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PYXIS

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É sabido que as pessoas costumam “descontar” suas emoções de alguma forma e inúmeros estudos comprovam isso.

Dentro da Economia, existem algumas áreas voltadas à questão das Finanças Comportamentais: Psicologia Financeira, Economia Experimental e Psicologia Econômica. Elas estudam o comportamento e as alterações neurológicas das pessoas perante o dinheiro, conforme algumas situações.

Impulsividade, medos, raiva, dúvidas, compensações, gratificações, segurança ou insegurança, tentações, competividade, baixa autoestima ou autoestima elevada demais, desejos, frustrações, falta de confiança ou excesso de confiança, vaidade, ganância, traumas, valores e crenças, vivências, tabus, mitos, emoções, pressão, stress, cansaço.

Todos esses fatores isolados ou em conjunto influenciam a forma como você lida com o dinheiro.

Lembre-se: sua vida financeira é parte de você, assim como a sua vida familiar ou profissional.

Estando em equilíbrio, tudo vai bem, mas estando com algum desequilíbrio em sua vida, acione o alarme e pare para avaliar a situação, enquanto você consegue enxergar a realidade e pode tomar atitudes para encontrar soluções.

Por exemplo: você briga com o marido, fica com raiva e por impulso vai ao shopping. Lá, você sente-se frustrada pela situação e na intenção de se compensar, entra numa loja e compra 5 pares de sapato… Já deve ter visto isso acontecer por aí, não?

Coloque-se nesta cena e pense como você identificaria os pontos em que poderia intervir para não “agredir” o seu dinheiro, em função do real problema.

$uce$$o!!

Elaine Mello

Elaine Mello

 

Por Elaine Mello, da PYXIS_Academia de Investimentos

 

Café com a Presidenta

Café com a Presidenta

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (25) que o governo vem usando um método inovador para acelerar a construção de creches no país. Pelo sistema alternativo, as estruturas do prédio, as vigas, as paredes e o telhado vêm prontos de fábrica e são montados no canteiro das obras. Com isso, de acordo com a presidenta, o tempo de entrega das unidades cai de dois anos para um prazo de quatro a sete meses e reduz o custo da obra em até 24%, porque evita o desperdício de material.

Durante o programa semanal Café com a Presidenta, Dilma destacou que o governo começou a contratar em agosto a construção de creches pelo novo método e a previsão é de que em dezembro – quatro meses depois, a primeira seja inaugurada em Aparecida de Goiânia (GO). A unidade vai atender a 120 crianças em tempo integral. Ela ressaltou que está aprovada a construção de 1.877 creches pelo sistema, largamente empregado em países desenvolvidos, e que foi licitado pelo Ministério da Educação (MEC) para ser usado por qualquer cidade do Brasil.

“A creche é um instrumento importantíssimo para combater as desigualdades, dando a todas as crianças do nosso país as mesmas oportunidades de se desenvolverem, tendo acesso à educação de qualidade. Oferecer creche de boa qualidade para a nossa população, principalmente para a população mais pobre, é o primeiro passo para garantir uma saída permanente e sustentável da pobreza e dar um futuro ao país”, disse.

Dilma Rousseff lembrou que das 4,7 mil creches contratadas em seu governo, 2 mil estão em construção ou já foram entregues. Até o final do ano, mais 1.950 unidades serão contratadas. Além dessas, 1.609 creches contratadas no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estão sendo pagas e construídas agora. Dilma lembrou que todas as creches em construção no país – seja pelo método tradicional ou pelo inovador, são feitas em parceria com as prefeituras.

“A prefeitura dá o terreno e faz a terraplanagem e o governo [federal] paga a construção. O governo federal também repassa para a prefeitura o dinheiro para a compra de móveis, carteiras, colchões, berços, materiais pedagógicos, jogos e até equipamentos de cozinha. Além disso, o governo federal também paga, por até um ano e meio, as despesas do dia a dia da creche, até que ela receba o dinheiro necessário que vem do Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação]“, disse, acrescentando que as prefeituras recebem 50% a mais de recursos do Fundeb quando a criança matriculada é beneficiária do Bolsa Família.

