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Juliana Andrade Lima é talvez alguém que ninguém conhece.
Já se falarmos na Ju do Balaio, até os paralelepípedos sabem de quem se trata.
Proprietária do Balaio Café, desde 2006, esta jovem mulher tem feito muito sucesso como empresária e como incentivadora de movimentos culturais não só do DF mas do resto do país.
No dia em que fomos gravar a entrevista, esperamos que ela terminasse de almoçar com BNegão, na cidade para mais uma participação nas festas que o Balaio promove.
Foi uma espera longa, pois a cada garfada, alguém sentava na mesa para conversar com ela.
Nessa entrevista ela nos conta um pouco da história do Balaio, do projeto que está nascendo e também do episódio recente que envolveu a Agefis e a cassação do seu alvará.
Apesar de serem maioria na população e terem mais instrução, as mulheres continuam em menor numero no mercado de trabalho.
Maioria entre a população, as mulheres seguem com menor inserção no mercado de trabalho. Do total de pessoas ocupadas, 42,6% são do sexo feminino, segundo dados da Pnad 2009 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Em relação a 2008, a participação da mulher no mercado continuou praticamente a mesma. Naquele ano, as mulheres representavam 42,4% do total de empregados.
O levantamento do IBGE mostra que as mulheres inseridas no mercado têm mais instrução do que os homens. Em média, as trabalhadoras têm 8,7 anos de estudo, um ano a mais do que os homens.
Entre o total de mulheres economicamente ativas, 11,1% estavam desempregadas no ano passado. Entre os homens, essa proporção era de 6,2%.
Do total das 39,5 milhões de ocupadas, a maior parte faz serviços domésticos. Essa parcela representa 17% do contingente de trabalhadoras, pouco acima das mulheres que fazem atividades de educação, saúde e serviços sociais, que significam 16,7% do total de empregadas.
A Pnad confirmou ainda uma tendência histórica na pesquisa: as mulheres que trabalham ainda são as responsáveis por afazeres domésticos. Do total das empregadas, 90% também se preocupam com a casa. Entre os homens, essa proporção é bem menor, de 49,7%.
Com informações do Portal Folha.com
Empresa Brasileira aposta na união da reciclagem com moda e bom gosto.
Toda empresa tem como objetivo a criação ou maximização da riqueza e a geração de lucro.
Com a Goóc não é diferente, porém, sua história, desde a origem, atesta que podemos sim esperar obter um crescimento empresarial por meio de práticas ambientais sustentáveis.
Veja o exemplo:
A Góoc é uma empresa de calçados ecológicos que quer estimular o consumo consciente dos brasileiros fabricando sandálias com sola de pneu reciclado.
O mundo se debate com o problema do dejeto de pneus que já não podem ser reaproveitados. No Brasil produzimos aproximadamente 40 milhões de pneus por anos e quase metade desta produção será descartada neste mesmo período.
Sendo assim, essa empresa contribui de forma decisiva porque usa 2,5 milhões de pneus como insumo para a fabricação do seu principal produto: Sandálias.
Agora eles nos lançam um desafio de peso: querem transformar 40 milhões de pneus inservíveis em 210 milhões de pares de sandálias até o ano 2014. Com esses números o Brasil poderá se tornar referência mundial em reciclagem de pneus.
As sandálias são confortáveis e de grande apelo entre os jovens, sendo que agora eles estão fabricando modelos para crianças também.
Esta é uma boa idéia.
Visite o site da Goóc
A AME- Associação de Mulheres Empreendedoras é uma ONG fundada em 2004 por Cristina Boner que vem trabalhando para ajudar mulheres carentes do Brasil.
Com o objetivo de promover e valorizar as mulheres, tanto no lado profissional, como no pessoal, oferece formação profissional atingindo, desde a sua fundação, mais de 1.000 mulheres em todo o país.
Por meio de parcerias e alianças estratégicas, desenvolveram e ministram cursos, palestras e oficinas de capacitação profissional.
Nesta entrevista, Silvia Seabra, vice-presidente da Associação e força propulsora de todos os projetos, fala com carinho do curso de capacitação de domésticas que conseguiram ministrar recentemente.
Deste curso, surge o gancho para o projeto conjunto com Maria da Penha que participou pessoalmente da Associação.
