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Grupo Meio & Mensagem realiza no País segunda edição do Women to Watch. Conheças as indicadas de 2014

Reprodução

Mulheres que se destacam hoje no mercado brasileiro por terem conseguido chamar a atenção em um ambiente extremamente masculino, como é o da criação publicitária. Outras por desenvolverem um trabalho de altíssima qualidade na condução da área de marketing e negócios de importantes marcas. Há ainda aquelas que estão com foco regional, voltadas a alavancar operações de grupos internacionais na América Latina. Com perfis variados, mas todas oriundas de trajetórias ascendentes, as sete mulheres indicadas ao Women to Watch 2014 têm um traço em comum: estão dando sua contribuição para transformar o mercado de comunicação e marketing (confira lista abaixo).

Criada pelo Advertising Age em 1997, o Women to Watch chegou ao Brasil no ano passado por iniciativa do Grupo Meio & Mensagem. Além do mercado norte-americano, China, Brasil e Turquia realizam a premiação cuja missão editorial é incentivar as conquistas femininas em uma indústria em transformação. “O foco é dar luz à excelência do trabalho das mulheres. Por meio de um trabalho apurado selecionamos as profissionais que já estão hoje em posição de destaque e que têm potencial para crescerem ainda mais e se tornarem de fato líderes de suas áreas nos próximos anos”, comenta Maria Laura Nicotero, diretora executiva de eventos do Grupo Meio & Mensagem.

A lista foi elaborada pelo conselho editorial do Meio & Mensagem após uma consulta a um grupo de formadores de opinião do mercado. A cerimônia de homenagem às sete indicadas da edição 2014 do Women to Watch será no dia 18 de setembro, no Hotel Hilton. Os patrocinadores desta edição são GNT, McDonald’s e Eco Benefícios com apoio de mídia de Exame e Você S/A.

Do Meio & Mensagem

Arte – Agência Brasil

A partir de hoje (7), a informalidade do trabalhador doméstico pode resultar em multa de até R$ 805,06 para o patrão. A previsão está na Lei 12.964/14. Segundo dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (Pnad) 2012, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dos 6,35 milhões de domésticos no Brasil, 4,45 milhões (70% da categoria) são informais.

O Ministério do Trabalho fará a fiscalização por meio de denúncias. Para fazer uma denúncia, o trabalhador, um parente ou pessoa próxima deve procurar uma unidade regional do ministério – Agência do Trabalhador, Delegacia do Trabalho, Superintendência Regional do Trabalho – onde terá de preencher um formulário com os dados do empregador. O patrão será notificado a comparecer a uma Delegacia do Trabalho para prestar esclarecimentos. “Caso o empregador não compareça, a denúncia será encaminhada ao Ministério Público do Trabalho para que tome as providências cabíveis”, garantiu o coordenador-geral de Recursos, da Secretaria de Inspeção do Trabalho, Roberto Leão.

Segundo ele, não haverá fiscalização nas residências. “Em momento nenhum a gente vai fiscalizar a casa das pessoas. De acordo com o Artigo 5º da Constituição Federal, o lar é inviolável. As pessoas não podem ingressar a não ser que tenham autorização judicial”, esclareceu à Agência Brasil.

Para Leão, a existência de multa tem grande caráter pedagógico. “A partir do momento em que existe uma penalidade que pode ser aplicada ao patrão, isso é um incentivo para que as pessoas regularizem a situação porque até agora isso não existia. Até agora, o único risco que existia ao empregador era o trabalhador ingressar em juízo. A gente entende que isso incentiva a formalização dos vínculos”, avalia.

De acordo com o presidente do Instituto Doméstica Legal, Mário Avelino, a expectativa é que o número de formalizações aumente de 10% a 15%, já que a informalidade “vai ficar mais cara”. Segundo ele, o fato de a multa começar a vigorar já “quebra a espinha de uma cultura patriarcal”. “A lei trabalhista doméstica sempre foi [benéfica] para o patrão. A lei determina o direito, mas não [prevê casos em] que ela for descumprida, por isso a informalidade é tão alta”, lembra.

“O registro das informações na carteira é obrigatório, mesmo nos casos em que o profissional esteja em período de experiência”, explica o advogado trabalhista Cristiano Oliveira. Ainda segundo ele, se a pessoa trabalha pelo menos três dias por semana para uma família, precisa ser registrada dentro das normas. São considerados trabalhadores domésticos, cuidadores, auxiliares de limpeza, cozinheiras, jardineiros, motoristas e caseiros e babás, entre outros.

