"Ajudando as mulheres a liderar, vencer, governar." ✫Desde 2009✫

Arquivos para a outubro, 2009

Em São Paulo, mulheres e crianças estupradas serão atendidas em hospital especial

Projeto de Maria Lúcia vai virar lei em todo o estado. Foto: Divulgação

Projeto de Maria Lúcia vai virar lei em todo o estado. Foto: Divulgação

No estado de São Paulo, 168 crianças sofrem abuso sexual por dia. Ou seja, sete menores são abusados a cada hora. Por causa disso, a deputada estadual Maria Lúcia Amany (PSDB) fez o Projeto de Lei (PL) nº 998/2003 que instituiu no estado atendimento especial e preferencial às mulheres e crianças vítimas de violência sexual. Agora, o PL vai virar lei estadual.

O projeto havia sido vetado pelo Governo, mas a Assembleia Legislativa derrubou o veto. O Projeto será encaminhado ao governador Serra que terá 48 horas para promulgar, transformando-o em lei.

A nova lei assegura a assistência médico-emergencial, médico-legal, exames periciais com especialistas do Instituto Médico Legal e boletim de ocorrência, noticiando a violência sofrida, no mesmo hospital ou unidade de pronto atendimento da rede pública e privada, conveniadas ao Sistema Único de Saúde, sem a necessidade da mulher ou criança se deslocar de um local para o outro num momento de fragilidade.

Para a deputada, a nova lei vem ao encontro dos dados de violência contra mulheres e crianças no país. Pesquisa do Ibope realizada entre 13 e 17 de fevereiro deste ano, com 2002 pessoas com 16 anos ou mais, fornecida pela Secretaria de Políticas Especiais para as Mulheres aponta que 55% dos entrevistados conhecem casos de agressões a mulheres e 56% apontam a violência doméstica como o problema que mais preocupa a brasileira.

A tira da Nina

dilma verde parte 2

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Dante, Freud e Sexo Explodem em Anticristo

Filme do dinamarquês Lars von Trier, com William Dafoe e a bela Charlotte Gainsborg, deixa rastro polêmico mundo afora.

José Jardelino da Costa Júnior

antichristGoste-se ou não do cinema de Lars von Trier (DogVille – 2003), ninguém lhe pode negar a condição de absoluta originalidade. Desde que liderou o movimento Dogma 95, seu trabalho, predador de paradigmas, tem se mantido na vanguarda, filme após filme.

Em Anticristo (Antichrist – Dinamarca/Alemanha/França/Suécia/Itália/Polônia – 2009), a fórmula se matém e o resultado final é uma surpreendente mistura de Freud e de Dante Alighieri e sua Divina Comédia (Primeiro Capítulo – O Inferno). Aliás, o filme é dividido em quatro partes: Dor, Luto, Desespero e, sintomaticamente, Os Três Mendigos.

