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Arquivos para a janeiro, 2012

Rita Lee durante show em Aracaju que a cantora afirma ser o último de sua carreira - Foto:Maria Odilia - Folhapres

O governador de Sergipe, Marcelo Déda (PT), negou que tenha intenção de processar Rita Lee. Em mensagem postada em seu Twitter e enviada à imprensa pela assessoria do governo nesta terça-feira, ele afirma que o cachê pela apresentação já foi pago.

“A hipótese de reaver o cachê foi aventada durante a confusão na madrugada do domingo e logo arquivada”, diz o comunicado. “Show feito, cachê pago, caso encerrado.”

A ameaça de processo foi feita por Déda ainda durante a apresentação de Rita Lee após a cantora provocar a Polícia Militar.

 Rita estava em Sergipe fazendo a última apresentação de sua carreira. O imbróglio começou no meio do show, quando a cantora afirmou ter visto membros de seu fã clube –que viaja atrás dela pelo Brasil para vê-la ao vivo– sendo agredidos por policiais.

Primeiro, declarou que não os queria em sua apresentação. Ainda calma, disse: “Vocês são legais, vão lá fumar um baseadinho”.

Mas, quando os policiais vieram para a frente do palco, formando uma parede humana de frente para ela, a cantora se alterou. Lembrou já ter vivido o período da ditadura e disse não ter medo deles. Chamou os PMs de “cavalo”, “cachorro” e “filho da puta”.

Terminado o show, Rita foi levada pela polícia à delegacia, onde prestou depoimento e assinou um boletim de ocorrência. A ex-senadora e hoje vereadora de Maceió Heloisa Helena (PSOL) estava no show e também assinou o documento como testemunha a favor da cantora.

Logo após a apresentação, Déda disse ter testemunhado “um espetáculo deprimente” por parte de Rita. “A polícia não tinha feito nenhum tipo de ação que justificasse [a atitude da cantora]“.

Para o governador, a cantora tentou colocar o público –estimado em 20 mil pessoas pela organização– contra os policiais, o que poderia levar a uma “confusão generalizada”.

Do Folha.com

Arte RatoFX

A Câmara analisa o Projeto de Lei 2856/11, do deputado Jânio Natal (PRB-PA), que obriga empresas da área de construção civil a contratarem pelo menos 10% de mulheres. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-lei 5.452/43).

O projeto também altera a Lei de Licitações (8.666/93) para tornar obrigatório a inclusão desse percentual mínimo para contratações de mulheres no edital de convocação ou, quando houver dispensa de licitação, no contrato administrativo.

Discriminação

O autor explica que o objetivo é combater uma inexplicável resistência à contratação de mulheres na área de construção civil. “Os empreiteiros normalmente ignoram as vantagens do trabalho feminino e não se sensibilizam com estudos, segundo os quais, a atitude sempre mais cautelosa e detalhista das mulheres contribui para a edificação de prédios mais confiáveis”.

O autor acredita que, uma vez obrigadas a contratarem mais mão de obra feminina e a vencer injustificáveis preconceitos, as empreiteiras da área – até por visarem lucro – logo passarão a admitir mais mulheres.

Tramitação

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Da Agência Câmara de Notícias

Dilma faz sua primeira visita oficial à ilha Foto: Alejandro Ernesto/EFE

 A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, iniciou na tarde desta segunda-feira uma visita oficial de apenas 48 horas a Cuba com foco em assuntos econômicos bilaterais como a modernização do porto de Mariel e a perspectiva de novos projetos brasileiros na ilha.

Dilma foi recebida pelo chanceler cubano, Bruno Rodríguez, e não concedeu declarações aos jornalistas que a aguardavam no aeroporto internacional José Martí.

A agenda da presidente brasileira começará nesta terça-feira com a habitual homenagem ao herói nacional José Martí, antes de reunir-se com o líder da ilha, Raúl Castro, no Palácio da Revolução. Não está descartado um possível encontro com o ex-líder cubano Fidel Castro, que mantém uma longa amizade pessoal com Luiz Inácio Lula da Silva, antecessor de Dilma na Presidência brasileira.

Embora a visita tenha foco nos temas econômicos e comerciais, como cenário de fundo está a situação dos direitos humanos na região e na ilha, mas não há a previsão de que a presidente brasileira abordará esse assunto durante sua estadia em Cuba.

Esse tema agitou a visita oficial de Dilma desde que o Brasil concedeu um visto de turista à blogueira cubana Yoani Sánchez, que solicitou à líder brasileira que interceda junto às autoridades da ilha para obter a permissão para fazer a viagem e prestigiar o lançamento de um documentário. Isso só será possível, no entanto, se o governo cubano conceder a Yoani uma espécie de “carta branca”.

