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Arquivos para a dezembro, 2011

Feliz Natal e um 2012 de encher os olhos! Equipe Mulheresnopoder. Arte RatoFX

Achar um espaço na agenda de Janete é muito difícil. Neste dia por exemplo, ela tentava conseguir mais uns minutos na jornada para receber um grupo de técnicos,de Londres, em passagem pela cidade.

A atribulação é tamanha que você imagina que será recebida corretamente, claro, mas premida pelo tempo, entre um compromisso e outro.

Apesar da chuva e do engarrafamento gigantesco na cidade, não houve atrasos. Chegamos para entrevistá-la, meia hora antes do combinado e tivemos a oportunidade de testemunhar uma cena que explica a diferença do Sabin como empresa premiada com o Best Place to Work, muitas vezes.

Era dia do aniversário de uma funcionária e a festinha já estava armada, com cartazes nas paredes, balões, violão, o já famoso pão de queijo quentinho e a presença carinhosa da diretora.

Nesta entrevista ela nos conta como começaram, ela e  Sandra, que infelizmente não pode vir para o bate-papo. Fala também do percurso que traçaram, dos prêmios, do reconhecimento nacional e dos planos para o futuro.

O que salta aos olhos, ao lado da competência técnica e empresarial, é o carinho com que essas mulheres se dedicam ao seu trabalho, colaboradores e aos que, como nós, se interessam por essa realização.

Foi um prazer que desejamos compartilhar.

Por Gianna, com a colaboração e imagens de Fernando.

Eliana Calmon destacou que decisão é ‘provisória’ e pode ser revertida. Ela afirmou que, ‘como jurista e cidadã’, defende autonomia do Conselho.

A corregedora-nacional do CNJ, Eliana Calmon, em entrevista em agosto (José Cruz / Agência Brasil)

A corregedora-nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, afirmou nesta segunda-feira (19) ao G1 que recebeu com “surpresa” a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, de conceder uma liminar que limita os poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ ) para investigar juízes suspeitos de irregularidades.

Com a liminar (decisão provisória), Mello se antecipou ao julgamento do caso pelo plenário da Corte, que só ocorreria em fevereiro, após o recesso de janeiro. “Foi uma surpresa para todo mundo. É uma decisão que seria do colegiado e que foi antecipada. Imediatamente meus assessores me passaram a informação. Estou lendo e avaliando”, disse.

A ministra destacou que a decisão é “provisória” e pode ser revertida pelo plenário do Supremo. “Liminar é sempre uma decisão provisória. Vamos aguardar”. Indagada se teria “esperanças” de que o colegiado revertesse a decisão de Marco Aurélio, a ministra disse: “Não tenho perspectiva. O Supremo é sempre imprevisível, como foi imprevisível essa liminar.” Em viagem à Bahia, Eliana Calmon não quis emitir opinião sobre a decisão de Marco Aurélio Mello.

“Já me considero em recesso. Estou lendo a liminar e avaliando. Tomei a deliberação de me manter silenciosa e aguardar a decisão do colegiado”, afirmou. Ela ressaltou, contudo, que mantém a posição de defender a autonomia do CNJ para investigar juízes. “É uma opinião que eu tenho como jurista, como brasileira e como cidadã.”

O julgamento da amplitude dos poderes do CNJ, previsto para setembro, foi adiado após a publicação de uma entrevista em que a corregedora-nacional de Justiça apontou “gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga”. O presidente do CNJ e do STF, Cezar Peluso, emitiu nota de repúdio. Entidades de magistrados, como a AMB, criticaram as declarações.

Em entrevista ao G1 no fim de setembro, Eliana Calmon afirmou que considerava a discussão sobre os poderes do CNJ como “perdida”. “Vamos perder no STF. Vai ser um retrocesso. Vai esvaziar o CNJ”, afirmou na ocasião.

Decisão

Na decisão individual desta segunda, o ministro Marco Aurélio entendeu que o conselho não pode atuar antes das corregedorias dos tribunais. Para ele, a competência de investigação do CNJ é subsidiária, ou seja, deve apenas complementar o trabalho das corregedorias dos tribunais.

Até agora, a corregedoria do CNJ funcionava de maneira concorrente aos tribunais, tendo capacidade de abrir investigações contra magistrados e puxar para si casos que tramitavam nos estados. Essa iniciativa, para Marco Aurélio, pode ser mantida sem ferir a Constituição, desde que haja uma justificativa, como prescrição e negligência na condução do processo.

A Advocacia-Geral da União (AGU) informou que, ainda nesta semana, vai recorrer da decisão à Presidência do Supremo – no recesso do Judiciário, é o presidente do tribunal quem analisa os pedidos.

