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"Ajudando as mulheres a liderar, vencer, governar."
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Arquivos para a ‘Esporte e Saúde’ Categoria

Marido e mulher do Quênia ganham a Meia Maratona do Rio

Joshua Kemei e Eunice Kirwa Foto: Globo.com

Joshua Kemei e Eunice Kirwa Foto: Globo.com

Rio de Janeiro (RJ) – Pela primeira vez na história, a Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro, que teve a sua 14ª edição disputada na manhã deste domingo, teve a vitória de um casal de corredores. Os quenianos Joshua Kemei e Eunice Kirwa, que moram juntos há cinco anos, na cidade Kasabet, e têm um filho, Kipchumba, de 3 anos e meio, foram campeões do masculino e do feminino da competição, que reuniu 18.000 inscritos, teve largada na Praia de São Conrado e chegada, 21.097 metros depois, no Aterro do Flamengo.

Com temperatura de 20 graus e 91% de umidade relativa do ar na largada, os corredores não tiveram muitas dificuldades para manter o ritmo estipulado pelos treinadores. Joshua Kemei forçou o ritmo desde o início e logo abriu grande vantagem. Já no feminino um grupo de seis atletas liderou a prova desde o começo, incluindo a brasileira Marily dos Santos, que acabou em quinto lugar e foi a corredora nacional mais bem colocada.

“A minha preocupação foi correr sempre na frente. Havia assumido o compromisso com o meu técnico (o brasileiro Moacir Marconi, o Coquinho) de vencer. Eu, na verdade, achava difícil ganhar, mas fiz muito esforço para conseguir o meu objetivo”, disse o campeão que manteve a liderança da metade da prova em diante.

Eunice Kirwa, que conquistou o bicampeonato na Meia do Rio – Joshua foi vice em 2009 -, teve maiores dificuldades. Ela deixou para arrancar nos últimos quilômetros, mostrando soberania absoluta. “Não foi fácil, mas não posso reclamar. Ganhei com a estratégia que montei”, comentou.

Eunice, que ganhou na semana passada as 10 Milhas de Vitória, contou que a saudade de seu filho é o seu maior drama no Brasil, onde pretende ficar até o dia 5 de novembro. “Ele fica com meus pais e só consigo matar a saudade por telefone. É difícil, mas faz parte de nossa profissão.”

Marido e mulher do Quênia ganham a Meia Maratona do Rio
Franck Caldeira surpreende e termina em segundo lugar, como o brasileiro mais bem colocado na prova
Rio de Janeiro (RJ) – Pela primeira vez na história, a Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro, que teve a sua 14ª edição disputada na manhã deste domingo, teve a vitória de um casal de corredores. Os quenianos Joshua Kemei e Eunice Kirwa, que moram juntos há cinco anos, na cidade Kasabet, e têm um filho, Kipchumba, de 3 anos e meio, foram campeões do masculino e do feminino da competição, que reuniu 18.000 inscritos, teve largada na Praia de São Conrado e chegada, 21.097 metros depois, no Aterro do Flamengo.
Com temperatura de 20 graus e 91% de umidade relativa do ar na largada, os corredores não tiveram muitas dificuldades para manter o ritmo estipulado pelos treinadores. Joshua Kemei forçou o ritmo desde o início e logo abriu grande vantagem. Já no feminino um grupo de seis atletas liderou a prova desde o começo, incluindo a brasileira Marily dos Santos, que acabou em quinto lugar e foi a corredora nacional mais bem colocada.
“A minha preocupação foi correr sempre na frente. Havia assumido o compromisso com o meu técnico (o brasileiro Moacir Marconi, o Coquinho) de vencer. Eu, na verdade, achava difícil ganhar, mas fiz muito esforço para conseguir o meu objetivo”, disse o campeão que manteve a liderança da metade da prova em diante.
Eunice Kirwa, que conquistou o bicampeonato na Meia do Rio – Joshua foi vice em 2009 -, teve maiores dificuldades. Ela deixou para arrancar nos últimos quilômetros, mostrando soberania absoluta. “Não foi fácil, mas não posso reclamar. Ganhei com a estratégia que montei”, comentou.
Eunice, que ganhou na semana passada as 10 Milhas de Vitória, contou que a saudade de seu filho é o seu maior drama no Brasil, onde pretende ficar até o dia 5 de novembro. “Ele fica com meus pais e só consigo matar a saudade por telefone. É difícil, mas faz parte de nossa profissão.”

