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Primeira-dama foi estrela do primeiro dia do evento em Charlotte. Campanha do democrata quer dar aspecto popular a evento.

Michelle Obama durante a abertura da convenção democrata nesta terça-feira (4) (Foto: Charles Dharapak/AP)
Michelle Obama durante a abertura da convenção democrata nesta terça-feira (4) (Foto: Charles Dharapak/AP)

A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, defendeu com firmeza nesta terça-feira (4) seu marido e candidato à reeleição, o presidente Barack Obama, durante a convenção democrata, em Charlotte, na Carolina do Norte.

Em seu discurso, Michelle disse que Obama “conhece o sonho americano porque o viveu” e em cujas promessas se pode confiar porque mantém as convicções que o levaram à Casa Branca. “Barack Obama continua sendo o mesmo homem por quem me apaixonei”, afirmou Michelle em um emotivo discurso durante a jornada inaugural da convenção democrata.

Da mesma forma que sua avó, inclusive nos momentos mais difíceis, o presidente olha para frente “com paciência e sabedoria”, e “me lembra que estamos em um jogo longo, que a mudança é dura e lenta, e nunca acontece de repente”, ressaltou a primeira-dama.

Radiante com um vestido fúcsia, Michelle ofereceu um discurso muito pessoal e lembrou as “alegrias simples” da família como ver um jogo de futebol no sábado ou ir à casa da avó no domingo quando viviam em Chicago.

Como mãe de Malia e Sasha, disse que há quatro anos estava “segura que (Obama) seria um presidente extraordinário”, mas lhe preocupava como impactaria em suas duas filhas a mudança à Casa Branca.

“Barack e eu fomos criados por famílias que não tinham muito em termos de dinheiro ou posses materiais, mas que nos deram algo muito mais valioso, seu amor incondicional e seu sacrifício inquebrantável”, salientou.

A avó de Obama, Madelyn Payne Dunham, “acreditava na promessa fundamental do sonho americano” da recompensa ao trabalho duro “e nos ressuscitou” com seu exemplo, declarou.

Após tantos “momentos que puseram a toda prova meu marido de uma maneira que nunca teria imaginado, vi em primeira mão que ser presidente não muda quem você é, mas revela quem você é de verdade”, refletiu Michelle.

Obama “nunca esqueceu como começou” e quando se trata da reconstrução da economia, da saúde ou da educação, segundo a primeira-dama, pensa em seus valores e em dar a todas as pessoas “as mesmas oportunidades” que o ajudaram a ter êxito.

A história dos EUA “é de inquebrantável esperança fundada na luta implacável” e isso “é o que tornou possível minha história, a de Barack e tantas outras”, enfatizou Michelle

Do G1
Após o fim das negociações, servidores da PF resolveram continuar com a greve Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Após o fim das negociações, servidores da PF resolveram continuar com a greve Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Policiais federais e funcionários do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) foram as únicas classes de servidores públicos que continuaram em greve mesmo após o fim das negociações com o governo federal. Eles alegam que a proposta apresentada pelo Executivo não atende às reivindicações das duas categorias e, por isso, não aceitaram o reajuste de 15,8% e seguem pedindo reestruturação das carreiras e dos salários. Para analistas, os grevistas encontram dificuldades de diálogo com a presidente Dilma Rousseff .

“Sem o Lula, essas categorias estão se sentido mais órfãs. Dilma não é o Lula, não vem de experiência com movimentos sindicais e está sendo obrigada a fazer papel de antipática ao dizer ‘não’, porque não há alternativa”, diz o analista político Paulo Kramer, professor do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB). Para ele, a presidente precisará da ajuda de seu antecessor para mediar essas negociações. “Parece que, com uma participação mais efetiva do ex-presidente Lula, os resultados poderiam ser melhores”, afirma.

Na opinião da cientista política Elizabeth Balbachevsky, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP), “a presidente Dilma tem algumas características que a tornam mais difícil de ser palatável para os movimentos”. “Ela também está enfrentando uma situação econômica mais complicada, que é sim uma herança maldita do governo Lula”, afirma. “O governo federal não tem como ceder às exigências, que são bastante altas e implicam reajustes muito acima da inflação para muitas categorias”, disse.

Representante dos policiais federais, Marcos Wink afasta a polêmica com a presidente e diz que não quer uma queda de braço. “Nós não estamos medindo forças com ninguém, não queremos colocar governo nenhum de joelhos”, afirma o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef). Ele argumenta que a greve continua porque as reivindicações vão além do aumento salarial, mesmo argumento usado pelos servidores do Incra. Wink alega que, se for preciso, “nós abrimos mão de aumento no ano que vem em troca de uma proposta que atenda nossas reivindicações”.

