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Arquivos para a ‘Coluna Saúde’ Categoria

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A cirurgia de reconstrução de mama em casos de mutilação decorrente do tratamento de câncer agora é lei no Distrito Federal. O governador Agnelo Queiroz sancionou a resolução no Diário Oficial desta quinta-feira (16/2).

De acordo com o coordenador de Cirurgias Plásticas da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF), Marcelo Gea, apenas em 2011 foram realizadas 165 cirurgias de implante de próteses mamárias. “Acreditamos que até o fim deste ano iremos acabar com as filas de espera para implantes mamários no DF”, afirma.

Dados da Secretaria de Saúde informam que a média de cirurgias nos anos de 2009 e 2010 somou cerca de 70 procedimentos por ano. Estima-se que cerca de 120 mulheres estejam à espera da colocação de implantes.

Marcelo Gea afirmou que está previsto para a Semana da Mulher, entre os dias 5 e 9 de março, um mutirão para a reconstrução de 50 mamas retiradas por conta do tratamento de câncer.

Em casos de mutilação, a cirurgia é realizada gratuitamente pela rede pública de saúde do DF. As próteses são fornecidas pelo próprio Sistema Único de Saúde, que supervisiona a qualidade do material.

Do Correio Braziliense

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O Senado realiza, neste momento, audiência pública para debater a saúde da mama e os problemas causados pela prótese de silicone da marca francesa Poly Implant Prothese (PIP) e da marca holandesa Rofil.

A reunião – que acontece na sala 9 da Ala Alexandre Costa – é promovida por duas comissões da Casa: a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

Entre os convidados para o debate estão representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Conselho Federal de Medicina, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da Associação Brasileira de Medicina de Grupo, da Sociedade Brasileira de Mastologia e da Associação das Vítimas da PIP.

A audiência foi solicitada pelos senadores Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Ana Amélia (PP-RS) e Paulo Paim (PT-RS).

Da Agência Senado

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Mulheres que têm que enfrentar um tratamento de câncer na gravidez podem ficar mais tranquilas quanto ao risco de o bebê ser afetado pela quimioterapia.

Uma série de estudos publicados hoje no periódico “Lancet” mostra que crianças expostas à quimioterapia na gestação se desenvolvem tão bem quanto crianças da população geral.

Uma em cada mil gestações é afetada pela doença, mas a tendência é que essa incidência aumente, já que mais mulheres têm deixado a gravidez para depois dos 30 e o risco de câncer aumenta com a idade.

Uma das pesquisas envolveu 68 mulheres grávidas que tiveram diferentes tipos de câncer e receberam químio, cirurgia e/ou radioterapia.

As crianças foram examinadas logo após o parto e periodicamente até os 18 anos. Os testes incluíam exames neurológicos, eletrocardiogramas, audiometrias e testes de aprendizagem, função cognitiva e atenção.

Os únicos que mostraram um atraso no desenvolvimento cognitivo foram os que nasceram prematuros e, por isso, já tinham maior risco de apresentar essa diferença.

Tratamento

O tratamento da gestante com câncer precisa de cuidados a mais. A químio só deve ser feita após o primeiro trimestre para evitar o risco de malformação do bebê –antes disso, só pode ser feita a cirurgia para retirar o tumor.

A última sessão de químio deve ser feita pelo menos três semanas antes de o bebê nascer. E, como não há estudos sobre os efeitos da radioterapia, é recomendável deixá-la para depois do parto.

Segundo os autores, a estratégia de prorrogar o tratamento para depois do parto não deve ser colocada em prática, assim como antecipar o nascimento para iniciar a quimioterapia. “Isso não ajuda a mãe em nada e, pior, pode causar sequelas no bebê”, diz Max Mano, coordenador do ambulatório clínico de câncer de mama na gestação do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira).

Da mesma forma, o abortamento não muda o prognóstico da mulher no caso de câncer de mama. Mas, em algumas situações mais graves, isso pode ser discutido, como em câncer de colo de útero, leucemias e linfomas.

Mano afirma ainda que o estudo vai deixar gestantes e médicos mais seguros.

“Muitos médicos têm uma posição conservadora e recomendam o abortamento.”

Segundo Mano, as conclusões são tranquilizadoras. “Parte do medicamento cruza a placenta. Um dos nossos medos era de que o coração do bebê fosse afetado.”

No estudo, foi observado um batimento cardíaco um pouco mais acelerado nessas crianças, mas elas não tinham arritmia ou qualquer outra anormalidade.