Parteiras de 15 estados vão à Brasília propor políticas de inclusão do parto domiciliar assistido no SUS

Parteiras indígenas, quilombolas e tradicionais de 15 estados se reunirão em Brasília na próxima semana para discutir estratégias para a inclusão do parto domiciliar assistido por parteiras no Sistema Único de Saúde. O evento reunirá, entre 09 e 13 de agosto, representantes do Ministério da Saúde, da Organização das Nações Unidas, de governos municipais e estaduais, além de profissionais de saúde e integrantes de organizações não governamentais. O encontro, intitulado ?Encontro Nacional Parteiras Tradicionais: Inclusão e melhoria da qualidade da assistência ao Parto Domiciliar no SUS?, é promovido pelo Grupo Curumim (PE) e Fundo Nacional de Saúde e tem apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). Ao final do evento as parteiras entregarão ao Ministério da Saúde proposições de políticas para melhorar e ampliar o atendimento ao parto humanizado do SUS.

Durante o evento, além das parteiras tradicionais, os estados participantes também apresentarão suas políticas para inclusão do parto domiciliar no Sistema Único de Saúde. Estarão presentes representantes e pesquisadores e representantes de universidades dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Roraima, Tocantins, além do Distrito Federal.

Para a coordenadora do Grupo Curumim, Paula Viana, é fundamental que haja integração entre a profissional parteira e os serviços de Saúde. ?Esse vínculo é importante como estratégia de promoção da saúde e de redução da mortalidade materna e neonatal. Com isso, nós vamos elaborar e entregar ao Ministério da Saúde um plano de ação que ajude a melhorar a política nacional de inclusão do parto domiciliar assistido por parteira no SUS, além de formar uma rede nacional de referência para ajudar na implementação dessas estratégias?, afirma.

O encontro nacional sucede mais de 100 encontros realizados pelo Grupo Curumim em 15 estados nas cinco regiões do Brasil. Ao longo de dez anos, o Programa Parteiras Tradicionais, realizado pelo Grupo Curumim em parceria com o Ministério da Saúde, promoveu cursos e capacitações para cerca de 2450 parteiras tradicionais e profissionais de saúde em todo o país, incluindo a elaboração de materiais informativos e educativos, como o ?Livro da Parteira? e o manual ?Trabalhando com Parteiras Tradicionais?.

O Grupo Curumim desenvolve o Programa Parteira, que propõe e incide nas definições de políticas públicas de saúde para a inclusão do parto domiciliar assistido por parteiras tradicionais no conjunto da atenção integral à saúde da mulher no Brasil. O encontro nacional de parteiras também faz parte da Campanha de 20 anos do Grupo Curumim: ‘Por todas as Mulheres. Por todos os Direitos’.

INFORMAÇÕES

Encontro Nacional Parteiras Tradicionais: Inclusão e melhoria da qualidade da assistência ao Parto Domiciliar no SUS

Data: 09 a 13 de agosto

Local: Casa de Retiros Assunção (Avenida L2 Norte 611 S Módulo E ? SGAN, Brasília  DF)

Contato: Paula Viana (enfermeira e coordenadora do Grupo Curumim)

Fone: (81) 8863.1243

Alemãs conquistam o bi-campeonato da categoria.

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Foto : Friso Gentsch/AFP

A Alemanha venceu a Nigéria por 2 a 0 neste domingo e se tornou bicampeã da Copa do Mundo Feminina da Fifa Sub-20. É a primeira vez na história da competição que a anfitriã conquista o título.

A taça coroa uma campanha com 100% de aproveitamento das alemãs, que venceram os seis jogos da competição. Na final, o placar foi aberto com a artilheira, Alexandra Popp, e o segundo gol veio nod acréscimos da partida, com Osinachi, contra.

Alexandra Popp terminou a competição com dez gols, faturando a Chuteira de Ouro com um recorde em cinco edições do Mundial. Já a seleção brasileira fez uma péssima campanha e caiu ainda na primeira fase.

