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Melba Hernández ficou conhecida como “heroína” por sua participação na primeira ação armada liderada por Fidel Castro contra a ditadura de Fulgencio Batista, em 1953

Foto de dezembro de 2006 mostra Melba Hernández ao lado do presidente cubano Raúl Castro, durante um desfile na Praça da Revolução de Havana, Cuba Foto: EFE

A “heroína” da revolução cubana, Melba Hernández, uma das duas mulheres que acompanhou Fidel Castro no ataque ao Quartel da Moncada em 1953, morreu no domingo, em Havana, aos 92 anos, informou nesta segunda-feira a imprensa local.

“Com profunda dor, a direção do Partido Comunista e o Estado informam a nosso povo que a Heroína do Moncada, Melba Hernández Rodríguez, faleceu na noite de domingo, 9 de março, em consequência de complicações associadas à diabetes mellitus, enfermidade que sofreu durante muitos anos”, assinalou o jornal Granma.

Advogada de profissão, Hernández e Haydée Santamaría foram as primeiras mulheres a se incorporar ao movimento liderado por Fidel Castro contra a ditadura de Fulgêncio Batista (1952-1959) e participaram em 26 de julho de 1953 no ataque ao Quartel da Moncada de Santiago de Cuba, primeira ação armada da revolução cubana.

Capturada depois do fracassado ataque e libertada em fevereiro de 1954, Melba teve um papel decisivo na recopilação e organização das notas que Fidel escrevia na prisão.

Depois do triunfo da revolução em 1959, Hernández fez parte dos fundadores do Partido Comunista de Cuba e desempenhou diversas tarefas, entre elas integrante do Parlamento e embaixadora no Vietnã.

Segundo sua vontade, seu corpo será cremado e as cinzas levadas para o cemitério de Santa Ifigenia, em Santiago de Cuba, para serem depositadas junto aos restos mortais de seus companheiros de guerrilha.

Do Terra

Shirley Temple

A atriz Shirley Temple morreu nesta segunda-feira (10), aos 85 anos. Segundo a BBC, a morte foi de causas naturais e ela estava em casa, em Woodside, Califórnia, cercada por sua família e cuidadores. “Nós a saudamos por uma vida de realizações notáveis como atriz, diplomata, e o mais importante, como a nossa querida mãe, avó, bisavó e esposa adorada de 55 anos”, disse a família em comunicado.

Com característicos cachinhos loiros, olhos brilhantes e covinhas, Temple começou a carreira aos três anos de idade e se tornou um dos maiores fenômenos de Hollywood por sua dança, canto e interpretação.

Mais nova atriz a receber um Oscar

Nascida em 23 de abril de 1928, em Santa Monica, Califórnia, Temple era filha do banqueiro George Francis Temple e de Gertrude Amelia Krieger. Apaixonada por dança, Gertrude incentivava a pequena a sapatear. Começou a ter aulas num estúdio de dança, onde foi descoberta por um dos produtores da série de curtas “Baby burlesks”, paródias de filmes clássicos estreladas por crianças. Em sua estreia, Shirley recebeu um cachê de US$ 10.

Menina prodígio, a atriz ajudou uma série de filmes a faturar milhões, principalmente na década de 1930. Entre seus filmes de maior destaque estão “A Princesinha” (1939), “Sangue de Heróis” (1948), “Heidi” (1937) e “Olhos Encantadores” (1934).

Foi também uma das responsáveis por salvar o estúdio Fox da crise de 1932 e recebeu os cumprimentos do então presidente Franklin Roosevelt por “ajudar a América a atravessar a Grande Depressão com apenas um sorriso”.

Em 1935, ela ganhou um Oscar especial, chamado de “baby Oscar” por sua contribuição para o cinema, com apenas seis anos de idade. Ela é até hoje a mais jovem atriz a receber a estatueta. Em 1960, ganhou uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood e, em 2006, recebeu um prêmio especial pelo conjunto da obra do SAG (Sindicato de Atores dos Estados Unidos).