A lei que determina a punição por falta de registro não faz parte da chamada PEC das Domésticas, emenda constitucional que igualou os direitos dos empregados domésticos aos dos demais trabalhadores, promulgada em abril do ano passado. Entretanto, é considerada mais uma conquista dos trabalhadores já que pressiona os patrões a formalizar a situação dos domésticos. Vários dos direitos previstos na PEC das Domésticas ainda não foram regulamentados. Trabalhadores domésticos e defensores da categoria reclamam da demora para a consolidação de direitos considerados fundamentais como o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), salário-família e seguro-desemprego. Com o ano eleitoral, a expectativa é que a regulamentação, parada na Comissão Especial do Congresso Nacional que trata do assunto, só saia no ano que vem.

Da Agência Brasil

Carro Novo

Carro Novo

Vai trocar de carro e surge a grande dúvida para saber qual o melhor momento, seja para comprar um Zero KM ou um seminovo?

A dica é: no primeiro trimestre do ano. É a hora das promoções, queda nos preços, acessórios como brindes, melhores negociações e além disso, as liquidações de estoque, na diferença entre ano fabricação / ano modelo. Nesse quesito, se você optar por um carro com ano de fabricação anterior ao ano do modelo, negocie bons descontos para compensar a depreciação na hora da revenda depois.

A atenção com mudanças no mercado que impactam elevação nos preços dos veículos é importante, como por exemplo, aumento da alíquota do IPI e a inclusão de freios ABS e airbag como itens de série obrigatórios a partir de 2014.

O melhor a fazer é pesquisar os modelos desejados e compará-los detalhadamente para decidir a melhor relação custo X benefício (conforto, segurança, garantia, nível de depreciação, aceitação da marca no mercado, qualidade, etc.) e sempre dentro do seu potencial financeiro, lembrando que terá que arcar com despesas adicionais: seguro, licenciamento, IPVA, revisões, manutenções, estacionamento, combustível, etc.

Financeiramente, a troca de carro é um plano previsível e programável. Isso significa dizer que ao invés de pagar um financiamento com altos juros, você pode ir reservando antecipadamente o dinheiro das parcelas durante um período (por exemplo: 2 anos, 4 anos…), e inclusive rentabilizando-o em algum investimento, até chegar o momento do negócio. Comprar à vista é sempre o ideal, mas se não conseguir fugir do financiamento, ao menos dê uma entrada igual ou maior que 50% e negocie taxas melhores no valor residual.

Faça diversas cotações e no caso de financiamento, fique de olho no CET (Custo Efetivo Total, que além dos juros, inclui outras taxas e encargos). Se você não tem pressa na troca, os consórcios podem ser mais vantajosos.

Por último, cuidar muito bem do seu carro lhe valerá um trunfo na hora da revenda, pois minimiza a depreciação e permite vantagem comercial.

SUCE$$O !!

Elaine Mello

Elaine Mello

Por Elaine Mello, da PYXIS_Academia de Investimentos

 

Presidente participa da cúpula Brasil-União Europeia, realizada em Bruxelas

Presidente do Conselho da UE, Herman Van Rompuy e Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso recebem a presidente Dilma Crédito: GEORGES GOBET / AFP /CP

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta manhã desta segunda-feira, em Bruxelas, na Bélgica, que a superação da crise na zona do euro “é fundamental para garantir o vigor da economia mundial”. “O Brasil tem interesse direto na recuperação da economia europeia, haja vista a diversidade e a densidade dos laços comercias e investimentos”, disse, ao lado do presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, e do Conselho Europeu, Herman Von Rompuy, em declaração conjunta após participar da cúpula Brasil-União Europeia.

Segundo Dilma, o Brasil resistiu aos efeitos “da pior crise mundial desde 1929″. “Nós resistimos a seus priores efeitos graças a políticas que garantiram emprego e renda”, destacou. A presidente garantiu ainda que o governo brasileiro considera que “política fiscal é e continuará sendo importante”.

