"Ajudando as mulheres a liderar, vencer, governar." ✫Desde 2009✫

Arquivos para a janeiro, 2011

Com informações do UOL Notícias e Agência Brasil

As presidentes da Argentina, Cristina Fernández Kirchner, e do Brasil, Dilma Rousseff, reuniram-se na tarde desta segunda-feira (31) na Casa Rosada, em Buenos Aires, para um encontro inédito, seguido de almoço oficial. Esta é a primeira vez que Dilma visita o país ou faz uma viagem internacional oficial desde que tomou posse, em janeiro.

As duas discutiram acordos para avanços nas relações bilaterais e na cooperação nas áreas de pesquisas científicas, tecnológicas e sociais. Elas devem assumir um compromisso de prosseguir com uma política comum para o desenvolvimento da região e maior espaço no cenário internacional.

Temas como o incremento da parceria entre o Brasil e a Argentina na área de energia nuclear, uma parceria para a construção de casas populares baseada na experiência do programa Minha Casa, Minha Vida, a construção do complexo hidrelétrico de Garabi (entre a província de Corrientes, na Argentina, e o Rio Grande do Sul) e a construção da ponte entre Santa Catarina e a Argentina também estão na pauta.

A presidente brasileira vem acompanhada de oito integrantes de seu gabinete que devem participar de reuniões paralelas com funcionários argentinos. Dilma volta para o Brasil ainda hoje.

Direitos humanos

A presidenta da Associação das Avós da Praça de Maio, Estela De Carlotto, disse que terá uma conversa “de mulher para mulher” com Dilma e irá compartilhar com ela experiências da luta contra a ditadura militar. As duas devem se encontrar na tarde de hoje, junto com representantes da Associação das Mães da Praça de Maio.

“Compartilhamos com ela a história de seu país, ela que foi vítima da ditadura militar brasileira e sabe o que fala quando o tema é direitos humanos. Dilma fez a gentileza de pedir o encontro e compartilhamos com ela nossas histórias de vida, de luta, de busca da verdade”, disse Carlotto.

Ao ser questionada se o Brasil deveria seguir o modelo de política de direitos humanos da Argentina, que está julgando e punindo os militares envolvidos em desaparecimentos e assassinatos durante a ditadura militar, ela respondeu que cada país deve seguir seu ritmo. “Não há uma fórmula, uma receita, cada país tem sua própria receita”.

O grupo das Avós da Praça de Maio buscam, sobretudo, encontrar filhos de militantes políticos que foram retirados dos pais e entregues a outras famílias durante a ditadura militar argentina. Estela é uma das avós que, há 33 anos, busca notícias do neto, desde que a filha dela, Laura, foi presa pelos militares quando estava grávida. Ao nascer, o bebê foi separado da mãe e, pouco tempo depois, já em liberdade, Laura foi assassinada. O encontro com as mães e avós da Praça de Maio foi pedido pela própria Dilma.

Com informações do Estadão.com.br

Dilma na Argentina.

A presidente Dilma Rousseff vai desembarcar em Buenos Aires às 11 horas desta manhã (horário local, meio-dia de Brasília) para uma intensa agenda com a anfitriã, a presidente Cristina Kirchner. Dilma estará poucas horas na capital argentina, já que partirá à tarde, após o almoço de honra que o governo Kirchner preparou para a presidente brasileira no elegante Palácio San Martín, sede da chancelaria argentina. Este será o primeiro encontro oficial entre as duas únicas mulheres que atualmente são presidentes na América do Sul.

Dilma será acompanhada por vários ministros, entre os quais o chanceler Antônio Patriota, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante. A presidente Dilma deve chegar à Casa Rosada, o palácio presidencial, às 11h30 (12h30 de Brasília).

Logo depois deve começar a reunião privada das presidentes no escritório de Cristina Kirchner no primeiro andar da ala norte da Casa Rosada. Ambos governos também avaliarão a evolução do comércio bilateral, ponto delicado para a administração Kirchner, já que a balança comercial foi amplamente desfavorável para a Argentina em 2010, apesar das vantagens cambiárias do peso, a moeda argentina, em relação ao real.

