"Ajudando as mulheres a liderar, vencer, governar." ✫Desde 2009✫

Arquivos para a abril, 2011

esqueça-os!

Agenda, palmtop, notebook, celular, tablet. Todos integrados. Compromissos cronometrados, vida compartimentada. Planejar, realizar, acompanhar, medir, cobrar. Sem espaço para falhas. Sem lugar para imprevistos. É a ilusão do controle.

Acreditamos controlar as nossas vidas, de nossos filhos, cônjuges e, até mesmo, a de gente que nos rodeia e nem parente é. Tem alguma afinidade? Pronto, controle. Quanto mais próxima é a pessoa, mais à vontade nos sentimos para nos intrometermos impondo regras.

Planejamos os acontecimentos de forma tão detalhada, como se a vida obedecesse métrica ou fórmula criada por nós. E se ocorre uma mudança de planos? Aí, é um Deus nos acuda. A irritação se instala antes mesmo de avaliar as novas possibilidades. Não damos mais chances ao acaso. Tornamo-nos escravos da previsibilidade. Matamos a espontaneidade.

Então ficamos rígidos, firmes em nossas posturas e convicções. Intransigentes. Sem permitir o repentino. Cada vez mais fechados em nossas vidinhas, enaltecendo a rotina que não deixa o improviso se fazer presente. Esquecemos que surpresa não significa apenas perturbação, mas também, prazer inesperado.

Não tem receita de bolo que funcione de maneira generalizada para diminuir a necessidade de controle, o medo e a frustração de vermos nossos planos irem por água abaixo. Então, partirei para o caso particular apenas para exemplificar e, quem sabe, divertir.

Evito, ao máximo, fazer planos encadeados onde um evento depende do anterior e assim por diante. Estes são os que mais geram frustrações, pois se um dá errado começa uma seqüência de erros sem fim. E, nesses casos, Murphy normalmente se faz presente para atrapalhar logo o primeiro. Se algo sai completamente diferente das minhas expectativas, repito para mim mesma: imprevistos acontecem, imprevistos acontecem, imprevistos acontecem. É realmente ridículo, mas funciona. E por último, mas não menos importante, procuro achar graça nessas situações para aliviar o estresse. No fim, elas acabam transformando-se em boas histórias para eventos sociais.

Desapega e evolui! É a frase de efeito de um grande amigo. Acredito nisso. Desapego. Sem controle. Rédeas mais soltas. Vida fluida. E para transpassar as provações: resiliência e plano B, sempre!

Carolina Vianna

Carolina Vianna é fotógrafa, Poderosa e escreve para o Mulheres no Poder.

Os ônibus são equipados com ar-condicionado, tevê e internet grátis

Para circular entre o Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek e o centro de Brasília, turistas e brasilienses têm poucas opções. Como as linhas de transporte público são escassas, a maioria das pessoas opta pelo táxi ou depende da boa vontade de parentes ou de amigos na hora do embarque ou do desembarque. Mas, depois de três anos de discussões e batalhas jurídicas, entra hoje em circulação o ônibus executivo que vai ligar o terminal à região central de Brasília. Apesar da resistência dos taxistas, que temem perder clientela, o governo vai oferecer o transporte diariamente, das 6h30 às 23h.

A Polícia Militar deve reforçar a segurança na região do terminal aeroviário na manhã de hoje para evitar eventuais confrontos com motoristas de táxis. Durante o treinamento dos condutores dos veículos executivos, houve registros de funcionários hostilizados e ameaçados pelos taxistas que atuam na área. Ontem à noite, o Ministério Público do DF enviou um ofício à PM pedindo apoio.

