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Em São Paulo, SUS já disponibiliza fórmulas às crianças com APLV (Bradleypjohnson CC)

Crianças de 0 a 2 anos de idade sem possibilidade de aleitamento materno e que sofram de Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV) têm direito a receber fórmulas alimentares especiais pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Essa é a posição do Ministério Público Federal em Santa Catarina, que ajuizou ação civil pública para garantir o acesso à alimentação especial de crianças que se encontrem nessa condição em todo o território nacional.

Estima-se que a alergia alimentar alcance aproximadamente seis de cada cem crianças, sendo que a desencadeada pela proteína do leite de vaca é a mais frequente, alcançando cerca de 80% dos casos infantis. Sua ocorrência frequentemente desencadeia manifestações digestivas (como vômitos, diarreia crônica, refluxo e perda de sangue nas fezes), cutâneas (como urticária, inchaço e lesões na pele) e respiratórias (como rinite, asma e broncoespasmos), além de comprometimento do sistema imunológico. Ainda mais grave, o risco nutricional e a desnutrição infantil nessa fase da vida estão associados ao atraso no crescimento e no desenvolvimento físico, motor, neurológico e cognitivo, podendo repercutir em impactos por toda a vida.

A ação do Ministério Público Federal pretende que o SUS implante protocolo de tratamento das crianças com APLV e disponibilize as fórmulas alimentares conforme a necessidade nutricional, de acordo com regras científicas estabelecidas e que já se encontram em aplicação em algumas unidades da federação, como é o caso do Estado de São Paulo.

Segundo o procurador regional dos direitos do cidadão Maurício Pessutto, autor da ação, existem evidências científicas suficientes a demonstrar a necessidade do SUS disponibilizar as fórmulas às crianças com APLV, tanto é que alguns Estados, mesmo na omissão do Ministério da Saúde já passaram a fornecê-la. “A situação fere o direito de igualdade de acesso à saúde, pois uma criança nascida em São Paulo recebe o tratamento, enquanto que a nascida em Santa Catarina não. Especialmente as famílias mais carentes são as mais prejudicadas, pois não têm recursos para comprar a fórmula alimentar e a criança padece em risco nutricional”, afirma o procurador.

Da EBC

Arte RatoFX

Arte RatoFX

Meninas de 11 a 13 anos começam a ser imunizadas hoje (10) contra o papiloma vírus humano (HPV), principal causador do câncer de colo de útero. A orientação do Ministério da Saúde é que a primeira dose seja oferecida nas escolas (públicas e particulares), mas a vacinação também poderá ser feita em postos de saúde de todo o país.

A meta do governo é vacinar 80% do público-alvo, formado por 5,2 milhões de meninas. A vacina distribuída na rede pública previne contra quatro subtipos do HPV (6, 11, 16 e 18). Os subtipos 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero em todo o mundo.

Para se imunizar é preciso apresentar o cartão de vacinação ou um documento de identificação. Cada adolescente deverá tomar três doses para completar o esquema de proteção, sendo a segunda aplicada depois de seis meses, e a última, cinco anos após a primeira.

Em 2015, a vacina contra o HPV será oferecida para meninas de 9 a 11 anos e, em 2016, para as de 9 anos.

O câncer de colo de útero tem a terceira maior taxa de incidência entre os cânceres que atingem as mulheres, atrás apenas do câncer de mama e do câncer de cólon e reto.

Confira o esquema de vacinação adotado em todo o país:

Esquema de Vacinação

Fonte: Ministério da Saúde

Da EBC

Forbes

Segundo ranking 2014 da Forbes, 31 bilionários têm menos do que 40 anos

Já se imaginou bilionário antes de completar 40 anos? Segundo o ranking 2014 de bilionários da Forbes, 31 pessoas conseguiram entrar para o clube dos mais ricos do mundo antes dessa idade.

A pessoa mais jovem com bilhões no banco é uma mulher de 24 anos. De Hong Kong, Perenna Key, com uma fortuna estimada em US$ 1,3 bilhão, tem uma participação de 85% na Logan Property Holdings, uma companhia com foco em negócios de imóveis residenciais.

Uma diferença de cinco anos separa a mais jovem da lista do segundo mais novo. De acordo com a Forbes, depois de Perenna Key, aparece um dos fundadores do Facebook. Dustin Moskovitz, 29, tem uma fortuna estimada em US$ 6,8 bilhões.