O encontro deve ser acelerado, já que 20 minutos mais tarde a presidente Dilma passa a um salão vizinho, onde será apresentada às líderes das organizações de defesa dos Direitos Humanos das Mães e das Avós da Praça de Maio. Esta reunião também deve ser breve, já que às 12h20 (13h20 de Brasília), as presidentes passam ao Salão das Mulheres, onde se reúnem com os ministros dos dois governos. Vinte e cinco minutos depois deve começar a assinatura dos atos.

As duas presidentes assinarão entendimentos, memorandos e acordos sobre mais de uma dúzia de assuntos, entre os quais a intensificação da cooperação na área nuclear (os dois países desenvolvem, de forma conjunta, um reator multipropósito), a construção da hidrelétrica de Garabi, sobre o rio Uruguai, além da criação de um foro empresarial binacional. Às 12h55 (13h55 de Brasília), Dilma e Cristina devem realizar a denominada “declaração à imprensa”. Isto é, uma declaração acordada da anfitriã e da convidada. No entanto, as duas presidentes, seguindo a tradição do governo Kirchner de evitar a imprensa, não aceitarão perguntas dos jornalistas.

Às 14 horas (15 horas de Brasília), a presidente Cristina receberá Dilma no elegante Palácio San Martín, sede da diplomacia argentina, para um almoço de honra. A partida de Dilma está prevista para as 16h30 (17h30 de Brasília), momento no qual deve embarcar no avião presidencial rumo à Brasília.

Ontem, véspera da chegada de Dilma, os jornais Clarín, La Nación e Página 12 publicaram uma entrevista que a presidente brasileira concedeu na semana passada em Brasília aos meios de comunicação argentinos. Nela, Dilma destaca que o Brasil e a Argentina devem ter uma “relação estratégica que deve manifestar-se em todas as áreas de interesse de ambos países”. Além disso, destacou que pretender ter “uma relação muito próxima” com a presidente Cristina.

Ano eleitoral

Dilma está em seu primeiro ano de mandato presidencial. Cristina, no entanto, começou a reta final de seu governo, já que no dia 10 de dezembro tomará posse o presidente que surgirá das eleições de outubro. Porém Cristina teria intenção de permanecer outro mandato sentada em “el sillón de Rivadavia”, denominação da cadeira presidencial. Nas últimas semanas, ministros, governadores e parlamentares indicaram que a presidente Cristina Kirchner será candidata à reeleição. No entanto, por enquanto Cristina não se pronunciou sobre o assunto e mantém silêncio sobre sua eventual candidatura.

Em parceria com o Blog DaModa

Começa, daqui a pouco, em São Paulo, a 30° edição da São Paulo Fashion Week (SPFW).

E nessa edição, que comemora os 15 anos da semana de moda mais famosa do Brasil já provoca um grande frisson na mídia brasileira. Convidados de luxo já chegaram no Brasil para participar do evento.

A decoração ficou impecável. A idéia do idealizador do evento, Paulo Borges, é de integrar o prédio da Bienal, de Oscar Niemeyer, com o parque do Ibirapuera. Trazendo a natureza do parque para dentro do espaço fechado e preservando ao mesmo tempo sua curvilínea arquitetura.

Muito lindo!

Vale a pena prestigiar!

Acompanhe o evento pelo site FFW.com.br, clicando aqui


Mulher chefia 5% das grandes empresas

Da Folha de S. .Paulo

Entre 100 maiores, só 5 têm mulheres na presidência; em novembro de 2009, não havia nenhuma nessa posição no país

Com as de médio porte, presença fica em 3%; poucas oferecem opção de jornada flexível para conciliar vida pessoal

CAROLINA MATOS

DE SÃO PAULO

Regina Madalozzo, do Insper

No Brasil, onde uma mulher acaba de assumir a Presidência da República, apenas 5 das 100 maiores companhias em receita com vendas têm mulheres na presidência.