A criação dessa linha era uma reivindicação antiga dos moradores da cidade e, principalmente, de entidades ligadas ao setor do turismo. Os ônibus existem nos aeroportos da maioria das grandes cidades brasileiras. Em São Paulo, por exemplo, são equipados com ar condicionado e bagageiros e ligam os terminais de Guarulhos e de Congonhas à área central e aos principais hotéis da cidade. Lá, entretanto, o preço é mais salgado: a passagem para ir do aeroporto internacional ao centro custa R$ 33. Já no Rio de Janeiro, os valores são mais próximos dos cobrados em Brasília. Variam entre R$ 6,50 e R$ 8.

A oferta dos ônibus executivos em Brasília foi uma exigência da Promotoria de Defesa dos Direitos dos Consumidores e da Procuradoria Distrital dos Direitos do Cidadão do Ministério Público do Distrito Federal. Em 3 de março do ano passado, o governo e o MP assinaram um termo de ajustamento de conduta, em que o GDF se comprometeu a implementar a linha de transporte entre o aeroporto e o centro. O TAC 619/2010 previa multa de R$ 100 mil em caso de descumprimento.

A Secretaria de Transporte alega que a medida faz parte da estratégia do governo de preparar a cidade para os eventos internacionais que acontecerão no país. “O início das operações dos ônibus executivos é parte das ações do Governo do Distrito Federal (GDF) para a melhorar o sistema de transporte público e para adequar Brasília, que é uma das sedes da Copa do Mundo de 2014”, explicou o secretário de Transporte, José Walter Vazquez Filho.

Leia o restante »

O Mulheres no Poder recomenda:

Ecoblogs

A Rede Ecoblogs é uma iniciativa MAPFRE Seguros e funciona como um agregador de posts que reúne, em um só endereço, seis importantes blogueiros da área de sustentabilidade.

Lá você encontra notícias fresquinhas, passo-a-passo, dicas de gastronomia, filmes e livros. Conteúdo complementado pelo Twiiter e feito pessoas, que como você, pensam e acreditam que é possível um mundo mais sustentável.

Do Zero Hora

População brasileira somou cerca de 190 milhões de habitantes no ano passado.

O Brasil passou a ter quase 4 milhões de mulheres a mais do que homens em dez anos, segundo dados do Censo Demográfico 2010, divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A relação entre os gêneros, segundo o estudo, é de 96 homens para cada 100 mulheres.

— Isso já vem ao longo dos censos e é em função da mortalidade. Apesar de nascerem mais homens, como a mortalidade dos homens é superior à das mulheres ao longo da vida, no final, você tem um contingente maior de mulheres — explicou Fernando Albuquerque, gerente de projetos da Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE.

De acordo com Albuquerque, nascem 105 homens a cada 100 mulheres, mas como eles estão mais vulneráveis a situações de violência, por exemplo, o número de mortes é maior.

A capital carioca foi apontada no levantamento como a unidade da Federação com a menor proporção entre pessoas do sexo masculino e feminino, ao concentrar 91,2 homens para cada 100 mulheres.

A Região Norte é a única do país onde o contingente masculino é superior ao feminino. Segundo Fernando Albuquerque, esse fenômeno ocorre “em função dos movimentos migratórios e também do tipo de atividade — extrativa e de mineração —, em que os homens são a grande maioria”.

Leia o restante »

Do Blog do Sakamoto

Alguém me explica como uma pessoa tem a pachorra de colocar um adesivo “Save the planet” em uma SUV? Ou sua variante “adventure cool”, que é usar uma capa para o estepe traseiro com os mesmos dizeres sobre uma imagem de uma jaguatirica ou um papagaio.

Em grandes aglomerados urbanos, como São Paulo, a poluição gerada pelos automóveis é maior do que aquela cuspida por indústrias. E essa categoria de carro (veículo esportivo utilitário, em inglês), beberrona de combustível, e que deveria estar sumindo por questões socioambientais, vende que é uma beleza nas lojas daqui.

