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O UNIFEM está realizando hoje, dia 09 de Agosto em São Paulo o evento “Mídia e Mulheres na Política”
Data: 9 de agosto – segunda-feira
Local: Feller Hoteis – Rua São Carlos do Pinhal, nº 200 – Bela Vista – fone: (11) 3016.7500 – SP (próximo da Av. Paulista, altura do nº 900)
Programação:
9h Eleições 2010: A Presença das Mulheres
Expositores/as (10 min. p/ cada expositor/a)
Albertina de Oliveira Costa – socióloga, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas e diretora do Instituto Patrícia Galvão
José Eustáquio Diniz Alves – demógrafo, professor da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE / IBGE
Maria Betânia Ávila – socióloga, coordenadora do SOS Corpo – Instituto Feminista para a Democracia
9h30 Debates
10h30 Mesa 1 – O Poder de Voto das Mulheres
Fátima Pacheco Jordão – socióloga, especialista em pesquisa de opinião. Fundadora do Instituto Patrícia Galvão, é assessora de pesquisa da TV Cultura.
Gustavo Venturi – cientista político, professor de sociologia da USP.
Cristiana Lôbo – jornalista, analista política do Globo News.
Debatedor: José Moroni – sociólogo, Instituto de Estudos Socioeconômicos – Inesc
Coordenação: Nilza Iraci – comunicadora social, Geledés – Instituto da Mulher Negra
11h30 debates
13h Almoço
14h Mesa 2 – Mídia e Eleições Estaduais
A cobertura das candidaturas de mulheres
Leonardo Cavalcanti – editor de política, Correio Brasiliense
Lázaro Moraes – editor de política, O Liberal – Belém
Rosane de Oliveira – editora executiva de política e colunista, Zero Hora – Porto Alegre
Debatedora: Taís Ladeira – jornalista, Empresa Brasil de Comunicação – EBC
Coordenação: Isabel Clavelin – jornalista, UNIFEM Brasil e Cone Sul (ONU Mulheres)
15h debates
15h30 Mesa 3 – Mídia e Eleição Presidencial
Claudia Belfort – editora-chefe de política, Jornal da Tarde – SP
Luiz Rila – jornalista e coordenador da cobertura política de eleições, Estado de S. Paulo
Eliane Cantanhede – colunista, Folha de S. Paulo
Debatedora: Celi Regina Jardim Pinto – cientista política, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Coordenação: Maria de Lourdes Rodrigues – socióloga, Instituto Patrícia Galvão
16h30 debates
17h Encerramento
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Diferenças entre generos na hora de produzir videos para divulgação na internet
O vídeo está em inglés, mas vale a pena conferir:
Do blog Get in Front Blogging
Ato promove candidata ao criar uma versão on-line do “panelaço”.
O comitê de campanha de Marina Silva promoveu terça-feira dia 20, um “twitaço”. Vendida como versão cibernética do velho panelaço, a iniciativa rendeu à candidata a ultrapassagem de uma marca. No meio da tarde, 15h25, o microblog de Marina logrou ultrapassar a fronteira dos 100 mil seguidores. A coisa ecoou no exterior. De passagem por São Paulo, Marina abriu espaço na agenda para conferir os resultados da mobilização.Foi a uma lan house, na Rua Augusta. Mais tarde, soltou fogos no próprio twitter: “Feliz coincidência: no dia do Twitaço, cruzamos a marca de 100 mil…” Na madrugada desta quarta (21), também o presidenciável tucano José Serra saboreou uma mudança de patamar no twitter. Anotou: “Êpa, olhei para o lado e vi: hoje passamos os 300 mil seguidores! Não sei identificar quem protagonizou a virada dos 200 para os 300…” Dilma Rousseff está no meio dos dois. Às 5h30 da matina, os seguidores da petista somavam quase 121 mil.
