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Nos tratamentos de reprodução assistida, existem alguns casos em que as pacientes precisam de óvulos doados para que seja feita a fertilização. Nesses casos, além de tomar a difícil decisão de aceitar ou não a doação, a mulher ainda sofre com a escassez dos bancos. Segundo Edson Borges, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA) e diretor científico da clínica Fertility, de São Paulo, normalmente há filas de espera por óvulos.

Para o especialista, o problema acontece porque a única fonte de óvulos do banco são as próprias pacientes. “No nosso País, não é permitido que mulheres ofereçam óvulos em troca de algum tipo de remuneração. Na Espanha, por exemplo, essa prática é permitida”, explica o médico.

Assim como no banco de espermatozoides, nos quais o casal pode escolher as características do doador, as clínicas disponibilizam às pacientes uma ficha básica sobre a doadora, com informações como cor da pele, dos cabelos, dos olhos, altura e peso. Segundo o Borges, essas características são liberadas porque assim o casal pode escolher uma doadora que seja compatível com as características físicas dos futuros pais. De qualquer forma, o nome da doadora deve ser mantido em sigilo.

Indicações

De acordo com o vice-presidente da SBRA, a fertilização in vitro com óvulos doados é indicada para mulheres que já passaram pela menopausa ou, em alguns casos, pacientes que ainda têm menstruação, mas os óvulos estão com qualidade inferior por conta da idade muito avançada.

Além disso, mulheres que passaram por processos como quimioterapia, radioterapia e retirada de ovário também podem precisar da doação de óvulos para engravidar.

O processo de fertilização in vitro em si não tem alterações. Ou seja, os óvulos são transferidos para uma placa no laboratório, na qual são colocados juntamente com os espermatozoides do marido para que ocorra a fertilização. Os óvulos fertilizados, ou embriões, são analisados quanto a sua qualidade e provável capacidade para se desenvolver e são então transferidos para o interior do útero da mulher.

Do Terra

Mulher em Cena 2012

O Festival Mulher em Cena chega à sua 3ª edição dando destaque à produção artística protagonizada por mulheres. Em 2012 as linguagens contempladas são teatro e música e o festival e compõem a Ocupação Funarte Brasília 2012, à convite da Alecrim produções.

Agregando forças à cada edição, o festival segue proporcionando um mosaico criativo de questões importantes da atualidade vistas e revistas pelo olhar feminino. Num país como o Brasil onde a desigualdade entre homens e mulheres ainda se faz bastante presente e onde o índice de violência contra a mulher é dos maiores do mundo, qualquer espaço onde a mulher se faz protagonista é também um espaço de resistência, liberdade e novos olhares.

Em 2012, os espetáculos teatrais se dividem entre as Salas Cássia Eller e Plínio Marcos, além da área externa. Os shows musicais e djs tomam o palco do Espaço de Convivência, parada certa entre uma atração e outra, enquanto as oficinas acontecem na Sala de Dança e no Instituto Arcana.

O Festival tem entrada franca em todas as atividades com exceção dos espetáculos das 21h, cujo ingresso deve ser trocado por um pacote de absorvente íntimo feminino, a serem destinados a instituições de atendimento à mulher do DF.

Quando
De 25 a 29 de abril
 
Onde
Complexo Cultural
Funarte – Brasília ocupando:
•Sala Plínio Marcos;
•Sala Cássia Eller ;
•Galpão das Artes;
•Sala de Dança ;

Do Instituto Arcana

Arte Agência Câmara de Notícias - Clique para ampliar

As comissão de meio ambiente da Câmara e do Senado realizarão nesta quinta-feira (26) audiência pública para discutir os impactos da aplicação do novo Código Florestal (PL 1876/99), cuja votação está prevista para os dias 24 e 25. O debate foi proposto pelos deputados Márcio Macêdo (PT-SE) e Pedro Uczai (PT-SC).

Apresentado na semana passada, o substitutivo do deputado Paulo Piau (PMDB-MG) elimina a definição das faixas de áreas de preservação permanente (APPs) com atividades produtivas a serem recuperadas para todos os tamanhos de rios. Tanto o texto aprovado na Câmara quanto no Senado estipulam que, para cursos d’água com até 10 metros de largura, os produtores rurais devem recompor 15 metros de vegetação nativa.