Livro eletrônico começa a mudar indústria
A escritora Karen McQuestion passou quase dez anos tentando convencer algum editor nova-iorquino a publicar seus livros. Aí, em julho, McQuestion, de 49 anos e mãe de três filhos, decidiu publicar por conta própria na internet.
Onze meses depois, McQuestion já vendeu 36.000 livros eletrônicos para o Kindle, o aparelho da Amazon.com Inc. para e-books, e tem uma opção para um filme com um produtor de Hollywood. Em agosto, a Amazon publicará uma versão impressa de bolso de “A Scattered Life”, seu primeiro romance, sobre três amigas numa cidadezinha do Estado americano de Wisconsin.
Autores como McQuestion estão na vanguarda de uma reviravolta tecnológica que está enfraquecendo o tradicional controle das editoras sobre o mercado literário — e aumentando o poder de empresas de tecnologia como a Amazon, que passaram a determinar quais livros e autores vão dar certo.
Do mesmo modo que os blogs roubaram leitores dos jornais e o YouTube roubou espectadores da TV, a auto-publicação digital está criando uma nova fronteira nos livros e ameaçando o setor inteiro. Antes ridicularizados pelas editoras como livros de “vaidade”, as edições independentes agora conseguem prosperar evitando o sistema institucionalizado das editoras.
“Se você é um autor e quer atingir muitos leitores, até pouco tempo atrás o melhor era vender o livro para uma editora, porque elas controlavam a impressão e a distribuição. Isso está começando a mudar”, diz Mark Coker, fundador da empresa iniciante Smashwords Inc., da Califórnia, que oferece serviços de publicação e distribuição de e-books.
Por trás dessa mudança está a popularidade crescente dos livros eletrônicos, que poucas pessoas estavam dispostas a ler até três anos atrás. O iPad, da Apple Inc., e aparelhos eletrônicos como o Kindle facilitaram a compra e leitura de obras digitais. As vendas americanas de livros caíram 1,8% no ano passado, para US$ 23,9 bilhões, mas as de e-books triplicaram, para US$ 313 milhões, segundo a Associação de Editores Americanos. Alguns analistas calculam que as vendas de livros eletrônicos podem chegar a compor entre 20% e 25% do mercado de livros em 2012.
Não se sabe qual é a verdadeira ameaça que a publicação independente em meio digital representa para as editoras, que ainda controlam os campeões de vendas, sejam em formato impresso ou eletrônico. Muitas grandes editoras minimizam os livros independentes, afirmando que a maioria não resiste ao tempo, em parte porque são mal editados e quase nunca ganham resenhas.
Mas alguns editores dizem que a publicação independente on-line e a chegada de novatos como a Amazon ao mercado podem promover uma mudança gigantesca na indústria editorial.
“Ela mostra aos autores famosos que eles mesmos podem contratar assessor de imprensa, especialista em marketing on-line, editor freelance e serviço de distribuição próprios”, disse Richard Nash, ex-publisher da Soft Skull Press que lançou recentemente a editora Cursor Inc.
A Amazon assumiu a dianteira desse processo, oferecendo ferramentas para o autor se auto-publicar e criando ano passado um selo para publicar autores promissores em meio impresso e digital.
Este mês, a Amazon vai incrementar ainda mais sua iniciativa aumentando a comissão do autor para 70% da receita, ante 30% para livros eletrônicos que custam entre US$ 2,99 e US$ 9,99. Um autor independente cujo livro eletrônico é vendido a US$ 9,99 na loja do Kindle receberá US$ 6,99 por livro vendido. A comissão do autor numa venda parecida, intermediada pela maioria das grandes editoras, seria US$ 1,75.
A nova fórmula torna a publicação independente em meio digital mais lucrativa para os autores. “Algumas pessoas ficarão tentadas pelo royalty de 70% da Amazon”, diz Nash. “Se já têm uma base de fãs, será que vão querer 70% de US$ 100.000 ou 15% de US$ 200.000 para publicar um livro de capa dura?”
As empresas de tecnologia e as tradicionais companhias do setor editorial estão apostando na publicação independente. A Apple anunciou semana passada um programa de publicação independente para o iPad que oferece até 70% dos royalties para os autores, uma fórmula parecida com a da Amazon. A rede de livrarias Barnes & Noble lançou no mês passado um serviço chamado PubIt!, que permite aos autores carregar e publicar livros na internet.
