"Ajudando as mulheres a liderar, vencer, governar." ✫Desde 2009✫

Arquivos para a setembro, 2010

Acontece hoje, dia 30 de setembro a Caminhada das Mulheres, em Brasília – DF.

convite caminhada de mulheres

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Participe!

Vídeo interessante sobre a participação da mulher na sociedade brasileira.

Paris Fashion Week 2010 fecha a temporada de desfiles internacionais.

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Depois de desfiles Nova York, Londres e Milão, chega a hora do mundo fashion virar os olhos em direção a Paris, a meca da moda mundial. A semana de moda parisiense começa nesta terça-feira (28/9) e vai reunir, tradicionalmente, as marcas e estilistas mais consagrados, como Christian Dior, Chanel, Balenciaga e Maison Martin Margiela, fechando assim a temporada internacional de moda.

Nesta edição verão 2011 há algumas novidades: depois de quase duas décadas sem fazer desfiles grandiosos (o último foi em 1993, quando deixou de pertencer à Câmara Sindical de Alta-Costura), Pierre Cardin fará uma apresentação para comemorar os 60 anos da grife que leva seu nome. Já o todo-poderoso da Chanel, Karl Lagerfeld, não vai desfilar sua marca própria, pois está trabalhando em uma nova linha, dedicada ao que ele chama de “elitismo de massa”; a ideia é vender roupas e preços baixos em uma loja virtual.

Giles Deacon, que acaba de apresentar sua coleção em Londres, estreia em Paris como diretor criativo da Ungaro. Outro debút é do estilista americano Zac Posen, desfilando as peças da marca que leva seu nome. E a leva de novos talentos estará representada pelo londrino Hakaan Yildirim, que acaba de ganhar o prêmio ANDAM, e também pelo brasileiro Pedro Lourenço – o estilista fará seu segundo desfile em Paris, depois de uma bem-sucedida estreia, na temporada passada.

Com informações do Site Marie Claire

Procedimento judicial não terminou, segundo porta-voz de ministério. Sakineh Mohammadi Ashtiani pode morrer apedrejada ou enforcada.

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O procedimento de nova análise do caso de Sakineh Mohammadi-Ashtiani, condenada a morte por apedrejamento por acusações de homicídio e adultério, não está concluído, afirmou nesta terça-feira (28) o porta-voz do ministério iraniano das Relações Exteriores, Ramin Mehmanparast.

“Os dois temas (a acusação de homicício e a relacionada ao adultério) devem ser examinados”, disse Mehmanparast em entrevista, ao ser questionado sobre o caso, que tem grande repercussão internacional.

Em julho, Teerã anunciou que a condenação à pena capital, pronunciada em 2006, confirmada em apelação em 2007 mas que não foi executada, havia sido suspensa e que o caso estava sendo reexaminado.

“O procedimento judicial ainda não terminou, e o veredicto final será anunciado antes deste procedimento”, reiterou Mehmanparast.

Em 2006, Sakineh Mohammadi Ashtiani foi condenada duas vezes à pena de morte por dois tribunais diferentes de Tabriz (noroeste do país) em dois processos distintos, acusada de participação no homicício do marido e de ter cometido adultério, em particular com o suposto assassino do marido.

Um ano depois, a pena de morte por enforcamento pela participação no homicício do marido foi comutada por 10 anos de prisão por uma corte de apelações, mas a execução por apedrejamento foi confirmada por outro tribunal de apelações no mesmo ano.

Fontes do governo iraniano repetem desde julho que a sentença de execução por apedrejamento está suspensa, em resposta à pressão internacional em defesa da condenada.

Com informações do Portal G1

Em tempos de eleições, vale a pena conferir esse vídeo sobre a participação da mulher na política.

Rodrigo Rocha Loures fala sobre a participação da mulher na política e da importância de se haver candidatas mulheres à presidência da República.

Michelle Bachelet, ex-presidente do Chile, assume entidade da ONU voltada para o direito das mulheres.