Após a morte do filho pequeno, psiquiatra e sua mulher, vigorosamente bem interpretados pelo americano Wiliam Dafoe e pela bela francesa Charlotte Gainsborg, abalados (ela, naturalmente, muito mais do que ele), decidem buscar refúgio em rústica casa de campo, localizada no meio de floresta, que ele batiza de “Éden”. O lugar é tão escuro e inigmático quanto os pesadelos dela. O isolamento não produz os resultados esperados; ao contrário, a conduta da mulher passa a ficar cada vez mais estranha e imprevisível. A ilusão da diminuição da dor através do contato direto com o medo e com hábitos primitivos (o lugar não tem calefação, nem qualquer outro vestígio de modernidade) é substituída por comportamento repleto de alucinações que termina por envolver por completo cada minuto de sua existência. “O Inferno não está em mim”, raciona ela, parodiando Jean-Paul Sartre. “Está nos outros. Está nele. . .”(referindo-se ao marido). Convicta, transforma-se em algoz do psiquiatra e passa a lhe atormentar diuturnamente. Não satisfeita com o terror psicológico intenso, avança na direção do castigo físico. O exercício da crueldade obviamente não lhe diminui o sofrimento. A desconexão com qualquer resquício de sanidade transforma-se em abismo que a leva no caminho da auto mutilação genital, não sem antes visualizar o pênis do marido, por ela manipulado, jorrando fluxos ininterruptos de sangue. Genial e contundente exercício da metalinguagem para simbolizar estado efervescente de sentimentos, há muito reprimidos nas profundezas de inconsciente, repentinamente liberados. A sequência, muitíssimo bem filmada em super close, impactante ainda mais para quem assiste o filme na telona, não deixa de ser chocante. Com ela, Lars von Trier aciona um gatilho, desafiando as pessoas a compreender e tolerar a visão dantesca da dor da perda. Sob o aspecto puramente estético, o diretor se equipara a Luís Buñuel e Salvador Dali, que, em 1928, causaram furor em Paris — à epoca a única meca do liberalismo. Em Um Cão Andaluz, filmaram o olho de linda mulher, na direção de quem a câmera se aproxima até enquadrá-lo por completo; repentinamente surge do nada mão de homem com navalha, que é usada par dividir ao meio o glóbulo ocular exposto. Em seu livro de memórias (Meu Último Suspiro), Buñuel contou que esteve na sessão de lançamento, quando a platéia, enfurecida, destruiu completamente a sala de exibição. “Nosso objetivo estava alcançado”, refletiu ele, sardônico.

Lars von Trier, tal e qual Buñuel, consegue incomodar os acomodados. Não se tem notícia de nenhum ato de vandalismo nas sessões ao redor do mundo. No entanto, o filme foi recebido de forma polêmica no Festival de Cannes, em princípio aberto às quebras dos limites da expressão artística. Na apresentação do elenco, era visível o constrangimento do par principal; sorrisos apenas no rosto do diretor. O clima esquentou de verdade quando o jornalista Baz Banigboye, do jornal inglês “Daily Mail”, interpelou o cineasta, exigindo que ele explicasse o porquê do filme.

Não há dúvida que a produção convida a platéia para a suspensão temporária da incredulidade. Pela alegoria, contudente, é verdade, o diretor dinamarquês incluiu, na visão de um mundo subterrâneo perturbado, a visão de todas as coisas deste mundo. Anticristo não está alheio a nada de humano ou de infra-humano, nem ao humor terrivelmente grotesco dos diabos que habitam os nossos inconscientes.

Polícia Civil lança projeto para combater violência contra a mulher no DF

A Polícia Civil do DF, por meio da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), lançou, nesta quinta-feira (29), o “Projeto Brasília Mulher Segura”. A iniciativa consiste num conjunto de ações que vão aperfeiçoar o trabalho da polícia no combate à violência contra a mulher. Uma das principais inovações é a unidade móvel da delegacia, uma van equipada para o atendimento individualizado e registro de ocorrências.

Outra importante medida é o kit denominado “Bolsa de Crise”. Ele contém uma muda de roupa, toalha e itens de higiene para as mulheres vítimas de estupro ou outro tipo de violência. Para orientar e esclarecer a população, também foram confeccionadas cerca de 100 mil cartilhas sobre violência de gênero, além de 50 mil folhetos informativos sobre a prevenção nos casos de crime de estupro.

O projeto também prevê a capacitação dos policiais da Deam nas técnicas científicas de coleta de depoimento e a reforma e ampliação das instalações da delegacia (com destaque para a criação de espaços individualizados de atendimento às vítimas). Além da aquisição de mobiliário, viatura e material pedagógico para a Seção de Orientação Psicológica (SOP), a proposta prevê a criação da Seção de Sexologia Forense do IML, que vai oferecer atendimento especializado às vítimas de violência sexual e doméstica.

A proposta conta com a participação do Instituto de Medicina Legal e apoio do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça.

Fonte: Polícia Civil do DF

Mostra de cinema retrata direitos humanos na América do Sul

Imagem: Inesc.

Imagem: Inesc.