Carreira de Diplomata

Sua graça conquistou fãs no mundo inteiro e Shirley atuou em 43 longas-metragens e 14 curtas, mas não conseguiu prosseguir com a carreira até a vida adulta. Ela deixou de fazer cinema em 1950, com apenas 21 anos de idade.

Em 1967, ela concorreu ao senado norte-americano, mas não conseguiu se eleger. Então, Temple se tornou diplomata, servindo como embaixadora em países como a antiga Tchecoslováquia (1989) e Gana (1974-1976). Em 1972, foi diagnosticada com câncer de mama e foi uma das primeiras artistas a falar abertamente sobre a doença.

Em 2001, a atriz foi consultora na produção da rede ABC de televisão, “Child Star: The Shirley Temple Story”, baseada na primeira parte de sua auto-biografia.

Ela se casou duas vezes, com John Agar em 1945, aos 17 anos, e com Charles Alden Black, em 1950. Deixa uma filha, Linda Susan, fruto de seu relacionamento com Agar, de quem se divorciou em 1949, e dois filhos que teve com Black, Charlie Jr. e Lori. Em uma entrevista publicada em seu site oficial, a atriz disse do que mais se orgulhava na vida. “De meus três filhos, minha neta e minhas duas bisnetas”.

Veja as mensagens publicadas no twtitter em homenagem à atriz:

Whoopi Goldberg, atriz

“O navio Good Ship Lollipop [referindo-se à canção-tema do filme 'Olhos encantadores'] embarcou hoje com Shirley Temple bordo. Se você não a conhece, dê um Google ou a procure no Youtube. R.I.P.”

Olivia Munn, atriz

“Descanse em paz Shirley Temple. O mundo era muito mais brilhante porque você estava nele.”

John Barrowman, ator de “West End”

“R. Shirley Temple obrigado por todos os filmes maravilhosos.”

Leonard Maltin, crítico e historiador de cinema

“Descanse em paz, Shirley Temple. Uma das estrelas mais talentosas e brilhantes do mundo acaba de ir para o céu. Um fenômeno genuíno.”

Do UOL

Prêmio Nobel da Paz por sua luta contra a violência racial na África do Sul, Nelson Mandela – ou Madiba, como é chamado na sua terra natal – passou 27 anos preso e se tornou o primeiro presidente negro daquele país. Foto UOL

Apesar da chuva, milhares de sul-africanos cantam e dançam no estádio FNB -também conhecido como Soccer City- no bairro de Soweto, em Johannesburgo, onde o ex-presidente Nelson Mandela vai receber uma homenagem especial como parte das cerimônias de seu funeral. A presidente Dilma Rousseff já chegou ao local.

A parte superior de um dos lados do estádio, com capacidade para 90 mil espectadores, já está completamente lotada de pessoas que dançam ao som da música “gospel” de um coral presente no gramado.

Os presentes levam bandeiras da África do Sul e imagens com o rosto de Madiba, como Mandela é carinhosamente chamado em seu país.

Muitos estão com camisas com o rosto de Mandela e vestidos africanos com as cores e o anagrama do Congresso Nacional Africano (CNA), que foi liderado pelo ex-presidente, e até uniformes militares de Umkhonto we Sizwe, o braço armado da organização fundada por Madiba.

Bandeiras de outros países como Zimbábue e França podem também ser vistas penduradas nas arquibancadas, onde há muitos cartazes com fotografias de Mandela, que morreu na última quinta-feira aos 95 anos.

Do UOL

Ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela

A presidenta Dilma Rousseff lamentou há pouco a morte do ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela. Em nota de pesar, a presidenta descreveu Mandela como “personalidade maior do século 20”.

“Mandela conduziu com paixão e inteligência um dos mais importantes processos de emancipação do ser humano da história contemporânea – o fim do apartheid na África do Sul”, disse Dilma. A presidenta acrescentou que os brasileiros receberam consternados a notícia da morte do líder sul-africano.

Transmitindo aos parentes de Nelson Mandela e a todos os sul-africanos sentimento de “profundo pesar”, a presidenta disse que o governo e os brasileiros “se inclinam diante da memória de Nelson Mandela”.