Piau fez 21 alterações no texto vindo do Senado, sete delas de mérito. Como já havia anunciado anteriormente, o relator também suprimiu do projeto a definição de APPs nas cidades, incluídas pelo Senado. Pelo texto da Casa revisora, as áreas de expansão urbana deveriam prever 20 metros quadrados de vegetação por habitante. “Isso iria encarecer os terrenos, principalmente para os programas sociais”, justificou Piau. Regras de proteção para plantas em extinção também ficaram de fora.

Foram convidados para a audiência:

- a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira;
- o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Antônio Herman Benjamin;
- o geógrafo Márcio Ackerman, autor do livro “A cidade e o Código Florestal”;
- o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência e Tecnologia, Carlos Afonso Nobre;
- o professor da Universidade de Brasília Sérgio Sauer.
 
Da Agência Câmara de Notícias

Gina Paladino explica o que é e como buscar a inovação para sua empresa.

Gina Paladino

Inovar, no mundo empresarial, não é fazer mais e melhor; é diferenciar-se dos concorrentes e competidores neste mercado alargado, que é o nacional e internacional, cada vez mais acirrado.
No programa Gestão Eficaz, par a Estação Business School, nossa colunista Gina Paladino fala sobre como conseguir recursos para que sua empresa possa inovar.
Gina é especialista em inovação. Economista, professora com
pós-graduação na Europa e no Japão, é uma das melhores cabeças do
Brasil.
Nesta entrevista ela também dá dicas e conta um pouco da sua
experiência como ex-diretora da Finep e consultora.

Veja o vídeo:

Plenário do Supremo durante julgamento do aborto de feto sem cérebro nesta quinta (Foto: Nelson Jr. / STF)

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a interrupção de gravidez de fetos anencéfalos, também chamada antecipação terapêutica do parto. Na anencefalia, há a ausência da maior parte do cérebro e da calota craniana (parte superior e arredondada do crânio). Foram oito votos favoráveis e dois contrários.

Agora, a grávida que tiver diagnóstico de feto com anencefalia poderá interromper a gravidez legalmente, sem a necessidade de recorrer à Justiça, como era feito até então. Vale lembrar que caberá à gestante decidir se leva a gestação adiante ou realiza a antecipação terapêutica do parto.

O julgamento foi suspenso ontem, com cinco votos a favor da interrupção da gravidez neste caso e um contra, de Ricardo Lewandoski. Na quarta (11), defenderam a tese o relator Marco Aurélio de Mello, Rosa Maria Weber, Joaquim Barbosa, Luiz Fux e Cármen Lúcia.

Na quinta (12), juntaram-se a eles, Carlos Ayres Britto, Gilmar Mendes e Celso de Mello. O presidente da Corte, Cézar Peluso, foi contrário. Entre os 11 ministros, apenas Dias Tóffoli não participa do julgamento, porque já tratou do caso quando era advogado-geral da União.

Para a maioria dos ministros, não há aborto no caso dos anencéfalos porque não há vida em potencial. Consequentemente, não há crime. O aborto é permitido apenas em casos de estupro e de risco à vida da gestante.

O presidente da Corte, Cézar Peluso, afirmou que este foi “o maior julgamento da história do Supremo”. Votou contra a interrupção de gravidez de anencéfalos, comparando-a à pena de morte e à eutanásia. “Só coisa é objeto de disposição ou de direito alheio. O ser humano é sujeito de direitos”, disse. “Falar em morte inevitável é pleonástico; ela o é para todos”.

Os ministros Celso de Mello e Gilmar Mendes queriam que fosse incluída a necessidade de diagnóstico de anencefalia por dois médicos desconhecidos da paciente para que a interrupção da gravidez pudesse ser feita, mas a tese foi recusada. Também foi recusada a inclusão do termo “comprovadamente anencéfalos” no proclamação.