Destacando feitos econômicos do seu governo, Dilma afirmou que o Brasil conseguiu manter a inflação dentro do controle, de acordo com o regime de metas estabelecido, e que o País alcançou uma melhora nas contas públicas. “Nosso sistema financeiro é sólido e nossas reservas estão em torno de US$ 376 bilhões”, afirmou. De acordo com a presidente, essa reserva dá “tranquilidade” ao Brasil para enfrentar novas turbulências.

A presidente exaltou ainda a ascensão de 42 milhões de brasileiros à classe média e a geração de 4,5 milhões de empregos entre 2011 e 2013. Segundo Dilma, “essa nova realidade brasileira justifica o importante fluxo de investimentos que recebemos nos últimos anos”.

Dilma afirmou que a participação de investidores privados europeus no Brasil tem sido muito importante. “O relacionamento comercial entre Europa e Brasil é especial”, afirmou, destacando os investimentos recíprocos. “A União Europeia continua sendo nosso principal parceiro”, disse. “E o Brasil tem se consolidado como importante investidor na União Europeia.

A presidente Dilma Rousseff aproveitou também a oportunidade para criticar e dizer que estranha a contestação da Europa na Organização Mundial do Comércio (OMC) de “programas essenciais para a economia brasileira”. “Eu me refiro ao Inovar-Auto e ao Programa da Zona Franca de Manaus”, disse. Segundo ela, o Inovar-Auto é um importante programa tecnológico do Brasil e a Zona Franca é “fundamental para conservarmos a floresta (amazônica) em pé”.

Para Dilma, é estranho que a União Europeia conteste a proposta da Zona Franca de Manaus, que é focada em uma produção ambientalmente limpa. “A Zona Franca de Manaus não é uma zona de exportação. É de produção para o Brasil e nela se gera emprego e renda”, destacou.

A presidente destacou ainda que a região, que tem a maior floresta tropical do mundo, precisa ser preservada também por questões ambientais, como evitar a emissão de gases de efeito estufa. “Portanto, ela (a zona Franca) tem um objetivo, que é evitar o desmatamento”, reforçou.

Do Correio do Povo

A presidenta diz que a produção de grãos no Brasil será recorde este ano. Wilson Dias/Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (17) que a produção brasileira de grãos será recorde em 2014 e deve atingir mais de 193 milhões de toneladas, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento. “O Brasil vai alcançar, com esse recorde, a liderança mundial na produção de soja, mostrando a força da agricultura brasileira, o que é muito importante para o crescimento do país, também para o abastecimento interno, para as exportações brasileiras e, assim, para o saldo da balança comercial”.

No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma informou que a safra recorde de 2013/2014 é o resultado do esforço conjunto dos produtores, do desenvolvimento de novas tecnologias para o campo e do apoio dado pelos programas do governo aos agricultores. “Nós colocamos R$ 136 bilhões à disposição dos médios e dos grandes produtores rurais para a safra 2013/2014. Nós colocamos também R$ 21 bilhões para a agricultura familiar”, disse.

Segundo a presidenta, dos R$ 136 bilhões para o agronegócio, mais de R$ 91 bilhões de crédito já foram contratados pelos produtores. Ela destacou que houve um aumento de 50% em relação ao que foi contratado no mesmo período de 2012.

Dilma ressaltou que foi possível alcançar esse resultado porque o governo, além de aumentar o crédito, reduziu os juros e ampliou os prazos do financiamento. Ela lembrou o Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Modefrota), que permitiu uma verdadeira transformação na agricultura por meio do crédito barato para a compra de máquinas mais modernas.

A presidenta informou que apenas os empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e de outros fundos para a compra de máquinas e equipamentos já somam R$ 8,7 bilhões ainda na metade da safra. De acordo com ela, 83 mil máquinas agrícolas foram vendidas no ano passado, um crescimento de mais de 18% em relação a 2012. “Nas últimas duas décadas, nossa produção de grãos aumentou 221%, enquanto a área plantada cresceu 41%”.

Dilma disse que o governo tem um programa específico para os médios produtores, o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). “Para financiá-los, nós colocamos mais de R$ 13 bilhões de crédito com juros reduzidos. Baixamos os juros de 5% para 4,5% ao ano e ampliamos os limites de financiamento”. Segundo a presidenta, R$ 9,3 bilhões de crédito já foram contratados pelos médios produtores nesta safra. “Um terço desse crédito foi usado na compra de máquinas e na melhoria das propriedades”.

