cromossomo entre em fusão com a de outro. Telômeros mais curtos estão ligados ao declínio cognitivo, diabetes, doença mental, doenças cardíacas e excesso de peso.

Para o estudo, pesquisadores coletaram amostras genéticas de 80 crianças com idades entre 5 e 15 anos. Eles também entrevistaram os pais sobre seus ambientes domésticos, bem como a exposição dos filhos a situações traumáticas.

“Momentos familiares estressantes, como testemunhar um membro da família se machucando, criaram um ambiente que afeta o DNA dentro das células das crianças “, disse Stacy Drury, autor do estudo. “Quanto mais essas crianças presenciavam um momento estressante, mais curtos eram seus telômeros – e notamos isso depois pesquisar muitos outros fatores, incluindo o nível socioeconômico, escolaridade materna, idade dos pais e idade da criança, explicou.

O estudo mostrou ainda que eventos familiares traumáticos são mais nocivos para as meninas, mais propensas a ter telômeros encurtados que os meninos.

Do Terra

Wasmália Bivar – Foto : IBGE

A presidenta do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Wasmália Bivar, disse ontem (26), no Rio de Janeiro, que a adesão dos servidores à greve é parcial na maioria das unidades, em todo o o país, que já deliberaram pela paralisação e que técnicos permanecem exercendo suas atividades, o que sinaliza que não haverá descontinuidade na divulgação dos indicadores considerados essenciais para a sociedade brasileira.

“E é assim que nós queremos continuar nesse processo, de forma a garantir para a sociedade que aquelas informações essenciais para a tomada de decisões privadas e públicas [serão divulgadas] para garantia de que os contratos serão celebrados e confirmados. Essa essencialidade da nossa produção será mantida. Ou seja, vai haver divulgação, por exemplo, do Produto Interno Bruto (PIB), no próximo dia 30”, afiançou. Ela completou que a direção do IBGE está atenta à coleta e à divulgação de todas as pesquisas conjunturais.

De acordo com a Associação de Servidores do IBGE (Assibge), a paralisação já atingiu 15 das 31 unidades do instituto. Hoje (27) será decidida, em assembleia, a paralisação ou não na Unidade Canabarro, no Maracanã, na capital fluminense.

A presidenta assinalou que a direção do instituto tem mantido um canal permanente de diálogo com a representação dos funcionários, tendo feito sete reuniões nos últimos sete meses, das quais [ela] participou de quatro. “A direção nunca se recusou a conversar”. Para Wasmália, a pauta apresentada pelo sindicato da categoria tem “motivações políticas, que parecem ser mais importantes do que as reivindicações trabalhistas”. Como exemplo, citou o pedido para ela saia da direção ou que haja a reintegração, no momento, dos recursos orçamentários do IBGE. “Isso é desconhecer como o IBGE funciona”. Segundo Wasmália, como os servidores pedem sua saída da presidência do órgão, isso inviabiliza sua posição como negociadora.

Ela concordou que é legítimo o pleito dos funcionários de equiparação salarial com a carreira de gestão, caso do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) ou do Banco Central, o que representaria, para o nível superior, por exemplo, aumento de 37%. “Essa reivindicação é antiga e todos nós endossamos. Queremos isso também. A questão é a oportunidade e a maneira de encaminhar isso em momentos em que possa ser aceito e levado adiante, no âmbito do governo”, ponderou.

Ela se pergunta por que motivos os grevistas não incluíram na pauta o reajuste de benefícios como vale-alimentação, auxílio-creche ou auxílio-saúde, que atingiram patamares muito baixos. “Não tem nada disso na pauta de reivindicações apresentada”. Não faz parte também a retribuição de titulação, que compõe os pleitos de todo o corpo funcional de nível superior, avaliou. Wasmália disse ainda que a medida aprovada na negociação de 2012 acabou criando uma distorção, porque a retribuição para quem tem mestrado, por exemplo, é R$1,4 mil, enquanto uma gratificação de qualificação para um funcionário de nível médio, que tenha cursos técnicos de até 360 horas, sobe para R$ 2 mil.

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Usando marcadores genéticos, teste consegue antever se grávidas que tiveram contrações antes do tempo entraram mesmo em trabalho de parto.

Atualmente, grávidas com contrações antes da hora não têm como prever se terão bebês prematuros (Foto: BBC)

Especialistas canadenses desenvolveram um exame de sangue que pode prever as chances de uma mulher grávida, que sofre contrações antes do tempo, de ter um bebê prematuro.

Cerca de 5% das mulheres que começam a ter contrações antes das 37 semanas de gravidez dão à luz em até 10 dias, afirmam os especialistas, em pesquisa publicada na revista científica PlosOne.