“O exemplo deste grande líder guiará todos aqueles que lutam pela justiça social e pela paz no mundo”, acrescentou.

O líder sul-africano tinha 95 anos e recebia cuidados médicos em casa após passar por problemas de saúde consecutivos, entre internações e altas hospitalares.

Ao anunciar a morte de Mandela, o atual presidente da África do Sul, Jacob Zuma, disse que este é um dos momentos de pesar mais profundos pelo qual passa o país. “A nossa nação perdeu o maior dos seus filhos”, disse.

Da Agência Brasil

Primeira mulher premiê do Reino Unido morreu aos 87 anos após derrame. Ela era chamada de ‘Dama de ferro’ devido ao estilo autoritário da política.
A ex-premiê britânica Margaret Thatcher acena da entrada de sua casa em 2010 (Foto: AFP)

A ex-premiê britânica Margaret Thatcher acena da entrada de sua casa em 2010 (Foto: AFP)

Morreu nesta segunda-feira (8) aos 87 anos Margaret Thatcher, primeira mulher a se tornar primeira-ministra britânica, cargo no qual ficou por três mandatos consecutivos, entre 1979 e 1990. Ela foi uma das figuras dominantes na política inglesa no século XX e o seu “thatcherismo” ainda influencia políticos até hoje.

O porta-voz da família de Thatcher informou ela morreu em consequência de um acidente vascular cerebral. “É com grande tristeza que Mark e Carol Thatcher anunciam que sua mãe, a baronesa Thatcher, morreu em paz depois de um derrame, esta manhã,” disse Tim Bell.

Após sua morte, o atual premiê britânico, David Cameron, disse que o Reino Unido “perdeu uma grande líder, uma grande primeira-ministra e uma grande britânica”. O premiê anunciou que voltará para Reino Unido interrompendo uma visita a países europeus.

Thatcher havia sido internada pela última vez em dezembro, quando passou por uma cirurgia na bexiga.

Ela não falava em público desde 2002, quando os médicos desaconselharam a presença diante de audiências após uma série de pequenos derrames que deixaram como sequela confusões ocasionais e perdas de memória.

A filha Carol escreveu em suas memórias, publicadas em 2008, que nos piores momentos Thatcher tinha dificuldades para terminar as frases e esquecia que o marido, Denis, havia morrido em 2003.

Vida

Margaret Hilda Roberts nasceu em 13 de outubro de 1925 em Grantham, Lincolnshire. Seu pai era pastor e membro do conselho da cidade.

Ela estudou química na Universidade de Oxford, onde presidiu a tradicional Associação Conservadora, composta por alunos. Ela estudou direito enquanto trabalhava e se formou advogada em 1954.

Em 1951, se casou com Denis Thatcher, um rico homem de negócios, com quem teve dois filhos gêmeos, Carlo e Mark.

Carreira política

Thatcher se tornou membro do Partido Conservador no Parlamento de Finchley, ao norte de Londres, em 1959, onde cumpriu mandato até 1992. Seu primeiro cargo parlamentar foi ministra-assistente para previdência no governo de Harold Macmillan.

De 1964 a 1970, quando o partido Trabalhista assumiu o poder, ela ocupou diversos cargos no gabinete de Edward Heath. Heath se tornou primeiro-ministro em 1970 e Thatcher, sua secretária de Educação.

Durante o período na pasta, ela aumentou o orçamento da educação no país, mas foi criticada por abolir o leite que era gratuito em escolas para crianças. A medida polêmica lhe deu o apelido de “Thatcher the Milk Snatcher”, algo como “Thatcher a Ladra de Leite”.

Após os conservadores sofrerem nova derrota, em 1974, Thatcher concorreu com Heath pela liderança do partido e, para surpresa de muitos, venceu a indicação. Em 1979, o Partido Conservador venceria as eleições gerais e ela se tornaria primeira-ministra, aos 54 anos.