“[A interrupção da gravidez de anencéfalos] só é aborto em linguagem coloquial. Não é aborto em linguagem jurídica”, explicou Ayres Britto. “Se todo aborto é uma interrupção de gravidez, nem toda interrupção de gravidez é um aborto para os fins penais”, disse. O ministro ainda comparou os anencéfalos a “uma crisálida que jamais chegará ao estágio de borboleta”, porque “jamais alçará voo”.

Para o dissidente Lewandowski, a interrupção da gravidez de anencéfalos é aborto e não foi autorizada pelo Poder Legislativo, o que transformaria essa medida um crime.

Gilmar Mendes também chamou a interrupção de fetos anencéfalos de aborto, mas avaliou, diferentemente de Lewandowski, que o caso “está compreendido entre as duas clausulas excludentes da ilicitude”, ou seja, os dois motivos pelos quais o aborto é legal: estupro ou risco de vida da mãe. O ministro considerou o risco de vida da mãe, por acreditar que a gravidez de anencéfalo é torturante, por trazer problemas psicológicos e físicos, como outros ministros citaram. Mendes afirmou também que a saúde do feto não é a questão central, já que no caso do aborto por estupro essa possibilidade nem é levada em conta.

“A falta de um modelo institucional adequado contribui para essa verdadeira tortura física e psíquica, causando danos talvez indeléveis, na vida dessas pessoas”, afirmou. Ele disse ainda que o Ministério da Saúde deveria divulgar normas para diagnósticos claros de anencefalia. E que o ideal seriam dois laudos médicos confirmando a anencefalia antes que haja a interrupção a gravidez. O ministro admitiu ainda que a decisão do Supremo não impede o Congresso de editar uma lei que trate do assunto.

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Entrevista com a Dra. Camila Magalhães Silveira, psiquiatra e coordenadora do CISA – Centro de Informações sobre Saúde e Álcool.

Dra. Camila Magalhães Silveira.

 Até os anos 50 poucas mulheres eram vistas consumindo álcool, além do tradicional brinde em datas festivas. Hoje o panorama parece ter mudado. Há estatísticas medindo o consumo de álcool em mulheres? 
As diferenças de gênero para padrões de consumo do álcool têm sido cada vez mais exploradas no Brasil. Por exemplo, um estudo divulgado recentemente na revista Clinics verificou que o uso de álcool na vida foi de 91,3% para homens e 67,6% para as mulheres e o beber pesado episódico (BPE, padrão de consumo de 5 ou mais doses para homens e 4 ou mais doses para mulheres. em uma mesma ocasião) nos últimos 12 meses, entre todos os indivíduos avaliados, foi de 15,4% para os homens e 7,2% para as mulheres. Outro exemplo é um estudo que faz parte do Projeto Genacis (Gender, Alcohol, and Culture: an International Study), o qual mostrou que 14% dos homens e 8,8% das mulheres relataram BPE, ao menos uma vez no último mês.
Além disso, o I Levantamento sobre o Uso de Álcool, Tabaco e Outras Drogas entre os Universitários Brasileiros, divulgado em 2010, apontou que 83,1% das mulheres já fez uso de álcool na vida e 20,3% apresentou ao menos um episódio de BPE no mês que antecedeu a pesquisa.
 A que se atribui o fato das mulheres estarem bebendo mais do que outrora?
A mulher vem se igualando socioeconomicamente ao homem, havendo também uma aproximação do papel social entre os gêneros. Outros fatores contribuintes são situações que não existiam antes, como conviver com homens bebedores, no ambiente de trabalho. Há também maior aceitação social do uso de álcool pela mulher.
Ademais, não se pode descartar que o organismo da mulher é biologicamente mais suscetível aos efeitos do álcool do que o dos homens, o que faz com que ela apresente maior risco de desenvolver transtornos relacionados ao uso de álcool (abuso ou dependência) comparado aos homens com mesmo padrão de consumo.
 Existe um padrão de consumo? Um tipo de bebida preferida?
De acordo com o I Levantamento Nacional sobre os padrões de Consumo de Álcool na População Brasileira, a cerveja e o vinho são as bebidas preferencialmente consumidas entre as mulheres (58% e 34%, respectivamente), seguido dos destilados (6%) e, por último, as bebidas tipo “ice” (2%).  Quando consomem bebidas alcoólicas (de qualquer tipo), 63% das mulheres usualmente bebem até duas doses, 19% consomem de 3 a 4 doses, 14% bebem de 5 a 11 doses e 3% bebem 12 ou mais doses. Em relação à frequência de uso de álcool:
• 59% são abstêmias (consumo em pelo menos 1 vez por ano ou nunca bebeu)
• 16% faz uso ocasional (consomem de 1 a 3 vezes no mês)
• 12% consome raramente (consumo em menos de 1 vez no mês)
• 11% faz uso frequente (consumo de 1 a 4 vezes na semana)
• 2% faz uso muito frequente (consumo diário).
  Pode-se considerar dependente de álcool a mulher que bebe?
Independente do gênero, a dependência do álcool é definida pela 4ª edição do Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, DSM-IV), da Associação Americana de Psiquiatria, como a repetição de problemas decorrentes do uso do álcool, que levam a prejuízos ou sofrimento clinicamente significativo, manifestado por pelo menos três dos critérios expostos na tabela abaixo, ocorrendo a qualquer momento no período de 12 meses.