O levantamento foi feito pela Folha a partir do ranking “Melhores & Maiores” da revista “Exame” . O número é baixo, mas o cenário era ainda menos favorável às mulheres em 2009, quando não havia nenhuma presidente nas cem maiores companhias.

Hoje, incluindo as empresas “médias-grandes”, com faturamento anual bruto entre R$ 90 milhões e R$ 300 milhões, por critérios do BNDES, a situação é similar à dos maiores grupos.

Só 3% das cadeiras de presidentes, em média, ficam com as mulheres, segundo a DMRH, consultoria em recursos humanos, que atende mais de 450 empresas.

Os números da DMRH revelam ainda a dificuldade das funcionárias em ser promovidas, já que a fatia feminina é maior nos cargos mais baixos.

De acordo com a consultoria, 9% dos diretores e vice-presidentes das companhias são mulheres; elas são cerca de 35% dos gerentes e 50% dos trainees e analistas.

Nos EUA, a ocupação dos cargos é menos desigual nos níveis até diretoria, mas a presença feminina na presidência das grandes corporações segue baixa: 3%, de acordo com o Conselho das Mulheres Líderes Mundiais.

A DMRH afirma que, em muitos casos, as mulheres acabam desistindo dos postos mais altos por dificuldade em conciliar agenda profissional e vida pessoal.

Mas pesquisadores discutem as motivações e o significado desse tipo de “opção da mulher”.

“Muitas mulheres acabam, sim, optando pela vida pessoal em detrimento da profissional porque não têm suporte das empresas para conciliar suas demandas”, diz Regina Madalozzo, pesquisadora do Insper.

Algumas poucas companhias têm políticas para retenção de mulheres na liderança -geralmente, grupos cujo negócio está mais voltado ao público feminino.

No Brasil, Natura e Unilever oferecem possibilidade de jornada flexível. E há berçário em algumas unidades, além de auxílio-creche.

Em empresas que possuem conselho de administração -órgão que aprova decisões estratégicas da companhia, como a nomeação do presidente-executivo (CEO, na sigla em inglês)-, mulheres têm menos chances de chegar ao topo.

É o que mostra um estudo do Insper com 153 empresas listadas na Bolsa brasileira, que investigou variáveis que poderiam interferir na promoção de executivas a CEO.

Foram considerados faturamento, número de funcionários, lucratividade e estrutura da companhia, por exemplo. E o levantamento concluiu que a existência de um conselho administrativo reduz em 12% as chances de o CEO ser uma mulher.

“Nenhuma das outras variáveis tinha qualquer impacto na equação de probabilidade que montamos”, diz Regina Madalozzo, professora e pesquisadora do Insper.

Das empresas avaliadas, 64% tinham conselho de administração. E, dessas, apenas 5,6% tinham uma mulher como CEO.

Já nas companhias sem conselho, a presença feminina na presidência-executiva ficou em 12,3%.

O levantamento mostrou ainda que, nos próprios conselhos, a participação feminina é baixa.

Das empresas avaliadas, 42,5% não tinham nenhuma mulher conselheira; 22,9% tinham apenas uma. E somente 1,31%, seis mulheres.

Em média, a presença feminina nos conselhos fica em 8,9% no Brasil. Nos EUA, 14,8%.

De acordo com a pesquisadora do Insper, o cenário só muda de forma significativa em países em que a lei passou a exigir mais presença feminina.

Na Noruega, é obrigatório, desde 2008, que 40% dos conselhos de administração sejam compostos por mulheres. Na Espanha, foi aprovada uma lei semelhante, com a mesma cota, mas só entra em vigor em 2015.

Do Blog do Erich Beting

O futebol feminino não precisa de ajuda!

A ladainha continua a mesma desde 2004. A cada bom resultado da seleção brasileira, ou a cada eleição de Marta como melhor jogadora de futebol do mundo, uma reunião entre a nossa melhor representante da bola com o presidente da República, o pedido para que o futebol feminino tenha mais atenção do governo, da mídia e dos patrocinadores e por aí vai.

Este ano, com uma presidente da República, então, o cenário voltou a ser de promessas e de pedidos para resolução de problemas.