Para apoiar os agricultores na adoção de práticas sustentáveis de produção, Dilma destacou que foi criado o Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) que, nesta safra, já tem R$ 4,5 bilhões disponíveis. “Com o Programa ABC, os agricultores têm crédito em condições muito favoráveis: juros de 5% ao ano e prazos de pagamento entre cinco e oito anos”, disse. Os objetivos do programa são diminuir a emissão de gases de efeito estufa, preservando os recursos naturais, e elevar a produtividade da agricultura.

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O Sovereign Grant financia os deveres oficiais da rainha (Foto: Reuters)

Comissão parlamentar critica Casa Real por rombo de R$ 8,4 mi em contas de Elizabeth 2ª e sugere extensão de abertura de Buckingham a visitantes.

O Palácio de Buckingham deveria ser aberto para receber visitantes pagantes quando a rainha não estiver na residência, sugere um relatório preparado por uma comissão do Parlamento britânico.

O Comitê de Contas Públicas fez a sugestão após analisar os gastos da Casa Real, departamento que gerencia e administra os negócios oficiais da rainha Elizabeth 2ª.

O relatório concluiu que as contas deixaram um rombo de 2,3 milhões de libras (cerca de R$ 8,4 milhões) no Sovereign Grant, fundo de 31 milhões de libras (cerca de R$ 124 milhões) de dinheiro público dado à rainha todo ano para gastar em suas funções oficiais.

O dinheiro, repassado pelo Tesouro, é usado para pagar os gastos com compromissos oficiais, funcionários e a manutenção dos palácios. O rombo teve que ser coberto com um fundo de reserva.

O comitê criticou a Casa Real pelo rombo. A presidente do comitê, a deputada trabalhista Margaret Hodge, disse que havia ‘enorme margem para poupança’ nos gastos da monarca.

“Não estamos acusando ninguém de desregramento, o que estamos dizendo é que não achamos que a rainha esteja sendo bem servida pela Casa Real e pelo Tesouro”, disse a deputada trabalhista ao programa Today, da Radio 4 da BBC.

Para Hodge, a Casa deveria mostrar “mais firmeza” na elaboração de contingências para lidar com rombos e orçar custos de reformas e consertos, e o Tesouro teria o “dever de estar ativamente envolvido em revisar os planos e a administração financeira da Casa”.

Hodge disse que a Casa Real escapou das medidas de austeridade impostas ao setor público, reduzindo os gastos em apenas 5% nos últimos seis anos.

“Eles mantiveram a mesma quantidade de funcionários que tinham há cinco anos, por isso acho que eles podem colocar mais dinheiro, e eles certamente devem lidar com as propriedades do patrimônio histórico.”

Ela acrescentou: “A rainha pode atrair renda, com os visitantes do Palácio de Buckingham, mas o Palácio de Buckingham está aberto apenas 78 dias por ano, e recebe apenas cerca de meio milhão de visitantes.”

“Compare isso com a Torre de Londres – eles recebem mais de 2 milhões de visitantes.”

Ela disse que aumentar o número de visitantes anuais ajudaria a pagar por melhorias para reduzir as contas de electricidade e gás, e serviria para financiar melhorias tanto para o Castelo de Windsor quanto para o Mausoléu da rainha Victoria e do príncipe Albert, que está esperando há 18 anos por reparos.

As “salas de Estado” do Palácio de Buckingham – projetadas para monarcas “receberem, recompensarem e entreterem seus súditos e dignitários em visita’” – são abertas ao público pagante todo ano durante agosto e setembro, desde 1993.

Inicialmente, essa receita ajudou a pagar pela restauração do castelo de Windsor, que foi danificado por um incêndio em novembro de 1992, e hoje vai para a instituição de caridade Royal Collection Trust, que administra a Royal Collection – “uma das coleções de arte mais importantes do mundo”.

O Sovereign Grant foi de 31 milhões de libras (R$ 124 milhões) no ano passado e deve subir para 37,9 milhões de libras (cerca de R$ 151 milhões) em 2014-15.

Do G1

Cuba

Em seu primeiro compromisso oficial em Cuba, nesta segunda-feira (27), a presidenta Dilma Rousseff classificou como injusto o bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos a Cuba desde os anos 60. “Mesmo sendo submetido ao injusto bloqueio econômico, Cuba gera um dos três maiores volumes de comércio do Caribe”, lembrou a brasileira durante discurso de inauguração da primeira etapa do Porto de Mariel, a 45 quilômetros de Havana, capital do país.

