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"Ajudando as mulheres a liderar, vencer, governar."
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Pesquisa constata a relação entre o período de ovulação com jeito “sexy” de se vestir

Ciclo Lunar

Ciclo Lunar

Em período de ovulação, as mulheres se vestem melhor e compram roupas e acessórios para atrair um parceiro mas, também, para desencorajar as rivais, segundo estudo de marketing realizado por uma universidade americana e publicado na última segunda-feira (16).

Inconscientemente, as mulheres em período de ovulação vestem-se “para impressionar” não apenas os homens, mas as que poderiam ser suas rivais, afirma o estudo da escola de administração da Universidade de Minnesota (norte dos Estados Unidos).

O estudo, divulgado no Journal of Consumer Research, volta-se para estabelecer as ligações entre a compulsão de compra e fatores hormonais.

“O desejo que têm as mulheres, no momento importante de sua fecundidade, de escolher inconscientemente artigos que destacam sua aparência é movido pelo desejo de serem mais sedutoras que as rivais”, afirma Kristina Durante, autora da pesquisa que ouviu 269 mulheres.

“Se você é mais desejável que a concorrência, tem mais chances”, resume ela.

“Descobrimos que, quando estão em período de ovulação, as mulheres escolhem artigos de moda mais ’sexy’, tendo como ponto de referência outras mulheres sedutoras de seu entorno”, explica Kristina Durante.

Durante o estudo, fotografias de mulheres sedutoras moradoras nos arredores foram mostradas a mulheres em período de ovulação. Elas deveriam, em seguida, escolher roupas e acessórios.

“Descobrimos que as mulheres em período de ovulação compravam artigos mais sexy quando tinham na cabeça a imagem de mulheres sedutoras da vizinhança”, acrescentou a pesquisadora. “Se você mora em Nova York, outra mulher que mora em Los Angeles não será percebida como concorrente”.

Esta rivalidade com mulheres sedutoras da vizinhança é inconsciente. “Durante cinco a seis dias por mês, as mulheres que ovulam, são mais de um bilhão de consumidoras”, precisa o estudo de marketing.

Este desejo de compra de artigos e serviços que destaquem a aparência, levado pelo ciclo ovariano, aplica-se não apenas a roupas e calçados, mas também a produtos de beleza, suplementos vitamínicos, artigos de fitness e à cirurgia estética.

Com informações do Portal Uol

Brasil é o segundo país em que o Twitter tem maior penetração

Do Infosfera

Confirmando a vocação brasileira para redes sociais, a consultoria comScore divulgou nesta quarta-feira uma pesquisa sobre a penetração do Twitter em vários países. O Brasil é o segundo com o maior percentual de pessoas conectadas que acessaram o microblog no mês de junho.

Segundo o relatório da comScore, foram 93 milhões de usuários de internet acessando o Twitter no último mês do semestre passado.

Indonésia teve o maior percentual de penetração, com 20,8% de alcance da ferramenta entre os usuários de internet no país. No Brasil, segundo colocado, o índice foi pouca coisa inferior – 20,5%.

Logo atrás vem a Venezuela, com 19%, seguida por Holanda (17,7%) e Japão (16,8%). Nos Estados Unidos, 11º colocado, o índice é de 11,9%.

No ranking de 20 sites com mais acesso ao Twitter, cinco são da América Latina, região que teve o maior crescimento no mês, comparado ao mesmo período do ano passado – 305% de alteração no número de usuários únicos do site.

O UNIFEM está realizando hoje, dia 09 de Agosto em São Paulo o evento “Mídia e Mulheres na Política”

UNIFEM

UNIFEM

Data: 9 de agosto – segunda-feira

Local: Feller Hoteis – Rua São Carlos do Pinhal, nº 200 – Bela Vista – fone: (11) 3016.7500 – SP (próximo da Av. Paulista, altura do nº 900)

Programação:

9h Eleições 2010: A Presença das Mulheres

Expositores/as (10 min. p/ cada expositor/a)

Albertina de Oliveira Costa – socióloga, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas e diretora do Instituto Patrícia Galvão

José Eustáquio Diniz Alves – demógrafo, professor da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE / IBGE

Maria Betânia Ávila – socióloga, coordenadora do SOS Corpo – Instituto Feminista para a Democracia

9h30 Debates

10h30 Mesa 1 – O Poder de Voto das Mulheres

Fátima Pacheco Jordão – socióloga, especialista em pesquisa de opinião. Fundadora do Instituto Patrícia Galvão, é assessora de pesquisa da TV Cultura.

