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Festival acontece simultaneamente em Brasília – DF e Palmas – TO
O Festival Mulher em Cena é mais uma iniciativa do Instituto Arcana dando destaque à produção artística protagonizada por mulheres, destacando o seu olhar sobre a realidade e trazendo à tona, de forma criativa, questões do universo feminino e que dialogam com toda a sociedade. Espetáculos de teatro, dança, música, circo, mostra de cinema, oficinas e bate-papos ganham a cena, formando um mosaico criativo da produção artística feminina contemporânea.
Em sua 2ª edição, o Festival Mulher em Cena propõe um Espaço de Convivência, onde artistas e público poderão trocar experiências, impressões e saberes. Com brechós, café, performances cênicas e shows, o festival espera proporcionar, entre uma atração e outra, um espaço para descontração, diversão e conversas agradáveis.
O Festival acontece em Brasília, de 8 a 12 de setembro de 2010 nas Salas Martins Penna e Alberto Nepomuceno do Teatro Nacional Cláudio Santoro, e na cidade de Palmas -TO, de 22 a 26 de setembro de 2010, com extensa programação cultural composta por artistas dos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Tocantins e Distrito Federal.
O ingresso para os espetáculos da Sala Martins Penna deverá ser trocado a partir das 17:00 na bilheteria do teatro por um pacote de absorvente íntimo feminino a ser doado para instituições de atendimento à mulher no Distrito Federal. As demais atividades tem entrada franca.
Confira a programação do evento e maiores informações no Blog Achabrasília.
Décima primeira edição do evento é realizada em Brasília
Impulsionado pela Articulación Feminista Marcosur (AFM) e tendo a Articulação de Mulheres como ponto focal, o Fórum reunirá diversas organizações de mulheres mobilizadas para incidir na 11ª Conferência Regional sobre a mulher da América Latina e do Caribe, de 13 a 16 de julho, em Brasília.
A Conferência é um órgão subsidiário da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) e se realiza a cada três anos. Em sua décima primeira versão a Conferência debaterá sobre “Que tipo de Estado? Que tipo de igualdade?” o pleno exercício dos direitos necessita.
No Fórum, a coordenadora geral do SOS Corpo, Betânia Ávila, integra a delegação oficial do Brasil dentre as organizações não governamentais convidadas pela Secretaria Especial de Política para as Mulheres (SPM). As pesquisadoras Verônica Ferreira e Rivane Arantes participam como observadoras.
Mais informações no site SOS Corpo
Acompanhe o evento através do Hotsite
A AME- Associação de Mulheres Empreendedoras é uma ONG fundada em 2004 por Cristina Boner que vem trabalhando para ajudar mulheres carentes do Brasil.
Com o objetivo de promover e valorizar as mulheres, tanto no lado profissional, como no pessoal, oferece formação profissional atingindo, desde a sua fundação, mais de 1.000 mulheres em todo o país.
Por meio de parcerias e alianças estratégicas, desenvolveram e ministram cursos, palestras e oficinas de capacitação profissional.
Nesta entrevista, Silvia Seabra, vice-presidente da Associação e força propulsora de todos os projetos, fala com carinho do curso de capacitação de domésticas que conseguiram ministrar recentemente.
Deste curso, surge o gancho para o projeto conjunto com Maria da Penha que participou pessoalmente da Associação.
Mulher Maravilha estreia visual novo na edição americana
Após quase 70 anos usando o mesmo modelito maiô / roupa de ginástica, a Mulher Maravilha finalmente atualiza seu guarda-roupas. Na revista numero 600 Diana estréia um visual mais moderno e atualizado, adotando um casaco e uma calça, dando lhe uma aparência mais jovem.
A Mulher-Maravilha foi criada nos anos 40 por William Moulton Marston, após ouvir sugestão de sua mulher, Elizabeth Holloway Marston :
- “William Moulton Marston, um psicólogo já famoso por inventar o polígrafo, teve a idéia para um tipo novo do super-herói, um que triunfaria não com punhos ou poderes, mas com amor. “Bom”, disse Elizabeth. “Mas faça-lhe uma mulher.”