Com informações do JusBrasil
AINDA A BANDA LARGA NO BRASIL
por Hildeberto Aleluia
Jornalista
O governo federal finalmente veio a público e anunciou o projeto do país para a banda larga. Com estardalhaço, a velha mídia emoldurou os números. Dizem e anunciam que serão investidos até 13 bilhões de reais para levar internet rápida a 28 milhões de residências em todo o país, atingindo principalmente, as classes C e D. Isso equivaleria a beneficiar mais de 60 milhões de pessoas em cerca de 5 mil municípios do Brasil. O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) estaria destinado a reduzir em cerca de 70% o preço médio atualmente cobrado pelas concessionárias por uma assinatura de net rápida de um giga. Sairia por preços módicos, algo a partir de 15 a 20 reais, e assim seria possível levar internet rápida com baixo custo e alta velocidade para mais de 4 mil municípios, atendendo dessa forma a cerca de 80% da população distribuídas nos 26 estados mais o DF até 2014. A meta é elevar o número de domicílios ligados na banda larga de 13,5 milhões para 35 milhões daqui a 3 anos. Ao ser anunciado o plano as ações da velha Telebrás, a quem caberia a execução do projeto, subiram, num só dia, 48% na bolsa de valores de São Paulo. Muita gente ganhou dinheiro com isso. E ninguém ganhou banda larga.
A ideia do governo é boa, apesar da grita das teles, e a Telebrás é a única capaz de levar a banda larga ao interior do Brasil, não só por sua infraestrutura e capilaridade, como também pela capacidade de subsidiar aqueles que não poderão pagar. E sem banda larga espalhada por todo o país, o Brasil jamais poderá crescer o que se espera. Entre os aportes do tesouro, BNDES, recursos com origens em fundos e outros créditos, o governo espera aportar na nova empresa 13 bilhões de reais nos próximos 4 anos e assim atender as metas fixadas com ofertas que irão de velocidades de 1 megabit por segundo (Mbps), a provedores de até 230 reais e os provedores repassariam aos usuários acessos a partir de 35 reais por 216 kilobits por segundo (kbps) e acesso de 750 Kbps custaria 50 reais, em média. Essas velocidades são risíveis perto do que existe nos países de primeiro mundo e até na Letônia e Bulgária, no Leste Europeu, com banda larga muito melhor e mais barata que a nossa. Mas, como diz o ditado popular “quem não tem cão, caça como gato” e está muito bom.
Um pequeno detalhe, importante, foi omitido, nesse caso. A União Internacional de Telecomunicação, organização mundial que congrega os interesses das empresas de telecomunicações, espécie de FIFA do setor, em seus estatutos diz que a banda larga só é considerada a partir de 2 Mpbs . Não será o caso da nossa Telebrás. E por último temos o grave problema da Amazônia, onde se destaca o caso de Roraima que deverá ficar fora do programa. Nas expectativas mais otimistas do governo o alcance de Roraima pelo PNBL só se dará em 2014. Pensa-se em fornecer o serviço através da Venezuela por meio de sua rede de fibra ótica, já que a Venezuela é quem fornece a energia elétrica que abastece aquele Estado. No país de Hugo Chaves falta de tudo e com pouco se pode contar. Amazônia à parte, não será ela que irá impedir a caminhada do PNBL, apenas irá se juntar a centenas de outras localidades principalmente na zona rural onde a luz elétrica ainda é um sonho. A inclusão digital da região amazônica, sozinha, engole os 13 bilhões de reais previstos no programa.
As teles estão chiando, esperneando, gritando aos quatro cantos que o governo está rompendo o compromisso assinado por ocasião do programa de privatização da telefonia. Após o anúncio da criação da Telebrás as teles foram ao mercado e contrataram grandes escritórios de advocacia com o intuito de embarreirar o PNBL. Ora bolas, essas teles vendem banda larga no mercado a preços proibitivos e velocidades horrorosas. A banda larga no Brasil é uma das piores e mais caras do mundo. E mais, elas não têm condições de realizarem os investimentos necessários. Somente a título de ilustração, a OI não tem mais capacidade de endividamento junto ao BNDES, o grande agente financeiro do desenvolvimento nacional. A OI já foi até na China buscar financiamentos, está endividada nos quatros cantos e continua a vender serviços caros e ruins, reconhecidos até pela ANATEL, a agência reguladora do setor.
A TIM vende uma assinatura de 7 megas com modem para notebook e quando você vai usar, ela não passa de um mega. Esse logro se sucede em todas as companhias, isso sem contar que elas são as campeãs de reclamações por parte dos usuários em todo o tipo de serviço que vendem. É justo que o governo volte ao setor.
