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Arquivos para a junho 21st, 2011

Do Superinteressante

Elas parecem ser mais amigáveis, espertas, criativas e emocionalmente equilibradas do que as mulheres que sempre foram esbeltas. Mas isso só aos olhos dos homens. As outras mulheres, talvez irritadas pela competição extra, veem as ex-gordinhas como indisciplinadas, preguiçosas e até, hum, pouco higiênicas.

O estudo vem lá da Universidade de Liverpool, na Inglaterra. Os pesquisadores mostraram a 106 homens e 96 mulheres a foto de uma mulher bonita e magra, acompanhada de uma curta biografia. Para alguns, a moça da foto tinha mantido aquele peso por toda a vida, enquanto outros eram informados de que ela costumava pesar 100kg e usar vestidos tamanho 52.

Na hora de avaliá-la, as mulheres que enxergaram a ex-gordinha não foram nada legais e abusaram dos adjetivos negativos: para elas, a modelo parecia ser, só pra começar, uma pessoa instável, desleixada e de mal com a vida.

Mas, para o sexo masculino, a suposta perda de peso era um aspecto positivo, capaz até de melhorar as avaliações que eles faziam da mulher fictícia. “Alguns homens preferiram que ela tivesse esse histórico. Eles a consideraram mais acessível. Ela não é perfeitinha. Ela tem problemas”, explica o líder da pesquisa, Jason Halford.

 

Do Correio Braziliense

Atenciosas e responsáveis, elas conquistaram a confiança dos síndicos e moradores

Simone está na guarita do Bloco I da 212 Norte há quatro anos: fase das piadinhas já foi superada

O visitante chega ao prédio e, em vez de um porteiro, se depara com uma mulher dentro da guarita, controlando quem entra e sai do edifício e atenta às câmeras de segurança. Enquanto a moça cumpre várias tarefas simultâneas, ele, desatento, pergunta: “A senhora pode chamar o porteiro, por favor?”. O visitante fica surpreso com a resposta: “O senhor está falando com ele”. A cena ocorreu recentemente em um bloco residencial da Asa Sul. O engano se justifica. Comandar a portaria, até pouco tempo, estava entre as funções consideradas típicas deles.

Alguns empregadores alimentam a ideia de que, pela força física, homens impõem mais respeito. Esse conceito, porém, começa a perder espaço nessa profissão. De acordo com dados do Sindicato dos Trabalhadores em Condomínios e Imobiliárias (Seicon), há, em média, 10 mil porteiros no Distrito Federal. Desses, pelo menos 10% — mil — são mulheres. Vestidas em ternos pretos e de salto alto, elas são as responsáveis por guardar a segurança dos lares de milhares de famílias em todo o DF.

Na 212 Norte, as profissionais do sexo feminino têm a preferência dos síndicos. Três prédios da região são cuidados por porteiras. Os administradores dos condomínios garantem: o serviço melhorou com a chegada delas. “Mulheres, em geral, são mais atenciosas, responsáveis. Elas prezam pelo emprego, afinal, há mais vagas para homens do que para elas nessa área”, afirma o síndico do Bloco I da 212 Norte, Flauzino Gonçalves. Apesar de zelarem pelo bem-estar dos moradores, é preciso diferenciar as tarefas exercidas por elas das realizadas por seguranças. “Se alguém chegar aqui armado querendo assaltar, nenhum dos dois poderá evitar. Essa não é a função do porteiro. Ele é um guardião, precisa vigiar constantemente, identificar estranhos”, esclarece Gonçalves.

Há quatro anos, a agente de portaria Simone Ferreira da Silva, 32 anos, passou a trabalhar no Bloco I da 212 Norte. O primeiro cargo foi o de faxineira, e ela logo recebeu uma promoção. “No começo, tive de aguentar as piadinhas dos colegas. Eles achavam até que eu estava envolvida com o patrão. Puro preconceito. Mas respeito a gente dá para receber. Hoje, todos me tratam com igualdade”, diz Simone. Moradora de Santa Maria, ela sai de casa cedinho, às 5h, e pega um ônibus lotado. Antes das 7h30, ela já está no trabalho. Cumpre escala de 12 horas e folga 36 horas, ou seja, trabalha dia sim, dia não. “Nós, mulheres, somos capazes de tudo”, garante.