O terceiro mais jovem também está relacionado à rede social mais famosa do mundo. O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, também com 29 anos, é dono da maior fortuna entre os bilionários com menos de 40 anos. A Forbes estima que sua riqueza seja de US$ 28,5 bilhões, o que o põe na 21ª posição no ranking geral, que conta com 1.645 nomes.

Depois de Zuckerberg, a maior fortuna entre os mais jovens é do colombiano Alejandro Santo Domingo Davila. Com 37 anos, ele possui 15% da SABMiller, a segunda maior cervejaria do mundo. Sua fortuna é de US$ 11,1 bilhões.

Entre os 31 bilionários com menos de 40 anos, um é brasileiro. Eduardo Saverin, um dos fundadores do Facebook, tem 31 anos e é o oitavo entre os mais jovens. Sua fortuna é de US$ 4,1 bilhões, segundo a Forbes.

Dos 31 nomes abaixo de 40 anos, 13 são dos Estados Unidos. Para continuar com 31 integrantes no ano que vem, serão necessários cinco novos bilionários, já que cinco nomes estão com 39 anos.

Lista dos bilionários mais jovens

Lista dos bilionários mais jovens

Do Terra

Foto – Eric Gaillard/Reuters

A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) divulgou nesta quinta-feira (13) um texto em que reitera sua defesa à realização da mamografia anual a partir dos 40 anos. A recomendação do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é de que o exame seja feito apenas a partir dos 50, e somente a cada dois anos. O comunicado da SBM foi escrito em resposta a um grande estudo canadense publicado esta semana pelo “British Medical Journal”, segundo o qual mamografias e exames clínicos anuais têm a mesma eficácia no que se refere a diagnóstico e mortalidade por câncer de mama.

A pesquisa contou com 90 mil mulheres de 40 a 59 anos, divididas em dois grupos: no primeiro, as participantes faziam mamografias todos os anos. No segundo, apenas o exame clínico anual (quando o médico apalpa as mamas e axilas para detectar possíveis alterações). O número de diagnósticos de câncer em ambos os grupos foi semelhante, assim como a mortalidade pela doença (500 e 505, respectivamente), em um acompanhamento que durou 25 anos. Os resultados para as mulheres de 40 a 49 anos também foram similares aos do grupo de 50 a 59 anos.

Em outras palavras, o estudo indica que submeter as mulheres a mamografias anuais pode não ser uma boa ideia. Não só pelo risco que a exposição acumulada à radiação que o exame envolve (e que a longo prazo pode aumentar a propensão ao câncer). Mas pelo alto índice de superdiagnóstico, ou seja, de tumores descobertos que não iriam necessariamente evoluir, levando mais mulheres a realizarem biópsias, cirurgias e tratamentos sem necessidade. Segundo o trabalho canadense, 22% dos cânceres detectados nas mamografias não precisariam ter sido tratados.

Outra realidade

Para a SBM, a realidade do Canadá difere do Brasil, já que lá o sistema de saúde é “mais adequado” e a mulher, “mais disciplinada”. “Essas duas situações juntas certamente contribuíram favoravelmente para que as mulheres que foram submetidas ao exame físico e encaminhadas para tratamento logo no início pudessem ter acesso ao serviço de saúde pública com rapidez, o que não acontece no Brasil”, diz o texto.

A entidade cita um trabalho publicado este ano pelo Grupo Brasileiro de Estudos em Câncer de Mama que mostra que mulheres brasileiras de vários Estados tratadas nos serviços privados tiveram o dobro de chance de apresentar o diagnóstico de câncer avançado em relação as que utilizam o sistema público. Essa diferença fez com que houvesse uma chance de 10% a mais das pacientes morrerem por câncer de mama no serviço público. Quem vai a médicos particulares ou tem planos de saúde sabe: os médicos em geral pedem uma batelada de exames, muitas vezes por exigência dos pacientes.

A SBM deixa claro que o Brasil ainda não conseguiu diminuir sua taxa de mortalidade por câncer de mama, o que já ocorreu no Canadá. “É possível verificar uma estabilização e discreta redução nas mortes no Sul do país, onde há rastreamento mais adequado, mas no Centro-Oeste e no Norte o índice ainda é bastante alto.