A Mulher Maravilha é considerada um ícone da luta feminista no mundo dos quadrinhos.
Com informações do Blue Bus
Do Diário de Notícias de Lisboa
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Livro eletrônico começa a mudar indústria
A escritora Karen McQuestion passou quase dez anos tentando convencer algum editor nova-iorquino a publicar seus livros. Aí, em julho, McQuestion, de 49 anos e mãe de três filhos, decidiu publicar por conta própria na internet.
Onze meses depois, McQuestion já vendeu 36.000 livros eletrônicos para o Kindle, o aparelho da Amazon.com Inc. para e-books, e tem uma opção para um filme com um produtor de Hollywood. Em agosto, a Amazon publicará uma versão impressa de bolso de “A Scattered Life”, seu primeiro romance, sobre três amigas numa cidadezinha do Estado americano de Wisconsin.
Autores como McQuestion estão na vanguarda de uma reviravolta tecnológica que está enfraquecendo o tradicional controle das editoras sobre o mercado literário — e aumentando o poder de empresas de tecnologia como a Amazon, que passaram a determinar quais livros e autores vão dar certo.
Do mesmo modo que os blogs roubaram leitores dos jornais e o YouTube roubou espectadores da TV, a auto-publicação digital está criando uma nova fronteira nos livros e ameaçando o setor inteiro. Antes ridicularizados pelas editoras como livros de “vaidade”, as edições independentes agora conseguem prosperar evitando o sistema institucionalizado das editoras.
“Se você é um autor e quer atingir muitos leitores, até pouco tempo atrás o melhor era vender o livro para uma editora, porque elas controlavam a impressão e a distribuição. Isso está começando a mudar”, diz Mark Coker, fundador da empresa iniciante Smashwords Inc., da Califórnia, que oferece serviços de publicação e distribuição de e-books.
Por trás dessa mudança está a popularidade crescente dos livros eletrônicos, que poucas pessoas estavam dispostas a ler até três anos atrás. O iPad, da Apple Inc., e aparelhos eletrônicos como o Kindle facilitaram a compra e leitura de obras digitais. As vendas americanas de livros caíram 1,8% no ano passado, para US$ 23,9 bilhões, mas as de e-books triplicaram, para US$ 313 milhões, segundo a Associação de Editores Americanos. Alguns analistas calculam que as vendas de livros eletrônicos podem chegar a compor entre 20% e 25% do mercado de livros em 2012.
Não se sabe qual é a verdadeira ameaça que a publicação independente em meio digital representa para as editoras, que ainda controlam os campeões de vendas, sejam em formato impresso ou eletrônico. Muitas grandes editoras minimizam os livros independentes, afirmando que a maioria não resiste ao tempo, em parte porque são mal editados e quase nunca ganham resenhas.
Mas alguns editores dizem que a publicação independente on-line e a chegada de novatos como a Amazon ao mercado podem promover uma mudança gigantesca na indústria editorial.
“Ela mostra aos autores famosos que eles mesmos podem contratar assessor de imprensa, especialista em marketing on-line, editor freelance e serviço de distribuição próprios”, disse Richard Nash, ex-publisher da Soft Skull Press que lançou recentemente a editora Cursor Inc.
A Amazon assumiu a dianteira desse processo, oferecendo ferramentas para o autor se auto-publicar e criando ano passado um selo para publicar autores promissores em meio impresso e digital.
Este mês, a Amazon vai incrementar ainda mais sua iniciativa aumentando a comissão do autor para 70% da receita, ante 30% para livros eletrônicos que custam entre US$ 2,99 e US$ 9,99. Um autor independente cujo livro eletrônico é vendido a US$ 9,99 na loja do Kindle receberá US$ 6,99 por livro vendido. A comissão do autor numa venda parecida, intermediada pela maioria das grandes editoras, seria US$ 1,75.