Com informações do portal eBand

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Pesquisa revela estatísticas interessante sobre a vida sexual da “melhor idade”

As mulheres de meia-idade são as que estão mais realizadas sexualmente. Quem diz é um grupo de cientistas do Hackensack University Medical Centre, de Nova Jersey, nos Estados Unidos.

O estudo foi feito com 600 mulheres de todas as idades e revelou que mulheres na meia-idade gostam mais de fazer sexo do que em outros momentos da vida feminina.

Enquanto 54% das mulheres de 18 a 30 anos dizem ter dificuldades em atingir o orgasmo, esse percentual cai para 43% na idade de 31 a 45 anos. De 46 a 54 anos, 48% afirmam ter  dificuldades no sexo.

Na idade de 31 a 45 anos, 87% dizem que fazem sexo com regularidade.

Outros dados da pesquisa mostraram que as mulheres de meia-idade também se sentem mais femininas e sensuais. É nesta faixa etária que elas também consomem mais lingeries e brinquedos sexuais e estão mais ligadas em suas fantasias.

A pesquisa reverte a ideia de que a meia idade seria o começo do fim da vida sexual, momento de depressão, baixa auto-estima. Lendo a matéria, no Daily Mail, me deu a impressão  de que esses estudos são, mais do que tudo, importantes para derrubar estigmas. O que antes era exceção, vira padrão. E, mais do que tudo, deve prevalecer a ideia de que em qualquer idade é possível ser feliz.

Com informações do Blog Época

A pitcher de 29 anos resolveu pendurar a luva.

Jennie Finch; Foto AP

Jennie Finch; Foto AP

A americana Jennie Finch, um dos maiores nomes da história do softbol, anunciou que irá encerrar a sua carreira. A pitcher fará a sua despedida nesta semana da seleção americana durante a Copa do Mundo da modalidade, em Oklahoma, para tristeza dos milhares de fãs ao redor do planeta. No entanto, os últimos arremessos de Finch ainda poderão ser acompanhados no restante da temporada americana pelo Chicago Bandits antes de ela pendurar oficialmente as luvas no fim de agosto.

Uma das musas olímpicas, a loira de 29 anos e 1,85 m foi o ícone da equipe americana de softbol neste início de século. Depois de se destacar nos torneios universiátios com 60 vitórias consecutivas, ela liderou os EUA na conquista do ouro em Atenas 2004 e da prata em Pequim 2008.

No início do mês, Jennie foi novamente destaque na conquista do sétimo título mundial seguido da seleção americana.

“A minha carreira foi muito mais do que eu imaginava. As oportunidades que tive de me divertir e ser parte disso são inacreditáveis”, disse a atleta americana, à AP.

A atleta quer agora aproveitar o tempo livre e curtir o tempo com o marido Casey Daigle e o filho Ace, de apenas três anos.

“Sentia que a cada ficava mais difícil com o Ace crescendo e o tempo longe do meu marido. Até mesmo eventos familiares como aniversários e casamento de amigos eu perdia por causa do softbol”, lamentou.

Além de perder o domínio para o Japão, em Pequim 2008, a maior frustração da carreira da atleta foi ver o softbol ser retirado do programa olímpico pelo COI. A modalidade, assim como o beisebol, está fora dos Jogos de Londres 2012 e Rio de Janeiro 2016, mas ainda sonha com um possível retorno em 2020.

Figura conhecida de revistas esportivas, talk shows e eventos nos Estados Unidos, Finch ainda deve seguir por muitos anos no imaginário do torcedor do país.

“Espero continuar envolvida (com o softbol). Ele fez parte por muito tempo da minha vida e não posso imaginar viver sem ele”, completou.

Com informações do Portal Terra

Beijo do goleiro espanhol Cassillas com repórter e namorada Sara Carbonero durante entrevista ganha o mundo.

Após a vitória sobre a Holanda, a Seleção Espanhola se sagrou campeã da Copa do Mundo 2010.  Durante as entrevistas concedidas pelos jogadores, o goleiro e capitão espanhol Iker Cassillas aproveitou para reparar uma injustiça que havia sido cometida pela imprensa espanhola contra a jornalista Sara Carbonera. Depois da unica derrota da seleção espanhola na Copa do Mundo, quando perdeu da Suiça ainda na primeira fase, a impressa julgou que a presença da namorada/repórter atrás do gol defendido por Cassillas seria a causa da derrota. Iker Cassillas, já campeão, não perdeu a oportunidade de provar que além de não atrapalhar sua concentração, a moça ainda é pé quente.