Atualmente, mulheres com contrações antes da hora não têm formas confiáveis de saber se estão prestes a entrar em trabalho de parto ou se as contrações vão parar.

Em algumas ocasiões, são realizados esfregaços vaginais, mas esses testes muitas vezes podem acusar resultados errados.

O teste de sangue desenvolvido por pesquisadores do Mount Sinai Hospital, em Toronto, foi capaz de prever partos prematuros em 70% dos 150 casos analisados em um hospital na Austrália.

O cientista Stephen Lye explica que o exame de sangue se baseia na busca por marcadores genéticos ligados ao parto.

“Os dados indicam que marcadores no sangue de mulheres com contrações antes da hora são capazes de indicar as chances de elas darem à luz prematuramente ou não”, disse Lye.

“Isso trará benefícios para as mães, para o bebê e para o sistema de saúde”, acrescentou.

O exame será testado em um hospital em Toronto e deve estar disponível no mercado em cinco anos.

Do G1

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Mais de 800 mulheres morrem todos os dias devido a complicações na gravidez e no parto, mostra a Organização Mundial da Saúde (OMS) em dados divulgados hoje (6). A mortalidade materna, no entanto, registra redução de 45% desde 1990.

Segundo a OMS, 289 mil mulheres morreram em 2013 devido a complicações relacionadas à gravidez e ao parto. Em 1990, foram 523 mil mortes.

A quase totalidade das mortes maternas (99%) ocorre em países em desenvolvimento e um terço do total é regitrado em apenas dois países: a Índia (50 mil) e a Nigéria (40 mil). De acordo com a OMS, a região mais perigosa para se ter um filho é a África Subsaariana.

A taxa de mortalidade materna nos países em desenvolvimento em 2013 foi 230 por 100 mil nascimentos, enquanto nos países desenvolvidos foi 16 por 100 mil nascidos vivos.

A organização, sediada em Genebra, alerta para as grandes disparidades entre os países – com alguns registrando taxas de mortalidade materna extremamente elevadas, de 1.000 por cada 100 mil nascidos vivos – e também entre pobres e ricos dentro de alguns países.

Outro estudo da agência da ONU para a saúde, publicado hoje na revista The Lancet Global Health revela que uma em cada quatro mortes se deve a complicações previamente existentes, como diabetes, HIV, malária ou obesidade, cujos impactos são agravados pela gravidez.

Um quarto das mortes deve-se a hemorragia severa. Outras causas identificadas são a hipertensão induzida pela gravidez (14%), as infeções (11%), obstruções e outras complicações no parto (9%), complicações relacionadas com o aborto (8%) e coágulos sanguíneos (3%).

“Juntos, os dois relatórios destacam a necessidade de investir em soluções comprovadas, como cuidados de saúde de qualidade para todas as mulheres durante a gravidez e o parto, e cuidados especiais para grávidas com problemas clínicos pré-existentes”, disse a diretora-geral adjunta da OMS para a Saúde da Família, Mulher e Criança, Flavia Bustreo, citada em comunicado da OMS.

Outro alerta da organização é sobre a falta de dados rigorosos relacionados à mortalidade materna. Apesar de ter aumentado o conhecimento sobre o número de mulheres que morrem e as razões das mortes, muitos dados ainda não são registrados. “Trinta e três mortes maternas por hora são 33 mortes a mais”, disse o diretor de Saúde, Nutrição e População do Banco Mundial, citado no comunicado.

“Precisamos documentar cada um desses acontecimentos trágicos, determinar as suas causas e iniciar ações corretivas urgentemente”, acrescentou Bustreo.

Da EBC

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As mulheres são mais propensas do que os homens a morrer de ataque cardíaco devido a um diagnóstico mal feito que atribui seu mal-estar a um ataque de ansiedade, segundo estudo divulgado nesta segunda-feira no Canadá.

Cientistas da Universidade de McGill em Montreal pesquisaram a diferença de mortalidade entre homens e mulheres que sofrem ataques do coração.

Para isto, interrogaram 1.123 pacientes de 18 a 55 anos hospitalizados em 24 instituições do Canadá, mas também em um hospital dos Estados Unidos e outro da Suíça. Os pacientes, todos com síndrome coronariana aguda, responderam aos cientistas nas 24 horas posteriores à sua entrada no centro médico.

As mulheres entrevistadas tinham origem sócio-econômica mais modesta do que os homens que participaram do estudo. Por fim, elas demonstraram correr mais riscos de sofrer de diabetes e hipertensão, havia mais casos de doenças cardíacas em suas famílias e tinham mais possibilidades de sofrer de depressão e ansiedade do que os homens.

Os cientistas, cujos estudos são publicados na revista da Associação Médica do Canadá, constataram que, em média, os homens eram mais submetidos a eletrocardiogramas rápidos e desfibrilação do que as mulheres.