Gustavo Venturi – cientista político, professor de sociologia da USP.

Cristiana Lôbo – jornalista, analista política do Globo News.

Debatedor: José Moroni – sociólogo, Instituto de Estudos Socioeconômicos – Inesc

Coordenação: Nilza Iraci – comunicadora social, Geledés – Instituto da Mulher Negra

11h30 debates

13h Almoço

14h Mesa 2 – Mídia e Eleições Estaduais

A cobertura das candidaturas de mulheres

Leonardo Cavalcanti – editor de política, Correio Brasiliense

Lázaro Moraes – editor de política, O Liberal – Belém

Rosane de Oliveira – editora executiva de política e colunista, Zero Hora – Porto Alegre

Debatedora: Taís Ladeira – jornalista, Empresa Brasil de Comunicação – EBC

Coordenação: Isabel Clavelin – jornalista, UNIFEM Brasil e Cone Sul (ONU Mulheres)

15h debates

15h30 Mesa 3 – Mídia e Eleição Presidencial

Claudia Belfort – editora-chefe de política, Jornal da Tarde – SP

Luiz Rila – jornalista e coordenador da cobertura política de eleições, Estado de S. Paulo

Eliane Cantanhede – colunista, Folha de S. Paulo

Debatedora: Celi Regina Jardim Pinto – cientista política, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Coordenação: Maria de Lourdes Rodrigues – socióloga, Instituto Patrícia Galvão

16h30 debates

17h Encerramento

Siga também pelo twitter no endereço http://twitter.com/UNIFEMConeSul

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Pesquisa revela estatísticas interessante sobre a vida sexual da “melhor idade”

As mulheres de meia-idade são as que estão mais realizadas sexualmente. Quem diz é um grupo de cientistas do Hackensack University Medical Centre, de Nova Jersey, nos Estados Unidos.

O estudo foi feito com 600 mulheres de todas as idades e revelou que mulheres na meia-idade gostam mais de fazer sexo do que em outros momentos da vida feminina.

Enquanto 54% das mulheres de 18 a 30 anos dizem ter dificuldades em atingir o orgasmo, esse percentual cai para 43% na idade de 31 a 45 anos. De 46 a 54 anos, 48% afirmam ter  dificuldades no sexo.

Na idade de 31 a 45 anos, 87% dizem que fazem sexo com regularidade.

Outros dados da pesquisa mostraram que as mulheres de meia-idade também se sentem mais femininas e sensuais. É nesta faixa etária que elas também consomem mais lingeries e brinquedos sexuais e estão mais ligadas em suas fantasias.

A pesquisa reverte a ideia de que a meia idade seria o começo do fim da vida sexual, momento de depressão, baixa auto-estima. Lendo a matéria, no Daily Mail, me deu a impressão  de que esses estudos são, mais do que tudo, importantes para derrubar estigmas. O que antes era exceção, vira padrão. E, mais do que tudo, deve prevalecer a ideia de que em qualquer idade é possível ser feliz.

Com informações do Blog Época

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Mega Brasil faz o maior evento de comunicação do país

Encontro acontece de 25 a 28 de maio de 2010, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo

A Mega Brasil unificou seus dois congressos de comunicação – o de Comunicação Corporativa, que chega à sua 13ª edição, e o de Comunicação no Serviço Público, na 10ª edição – que, a partir

Eduardo Ribeiro

Eduardo Ribeiro

de 2010 passa a chamar-se Congresso Mega Brasil de Comunicação. Dessa forma, o evento, pelo conjunto de conteúdos e intercâmbio de públicos, ganha nova dimensão reafirmando sua condição de maior e mais abrangente evento de Comunicação da América Latina. De acordo com Eduardo Ribeiro (eduribeiro@megabrasil.com.br), diretor da Mega Brasil e responsável pela estrutura do Congresso da área Corporativa, houve época em que se justificou a separação dos públicos, pelo fato dos temas de Comunicação assumirem aspectos bastante distintos na área pública e no setor privado. “Porém, sobretudo nos últimos cinco anos, o mercado como um todo experimentou um significativo avanço, principalmente sob aspectos de profissionalização de pessoas e de processos, o que nos permite dizer que hoje, muitos dos desafios colocados à frente dos setores de Comunicação, tanto de governo quanto de corporações, têm muitos aspectos em comuns”, explica. Nesse sentido, segundo Ribeiro, manter esses dois públicos divididos por temários que, em última instância partilham desafios semelhantes, passou a não mais ter justificativa, o que levou a Mega Brasil a optar pela unificação dos eventos.