O porto custou US$ 957 milhões e, deste total, US$ 682 milhões foram financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo o Blog do Planalto, para liberar o financiamento, o banco exigiu como contrapartida que, pelo menos, US$ 802 milhões fossem gastos no Brasil, na compra de bens e serviços nacionais. Os presidentes Evo Morales (Bolívia) e Nicolas Maduro (Venezuela), participaram da inauguração.

A área do porto equivale a 450 quilômetros quadrados e, durante sua construção, foram criados 150 mil empregos no Brasil, diretos e indiretos. Segundo Dilma Rousseff a expectativa é que com a entrada em operação do porto e da Zona Especial de Desenvolvimento de Mariel o desempenho de Cuba aumente substancialmente.

A presidenta adiantou que o BNDES vai financiar a segunda etapa de construção do porto com US$ 290 milhões. “Várias empresas brasileiras manifestaram interesse em instalar-se na zona especial”, garantiu.

Outro ponto destacado por Dilma foi o pontencial de comércio entre os dois países. Segundo ela, há “grandes oportunidades de desenvolvimento” nos setores de equipamentos para a saúde, medicamentos e vacinas. “O Brasil quer se tornar um parceiro econômico de primeira ordem para Cuba. Acreditamos que uma maneira de estimular a aliança é aumentar o fluxo bilateral de comércio”, disse a presidenta, que vai enviar um grupo de empresários brasileiros a Cuba.

Dilma aproveitou a cerimônia para agradecer o envio de profissionais para o Programa Mais Médicos. Desde o lançamento do programa, Cuba enviou 5,3 mil médicos para trabalhar nas periferias de grandes cidades e interior do Brasil. “A participação dos médicos cubanos é amplamente aprovada pelo povo brasileiro e é uma prova efetiva de solidariedade e coooperação que preside a relação entre os nossos países”, reforçou.

Amanhã (28) a presidenta participa da abertura da Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos. O encontro marca a volta de Cuba aos organismos de integração regional. O país foi suspenso da Organização dos Estados Americanos em 1962, e agora ressurge como país anfitrião da cúpula, que vai reunir 33 chefes de Estado e de governo e tem como tema a redução da pobreza e o combate às desigualdades regionais.

Da EBC

A presidente Dilma Rousseff durante discurso nesta sexta-feira (24), no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça (Foto: Roberto Stuckert Filho / PR)

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (23),em pronunciamento no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), que os países emergentes continuarão a ter papel estratégico na economia global, liderando em capacidade de investimento e consumo.

Dilma participa pela primeira vez do evento, que recebe chefes de Estado e líderes empresariais das principais economias mundiais. A estreia da presidente no Fórum acontece em um momento de pouca confiança dos investidores internacionais com o futuro de diversos países emergentes, cujo crescimento indica desaceleração.

Segundo Dilma, é apressada a tese que, depois da crise econômica mundial, as economias emergentes serão menos dinâmicas. “O horizonte dos emergentes aponta na direção das oportunidades.”

A presidente disse que a confiança é indispensável para que o mundo se recupere completamente da crise financeira global de 2008, “a mais profunda e complexa desde 1929″, disse.

“A saída definitiva da crise requer enfoque que não privilegia apenas o curto prazo. É imprescindível resgatar horizonte de médio e longo prazos.”

Dilma citou também as manifestações que ocorreram no país em junho de 2013, e disse que seu governo não reprimiu, mas, pelo contrário, “ouviu e compreendeu a voz das ruas”. “Criamos cidadãos com mais consciência e parte deles esteve nas manifestações de junho. Essas manifestações fazem parte do processo democrático”, disse.

A presidente aproveitou o discurso para reiterar que o Brasil está preparado para receber a Copa do Mundo deste ano.

Dilma aponta Brasil como ampla fronteira de negócios

A presidente focou parte do seu discurso nas oportunidades de negócios que o país oferece.

“O Brasil é hoje uma das mais amplas fronteiras de oportunidades de negócios. Nosso sucesso nos próximos anos estará associado à parceria com os investidores de todo o mundo”, disse.

Ainda segundo a presidente, o Brasil sempre recebeu bem o investimento externo em seu governo.

