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Arquivos para a julho, 2010

gestalt

Pesquisa revela estatísticas interessante sobre a vida sexual da “melhor idade”

As mulheres de meia-idade são as que estão mais realizadas sexualmente. Quem diz é um grupo de cientistas do Hackensack University Medical Centre, de Nova Jersey, nos Estados Unidos.

O estudo foi feito com 600 mulheres de todas as idades e revelou que mulheres na meia-idade gostam mais de fazer sexo do que em outros momentos da vida feminina.

Enquanto 54% das mulheres de 18 a 30 anos dizem ter dificuldades em atingir o orgasmo, esse percentual cai para 43% na idade de 31 a 45 anos. De 46 a 54 anos, 48% afirmam ter  dificuldades no sexo.

Na idade de 31 a 45 anos, 87% dizem que fazem sexo com regularidade.

Outros dados da pesquisa mostraram que as mulheres de meia-idade também se sentem mais femininas e sensuais. É nesta faixa etária que elas também consomem mais lingeries e brinquedos sexuais e estão mais ligadas em suas fantasias.

A pesquisa reverte a ideia de que a meia idade seria o começo do fim da vida sexual, momento de depressão, baixa auto-estima. Lendo a matéria, no Daily Mail, me deu a impressão  de que esses estudos são, mais do que tudo, importantes para derrubar estigmas. O que antes era exceção, vira padrão. E, mais do que tudo, deve prevalecer a ideia de que em qualquer idade é possível ser feliz.

Com informações do Blog Época

Plataforma Dhesca avalia violações aos direitos das mulheres em Pernambuco

Hoje (29), a relatora da Plataforma Dhesca Brasil, articulação nacional de direitos humanos, apresentará para os comitês estadual e municipal (Recife) de estudos da mortalidade materna uma metodologia de monitoramento dos casos de morte de gestantes advindos de abortamento. A articulação pretende monitorar se Pernambuco e o Recife têm cumprido os acordos internacionais relativos à proteção aos direitos humanos das mulheres. A metodologia de investigação já foi apresentada para os comitês da Bahia,São Paulo e Pará.

A metodologia de avaliação conta com seis instrumentos e indicadores que permitirão avaliar, a partir do estudo de dois casos, se as mortes maternas aconteceram em circunstâncias de violação de direitos humanos. O marco de avaliação serão os acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário. ‘Não queremos saber apenas a causa da morte, mas se houve registro de racismo, de discriminação, de dificuldade no acesso ao atendimento, entre outros fatores’, afirma Maria José de Oliveira, relatora do Direito à Saúde Sexual e Reprodutiva da Plataforma Dhesca.

Os casos de violação identificados serão remetidos como denúncia para a Comissão de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), para as secretarias de Saúde dos respectivos estados e municípios, para os ministérios da Justiça e Público Federal, além de ser encaminhado para os movimentos sociais.

Contatos:

Maria José de Oliveira (relatora do Direito à Saúde Sexual e Reprodutiva da Plataforma

Dhesca)

Fone: (71) 9147.9941

Gigi Bandler (integrante da Rede Feminista de Saúde e do Grupo Loucas de Pedra Lilás)

Fone: (81) 9996.0997 | 9959.2457

donabeja

Diferenças entre generos na hora de produzir videos para divulgação na internet

O vídeo está em inglés, mas vale a pena conferir:

Do blog Get in Front Blogging

do site Plena Mulher

Sob pressão

É bem verdade que as mulheres maduras de hoje já não são como as de décadas atrás.

Longe de ser uma “senhora”, no sentido de matrona, ela é moderna, ativa, atuante, empreendedora, tem estilo, persegue seus sonhos e objetivos, gosta de se cuidar, quer estar sempre bonita e cheia de energia.

Vários setores de consumo estão se rendendo às mulheres que chegaram à maturidade, as quais, além de buscarem qualidade de vida, geralmente, têm alto poder aquisitivo. Elas são bem informadas, independentes, não acreditam em falsas promessas e, principalmente, podem pagar caro por alguns luxos.

Essas mulheres se tornaram público-alvo das pesquisas, da mídia e dos caçadores de tendências dos segmentos de cosméticos, editorial e moda. E com isso eis que surge então, a new age woman (em português, algo como “mulher de nova idade” ou “mulher de uma nova era”), ou seja, a mulher que se conserva bonita, está “inteira” e não aparenta a idade que tem.

Mulheres como Sarah Jessica Parker, Kristin Davis, Demi Moore, Madonna, Sharon Stone, Julianne Moore, Kim Katrall, e até Susan Sarandon, do alto de seus 63 anos, reforçam essa tendência: a valorização da mulher madura. E o Brasil, que tem como representantes Ângela Vieira, Marília Pêra, Maitê Proença e Cristiane Torloni, por exemplo, não fica de fora.