Da EBC

Candidatos ao prêmio ‘Empreendedor Social 2013′ participam de evento para convidados no Masp, em São Paulo – Rogerio Cassimiro/Folhapress

Os vencedores do prêmio Empreendedor Social e Folha Empreendedor Social de Futuro destacaram a responsabilidade que essa chancela traz às organizações.

A ganhadora do prêmio Empreendedor Social, Merula Steagall, da Abrale (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia) e da Abrasta (Associação Brasileira de Talassemia), lidera organizações que fomentam políticas públicas, disseminam informações e dão suporte a pessoas com doenças graves no sangue. Ela destacou que “isso vai aumentar a responsabilidade de todos, dos apoiadores, da diretoria, dos colaboradores”. E emendou: “se a gente recebeu esse voto de confiança, a gente tem que abraçar mais”.

Os jovens da Asid (Ação Social para Igualdade das Diferenças), Alexandre Amorim, Diego Moreira e Luiz Ribas, foram os vencedores da categoria Folha Empreendedor Social de Futuro e da “Escolha do Leitor”. Entre pulos e abraços de amigos, afirmaram que o trabalho realizado por eles se deve muito a outro, aquele feito por escolas especiais que se dedicam a formar pessoas com deficiência.

“Com o prêmio, teremos oportunidade de fazer muitos treinamentos. Aperfeiçoar nossa metodologia e participar da fase final de outros proêmios. E, mais importante de tudo, fazer parte da Rede Folha, que é composta por pessoas excelentes, e contribuir para o crescimento das instituições”, disse Ribas.

Moreira destacou que o título mostra que eles têm muito potencial e amplia o papel da Asid. “Vai dar para expandir o trabalho para o Brasil inteiro.”

O economista José Dias, coordenador do CEPFS (Centro de Educação Popular e Formação Social), foi homenageado com a Menção Honrosa. A categoria, que teve sua estreia neste ano, em uma parceria da Folha com a Fundação Humanitare, visa dar destaque a projetos que mais se alinham à temática do Ano Internacional de Cooperação pela Água, adotado pela ONU em 2013.

Dias foi o ganhador da categoria pela dedicação de sua organização à luta contra a seca no semiárido nordestino. Ele fez um discurso em que se lembrou das dificuldades do início, mas também de como é enriquecedor verificar que as pessoas beneficiadas por ele cresceram e melhoraram de vida.

“É um reconhecimento importante. Primeiro, por passar pelos jurados, por ser um projeto com chancela da ONU. E, sem dúvida, vai mostrar para as famílias o nosso papel. O mérito maior é das famílias que atendemos”, afirmou Dias.

 Da Folha.com

Café com a Presidenta

Café com a Presidenta

Com a meta de matricular 8 milhões de alunos até o final de 2014, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) vai receber, até lá, investimento de R$ 14 bilhões. O programa foi criado em outubro de 2011 e mais de 4,6 milhões de alunos estão matriculados em algum curso ou já se formaram. O balanço foi feito hoje (7) pela presidenta Dilma Rousseff, durante o Café com a Presidenta, ao destacar os dois anos do Pronatec.

Ela lembrou que o Pronatec atua em três eixos: com ensino técnico para quem está cursando o ensino médio; na qualificação profissional para o jovem ou o adulto e cursos para as pessoas que estão no programa Brasil sem Miséria, de forma a contribuir para que consigam um trabalho mais bem remunerado.

“Estamos formando profissionais para encarar o mercado de trabalho que exige cada vez mais qualificação. E estamos formando pessoas que querem abrir ou ampliar o pequeno negócio. Um país só se desenvolve quando seus trabalhadores são capazes de ter um trabalho qualificado”, disse ela, ao ressaltar que quase 70% dos alunos do Pronatec são jovens até 29 anos; 60% deles são mulheres; e um terço é do Nordeste.

A presidenta destacou que todos os cursos são gratuitos e os alunos recebem os livros, o uniforme e o material para usar nas aulas práticas, além de um auxílio para alimentação e transporte. Por meio de parcerias estratégicas com o Sistema S, são oferecidos cursos no Senai, na área da indústria; no Senac, na área do comércio; no Senar, na área da agricultura e no Senat, na área do transporte. Os cursos também são ministrados pelas universidades federais, pelos institutos tecnológicos federais e pelas escolas técnicas estaduais.