A atitude do casal lembrou uma célebre foto de Edith Shain, de 1945

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Com informações do Correio Brasiliense

Homens e mulheres de todo o mundo celebraram no domingo um acontecimendo que há 50 anos revolucionou suas vidas, com a aprovação nos Estados Unidos da pílula anticoncepcional.
16 pilula
Cinquenta anos depois, milhões de mulheres no mundo inteiro ainda vivem sob influência dos preceitos da Igreja Católica que as proíbem de tomar o remédio, mas a grande maioria já desistiu de respeitar essas proibições há muito tempo.

“Os católicos utilizam a pílula da mesma maneira que tomam uma aspirina… Os padres não pregam mais contra a pílula”, afirma Jon O’Brien, presidente do grupo de reflexão Catholics for Choice.

“Não está provado que os preceitos da Igreja acabaram influenciando os católicos em sua decisão de usar um meio contraceptivo”, acrescentou Frances Kissling, autora de um relatório sobre os comportamentos sexuais dos católicos e membro de uma associação de defesa das mulheres, Women Deliver.

Cerca de 98% das mulheres americanas com idade entre 15 e 44 anos utilizaram alguma forma de contracepção ao longo de suas vidas e 44 milhões tomaram a pílula em algum momento, segundo os dados dos Centros de Controle de Doenças (CDC).

Kissling informou ainda que menos de 5% dos católicos nos Estados Unidos utilizam os métodos anticoncepcionais autorizados pela Igreja, como o método do ciclo natural ou da abstinência.

Os protestantes, os judeus e os muçulmanos são menos conservadores do que os católicos com suas rígidas maneiras de contracepção, mas todas as grandes religiões concordam que as relações sexuais têm como principal objetivo a reprodução. Deus disse “Sede fecundos, multiplicai-vos”, relembram os religiosos.

Em 1968, apenas dois anos após a aprovação da pílula pelas autoridades médicas americanas, mesmo com o aviso tolerante de uma comissão de bispos e teólogos preconizando o crescimento das restrições contraceptivas, o Papa Paulo VI manteve a proibição do uso do medicamento através da encíclica Humanae Vitae.

“A pílula não é o problema. A Igreja não concorda com as pessoas que querem manter relações sexuais sem procriar”, afirmou Bill Mattison, professor de teologia da Universidade Católica de Washington.

Dentre as inúmeras mulheres católicas que viviam sob os rígidos preceitos da Igreja, muitas voltaram atrás. “Brincamos de ‘roleta do Vaticano’ durante alguns anos e não funcionou muito bem”, contou Else, de 79 anos, falando sobre o método natural de seguir o ciclo menstrual feminino. Else teve quatro filhos em cinco anos, sem contar um aborto natural em 1967 que a levou, finalmente, ao médico que prescreveu a pílula.

“O doutor, que era católico, me disse: ‘você está brincando com fogo se tiver mais um filho. Acredito que seja preciso se resguardar de maneira segura’”, continuou. “Assim, comecei a tomar a pílula”.

“Se eu não tivesse começado a tomar o remédio, provavelmente teria tido filho até os 50 anos e, talvez, não estivesse viva hoje”, afirma a mãe de família. Segundo ela, as mulheres que seguiram as regras ditadas pela Igreja “tiveram mais filhos do que elas realmente desejavam”.

“Foi um grande sacrifício e, a partir de um determinado momento, as mulheres disseram: já chega!

ObamaPrimeira Dama lança a campanha “Let´s move”

Os Estados Unidos tem um dos maiores índices de obesidade por habitante do mundo. Esse mal também afeta 1 entre 3 crianças americanas, numero alarmante se considerarmos que a obesidade está relacionada a um grande numero de enfermidades. Tentando mudar esse quadro, Michelle Obama lançou uma a campanha “Let´s move” ou “Mexa-se” em português. A idéia é que com 20 minutos a mais de exercícios diários, as crianças e adolescentes acima do peso possam reencontrar uma melhor forma física.