Agora o que não se discute, o que a grande mídia e o setor ignoram são os investimentos previstos para a Telebrás levar a banda larga para todo o país. Os 13 bilhões de reais previstos não dão para nada. Com esse dinheiro nunca teremos banda larga boa. Pois saibam que a Itália com menos de um quarto de nossa população e territorialmente 20 vezes menor vai investir nos próximos 10 anos, 10 bilhões de euros para levar a banda larga aos menos favorecidos. Os Estados Unidos irão investir no mesmo período 100 bilhões de dólares, isso mesmo que você leu, 100 BILHÕES DE DÓLARES, para o mesmo fim. Considere que o número de pobres na América é muito menor que o nosso e a banda larga prevista para esses dois países terá uma velocidade mil vezes maior que a nossa. Portanto, por enquanto, o nosso sonho de banda larga boa e barata é uma quimera.
Entenda o poder.com
Hildeberto Aleluia
Jornalista e professor da UNIVERCIDADE-(RJ)
Atenção mulheres. Descubram a Internet como o caminho mas curto para a vossa chegada ao poder. Recomendo a leitura de dois livros, e com eles vocês estarão na vanguarda das transformações dos meios de comunicação e dos efeitos, arrasadores, que a web vem causando na mídia tradicional,rádio,tv e jornal.
Primeiro A CAUDA LONGA, (Editora Campus), do jornalista americano Chris Anderson. Um livro sobre os negócios atuais e como a Internet interferiu e interfere no tradicional modelo de investimento e como vem mudando a face dos mercados. Você vai entender como o mercado de massa mudou para o mercado de nicho. Entenderá porque o mercado de comunicação e seus veículos sofrem a maior transformação que a história do homem já viu. E como a Internet transformou o mundo num lugar menor e muito mais interligado. Grandes idéias e novas oportunidades num livro magistralmente bem escrito e sucinto.
O outro chama-se CULTURA DA CONVERGÊNCIA, (Editora ALEPH). Num fascinante diagnóstico sobre as mídias tradicionais, e como a Internet tornou todas as mídias interativas e participativas, o autor, também americano, HENRY JENKINS mostra como essa revolução está acontecendo dentro de nossas casas e como a Internet obrigou a uma mudança no modelo de negócio e na produção dos meios de comunicação. Vai entender também onde a equipe do OBAMA foi beber para realizar a inteligente campanha presidencial. Não criaram nada, apenas incorporaram o que Hollyood já vinha fazendo com seus produtos. Vai entender também porque o Matrix e o Hery Potter são fenômenos de mídia. E naturalmente,entender porque as formas de fazer campanhas serão diferentes.
Estas leituras servem também para deixar a mulher capacitada a entender porque a Internet vai tardar a mudanças, no Brasil, justamente no voto.
O voto, entre nós ainda é de cabresto, de curral. Ou é de curral ideológico, onde a grande imprensa fabrica e protege os donos dessa votação, marcadamente de esquerda, ou de curral fisiológico, na base do favor, do dinheiro e da assistência. E o mais recente, o voto religioso, especialmente traduzido no voto evangélico que é o grande curral da fé, de norte a sul do país. São poucos, muito poucos,aqueles que se elegem em torno de um programa ou de idéias.Há,ainda,o curral da comunicação,traduzido naquele que dispõem do privilégio de defender seu ponto de vista através de um meio de comunicação, cativo, como uma TV, um programa de rádio, ou uma coluna nos grandes jornais. Ou ainda o voto que vai para as celebridades,atores,cantores e outros.
Agora mesmo está aí na Camara Federal o projeto do deputado Flávio Dino (PCdoB-MA), com astúcia e jeito, cheio de derivativos e outros quetais destinados a cercear a liberdade na rede. O projeto vem cheio de proibições. No fundo,as restrições irão beneficiar os tais currais,com seus donos e seus mandatos.E estes é que inlfluenciam o STE, Superior Tribunal Eleitoral que pensa em estabelecer limitações nas campanhas na rede na hora da regulamntação da Lei. Estes senhores estão a se arvorar em censores. E muitas vezes, sem intuir, estarão a criar dificuldades àqueles que irão romper as fronteiras com a nova mídia
Mesmo assim a Internet vai mudar isso. Com a leitura desses dois livros você vai estar habilitada a entender,interagir e participar, com armas modernas, desse novo mundo que vem por aí. A TV, o Rádio, o Jornal, como nós os conhecemos,deixarão de existir. Você saberá como.




