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Dilma recebe ex-presidente chilena, Michelle Bachelet Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidente Dilma Rousseff disse nesta quinta-feira que o desenvolvimento social associado ao desenvolvimento econômico é uma ferramenta de redução da pobreza. Dilma falou na presença da secretária-executiva da ONU Mulheres, a ex-presidente chilena, Michelle Bachelet. Para Dilma, os governos europeus devem evitar essa dissonância.

“Os governos precisam romper com a dissonância entre a voz dos mercados e a voz das ruas. Diminuindo essa diferença para propostas proativas de solução ao mesmo tempo que soluciona a crise, você cria condições para garantir que as pressões sofram toda essa magnitude dela”, disse a presidente.

Dilma destacou ainda que os programas de transferência de renda e o aquecimento do mercado interno criaram “o ciclo virtuoso que é o centro da força do Brasil nos últimos anos”. A presidente citou ações do governo, como por exemplo, a política de valorização do salário mínimo que, para ela, contribuiu para que “eliminasse a erosão do seu poder de compra”.

A presidente demonstrou novamente preocupação com o cenário econômico mundial e a crise aguda europeia. “Hoje estamos vendo um processo de desemprego dramático (naquele continente”, disse.

Inovação

Em evento posterior, a presidente defendeu a inovação e a pesquisa como ferramentas para o desenvolvimento do Brasil. Para a presidente, trata-se de um “esforço que estamos fazendo para ter um país mais rico e mais forte, com maior capacidade de investir, de agregar valor”. Dilma citou os investimentos em programas como o Ciência sem Fronteiras, que deverá enviar para o exterior 100 mil estudantes brasileiros.

A capacidade de competir e a agregação de valor e a inovação (…) serão talvez o maior instrumento (de desenvolvimento) nas próximas décadas e nos próximos anos”, avaliou a presidente. “O Brasil só vai conseguir usufruir dos frutos da era da prosperidade (…) se investir metódica e intensamente em educação e em ciência”, acrescentou.

Dilma assegurou que “não falta vontade política” para investimentos em educação e em ciência e tecnologia. Para a presidente, além de combater a miséria o Brasil tem o desafio de ser “capaz de criar tecnologia avançada”. A presidente discursou durante a entrega do prêmio Finep de Inovação, que reconhece talentos na área de empresas, instituições científicas e tecnológicas, públicas e privadas.

Do Terra

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