Em entrevista coletiva ocorrida nesta segunda-feira, dissidentes cubanos afirmaram que não esperam nada relevante da visita de Dilma no que se refere à situação dos direitos humanos na ilha.

A visita tem o objetivo de “aprofundar a cooperação bilateral nas áreas técnica, científica e tecnológica, sobretudo em agricultura, segurança alimentar, saúde e produção de remédios”, informou um comunicado oficial da Presidência brasileira.

O curto programa da viagem de Dilma inclui nesta terça-feira a assinatura de acordos não especificados e a visita às obras de ampliação e modernização do porto de Mariel – situado 45 km ao oeste de Havana -, considerado o mais importante investimento executado em Cuba com a colaboração do Brasil.

Esse projeto, que conta com participação da Odebrecht, tem orçamento de US$ 686 milhões e 80% de seu financiamento fornecido pelo Brasil.

A participação brasileira na indústria açucareira cubana deverá ser outro dos temas analisados durante a visita, uma vez que a Odebrecht anunciou nesta segunda-feira a assinatura de um contrato com Cuba para a gestão produtiva de uma fábrica na província de Cienfuegos.

Na manhã de quarta-feira, Dilma Rousseff se despedirá de Cuba rumo ao vizinho Haiti, onde fará visita oficial. As trocas comerciais entre Brasil e Cuba alcançaram US$ 642 milhões em 2011, 31% mais que o registrado no ano anterior.

Do Terra

Hillary Clinton

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, pediu nesta segunda-feira à ONU que aja para pôr fim à violência na Síria, na véspera de uma reunião do Conselho de Segurança com alguns de seus homólogos.

“Os Estados Unidos condenam nos termos mais firmes a escalada dos ataques violentos e brutais praticados pelo regime sírio contra seu próprio povo”, declarou Hillary em um comunicado. “O Conselho de Segurança deve agir a fim de fazer que o regime sírio saiba com clareza que a comunidade internacional considera essas ações uma ameaça à paz e à segurança”.

Hillary indicou que vai na terça-feira à reunião do Conselho de Segurança em Nova York, onde devem se reunir ministros das Relações Exteriores ocidentais, entre eles o francês Alain Juppé e o britânico William Hague.

Os países ocidentais querem que seja adotado um projeto de resolução que exija a saída do presidente sírio Bashar al-Assad. Mas a Rússia, que possui direito de veto, reafirmou nesta segunda-feira a sua oposição a esse projeto.

Para Hillary Clinton, o Conselho de Segurança deve “enviar uma mensagem clara de apoio ao povo sírio para dizer: estamos com vocês”.

“Durante os últimos dias, assistimos a uma intensificação das operações sírias de manutenção da ordem em todo o país, provocando a morte de centenas de civis”, declarou Hillary. “O governo bombardeou áreas civis com obuses de morteiro e disparos de tanques, e derrubou prédios inteiros com seus ocupantes”.

“A violência deve parar para que um período de transição democrática possa ter início”, afirmou a chefe da diplomacia americana.

Do Correio Braziliense

Mariam Al Safar diz estar "sempre aberta a desafios" Foto: Daily Mail

Aos 28 anos, Mariam Al Safar tornou-se a primeira mulher a conduzir um trem do metrô dos Emirados Árabes Unidos. Ela também seria a primeira a desempenhar a função no Oriente Médio.

“Estou sempre aberta a desafios e não tenho medo de assumir riscos. Meu trabalho é minha prioridade”, disse Safar à rede Gulf News, chamando outras mulheres a considerarem trabalhos “fora do convencional” ao planejarem suas carreiras.

O sistema de metrô de Dubai é controlado por um sistema automatizado, mas condutores ainda viajam nos trens para lidar com qualquer emergência.

Com a nova tarefa, Safar passou a integrar um seleto grupo de funcionários locais responsáveis pela condução do metrô.

Nos Emirados Árabes Unidos é comum a contração de estrangeiros para trabalhar nessa área. No entanto, o governo tem criado políticas para aumentar a participação de trabalhadores locais em vários setores, incluindo a operação dos trens.

Do UOL

Rita Lee- Foto:Marcus Preto/Folhapres

A cantora Rita Lee, 64, foi presa após um show em cidade próxima a Aracaju (SE). A cantora afirmou ter visto membros de seu fã clube, que viaja atrás dela pelo Brasil, sendo agredidos pelos policiais. Ao avistar policiais na plateia, declarou que não os queria em sua apresentação. “Vocês são legais, vão lá fumar um baseadinho.”