Será que os resultados teriam sido diferentes se o estudo tivesse feito no Brasil, e não no Canadá? Para o médico Arn Migowski, sanitarista e epidemiologista do Inca, não necessariamente. “A incidência de câncer de mama é maior lá; não se sabe exatamente a razão, mas provavelmente porque a população canadense é mais idosa, tem menos filhos e engravida mais tarde”, explica.

O médico ressalta que os tratamentos contra a doença evoluíram, o que diminui um pouco a importância do diagnóstico precoce. Também lembra que, em países onde as mulheres têm mais informação, o impacto dos rastreamentos também pode ser menor. E, nesse quesito, as brasileiras não estão muito bem: “Aqui acontece de a mulher ter um tumor palpável e só descobrir ao fazer a mamografia”, comenta.

Riscos

O representante do Inca afirma que a maioria dos casos de câncer é descoberta na apalpação, ou pelo médico, ou pela mulher, que percebe alguma alteração e marca uma consulta. E pondera, ainda, que os cânceres mais agressivos muitas vezes aparecem nos intervalos entre os exames e evoluem muito rápido. “Essa ideia de que a mulher tem um câncer grave porque não fez mamografia é equivocada”, diz.

Para Migowski, apesar de entender as limitações do Brasil, é preciso que as mulheres saibam que fazer a mamografia tem seus riscos. Primeiro, o de não detectar um tumor, o que pode acontecer, especialmente se as imagens e o laudo não tiverem qualidade. Segundo, o de descobrir um câncer de evolução lenta que talvez nem precisasse ser tratado (vale lembrar que a quimioterapia e a radioterapia têm efeitos a longo prazo). “A paciente tem a sensação de que a mamografia salvou sua vida, mas não é assim”, observa.

Para as mulheres, enquanto as entidades médicas não chegam a um acordo sobre a frequência mais adequada para realizar o exame, resta o conselho de conhecer bem o próprio corpo e ficar atenta a qualquer alteração. E o que é mais difícil: ter acesso, todo ano, a um médico atencioso, que saiba dosar os riscos e benefícios e pedir a mamografia quando necessário.

Do UOL

Dra. Rachel Reis, ginecologista e obstetra, foi entrevistada ao vivo pelo Repórter Brasil. Ela critica a falta de habilidade dos médicos em fazer o parto da forma natural

Da EBC

(...)

(…)

O rapaz, por quem tenho leve apreço e venho declarando amor ultra-romântico, disse-me não. Um “não” categórico daqueles que não deixa pairar uma dúvida sequer. Sem explicações ou justificativas, apenas “não”.

Por quê?, pensei. Mas não muito, pois sei bem o porquê. No entanto, não significa que me conformei. Resolvi, então, demonstrar que a decisão dele havia sido precipitada, afinal, não me conhece tão bem e pode vir a se arrepender de ter me dispensado, assim, facilmente.

O que é amor próprio? Algo completamente desconhecido no meu Universo, não é mesmo?

Dado que o rapaz é pragmático, nada melhor do que uma explicação técnica, com fundamentação teórica, embasada em alguma estatística. Posto isto, enumero:

1 – Bom humor

Sou de riso fácil. Acho graça da vida. Aprendi a rir de mim mesma. Não sei contar piadas, isso é verdade, mas transformo minhas próprias histórias em esquetes de stand-up e em 95% do tempo (olha a estatística!) estou de bom humor.

2 – Refinamento

Sei me comportar, tanto no boteco, quanto na festa de gala. Visto-me bem, sei expressar-me com clareza e, quase nunca, envergonho o alheio. Tenho bons modos, como diria a minha avó. Uso-os, às vezes. Prefiro não revelar essa estatística.

3 – Ingenuidade

Creio. Creio. E creio. Acredito em tudo que me dizem, denotando, até, puerilidade. Talvez, patetice. Não tenho malícia. Não perdi a inocência. Beira o ridículo, visto que já passei dos trinta, mas ao mesmo tempo, pode ser encantador.

4 – Criatividade

No trabalho, no lazer, no ócio, na vida. Sempre criativa. 100% criativa! Dada às artes. Fotografia, teatro, literatura (ainda que chinfrim) e malabarismos na repartição.

