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Arquivos para a junho 21st, 2012

E.T. - O Extra-Terrestre -1982

Alô, alô Marciano, aqui quem fala é da Terra…”

Prá variar estamos em …” zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz, xuxuxuxuxuxuuuu, xxxííííííí… “Você não imagina a loucura. O ser humano” – CONTINUA – “na maior fissura, porque…” bzíbzíbzíbzíbzííííí, píííííí… chichiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…

Sim, interferência…

Alô, alô, Marciano …”. Você nos ouve?

Você que pode nos ver do alto, diga-nos, a Terra está de cabeça para baixo?

… A crise tá virando zona, cada um por si, todo mundo na …”1, zzzzzzzzzzzzzzz.

Marciano, espera-se que as coisas estejam melhores no seu planeta. Perdoe-nos pelo desabafo, mas as instâncias aqui na Terra se esgotaram e lembramo-nos do Amigo. Podemos chamá-lo de Amigo, certo? Afinal, dizem que você já nos visitou tantas vezes…

Não tem Bispo ou Papa, Justiça Federal ou Supremo Tribunal que dê jeito. Há muito que contar e ficamos assim, meio constrangidos, porque talvez para os padrões marcianos, pareçamos frívolos.

Lembra-se do Lula, do PT, que dizia cobras e lagartos do Maluf? E lembra-se do Maluf, do Partido Progressista- PP, arqui-inimigo do Partido da Social Democracia Brasileira – PSDB e do Partido dos Trabalhadores – PT? Pois, nos jardins da sua mansão, ele e Lula trocaram juras de amor, “… que não seja imortal, posto que…”2 é Política, mas que dure enquanto estiverem bem cotados nas pesquisas e, acima de quaisquer escrúpulos, interessarem os preciosíssimos minutos na televisão.

O dote para esse casamento arranjado foi pago em minutos, mais precisamente, 1 minuto e 35 segundos a mais no horário eleitoral obrigatório gratuito – ah, Amigo, um suplício a que somos submetidos, mas isso são outras lamúrias – e mais umas merrecas de aparições em inserções na tevê.

O interessante, o “xis” da questão, é que os interesses individuais de cada um deles não foram declarados. Todos querem um pedaço do poder na administração da maior cidade do nosso país, São Paulo, você conhece. É briga de gente grande, escolada, e não se sabe como irão harmonizá-los.

Como?! Zízízízzzzzzzzzzzzzz… Essa interferência…

Você quer saber sobre o episódio Cataratas? É quase isso Amigo, mas na verdade é Cachoeira. A força da queda d’água é ainda de uma cachoeira, mas não falta muito para o Amigo ter razão. Ou não?

O juiz que autorizou as escutas telefônicas da “Operação Monte Carlo” da Polícia Federal, consideradas legais pela Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, e que culminaram com a prisão do Sr. Carlinhos Cachoeira, diz estar ameaçado, ele e sua família, de morte.

A Corregedora do Conselho Nacional de Justiça, a Ministra Eliana Calmon, já o ouviu e disse que:“A primeira preocupação é manter a segurança da magistratura. O juiz tem de se sentir seguro para bem decidir”.

Ainda bem que a temos entre nós para desempenhar, com louvor, a árdua missão de fiscalizar o desempenho dos juízes de todo o país, em que pese o descontentamento de muitos da classe.

O Presidente do Supremo Tribunal Federal também se pronunciou a respeito: “A ameaça é de gravidade incomum, de gravidade qualificada e não se pode ameaçar do ponto de vista da integridade física, nem moral, nem psicológica, nenhum julgador, muito menos o julgador e sua família”3.

Não, não desligue Marciano.

Aqui se tem boas novas. Estamos sediando a Conferência Rio+20 engajados na preocupação mundial por um mundo sustentável. Finalmente, se começa a traçar um plano global e com a participação da sociedade e de grupos étnicos.