Os pesquisadores explicam esta diferença de tratamento pelo fato de que as mulheres costumam recorrer com mais frequência do que os homens ao serviço de emergência com dor torácica de origem não cardíaca.

Além disso, “a prevalência da síndrome coronariana aguda é menor entre as mulheres jovens do que entre os homens jovens”, disse a principal pesquisadora do estudo, Louise Pilote.

Estes resultados, explicou, sugerem que o pessoal médico têm mais probabilidades de confundir um evento cardíaco nas mulheres com sintomas de ansiedade.

Do Terra

Marina Silva por Renata Castelo Branco

Marina Silva por Renata Castelo Branco

A cúpula do PSB recebeu a informação de que a ex-senadora Marina Silva já está disposta a anunciar em breve a definição de que será vice na chapa presidencial encabeçada pelo governador Eduardo Campos (PSB-PE).

Nos bastidores, Marina já admite que será candidata a vice, o que vem negando publicamente. Nesta terça em um reunião em São Paulo, ela deixou clara sua disposição para integrantes da Rede.

Há uma pressão interna entre os militantes da Rede para que a definição de vice só seja anunciada depois da definição dos palanques regionais, especialmente em São Paulo. Mas segundo relatos passados ao PSB Marina já estaria convencida de que é preciso anunciar logo a definição.

Do Blog do Camarotti

Desempenho pessoal da presidenta Dilma Rousseff é aprovado por 55% dos entrevistadosWilson Dias/Arquivo Agência Brasil

O governo da presidenta Dilma Rousseff recebeu aprovação de 36,4% dos entrevistados na pesquisa divulgada hoje (18) pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT). O índice é menor que o registrado na pesquisa anterior, de novembro de 2013, quando o governo teve avaliação positiva de 39% da população. O governo Dilma foi avaliado como negativo por 24,8% dos entrevistados. Na edição anterior, esse percentual chegou a 22,7%.

O desempenho pessoal da presidenta é aprovado por 55% dos entrevistados. O índice de desaprovação chega a 41%.

A pesquisa da CNT, encomendada ao instituto MDA, mostra que, no caso de candidatura nas eleições presidenciais de outubro, Dilma Rousseff tem 21,3% da intenção espontânea de voto. Em seguida, aparecem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (5,6%), o senador Aécio Neves (5,6%), Marina Silva (3,5%) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (1,6%). Na pesquisa espontânea, não são apresentados nomes de possíveis candidatos.

Na intenção de voto estimulada, quando são apresentadas opções de candidatos, Dilma Rousseff tem 43,7% da intenção de voto, Aécio Neves tem 17% e Eduardo Campos, 9,9%. Em um segundo cenário, no qual Marina Silva é candidata no lugar de Eduardo Campos, Dilma Rousseff tem 40,7% das intenções de voto, Marina Silva, 20,6% e Aécio Neves, 15,1%.

Nesta edição, foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 24 unidades da federação, entre os dias 9 a 14 de fevereiro. A margem de erro da pesquisa é 2,2 pontos percentuais.

Da Agência Brasil

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O estudo, um dos maiores já feitos sobre o exame, foi feito ao longo de 25 anos com cerca de 90 000 mulheres

Um novo estudo feito no Canadá concluiu que submeter-se a mamografia todos os anos não diminui o risco de morte por câncer de mama em comparação com realizar apenas exames físicos para detectar a doença. A pesquisa, uma das maiores já realizadas sobre o assunto, avaliou cerca de 90 000 mulheres de 49 a 59 anos ao longo de 25 anos.

Ainda segundo o trabalho, um em cada cinco casos de câncer de mama diagnosticados pelo exame durante o estudo não representava uma ameaça à saúde da mulher — ou seja, não precisaria ser combatido com quimioterapia, radioterapia ou cirurgia.

Exame — A mamografia é indicada para a detecção precoce de câncer de mama. Não há uma regra que determine a partir de qual idade uma mulher deve ser submetida ao exame, ou com qual periodicidade. O que existem são recomendações de entidades médicas e órgãos públicos a partir de fatores econômicos e pesquisas consistentes sobre o assunto. O Instituto Nacional do Câncer (Inca), por exemplo, recomenda a mamografia a cada dois anos para mulheres entre 50 e 60 anos.

As diferentes diretrizes e a postura dos médicos sobre a mamografia estão longe de alcançar um ponto em comum. Por um lado, o exame pode detectar tumores potencialmente agressivos, de modo que as pacientes comecem um tratamento precoce e aumentem suas chances de sobreviver. Por outro, existe a possibilidade de haver diagnósticos em excesso, ou seja, de detectar e tratar cânceres inofensivos, que não apresentariam sintomas ou colocariam a vida da paciente em risco.