A  ex-premiê britânica Margaret Thatcher (Foto: AFP)

A ex-premiê britânica Margaret Thatcher (Foto: AFP)

‘Thatcherismo’

Com ideias arrojadas criou uma nova expressão no dicionário inglês: “thatcherismo”, que significa liberdade de mercado, privatizações, menos intervenção do governo na economia e mais rigor no tratamento com os sindicatos trabalhistas. Suas políticas conseguiram reduzir a inflação, mas o desemprego aumentou dramaticamente.

A vitória na guerra pelas Ilhas Malvinas, em 1982, e uma oposição rachada ajudaram Thatcher a conquistar uma nova vitória nas eleições de 1983. Em 1984, ela escapou por pouco de um atentado do IRA (o Exército Republicano Irlandês), que instalou um carro-bomba numa conferência do Partido Conservador em Brighton.

Thatcher cultivou uma relação muito próxima e pessoal com o então presidente dos EUA, Ronald Reagan, baseada na desconfiança de ambos com o comunismo e na ideologia de uma economia de mercado livre. Nesta época, recebeu o apelido de “Dama de Ferro” dos soviéticos. Ela saldou com entusiasmo a chegada ao poder do reformista soviético Mikhail Gorbachev.

Nas eleições de 1987, Thatcher ganhou um inédito terceiro mandato. Mas suas políticas controversas, como a adoção de novos impostos e a oposição a qualquer integração mais próxima com a Europa, levaram sua popularidade a cair para o nível mais baixo desde que ela havia assumido o poder, em 1979.

A política interna da primeira-ministra começava a fracassar. Com a inflação alta, o país caminhava para a recessão e sua liderança começou a ser questionada dentro do próprio Partido Conservador. Em novembro de 1990, ela concordou em renunciar ao cargo e à liderança do partido, sendo substituída por John Major.

Do G1

Luto

A presidenta Dilma Rousseff decretou luto de três dias, a partir de hoje (6), pela morte do presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Ele morreu ontem (5) à tarde, após complicações de um câncer na região pélvica. O decreto está publicado na edição de hoje (6) do Diário Oficial da União.

O texto tem dois artigos. “É declarado luto oficial em todo o país, pelo período de três dias, contado a partir da data de publicação deste decreto, em sinal de pesar pelo falecimento de Hugo Rafael Chávez Frías”, diz o decreto, cuja íntegra pode ser lida no site da Imprensa Nacional.

Chávez morreu em Caracas às 16h47 (horário local) de ontem, aos 58 anos, vítima de complicações de um câncer na região pélvica. Em dezembro do ano passado, ele foi submetido à quarta cirurgia para a retirada de um tumor maligno. As últimas fotografias de Chávez, em que ele aparece ao lado das duas filhas no hospital, foram divulgadas há duas semanas.

O anúncio da morte do venezuelano foi feito pelo vice-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão. O corpo de Chávez será enterrado na sexta-feira (8), às 10h, em Caracas.

Da Agência Brasil
Fotografo José Varella - Foto Correio Braziliense

Fotografo José Varella – Foto Correio Braziliense

A senadora Ana Amélia usou parte de seu tempo na tribuna para lamentar nesta quinta-feira (20) a morte do repórter fotográfico José Varella, da Agência Senado, vítima de câncer de pulmão.

- Como jornalista, muitas vezes, encontrei José Varella em viagens, acompanhando autoridades pelo mundo afora. A morte dele nos entristece a todos, especialmente aos seus colegas da Agência Senado – disse a senadora, que foi chefe da sucursal da Rede Brasil Sul de Comunicação (RBS) em Brasília.

Da Agência Senado
Oscar Niemeyer

Oscar Niemeyer

A presidenta da República, Dilma Rousseff, ao lamentar a morte do arquiteto Oscar Niemeyer, diz, em nota, que “o Brasil perdeu hoje um dos seus gênios. É dia de chorar sua morte. É dia de saudar sua vida”.