Ok, tudo bem, pessoal, fenômenos como esses, dão visibilidade às quarentonas, cinquentonas e sessentonas, mas há também – por incrível que pareça – o outro lado da moeda. Mesmo depois de tantas conquistas e transformações, a mulher (principalmente a madura) continua sendo alvo de discriminação e preconceito. Reflexos de uma sociedade patriarcal e de uma cultura extremamente machista? O fato é que ainda há aqueles que, mesmo que de uma forma velada, meio disfarçada, querem colocar a mulher para baixo. …

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É bem verdade que as mulheres maduras de hoje já não são como as de décadas atrás.

Longe de ser uma “senhora”, no sentido de matrona, ela é moderna, ativa, atuante, empreendedora, tem estilo, persegue seus sonhos e objetivos, gosta de se cuidar, quer estar sempre bonita e cheia de energia.

Vários setores de consumo estão se rendendo às mulheres que chegaram à maturidade, as quais, além de buscarem qualidade de vida, geralmente, têm alto poder aquisitivo. Elas são bem informadas, independentes, não acreditam em falsas promessas e, principalmente, podem pagar caro por alguns luxos.

Essas mulheres se tornaram público-alvo das pesquisas, da mídia e dos caçadores de tendências dos segmentos de cosméticos, editorial e moda. E com isso eis que surge então, a new age woman (em português, algo como “mulher de nova idade” ou “mulher de uma nova era”), ou seja, a mulher que se conserva bonita, está “inteira” e não aparenta a idade que tem.

Mulheres como Sarah Jessica Parker, Kristin Davis, Demi Moore, Madonna, Sharon Stone, Julianne Moore, Kim Katrall, e até Susan Sarandon, do alto de seus 63 anos, reforçam essa tendência: a valorização da mulher madura. E o Brasil, que tem como representantes Ângela Vieira, Marília Pêra, Maitê Proença e Cristiane Torloni, por exemplo, não fica de fora.

Ok, tudo bem, pessoal, fenômenos como esses, dão visibilidade às quarentonas, cinquentonas e sessentonas, mas há também – por incrível que pareça – o outro lado da moeda. Mesmo depois de tantas conquistas e transformações, a mulher (principalmente a madura) continua sendo alvo de discriminação e preconceito. Reflexos de uma sociedade patriarcal e de uma cultura extremamente machista? O fato é que ainda há aqueles que, mesmo que de uma forma velada, meio disfarçada, querem colocar a mulher para baixo.


Marina Silva

Marina Silva

Ato promove candidata ao criar uma versão on-line do “panelaço”.

O comitê de campanha de Marina Silva promoveu terça-feira dia 20, um “twitaço”. Vendida como versão cibernética do velho panelaço, a iniciativa rendeu à candidata a ultrapassagem de uma marca. No meio da tarde, 15h25, o microblog de Marina logrou ultrapassar a fronteira dos 100 mil seguidores. A coisa ecoou no exterior. De passagem por São Paulo, Marina abriu espaço na agenda para conferir os resultados da mobilização.Foi a uma lan house, na Rua Augusta. Mais tarde, soltou fogos no próprio twitter: “Feliz coincidência: no dia do Twitaço, cruzamos a marca de 100 mil…” Na madrugada desta quarta (21), também o presidenciável tucano José Serra saboreou uma mudança de patamar no twitter. Anotou: “Êpa, olhei para o lado e vi: hoje passamos os 300 mil seguidores! Não sei identificar quem protagonizou a virada dos 200 para os 300…” Dilma Rousseff está no meio dos dois. Às 5h30 da matina, os seguidores da petista somavam quase 121 mil.

Com informações do JusBrasil

A pitcher de 29 anos resolveu pendurar a luva.

Jennie Finch; Foto AP

Jennie Finch; Foto AP

A americana Jennie Finch, um dos maiores nomes da história do softbol, anunciou que irá encerrar a sua carreira. A pitcher fará a sua despedida nesta semana da seleção americana durante a Copa do Mundo da modalidade, em Oklahoma, para tristeza dos milhares de fãs ao redor do planeta. No entanto, os últimos arremessos de Finch ainda poderão ser acompanhados no restante da temporada americana pelo Chicago Bandits antes de ela pendurar oficialmente as luvas no fim de agosto.

Uma das musas olímpicas, a loira de 29 anos e 1,85 m foi o ícone da equipe americana de softbol neste início de século. Depois de se destacar nos torneios universiátios com 60 vitórias consecutivas, ela liderou os EUA na conquista do ouro em Atenas 2004 e da prata em Pequim 2008.

No início do mês, Jennie foi novamente destaque na conquista do sétimo título mundial seguido da seleção americana.

“A minha carreira foi muito mais do que eu imaginava. As oportunidades que tive de me divertir e ser parte disso são inacreditáveis”, disse a atleta americana, à AP.