Mas os policiais se aproximaram ainda mais do palco, formando um paredão humano. Mais exaltada, a cantora os chamou de “cavalo”, “cachorro” e “filho da puta”. Passado esse momento, seguiu com o show até o final, quando foi levada à delegacia.

Ela se apresentava no Festival Verão Sergipe e declarou que aquele seria seu último show.

O governador Marcelo Déda (PT) estava no show e disse ter testemunhado “um espetáculo deprimente” por parte de Rita. “A polícia não tinha feito nenhum tipo de ação que justificasse [a atitude da cantora]“, declarou Déda. Para o governador, a cantora tentou colocar o público, estimado em 20 mil pessoas pela organização, contra os policiais, o que poderia levar a uma “confusão generalizada”, segundo ele.

Do Folha.Com

Maria da Penha

Recursos, nos últimos quatro anos, atenderam 23 estados e Distrito Federal

As ações para efetivação da Lei Maria da Penha tiveram investimento de R$ 32,3 milhões nos últimos quatro anos, com ações em 23 estados e Distrito Federal. Os recursos foram usados para criação e ampliação dos juizados de violência doméstica e familiar contra a mulher, núcleos especializados de atendimento à mulher da Defensoria Pública, promotorias e núcleos especializados do Ministério Público. Os recursos também permitiram a transformação de unidades do Sistema de Justiça com competência híbrida em unidades especializadas, um total de 111 equipamentos públicos. As ações são coordenadas pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.

Levantamentos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) registram que, até junho de 2010, foram abertos mais de 300 mil inquéritos a partir da aplicação da Lei Maria da Penha. Destes, resultaram 111 mil processos que foram concluídos e cerca de 70 mil mulheres foram beneficiadas com medidas protetivas instruídas pelo Judiciário. As ações de efetivação da Lei da Maria da Penha permitiram o atendimento de mais de 130 mil mulheres em todo o País nos equipamentos públicos disponibilizados, a partir de 2008.

Ligue 180 – Desde 2005, as mulheres brasileiras também podem contar com o Ligue 180, um Serviço de Atendimento Às Vítimas de Violência que, até dezembro de 2011, já orientou cerca de 2,6 milhões de pessoas. O serviço foi ampliado para as brasileiras no exterior no final do ano passado e está disponível gratuitamente, por meio de ligações a cobrar, 24 horas por dia, inclusive aos domingos e feriados, na Espanha, em Portugal e na Espanha.

Do Secom

Barbara Monteiro Foto: Vanessa Carvalho/News Free

Se em 1954 a brasileira Martha Rocha perdeu o Miss Universo por duas polegadas, a bela Barbara Monteiro não estava nem aí para medidas quando venceu, já na madrugada de domingo (29) para segunda-feira (30), o Miss Brasil Plus Size, que foi organizado em São Paulo.

Barbara, que representou o Mato Grosso do Sul foi coroada Miss Brasil Plus Size, e ganhou uma viagem de 14 dias para a Suíça, um contrato no valor de R$ 10 mil por um ano de trabalho como modelo, um book profissional e outros prêmios.

Em segundo lugar ficou Silvia Barreto, que defendia São Paulo, e na terceira posição terminou Roberta Breves, a representante do Rio de Janeiro. As belas Laila Gori (SC), Mirna Tardim (MT) e Larissa Rodrigues (CE) também foram para a final.

O concurso contou com 26 belas candidatas, todas com manequim acima de 44. Sem problemas com a balança, as beldades desfilaram em trajes casuais, de banho e roupas de gala. No fim, as seis finalistas ainda tiveram de responder perguntas pré-formuladas.

Segundo a organização, além de coroar a “gordinha” mais bonita do país, é promover uma luta contra a anorexia e aproximar as competições de beleza ao padrão real da mulher brasileira.

A festa contou com a presença da atriz Priscila Marinho, que interpreta a empregada Taluda da novela Aquele Beijo, da Rede Globo. Também estavam presentes o apresentador da TV Record Celso Cavallini e a ex-“Panicat” e apresentadora de TV Tânia Oliveira.

No sábado (21), um outro concurso de mesmo nome, organizado por outra empresa, foi realizado na cidade, com a coroação da bela goiana Cleo Fernandes.