Ainda dá tempo para aproveitar a 4ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul  ://www.cinedireitoshumanos.org.br/). Os filmes retratam temas como preconceito racial, equidade de gênero, proteção da criança e adolescente, saúde mental, tortura, trabalho escravo, pessoas com deficiência, diversidade sexual, liberdade religiosa, entre outros.  

Nesta edição, os assuntos são abordados sob o olhar de diretores sul-americanos, sempre em produções de décadas anteriores. A entrada é franca.

Iniciada em outubro, em algumas capitais a mostra já foi encerrada. Em outras cidades ainda é possível assistir os filmes. Confira:

Belém (PA)

Até 1° de novembro

Cine Líbero Luxardo

 Brasília (DF)

Até 1° de novembro

Centro Cultural Banco do Brasil

 Curitiba (PR)

Até 8 de novembro

Cinemateca de Curitiba

Goiânia (GO)

Até 8 de novembro

Cine Cultura – Sala Eduardo Benfica

Maceió (AL)

Até 1° de novembro

Cine SESI Pajuçara

Recife (PE)

Até 5 de novembro

Cinema da Fundação Joaquim Nabuco e Teatro do Parque

 Salvador (BA)

Até 10 de noembro

Sala Walter da Silveira

Fórum internacional de mulheres discute soluções para acabar com diferenças na América e na África

Da Redação

Mariéme Cissé Seck, do Senegal
Mariéme Cissé Seck, do Senegal. Foto Hermínio Oliveira

 

Apresentar soluções adotadas por países da América e da África para superar as desigualdades. Este foi o objetivo principal do V Fórum Mundial das Américas, África e Amazônia, realizado ontem (27) e hoje (28) em Brasília. Organizado pela União Feminina das Américas (Unifas), o encontro abordou temas como o protagonismo das mulheres em áreas fronteiriças com o Brasil e o feminismo na América Latina, com palestrantes da Argentina, Uruguai, Moçambique e Cabo Verde, além da ministra do Superior Tribunal Militar Maria Elisabeth Rocha.

De acordo com a presidenta da Unifas, Margarida Chaulet, o fórum é promovido anualmente para trocar informações com povos de várias nações sobre igualdade de gênero, políticas públicas, educação e saúde. “Na África, por exemplo, existem países onde as mulheres são muito mais emancipadas do que as brasileiras”, explica. “Toda esta integração traz benefícios fantásticos”.

“A situação das mulheres nas fronteiras é uma questão polemica e que não é muito abordada. Elas têm seus documentos roubados, perdem sua identidade e são obrigadas a serem escravas, sexualmente e também para trabalhos duros”, destaca Margarida.  Para ela, os “ governantes têm que ir in loco nas fronteiras com o Uruguai, Paraguai, Argentina e Venezuela para acompanhar a situação difícil destas pessoas” .

Em Rondônia, trabalhadoras constroem uma das maiores obras de infra-estrutura do mundo

Nos podemos!

Nos podemos!

Elas já desviaram o rio, agora furam pedras, explodem rochas, dirigem máquinas pesadas… Por três dias, a reportagem da revista CLAUDIA acompanhou a movimentação frenética das 700 mulheres que trabalham no canteiro da Hidrelétrica Santo Antônio, em Rondônia. Conheça as operárias responsáveis pela construção de uma das maiores obras de infra-estrutura do mundo, que produzirá energia para atender 11 milhões de residências

A terra tem um tom alaranjado e parece estar ardendo em brasa. O sol produz a sensação térmica de 40 graus, os borrachudos não dão trégua e o cenário é cortado por caminhões, retroescavadeiras, betoneiras, tratores e rolos compactadores. Efervescência é a melhor palavra para definir o canteiro de obras às margens do rio Madeira, em Porto Velho, a 100 quilômetros da Bolívia. As mulheres se espalham pela área de 2,7 mil hectares, onde está sendo erguida a Usina Hidrelétrica Santo Antônio, uma das maiores iniciativas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). As 700 operárias – 14% da mão de obra contratada – formam o primeiro grande contingente feminino a atuar em todas as frentes de trabalho de uma construção pesada, revezando-se nas 24 horas do dia. Antes delas, já havia mulheres no setor (138 mil no país), mas, em geral, não ultrapassavam 2% dos operários de um empreendimento. Além disso, trabalhavam no almoxarifado ou acabamento. Poucas realizavam as tarefas rudes e reconhecidamente masculinas.