Ano passado, Jane Friedman, que já foi diretora-presidente da editora HarperCollins Publishers, da News Corp., empresa que também é dona do Wall Street Journal, fundou a Open Road Integrate Media LLC, voltada para e-books e autores que estão interessados em publicar digitalmente antes de tentar o meio impresso. Editoras tradicionais como a Thomas Nelson Inc., de Nashville, Tennessee, que publica obras religiosas, fecharam acordos com uma empresa chamada Author Solutions Inc. para publicação independente online e impressa.
E uma série de empresas iniciantes de tecnologia passou a oferecer serviços de publicação independente, como a Smashwords, a FastPencil Inc. e a Lulu Enterprises Inc. O site Scribd.com afirma que publica 290.000 livros independentes por ano, que os autores vendem a preços que eles mesmos determinam.
Um dos maiores arquivos de livros eletrônicos publicados independentemente é a Amazon Digital Text Platform. Steve Kessel, diretor sênior da Amazon, diz que a empresa lançou a Digital Text juntamente com o Kindle em 2007 para dar aos autores e pequenos editores ferramentas simples para carregar livros na loja do Kindle. Atualmente, a loja do Kindle responde por cerca de 70% do mercado americano de e-books.
A Amazon está usando sua forte presença no varejo para fechar acordos diretamente com autores famosos. Ela conseguiu acordos de exclusividade para escritores como Stephen King e Stephen Covey.
E em maio de 2009 a Amazon lançou seu próprio selo editorial, o Amazon Encore. Da enxurrada de livros independentes, a Amazon escolhe os mais promissores para editar e publicar online e em varejistas de livros impressos. Seu primeiro lançamento se chama “Legacy” e foi escrito por uma menina de 14 anos chamada Cayla Kluver. O selo já anunciou o lançamento de 19 livros.
AINDA A BANDA LARGA NO BRASIL
por Hildeberto Aleluia
Jornalista
O governo federal finalmente veio a público e anunciou o projeto do país para a banda larga. Com estardalhaço, a velha mídia emoldurou os números. Dizem e anunciam que serão investidos até 13 bilhões de reais para levar internet rápida a 28 milhões de residências em todo o país, atingindo principalmente, as classes C e D. Isso equivaleria a beneficiar mais de 60 milhões de pessoas em cerca de 5 mil municípios do Brasil. O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) estaria destinado a reduzir em cerca de 70% o preço médio atualmente cobrado pelas concessionárias por uma assinatura de net rápida de um giga. Sairia por preços módicos, algo a partir de 15 a 20 reais, e assim seria possível levar internet rápida com baixo custo e alta velocidade para mais de 4 mil municípios, atendendo dessa forma a cerca de 80% da população distribuídas nos 26 estados mais o DF até 2014. A meta é elevar o número de domicílios ligados na banda larga de 13,5 milhões para 35 milhões daqui a 3 anos. Ao ser anunciado o plano as ações da velha Telebrás, a quem caberia a execução do projeto, subiram, num só dia, 48% na bolsa de valores de São Paulo. Muita gente ganhou dinheiro com isso. E ninguém ganhou banda larga.
A ideia do governo é boa, apesar da grita das teles, e a Telebrás é a única capaz de levar a banda larga ao interior do Brasil, não só por sua infraestrutura e capilaridade, como também pela capacidade de subsidiar aqueles que não poderão pagar. E sem banda larga espalhada por todo o país, o Brasil jamais poderá crescer o que se espera. Entre os aportes do tesouro, BNDES, recursos com origens em fundos e outros créditos, o governo espera aportar na nova empresa 13 bilhões de reais nos próximos 4 anos e assim atender as metas fixadas com ofertas que irão de velocidades de 1 megabit por segundo (Mbps), a provedores de até 230 reais e os provedores repassariam aos usuários acessos a partir de 35 reais por 216 kilobits por segundo (kbps) e acesso de 750 Kbps custaria 50 reais, em média. Essas velocidades são risíveis perto do que existe nos países de primeiro mundo e até na Letônia e Bulgária, no Leste Europeu, com banda larga muito melhor e mais barata que a nossa. Mas, como diz o ditado popular “quem não tem cão, caça como gato” e está muito bom.