À medida em que cresce nossa economia, aumenta o desejo da classe média alta de copiar esse modelo (em declínio) do Grande Irmão do Norte, de veículos grandes e potentes. Talvez para mostrar a todo mundo “cheguei lá”, talvez para compensar o tamanho do vazio que espera aqueles que atingem o topo do pódio da sociedade enquanto o restante se segura para não rolar morro abaixo. Será que não dava para usar uma fitinha branca na lapela mostrando a classe social? Seria algo bem bizarro, meio Admirável Mundo Novo, mas ainda assim menos danoso aos demais seres que habitam a pólis do que baforadas de fumaça.

“Ah, mas eu abasteço com biodiesel! Sou um guerreiro da nova consciência.” A despeito do fato da mistura oriunda de matriz vegetal/animal (é isso aí, a gordura animal – banha de boi, por exemplo – só perde para a soja no ranking das matérias-primas mais usadas na produção de biodiesel no Brasil) representar apenas 5% da sua composição, sua cadeia produtiva ainda conta com uma série de impactos sociais, ambientais e trabalhistas mal resolvidos que impedem de chamá-lo de combustível limpo. No que pese os esforços da indústria e do governo de propagandear isso lá fora, pelo comércio, e aqui dentro, para aplacar corações e mentes.

O melhor de tudo é que tenho certeza que muitos dos que andam de SUV com um adesivo desses dão bronca na empregada porque esta jogou a latinha de alumínio na cesta de lixo orgânico (mas ligam os 1.536 aparelhos de ar condicionado de casa ao mesmo tempo), brigam com a faxineira por lavar a calçada com mangueira (mas não dispensam o banho de beleza na banheira com bolhas duas vezes por semana), compram móveis de madeira certificada da Indonésia (mas não se perguntam de onde veio a madeira extraída ilegalmente da Amazônia utilizada na construção de seu apartamento de frente para o parque).

Não, não. Não estou pedindo coerência. Afinal, somos humanos e errados por natureza. Mas é estranho, feito o Batmóvel com um adesivo do Coringa.

Por Leonardo Sakamoto

Do Potal Terra
Príncipe William e Kate Middleton

Príncipe William e Kate Middleton se casaram na Abadia de Westminster, em Londres, na manhã desta sexta-feira (29), em cerimônia que foi marcada pelo carinho do casal entre si. Quando o arcebispo Rowan Williams começou a rezar a missa, diante da emoção da noiva, William tocou seu ombro e sussurrou palavras que a fizeram rir. Ele se aproximou um pouco mais, colocou seu rosto na frente do de Kate e abriu um largo sorriso.

Kate entrou na Abadia às 7h em horário de Brasília (11h em horário local) acompanhada por seu pai, Michael Middleton, e pela irmã Pippa, que carregava a cauda de seu vestido de noiva, feito por Sarah Burton, sucessora de Alexander McQueen, que morreu em fevereiro de 2010. A roupa, que gerou muita expectativa, tinha a parte de cima de renda, mangas compridas, cauda longa e um véu que cobria o rosto e os cabelos de Kate.

Com os convidados em pé, enquanto soava o hino I Was Glad, Kate caminhou sorridente até o altar, onde o príncipe William e seu irmão e padrinho de casamento, Harry, a recepcionaram. Segundo o jornal The Guardian, que contratou pessoas especializadas em leitura labial, a primeira frase que William disse a Kate foi: “você está linda”.

Assim como foi divulgado anteriormente, Kate não jurou obediência ao príncipe, mas prometeu lhe amar, confortar, honrar e proteger. Em 1981, a princesa Diana, mãe de William, foi a primeira a não falar que obedeceria o marido, príncipe Charles.

Após o tão esperado “sim” por parte do casal, foi a vez dos dois corais, da orquestra e das duas bandas se apresentarem. Entre um e outro, os votos continuaram e foram acompanhados atentamente pelos noivos, que se sentaram ao lado direito do altar. Depois, foi a vez dos dois se ajoelharem para rezar e pedir proteção à união.