Do G1
Elas são maioria na graduação; eles comandam posições de destaque

A bióloga Flávia Alcântara Gomes: uma das 29 mulheres entre os 112 jovens cientistas da Academia Brasileira de Ciências Guito Moreto

A primeira mulher a integrar os quadros da Academia Brasileira de Ciências (ABC) foi ninguém menos que a polonesa naturalizada francesa Marie Curie – a primeira cientista da História a ganhar dois prêmios Nobel, de física e química. Isso foi em 1926, dez anos após fundada a instituição, numa homenagem à passagem de Curie pelo Brasil. Quase um século depois, o número de mulheres aumentou muito, lógico. Mas, apesar da estreia em grande estilo, ainda é bem inferior ao de homens, mesmo entre as novas gerações.

De acordo com levantamento feito pelo GLOBO, dos 112 jovens cientistas (até 42 anos) eleitos membros afiliados da Academia Brasileira de Ciências (ABC) apenas 29 são mulheres. O desequilíbrio nas posições de destaque na ciência reflete a situação geral do país: o número de mulheres já supera ligeiramente o de homens na graduação e na pós, mas os cargos mais elevados permanecem nas mãos deles.

- A novidade é que há mulheres na ciência; então temos que saudar o fato de elas estarem aparecendo mais – afirma a economista Hildete Pereira de Melo, professora associada da Universidade Federal Fluminense (UFF), responsável por numerosos estudos sobre a participação feminina no mercado de trabalho em geral e na ciência em particular. – Sim, ainda há uma grande discrepância. As mudanças culturais são muito lentas mesmo, há ainda uma longa estrada na construção da igualdade, mas tudo indica que as próximas gerações terão uma participação cada vez maior.

Estudo feito pela economista com base em números do Censo de 2000 revela que, já naquele ano, as mulheres superavam os homens (56,5% a 43,5%) nos cursos de graduação. Na pós (mestrado e doutorado), a diferença era um pouco menor, mas se repetia: 52% a 48%. Mas a supremacia parece desaparecer quando se chega a posições de destaque e cargos mais elevados. Para onde foram todas essas mulheres?

Conciliar família e trabalho

Para Camila Indiani de Oliveira, de 38 anos, especialista em ciências biológicas da Fiocruz-BA e integrante da ABC, trata-se de uma preocupação global para quem faz ciência.

- Na graduação e na pós tem muita mulher mesmo. E mesmo entre os professores. Mas, depois, elas começam a sumir – afirma a bióloga. – Não acho que haja um preconceito direto, mas acho que há uma falta de tolerância com o fato de que, numa determinada fase da vida, quando tiver filhos, vai haver um período em que ela vai produzir menos, publicar menos, orientar menos.

Na análise de Camila, enquanto nos EUA há políticas afirmativas e ações que apoiam as mulheres, aqui o assunto nem é debatido.

- Falta o apoio formal das instituições, como creches, por exemplo – afirma. – Políticas afirmativas nas escolas, nas faculdades.

Também integrante da ABC, Flávia Carvalho Alcântara Gomes, de 42 anos, concorda com a colega. Chefe do Laboratório de Neurobiologia Celular do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, primeira professora titular da instituição e coordenadora da pós-graduação em ciências morfológicas, ela també, vê poucas mulheres em cargos de chefia. E também não acredita que o preconceito direto seja a explicação.

- Em geral, há mais mulheres do que homens na ciência hoje, mas, de fato, os quadros de liderança, de tomada de decisão, ainda são mais masculinos – afirma Flávia. – A ciência hoje é voltada para o mérito, mas tudo leva um tempo para ser incorporado, para refletir nos quadros mais altos.

Flávia destaca também a necessidade de maior apoio institucional, lembrando, por exemplo, que bolsistas da pós-graduação não têm direito à licença maternidade.

- Acho que a reversão desse quadro só vai acontecer quando houver uma forma melhor de conciliar família e trabalho – acredita Hildete. – Para muitas mulheres, em carreiras que exigem muita dedicação, fica difícil conciliar as duas coisas.

 Do OGlobo.Com

Luto

Sabe Sr. Barão
Eu quase sempre só tenho palavras boas para o Senhor
Mas hoje não!
Estou com raiva. E em torpor!

Me fala, pra que ?
Para que o Tratado de 1903, então?
Para isso?
Acreanos são brasileiros por um triz.
Eles são raros no ministério, Sr. Barão.
Uma pessoa tão doce de modos tão gentis,
Que cem anos depois de você,
Deu a vida pelo pais!

Mas você se foi tranqüilo. No gabinete.
Liverpool! Berlim! Paris!!!
Ao partir no carnaval, deixou o povo feliz!

Ela não. Ela não Sr. Barão.
Não foi fácil pra ela assim.
Ela foi pra África Sr. Barão.
Três anos de carreira, e fim!