Mano afirma, porém, que não se sabe ainda o que vai acontecer quando essas pessoas tiverem 50 anos e um risco cardiovascular maior.

Da Folha.Com

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O Procon pode propor ação civil pública contra reajuste de plano de saúde privado, de acordo com decisão do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Antonio Carlos Ferreira, divulgada nesta quarta-feira pela assessoria de imprensa do tribunal. A decisão foi proferida em processo do Procon do DF contra a Assistência Médica Internacional (Amil) por aumento superior a 25% na mensalidade dos associados.

Segundo a decisão, a legitimidade do Procon está respaldada no Código de Defesa do Consumidor (CDC), que diz que entes federados e associações podem propor ação em defesa dos direitos dos consumidores.

Conforme a assessoria do tribunal, a jurisprudência do STJ também afirma o cabimento de ação civil pública e o fato de o número de beneficiados ser limitado não muda a relevância social do interesse que o Procon busca proteger. Procurada, a Amil não se manifestou sobre o processo ou sobre o reajuste nas mensalidades do plano de saúde.

Do Terra
A ex-modelo Katie Piper

A ex-modelo Katie Piper sofreu mais de cem cirurgias após agressão.A ex-modelo e apresentadora britânica Katie Piper, 29, que ficou parcialmente cega após ser atacada com ácido, recuperou a visão após cirurgia com células-tronco. Piper, que já passou por mais de cem cirurgias, sofreu queimaduras de terceiro grau e ficou desfigurada depois que um homem, pago pelo ex-namorado dela, jogou ácido sulfúrico em seu rosto, em 2008.

 Apesar da maior parte das cicatrizes terem sumido, o olho esquerdo da ex-modelo continuava prejudicado. Piper contou à BBC que não enxergava silhuetas e tinha uma péssima noção de profundidade.

Piper escreveu no site da fundação que criou para ajudar vítimas de queimaduras, a Katie Piper Foundation, que passou três anos e meio tentando aceitar que sempre seria cega de um olho até ouvir falar sobre uma cirurgia pioneira que tinha o potencial de restaurar sua visão com células-tronco. “Eu entrei em contato com o médico responsável e me apresentei como voluntária para ser uma das poucas pessoas no mundo a passar pelo tratamento, que envolvia colocar células-tronco diretamente no meu olho”, diz a britânica.

A cirurgia

A cirurgia foi realizada no Queen Victoria Hospital, no condado de West Sussex, no sudeste da Inglaterra. Os médicos usaram tecidos da córnea de um doador anônimo para desenvolver as célular, costuradas posteriormente ao olho de Piper. Depois, o olho dela foi coberto com uma membrana amniótica que envolve o embrião dentro do útero e que foi doada por mulheres que passaram por cesáreas.

“Eu já tinha me resignado (com a perda da visão em um olho). Agora, ter isso restaurado é uma sensação maravilhosa”, afirma.

Do Yahoo

 

 

 

Prótese defeituosa da PIP retirada de paciente na França: implantes podem romper por terem sido fabricados com material inapropriado Foto: REUTERS/Eric Gaillard

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou ontem a súmula que assegura aos beneficiários das operadoras de planos de saúde a realização, sem nenhum custo extra, da cirurgia reparadora de troca das próteses mamárias preenchidas com material irregular das marcas Poly Implants Prothese (PIP) e Rofil. Os convênios que se recusarem a custear os novos implantes serão multados em até R$ 80 mil por paciente. De acordo com a norma, os planos de saúde seguirão as mesmas diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS).

Em nota, a ANS ressalta que a Súmula 22, responsável pela inclusão dos implantes mamários PIP e Rofil no rol de cirurgia reparadora com o fornecimento de uma nova prótese é voltada para todos os usuários de planos de saúde, com exceção dos convênios firmados antes da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, ou daqueles que possuam cláusula expressa da cobertura de próteses. A justificativa do Ministério da Saúde para inserir o procedimento nesse setor é de que esse é um caso de saúde pública, uma vez que uma prótese rompida, ou o vazamento do silicone, pode causar inflamação, dor, inchaço e deformidade do local.

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que representa 15 grupos de operadoras privadas de assistência à saúde, incluindo o Grupo Amil, a Golden Cross e a Unimed, afirmou, por meio de nota, que suas afiliadas vão cumprir o entendimento descrito em caráter excepcional na súmula da ANS. No entanto, a federação argumentou que examinará com mais profundidade o alcance e os impactos da norma.