5 – Resiliência

Mantenho o equilíbrio emocional. Passo por um arco-íris de emoções e sentimentos, porém torno à condição original em tempo módico. Sem exigir do alheio. Preciso, apenas, de uma boa noite de sono.

6 – Cachinhos grisalhos

Dignos e lindos! Não dá pra dizer mais nada sobre isso. Quem já viu, entende.

Depois de criar a lista, mostrei para o rapaz por quem tenho leve apreço e venho declarando amor além da vida. Ele riu. Disse que eram excelentes qualidades e que qualquer pessoa que me conhecesse encantaria-se comigo. Sugeriu, inclusive, que eu arrumasse um namorado, afirmando que gostava muito de mim e queria ver-me feliz.

Chorei copiosamente por vários dias. Sofri de verdade. Encontrei-o, novamente, dois meses depois, em uma festa de família. Família dele, que fique registrado. O seu irmão, meu atual namorado, nos apresentou. Eu quis rir, mas ele permaneceu sério.

Nunca mais falou comigo.

Carolina Vianna

Carolina Vianna

 

 

 

 Carolina Vianna é fotografa, poderosa e escreve para o Mulheres no Poder

Previdência

Previdência

Fazer um plano de Previdência Privada, também conhecida como Previdência Complementar, é uma atitude bastante sábia, já que o valor pago pela Previdência Social (teto atual de R$ 4.519,00), pode não ser suficiente conforme o padrão de vida de muitos. Lembrando que quanto mais cedo começar, melhor, e você escolhe com que valor irá contribuir mensalmente, quando irá resgatar e como quer receber o resgate, se integral ou parcelado.

Trata-se de um hábito saudável em que a pessoa vai fazendo suas contribuições mensais ao longo da vida de trabalho e quando atinge a idade prevista no plano, recebe o valor corrigido. Fazer o resgate antecipado resulta em uma alta tributação de imposto de renda, pois o objetivo é estimular a pessoa a não mexer nesse dinheiro até o momento de se aposentar.

Os dois tipos de Previdência Privada são:

  •  PGBL (plano gerador de benefício livre)
  •  VGBL (vida gerador de benefício livre)

PGBL

- recomendado para quem faz declaração completa de IR (Imposto de Renda)
- incide IR na fonte
- o benefício é que a soma das contribuições pode ser abatida do IR (somente no momento do resgate), em até 12% da renda anual
- no resgaste da aplicação, o investidor terá de pagar IR sobre o total

VGBL

- recomendado para quem faz declaração simplificada de IR (Imposto de Renda) ou Isento
- não incide IR na fonte
- adequado para quem já ultrapassou o limite de 12% de dedução de imposto de renda, mas pretende continuar investindo
- IR gerado no saque da aplicação, é cobrado somente sobre o rendimento

Independente do plano escolhido, eles são indicados para quem quer diversificar investimentos, pois os planos de Previdência Privada rendem juros das aplicações em fundos especiais (os FICs) que as seguradoras e bancos que administram esses planos, fazem com os recursos dos contribuintes.

Por não serem tributados durante o período de aplicação, ambos os planos podem ter rendimentos maiores que fundos convencionais, lembrando que alguns pontos devem ser cuidadosamente observados:

  •  o ideal para a taxa de carregamento (média de 3%) que normalmente é cobrada no início das contribuições, é que ela incida no momento do resgate
  •  a taxa de administração não pode ser maior que 1%, para não comprometer a rentabilidade
  •  em resgate de curto prazo a tributação é maior e decresce para o longo prazo

Um brinde ao seu futuro!

$uce$$o!!

Elaine Mello

Elaine Mello

 

Por Elaine Mello, da PYXIS_Academia de Investimentos

 

Iris Apfel compareceu ao evento de lançamentos outono-inverno da Swarovski, nesta quarta-feira, no shopping JK Iguatemi, em São Paulo Foto: Getty Images

Ícone fashion, aos 92 anos ela segue lição dada pela mãe durante a Grande Depressão: me ensinou que de um vestido preto se faz 15 roupas diferentes, se souber usar os acessórios.