Foto Gabriele Albuquerque

 Qual o risco da ingestão de álcool e as complicações em médio prazo?

Os efeitos do álcool sobre a saúde dependem do histórico médico e riscos individuais. O uso do álcool e transtornos relacionados (abuso e dependência), além de levarem a diversas consequências sociais negativas (violência, desemprego, absenteísmo, entre outras), estão associados a cerca de 60 tipos de doenças e lesões, que podem ser separados em três categorias:
• condições de saúde totalmente atribuíveis ao uso de álcool (relação de causalidade direta, como psicoses alcoólicas, abuso e dependência de álcool, síndrome alcoólica fetal, cirrose hepática, entre outras);
• condições crônicas em que o álcool é fator contribuinte (como câncer de boca, de orofaringe e de mama, aborto espontâneo);
• condições agudas em que o álcool é fator contribuinte (como acidentes automobilísticos, quedas, envenenamento, afogamentos, homicídios, suicídios).
 Qual tratamento sugerido quando a mulher voluntariamente procura ajuda? E quando não?
Primeiramente, é importante ressaltar que as pessoas devem buscar ajuda com profissionais da saúde quando ocorrem situações nas quais o álcool possa influenciar negativamente a rotina, funções acadêmicas e/ou profissionais e as relações pessoais. O envolvimento dos familiares e amigos é indicado por fortalecer e ampliar os benefícios do tratamento, pois exercem um importante papel no reconhecimento dos problemas decorrentes do uso – em especial, eles podem motivá-lo a iniciar e/ou permanecer em tratamento.
Os principais tipos de tratamento disponíveis para dependência do álcool são: médico; psicológico; grupos de autoajuda (por exemplo, Alcoólicos Anônimos – AA); e comunidades terapêuticas. Nota-se, ainda, que alguns pacientes se beneficiam mais de um determinado modelo de tratamento do que outros.
Com relação ao tratamento medicamentoso, ele pode ser útil para diminuir a vontade de beber em indivíduos que desejam se tratar e que estão inseridos no modelo mais adequado de tratamento. No entanto, este tratamento deve contar com avaliação médica para verificar a necessidade de prescrição de um medicamento. De qualquer maneira, o paciente, quando diagnosticado, deve contar com acompanhamento médico para assegurar o sucesso do tratamento, que varia de acordo com a progressão e gravidade da doença.
No Brasil, os mais conhecidos tratamentos gratuitos especializados em dependência química são os Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPSad). Existem ainda outros tipos de instituições que prestam atendimentos especializados no assunto e que também são gratuitos, como os ambulatórios localizados em hospitais. Além disso, a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD) também disponibiliza uma central telefônica, gratuita e aberta à população de todo o país, com orientações e informações sobre álcool e outras drogas (VIVA VOZ – 0800 510 0015).

