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Arquivos para a ‘Moda e Beleza’ Categoria

Arte: Rafaella Lacerda

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 3053/11, do deputado licenciado Aguinaldo Ribeiro (PB), que regulamenta a profissão de modelo de passarela.

O projeto estabelece cinco requisitos para o exercício da profissão: idade mínima de 16 anos, diploma do ensino fundamental, curso de qualificação de pelo menos 30 horas, exame de saúde física e mental e exames semestrais de saúde, para descartar distúrbios alimentares.

Os direitos previstos são: registro em Carteira de Trabalho, piso salarial a ser definido em lei, férias de 30 dias corridos por ano, jornada de férias equivalente a 1/3 do salário, benefícios previdenciários, 13º salário, aviso prévio, licença-maternidade, adicional noturno e aposentadoria especial. O FGTS é opcional.

Proposta de igual teor (PL 7580/06, do ex-deputado Ildeu Araujo), foi arquivada no fim da legislatura passada, pelo fato de sua tramitação não ter sido concluída.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Da Agência Câmara de Notícias
A ex-modelo Katie Piper

A ex-modelo Katie Piper sofreu mais de cem cirurgias após agressão.A ex-modelo e apresentadora britânica Katie Piper, 29, que ficou parcialmente cega após ser atacada com ácido, recuperou a visão após cirurgia com células-tronco. Piper, que já passou por mais de cem cirurgias, sofreu queimaduras de terceiro grau e ficou desfigurada depois que um homem, pago pelo ex-namorado dela, jogou ácido sulfúrico em seu rosto, em 2008.

 Apesar da maior parte das cicatrizes terem sumido, o olho esquerdo da ex-modelo continuava prejudicado. Piper contou à BBC que não enxergava silhuetas e tinha uma péssima noção de profundidade.

Piper escreveu no site da fundação que criou para ajudar vítimas de queimaduras, a Katie Piper Foundation, que passou três anos e meio tentando aceitar que sempre seria cega de um olho até ouvir falar sobre uma cirurgia pioneira que tinha o potencial de restaurar sua visão com células-tronco. “Eu entrei em contato com o médico responsável e me apresentei como voluntária para ser uma das poucas pessoas no mundo a passar pelo tratamento, que envolvia colocar células-tronco diretamente no meu olho”, diz a britânica.

A cirurgia

A cirurgia foi realizada no Queen Victoria Hospital, no condado de West Sussex, no sudeste da Inglaterra. Os médicos usaram tecidos da córnea de um doador anônimo para desenvolver as célular, costuradas posteriormente ao olho de Piper. Depois, o olho dela foi coberto com uma membrana amniótica que envolve o embrião dentro do útero e que foi doada por mulheres que passaram por cesáreas.

“Eu já tinha me resignado (com a perda da visão em um olho). Agora, ter isso restaurado é uma sensação maravilhosa”, afirma.

Do Yahoo

 

 

 

Barbara Monteiro Foto: Vanessa Carvalho/News Free

Se em 1954 a brasileira Martha Rocha perdeu o Miss Universo por duas polegadas, a bela Barbara Monteiro não estava nem aí para medidas quando venceu, já na madrugada de domingo (29) para segunda-feira (30), o Miss Brasil Plus Size, que foi organizado em São Paulo.

Barbara, que representou o Mato Grosso do Sul foi coroada Miss Brasil Plus Size, e ganhou uma viagem de 14 dias para a Suíça, um contrato no valor de R$ 10 mil por um ano de trabalho como modelo, um book profissional e outros prêmios.

Em segundo lugar ficou Silvia Barreto, que defendia São Paulo, e na terceira posição terminou Roberta Breves, a representante do Rio de Janeiro. As belas Laila Gori (SC), Mirna Tardim (MT) e Larissa Rodrigues (CE) também foram para a final.

O concurso contou com 26 belas candidatas, todas com manequim acima de 44. Sem problemas com a balança, as beldades desfilaram em trajes casuais, de banho e roupas de gala. No fim, as seis finalistas ainda tiveram de responder perguntas pré-formuladas.

Segundo a organização, além de coroar a “gordinha” mais bonita do país, é promover uma luta contra a anorexia e aproximar as competições de beleza ao padrão real da mulher brasileira.