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Nomeada em 14 de setembro para chefiar a ONU Mulher, Michelle Bachelet, ex-presidente do Chile, colocará a nova instituição em ordem de batalha até janeiro de 2011, data a partir da qual a agência começará a funcionar. No mundo das ONGs que militavam há anos pela criação de uma agência “dedicada” às mulheres, poucas nomeações teriam sido recebidas com tal unanimidade.

Na entrevista concedida ao “Le Monde”, Bachelet afirma que suas prioridades serão combater a violência doméstica e sexual, bem como lutar contra as consequências da crise que atinge gravemente as mulheres.

Fazendo isso, ela manifesta sua vontade de não se deixar fechar dentro dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), especialmente aqueles que dizem respeito à redução da mortalidade infantil e da mortalidade materna, que acabam de receber um programa de US$ 40 bilhões (R$ 69 bilhões). Aos 59 anos, Michelle Bachelet, que refletiu longamente sobre esse engajamento no cenário internacional, pretende utilizar toda a notoriedade que lhe vale sua posição de ex-chefe de Estado e de nova secretária-geral adjunta da ONU, que a coloca no topo da hierarquia das Nações Unidas.

Le Monde: Quais serão suas prioridades nos próximos meses?

Michelle Bachelet: Nos próximos três meses, vamos trabalhar para reunir e colocar em sinergia as quatro entidades que compõem a ONU Mulher. Com duas prioridades. A primeira será combater a violência contra as mulheres, um campo que não é coberto pelos ODM. Esse problema atravessa todas as sociedades, sem exceção: 70% das mulheres no mundo sofrem violência doméstica. Nós nos esforçaremos especialmente para reduzir o imenso abismo que existe entre as legislações que protegem as mulheres – existem muitas delas – e sua aplicação, que continua sendo muito fraca. Também quero que a ONU Mulher se envolva na luta contra as mutilações genitais: 3 milhões de mulheres são vítimas delas no continente africano a cada ano. Essa guerra à violência contra as mulheres certamente também inclui o combate ao tráfico de mulheres, ao estupro, que ocorre em grande escala nos países em conflito, como a República Democrática do Congo, por exemplo.

Nossa segunda prioridade será agir sobre as consequências da crise. Atualmente, a distribuição do emprego é muito desigual entre homens e mulheres no mundo. Fora da agricultura, o acesso das mulheres ao emprego é limitado: somente 31% das mulheres trabalham em um outro setor. É uma porcentagem que, além disso, camufla enormes disparidades regionais (20% somente no sul da Ásia e na África). Sem contar que muitas vezes se trata de empregos meio-período e com baixos salários. A crise agravou o problema.

Segundo a Organização Internacional do Trabalho, o desemprego entre as mulheres aumentou mais rápido do que entre os homens. Milhões de mulheres estão sem emprego, o que gera uma série de consequências. Quando as mulheres perdem seu emprego, aumenta o índice de abandono escolar, por exemplo. De maneira geral, que se trate de crise financeira, alimentar, energética ou de mudança climática, todas as crises afetam duramente as mulheres.

Le Monde: Seu orçamento de US$ 500 milhões é suficiente?

Bachelet: É um orçamento inicial, e é preciso considerá-lo como tal. É um mínimo, e precisamos de bem mais, mas pediremos aos Estados-membros que aumentem sua participação, que façam um investimento “nas” mulheres.

Le Monde: As ONGs querem que a agência disponha de suas próprias forças em campo. O que a senhora acha disso?

Bachelet: A partir de agora, a Unifem está presente em 80 países. Não é suficiente, e quero ampliar essa presença. Nesse sentido, concordo com as ONGs. Mas quero que o dinheiro vá para as comunidades de mulheres que atuam em campo.

Le Monde: A senhor parecia hesitar em assumir a frente da ONU Mulher…

Bachelet: Não é uma questão de hesitação, mas eu precisava fazer uma escolha. Não é fácil quando você tem mais de 70% de aprovação em seu país! As pessoas temiam que eu fosse abandoná-las, e não quero abandoná-las. Estarei em Nova York, não é tão longe. E vou trabalhar para a causa das mulheres, uma causa que também diz respeito às mulheres do Chile. É um trabalho maravilhoso e fascinante.