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Até meados dos anos de 1960, muitas mulheres utilizavam as chamadas ‘toalhas higiênicas’, que eram lavadas para serem usadas novamente no próximo ciclo menstrual. Além de não ter praticidade, também não eram nada higiênicas, pois a reutilização levava ao acúmulo de bactérias. Este hábito já é passado. As mulheres contam hoje com absorventes higiênicos industrializados, internos ou externos, e com características que atendem às várias necessidades e exigências das consumidoras. São produtos que fazem parte da rotina da maior parte do público feminino, da puberdade até a menopausa. Diante desta realidade, vale a pena ficar atenta aos esclarecimentos dados pela ginecologista Dra. Rosa Maria Neme (CRM SP-87844), diretora do Centro de Endometriose São Paulo, que respondeu várias questões sobre o uso dos absorventes.

1. A cobertura dos absorventes é segura para a saúde?

Sim, porque a maior parte dos absorventes é fabricada com matérias-primas especiais para este tipo de uso. O importante é prestar atenção para o caso de reações alérgicas, principalmente naqueles com cobertura que não são de algodão, pois podem prejudicar a ventilação e favorecer o aparecimento de infecções.

2. Qual a diferença entre um absorvente externo e interno?

Os absorventes externos são usados por fora do corpo, se aderem à calcinha e devem ser usados na presença de fluxo menstrual pequeno ou no final do ciclo menstrual das mulheres. Já o interno é inserido dentro da vagina para absorver o fluido antes de sair do corpo.

3. Com que frequência é necessário trocar o absorvente externo e interno?

Idealmente a cada 2 até 4 horas. Mas, tudo dependerá da intensidade do fluxo menstrual de cada mulher e da necessidade pessoal. É importante lembrar que não é aconselhável ficar muitas horas sem trocá-lo, porque isto pode ocasionar um odor desagradável, alergias e proporcionar a proliferação de bactérias.

4. É possível substituir o uso do absorvente externo pelo interno durante todo o ciclo?

É possível. Em geral, os absorventes internos não oferecem nenhum risco à saúde da mulher, desde que sejam usados de forma correta, ou seja, trocados em um período máximo de até 4 horas e que se mantenha os cuidados de higiene adequados.

5. Todo mundo pode usar absorventes internos? Mesmo garotas virgens ou aquelas que acabaram de menstruar?

Todas as mulheres podem usar, incluindo garotas virgens, porque não há nenhum risco de romper o hímen. Entretanto, a mulher pode sentir um pouco de desconforto na colocação deste tipo de absorvente.

6. Absorventes internos podem provocar choque tóxico?

O choque tóxico pode acontecer diante de uma contaminação pela toxina da bactéria stafilococos aureus. Pode ser uma infecção grave e inclusive em alguns casos, levar à morte. O uso correto do absorvente interno, com troca regular a cada 4 horas, ajuda a evitar esse tipo de infecção.

7. Existe absorvente ecológico?

É um absorvente interno na forma de uma tacinha que é lavável, após sua utilização. A questão é que o absorvente convencional de algodão, e que é desprezado depois do uso, tende a ser mais higiênico.

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Do R7 / AFP

De esquerda para direita, as meninas Malia, Sasha, a primeira-dama americana Michelle Obama e o sul-africano Nelson Mandela Foto Debbie Yazbek/Nelson Mandela Foundation/AFP

A primeira-dama americana Michelle Obama visitou o ex-presidente e ícone sul-africano, Nelson Mandela, em sua casa nesta terça-feira (21).

Esse é o segundo dia da viagem de seis dias que a mulher do presidente dos Estados Unidos realiza ao continente africano.

Michelle, acompanhada por sua mãe e as duas filhas, Malia e Sasha, visitou as instalações da fundação criada pelo ex-presidente e líder da luta contra o sistema de segregação racial na África do Sul, o apartheid.

Quem fez o papel de “guia” foi a mulher de Mandela, Graca Machel, que encaminhou a família Obama para reunir-se com Mandela, segundo o porta-voz da fundação.

 

Do Folha.com

A atriz e ex-vedete Wilza Carla

O corpo da atriz Wilza Carla está sendo velado no Cemitério do Caju Rio de Janeiro nesta manhã. O enterro está marcado para as 10h, segundo informações do cemitério.

A ex-vedete, atriz e humorista estava internada no Hospital das Clínicas, em São Paulo, desde o último dia 17 e morreu na madrugada de domingo (19). Ela tinha 75 anos.

Wilza enfrentava problemas de saúde agravados pela obesidade; tinha diabetes e sofria do coração. A atriz vivia sob os cuidados da única filha, Paola.

Wilza Carla

Carreira

Na televisão, Wilza Carla ficou famosa pelo papel de Dona Redonda, que interpretou na novela “Saramandaia”, da Rede Globo, exibida em 1976.

Na década de 1980, Wilza foi jurada de um programa de calouros apresentado por Silvio Santos, no SBT.

 

Ig
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