Somos também o país da próxima Copa do Mundo de Futebol em 2014 e as Olimpíadas em 2016. Somos um canteiro de obras. Cada estádio de fazer inveja aos portentosos construídos mundo afora. É bem verdade que muitas obras estão atrasadas e causam preocupação se ficarão prontas em tempo. Mas o esforço é muito e as verbas maiores ainda. Aqui os fins vêm justificando os meios. Pena que tamanhos esforço e dinheiro, também não sejam empregados na educação, na saúde, no transporte público, na segurança, nas rodovias, ferrovias e portos, na… Mas brasileiro é povo cordato. Conformado. Até demais. Você bem deve saber.

Alô, Alô Marciano, aqui quem fala é da Terra …”

Alô, Alô …”

Alô…

O “guri desligou”4. Não se soube o nome dele, mas o nosso, metaforicamente e guardando as devidas proporções, certamente poderia ser Salomé.

1 “Alô, Alô, Marciano” Autores:Rita Lee e Roberto de Carvalho

2 Soneto de Felicidade – Vinicius de Moraes

3 www.veja.abril.com.br acessado em 19/6/2012

4 Referência ao personagem Salomé de Chico Anísyo


Katia Dias Freitas

 

 

Katia Dias Freitas é advogada em Brasília

contato@freitastotolipedrosa.adv.br

 

Hillary Clinton

Sem antecipar detalhes, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, anunciou que amanhã (22.jun.2012), sexta-feira, apresentará “um novo mecanismo de financiamento em energia limpa”.

Segundo informa o governo dos EUA, “o anúncio será feito juntamente com a presidente e CEO da Corporação para Investimentos Privados Internacionais (OPIC na sigla em inglês), Elizabeth Littlefield”.

Em teoria, esse “mecanismo tem por objetivo alavancar diferentes tipos de apoio financeiro dos EUA para proporcionar maiores níveis de investimento do setor privado em projetos de energia limpa, principalmente na África”.

Os Estados Unidos, maior economia do planeta, não enviaram seu presidente, Barack Obama, para a Rio+20. Hillary Clinton o representará apenas nesta sexta-feira (22.jun.2012), último dia do evento –e ficou, portanto, fora da foto oficial que foi produzida ontem (20.jun.2012).

Uma das razões para a não participação de Obama na RIO+20 é o processo eleitoral em curso nos EUA (ele é candidato à reeleição).

Como a economia norte-americana ainda está seriamente afetada pela crise econômica internacional, a participação de Obama em uma conferência sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável só teria o efeito de subtrair votos. Se o presidente dos EUA cedesse aos apelos ecológicos, desagradaria aos conservadores. Se negasse comprometimento com esse tipo de causa, reforçaria a imagem de se afasta cada vez mais de suas propostas liberais do passado.

Ou seja, Obama na Rio+20 não teria para onde correr –ou, como dizem os norte-americanos, seria uma “catch-22 situation”.

Há 20 anos, na Eco-92, o então presidente dos EUA, George Bush, aceitou estar presente no Rio. Ele era à época candidato a mais um mandato na Casa Branca, como ocorre hoje com Obama. Outra similaridade: a economia era também um fator de grande relevância na eleição norte-americana.

Um diplomata de alto escalão dos EUA foi confrontado com essas atitudes diferentes, de Bush (há 20 anos, que veio ao Rio) e de Obama (que não quis nem saber de participar da Rio+20): “Pois é. George Bush veio ao Rio há 20 anos… E o que aconteceu com ele? Perdeu a eleição para Bill Clinton em novembro daquele ano”.

Do Blog do Fernando Rodrigues

Rio+20

A presidenta Dilma Rousseff tem hoje (21) agenda intensa de compromissos paralelos à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, além da terceira reunião plenária de chefes de Estado e Governo. Dilma toma café da manhã com o primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, e tem reuniões ao longo do dia com o presidente do Congo, Denis Sassou-Nguesso, e os primeiros-ministros Julia Gillard (Austrália) e Wen Jiabao (China).