A festa contou com a presença da atriz Priscila Marinho, que interpreta a empregada Taluda da novela Aquele Beijo, da Rede Globo. Também estavam presentes o apresentador da TV Record Celso Cavallini e a ex-“Panicat” e apresentadora de TV Tânia Oliveira.

No sábado (21), um outro concurso de mesmo nome, organizado por outra empresa, foi realizado na cidade, com a coroação da bela goiana Cleo Fernandes.

Do Uol

Reunião na Anvisa para discutir a crise do silicone: 19,5 mil mulheres no país têm próteses das marcas proibidas Foto: Gustavo Moreno/CB/D.A Press

Mais de um mês depois do escândalo em torno dos implantes mamários preenchidos com material irregular das marcas Poly Implant Prothese (PIP), da França, e Rofil, da Holanda, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quer endurecer o sistema de certificação das próteses em território nacional.

Os implantes estão prestes a entrar para o rol de certificação compulsória, que consiste em uma fiscalização extrema, hoje exclusivo para produtos como preservativos, luvas cirúrgicas e chupetas. No entanto, a medida, que ainda está em fase de estudo, já é alvo de críticas.

A decisão de apertar as normas de importação e verificação da produção nacional, segundo o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, foi a mais rígida entre as medidas adotadas em relação às próteses de silicone. “Até as pessoas que não usam implantes estão inseguras neste momento com relação à qualidade desses produtos e à possibilidade de utilização. Essa é uma forma de amenizar o clima de insegurança que foi gerado por esse crime cometido pela empresa francesa”, explica.

A proposta da agência é tornar obrigatória a certificação, lote por lote, das próteses a serem comercializadas. A ideia é fazer essa certificação por meio de testes laboratoriais, que vão analisar as características químicas do silicone que preenche os implantes e a resistência do material. O resultado dos exames será cruzado com as informações fornecidas pelos fabricantes e as especificações que já constam nas normas brasileiras — o projeto foi aberto para consulta pública e fica disponível até o próximo dia 17.

Se forem incluídas no esquema de fiscalização extrema da Anvisa, as próteses passarão à frente de produtos como implantes ortopédicos e cardíacos, que aguardam para entrar na lista da certificação compulsória. “Se não houvesse essa questão de saúde pública envolvendo as próteses de silicone, a Anvisa daria prioridade aos implantes ortopédicos e cardíacos”, diz Barbano. Hoje, são 96 produtos no regime de certificação compulsória. Além da Anvisa, alguns são fiscalizados por outros órgãos, como o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Para a presidente da Comissão do Silicone da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Wanda Correa, essa medida precisa ser mais bem definida, pois a avaliação por lote seria extremamente complicada, porque as próteses são produzidas uma a uma. “Um lote geralmente tem um ou dois pares”, destaca, ressaltando que, ao fiscalizar uma unidade, o material fica inutilizado.

O proprietário da fábrica de implantes Lifesil Silicone Implant, Jorge Wanfurgur, concorda com a cirurgiã. “Como vão tirar do lote a única unidade e fazer essa análise? Assim fica inviável. O ideal seria utilizar uma amostragem do mercado”, sugere Wanfurgur, responsável por uma produção de aproximadamente 6 mil pares por mês.

Apesar de o argumento da Anvisa para mudar as regras ser o de que existe uma crise envolvendo uma questão de saúde pública, Wanda Correa afirma que não existe alarmismo, nem com relação às próteses que estão no mercado nem com as da PIP e da Rofil. “Não há nenhum indicativo de que esses implantes preenchidos com material irregular precisem ser retirados das pacientes. Mantemos a orientação de que apenas as próteses rompidas precisam ser trocadas. As demais precisam apenas de avaliação médica. Essa é uma medida de cautela, porque toda cirurgia tem seu risco”, esclarece a cirurgiã.

SUS

O Ministério da Saúde divulgou ontem o endereço dos 371 serviços de saúde habilitados em cirurgia reparadora pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que as pessoas com próteses PIP e Rofil devem procurar para avaliação médica. A expectativa é de que em três meses exista uma amostragem maior com relação a essas pacientes, permitindo uma nova análise das diretrizes (veja quadro) divulgadas pelo ministério para instruir essas mulheres.