Aos 92 anos, ela esbanja alegria, personalidade e inspira fashionistas do mundo inteiro com seu estilo particular – e nada básico – de se vestir. Com seus óculos de lentes grandes e redondas – marca registrada da ícone da moda – ela já inspirou uma coleção e também lançou uma linha de acessórios, com pulseiras e colares coloridos, que são indispensáveis para Iris Apfel. Para o evento da Swarovski Elements desta quarta-feira (18), para o qual ela foi a convidada especial, não foi diferente. Iris chegou com o já conhecido par de óculos, pulseiras coloridas cobrindo todo o antebraço, maxicolares, um acessório de plumas laranja e a simpatia usual. “Minha mãe adorava acessórios, ela que me ensinou a usá-los”, comentou.

A lição tirada no final da década de 1920 influenciou a vida inteira da nova-iorquina. “Vivi a época da Grande Depressão nos Estados Unidos, não tínhamos muita coisa. Minha mãe me ensinou que de um vestido preto se faz 15 roupas diferentes, se souber usar os acessórios. Se tiver imaginação, dá para fazer muita coisa, fica personalizado, diferente e ainda ajuda a economizar dinheiro”, contou. A preferência por roupas “arquitetônicas”, que permitam que ela mesma as embeleze, permanece até hoje.

Em sua primeira visita ao Brasil, Iris se disse encantada pelas peças e acessórios de artesanatos locais. “Vocês têm muito talento aqui, nas feirinhas de rua, vi muito artesanato e adorei. Se a alfândega permitir vou levar coisas para casa e para mim também”, afirmou a fashionista, que não vive sem acessórios. Se vestir bem para Iris não implica em roupas caras ou seguir as últimas tendências. Ela enxerga a moda como um fenômeno cíclico e que o importante é vestir-se para si mesmo. “Elegância não é o que você veste, mas como veste. Vem de dentro”, disse. “Tenho jeans de 10 dólares”, comentou.

A história de Iris com as calças jeans mereceu um espaço especial no bate-papo da fashionista com o público. “Acho que fui a primeira mulher dos EUA a comprar um par de jeans”, contou. Na época, as calças eram feitas apenas para os homens, mas, depois de ter a ideia de que jeans com camiseta branca era uma excelente combinação, Iris foi em busca de um modelo que a servisse. Ela foi até uma loja das Forças Armadas e insistiu para que eles ajustassem a calça para ela. Ela venceu pelo cansaço e conseguiu.

Iris sempre gostou de roupas e de se vestir bem. Atualmente, ela já não faz compras com tanta frequência e cede apenas quando encontra algo encantador. “Tenho muita coisa, estou doando todos os anos para uma instituição de caridade e para um museu”, contou ela, que trouxe três malas com roupas e acessórios para a rápida passagem pelo Brasil. O guarda-roupa dela é tão comentado no mundo da moda, que Iris ganhou até uma exposição no museu Metropolitan, em Nova York. “O pessoal da produção abriu os armários, gavetas e até olharam embaixo da cama, levaram cerca de 300 peças para a exposição e todo dia um caminhão ia buscar mais. Foi um sucesso”, lembrou o evento entre os anos de 2005 e 2006.

Apesar de ser queridinha entre os designers e uma atração nas semanas de moda, o trabalho de Iris começou longe das passarelas. Ela é designer de interiores, dona de uma loja de tecidos e trabalhou por anos com restaurações e decoração na Casa Branca. Ao longo dos anos, desenvolveu uma linha de cosméticos para a M.A.C., duas de bijuterias para o Yoox, uma para o designer Alexis Bittar, e uma linha de óculos e bolsas para a Eyebobs. E ela não pretende parar: “aposentar é pior que morte, todos precisam fazer algo”.

O segredo para tanta disposição, segundo Iris contou em entrevista ao Terra, é “não levar as coisas tão a sério”. “Eu não tenho uma rotina, nunca sei o que o próximo dia vai trazer”, acrescentou. Ao longo de mais de nove décadas, ela aprendeu a importância da família, do amor e de ter amigos próximos. “O segredo é tentar se divertir e fazer as próprias coisas sem se preocupar muito com o que os outros vão pensar”, concluiu.

Do Terra

Diana Nyad

Diana Nyad

A norte-americana de 64 anos que nadou 177 km de Cuba até a Flórida prometeu nesta terça-feira arrecadar dinheiro para vítimas de furacões, tornados e atentados a bomba através de provas de resistência numa piscina.