Afinal, como podemos nos conformar com a Marta atuando apenas dois ou três meses por aqui e o restante do ano nos EUA? Ou, pior, como é que só ela é capaz de ganhar dinheiro com o futebol feminino, enquanto nossas outras atletas praticamente pagam para jogar? E a mídia, que assiste a tudo isso e não dá a menor bola, não transmite jogos, não se interessa em mostrar o esporte?

Com tudo isso, fica impossível, obviamente, um patrocinador se interessar pela modalidade, e aí temos o círculo vicioso que tanto atrapalha o crescimento do futebol feminino no Brasil.

O discurso, porém, já virou mais choradeira do que, de fato, algo prático e efetivo para melhorar a situação do futebol das mulheres no Brasil.

O futebol feminino não precisa de ajuda, mas de projeto. Enquanto não se trabalhar para sairmos do discurso e irmos para a formatação de um plano de melhora do esporte no Brasil, nada vai mudar.

E isso passa, necessariamente, pela revisão da alta gerência do esporte, que faz com que a modalidade seja gerenciada pela CBF, a Confederação Brasileira de Futebol, entidade que já cuida da seleção masculina, das categorias de base e, ainda, do Campeonato Brasileiro das Séries A, B, C e D e da Copa Kia do Brasil. Esse é o cenário que prejudica, e muito, o desenvolvimento do futebol feminino. A CBF está ocupada demais com outros projetos mais consolidados e rentáveis do que se esforçar em crescer a modalidade.

Não é por acaso que a situação falimentar das mulheres é muito diferente daquela vivida no futsal e no futebol de areia, que têm seus campeonatos mundiais controlados pela Fifa, mas que possuem, aqui no Brasil, entidades que funcionam sem depender da CBF. O primeiro passo que o futebol feminino precisa dar no Brasil é de independência. Só assim as mulheres conseguirão deixar de depender da boa vontade alheia para desenvolver suas competições. O potencial de crescimento existe. A mídia adora falar sobre o tema, os patrocinadores gostam daquilo que tem exposição na mídia, jogadoras de qualidade surgem em bom número por aqui. O que precisa, agora, é arregaçar as mangas e, em vez de buscar toda hora o microfone para reclamar, trabalhar para mudar a realidade. Esse é, sem dúvida, o passo mais difícil de ser dado.

As mulheres são melhores na política – e isso não é uma boa notícia


Do Blog Mulher 7 por 7

As mulheres são parlamentares mais eficientes do que os homens, pelo menos no Congresso americano, segundo um estudo que vai ser publicado no American Journal of Political Science. A pesquisa comparou o desempenho de legisladores e legisladoras entre 1984 e 2004 e descobriu que as mulheres:

– conseguiram mais verba para os seus estados – US$ 49 milhões a mais por ano;
– propuseram mais leis – e leis mais populares;
– apoiaram mais leis;
– conseguiram mais apoio dos colegas do que eles.

A conclusão dos autores do estudo, o professor Christopher Berry, da Universidade de Chicago,  e a aluna Sarah Anzia, de Stanford, é que as habilidades das parlamentares para “negociação, definição de agenda, coalizão e tomada de decisão” eram responsáveis por essa diferença marcante de desempenho.

Mas antes de achar que este é mais um post ingênuo defendendo a superioridade feminina, leia até o fim.

O resultado da pesquisa não quer dizer que as mulheres são melhores do que os homens na política. Não? Não. Só quer dizer que as poucas mulheres que lá estavam eram melhores do que os seus colegas. Tinham que ser melhores porque só assim conseguiriam eleger-se. A resistência dos eleitores é grande: segundo as pesquisas de opinião, um em cada cinco americanos admite abertamente que não votaria numa mulher para a presidência. O resultado é que hoje menos de 20% dos assentos do Congresso americano são ocupados por mulheres. Apenas as mega-ultra-híper-master-capacitadas e talentosas acabam chegando lá.