A atleta quer agora aproveitar o tempo livre e curtir o tempo com o marido Casey Daigle e o filho Ace, de apenas três anos.

“Sentia que a cada ficava mais difícil com o Ace crescendo e o tempo longe do meu marido. Até mesmo eventos familiares como aniversários e casamento de amigos eu perdia por causa do softbol”, lamentou.

Além de perder o domínio para o Japão, em Pequim 2008, a maior frustração da carreira da atleta foi ver o softbol ser retirado do programa olímpico pelo COI. A modalidade, assim como o beisebol, está fora dos Jogos de Londres 2012 e Rio de Janeiro 2016, mas ainda sonha com um possível retorno em 2020.

Figura conhecida de revistas esportivas, talk shows e eventos nos Estados Unidos, Finch ainda deve seguir por muitos anos no imaginário do torcedor do país.

“Espero continuar envolvida (com o softbol). Ele fez parte por muito tempo da minha vida e não posso imaginar viver sem ele”, completou.

Com informações do Portal Terra

Décima primeira edição do evento é realizada em Brasília

Impulsionado pela Articulación Feminista Marcosur (AFM) e tendo a Articulação de Mulheres como ponto focal, o Fórum reunirá diversas organizações de mulheres mobilizadas para incidir na 11ª Conferência Regional sobre a mulher da América Latina e do Caribe, de 13 a 16 de julho, em Brasília.

A Conferência é um órgão subsidiário da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) e se realiza a cada três anos. Em sua décima primeira versão a Conferência debaterá sobre “Que tipo de Estado? Que tipo de igualdade?” o pleno exercício dos direitos necessita.

No Fórum, a coordenadora geral do SOS Corpo, Betânia Ávila, integra a delegação oficial do Brasil dentre as organizações não governamentais convidadas pela Secretaria Especial de Política para as Mulheres (SPM). As pesquisadoras Verônica Ferreira e Rivane Arantes participam como observadoras.

Mais informações no site SOS Corpo

Acompanhe o evento através do Hotsite

http://www.conferenciasobreamulher.net.br/index.html

http://www.conferenciasobreamulher.net.br/

A imprensa em questão

JB: morte em anúncio

Jornal sem epitáfio

Alberto Dines

albertodinesOs sinos não dobram quando fecha um jornal, mas dobram pelo jornalismo. Nenhum jornal é uma ilha — menos um jornal, menor a imprensa. Menos um diário, menor o continente, o mundo, a humanidade.

Pífia, lamentável, a repercussão do anúncio do fim do “Jornal do Brasil” impresso. Ninguém vestiu luto – só os jornalistas — porque há muito aboliu-se o luto. O luto e a luta. Sobreviventes não lamentaram, dão-se bem no jornalismo morno, sem disputa. Juntaram-se para revogar a concorrência e enterraram a porção vital do seu ofício. Esqueceram a animada dissonância, preferiram a consonância melancólica.

O derradeiro confronto jornalístico no Rio talvez tenha se travado no início dos anos 70 (ou fim dos 60) quando Roberto Marinho decidiu que “O Globo” não poderia ficar confinado ao esquema de vespertino e passou a circular aos domingos. Em represália, Nascimento Brito decidiu que o JB invadiria a segunda-feira. Encontro de gigantes, disputa de qualidade. Mesmo com a ditadura e a censura como pano de fundo.

Sem competição, o jornalismo perdeu o elã, desvirtuado, virou disputa pelo poder. Exatamente isso atraiu Nelson Tanure, o empresário que investe em informática, estaleiros e faz negócios pelo negócio. Não lhe disseram que empresário de jornal não precisa escrever editoriais, basta gostar do ramo e ser fiel a ele.

Simbólico: o fim do JB impresso foi confirmado na edição de quarta-feira (14/7) sob a forma de anúncio, publicidade. Aquela Casa não acredita em texto. E o seu jornal morreu sem epitáfio.

A AME- Associação de Mulheres Empreendedoras é uma ONG fundada em 2004 por Cristina Boner que vem trabalhando para ajudar mulheres carentes do Brasil.

Com o objetivo de promover e valorizar  as mulheres, tanto no lado profissional, como no pessoal, oferece formação profissional atingindo, desde a sua fundação, mais de 1.000 mulheres em todo o país.

Por meio de parcerias e alianças estratégicas, desenvolveram e ministram cursos, palestras e oficinas de capacitação profissional.

Nesta entrevista, Silvia Seabra, vice-presidente da Associação e força propulsora de todos os projetos, fala com carinho do curso de capacitação de domésticas que conseguiram ministrar recentemente.

Deste curso, surge o gancho para o projeto conjunto com Maria da Penha que participou pessoalmente da Associação.

Ig
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