Um pequeno detalhe, importante, foi omitido, nesse caso. A União Internacional de Telecomunicação, organização mundial que congrega os interesses das empresas de telecomunicações, espécie de FIFA do setor, em seus estatutos diz que a banda larga só é considerada a partir de 2 Mpbs . Não será o caso da nossa Telebrás. E por último temos o grave problema da Amazônia, onde se destaca o caso de Roraima que deverá ficar fora do programa. Nas expectativas mais otimistas do governo o alcance de Roraima pelo PNBL só se dará em 2014. Pensa-se em fornecer o serviço através da Venezuela por meio de sua rede de fibra ótica, já que a Venezuela é quem fornece a energia elétrica que abastece aquele Estado. No país de Hugo Chaves falta de tudo e com pouco se pode contar. Amazônia à parte, não será ela que irá impedir a caminhada do PNBL, apenas irá se juntar a centenas de outras localidades principalmente na zona rural onde a luz elétrica ainda é um sonho. A inclusão digital da região amazônica, sozinha, engole os 13 bilhões de reais previstos no programa.
As teles estão chiando, esperneando, gritando aos quatro cantos que o governo está rompendo o compromisso assinado por ocasião do programa de privatização da telefonia. Após o anúncio da criação da Telebrás as teles foram ao mercado e contrataram grandes escritórios de advocacia com o intuito de embarreirar o PNBL. Ora bolas, essas teles vendem banda larga no mercado a preços proibitivos e velocidades horrorosas. A banda larga no Brasil é uma das piores e mais caras do mundo. E mais, elas não têm condições de realizarem os investimentos necessários. Somente a título de ilustração, a OI não tem mais capacidade de endividamento junto ao BNDES, o grande agente financeiro do desenvolvimento nacional. A OI já foi até na China buscar financiamentos, está endividada nos quatros cantos e continua a vender serviços caros e ruins, reconhecidos até pela ANATEL, a agência reguladora do setor.
A TIM vende uma assinatura de 7 megas com modem para notebook e quando você vai usar, ela não passa de um mega. Esse logro se sucede em todas as companhias, isso sem contar que elas são as campeãs de reclamações por parte dos usuários em todo o tipo de serviço que vendem. É justo que o governo volte ao setor.
Agora o que não se discute, o que a grande mídia e o setor ignoram são os investimentos previstos para a Telebrás levar a banda larga para todo o país. Os 13 bilhões de reais previstos não dão para nada. Com esse dinheiro nunca teremos banda larga boa. Pois saibam que a Itália com menos de um quarto de nossa população e territorialmente 20 vezes menor vai investir nos próximos 10 anos, 10 bilhões de euros para levar a banda larga aos menos favorecidos. Os Estados Unidos irão investir no mesmo período 100 bilhões de dólares, isso mesmo que você leu, 100 BILHÕES DE DÓLARES, para o mesmo fim. Considere que o número de pobres na América é muito menor que o nosso e a banda larga prevista para esses dois países terá uma velocidade mil vezes maior que a nossa. Portanto, por enquanto, o nosso sonho de banda larga boa e barata é uma quimera.
Laboratório Sabin entre as Melhores da América Latina
Pelo quarto ano consecutivo, uma empresa genuinamente brasiliense é eleita uma das 100 Melhores para Trabalhar na América Latina.
Orgulho é a palavra que define o sentimento de Janete Vaz, sócia-diretora do
Laboratório Sabin, que, pela quarta vez seguida, leva o nome de Brasília para o mundo. Há 26 anos no mercado de análises clínicas, o Laboratório Sabin foi novamente eleito entre as 100 Melhores Empresas para Trabalhar na América Latina, resultado de uma pesquisa do Instituto Great Place to Work (GPTW). Um prêmio o qual concorreram 1.500 organizações, mas apenas 100 entraram no ranking final, sendo 17 brasileiras e uma única de Brasília, o Sabin.
A premiação aconteceu em Los Angeles (EUA), no mês de abril, exatamente quando Brasília completava 50 anos. “Passou um breve filme na minha cabeça sobre os 26 anos de construção de valores sólidos e sustentáveis. Me sinto muito orgulhosa e dedico esse prêmio à cidade que me acolheu”, comemorou Vaz, que ignorou o fuso horário e ligou para a sócia Sandra Costa avisando que o Sabin mais uma vez estava levando para fora do País o nome da capital federal de maneira bastante positiva.