De acordo com a presidenta, a história de Niemeyer “não cabe nas pranchetas”. O arquiteto “foi um revolucionário, o mentor de uma nova arquitetura, bonita, lógica e, como ele mesmo definia, inventiva”. Dilma destacou ainda que “poucos sonharam tão intensamente e fizeram tantas coisas acontecer como ele”.

Ainda segundo a presidenta, “da sinuosidade da curva, Niemeyer desenhou casas, palácios e cidades. Das injustiças do mundo, ele sonhou uma sociedade igualitária”.

“Carioca, Niemeyer foi, com Lúcio Costa, o autor intelectual de Brasília, a capital que mudou o eixo do Brasil para o interior. Nacionalista, tornou-se o mais cosmopolita dos brasileiros, com projetos presentes por todo o país, nos Estados Unidos, França, Alemanha, Argélia, Itália e Israel, entre outros países. Autodeclarado pessimista, era um símbolo da esperança”, diz a nota assinada pela presidenta da República.

Da Agência Brasil
Hebe Camargo * 1929 † 2012

Perguntado sobre o que tinha a dizer em relação à Hebe Camargo, o ator global respondeu: Era uma unanimidade.

Não é bem assim. Hebe era amada e adorada por uma legião de fãs, pelos amigos e colegas de profissão, porém suscitou antipatías especialmente por seu envolvimento com políticos como Maluf.

Entretanto, é inegável que Hebe foi uma mulher muito importante, não só na TV, onde de fato era Rainha, mas no cenário nacional.

Ninguém, como ela, conseguiu a proeza de ficar seis décadas fazendo notícia e dando o que falar.

Envolveu-se em várias ações de voluntariado, era querida e admirada por sua generosidade com amigos e colegas e, mais do que tudo, por sua exaltação à alegria.

Sua risada gostosa, seu bom humor constante e seu eterno otimismo vão fazer falta.

O Brasil está ficando meio carente de pessoas assim.

Cantora tinha câncer e morreu na madrugada desta quinta-feira (17).Rainha da disco lançou 17 álbuns de estúdio e hits como ‘Last dance’.

Donna Summer

A cantora Donna Summer morreu nesta madrugada, aos 63 anos, após batalha contra o câncer. A notícia foi dada pelo site TMZ por volta das 12h30 (horário de Brasília) desta quinta-feira (17), e, por volta das 13h30, a morte foi confirmada por familiares à agência Associated Press. De acordo com o TMZ, ela tinha câncer de pulmão. Fontes confirmaram ao site que a cantora acreditava ter ficado doente após os atentados de 11 de setembro, ao inalar partículas tóxicas.

Summer ganhou cinco prêmios Grammy e fez sucesso, principalmente nos anos 70, com músicas como “Last Dance,” “Hot Stuff”, “She Works Hard for the Money” e “Bad Girls”. Ela já vendeu aproximadamente 130 milhões de discos em todo o mundo.

Nascida em Boston no dia 31 de dezembro de 1948, LaDonna Adrian Gaines (nome real da cantora) começou sua carreira como vocalista de apoio do trio Three Dog Night. Segundo o jornal “The New York Times”, ela aprendeu a cantar na igreja em um coral gospel. Ainda adolescente, integrou um grupo de rock psicodélico chamado The Crow.

A estreia solo em disco foi lançada em 1974, “Lady of the Night”. Seu primeiro grande hit foi “Love to Love You Baby”, que chegou ao segundo lugar na parada da revista americana “Billboard”, em 1976. Com o sucesso, passou a lançar pelo menos um LP por ano até 1984. Summer lançou 17 álbuns de estúdio. Entre os trabalhos mais importantes estão “Bad Girls” e “On the Radio, Volume I & II”.

Ela já liderou a principal parada nos EUA com canções como “Hot Stuff” e “MacArthur Park”. O disco mais recente é “Crayons”, de 2008, com músicas como “I’m a fire”, “Stamp your feet”, “It’s only love” e “Fame (the game)”. O álbum ficou na 17ª posição do ranking de mais vendidos nos EUA. Ela veio ao Brasil em 2009 para divulgar o CD, lançado após hiato de 17 anos.

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Ig
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