A Anvisa ainda lançou um hotsite com informações sobre as próteses no qual as pacientes que tenham implantes da Rofil ou da PIP contem a experiência. A ideia é que esse banco de dados seja utilizado para a reavaliação das pacientes. A estimativa é que 19,5 mil mulheres tenham implantes da PIP ou da Rofil no país.

Apenas em 2010, foram realizadas 110 mil cirurgias de implantes mamários no país, sendo que 95% tinham finalidade estética.

Diretrizes

Todas as pessoas que utilizam as próteses mamárias das marcas PIP e Rofil com sinais ou não de ruptura serão amparadas tanto pelo SUS quanto pelos convênios. Veja as orientações:

» Descubra qual é a marca da prótese com o médico que realizou a cirurgia. Se o cirurgião não for encontrado, solicite as informações do prontuário médico, disponível no hospital em que o procedimento foi realizado.

» Se for PIP ou Rofil, procure o estabelecimento médico no qual a prótese foi implantada para fazer uma avaliação, que inclui exame físico. Também poderá ser exigida uma ultrassonografia ou ressonância magnética para identificar se há indícios de rompimento.

» Cada caso será avaliado isoladamente. Se confirmada a ruptura pelo exame de imagem, a paciente deverá ser submetida à cirurgia reparadora de troca dos implantes. Porém, pacientes com antecedente de câncer de mama e sintomas de possíveis problemas decorrentes do implante ou alteração no exame físico também deverão realizar a cirurgia.

» A princípio, a cirurgia reparadora deverá ser realizada onde o procedimento inicial ocorreu. Em caso de impossibilidade, o paciente poderá se informar no SUS e nas operadoras de planos de saúde onde pode trocar a prótese.

» Mesmo a paciente que não apresentar ruptura deverá ser acompanhada e reavaliada após três meses.

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Autora do livro Comandante Chique diz que primeira-dama estabeleceu um código de vestimenta e faz visual funcionar para ela

Editora Mikki Taylor, autora do livro 'Comandante Chique', fala sobre Michelle Obama - Foto: NYT

Para a maioria das pessoas, existe apenas um grande ícone com a letra “O”. Mas quando Mikki Taylor, a ex-editora da revista Essence, fala de “O,” não existe dúvida sobre quem ela está falando. “A Sra. O não segue qualquer tendência”, disse Taylor. “E ela vive sua vida da mesma maneira.”

Como editora da revista, Taylor passou os últimos 30 anos ajudando a definir a beleza e a moda negra. Agora, ela tem focado seu olhar em Michelle Obama, sem dúvida a primeira-dama com mais estilo desde

Jacqueline Kennedy (que viria a ser o outro grande ícone com a letra “O”), em seu novo livro “Commander in Chic” (Comandante Chique, em tradução literal).

Com um subtítulo que diz, “um guia para cada mulher gerenciar seu estilo como uma primeira-dama”, o livro não chega a ser um manual mas que busca oferecer prescrições inspiradoras que

Taylor chama de “Mikki-ismos”. Um exemplo típico disso é o conselho: “Seu cabelo deve ser penteado de uma maneira tão estilosa que pareça que você tem uma equipe de pessoas lhe esperando do outro lado do telefone”.

Taylor pessoalmente é, alegre e cheia de vida. Ela é como a tia legal cujo estilo e guarda-roupas você espera herdar algum dia. Ter estilo não é gastar muito dinheiro e comprar compulsivamente à toa, ela disse em uma entrevista realizada recentemente. “Trata-se de estabelecer o seu próprio código de vestimenta. Estilo verdadeiro não é uma roupa que você simplesmente veste.”

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Calendário Senhoras do Calendário 2012

Na onda dos calendários beneficentes, a sexta edição do “Senhoras do Calendário 2012”, da fotógrafa Laura Vilela, homenageia a ONG As Charmosas, que atua no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio.

Ao todo, 14 mulheres e uma madrinha, com idades entre 44 e 76 anos, estampam as folhas do calendário vestindo figurinos confeccionados pela ONG com material descartado.

Todo o dinheiro arrecadado com a venda dos mais de mil calendários produzidos será revertido para As Charmosas, que atua junto a mulheres de baixa renda no Morro do Alemão. Cada exemplar custa R$ 10.

Os interessados poderão comprar pela internet no site das Charmosas (www.ascharmosas.fashionblog.com.br) ou pelos telefones 0/xx/21/7843-1832 ou 0/xx/21/7412-4060.