É mais fácil ser da Pátria, herói
Jornalista, intelectual, deputado.
Dançar no Alcazar não dói,
Sendo filho de ministro de Estado.

Quer ver Senhor Barão,
Sendo mulher, negra, de Rio Branco.
Coincidência, não?
De Rio Branco Sr. Barão! De Rio Branco!

Em sua época ela não entraria
Em seu ministério, seria uma pária!
Mas se entrasse.. Quem diria?
Na Europa não tinha malária!

É senhor Barão, estou triste, indignado.
O Senhor foi o meu modelo de diplomata do século passado.
Mas no século futuro é a Milena!

João Daniel

Rosa Weber - Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

A gaúcha Rosa Maria Weber, de 63 anos, tomou posse na manhã desta segunda-feira (19) no cargo de ministra do Supremo Tribunal Federal (STF). Em uma rápida solenidade, de menos de meia hora, ela foi impostada na mais alta corte do país.

Rosa foi conduzida à sua cadeira de ministra pelos colegas Luiz Fux e Celso de Mello, respectivamente o mais novato até então e o decano do STF.

A solenidade foi prestigiada por autoridades dos três poderes. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, representou a presidente Dilma Rousseff na posse. Não houve discursos e nem mesmo a nova ministra se pronunciou. Somente o presidente do Supremo, Cezar Peluso, falou durante a cerimônia. Ele fez um rápido balanço do ano judiciário de 2011, que foi encerrado nesta manhã.

O supremo só voltará a realizar sessões em fevereiro. Durante o período de recesso, a ministra Rosa Weber se dedicará a estudar os processos de seu gabinete.

Ministra do Tribunal Superior do Trabalho desde 2006, Rosa Weber foi indicada pela presidente da República para a vaga no STF. Ele ocupa o lugar da ministra aposentada em agosto, Ellen Gracie.

Do Correio Braziliense

Nos EUA, oito em cada dez praticantes do Yôga são mulheres, segundo a revista Yoga Journal.

O filme/documentário YogaWoman, mostra como o Yôga entrou na vida das mulheres, desde Manhattan até o Kênia passando por vários países, e o seu poderoso impacto na saúde, na forma física e no bem estar emocional de milhões de pessoas. Enfim, narra esse fenômeno de massas cuja expansão atinge pessoas famosas como Gwyneth Paltrow, Madonna, Minnie Driver, entre outras tantas celebridades.

Quem pratica o Yôga sabe que ele é ótimo para “esvaziar o cérebro” quando você está com a cabeça cheia – sua mente se tranquiliza e você consegue baixar o seu ritmo.

Em suas declarações, Madonna já disse que para ela “o Yôga é uma metáfora da vida. Você o tem que praticar devagar, sem pressa, não pode ir logo para a próxima postura… respirar e deixar-se ir… É um exercício para a mente, o corpo e para tua alma”.

Pelo que vi no trailler do documentário, ele mostra declarações de instrutoras famosas, como, por exemplo, Cyndi Lee e Sharon Gannon. Será que deixaram espaço para instrutoras não tão famosas, mas que de igual forma fazem parte dessa nova geração de professoras dinâmicas?

Do A Simplicidade das Coisas

Risos. Arte RatoFX

É tão bom quando a gente aprende a rir das merdas que faz. Tá, não só das merdas. Mas da gente mesmo. Das trapalhadas. Mancadas. Burrices. Tolices. Infantilidades. Mediocridades. Mesquinharias. E desse monte de besteira que preenche os nossos dias.

Não levar tão a sério!” Expressão fantástica. Do tipo fácil de entender e dificílima de fazer. Se fosse receita, em site ou livro de culinária, deveria ter 5 estrelinhas no grau de dificuldade. E se o livro fosse escrito por mim teria até um “putaqueopariu!” entre parênteses.

É assim, o povo vai dizendo e a gente vai ouvindo. Num belo dia a coisa acontece. Rola um clique. E você ri. Faz a maior cagada do mundo e ri. E não para. E acha graça mesmo. Não é fachada. O clique é sério.

Não sabe de onde veio. Nem sabe como aprendeu. Nem fica se perguntando se foi osmose, idade ou maturidade. A coisa se introjeta de tal maneira que fica natural. Ri até jogar a cabeça pra trás.

Pensa, no máximo, em uma maneira de consertar. No mínimo, acha melhor ficar quieta por um tempo. Afinal, não sabe se o alheio também já aprendeu a rir de si mesmo.

Quem ri de si mesmo não guarda tantas mágoas. Não se culpa tanto. Não remói. Não se envenena. E não deve ter gastrite nervosa, eu acho.

Quem aprende a rir de si mesmo vive sem tantos atropelos. Sem tantos desassossegos.

Não sente vergonha ao pedir desculpas. E toca a vida numa boa.