Entre os técnicos, de maior duração, os mais procurados são o de mecânica, eletrônica, eletrotécnica, técnico agrícola, movimentação de cargas e técnico em segurança do trabalho. Eles totalizaram 1,5 milhão de inscrições em dois anos. Já entre os de qualificação, a procura maior é pelas aulas de operador de computador, eletricista, instalador predial, costureiro, pintor, pedreiro e mecânico. Nessa modalidade, o Pronatec contabiliza 3,1 milhões de matrículas desde outubro de 2011.

A presidenta Dilma também enfatizou que o Pronatec reserva 1 milhão de vagas para os beneficiários do Brasil sem Miséria. Até agora, mais de 750 mil pessoas do programa se inscreveram nos cursos do Pronatec. Ao todo, cerca de 3,2 mil municípios contam com os cursos técnicos e de qualificação oferecidos por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego.

Da Agência Brasil

Embaixatriz do Gabão, Jacqueline Angouo.

Embaixatriz do Gabão, Jacqueline Angouo.

A embaixatriz do Gabão, Jacqueline Angouo, promove no dia 30/10, na residência oficial no Lago Sul, Chá Beneficente para marcar a abertura do novo calendário de eventos socioculturais da República Gabanesa.O objetivo é aproximação dos dois países pela cultura, mas também, o apoio e a solidariedade às crianças necessitadas do Distrito Federal. Nesta primeira temporada, os beneficiados serão o Larzinho Chico Xavier e Sociedade Cristã Maria de Jesus Nosso Lar. Várias atrações estão programadas, como o desfile Lu by Lolita, sorteio de brindes, bingo, e apresentação do Grupo Musical Sambossa.

O convite, cortesia da Dot Paper, está sendo vendido por R$ 100,00 (cem reais) e pode ser adquirido na embaixada do Gabão, fone 3248-3533 / 3536.

Foto Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (2), em Ceará-Mirim (RN), que, para crescer e se tornar uma nação desenvolvida, o Brasil precisa capacitar seus trabalhadores com ensino técnico de alto nível. Além de contribuir para o aumento da produtividade, a capacitação resulta em salário melhor e maior perspectiva para alunos e suas famílias, disse Dilma, durante cerimônia de formatura de 4,5 mil alunos do Pronatec, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego. Foram inaugurados também três campi do Instituto Federal do Rio Grande do Norte. Cada campus terá capacidade para 1.200 alunos. Eles ficam em Ceará-Mirim, Canguaretama e São Paulo do Potengi.

“Para crescermos, sermos uma nação desenvolvida, vamos precisar ter estudantes-trabalhadores, trabalhadores-estudantes. Nos países desenvolvidos, para cada universitário, temos em torno de dez pessoas com ensino técnico de alto nível”, disse Dilma, observando que os formandos do Pronatec devem buscar novos cursos e continuar sua capacitação. “Valorizem o diploma e não parem aí. Nem presidente da República pode parar de estudar. Tem de dar um jeito, sempre tem de dar uma estudada. A gente nunca pode parar de estudar, nunca pode parar de aprender”.

Mais cedo, em sua chegada ao Rio Grande do Norte, a presidenta disse que o Brasil nunca teve um programa da envergadura do Pronatec. Ela informou que 4,6 milhões de alunos se formaram pelo programa e o número deve chegar a 8 milhões até o fim de 2014. Ao todo, o Pronatec tem R$ 14 bilhões para a formação técnica e profissional, executada pelo Sistema S [entidades patronais que se decidam à formação profissional] e por instituições de ensino federais.

Dilma destacou também a interiorização de campi de universidades federais e de cursos técnicos oferecidos pelos institutos tecnológicos, contribuindo para dar oportunidades a pessoas porque incentiva a instalação de empresas diversas regiões. “O processo de interiorização significa colocar a oportunidade onde a pessoa mora ou o mais perto possível. Tendo qualificação, as pessoas permitirão as empresas escolher onde se localizar, sem precisar ir para os grandes centros”.

No início de sua fala em Ceará-Mirim, Dilma defendeu a governadora Rosalba Ciarlini, que foi vaiada durante todo o seu discurso. Dilma disse que é preciso respeitar as pessoas, mesmo discordando de suas ideias. “Nós respeitamos as pessoas. A gente pode discordar delas, mas tem de deixá-las dizer o que pensam. Vamos respeitar a governadora que está aqui. Isso é feio. Cidadania é respeito. Ninguém respeita quem não se respeita e não respeita os outros”.