A nova fórmula torna a publicação independente em meio digital mais lucrativa para os autores. “Algumas pessoas ficarão tentadas pelo royalty de 70% da Amazon”, diz Nash. “Se já têm uma base de fãs, será que vão querer 70% de US$ 100.000 ou 15% de US$ 200.000 para publicar um livro de capa dura?”
As empresas de tecnologia e as tradicionais companhias do setor editorial estão apostando na publicação independente. A Apple anunciou semana passada um programa de publicação independente para o iPad que oferece até 70% dos royalties para os autores, uma fórmula parecida com a da Amazon. A rede de livrarias Barnes & Noble lançou no mês passado um serviço chamado PubIt!, que permite aos autores carregar e publicar livros na internet.
Ano passado, Jane Friedman, que já foi diretora-presidente da editora HarperCollins Publishers, da News Corp., empresa que também é dona do Wall Street Journal, fundou a Open Road Integrate Media LLC, voltada para e-books e autores que estão interessados em publicar digitalmente antes de tentar o meio impresso. Editoras tradicionais como a Thomas Nelson Inc., de Nashville, Tennessee, que publica obras religiosas, fecharam acordos com uma empresa chamada Author Solutions Inc. para publicação independente online e impressa.
E uma série de empresas iniciantes de tecnologia passou a oferecer serviços de publicação independente, como a Smashwords, a FastPencil Inc. e a Lulu Enterprises Inc. O site Scribd.com afirma que publica 290.000 livros independentes por ano, que os autores vendem a preços que eles mesmos determinam.
Um dos maiores arquivos de livros eletrônicos publicados independentemente é a Amazon Digital Text Platform. Steve Kessel, diretor sênior da Amazon, diz que a empresa lançou a Digital Text juntamente com o Kindle em 2007 para dar aos autores e pequenos editores ferramentas simples para carregar livros na loja do Kindle. Atualmente, a loja do Kindle responde por cerca de 70% do mercado americano de e-books.
A Amazon está usando sua forte presença no varejo para fechar acordos diretamente com autores famosos. Ela conseguiu acordos de exclusividade para escritores como Stephen King e Stephen Covey.
E em maio de 2009 a Amazon lançou seu próprio selo editorial, o Amazon Encore. Da enxurrada de livros independentes, a Amazon escolhe os mais promissores para editar e publicar online e em varejistas de livros impressos. Seu primeiro lançamento se chama “Legacy” e foi escrito por uma menina de 14 anos chamada Cayla Kluver. O selo já anunciou o lançamento de 19 livros.

Mulheres de Chico em Brasília
Serviço:
MULHERES DE CHICO
08 DE MAIO – AABB
Elas estão chegando, surpreendendo com uma releitura original da obra de Chico Buarque!
Vendas:
Naturetto – 403 Sul e 405 Norte
Salão Afro Rainha de Sabá – Ed. Miguel Badia CONIC
Preços 1º Lote:
R$25,00 – meia entrada
R$50,00 – inteira
Obs: indispensável apresentação de carteira estudantil no dia do evento.
Informações:
(61) 9223-1332
O Rosto feminino em 500 anos da história da arte.
Açougue cultural homenageia capital com festa
A inauguração de Brasília, em 21 de abril de 1960, foi a realização de uma utopia, corajosa e ousada, e hoje é realidade para milhões de brasileiros, história muito parecida com o Açougue Cultural T-Bone.
O Açougue T-Bone é conhecido como açougue cultural que promove há mais dez anos noites culturais em Brasília e onde já se apresentaram renomados músicos da MPB como Alceu Valença, Antônio Nóbrega, Belchior, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, entre outros, e até a famosa Orquestra Johann Strauss Capelle de Viena já subiu ao palco da ONG, em dezembro de 2009.
A entidade promove ainda nas noites de quinta-feira saraus com a participação de escritores nacionais e locais, e também apresentações musicais da cidade valorizando a produção cultural da capital, além de manter funcionando na Avenida W3 Norte 35 bibliotecas populares nos pontos de ônibus 24 horas por dia.