Na Santo Antônio, elas estão presentes desde o primeiro momento, em setembro de 2008. Rapidamente se adaptaram às novas atividades – bem diferentes do que faziam como domésticas, vendedoras ambulantes, artesãs, manicures, donas de casa. Como foram parar ali? O grupo Norberto Odebrecht, majoritário no Consórcio Santo Antônio Civil, responsável pelo canteiro, precisava inverter uma praxe do mercado, que é utilizar 30% de mão de obra local e 70% de migrantes. “Porto Velho tem 5% do esgoto necessário, 12% de água tratada, criminalidade alta, deficiência na saúde e na educação. Trazer peões de fora só agravaria os problemas”, diz Antônio Cardilli, gerente administrativo e financeiro da Odebrecht. Pesquisas preliminares mostraram que a capital não dispunha de pessoal treinado para as primeiras 4,8 mil vagas. A alternativa foi criar, com apoio dos governos estadual e municipal, um projeto (o Acreditar) que preparasse gente para a empreitada.

Fonte: Revista Claudia

A banda larga no Brasil

Hildeberto Aleluia

jornalista

h.aleluia@openlink.com.br

Elaborada por uma entidade internacional de telecomunicação, a lista que mede a qualidade e rapidez da banda larga em 62 países mostra o Brasil ostentando o distante 45º lugar. Muito atrás de países como a Bulgária e aLituânia que estão entre os cinco melhores ao lado do Japão e da Coréia do Sul. A nossa banda larga além de ruim é muito cara. É tão ruim que mereceu do Presidente da ANATEL (agencia reguladora do setor) embaixador Ronaldo Sardemberg  a diplomática observação sobre o caos:

- As operadoras fizeram previsões e perceberam que se continuassem vendendo a banda larga na velocidade em que vinham vendendo teriam problemas na rede.

E as operadoras pisaram no freio. A demanda pela banda larga foi contida. Na previsão da agência reguladora cada uma das operadoras terá que investir um bilhão de reais em infra-estrutura para suprir a demanda pela banda larga no Brasil. – Resumo da ópera, as operadoras venderam mais do que poderiam entregar. -  Diante desses fatos o governo se movimenta. Está tudo pronto para a velha Telebrás iniciar o Programa Nacional de Implantação da Banda Larga. Nessa empreitada, está previsto, no começo, um investimento de três bilhões de reais, sendo um bilhão proveniente do FUST, o Fundo Universal para as Telecomunicações. E é aqui, nesse atalho, que está um dos canhões apontados para a TV. Com este programa implantado e barateada a assinatura para a conquista da banda larga, todas as classes sociais terão um acesso melhor à internet.

Segundo o Ministro das Comunicações,Helio Costa serão necessários 10 bilhões de reais para levar a internet ao interior e interligar a área rural, escolas, postos de saúde, hospitais e delegacias.O ministro clama pela iniciativa privada no investimento. Espera contar com ela para uma grande parte do investimento.Mas existe um grupo no governo que defende a ação da Telebrás como a estatal da banda larga. E mais, envolver a Petrobrás, a Eletrobrás e Eletronet na estrutura de implantação do projeto da banda larga.

O número de usuários do serviço de banda larga hoje no Brasil, apesar de estar na casa dos milhões, são irrisórios diante das necessidades. Temos 14 milhões de assinantes, ou pontos de conexão de banda larga. Vinte por cento são oferecidos por conexão móvel das teles. Competem aí as empresas de telefonia fixa, de TV por assinatura e as operadoras de celular. Formam um pequeno monopólio privado com preços que variam de 30  a 600 reais de acordo com o local, a capacidade e a velocidade. A média deve ficar em torno de 300 reais por assinatura. É muito cara.