Não sei se vive feliz. Porque a felicidade, ao meu modo de ver, não é a constante “k”.

Felicidade, para mim, é o caminho. Ou saber que está no caminho. Mesmo quando se desvia um pouco. Mesmo quando pega um atalho errado. Mesmo quando se perde e dá uma volta enorme para retornar ao tal do caminho.

Parece confuso. Às vezes é. Às vezes não.

Mas quem ri de si mesmo vive de maneira mais simples. E eu, sempre que posso ou consigo, prefiro ser simples. E leve! Em todos os sentidos.

Carolina Vianna

 

 

Carolina Vianna é fotógrafa, Poderosa e escreve para o Mulheres no Poder.

Censo vai levantar espécies de plantas em diferentes partes do estado. Foco será na criação de políticas de preservação da cobertura florestal.

Área de Mata Atlântica no estado do RJ. Censo ajudará na criação de políticas de preservação. (Foto: Divulgação/Governo do Rio de Janeiro)

No próximo mês, o governo do Rio de Janeiro deve iniciar o censo da Mata Atlântica, que vai verificar a quantidade e a qualidade das florestas existentes no estado, além de contribuir para formulação de políticas públicas voltadas à preservação ambiental.

O levantamento, que deve durar oito meses, analisará regiões de mata nativa ou reflorestadas do Rio, mapeará as espécies predominantes, os problemas existentes nas áreas preservadas e também vai reunir informações para o Inventário Florestal Nacional, organizado pelo Ministério do Meio Ambiente e que reunirá dados dos biomas do país. O investimento estimado é de R$ 5 milhoes.

De acordo com Alba Simon, superintendente de Biodiversidade e Florestas da Secretaria Estadual do Ambiente (SEA), serão colhidas amostras de 320 pontos do estado para análise do solo e das espécies de plantas existentes.

Também será realizado um inventário de carbono, ou seja, será possível estimar quanto está armazenado de CO2 no solo onde estão as árvores. “De todo o território do estado, 27% é de cobertura florestal. Agora, vamos colocar uma lupa e realizar um retrato real, talvez cruel, da biodiversidade”, afirma Alba.

Pressão econômica

A superintendente cita que as florestas têm sofrido uma forte pressão devido ao desenvolvimento econômico do estado e que há necessidade de criar maneiras de evitar o avanço de licenças de instalação de novos empreendimentos indústriais sobre áreas de preservação.

“Estamos licenciando muitos empreendimentos de alto impacto. Isso significa mais pressão sobre os fragmentos florestais. Precisamos saber a situação da vegetação em áreas, por exemplo, que estão próximas à construção de novos portos ou de complexos petroquímicos”, explica.

De acordo com estudo divulgado em setembro pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), entre 2011 e 2013 o estado vai receber investimentos privados que somarão R$ 181,4 bilhões. O montante dividido por cada quilômetro quadrado do estado (43,7 mil km², segundo o IBGE) equivale a R$ 4 milhões.

Combate a crimes ambientais

De acordo com Alba, as unidades de conservação e parques também serão monitorados. Para isso, imagens de satélite serão analisadas nos próximos seis meses para detectar possíveis infrações.

“Queremos verificar se existe a necessidade de criação de novas áreas de preservação ou mesmo se será preciso modificar as categorias de conservação já existentes”, disse.

Também será realizado um questionário com famílias que moram dentro dessas regiões ou nas proximidades e que utilizam os recursos naturais. “Queremos saber a percepção dessas pessoas em relação à água e à floresta. Elas responderão como as espécies nativas contribuem na renda familiar”, disse Telmo Borges, coordenador do inventário florestal no estado.

Do G1

A Privataria Tucana

Em nome da defesa do “bem comum”, a presidente Dilma Rousseff defendeu nesta sexta-feira em conversa com jornalistas que cobrem a Presidência, uma relação “civilizada” com a oposição. “Não é preciso ter uma mesma posição para conversar com alguém”, disse.

A presidente deu o exemplo da votação da elevação do teto da dívida americana, como sinal de modelo “incivilizado”. “Você não pode supor que um país pode ter um susto como o episódio como aquele do teto da dívida”, disse.

Dilma avaliou como republicana a relação que mantém com os governadores de oposição. “Como o problema de São Paulo não é meu? Como o de Minas Gerais não é meu?”, indagou. Ambos os Estados citados são governados pelo PSDB.

Questionada se teria lido o livro Privataria Tucana de Amaury Júnior, Dilma negou e desconversou. “Não li nem o meu”, referindo-se à biografia escrita pelo jornalista Ricardo Amaral.

O livro, lançado na última semana, relata irregularidades em privatizações de empresas públicas durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). A obra é resultado de 12 anos de trabalho do jornalista investigativo Amaury Ribeiro Júnior.

Do Terra
Ig
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