“Já tive o suficiente de oceano”, disse Diana Nyad, falando a redes de televisão dos Estados Unidos.

A nadadora disse que iria continuar a nadar longas distâncias em uma piscina portátil a ser instalada em Nova York. Ela prometeu nadar 48 horas entre 8 e 10 outubro para arrecadar dinheiro para as pessoas que ficaram sem casa no ano passado após a passagem do furacão Sandy.

“Sem ondas, sem água-viva, sem enjoo”, disse ela à CNN, referindo-se à piscina.

Em seguida, ela planeja levar a piscina para Boston, onde pretende arrecadar dinheiro para as vítimas das bombas que explodiram na Maratona de Boston, em 15 de abril, e mais tarde para Moore, Oklahoma, para arrecadar dinheiro para as vítimas de um tornado que devastou a cidade em maio passado.

“Minha mensagem hoje é: ‘Não vamos esquecer de vocês’”, disse Nyad às vítimas.

Nyad tornou-se a primeira pessoa a atravessar o estreito da Flórida a partir de Cuba sem uma gaiola de tubarão, completando o trajeto em 53 horas, na segunda-feira, após quatro tentativas anteriores, a primeira em 1978. Ela estabeleceu um recorde para o mais longo percurso a nado no oceano sem uma gaiola de tubarão ou pé de patos, de acordo com sua equipe.

Nyad creditou à ausência de águas-vivas, as quais ela chamou de os animais mais mortais do oceano, o sucesso da atual tentativa. Ela usou uma máscara para protegê-la das águas-vivas, embora a peça tenha permitido que a água do mar entrasse em sua boca, criando feridas e provocando sucessivos vômitos durante o nado.

Do UOL

A presidenta vetou o artigo que previa meia-passagem em transporte interestadual para todos os estudantes com até 29 anos. Dilma também o segundo parágrafo do Artigo 45º do Estatuto, que se refere aos recursos extraorçamentários necessários ao funcionamento do Conselho de Juventude, criado pela nova legislação para ouvir os jovens. (Roberto Stuckert Filho/PR)

O Estatuto da Juventude, que estabelece direitos para jovens entre 15 e 29 anos, recebeu vetos ao ser sancionado hoje (5) pela presidenta Dilma Rousseff. O artigo que previa meia-passagem em transporte interestadual para todos os estudantes com até 29 anos, independentemente da finalidade da viagem foi retirado. No entanto, a presidenta manteve a reserva de duas cadeiras gratuitas e de duas meia-passagens para jovens de baixa renda em ônibus interestaduais, conforme ordem de chegada.

“A meia-passagem para jovens de baixa renda foi uma grande conquista. Nós temos um conjunto de jovens no Brasil que ainda não conseguem conciliar trabalho com educação e eles estavam desistindo de ir à escola por causa disso. A regra para esses jovens de baixa renda são as mesmas dos outros programas do governo”, disse a secretária nacional da Juventude, Severine Macedo.

A presidenta vetou também o segundo parágrafo do Artigo 45º do Estatuto, que se refere aos recursos extraorçamentários necessários ao funcionamento do Conselho de Juventude, criado pela nova legislação para ouvir os jovens.

O Estatuto define os princípios e diretrizes para o fortalecimento e a organização das políticas de juventude, em âmbito federal, estadual e municipal. Isso significa que as políticas tornam-se prerrogativas do Estado, e não só de governos.

“Os jovens brasileiros vãos entrar definitivamente para a agenda das políticas públicas brasileiras, independendo da posição do governo. Agora há uma legislação que ampara a execução das políticas para mais de 51 milhões de jovens”, garantiu Severine.

No texto foi mantida a meia-entrada em eventos culturais e esportivos de todo o país para estudante e jovens de baixa renda até o total de 40% dos ingressos disponíveis para o evento. A legislação atual também vai assegurar novas garantias como os direitos à participação social, ao território, à livre orientação sexual e à sustentabilidade.

Para União Nacional dos Estudantes (UNE) e o Conselho Nacional da Juventude, a aprovação do Estatuto é uma vitória conquistada depois de quase dez anos de tramitação no Congresso Nacional. As entidades destacaram a importância da “voz das ruas” para a valorização da juventude.

Da EBC

Ig
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