No último dia 13, quando a mudança de caráter da cirurgia foi anunciada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (Unidas) também informou que orientaria as afiliadas a seguirem a regra. “Na medida em que o rompimento da prótese pode acarretar um problema de saúde para a mulher, tanto o plano de saúde como o Sistema Único de Saúde têm que estar abertos (para recebê-la)”, disse Padilha. Porém, a presidente da entidade, Denise Eloi, afirmou que estudaria melhor a proposta, já que ela implica em um gasto que não estava previsto.

O presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, José Horácio Aboudid, reforça a indicação para que as pacientes procurem os médicos que realizaram o implante. “Os cirurgiões estão solidários com a situação das pacientes em relação às próteses e estão reoperando sem cobrar honorários”, destacou. Aboudid lembra que não existe correria para retirar a prótese.

“Não há nenhum indicativo de que esse procedimento deve ser feito obrigatoriamente. Toda cirurgia tem um risco. Continuamos indicando para que sejam trocadas apenas as próteses com rupturas”, frisou.

No DF

Na segunda-feira, o Ministério da Saúde publicou em seu site a lista com os 371 serviços de saúde habilitados em cirurgia reparadora pelo SUS que as pessoas com os implantes PIP e Rofil devem procurar para a avaliação médica.

No Distrito Federal, oito hospitais públicos estão habilitados. A estimativa da Subsecretaria de Atenção à Saúde (SAS) do DF é de que, das 19,5 mil pessoas que utilizam essas próteses no país, 110 estariam na capital federal. A maior concentração dos implantes PIP e Rofil encontra-se nas regiões Sul e Sudeste, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

De acordo com a SAS-DF, será criado um ambulatório no Hospital Regional da Asa Norte (Hran) para atender as pacientes que forem encaminhadas pelos cirurgiões do serviço privado.

Avaliação

As diretrizes do Ministério da Saúde afirmam que as pacientes devem procurar o médico, de preferência o que realizou o implante, para fazer uma avaliação, que inclui exame físico e, se necessário, de imagem. Cada caso será analisado separadamente, porém, quem apresentar sintoma de ruptura deverá ser submetida à cirurgia reparadora. As demais pacientes serão acompanhadas e reavaliadas a cada três meses.

Produto adulterado

Jean-Claude Mas Foto: AFP

Em 23 de dezembro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou uma nota instruindo as pessoas que utilizam próteses mamárias da marca francesa Poly Implant Prothese (PIP) a uma avaliação clínica. Esses implantes foram preenchidos com silicone industrial, que, em contato com a pele, pode causar inflamação. Em seguida, o registro da marca foi cancelado e a comercialização suspensa, a exemplo do que ocorreu na França, onde começou o escândalo que se espalhou pelo mundo.

No início deste mês, o Correio noticiou que as próteses da marca holandesa Rofil, que foram fabricadas com a mesma matéria-prima utilizada na PIP, também tinham sido comercializadas no Brasil. A Anvisa confirmou que, além de ter registrado reclamações com relação à PIP, recebeu queixas contra a Rofil e estendeu as recomendações aplicadas à PIP às mulheres que utilizam implantes da marca holandesa.

A Anvisa argumenta que a própria agência foi enganada, pois os documentos apresentados para certificação do material confirmavam a boa qualidade, mas o produto vendido era diferente. Após a Interpol emitir um alerta internacional no fim do ano passado, Jean-Claude Mas (foto), 72 anos, foi preso. Ele é alvo de duas investigações judiciais na França, por “falsificação agravada” e “lesão corporal e homicídio culposos”.

O empresário confessou à polícia que produziu um gel de silicone adulterado e modificou a composição das próteses porque pretendia diminuir os custos e “aumentar a rentabilidade da empresa”. Hoje, ele responde aos processos em liberdade.

Do Correio Braziliense

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou um hotsite que concentra informações sobre implantes mamários com próteses de silicone.

Estão disponíveis informações técnicas e alertas sobre o uso das próteses e orientações para pacientes e médicos de procedimentos para diagnóstico e para os casos de reação adversa e eventual necessidade de remoção.

O hotsite ainda permite que as pacientes e os médicos encaminhem notificações sobre a prótese implantada e o relato de qualquer ocorrência. Há ainda link para a consulta pública, no ar até 17 de fevereiro, sobre a resolução que a Anvisa adotará tornando obrigatória a realização de testes para todas as remessas de implantes mamários que chegarem ao país.