Esta permeabilidade de temas e interesses já se manifestou nas últimas edições dos dois eventos. De acordo com Marco Rossi, (marcorossi@megabrasil.com.br), diretor da Mega Brasil e responsável pela estrutura do Congresso do Serviço Público, nas edições deste ano de ambos eventos foi comum encontrar-se profissionais dos dois setores. “As agências de Comunicação estão se aproximando fortemente do setor público e esse movimento ficou bastante visível na edição deste ano do Congresso do Serviço Público. Chegou, mesmo, a surpreender o número de profissionais de agências inscritos naquele evento, o que reforça e justifica, ainda mais, a nossa decisão pela unificação”, diz.

O título do evento – Congresso Mega Brasil de Comunicação – também segue uma tendência apontada pelo próprio mercado. “É interessante notar que cada um desses públicos sempre se referiu ao evento da sua área, como Congresso da Mega Brasil, e não pelo nome de ‘batismo’ do evento. Então, com a unificação dos congressos, seguimos o caminho apontado pelo próprio mercado e assumimos o título de Congresso Mega Brasil de Comunicação, o que sem dúvida cria muito mais proximidade e empatia com o nosso público e com o mercado”, justifica Rossi.

O tema geral escolhido para esta edição é Pactos e Impactos da Comunicação para um Planeta Sustentável, traduzindo uma tendência e uma preocupação mundial, assumida por empresas e governos, num pacto pela consolidação de uma sociedade sustentável e comprometida com a preservação dos recursos naturais do Planeta. O Congresso Mega Brasil de Comunicação 2010 reúne mais de 80 painéis, entre conferências, palestras, mesas-redondas, workshops, cursos e sessão final de avaliação, num encontro que pela primeira vez terá quatro dias de duração e muitas inovações. Desse modo será mantido, num evento único, o conteúdo dos dois outros, sem perda alguma para os participantes, que, ao contrário, terão um ganho pela oportunidade de ter à disposição um menu de conteúdo muito mais abrangente e a possibilidade de maior intercâmbio profissional.

O Congresso Mega Brasil de Comunicação 2010 acontece de 25 a 28 de maio, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo e as inscrições e informações estarão acessíveis, ainda em novembro, no endereço eletrônico www.megabrasil.com.br/congresso2010.

AINDA A BANDA LARGA NO BRASIL

por Hildeberto Aleluia
Jornalista

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O governo federal finalmente veio a público e anunciou o projeto do país para a banda larga. Com estardalhaço, a velha mídia emoldurou os números. Dizem e anunciam que serão investidos até 13 bilhões de reais para levar internet rápida a 28 milhões de residências em todo o país, atingindo principalmente, as classes C e D. Isso equivaleria a beneficiar mais de 60 milhões de pessoas em cerca de 5 mil municípios do Brasil. O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) estaria destinado a reduzir em cerca de 70% o preço médio atualmente cobrado pelas concessionárias por uma assinatura de net rápida de um giga. Sairia por preços módicos, algo a partir  de 15 a 20 reais, e assim seria possível levar internet rápida com baixo custo e alta velocidade para mais de 4 mil municípios, atendendo dessa forma a cerca de 80% da população distribuídas nos 26 estados mais o DF até 2014.  A meta  é elevar o número de domicílios ligados na banda larga de 13,5 milhões para 35 milhões daqui a 3 anos. Ao ser anunciado o plano as ações da velha Telebrás, a quem caberia a execução do projeto,  subiram, num só dia, 48% na bolsa de valores de São Paulo. Muita gente ganhou dinheiro com isso. E ninguém ganhou banda larga.
A ideia do governo é boa, apesar da grita das teles, e a Telebrás é a única capaz de levar a banda larga ao interior do Brasil, não só por sua infraestrutura e capilaridade, como também pela capacidade de subsidiar aqueles que não poderão pagar. E sem banda larga espalhada por todo o país, o Brasil jamais poderá crescer o que se espera. Entre os aportes do tesouro, BNDES, recursos com origens em fundos e outros créditos, o governo espera aportar na nova empresa 13 bilhões de reais nos próximos 4 anos e assim atender as metas fixadas com  ofertas que irão de velocidades de 1 megabit por segundo (Mbps), a provedores de até 230 reais e os provedores repassariam aos usuários acessos a partir de 35 reais por 216 kilobits por segundo (kbps) e acesso de 750 Kbps custaria 50 reais, em média. Essas velocidades são risíveis perto do que existe nos países de primeiro mundo e até na Letônia e Bulgária, no Leste Europeu, com banda larga muito melhor e mais barata que a nossa. Mas, como diz o ditado popular “quem não tem cão, caça como gato” e está muito bom.