Os policiais federais afirmam que a greve só terminará quando o governo apresentar um cronograma para a reestruturação das carreiras dos agentes, escrivães e papiloscopistas. Os servidores desses cargos recebem salário inicial de R$ 7,5 mil, pouco mais da metade do vencimento inicial dos delegados federais. Os policiais querem que as funções sejam equiparadas às carreiras típicas de Estado, como a de auditor da Receita Federal ou a de oficial da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Orientados pela Fenapef e pela Confederação Nacional das Associações dos Servidores do Incra (CNASI), ambas entidades sindicais filiadas à Central Única dos Trabalhadores (CUT), os servidores em greve continuam uma série de ações para pressionar o governo. Para Paulo Kramer, isso é um sinal de que “a inflação, que achávamos que era um fantasma exorcizado, está voltando”. Na opinião do analista político, os funcionários públicos têm mais estabilidade para promover esses movimentos e suas reivindicações podem ser avaliadas como um termômetro da economia.

Kramer lembra que o setor sindical foi, historicamente, apoiador de Lula e, por isso, o prestígio do ex-presidente junto a essas categorias seria um facilitador nas negociações. “De um lado temos Dilma se desvinculando da dependência que tinha de Lula e, de outro, a necessidade de ajuda nas negociações com essas categorias. Vamos ver para que lado a balança vai pender”, afirma o analista político.

Iniciados em julho, os protestos e as paralisações de servidores de órgãos públicos federais cresceram no mês de agosto, quando pelo menos 25 categorias entraram em greve. O Ministério do Planejamento estima que a paralisação tenha envolvido cerca de 80 mil servidores, enquanto os sindicatos calculam que 350 mil funcionários aderiram ao movimento. Desde março, quando foi iniciado o processo de negociação salarial, foram realizadas mais de 200 reuniões para discutir reajustes, com mais de 31 entidades sindicais. Após apresentar proposta de aumento de 15,8%, dividido em três anos, o governo encerrou as negociações com os servidores.

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Colômbia

Colômbia

A presidenta Dilma Rousseff manifestou hoje (4) apoio ao início do processo de paz entre o governo da Colômbia e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), formalizado em anúncio no começo desta tarde. Governo e guerrilheiros vão elaborar um plano de paz que ponha fim a quase meio século de combates e violência na região.

Ontem (3) pela manhã, o presidente colombiano Juan Manuel Santos telefonou para Dilma para avisar sobre o início da negociação formal entre as partes. Em nota, a presidenta disse que o acordo é motivo de celebração em toda a América do Sul e que a paz na Colômbia é fundamental para a consolidação do processo de integração da região.

“O êxito das negociações trará grandes benefícios para o povo colombiano e consolidará a imagem de uma América do Sul, que realiza hoje grandes transformações de paz. Nossas sociedades repudiam o uso da violência – venha de onde vier – para enfrentar os problemas econômicos, sociais e políticos da região”, diz a mensagem da presidenta, que será encaminhada ao presidente colombiano.

Por enquanto, não houve pedido, por parte da Colômbia, de participação do Brasil na negociação. Cuba, a Noruega, o Chile e a Venezuela atuarão como mediadores no processo. As negociações começarão na capital norueguesa, Oslo, na primeira quinzena de outubro, e continuarão na capital cubana, Havana, de acordo com os detalhes divulgados nesta terça-feira pelo governo colombiano.

Dilma afirma ainda que o Brasil, historicamente, tem defendido o diálogo e a negociação. O Brasil participou de operações de libertação de quatro reféns das Farc, entre 2009 e 2012. “Estou segura de que os atores envolvidos nesse processo de paz e reconciliação nacional terão a visão política e a sensibilidade social para pôr fim em primeiro lugar este grande país que é a Colômbia. Essa será a melhor maneira de homenagear as vítimas de tantas décadas que trouxeram dor e pesar aos colombianos”.

Da Agência Brasil
Senadora Lídice da Mata (PSB-BA)
Senadora Lídice da Mata (PSB-BA)

Em pronunciamento nesta terça-feira (4), a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) destacou as iniciativas do governo para minimizar os efeitos da seca no semi-árido nordestino, com destaque para a entrega da cisterna de numero 500 mil pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, que contemplou residência situada no município cearense de Madalena.

A senadora ressaltou que o Programa de Formação e Mobilização Social para a Convivência com o Semiárido – Um Milhão de Cisternas já beneficia 2,5 milhões de pessoas, que passaram a ter acesso à água potável ao lado de suas próprias casas e de forma descentralizada.

Lídice da Mata informou que o programa já viabilizou a construção de 113.460 cisternas nos 265 municípios que estão no semi-árido baiano. Na mesma região, explicou, também teve início o projeto piloto de construção de cisternas nas escolas da zona rural, em unidades que não dispunham de abastecimento de água e que permaneciam fechadas durante todo o período da seca, o que comprometia a realização do calendário escolar.

Essa iniciativa, segundo Lídice da Mata, já está beneficiando mais de quatro mil pessoas em 43 escolas de 13 municípios baianos. O projeto busca aliar, na mesma ação, acesso à água, segurança alimentar e educação, com a construção de cisternas e hortas comunitárias, dando oportunidades para o desenvolvimento das crianças do sertão do semi-árido.

Da Agência Câmara
Ig
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