Eliandra Fidelis, presidente da ONG, diz que é preciso conscientizar as pessoas para que elas tenham um olhar mais humano sobre o mundo. “Com certeza tudo seria melhor se as pessoas olhassem o mundo com outros olhos”, diz Fidelis.

“Todo trabalho que usa a criatividade através da reciclagem é bem-vindo. O reaproveitamento das peças dá um novo ar para as roupas. As mulheres do Alemão têm uma criatividade ímpar”, afirma Eduardo Araúju, idealizador do calendário.

“Com a paz que se instalou na comunidade, resolvi montar um projeto em que a maturidade pudesse beneficiar e acrescentar culturalmente o local” diz Araúju.

Madrinha

Convidada para ser a madrinha do “Senhoras do Calendário 2012”, Ilny Baptista, de 77 anos, diz que a terceira idade pode ser um exemplo para os mais jovens.

“É muito gratificante participar de uma ação solidária feita por senhoras e por quem entende do assunto. Isso foi um sonho realizado. Muitas avós também podem ser uma modelo da maturidade. Tem muita coisa para se aprender e sonhos a se realizar.”

As modelos garantem que há uma mudança nas suas próprias vidas. “O envolvimento na elaboração do projeto, nas suas diversas etapas –escolha da instituição, tema, local e vestuário–, nos dá sensações diversas. A principal é de estar viva. Você se vê de outra forma, quase jovem”, brinca Rubia Rodrigues, 58, modelo do mês de outubro.

“Foi tudo maravilhoso. Nos receberam muitíssimo bem. Disponibilizaram a associação de moradores como base de apoio, andamos por todo o Complexo do Alemão tendo a Eliandra como guia, tivemos um dia de celebridade” diz Vida Pinheiro, que estampa a capa do calendário.

“São mulheres felizes e belas. Cada uma dentro do biotipo de sua idade e de seu ritmo de vida. E com uma felicidade estampada em cada foto”, do Araúju.

Iniciativa

A ideia de fazer as “Senhoras do Calendário” surgiu a partir de uma iniciativa parecida feita na Inglaterra. Em 1998, Angela Baker reuniu algumas amigas para uma proposta inusitada: posar nua para um calendário e arrecadar fundos para a compra de um sofá novo para o hospital onde seu marido passou seus últimos dias lutando contra um câncer.

A iniciativa das inglesas deu certo, virou filme e chamou a atenção do carioca Eduardo Araúju, pioneiro no país a oferecer cursos de “Modelos e Manequins” para a terceira idade.

“Aqui também tem dado certo. Além de produzirmos um bonito calendário, a cada ano ajudamos uma instituição beneficente e continuamos com a valorização da mulher, independentemente de sua idade”, conta Araúju.

Do Uol

Arte RatoFX

A ideia surgiu de uma conversa. Pra dizer a verdade, foi inspirada em uma ação similar. Tá, tudo bem! Foi copiada. No sentido, não na integralidade. Pensei naquilo por mais de uma semana.

Sim, sinto falta de companhia. Às vezes, fico carente. Mas não é coisa grave que necessite de alguém o tempo todo. Um contato esporádico pode resolver isso. Isso e a questão física, é claro! Essa é a mais complexa.

Poderia fazer entrevistas. Ou um leilão. Não, leilão lembra bailão que lembra peão que lembra música sertaneja. Eu não gosto de música sertaneja. Não muito.

Perco o foco. Licitação, leilão, não. Nenhum ão! Muita formalidade. Um site na internet talvez. É mais descontraído, casual… Casual! Essa é a palavra.

Casual: adj. Que depende do acaso; fortuito; ocasional

Fortuito é um luxo! Devaneio de novo e me perco nas palavras. Voltando à ideia inicial. Sim, decidi. Vou fazer! A forma não será rígida. Traço um perfil, decoro um questionário e aplico quando tiver interesse. Assim, no meio da conversa, com intuito de passar despercebido. Quando chegar em casa faço o placar e pronto, escolho o que quero. Fácil!

Foi o que pensei.

- O que você gosta de fazer?

- Ah… Gosto de sair, mas também curto ficar em casa. Bebo de vez em quando, cozinho, saio com a galera pra balada.

- Você tem muitos amigos?

- Eu faço o tipo popular, saca?