Um pequeno detalhe, importante, foi omitido, nesse caso. A União Internacional de Telecomunicação, organização mundial que congrega os interesses das empresas de telecomunicações, espécie de FIFA do setor, em seus estatutos diz que a banda larga só é considerada  a partir de 2 Mpbs . Não será o caso da nossa  Telebrás. E por último temos o grave problema da Amazônia, onde se destaca o caso de Roraima que deverá ficar fora do programa. Nas expectativas mais otimistas do governo o alcance de Roraima pelo PNBL só se dará em 2014. Pensa-se em fornecer o serviço através da Venezuela por meio de sua rede de fibra ótica, já que a Venezuela é quem fornece a energia elétrica que abastece aquele Estado. No país de Hugo Chaves falta de tudo e com pouco se pode contar. Amazônia à parte, não será ela que irá impedir a caminhada do PNBL, apenas irá se juntar a centenas de outras localidades principalmente na zona rural onde a luz elétrica ainda é um sonho. A inclusão digital da região amazônica, sozinha, engole os 13 bilhões de reais previstos no programa.

As teles estão chiando, esperneando, gritando aos quatro cantos que o governo está rompendo o compromisso assinado por ocasião  do programa de privatização da telefonia. Após o anúncio da criação da Telebrás as teles foram ao mercado e contrataram grandes escritórios de advocacia com o intuito de embarreirar o PNBL. Ora bolas, essas teles vendem banda larga no mercado a preços proibitivos e velocidades horrorosas. A banda larga no Brasil é uma das piores e mais caras do mundo. E mais, elas não têm condições de realizarem os investimentos necessários. Somente a título de ilustração, a OI não tem mais capacidade de endividamento junto ao BNDES, o grande agente financeiro do desenvolvimento nacional. A OI já foi até na China buscar financiamentos, está endividada nos quatros cantos e continua a vender serviços caros e ruins, reconhecidos até pela ANATEL, a agência reguladora do setor.

A TIM vende uma assinatura de 7 megas com modem para notebook e quando você vai usar, ela não passa de um mega. Esse logro se sucede em todas as companhias, isso sem contar que elas são as campeãs de reclamações por parte dos usuários em todo o tipo de serviço que vendem. É justo que o governo volte ao setor.

Agora o que não se discute, o que a grande mídia e o setor ignoram  são os investimentos previstos para a  Telebrás levar a banda larga para todo o país. Os 13 bilhões de reais previstos não dão para nada. Com esse dinheiro nunca teremos banda larga boa. Pois saibam que a Itália com menos de um quarto de nossa população e territorialmente 20 vezes menor vai investir nos próximos 10 anos, 10 bilhões de euros para levar a banda larga aos menos favorecidos. Os Estados Unidos irão investir no mesmo período 100 bilhões de dólares, isso mesmo que você leu, 100 BILHÕES DE DÓLARES, para o mesmo fim. Considere que o número de pobres na América é muito menor que o nosso e a banda larga prevista para esses dois países terá uma velocidade mil vezes maior que a nossa. Portanto, por enquanto, o nosso sonho de banda larga boa e barata é uma quimera.