A equipe da presidenta recebeu 57 pedidos para audiências bilaterais. Mas, em decorrência das dificuldades de tempo, Dilma deverá se reunir apenas com sete autoridades. Além das audiências de hoje, ela se reuniu ontem (20) com os presidentes François Hollande (França), Macky Sall (Senegal) e Goodluck Jonathan (Nigéria).

Os encontros foram marcados por um tom de cobrança por parte da presidenta que, no caso da França, esperava mais empenho em relação aos pontos do texto da conferência que esbarravam em compromissos financeiros. Dilma lembrou que países africanos contribuíram com os europeus para a superação da crise. De outro lado, ouviu críticas ao documento concluído pelos negociadores. Eles estiveram, nos últimos dias, sob o comando da delegação brasileira que empenhou-se em concluir um documento conciso antes que os líderes dos países chegassem à conferência.

Anteriormente, estavam previstos encontro com o presidente de El Salvador, Mauricio Funes, que é casado com a brasileira Vanda Pignato, ligada ao Partido dos Trabalhadores, e uma reunião com cerca de 50 representantes da União Africana. Mas esses compromissos não foram incluídos na primeira agenda da presidenta que, no entanto, pode ser alterada.

Dilma quer assegurar aos africanos que, assim como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quer manter uma relação privilegiada com a África, que está entre as prioridades da política externa brasileira. Desde que assumiu o governo, ela visitou Angola e Moçambique, mas pretende ampliar as viagens para outros países da região.

Os líderes africanos reiteram que pretendem fortalecer as relações com o Brasil e a América Latina, pois acreditam que os continentes têm semelhanças. Para os africanos, a globalização aproxima os países de tal maneira que há uma tendência também à ampliação da classe média na África, como ocorre no Brasil.

Uma das preocupações dos africanos é com o crescimento populacional, pois a estimativa é que em breve a África tenha 2 bilhões de habitantes. Eles querem desenvolver parcerias para implementar a agricultura tropical, aproveitando a geologia da região que é semelhante à do Brasil, e trocar experiências para a transferência de tecnologias.

Da Agência Brasil

Presidenta Dilma Rousseff discursa durante a cerimônia de abertura protocolar da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff pediu hoje (20) aos líderes que participam da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que as incertezas no cenário internacional não enfraqueçam a disposição política para a conclusão de acordos em torno da agenda do desenvolvimento sustentável.

“Resultados novos exigem novas práticas. A crise financeira e as incertezas que pairam sobre o futuro da economia mundial dão uma significação especial à Rio+20 (…) Nós estamos conscientes e temos a certeza que a recuperação para ser estável tem de ser global. Em um momento como este, de incertezas em relação ao futuro da economia internacional, é forte a tentação de tornar absolutos os interesses nacionais. A disposição política para acordos vinculantes fica muito fragilizada. Não podemos deixar isso acontecer”.

A presidenta disse aos chefes de Estado e de governo que há uma grande vontade de construir um acordo e uma nova visão de futuro em torno do desenvolvimento sustentável. Dilma afirmou que o mundo está no limiar de um novo momento que exigirá mudanças profundas de atitudes coletivas, institucionais e individuais.

“A tarefa que nos impõe a Rio+20 é desencadear o movimento de renovação de ideias e de processos, absolutamente necessários para enfrentarmos os dias difíceis em que hoje vive ampla parte da humanidade. Sabemos que o custo da inação será maior que o das medidas necessárias, por mais que essas provoquem resistências e se revelem politicamente trabalhosas (…) Caberá a nós, dirigentes mundiais, chefes de Estado e de governo, ministros, funcionários, enfim, aos representantes das nações aqui presentes demonstrarmos capacidade de liderar e de agir”.

Do Blog do Planalto
Ig
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