“Meu governo adotou medidas para facilitar ainda mais essa relação. Aspectos da conjuntura recente não devem obscurecer essa realidade. Como eu disse até aqui o Brasil precisa e quer a parceria com o investimento privado nacional e externo”, afirmou.

Dilma disse ainda que o Brasil está empenhado nas negociações do Mercosul com a União Europeia para acordos comerciais.

Dilma diz que inflação e despesas do governo estão sob controle

A presidente afirmou, ainda, que a inflação brasileira está sob controle.

“A inflação permanece sob controle desde 89 e segue o regime de metas. Nos últimos anos, perseguimos o centro da meta e trabalhamos para lograr a meta. Os resultados estão dentro do limite do regime monetário”, disse.

Segundo Dilma, “as elevadíssimas taxas de inflação dos anos 80 e 90 ensinaram o poder destrutivo do aumento dos preços”.

“A estabilidade é hoje um poder central da nossa moeda e da nossa nação”, afirmou.

De acordo com a presidente, as despesas do governo federal em seu mandato estão controladas, e, como consequência, isso levou à diminuição da dívida do setor público.

(Com Reuters)

Do UOL

Fórum Econômico Mundial – Davos

A participação da presidenta Dilma Rousseff no Fórum Econômico Mundial é esperada ansiosamente por 2.500 líderes políticos, de negócios, da sociedade civil e da academia. A afirmação é do fundador e presidente executivo do Fórum, Klaus Schwab. O evento foi aberto hoje (22) em tom de cautela com relação à recuperação econômica global.

Em entrevista ao Blog do Planalto, Schwab disse esperar que Dilma discorra sobre as políticas que está preparando para que os pobres não sejam excluídos do desenvolvimento econômico. Além disso, o idealizador do encontro disse que ele e os participantes estão “ávidos para ouvir a presidenta sobre suas políticas de inclusão social, porque a inclusão social é o problema que está em mente para os participantes do fórum anual em Davos”.

A presidenta participa do evento na sexta-feira (24), quando vai discursar na plenária e se reunir com representantes do setor privado. Dizendo que o Brasil tem um futuro “bastante promissor”, o presidente do Fórum afirmou querer saber “como o Brasil vai assumir seu papel como uma grande potência no mundo”.

“Nós também estamos ansiosos por ouvir dela sobre suas políticas futuras, que precisam relançar objetivos e, ao mesmo tempo, garantir que todos os pobres que hoje são deixados à margem do desenvolvimento econômico serão integrados ao sistema de bem-estar social”, declarou Klaus Schwab.

Com o tema A Reconfiguração do Mundo: Consequências para Sociedade, Política e Negócios, a reunião anual do Fórum vai discutir o crescimento inclusivo, a inovação e as expectativas da sociedade e sustentabilidade. O evento reúne, desde 1971, lideranças governamentais, empresários e acadêmicos em discussões sobre os principais temas da agenda internacional.

Da Agência Brasil
Michelle Bachelet - Foto: independenciasulamericana.com.br

Michelle Bachelet – Foto: independenciasulamericana.com.br

A presidenta Dilma Rousseff telefonou há pouco para a presidenta eleita do Chile, Michelle Bachelet, para cumprimentá-la pela vitória nas eleições de ontem (15).

A presidenta cumprimentou Bachelet pelo “ótimo desempenho nas eleições presidenciais chilenas”. A socialista obteve 63% dos votos no segundo turno, derrotando a adversária Evelyn Matthei. Bachelet é a primeira mulher a ser reeleita no Chile, após governar o país entre 2006 e 2010.

Segundo a assessoria de imprensa do Planalto, a ligação durou cerca de cinco minutos e Dilma manifestou o desejo de que o “Brasil e Chile possam trabalhar juntos por uma América do Sul cada vez mais forte”. De acordo com o Blog do Planalto, a presidenta brasileira também confirmou presença na posse de Bachelet, marcada para 11 de março de 2014.

“Bachelet agradeceu o telefonema e disse que pretende trabalhar em estreita parceria com o Brasil após assumir a Presidência do Chile”, informa o blog.

Pela manhã, Dilma disse, pelo Twitter, que Brasil e Chile têm muito a cooperar e construir juntos e que está certa de que seu governo e o de Bachelet vão aprofundar ainda mais as relações entre os dois países.

Da Agência Brasil 

Ig
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