Anatel endurece regras de mobile marketing

Prática corrqueira com mira nos usuários de celular, o envio de mensagens publicitárias via SMS terá de ser previamente autorizado a partir deste sábado, dia 1º de maio.

A decisão da Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações – exige das operadoras mais transparência nos contratos para que o seu cliente esteja perfeitamente ciente desse tipo de anúncio antes de adquirir o serviço. As informações são do IDG Now!.

Todos os novos contratos passarão por mudanças, mas os clientes antigos poderão entrar em contato com as operadoras para pedir o interrompimento desse tipo de mensagem.

Essas mudanças serão bem significativas. A partir deste 1º de maio, haverá um campo no contrato em que o usuário poderá assinalar se deseja ou não receber as mensagens. Além disso, a nova regra determina que nenhuma parte do contrato seja redigida com fonte de tamanho menor que o doze. Também haverá uma indicação clara do parágrafo que remete a esse assunto.

A Anatel segue alterações feitas no artigo 54 do Código de Defesa do Consumidor, concordantes com o novo texto da Lei nº 11.785/08. E foram feitas recomendações diretas do Ministério Público Federal para que a agência cuidasse dessas alterações.

O assunto tramita desde novembro de 2009. À época, o Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo enviou recomendação às operadoras Vivo, Tim, Oi e Claro para que mensagens de texto não sejam enviadas sem a autorização do cliente.

A recomendação, criada pelo procurador da República Márcio Schusterschitz, aponta no sentido de direito à privacidade, não podendo ser incomodado pelo envio sem autorização. De acordo com ele, as operadoras de telefonia “ofendem a privacidade do usuário invadindo a sua tranquilidade, o seu sossego enviando mensagens, promoções, jogos de azar que o cliente não quer receber”.

A mídia móvel funciona mais do que muita gente pensa. Pesquisa feita pela empresa americana InsightExpress, em abril, concluiu que a publicidade para celular causa um impacto quase cinco vezes maior do que aquela feita para a internet e vista no computador.

Em pesquisa espontânea, quando o entrevistado cita uma marca sem ser sugestionado, a publicidade móvel registrou aumento de 9% no número de pessoas que se lembram da marca anunciante. Via internet, a marca é de apenas 2%.

No estudo espontâneo, quando o entrevistado escolhe dentre marcas apresentadas a ele, o impacto foi de 9% para celular e 3% para internet convencional. Para Joy Liuzzo, diretor da área de pesquisas sobre telefonia móvel, o modelo é favorável, pois “as campanhas online continuam a oferecer alcance, flexibilidade e variedade excepcionais, mas o alto nível de uso, a explosão nas possibilidades técnicas, o baixo nível de desordem e o fato de ser uma prática nova, tudo isso contribui provavelmente para o aumento do impacto sobre a marca”.

A pesquisa diz ainda que as campanhas por dispositivos móveis geram crescimento de 12% nas compras, contra apenas 2% de retorno por meio de internet.

Enquanto o mercado externo se mostra favorável à publicidade móvel, o Brasil ainda engatinha nessa nova forma de expor marcas e se comunicar com o consumidor. Agências, anunciantes, veículos e operadoras de telefonia ainda não chegaram a um padrão a ser utilizado em larga escala para um mercado que já suporta mais de 176 milhões de celulares.

A banda larga móvel é um dos pilares que deve movimentar o mercado. “A tecnologia de maior destaque foi, sem dúvida, a banda larga móvel, somando mais de 1,6 milhão de acessos e superando as expectativas durante o ano, uma vez que o crescimento foi de 82% em relação a 2008”, informa Samuel Rodrigues, analista do mercado de Telecom da IDC Brasil sobre dados que comprovavam o crescimento da internet em 2009.

Estudantes da USP criam guia online

Estudantes da Universidade de São Paulo e criaram um guia colaborativo online de serviços locais chamado Kekanto (www.kekanto.com).  O guia funciona como um enorme Boca a Boca Online. As pessoas formam suas redes sociais, avaliam negócios locais (de restaurantes, bares e baladas a salões de beleza, spas, cirurgioes plásticos, etc) e, quando precisam de algum serviço, encontram facilmente a opinião de seus amigos a respeito de diversos provedores. Sendo as mulheres mais comunicativas, a tendência é que a maior parte do público será feminino.