Por aqui, temos nossa primeira presidenta, mas menos de 10% das vagas do Congresso são ocupadas por mulheres. Não tenho ideia da produtividade de nossas parlamentares, mas diante dos resultados da pesquisa americana, digo: um desempenho acima da média dos colegas não é motivo de comemoração.

Só significa que elas precisam fazer um esforço muito maior do que eles para convencer o mesmo número de eleitores.

Garota de programa brasileira era a preferida de Berlusconi

Com informações da Agência EFE

Iris conheceu Berlusconi quando era menor de idade

Quando ainda era menor de idade, a brasileira Iris Berardi, hoje com 19 anos, iniciou uma relação com o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, investigado pela Justiça por envolvimento em um escândalo de prostituição. Ela teria participado de festas de  Berlusconi. As informações estão no segundo sumário de investigações sobre a vida particular do governante que a Promotoria de Milão enviou ao Parlamento.

A polícia italiana encontrou 40 mil euros e várias joias durante uma batida policial na casa de Iris que, ao que tudo indica, era muito íntima de Berlusconi.

As evidências de que a brasileira frequentava as festas do premiê foram encontradas em seu telefone celular, onde ficaram registradas cerca de 30 ligações à residência de Berlusconi em Arcore (próximo a Milão) e outra ao Porto Rotondo (Sardenha) em 2009, quando ela ainda era menor de idade.

A Promotoria de Milão encontrou na agenda da garota o telefone de Berlusconi, oito horários marcados com o primeiro-ministro – ao qual chamava de “papa” – e uma lista de somas de dinheiro recebidas.

As 227 novas páginas de documentos sobre o caso Ruby que a Promotoria de Milão entregou nesta quarta-feira ao Parlamento italiano revelam os generosos presentes que as meninas que compareciam às festas de Silvio Berlusconi supostamente receberam do primeiro-ministro da Itália.

A imprensa italiana revela nesta quinta-feira parte do conteúdo desses novos documentos enviados à Câmara Baixa pela Promotoria de Milão para que autorize uma inspeção do escritório do contador de Berlusconi, de grande importância para o caso.

JUAN JOSÉ RENDÓN: MARQUETEIRO, CAMPEÃO DA RUMOROLOGIA!

Do ex-Blog do Cesar Maia

Rumorologia é a arte de propagar e manipular a boataria.

Venceu 23 campanhas na América Latina. Perdeu 3. Recentemente venceu a campanha presidencial da Colômbia com a virada de Santos.

(Trechos da entrevista a El Comercio, 22) 1. Na Colômbia, o candidato Juan Manuel Santos estava quinze pontos abaixo, a 30 dias do

Juan José Rendón, o mago da boataria

primeiro turno, e terminou vencendo por 47% a 22%. Muita gente disse que as pesquisas se equivocaram. Não! As pesquisas não se equivocaram. As pessoas mudam.

2. Numa campanha, tudo tem seu momento. Há momentos para falar e momentos para trabalhar. Eu creio que na campanha o que cabe é comunicar. As obras falam por si mesmas, mas muitas vezes as propostas de campanha, não. Temos uma coisa triste na política latino-americana que é a judicialização das campanhas. Agora está na moda que quando começa uma campanha, todo mundo se põe a mostrar casos, na maioria sem sustentação. Depois acaba a campanha e se nota que nada era certo ou ficou esquecido.

3. Dizem que sou expert em rumorologia. Temos que desmistificar esse termo. Sou um expert em estratégias, em planificação estratégica de campanhas eleitorais, de comunicação de governo e manejo de crises. Dentro da área de comunicação, o principal é que as pessoas falem. O que qualquer estratégia que queira fazer bem seu trabalho deveria pretender é que as pessoas falem positivamente da agenda de seu candidato e que ressaltem os temas menos positivos e as contradições dos outros.

4. Tem se satanizado o termo rumorología. A rumorología é um estudo tão válido como a comunicologia. A estigmatização do tema é ligada à carência de controles de quem recebe o efeito do rumor. A segunda coisa errada é crer que os rumores são sinônimos de mentiras. A terceira é que não há nenhuma lei, nem nenhum código de ética que desdiga o uso do rumor como um meio válido como qualquer outro.