Depois de declarados marido e mulher, Kate passou a ser chamada apenas pelo nome inteiro: Catherine. Além disso, ela e o príncipe William também ficaram com o título de Duque e Duquesa de Cambridge, conforme foi comunicado pela Rainha Elizabeth II.

A cerimônia se encerrou às 8h10 em horário de Brasília (11h10 em horário local), cinco minutos antes do esperado, quando o casal seguiu até o Palácio de Buckingham na carruagem aberta State Landau, fabricada em 1902, uma joia da frota da coroa britânica, que foi cedida pela rainha e que foi a mesma a qual Diana e Charles usaram há 30 anos. Eles foram escoltados pela Cavalaria Real, que inovou durante o trajeto e não bloqueou a lateral da carruagem, para que o público presente no caminho pudesse ver os recém-casados.

Em seguida, foi a vez da monarca Elizabeth II deixar a Abadia em uma carruagem fechada na companhia do marido, príncipe Philip. Ao todo, foram cinco carruagens para levar os membros da realeza até o Palácio.

Depois da recepção da rainha, os noivos deram o primeiro beijo como marido e mulher na varanda do mesmo local. O cronograma do casamento ainda incluiu uma performance da Força Aérea Britânica.

Recepções

As comemorações do casamento real se estendem pela noite com um jantar com baile oferecido pelo príncipe Charles a 300 convidados, que acontecerá às 14h em horário de Brasília (18h em horário local), também no Palácio de Buckingham. Elizabeth II não participará do jantar organizado pelo filho, já que após sua recepção, ela partiu em uma viagem particular com o marido, príncipe Philip.

Os pais de Catherine Middleton fazem uma festa paralela aos eventos oficiais para comemorar o casamento da filha com o príncipe William. Logo após acompanharem a filha na cerimônia da Abadia, Michael e Carole Middleton seguiram para o luxuoso hotel Goring, também na capital britânica, para celebrar com amigos e familiares excluídos da lista oficial de convidados para o casamento.

Lua de Mel

O local da lua de mel não foi divulgado e é um dos mistérios para tentar despistar os paparazzi. Fontes afirmaram durante a semana que William e Catherine podiam escolher desde ilhas do Caribe até aceitar a oferta do rei Abdullah, da Jordânia, para ficar em sua vila particular às margens do Mar Vermelho. Também especulou-se uma fuga para a Austrália e um retorno romântico à Gana, onde, em 2010, o príncipe fez o pedido de casamento.

- Uma homenagem às mulheres e mães.

Na sala de espera de uma clínica de imagens algumas mulheres aguardam a sua vez de atendimento. O celular de uma delas toca e fechando a mão em concha meio que esconde o telefone para não incomodar e para ter um pouco mais de privacidade. Começa baixinho, mas é inevitável deixar de ouvi-la.

A conversa é com a filha que teima em não ir à aula de inglês para ir ao shopping com a amiga. Com calma explica os prejuízos da troca. Alguns segundos em silencio e o celular toca novamente. É a empregada. Ela mais uma vez explica a receita e diz onde os ingredientes estão. Daí a pouco liga o marido e ela diz não saber o quanto ainda vai demorar e pergunta por que ele quer saber. E diz: “como? passar numa papelaria a essa hora? Onde achar uma papelaria aberta? Tá, tá bem, vou ver.” Desliga. Toca outra vez. É a empregada novamente. “Não tem farinha de trigo? Bom, faz com amido de milho, dá no mesmo.” E toca mais uma vez. É uma amiga e ela explica que está fazendo o check-up anual, mamografia, que é um suplício necessário e ainda faz referencia ao caso da Ligia, que teve câncer de mama por puro descuido.

Distrai-se com uma revista por pouco tempo porque o celular toca pela milésima vez. É do escritório e ela diz que não sabe se vai voltar, mas passou o fax que pediram, marcou a reunião e está tudo organizado. Enquanto fala é chamada para o exame e vai assim mesmo falando e explicando.