A idéia surgiu das dificuldades observadas no ramo da construção civíl, em que a maioria das pessoas seleciona provedores de serviços através do bom e velho boca a boca. Apesar de produzir boas seleções em muitas ocasiões, o boca a boca é ineficiente em termos de tempo e alcance. Com isso em mente, romperam estas limitações a fim de produzir resultados imediatos, com mais opções e com a mesma riqueza de informações. O resultado foi o Kekanto.com, uma ferramente que ajuda os consumidores a tomar decisões de consumo mais informadas, aumentando sua satisfação.

O Kekanto.com também pode beneficiar as empresas. Através das resenhas dos usuários, as empresários podem identificar o que fazem bem e o que precisam melhorar, ajustando suas operações de acordo. O site lembra todos usúarios prestes a escrever uma resenha de que o Kekanto não é um espaço para desabafos e os encoraja a escrever resenhas úteis e construtivas tanto para os demais consumidores quanto para as empresas. A idéia é criar um circulo virtuoso de consumidores mais satisfeitos e empresas com melhores serviços.

O Kekanto posiciona-se em meio a duas grandes tendências socio-tecnológicas – a hipercomunicação através de redes sociais e o conteúdo gerado por usuários -, o que fica claro nas ferramentas de transposição de redes socias offline para o site e nas ferramentas de geração de conteúdo próprio (i.e. resenhas e comentários). Seus criadores imaginaram que este posicionamento ajudaria a popularizar o serviço, mas o número de acessos ao site tem crescido além de nossas expectativas mais otimistas. De fato, o Kekanto.com ainda está em desenvolvimento e o plano era divulgá-lo mais tarde, mas o número de visitas parece nos estar dizendo o contrário. Assim, aqui estamos.

No momento, nossa prioridade é construir uma base sólida de usuários para que o serviço agregue valor a população. Quando isso ocorrer, pensaremos mais na monetização.

A agênica USP uma publicou uma matéria sobre o Kekanto em seu Guia De Serviços (http://www.usp.br/agen/?p=19143), mas gostaríamos de divulgá-lo além do meio acadêmico pois acreditamos em sua utilidade social.

O guia é baseado em cidades e esta disponível em todo o Brasil

Fonte http://www.labiem.cpgei.cefetpr.br

Fonte http://www.labiem.cpgei.cefetpr.br

Uma das principais causas de morte entre as mulheres no mundo, o câncer de mama é o tipo de tumor mais comum entre as brasileiras. A descoberta precoce da doença faz com que a chance de recuperação seja de 95%. Para conscientizar a população sobre a importância dos exames preventivos, nesta sexta-feira (5) é comemorado o Dia Nacional da Mamografia. O dia foi escolhido por ser o de Santa Ágata, protetora das mamas e padroeira dos mastologistas.

“Hoje, as chances de sobrevivência das brasileiras diagnosticadas com câncer de mama são de cerca de 40%”, diz  Alessandra Durstine, vice-presidente em estratégias regionais e diretora para América Latina da ONG American Cancer Society (Sociedade Americana do Câncer). Ela acredita que esse valor possa dobrar, alcançando média semelhante a dos EUA, com políticas públicas que incentivem a mamografia e permitam o acesso aos tratamentos adequados.

“A incidência do câncer de mama tem aumentado por motivos que nem sempre são controláveis, como a menarca precoce e o adiamento da maternidade, mas os índices de mortalidade podem ser reduzidos com diagnóstico precoce e tratamento correto”, acrescenta a especialista, que participou de um fórum sobre a doença em São Paulo esta semana.

Uma das críticas feitas por Durstine é a demora em se iniciar o tratamento do câncer, após o diagnóstico. Segundo ela, esse prazo, no Brasil, é de seis meses, em média.

Idade para começar

No ano passado, uma polêmica em torno da idade correta para se iniciar a mamografia de rotina deixou pacientes confusas no Brasil e nos EUA. Muitos médicos, assim como a Sociedade Americana do Câncer, defendem que o exame seja feito a partir dos 40 anos. Em alguns casos, como quando há casos da doença na família, pode ser feito até antes. “Cabe ao médico decidir a idade para começar, mas a mulher tem a responsabilidade de ir atrás da prevenção”, comenta Durstine.

Com informações do Portal UOL.

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