Fonte:

Laranjeira R, Pinsky I, Zaleski M, Caetano R. I Levantamento Nacional sobre os Padrões de Consumo de Álcool na População Brasileira. Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD). Brasília, 2007.
American Psychiatric Association – APA. Diagnostic and statistical manual of mental disorders (DSM-IV). 4.ed. Washington: American Psychiatric Association, 1994.
Andrade AG, Duarte PCAV, Oliveira LG. I Levantamento Nacional sobre o Uso de Álcool, Tabaco e Outras Drogas entre Universitários das 27 Capitais Brasileiras, 2010. Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD), Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Kerr-Correa F et al. Differences in drinking patterns between men and women in Brazil. Geneva: World Health Organization. Department of Mental Health and Substance Abuse; 2005.
Silveira CM, Siu ER, Wang YP, Viana MC, Andrade AG,  Andrade L. Gender differences in drinking patterns and alcohol-related problems in a community sample in São Paulo, Brazil. Clinics (Sao Paulo). 2012 March; 67(3): 205-212

Executiva do Google e a maior chef do mundo são as convidadas da CNN International no programa LEADING WOMEN

Em abril, a segunda edição do novo programa da CNN International, LEADING WOMEN, continua a dar voz para alguma das maiores lideranças femininas da atualidade, em diferentes áreas. O segmento de 15 minutos com transmissão marcada para a quarta-feira, dia 25 de abril, às 18h*, dentro do programa CONNECT THE WORLD, recebe como convidadas a vice-presidente de buscas do Google, Marissa Ann Mayer, e a chef mais destacada em atividade no mundo hoje, a francesa Anne-Sophie Pic.

Marissa Mayer. Foto: giveupinternet.com

Com 36 anos, a programadora de computadores Marissa Ann Mayer é a vice-presidente de produtos para busca e experiência de usuário do Google. Com sua aparições em eventos para falar em nome da empresa, Marissa se tornou um rosto público e já foi nomeada uma das mulheres do ano em 2009 pela Glamour Magazine. Graduada em Ciência da Computação pela tradicional Universidade de Stanford, Marissa mora na Califórnia.

Já Anne-Sophie Pic, 42, vive o estrelato no concorrido mundo da alta gastronomia, dominado pelos homens, após ser apenas a quarta mulher na história a receber uma terceira estrela do guia Michelin (o mais importante deste segmento) para o restaurante que comanda, o Maison Pic, na cidade de Valença, na França. Ela é a herdeira de uma dinastia secular de cozinheiros, que inclui ainda seu pai, avô e bisavó; o filho Jacques também já segue pelo mesmo caminho da mãe, talvez a maior chef francesa em atividade.

Anne-Sophie. Foto: moreintelligentlife.com

O segmento de entrevistas LEADING WOMEN irá ao ar semanalmente dentro dos programas CONNECT THE WORLD e NEWS STREAM e, no final do mês, vai reunir todas estas mulheres extraordinárias em um especial de 15 minutos, comandado pelas âncoras Becky Anderson, Kristie Lu Stout e Felicia Taylor. A ideia é que as entrevistas sejam conduzidas com mulheres influentes em áreas como negócios, artes, esportes e cultura, entre outras.

Veja os vídeos:

Marissa Ann Mayer: http://edition.cnn.com/video/?/video/business/2012/04/03/leading-women-google-marissa-mayer.cnn

Anne Sophie Lepic: http://edition.cnn.com/video/#/video/business/2012/04/10/leading-women-anne-sophie-pic.cnn?iref=allsearch

*Horário de Brasília. Programação sujeita a alterações sem aviso prévio.

Contatos:

http://edition.cnn.com/

Twitter: @CNNI_Brasil

Facebook: http://www.facebook.com/CNNIBrasil

 

Ministro Ayres Britto

O julgamento da ação que pede a descriminalização do aborto de anencéfalos, marcado para amanhã (11) no Supremo Tribunal Federal (STF), será um “divisor de águas no plano da opinião pública”, na avaliação do ministro Carlos Ayres Britto, que assume a presidência da Corte na próxima semana.