Da Agência Brasil

Foto – Agência Brasil

O governo federal vai abrir nova chamada, em outubro, para estudantes que desejam participar do Programa Ciência sem Fronteiras. As novas bolsas de estudo serão para vagas em universidades em 17 países, informou hoje (30) a presidenta Dilma Rousseff, ao participar do programa semanal Café com a Presidenta.

Segundo ela, desde que foi lançado, há dois anos, o programa concedeu mais de 53 mil bolsas a estudantes brasileiros. Desses, 14 mil concluíram seus estudos no exterior, pelo período de um ano, e estão retornando ao Brasil.

A presidenta ressaltou que além de “marcar para sempre a vida desses jovens”, o Ciência sem Fronteiras vai contribuir para o desenvolvimento da indústria, da economia e da pesquisa no país. “Quando esses jovens voltam às universidades no Brasil trazem novas ideias e experiências e, assim, agregam contribuição para a modernização do ensino e da pesquisa aqui”, disse a presidenta, ao lembrar que a meta é oferecer 101 mil bolsas de estudo em quatro anos.

Dilma destacou que as bolsas concedidas são em áreas ligadas ao desenvolvimento científico, tecnológico, e à inovação, como engenharia, medicina, ciências biomédicas, da computação, tecnológicas, ciências agrárias, entre outras. Os jovens estudam por um ano em universidades e institutos de pesquisa de alta qualidade no exterior e podem fazer estágio em alguns dos principais laboratórios e empresas do mundo.

Ela ressaltou que o principal critério de seleção do Ciência sem Fronteiras é o mérito do estudante. Para participar, é preciso ter feito, pelo menos, 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ter um bom desempenho no curso superior que faz aqui no Brasil. O governo paga todos os custos do estudante no exterior, incluindo a mensalidade da universidade, o alojamento e a alimentação.

Os principais países de destino dos estudantes do Ciência sem Fronteiras são Estados Unidos, Canadá, França, Inglaterra, Alemanha e Coreia do Sul. Para facilitar o aprendizado, o governo brasileiro oferece um curso de línguas de até seis meses no país de destino.

Da Agência Brasil

Pré-sal

Pré-sal

A lei que destina 75% dos royalties do petróleo para a educação e 25% para a saúde será sancionada hoje (9) pela presidenta Dilma Rousseff. Apesar de o texto ter contrariado a proposta original do governo, que destinava apenas os rendimentos do Fundo Social do pré-sal às duas áreas, a sanção da lei vai ser feita em uma cerimônia especial no Palácio do Planalto com a presença de estudantes, representantes de entidades das áreas de educação, saúde e autoridades. A expectativa pelas declarações de Dilma no primeiro programa Café com a Presidenta depois da aprovação da proposta no Congresso é a de que a lei seja sancionada sem vetos.

“Nossos senadores e deputados aperfeiçoaram e votaram a proposta que sempre defendi e que meu governo enviou ao Congresso, para que as riquezas do petróleo, que são finitas e um dia acabam, sejam investidas em educação. Ao garantir esses recursos para a educação, estamos dando um passo decisivo para realizar o compromisso com o presente e com o futuro do país e deixar um grande legado às novas gerações de brasileiros e de brasileiras”, comemorou Dilma à época.

Pelo texto, a aplicação de 50% dos recursos do Fundo Social vai para saúde e para educação até que se cumpra a meta de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação do Plano Nacional de Educação (PNE). Pelo projeto, a expectativa é que, em até 15 anos, os rendimentos obtidos pelo fundo sejam suficientes para cumprir as metas do PNE e da saúde. A mudança, no entanto, vale apenas para os novos contratos da União. Os campos em atividade, que permaneceram controlados pelos governos estaduais, ficaram fora da proposta.

O presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB-AL), comemorou o convite para participar da sanção da lei. “Trata-se de uma ótima notícia tanto para a Educação quanto para a saúde que, sabemos todos, demandam mais investimentos. Essa foi uma das contribuições do Congresso para melhorar a qualidade dos serviços públicos que nos é cobrada pela sociedade”, disse.