Essa não foi a primeira vez que o Sabin entrou no ranking das empresas que valorizam seus colaboradores. Em 2008 e 2009, o Laboratório conquistou o título de melhor empresa para a mulher trabalhar, prêmio também concedido pelo Instituto GPTW. Ainda em 2009, o Laboratório foi eleito a 4ª melhor empresa para trabalhar pela Você S/A Exame.
O Laboratório Sabin contabiliza números expressivos na área em que atua. Somente em 2009, foram 800 mil exames entregues por mês. Hoje, são 60 unidades espalhadas pelo Distrito Federal, Goiás e Bahia que atendem mais de 100 mil clientes por mês, 20% maior que o ano passado. O número de colaboradores também cresceu: passou de 720 em 2008 para mais de 900 em 2010 (dados de março) no mesmo período analisado. “Conseguimos crescer 31% no ano passado, quando a crise internacional ameaçava as empresas”, conta Costa, que é diretora técnica do Sabin.
Política de benefícios – Como prova de reconhecimento e valorização do profissional, o Sabin adota uma política de benefícios aos colaboradores que poucas empresas brasileiras praticam. Para os que desejam estudar, o laboratório oferece bolsa de 50% a 80% e flexibilidade de horário para MBA, mestrado e doutorado. Para aqueles que almejam realizar o sonho do matrimônio, o Sabin presenteia com auxílio-casamento, Dia de Noiva e, ainda, auxílio-enxoval de bebê para as futuras mamães.
E os incentivos não param por aí. Os colaboradores, com um ano de casa, recebem de presente um kit beleza e um dia no SPA. Com cinco anos, um salário bônus. Já aqueles que completam 10 anos de Sabin são presenteados com um laptop. Aos 15 anos de trabalho, o colaborador pode aproveitar uma bela viagem a Porto Seguro (BA) com um acompanhante. E quem completa 20 anos de dedicação ao Sabin recebe um carro popular 0 km. Nessas quase três décadas, o Sabin já premiou 1.608 colaboradores, sendo um com a chave do novo carro.
Com esse pacote de vantagens e condições de trabalho diferenciado, o Sabin conseguiu conquistar ainda mais ainda mais a confiança e a fidelidade de seus colaboradores, além de aumentar a produtividade. Entre 2005 e 2009, a rotatividade dos profissionais caiu de 28% para 12% ao ano. Na área técnica, não houve nenhum desligamento no período. Segundo Janete Vaz, os benefícios oferecidos incentivam e valorizam o profissional. “Aprendi que os valores familiares podem ser muito bem empregados no trabalho e isso tem dado muito certo”, avalia.
Entidade receberá prêmio no Rio
A revista Top of Business premiou o Insituto Agilità com o Troféu Top of Business Nacional em sua 12ª edição.
O Troféu Top Of Business Nacional, tem como objetivo central e trazer a público as iniciativas das empresas e profissionais incentivando o talento, a produtividade e, principalmente a capacidade de empreender.
A cerimônia será no Rio de Janeiro – Sheraton Rio Hotel e Resort na sexta-feira dia 09 de julho de 2010. Na noite do evento, as empresas, através dos seus representantes, receberão o Troféu Top Of Business Nacional 12ª edição. Na ocasião a revista estará entregando o Troféu Top of Business Internacional em sua sexta edição à empresas homenageadas do Uruguai, Argentina, Chile, Peru, Panamá, Bolívia, Venezuela, México, Estados Unidos, Espanha, Portugal, África do Sul, entre outros.
FORMA DE SELEÇÃO
Esta é uma homenagem da Revista Top of Business às empresas Brasileiras que contribuem para o crescimento e desenvolvimento do país. Esse reconhecimento, merecido e até esperado pelas empresas e pelos profissionais, deve-se à constante luta para permanecer no mercado tão competitivo, seja no segmento comercial, industrial, de prestação de serviços, profissionais liberais, inclusive, jornalístico.
Atenta ao que ocorre no mundo business, a Diretoria da Revista Top of Business seleciona os homenageados seguindo os seguintes critérios: participação em feiras nacionais e internacionais, congressos, desenvolvimento de produtos inovadores, tradição no mercado, prêmios recebidos, responsabilidade social e certificados de qualidades adquiridos no decorrer de sua existência.