- Hmm.. acho que sei.

- Tudo me diverte, menas pessoas chatas, sabe? Gente que tá sempre insatisfeita, reclamando. Tipo mimimi. Isso eu não topo

Saca já estava difícil, mas menas? Bah! Menas, nem o Lula, companheiro! Menas, não dá. Não é preconceito. É crivo! Parti, então, para uma abordagem mais direta. No meu ponto de vista, é óbvio!

- Não é que eu tenha medo de relacionamento ou compromisso. Só acho que não é o momento, entende?

- Claro.

- Então fico só. De tempos em tempos aparece uma ou outra pessoa. Coisa casual.

- Pra tirar o atraso, né?

- O quê?

- Olha, gata, que tal pularmos esse nhenhenhem do jantar e irmos direto lá pra casa?

Não era exatamente o que eu estava esperando. Não sou muito exigente, mas isso foi tosco. Rude. E depois? Me joga na parede e me dá umas bofetadas? Ah, assim não quero. Bruto, só no sentido “não refinado”. Mal-educado, nem pensar!

Mudei a tática. Gênero: romântico. Perfil: princesa. Mulher fresquinha perde. Vestido florido, arranjo no cabelo (escovado, é claro), sapatinho de boneca. Mais tons de rosa em uma só pessoa do que na casa da Barbie inteira. Creperia. Suquinho e salada. Sugestão dele. Acatada com boa vontade de Amélia.

- Você não gosta de fazer as unhas?

- Err.. Não tive tempo essa semana.

- A sobrancelha também não, né?

- Não. Marquei salão para amanhã.

- Qual salão você frequenta?

- Fica naquele Shopping perto do meu trabalho.

- A-DO-RO o cabelereiro de lá!!! Ele é um gênio da tesoura!

- É… (amiga)

Definitivamente é melhor começar à distância. A primeira conversa, agora, é por e-mail. Regra estabelecida! Nada de encontros às escuras. Chega de enrascadas.

Tentei, por fim, um site de relacionamentos. Existem aos montes. É possível enunciar os atributos desejados, listar suas principais características e escolher aquilo que você pensa que combina.

Usei imagem fidedigna. Fui discreta, mas sincera. Quando supus ter encontrado o par compatível, a surpresa final!

- Olha, Dona, vi que você se interessou por mim e já que vamos nos encontrar preciso te dizer uma coisa… pra beijar e dormir de conchinha é mais caro, tá?

E foi assim, meninas, que eu virei lésbica!

Carolina Vianna

 

 

Carolina Vianna é fotógrafa, Poderosa e escreve para o Mulheres no Poder.

 

 

À direita as vencedoras Victoria Beckham e Stella McCartney, acompanhada da atriz Kate Hudson. Entre os convidados do BFA estavam o ator Colin Firth com a produtora Livia Giuggioli e a modelo Kate Moss

O British Fashion Awards, principal premiação da moda britânica, anunciou a lista de melhores marcas e estilistas de 2011 durante cerimônia realizada na noite desta segunda-feira (28), no hotel Savoy, em Londres.

A estilista e ex-Spice Girl Victoria Beckham foi eleita a melhor marca de estilisto do ano, à frente de nomes renomados como Burberry, Stella McCartney e Tom Ford. A premiação é organizada pelo Conselho da Moda Britânica (BFC).

A estilista do ano, segundo o júri do BFA, foi Sarah Burton, que assumiu o posto de diretora criativa da Alexander McQueen, após a morte do estilista em fevereiro de 2010.

Um dos principais nomes da moda britânica contemporânea, Stella McCartney venceu na categoria Tapete Vermelho. O veterano Paul Smith levou troféu especial por suas “contribuições extraordinárias” para a moda.

Além das marcas e estilistas, a premiação apontou os melhores representantes do estilo britânico nas ruas e nas passarelas. A melhor do modelo do ano foi Stella Tennant, enquanto a apresentadora e “it-girl” Alexa Chung foi lembrada por seu estilo pessoal.