O cinqüentenário da cidade representa um marco histórico do país e nada mais justo que o Açougue Cultural T-Bone prestar uma homenagem com a participação de grandes referências culturais da capital do país. O evento começa às 19 horas, na próxima segunda-feira (19), em frente ao Açougue T-Bone, na comercial da 312 Norte.
Confira a programação:
JORGE MAUTNER
show em homenagem ao aniversário da capital federal com tudo que isto significa. Mautner apresentará no palco do Açougue T-Bone algumas canções de sua autoria tais como: Locomotiva, Vampiro , Todo Errado, Bandeira do Partido, entre outras. Além disso, também participará do bate-papo sobre os significados da fundação de Brasília e sua produção cultural.
LIGA TRIPA
Lendário grupo brasiliense formado no início dos anos 80. Formado por compositores e músicos brasilienses, cantando – entre o lírico, o filosófico, o político e o irreverente – as paisagens de Brasília. Após significativas adesões, o Liga Tripa apresentou como resultante de suas fusões rítmicas, sambas com pouco sotaque carioca ou baiano, baiões e frevos com pouco sotaque nordestino, criou um ritmo batizado de Liga que é uma espécie de blues mais rápido com influências do iê, iê, iê.
QUARTETO DE BRASÍLIA
Já conhecido pelo público há 17 anos, o grupo já se apresentou em várias cidades do Brasil, EUA, Europa, Ásia e América Latina. O grupo, que já levou alguns Prêmios Sharp e outros pelo país, apresentará no palco do T-Bone composições populares e eruditas.
RENIO QUINTAS E CELIA PORTO
Show do maestro Renio Quintas e da cantora Célia Porto. A cantora Célia Porto nasceu em Brasília e é um de seus talentos mais reconhecidos. Viveu o punk rock na capital federal e tornou-se cantora nos anos 80, estudando profundamente na Escola de Música.
CARLOS BIVAR
O cantor e compositor, Carlos Bivar, fará uma homenagem a Brasília com algumas músicas do seu novo trabalho “DVD”-Cotidiano- Uma Declaração a Brasília” e terá a seu lado os músicos Jerferson Alves teclados, Paulo Dantas baixo e Jorge Macarrão percussão.
Recital poético com o grupo TRIBO DAS ARTES
BANDA TERRA PROMETIDA
As principais influências da banda vêm do groove jamaicano, de nomes como Bob Marley and The Wailers, Israel Vibration, entre outros. Composição da banda: Dudulino Neves (guitarra , vocais e backing vocais); Apoena Ferreira (percussão, vocais e backing vocais); Bruno “Jacob” (vocais e backing vocais); Naron Macnamara (guitarra, vocais e backing vocais); Valéria Pinheiro (teclado); Wagner (teclado); Paulo “PC” César (bateria); Renato Contaifer (baixo); João “Joca” Carlos (saxofone); Yuri Mello (trompete); Ivides (Trompete).
GRUPO POCKETS
Formado por artistas de Brasília e especializado em teatro musical. Com artistas com várias habilidades, desenvolvem trabalho com a divulgação de obras de teatro musical e com a inserção de obras populares no repertório.
MENEZES Y MORAIS
Jornalista, professor, escritor, historiador. Tem 10 livros publicados, entre os quais um de contos, uma peça de teatro e oito de poesia.
LUÍS TURIBA
Poeta, jornalista, compositor, sambista, agente cultural.
NICOLAS BEHR
Escritor e poeta brasiliense;
AMNERES
Jornalista, poeta e escritora.
PAULO JOSÉ CUNHA
Jornalista e escritor.
JORGE AMANCIO
Professor, poeta e escritor carioca radicado em Brasília desde 1976.
VICENTE SÁ
Jornalista, escritor e representantes do samba asarnortista.
MIQUÉIAS PAZ
Mímico e ator.
Serviço:
Data: 19/04
Horário: 19 horas
Local: Açougue Cultural T-Bone: SCLN 312 Bl B Lj 27 Brasília-DF
Tel: (61) 3274-1665
ENTRADA DE GRAÇA