Divórcio 2

Ganhar mais que o marido pode causar o fim do casamento, de acordo com uma pesquisa americana. As mulheres que colocam mais dinheiro em casa seriam 38% mais propensas ao divórcio.

Para chegar a essa conclusão, a equipe estudou os relacionamentos e os rendimentos de mais de 2,5 mil pessoas do sexo feminino. As participantes se casaram pela primeira vez entre 1979 e 2002.

O cientista Jay Teachman, da Universidade Western Washington, disse ao jornal Daily Mail que pode haver várias razões por trás dessa estatística, como orgulho masculino ferido e reações negativas das mulheres ao fato de o parceiro não ganhar tanto quanto elas.

Vale acrescentar que um estudo da Universidade de Cornell ainda constatou que homens financeiramente dependentes são mais sujeitos a serem infiéis.

Com informações do Portal Terra.

Estudo aponta possível aumento de 40% no número de parlamentares femininas na legislatura de 2011

Bandeiras Estados do Brasil

Nas eleições deste ano o Espírito Santo poderá eleger 3 ou 4 deputadas federais. As futuras parlamentares aumentarão o percentual de mulheres na Câmara em 2011. Segundo estudo, na próxima legislatura haverá um aumento de 40% no número de deputadas para o próximo pleito.

A projeção veio de um estudo feito pelo demógrafo José Eustáquio Alves, professor da Escola Nacional de Ciências Estatísticas, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O aumento previsto para o número de deputadas eleitas, segundo ele, decorre da quantidade de candidatas ao cargo – que já somam 1.253. Em 2006, o número de postulantes ao cargo de deputada federal não passava de 737.

Se as análises do pesquisador se confirmarem, este ano, 63 deputadas serão eleitas e comporão a maior bancada feminina da história da Câmara, com 12,2% do total de deputados. Hoje, as mulheres ocupam apenas 45 das 513 vagas, ou seja, 8,7% do total.

Apesar do aumento, o Brasil ainda ocuparia um dos últimos lugares no ranking da participação feminina na política. De acordo com Eustáquio Alves, os índices de parlamentares mulheres variam em torno de 40% em países como Angola, Moçambique, Cuba, Argentina e Costa Rica, por exemplo.

Cota para mulheres

Segundo o pesquisador, a maior razão para o aumento no número de candidatas é uma mudança na Lei Eleitoral (9.504/97), que previa que os partidos ou coligações deveriam reservar pelo menos 30% das vagas de seus candidatos para um dos gêneros.

Em relação às cotas, a Lei 12.034/09 apenas mudou a expressão “deverá reservar” para “preencherá”, alteração suficiente para provocar uma mudança “importante” na cultura dos partidos, afirma o pesquisador.

Ele explica que, antes da lei de 2009, os partidos simplesmente não preenchiam as vagas reservadas para as mulheres. Ou seja, caso o partido tivesse 100 vagas ele poderia lançar 70 homens e nenhuma mulher.

Hoje, ainda não está claro o limite de atuação dos partidos, pois a lei não prevê punição para os casos de descumprimento da norma. A Justiça Eleitoral, portanto, deverá definir caso a caso o que será feito se os partidos não atingirem a cota mínima de 30%.

Segundo a assessoria de Comunicação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cabe aos tribunais regionais eleitorais (TREs) avaliar as candidaturas apresentadas pelos partidos e definir que tipo de atitude tomar.

Apesar disso, os números já mostram mudanças no cenário político nacional. Segundo dados do TSE, 21,45% dos mais de 5,8 mil candidatos atuais ao cargo de deputado federal são mulheres.

Em 2006, as candidatas representavam 12,71% do total. Esses números não são definitivos, já que as listas de candidatos ainda podem sofrer alterações.

Agência Congresso com Rádio Câmara

Destaque na semana de moda de Paris, estilista usa moda contra a polêmica.

NoorD'Izar3Uma estilista belga está ganhando reconhecimento internacional com uma coleção de véus islâmicos feitos para a mulher moderna. As peças utilizam tecidos maleáveis e trazem detalhes inusitados, que os diferenciam dos hijabs tradicionais.