No interior de Minas Gerais,como exemplo,a conexão de 56 kbps, a menos veloz, sai por 100 reais em média, enquanto no Rio a mesma conexão com 128 kbps custa 50 reais. A conexão mais veloz, de 8 mbps, custa em média 240 reais no Rio de Janeiro. Para os que não são afeitos a essa linguagem cibernética, kbps significa uma velocidade de carroça e mbps a velocidade do foguete.

A taxa de penetração da internet nos lares brasileiros é de 15 por cento sobre o número de habitantes. Enquanto na Argentina chega a 25 por cento e no Chile a 30, segundo levantamento realizado pela CISCO, empresa global de soluções em telecomunicações.Na Itália,o governo acabou de anunciar investimentos no valor de 1 bilhão de euros destinados a implantar um programa de banda larga de 2 megas para toda a população italiana até o ano que vem.

Pesquisa revela que para relacionamento durar é preciso que a mulher seja mais jovem e inteligente

Foto divulgação da Dellicato

Foto divulgação da Dellicato

O segredo para os homens terem um casamento feliz e duradouro é escolher uma mulher inteligente e, no mínimo, cinco anos mais jovem. É o que revelou uma pesquisa britânica, que teve como base mais de 1,5 mil casais casados ou em relações estáveis. Após cinco anos, os pesquisadores checaram quais casais ainda estavam juntos.

A combinação, de acordo com os estudiosos da universidade de Bath, é a que tem maior probabilidade de dar certo a longo prazo, especialmente se nenhum dos dois tiver sido divorciado no passado.

Os cientistas descobriram que, em casos onde a mulher era mais velha que o marido em cinco anos ou mais, as chances de divórcio aumentaram para três vezes. Se a diferença de idade é invertida – com o homem mais velho do que a mulher – as chances de sucesso no casamento aumentam.

Conforme a pesquisa, outro fator decisivo é o grau de educação da mulher. Quanto maior a escolaridade, maiores são as chances de o casamento durar.

*Com informações da BBC Brasil

Confira os temas de interesse da mulher no Congresso Nacional, de 26 a 30 de outubro

 

Terça-feira

Primeira infância

Abertura da programação da 2ª Semana de Valorização da Primeira Infância e Cultura da Paz que acontecerá no Senado Federal de 27 a 30 de outubro, cujo tema central é “O brincar na construção da paz”. O evento começa às 9h30 e acontece no auditório Petrônio Portela.

CPI Desaparecimento de Crianças e Adolescentes da Câmara

Acontece reunião deliberativa ordinária às 14h30, no Plenário 8, Anexo II.

Quarta-feira

Comissões de Educação, Cultura e Esporte e de Assuntos Sociais do Senado
Como parte das atividades da 2ª Semana de Valorização da Primeira Infância e Cultura da Paz, as comissões realizam audiência pública conjunta para debater o tema “Primeira infância e cultura da paz”. Participarão do encontro o presidente da Associação Mundial da Saúde Mental Infantil, Antoine Guedeney, o diretor do Centro de Excelência para Desenvolvimento da Primeira Infância da Universidade de Montreal (Canadá), Richard Tremblay, e a presidente da Associação Brasileira pelo Direito de Brincar, Marilena Flores Martins. A audiência será às 10h, na sala 15, Ala Alexandre Costa.

Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara
Será realizada audiência pública para discutir o PL 4835/2009, que determina aos supermercados e aos estabelecimentos congêneres a discriminação dos preços por unidade de medida nas etiquetas dos produtos. Também discute o PL 5846/2005, que revoga a Lei 10.962/04 – lei de afixação de preços, normas, colocação, preço, bens, produtos, mercadoria, serviço e códigos de barra. O plenário ainda não foi definido mas a audiência será às 14h30.

Quinta-feira

CPI do Desaparecimento de Crianças e Adolescentes da Câmara
Será realizada audiência pública em plenário a definir, às 10h.

 

*Com informações do Congresso em Foco

Ig
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