A Anvisa cancelou o registro das próteses mamárias das marcas PIP (fabricada na França) e Rofil (fabricada na Holanda) devido a adulterações do produto e o risco à saúde. A agência mantém também uma central de atendimento pelo telefone 0800-6429782.

Da Agência Brasil

Achar um espaço na agenda de Janete é muito difícil. Neste dia por exemplo, ela tentava conseguir mais uns minutos na jornada para receber um grupo de técnicos,de Londres, em passagem pela cidade.

A atribulação é tamanha que você imagina que será recebida corretamente, claro, mas premida pelo tempo, entre um compromisso e outro.

Apesar da chuva e do engarrafamento gigantesco na cidade, não houve atrasos. Chegamos para entrevistá-la, meia hora antes do combinado e tivemos a oportunidade de testemunhar uma cena que explica a diferença do Sabin como empresa premiada com o Best Place to Work, muitas vezes.

Era dia do aniversário de uma funcionária e a festinha já estava armada, com cartazes nas paredes, balões, violão, o já famoso pão de queijo quentinho e a presença carinhosa da diretora.

Nesta entrevista ela nos conta como começaram, ela e  Sandra, que infelizmente não pode vir para o bate-papo. Fala também do percurso que traçaram, dos prêmios, do reconhecimento nacional e dos planos para o futuro.

O que salta aos olhos, ao lado da competência técnica e empresarial, é o carinho com que essas mulheres se dedicam ao seu trabalho, colaboradores e aos que, como nós, se interessam por essa realização.

Foi um prazer que desejamos compartilhar.

Por Gianna, com a colaboração e imagens de Fernando.

Nos EUA, oito em cada dez praticantes do Yôga são mulheres, segundo a revista Yoga Journal.

O filme/documentário YogaWoman, mostra como o Yôga entrou na vida das mulheres, desde Manhattan até o Kênia passando por vários países, e o seu poderoso impacto na saúde, na forma física e no bem estar emocional de milhões de pessoas. Enfim, narra esse fenômeno de massas cuja expansão atinge pessoas famosas como Gwyneth Paltrow, Madonna, Minnie Driver, entre outras tantas celebridades.

Quem pratica o Yôga sabe que ele é ótimo para “esvaziar o cérebro” quando você está com a cabeça cheia – sua mente se tranquiliza e você consegue baixar o seu ritmo.

Em suas declarações, Madonna já disse que para ela “o Yôga é uma metáfora da vida. Você o tem que praticar devagar, sem pressa, não pode ir logo para a próxima postura… respirar e deixar-se ir… É um exercício para a mente, o corpo e para tua alma”.

Pelo que vi no trailler do documentário, ele mostra declarações de instrutoras famosas, como, por exemplo, Cyndi Lee e Sharon Gannon. Será que deixaram espaço para instrutoras não tão famosas, mas que de igual forma fazem parte dessa nova geração de professoras dinâmicas?

Do A Simplicidade das Coisas

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O Ministério da Saúde avalia vacinar meninas de 9 anos a 13 anos contra o HPV, o papilomavírus humano, causador do condiloma acuminado, doença sexualmente transmissível que pode provocar câncer de útero. A informação é do secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.

O HPV pode atingir mulheres de qualquer idade. No entanto, a ideia é imunizar adolescentes que ainda não iniciaram a vida sexual. A vacina não tem eficácia em mulheres adultas, com vida sexual ativa, que já foram expostas à infecção pelo HPV, segundo o secretário. A prevenção, nesse caso, deve ser feita por meio do exame papanicolau, que identifica o câncer no colo do útero.

Barbosa estima um custo anual de R$ 600 milhões para incluir a vacina contra HPV no calendário de imunização das adolescentes. O equivalente a um terço do que o governo gasta com todas as vacinas, segundo o ministério.

O secretário participou de debate na Comissão de Assuntos Sociais do Senado sobre projeto de lei da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) que prevê vacinação gratuita contra o HPV para o público feminino na faixa etária de 9 anos a 40 anos.

Atualmente, existem mais de 100 tipos de HPV – alguns deles podem provocar câncer, principalmente no colo do útero e do ânus. De acordo com o ministério, a infecção pelo HPV é comum e na maioria dos casos não resulta em câncer. A principal forma de transmissão é pela relação sexual sem preservativo. Os sintomas frequentes são verrugas nos órgãos genitais.

Da Agência Brasil