Veja abaixo a lista completa de vencedores:

Estilista do ano

Sarah Burton para Alexander McQueen

Marca de estilo

Victoria Beckham

Novo “Establishment”

Christopher Kane

Estilista de moda masculina

Kim Jones

Designer de acessórios

Charlotte Olympia

Tapete Vermelho

Stella McCartney

Talento emergente – prêt-à-porter

Mary Katrantzou

Talento emergente – moda masculina

Christopher Raeburn

Talento emergente – acessórios

Tabitha Simmons

Modelo

Stella Tennant

BFC Feitos Extraordinários

Paul Smith

Prêmio Isabella Blow para o Criador de Moda

Sam Gainsbury

Estilo britânico

Alexa Chung

 Do Uol

Desempenho da top é comparado com o índice Dow Jones

Gisele Bündchen Foto: Divulgação, Hope

Não é barato, mas quando uma marca contrata a modelo brasileira Gisele Bündchen para uma campanha o retorno é garantido. É o que informa a revista Vogue a partir de avaliações de especialistas da área financeira.

As marcas utilizam para comparação o “índice Gisele”, ou seja, o desempenho das empresas representadas pela modelo e cruzam com as informações com o mercado de ações dos Estados Unidos como um todo.

O “ìndice Gisele” confirma o sucesso da top: em 2007, por exemplo, ela fatura 41% a mais em relação à Dow Jones, que caiu 4% durante o mesmo período. Outro dado: em janeiro de 2009, a modelo subiu 67%.

Tal argumento é usado para divulgar o sucesso da modelo junto às marcas que ela divulga: os consumidores compram os produtos que ela anuncia no intuito de ficarem mais parecidas com ela.

A top é a primeira modelo bilionária do mundo — ela e o marido, Tom Brady, são o casal mais rico do mundo atualmente, pois acumularam US$ 76 milhões juntos.

Do Donna
Portal pretende facilitar a busca por itens de moda na internet

Fashionera - Reprodução

A Inter.net, agência digital multinacional, acaba de lançar o Fashionera, o maior buscador de moda feminina do mercado brasileiro baseado em “social shopping”. A ideia é ajudar a mulher a descobrir e encontrar o produto que deseja e em qual loja (on e off-line) comprar.

O site funciona como uma ferramenta de busca inteligente, que reúne, organiza e disponibiliza produtos de moda feminina, como roupas, sapatos, bolsas e acessórios, tal como uma vitrine virtual. Atualmente já são mais de 1500 marcas de todo mundo reunidas em um único buscador.

“O Fashionera é mais um projeto desenvolvido exclusivamente pela Inter.net para o Brasil. O site surgiu da necessidade de facilitar a busca de produtos de moda feminina pela internet. Sabemos que a mulher brasileira tem comprado cada vez mais pela internet e, por isso, lançamos o Fashionera que já é o maior e principal buscador de moda feminina do Brasil”, explica Alessandra Zanetti, CEO da Inter.net Brasil e idealizadora do Fashionera.

O sucesso da venda de moda e acessórios pela internet também foi diagnosticado pela e-bit, empresa de consultoria de e-commerce. Segundo suas pesquisas, há quatro anos a comercialização destes itens estava abaixo da 20ª colocação no ranking de produtos mais vendidos no Brasil. Hoje, esta categoria já ocupa a 6ª posição.

“Além de ser um buscador de moda, o Fashionera funciona também como uma vitrine, ampliando a oportunidade de exposição tanto para grifes famosas que procuram interagir com seu público, quanto para marcas recém-chegadas ao mercado”, complementa Zanetti.

O modelo de negócio é baseado na comercialização de mídia e na participação nas vendas geradas via Fashionera.

Como funciona – Ao acessar o Fashionera pela primeira vez, a usuária pode criar seu próprio perfil ou fazer o login pelo Facebook. A busca é personalizada por produto (roupas, sapatos, bolsas e acessórios), modelo, preço, estampa, cor e grife.

Seguindo o conceito de “social shopping”, o Fashionera incentiva a interação entre as usuárias e a integração com Facebook e Twitter. Assim, é possível checar o closet de suas amigas, onde estão seus produtos e grifes favoritos.

O buscador também disponibiliza um espaço para a mulher divulgar seus looks em uma galeria de fotos. Ela também tem acesso às últimas notícias do mercado fashion do Brasil e do mundo, além de dicas e orientações de consultoras e blogueiras de moda.

“Além de ser um buscador completo, as funções de social shopping dão poder para a usuária expressar seus gostos e opiniões, interagir com suas amigas e diretamente com a marca”, finaliza Zanetti.