Do Uol

Pequeno produtor cubano colhe milho manualmente perto de Havana, a capital: governo cubano quer incentivar a produção de alimentos

Uma linha de crédito de US$ 70 milhões para financiar a mecanização e a compra de insumos para a agricultura familiar e cooperativa está entre as iniciativas concretas que resultarão da visita da presidente Dilma Rousseff a Cuba, a partir de amanhã. A ajuda foi negociada ainda no ano passado pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, que esteve na ilha para detalhar a experiência brasileira com a distribuição da terra a pequenos proprietários — um caminho que o regime comunista empreendeu nos últimos três anos, como parte das reformas econômicas promovidas pelo presidente Raúl Castro.

A chegada de Dilma a Havana, na primeira viagem ao país como presidente, coincide com um momento de transição também em aspectos do sistema político, discutidos ao longo do fim de semana na 1ª Conferência Nacional do Partido Comunista de Cuba (PCC). No entanto, o chanceler Antonio Patriota praticamente descartou, em declarações feitas em Davos (Suíça), que seja abordado pulbicamente o tema dos direitos humanos. Na última quarta-feira, a embaixada brasileira concedeu visto para que a blogueira dissidente Yoani Sánchez visite o país em fevereiro, para o lançamento de um documentário sobre ela, mas é improvável que Dilma interceda com as autoridades locais para que autorizem a viagem.

“Este é um período em que eles passam por ajustes no seu modelo econômico e se inspiram em várias experiências do Brasil, além de um tempero da China e do Vietnã”, disse ao Correio o porta-voz do Itamaraty, Tovar Nunes. O objetivo da presidente é estender e aprofundar programas de cooperação em andamento, principalmente as obras de ampliação do Porto de Mariel, realizadas pela construtura brasileira Odebrecht com financiamento de US$ 683 milhões pelo BNDES.

“A viagem sinaliza o interesse do Brasil em participar de projetos nas áreas agrícola, de energia e de infraestrutura”, explicou o diplomata. Um dos projetos em andamento, com participação da Embrapa, contempla o apoio técnico para incrementar a produção de milho e cana-de-açúcar. A Odebrecht atuará na cogeração de energia para o processamento das colheitas. O interesse cubano, porém, se volta também para os programas do governo brasileiro para desenvolver a agricultura familiar e a produção de alimentos. “Eles não querem copiar modelos, mas estudá-los para adaptar à realidade deles”, concluiu Tovar Nunes.

Segunda reforma

Desde 2006, quando assumiu o comando de Cuba no lugar do irmão mais velho, Fidel Castro, Raúl vem introduzindo reformas destinadas a dinamizar a economia e sanear as contas do Estado, carregadas por um pesado mecanismo de subsídios. Em particular, o presidente determinou como prioritária a produção em larga escala de alimentos, já que o país importa cerca de 60% daquilo que consome.

Para isso, a reforma agrária proclamada em 1959, no início da revolução, foi atualizada em 2008 para incentivar a pequena propriedade familiar e o cooperativismo. Desde então, com a entrega de terra a pequenos produtores, o número de propriedades no país teve um acréscimo de 150 mil, inclusive com a criação de um “cinturão verde” em torno da capital.

Do Correio Braziliense

Marina Silva

A ex-presidenciável Marina Silva usou o Fórum Social em Porto Alegre para tentar romper o isolamento, se contrapor ao governo Dilma Rousseff e buscar apoio para uma nova candidatura ao Planalto em 2014.

Em ritmo de campanha, participou de sete debates e divulgou seu movimento “Nova Política”, embrião do partido que, segundo aliados, pretende fundar para disputar a Presidência de novo.

Nas falas, fez várias referências aos “quase 20 milhões de votos” que recebeu em 2010, pelo PV.

A ex-senadora admitiu, na sexta-feira, a intenção de concorrer em nome do lema da sustentabilidade.

“Se para ele continuar sendo relevante for necessário sair em 2014, eu peço a Deus que me dê coragem para fazer de novo, porque não é fácil enfrentar uma batalha como essa”, afirmou.

Ela pediu que os movimentos sociais pressionem Dilma a vetar as mudanças no Código Florestal e criticou o governo ao cobrar propostas para a Rio+20. “O Brasil precisa definir qual é a sua posição.”

Sem partido e sem mandato, Marina teve ajuda do empresário Oded Grajew, um dos organizadores do fórum, que participou de ao menos três debates ao seu lado.

“Pulsação do Planeta”

Em meio a ambientalistas, hippies e outras tribos, a ex-senadora passou por momentos de constrangimento.

Uma das palestras terminou com um pedido da mediadora para que a plateia fizesse silêncio e fechasse os olhos para sentir a “pulsação do planeta”. Marina manteve os olhos abertos.

Em fevereiro, ela viajará pelo Nordeste para fundar novos núcleos de seu movimento com a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL-AL).

Do Folha.Com
Ig
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