Depois que saiu do exame não mais se teve noticias dela, mas, com certeza, ainda deve ter passado no mercado, abastecido o carro, comprado a cartolina do filho mais novo para o trabalho da escola.

Se tudo deu certo, o jantar vai estar pronto do jeito que determinou, a filha foi ao inglês ao invés do shopping e o filho fará sozinho o trabalho da escola. Ao contrário, ainda encontrará forças para ter aquela conversa com a filha, porque não se pode repreender pura e simplesmente; existe diálogo, conquista-se a confiança dos filhos. Enquanto isso vasculha revistas antigas à procura das figuras para colar na cartolina.

O sapato nos pés é o mesmo calçado às sete da manhã, ainda de salto. Somente a blusa foi posta pra fora do cós da saia, porque ninguém é tão de ferro assim.

Pronto, finalmente ela vai ter um pouco de paz. Mas não sem antes ver o que tem no freezer e montar o cardápio do dia seguinte, deixar escrito para a faxineira os lugarezinhos que só ela percebe que precisam de limpeza, verificar se as janelas estão fechadas, se tem comidinha e água para o cachorrinho de estimação da família, tirar a maquiagem do rosto, tomar uma chuveirada, passar algum creme no corpo, porque na revista, as mulheres multifuncionais ainda têm tempo pra isso, vestir uma camisola sexy e viver um pouco.

As mulheres sabem como gerir, contornar, estruturar e transformar as abóboras da vida em melão e os melões em melancia, com harmonia, equilibrismo e desenvoltura capazes de desbancar qualquer varinha de condão.

Katia Dias Freitas

Katia Dias Freitas é advogada em Brasília.
Contato: contato@freitastotolipedrosa.adv.br
Tel: (61) 3349-5707

Antropóloga, ela participou ativamente das lutas e conquistas femininas

Ruth Cardoso/ Foto: Paula Sholl

O secretário da Casa Civil, Sidney Beraldo, participou na noite desta quinta-feira, da cerimônia de entrega da Medalha Ruth Cardoso para as entidades e personalidades que se destacaram na luta pelos direitos femininos em São Paulo. O evento, promovido pelo Conselho Estadual da Condição Feminina da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, aconteceu no Hall do Palácio dos Bandeirantes. Beraldo representou na cerimônia o governador Geraldo Alckmin.

“É uma honra ser homenageado por esse Conselho e receber uma Medalha com esse nome é realmente gratificante”, afirmou o secretário da Casa Civil aos agraciados este ano, lembrando ainda a importância para a democracia da luta pela igualdade de direitos entre homens e mulheres. Beraldo destacou o “legado de humildade” e de luta contra as desigualdades de Ruth Cardoso. “Sem dúvida foi uma mulher extraordinária”, disse.

Os premiados com a medalha foram o Instituto Avon; Mara Luquet (jornalista); Maria Estela Segatto Correa (Assessora Cultural do Consulado do EUA – SP); Moacyr Roberto Tesche Auersvald (Diretor Presidente do CONTRATUH); Regina Helena Morgani Fomari Chueire (Secretária Municipal dos Direitos e Políticas para Mulheres, Pessoa com Deficiência, Raça e Etnia de São José do Rio Preto); e Sueli Carneiro (ativista antirracismo do Movimento Social Negro Brasileiro).

A antropóloga Ruth Cardoso participou ativamente das lutas e conquistas femininas e da criação do próprio Conselho. A medalha tornou-se uma forma de homenagear personalidades e entidades que se destacaram na luta pelos direitos da mulher. A Medalha Ruth Cardoso foi institucionalizada através do Decreto nº 53.721, de 24 de novembro de 2008 e é entregue anualmente, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.

Os homenageados com a medalha foram selecionados por quatro conselheiras e pela presidente do Conselho, a Delegada Rosemary Correa. A proposta com a justificativa foi encaminhada ao Governador Geraldo Alckmin, que, por Decreto, concede a medalha.