5. Se num debate alguém se contradiz algumas vezes, eu as reúno em uma só frase, que seja graciosa, pegajosa ou interessante e a relanço. Dizendo o que se disse, sem mudar, mas que se volte pegajoso e que o afete: isso é válido. O rumor é um meio válido. Em vez de queixar-se, há que estudá-lo, entendê-lo e aceitar que é parte de um confronto. Negá-lo é hipocrisia. Há que ter inteligência para saber se há suporte para difundir algo ou não. Nunca me meti na vida pessoal de ninguém. Quando atacamos atos de corrupção ou insuficiências ou contradições, temos as provas documentais disso e não versões.

ÁFRICA DO SUL: PARE O “ESTUPRO CORRETIVO”

O “estupro corretivo”, uma prática horrenda de estuprar lésbicas para “curar” a sua sexualidade, se tornou uma crise na África do Sul.

Millicent Gaika (foto acima) foi atada, estrangulada e estuprada repetidamente durante um ataque no ano passado. Ativistas sul-africanas corajosas estão arriscando as suas vidas para garantir que o caso da Millicent desperte mudanças. O seu apelo para o Ministro da Justiça repercutiu tanto que conquistou 140.000 assinaturas, forçando o ministro a responder ao caso em rede nacional.

Se muitos de nós aderirem, conseguiremos amplificar esta campanha, ajudando a conquistar ações governamentais urgentes para acabar com o “estupro corretivo”. Vamos demandar que o Presidente Zuma e o Ministro da Justiça condenem publicamente o “estupro corretivo”, criminalizem crimes de preconceito e liderem uma guinada crucial contra o estupro e homofobia no país. Assine a petição agora e divulgue.

Mujica prohíbe usar redes sociales a sus funcionarios

El presidente lo decidió tras observar el tiempo que los empleados pierden en la Red

Do La Nacion de Buenos Aires

Por Nélson Fernández
Corresponsal en Uruguay

MONTEVIDEO. Los funcionarios del gobierno estaban destinando mucho tiempo a chatear, actualizar su “estado” en Facebook,

Mujica declarou guerra ao Fecebook e ao Twitter

seguir a famosos y amigos en Twitter, bajar películas y otras actividades informáticas similares. Se acabó. Un equipo de técnicos del Poder Ejecutivo prepara el plan del punto final al uso de la computadora de la oficina para fines personales .

No más Twitter, Facebook o chat. Los técnicos de informática de la Casa de Gobierno están planeando cómo extender la prohibición del uso de estas herramientas que ya se aplica en la sede del Poder Ejecutivo.

Justo cuando en Uruguay comienza a generalizarse el seguimiento de lo que opinan los dirigentes políticos a través de la red que permite mensajes de 140 caracteres, Twitter quedará bloqueado en las computadoras del Estado uruguayo.

Esa tarea está a cargo de una dependencia con rango ministerial que se llama Oficina de Planeamiento y Presupuesto (OPP). El encargado del Área de Tecnologías de la Información de esa dependencia, Gabriel Matonte, dijo al diario “El Observador” que instalaron medidores de estadística de acceso a Internet por cada máquina en la Casa de Gobierno, a efectos de ver si hay un consumo excesivo de banda ancha en alguna de las computadoras.

“Instalamos algunos software de estadísticas y acceso a la web que permiten un monitoreo on line de cada PC; entonces, el software nos dice cuánta información está bajando cada uno y ahí podemos cortar la conexión o avisar”, explicó Matonte.

En base a las primeras experiencias, dijo que “generalmente (cuando) se le corta la conexión” el funcionario llama al departamento de informática para plantear que tiene un problema. “Y cuando él llama le decimos que no puede estar haciendo lo que hace”, explicó Matonte.

“Lo otro que tenemos son los programas que nos permiten ver qué aplicaciones tiene cada máquina instalada; entonces buscamos, por ejemplo, Skype y si lo tienen instalado se lo desinstalamos”, indicó el funcionario.

Ig
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