Para o ministro, o julgamento da ação, que chegou à Corte em 2004, será rico em reflexões e intuições. “O país tinha um encontro marcado com esse tema. Ele é divisor de águas no plano da opinião pública, repercute muito no campo da religiosidade, da saúde pública. Um tema grandioso pelo seu impacto, pelo modo de conceber a própria vida”, disse Ayres Britto após encontro com os presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Marco Maia.

“Teremos, certamente, um julgamento rico de debates, reflexões e de intuições também, porque o sentimento também conta na hora de equacionar os fatos”, acrescentou.

O STF foi provocado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS), que defende o aborto nos casos em que o feto tem malformação no cérebro e poucas chances de sobrevivência. Com a demora de mais de oito anos para a analisar a questão, mulheres que preferem interromper a gravidez ao saber do diagnóstico de anencefalia, atualmente, têm de recorrer à Justiça.

O processo deverá ser um dos últimos temas de grande repercussão julgados pelo STF na gestão de Cezar Peluso. Ele deixa a presidência do STF no dia 19 de abril, quando assume o ministro Carlos Ayres Britto.

 Do Uol

Papa Bento XVI Foto Rádio Vaticano

Nesta segunda-feira de Páscoa, Bento XVI rezou a oração do Regina Coeli com os fiéis e turistas que foram a Castel Gandolfo, a residência pontíficia nas proximidades de Roma onde o Papa está transcorrendo alguns dias para repousar.

Em sua breve catequese, antes de abençoar os fiéis, o Papa recordou que em muitos países, hoje é um dia de férias, uma ocasião para fazer um passeio no campo, visitar parentes ou se reunir com a família. Mas ressaltou que a razão deste feriado, ou seja, a Ressurreição de Jesus, é o principal mistério de nossa fé.

Por isso, o Papa recomendou que nestes dias, leiamos as narrações da Ressurreição de Cristo, nos quatro Evangelhos:

“São narrações que, de maneiras diferentes, ilustram os encontros dos discípulos com Jesus ressuscitado, e nos permitem meditar sobre este evento que transformou a história e que dá sentido à vida de cada homem”.

Bento XVI continuou explicando que as narrações começam quando, ao amanhecer do dia depois do sábado, as mulheres foram ao sepulcro e o encontraram aberto e vazio. Recebido do anjo o anúncio da ressurreição, elas correram a dar a notícia aos discípulos, e precisamente naquele momento, encontraram Jesus, caíram aos seus pés e o adoraram; e ele disse a elas: “Não temais: ide a anunciar aos meus irmãos que vão à Galiléia: lá eles me verão” (Mateus 28,10).

“Em todos os Evangelhos, as mulheres têm grande espaço na narração das aparições de Jesus ressuscitado, como também na Paixão e morte de Jesus. O testemunho das mulheres não tinha valor oficial , jurídico, mas as mulheres viveram uma experiência de ligação especial com o Senhor, que é fundamental para a vida concreta da comunidade cristã, e isto sempre, em todos os tempos, não só no início do caminho da Igreja”.

Concluindo, Bento XVI disse que Maria, a Mãe do Senhor, foi um modelo sublime e exemplar deste relacionamento com Jesus, especialmente no seu mistério pascal. E consequentemente, através da experiência transformadora da Páscoa de seu Filho, a Virgem Maria é também Mãe da Igreja, de todos os cristãos e suas comunidades.

Ao terminar seu discurso, o Papa cumprimentou os vários grupos de fiéis e concedeu a todos a sua benção.

Da Rádio Vaticano

 

Barbie sem cabelos

Tudo começou quando duas amigas norte-americanas perderam seus cabelos por causa do tratamento contra o câncer. As meninas decidiram fazer uma campanha no Facebook: a Beautiful and Bald Barbie.

O resultado? Um sucesso absoluto. O objetivo? Que a boneca mais famosa do mundo pudesse ser também um símbolo da luta contra o câncer. Sim, para tanto, a Barbie teria de perder seus cabelos dourados.

Depois de conseguir mais de 150 mil fãs na página da rede social, a Mattel, fabricante da boneca, resolveu criar a versão da famosa boneca sem os cabelos. O bacana é que elas serão distribuídas em hospitais que cuidam de crianças com câncer.

 

 

Do Blog By N9ve