Também estiveram presentes à cerimônia o secretário-adjunto da Justiça e da Cidadania, Luís Daniel Pereira Cintra, e a secretária de Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella.

Após a cerimônia de premiação, aconteceu uma apresentação cultural do grupo ‘Choronas’ e um coquetel para os homenageados e convidados.

Do Uol Estilo Moda

Gisele acena durante troca de roupa na vitrine da C&A

A modelo Gisele Bündchen promoveu uma “troca pública de roupa”, na vitrine da loja da C&A do shopping Iguatemi, de São Paulo, na manhã desta quinta-feira (28). A ação marcou o lançamento da primeira coleção que a top assina para a rede de fast fashion.

Voltada para a calçada da avenida Brigadeiro Faria Lima, Gisele atraiu a atenção de curiosos e da imprensa, presente em massa no local. A vitrine imitava um guarda-roupa – o closet da modelo, segundo a marca -, com espelho, puff e um biombo.

Cortinas brancas que vedavam a vitrine começaram a se abrir ás 10h17, três minutos antes do horário marcado para o início do evento. Às 10h28, Gisele apareceu vestindo short de viscose (R$ 79,90) e blazer (R$ 169) e acenou para o público, que a aguardava sob chuva.

A modelo posou para fotos e se dirigiu a um espelho. Voltou-se novamente para os fotógrafos antes pegar um macacão (R$ 139) e ir em direção ao biombo posicionado no espaço. A troca de roupa, no entanto, aconteceu fora da vitrine – Gisele passou reto pelo biombo, em direção ao interior da loja. A cada novo look, a rotina era repetida: a top acenava e posava para fotos, em pé ou sentada no puff.

Por conta da chuva, o troca-troca foi reduzido. Gisele fez apenas duas mudanças de roupa, em vez das três previstas.

Do blog By n9ve
Kate Middleton
Kate Middleton

São dois bilhões de telespectadores, 1.900 convidados e até dois bolos, mas quando o príncipe William e Kate Middleton se casarem na sexta-feira haverá apenas um vestido, e todos os olhos estarão sobre ele.

O grande ‘must’ do casamento real será a revelação do vestido escolhido por Kate, após tantos meses de mistério, para subir ao altar na Abadia de Westminster: o traje será, ao mesmo tempo, um símbolo de sua personalidade, de seu estilo e, principalmente, do tipo de rainha que ela pode um dia se tornar.

— É o vestido que receberá a maior e mais instantânea atenção global — estimou Edwina Ehrman, curadora de uma exposição sobre vestidos de noiva no Victoria and Albert Museum, em Londres, que será inaugurada em breve.

Kate Middleton

Todos os detalhes do vestido foram cercados do mais severo segredo, tanto dentro quanto fora do palácio, para garantir o máximo impacto quando Kate descer do Rolls Royce que a levará até a igreja – e também para garantir que as expectativas para a cerimônia mantenham-se no pico.

— Esse vestido é muito mais do que apenas um vestido — afirmou Alexandra Shulman, editora da Vogue britânica, em um artigo.

— O vestido dela não é simplesmente seu vestido de noiva, mas sim uma grande bandeira, simbolizando seu gosto, seu comprometimento (ou não) com a moda, sua atitude em relação ao dinheiro num momento em que o país passa por dificuldades financeiras — listou.

A partir do momento em que aparecer para o mundo como esposa do príncipe William, Kate se tornará assunto

principal de inúmeros blogs e tweets, enquanto lojas de roupa se esforçarão para reproduzir nas ruas a imagem da noiva real devidamente trajada para o ’sim’.

— Não podemos nos esquecer que este vestido será visto para sempre. Ela é nossa futura rainha — destacou a britânica Caroline Castigliano, estilista de vestidos de noiva.

Leia o restante »

Ig
abril 2011
D S T Q Q S S
« mar   mai »
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
Curta!
Mulheresnopoder