Comparação — No novo estudo, que começou em 1988, parte das participantes foi submetida a mamografias e exames físicos anuais durante cinco anos. Em um grupo de controle, ficaram as participantes que fizeram apenas os exames físicos. Todas foram acompanhadas ao longo dos anos seguintes.

Até o final do estudo, 3 250 mulheres do grupo da mamografia e 3 111 do grupo de controle foram diagnosticadas com câncer de mama, sendo que a doença resultou na morte de 500 e 505 delas, respectivamente. Ou seja, a taxa de mortalidade foi praticamente a mesma. A pesquisa completa foi publicada nesta terça-feira no periódico British Medical Journal.

De acordo com os pesquisadores, os resultados sugerem que é necessária a reavaliação de algumas características do rastreio do câncer de mama pela mamografia. Em um editorial publicado junto com o estudo, pesquisadores da Universidade de Oslo, na Noruega, defendem que mamografia anual não deve ser recomendada a mulheres com menos de 60 anos. Eles concordam que a indicação da mamografia precisa ser revista – mas acreditam que seria uma tarefa difícil, já que “o governo, fundos de pesquisa, cientistas e médicos podem ter interesse em continuar as atividades assim como estão estabelecidas”, escrevem.

Contraponto — Segundo a radiologista Elvira Marques, diretora do serviço de imagem das mamas do Hospital A. C. Camargo, a pesquisa canadense apresenta uma série de ressalvas. “As cinco mamografias anuais do estudo foram realizadas entre 1988 e 1992. Desde então, a qualidade do mamógrafo aumentou, a técnica do exame foi aperfeiçoada e a preparação das pessoas que realizam o exame está melhor”, disse a médica ao site de VEJA. “Além disso, as pessoas que realizaram as mamografias nesse estudo foram treinadas durante apenas um mês, o que é muito pouco.”

Em entrevista ao jornal The New York Times, Richard Wender, da Sociedade Americana do Câncer, disse que a combinação dos resultados de estudos sobre mamografia mostra que, na verdade, o exame reduz a taxa de mortalidade por câncer de mama em ao menos 15% entre mulheres na faixa dos 40 anos e em 20% ou mais entre pacientes mais velhas. Segundo ele, a mamografia, assim como o avanço dos tratamentos contra a doença, é responsável pela queda do número de mortes pela doença.

Da Veja.com

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O número global de mortes por câncer subiu para 8,2 milhões em 2012, refletindo principalmente a expansão da doença nos países em desenvolvimento. Os casos de câncer de mama foram os que mais cresceram.

A mortalidade por câncer subiu 8% em relação aos 7,6 milhões da pesquisa anterior, em 2008, segundo dados da Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer (Iarc, na sigla em inglês), da OMS (Organização Mundial da Saúde).

O câncer de mama matou 522 mil mulheres no ano passado, alta de 14% no mesmo período.

“O câncer de mama também é uma importante causa de morte nos países menos desenvolvidos do mundo”, disse David Forman, diretor do Departamento de Informação sobre o Câncer da Iarc.

Segundo ele, tal expansão “se deve em parte a uma mudança no estilo de vida… e em parte porque os avanços clínicos para o combate à doença não estão chegando às mulheres que vivem nessas regiões”.

Estima-se que 14,1 milhões de pessoas tenham desenvolvido câncer em 2012, o que é cerca de 1,4 milhão a mais do que em 2008. Houve 1,7 milhão de diagnósticos de câncer de mama no ano passado, ou 20% a mais do que em 2008.

O relatório da Iarc, chamado Globocan 2012, oferece a mais atualizada estimativa a respeito de 28 tipos de câncer em 184 países. No conjunto da população, os cânceres mais comuns são os de pulmão, mama e colorretal. Os mais letais são os de pulmão, fígado e estômago.

A Iarc ainda prevê um “aumento substancial” nos casos mundiais de câncer, podem chegar a 19,3 milhões em 2025, acompanhando a expansão e envelhecimento da população.

Outro fator importante para o avanço da doença é a difusão de estilos de vida antes restritos a países industrializados, o que provoca um aumento nos casos de câncer relacionados à reprodução, dieta e hormônios.

O relatório diz que a incidência do câncer aumenta na maioria das regiões do mundo, mas que há “enormes desigualdades” entre nações ricas e pobres.

Embora o câncer ainda seja mais prevalente nas regiões mais desenvolvidas, a mortalidade é relativamente muito maior nos países menos desenvolvidos, por causa da dificuldade de diagnóstico precoce.

“Uma necessidade urgente para o controle do câncer hoje é desenvolver abordagens eficazes e acessíveis para a detecção precoce, diagnóstico e tratamento do câncer de mama entre mulheres que vivem em países menos desenvolvidos”, disse Christopher Wild, diretor do Iarc

Do Uol

Ig
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