“Já passou da hora de as pessoas entenderem que o hijab não é um símbolo de opressão contra a mulher muçulmana, mas uma escolha que ela faz”, disse Fatima Rafiy à BBC Brasil.

A estilista belga acredita que o hijab (que cobre parcialmente o rosto) é um acessório que pode ser usado não apenas por jovens muçulmanas como também por não-islâmicas. Para provar isso, ela criou, juntamente com a sócia Inge Rombouts, a grife NoorD’Izar.NoorD'Izar2

Na coleção de Rafiy, as cores sóbrias dão lugar a tons de roxo, verde e prata. Um modelo indicado para a prática de esportes é feito de tecido mais maleável, de fibras sintéticas como elastano e viscose stretch.

Outros hijabs trazem detalhes inusitados como pele falsa de animal e espaço para encaixar os óculos (tarefa mais complicada nos véus tradicionais).

“Com as minhas criações quero dar às muçulmanas algo novo, contemporâneo, que elas possam usar com orgulho”, diz a estilista.

A ideia deu certo. E os hijabs criados por elas extrapolaram a comunidade muçulmana e começaram a fazer sucesso entre não-islâmicas.

O reconhecimento começou na própria Bélgica assim que lançaram a coleção, em abril de 2009. Em seguida, vieram elogios e encomendas de outros países, principalmente depois que elas apresentaram as peças na Semana de Moda de Paris, neste ano.

A editora de moda do site Tribaspace, Catherine Levy, disse que “os véus combinam alta-costura com conforto”. “Adorei a faixa na cabeça presente em todos os hijabs, colocando fim naquela dificuldade que era enrolar os lenços, cheio de alfinetes”, disse ela.

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Segundo Rafiy, sua coleção tem apelo para o púb

lico não-muçulmano. “Acho que elas (não-muçulmanas) gostam porque são peças diferentes de tudo. Alguns modelos, como o Jazz e o Jady, podem ser um ótimo acessório para não-muçulmanas que querem acrescentar algo ao visual”, diz Rafiy.

Para a estilista, a nova coleção, que será lançada em dezembro, faria sucesso no Brasil. “São hijabs coloridos e divertidos, que combinariam perfeitamente com a personalidade dinâmica das brasileiras.”

Objetivo do plano é salvar 16 milhões de vidas até 2015.
ONU diz que investir na saúde de mulheres e crianças reduz a pobreza.

ONU

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O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, anunciou a criação de um fundo de US$ 40 bilhões para melhorar a saúde de 16 milhões de mulheres e crianças nos próximos cinco anos.

A declaração foi feita nesta quarta-feira (22), último dia da reunião mundial contra a pobreza. O plano seria aprovado pelos 192 países integrantes da ONU.

O secretário-geral estimou que o plano estratégico global permitirá salvar 16 milhões de vida até 2015, e ajudará a reduzir a mortalidade feminina durante a gravidez e parto e a mortalidade de crianças com menos de 5 anos.

De acordo com a ONU, investir na saúde de mulheres e crianças reduz a pobreza e estimula o crescimento econômico. “Nós sabemos o que funciona para salvar as vidas de mulheres e crianças”, disse Ban Ki-moon em comunicado.

Promessas

A ONU afirmou que mais de US $ 40 bilhões foram prometidos por governos, fundações, empresas e organizações não-governamentais. Desse total, segundo funcionários da organização, US$ 27 bilhões fazem parte de novas promessas, e cerca de US$ 8,6 bilhões são provenientes de países de baixa renda.

Entre os países que participam da iniciativa estão Afeganistão, Zâmbia, Austrália, Grã-Bretanha, China, França, Alemanha, Índia, Japão, Rússia e Estados Unidos, diz a ONU.

Ricos

Fundação dos homens mais ricos do mundo, como o norte-americano Bill Gates e o mexicano Carlos Slim, ONG humanitárias como a Anistia Internacional e multinacionais como The Body Shop, LG e Pfizer figuram entre os doadores.

(*) Com informações das agências de notícias Associated Press, France Presse e Reuters e do Portal G1

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