O Instituto Agilità é:
· Empresa finalista do Prêmio MPE Brasil – Competitividade Micro e Pequenas Empresas – Sebrae 2009, entre as 4 melhores do Brasil, representando o Distrito Federal na Categoria Saúde, sendo uma das duas primeiras empresas do Distrito Federal a se classificar para a etapa nacional.
· Empresa vencedora do Prêmio MPE Brasil – Competitividade micro e pequenas empresas – Sebrae 2009, na categoria serviços de saúde etapa regional do Distrito Federal.
ANBIMA inaugura canal de orientação financeira exclusiva para mulheres
Portal Como Investir traz orientações sobre investimentos, orçamento doméstico e ensina como garantir uma aposentadoria confortável
No mês da Mulher, a ANBIMA – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais coloca no ar, por meio do site Como Investir, uma seção exclusivamente voltada ao público feminino. Na seção Mulheres e Investimentos, as leitoras vão encontrar orientação financeira, histórias de sucesso, guias e cartilhas para potencializar seus ganhos. “Homens e mulheres pensam e agem de forma distinta e seus investimentos devem refletir essas diferenças. Um homem encara um conjunto de aplicações como uma disputa com outro homem. Já a mulher tende a ter menor tolerância a riscos e objetivos de mais longo prazo, porque é mais paciente e pragmática”, explica Denise Hills, membro da Comissão de Educação da ANBIMA. “Criamos a seção para orientar com mais qualidade o público feminino em suas necessidades específicas”, completa.
Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que mais de um quarto dos domicílios brasileiros já está sob o comando exclusivo de mulheres. Em dez anos, o número de famílias chefiadas por mulheres cresceu quase 80%. Recorrer a investimentos para incrementar a renda da família pode ser uma boa saída também para elas.
Na seção Mulheres e Investimentos, alguns mitos são quebrados, como “aplicação financeira é assunto de homem” ou “não tenho dinheiro suficiente e não conheço o mercado”. Pesquisas com investidores não profissionais mostram que as mulheres costumam ganhar mais na Bolsa do que os homens, já que eles têm o hábito de fazer excessivo giro nas carteiras devido a seu excesso de confiança, gerando altos custos de corretagem. Não é preciso ser uma expert em finanças para ser uma investidora bem-sucedida e hoje em dia é possível fazer aplicações pela internet a partir de R$ 50.
Há ainda orientações específicas para solteiras e casadas. “Os objetivos e os impactos que os investimentos terão na vida dessas duas mulheres são diferentes. No casal, as decisões devem ser tratadas em conjunto, enquanto a solteira pode decidir individualmente”, diz a executiva.
O primeiro Guia é “10 passos para chegar aos R$ 100 mil”, que aborda situações que todas as mulheres passam no dia a dia, desde resistir a promoções até mostrar que administrar seu orçamento pessoal para atingir os seus objetivos não é tarefa impossível.
Para conhecer o conteúdo completo basta acessar: www.comoinvestir.com.br
Dalva Fazzio agora comanda a Matisse sozinha
Ela comprou as cotas do ex-marqueteiro de Lula
Dalva Fazzio, Diretora Presidente e sócia majoritária da Matisse Planejamento e Comunicação, anuncia oficialmente a saída e a compra das cotas de sociedade de Paulo de Tarso, que depois de 7 anos na agência como sócio minoritário parte para projetos pessoais. Neste momento, Dalva está conversando com diversos profissionais no mercado e deverá em breve anunciar a contratação de um VP de Criação, de um profissional de Planejamento e outro de Novos Negócios. Na semana passada Gustavo Burnett (ex-Africa), profissional com mais de 10 anos de experiência, foi contratado como Diretor de Atendimento do escritório de Brasília.
De acordo com Dalva Fazzio, a meta agora é finalizar a reestruturação interna iniciada há alguns meses, visando a renovação da agência, a melhoria do atendimento dos clientes atuais e o crescimento da empresa.
A Matisse foi fundada por Dalva Fazzio em 1998, em Campinas. Em menos de 2 anos se tornou a maior agência da cidade. Hoje, depois de 12 anos de muitas conquistas, prêmios e clientes, a agência está em São Paulo e Brasília, e figura no 46ª do ranking nacional dos investimentos em mídia. Seus clientes atuais são a SECOM, Banco do Brasil/Nossa Caixa, CDHU, Alphaville Urbanismo, entre outros.