Renan lembrou a que a nova distribuição dos royalties do petróleo faz parte de um esforço do Senado que votou em menos de um mês 40 matérias para atender às reivindicações das ruas. Na lista, que agora depende de votação na Câmara, está a proposta que acaba com a aposentadoria como pena para juízes e promotores condenados por corrupção ou outros crimes, além da que muda os critérios para a escolha de suplente de senador, proibindo o parentesco e da que exige ficha limpa para servidores dos três poderes.

Da EBC

Café com a Presidenta

Café com a Presidenta

A aprovação pela Câmara dos Deputados do Projeto de Lei (PL) 323/07, que destina 75% dos recursos dos royalties do petróleo para investimentos em educação e 25% para a saúde, representou uma “vitória histórica”, disse hoje (19) a presidenta Dilma Rousseff. Ela informou que vai sancionar o texto nos próximos dias “para garantir que os recursos comecem a chegar o quanto antes às creches, às escolas, aos hospitais e aos postos de saúde de todo o nosso país”. A lei também destina 50% do Fundo Social para a educação.

Ao participar, nesta segunda-feira, do programa semanal Café com a Presidenta, Dilma enfatizou a importância da educação para que o Brasil entre na economia do conhecimento, dominando as invenções científicas e as aplicações tecnológicas. Ele destacou que nenhuma nação do mundo chegou ao patamar de país desenvolvido, sem investir muito em educação e ressaltou que a aprovação do texto legal está em sintonia com a vontade da sociedade brasileira.

“Nossos senadores e deputados aperfeiçoaram e votaram a proposta que sempre defendi e que meu governo enviou ao Congresso, para que as riquezas do petróleo, que são finitas e um dia acabam, sejam investidas em educação. Ao garantir esses recursos para a educação, estamos dando um passo decisivo para realizar o compromisso com o presente e com o futuro do país e deixar um grande legado às novas gerações de brasileiros e de brasileiras”, disse.

Durante o programa, a presidenta explicou que os royalties são os recursos que as empresas pagam para o governo como compensação financeira pela exploração do petróleo, em terra ou no mar. De cada barril de petróleo que as empresas tiram, entre 10% a 15% são divididos entre o governo federal, os estados e os municípios. Com a nova lei, a parte dos royalties que cabe ao governo federal será gasta na educação e na saúde, o que representa R$112 bilhões a mais para financiar os dois setores nos próximos dez anos.

“Estes R$112 bilhões são apenas os recursos decorrentes do petróleo que já foi descoberto ou que já está sendo extraído. Como nós vamos continuar a descobrir e a explorar cada vez mais, este valor pode subir na medida em que vamos abrindo novas licitações, colocando novas áreas para a exploração do petróleo”, disse, lembrando que em outubro o governo vai licitar o Campo de Libra, que fica no fundo do mar, a 160 quilômetros do litoral do Rio de Janeiro. Essa camada do pré-sal foi descoberta pela Petrobras em 2006 e tem produção estimada entre 8 e 12 bilhões de barris de petróleo.

“Só o Campo de Libra contribuirá para que o saldo do Fundo esteja entre R$ 360 bilhões e R$ 736 bilhões nos próximos 35 anos”, disse, ressaltando que a lei definiu a educação básica como prioritária para a aplicação dos recursos. Dilma destacou que até 2014 o governo espera construir 6 mil creches, especialmente para crianças pobres.

Da Agência Brasil
Ideli Salvatti

Ideli Salvatti

A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, vê possibilidade de que o projeto que destina os royalties do petróleo para a Educação e para a Saúde possa ser votado ainda esta semana. “Existe essa possibilidade”, disse nesta segunda-feira a jornalistas.

O tema royalties deve ser presença forte na terça-feira, 13, em diversas reuniões de bancada, afirmou Ideli. Segundo ela, as bancadas de PT, PCdoB, PR, PSC e PRB na Câmara solicitaram, cada uma, reuniões com ministros do governo para debater a matéria.

A ministra afirmou que, na reunião, os líderes demonstraram a preocupação que a discussão dos royalties não “desestruture” o marco regulatório do pré-sal. “Para que tenhamos todo o cuidado de não desestruturar o marco regulatório do pré-sal, algo bastante discutido. Que a gente não utilize os royalties para rediscutir todo o marco regulatório”, enfatizou a ministra.

Do Portal A Tarde
Ig
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