Uma em cada três brasileira crê que pilula é fator positivo na vida sexual

Pesquisa Ibope realizada pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) com 500 mulheres entre 15 e 45 anos em cinco capitais avaliou a relação entre o contraceptivo mais usado pelas mulheres e sua sexualidade

Existe uma relação entre pílula anticoncepcional e libido feminina? A pílula pode realmente alterar a libido? De que maneira a pílula auxilia na sexualidade da mulher? Para responder algumas dessas perguntas, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) realizou uma pesquisa pioneira com 500 usuárias de 15 a 45 anos de pílula anticoncepcional de cinco capitais do país (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre).

A pesquisa desenvolvida pelo IBOPE faz parte do projeto R.O.S.A. – Resultados e Opiniões sobre Saúde e Anticoncepcional – que pretende traçar o conhecimento da brasileira sobre a pílula e entender como o método contraceptivo influencia sua qualidade de vida. O Projeto R.O.S.A conta com apoio da Janssen-Cilag Farmacêutica.

“O objetivo do projeto é ouvir o que as mulheres sabem e acham sobre seu método contraceptivo, afinal são elas que tomam a decisão final sobre a pílula. O médico se baseia nas decisões científicas, mas é a mulher que tem que dizer o que é melhor para ela”, afirma o ginecologista Nilson Roberto de Melo, presidente da FEBRASGO. A pesquisa mostrou que 61% das mulheres se informa sobre a pílula com o médico e 26% pela internet. O tema sexualidade foi o escolhido para dar início ao projeto.

De acordo com a pesquisa, uma em cada três brasileiras acredita que o uso da pílula anticoncepcional melhora a satisfação sexual. “Além da liberdade da contracepção, as pílulas mais modernas têm efeitos na autoestima da mulher, melhorando pele, cabelo e aparência em geral. Isso é decisivo para a mulher se sentir mais satisfeita com o sexo”, afirma o ginecologista Gerson Lopes, presidente da Comissão Nacional de Sexologia da FEBRASGO.

Libido X Pílula

A pesquisa também avaliou a relação entre pílula e libido: 11% das brasileiras acreditam que a pílula aumenta o desejo sexual. “As combinações de hormônios existentes nas pílulas anticoncepcionais influenciam a libido feminina, algo que é desconhecido ainda pelas mulheres brasileiras e só é abordado pelos médicos quando questionados pelas pacientes”, explica Gerson. “Isto acontece porque o desejo sexual é complexo e envolve outras questões psicológicas, físicas, culturais e sociais”, afirma.

“Alguns tipos de anticoncepcionais, cuja ação denominamos anti-androgênica moderada mantém a testosterona (hormônio responsável também pela libido feminina) equilibrada no organismo. Isto é extremamente benéfico no sentido de não comprometer a libido”, explica Lopes.

Mais Sexo

A pesquisa também mostrou que 29% das brasileiras afirmam ter maior frequência sexual por conta da pílula. “As mulheres começaram a ter uma vida sexual mais ativa após a invenção da pílula, aumentando o número de relações sexuais”, explica Gerson. “Não ter medo de engravidar facilitou a vida sexual da mulher”.

Veja os principais achados do Projeto R.O.S.A – Resultados e Opiniões sobre Saúde e Anticoncepcional

Pesquisa IBOPE – Entrevista com 500 usuárias de pílula anticoncepcional de cinco capitais do país

Método preferido

 86% das entrevistadas não pretendem parar de usar anticoncepcional;

 70% afirmaram não ter intenção de mudar de método contraceptivo;

 72% das mulheres afirmaram ouvir mais comentários positivos do que negativos sobre o anticoncepcional;

Onde elas buscam informação?

 61% das mulheres se informam sobre o método com o médico

 26% pela internet

 12% com amigas

Falando em pílula..

 Uma em cada três brasileiras afirma que o uso da pílula anticoncepcional melhora a satisfação sexual

 O mesmo percentual diz que a vida sexual como um todo fica melhor com o uso da pílula

 29% afirmam que melhora a frequência das relações

Quando o assunto é libido…

 11% acreditam que a pílula aumenta o desejo sexual

 72% acreditam que a pílula não interfere na libido

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