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Arquivos para a agosto, 2009

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Comissão pode votar relatório sobre representação feminina

Anna Bernardes

Luiza Erundina

Luiza Erundina

O parecer da relatora deputada Rose de Freitas (PMDB-ES) sobre a representação das mulheres nas mesas diretoras da Câmara e do Senado (PEC 590/06) pode ser votado nesta terça-feira (dia 1º). A PEC 590/06, da deputada Luiza Erundina (PSB-SP), estabelece a representação proporcional dos sexos nas mesas diretoras da Câmara, do Senado e em todas as comissões das casas, permanentes ou temporárias.

As mesas são órgão de direção dos trabalhos legislativos e dos serviços administrativos. Na Câmara, é composta por presidente, dois vice-presidentes, quatro secretários e respectivos suplentes.

O relatório ainda não foi divulgado. A reunião está marcada para as 14h no plenário 6.

Com informações da Agência Câmara.

Veja a íntegra da PEC no link abaixo:

http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=339287

Laura Bush e Marisa Leticia. Foto de Orlando Brito.

Laura Bush e Marisa Leticia. Foto de Orlando Brito.

Clint Eastwood expia culpas

em Gran Torino

Versão digital em alta definição (Blu-ray Disc) explicita os maiores detalhes de filme que já nasce cult

José Jardelino da Costa Júnior

grantorino

Em Gran Torino (Gran Torino – EUA – 2008), Clint Eastwood realizou extraordinária façanha. Fez magnífico filme e ainda manteve cativos os admiradores do seu estilo introspectivo esculpido pelas mãos competentes do cineasta italiano Sergio Leone (Era Uma Vez Na América – 1984), por meio do qual ascendeu ao estrelato mundial com a trilogia – hoje cult – Por Um Punhado de Dólares (1964), Por Uns Dólares A Mais (1965), Três Homens Em Conflito (1966). Detalhe: junto com o trio de versões de O Poderoso Chefão (I, II, III), forma os dois conjuntos de maior êxito na história da Sétima Arte, descontadas as versões-pipoca do tipo Senhor dos Anéis.

Gran Torino faz referência direta ao mais famoso personagem vivido pelo ator, o inspetor (dirty) Harry Callahan, alter ego de nove entre dez homens das décadas de setenta e oitenta, pela tenacidade com que perseguia marginais aparentemente longe do alcance da lei. Neste novo filme, ele foi além. Aliás, muito além do lugar comum. Não se deteve apenas no argumento que aparentemente estrutura a história do ex-militar americano Walt Kovalski (ele), que acabara de perder a mulher com quem fora (bem) casado por décadas. Orgulhoso do seu país, era proprietário de um Ford Gran Torino (que deu o título ao filme). Aquilo alimentava sua auto-estima: como operário, em 1972, havia ajudado na sua fabricação. O carro, ainda novo, era motivo da cobiça de parte de alguns delinquentes do lugar onde morava. Também ostentava enorme bandeira dos Estados Unidos na entrada de sua casa e irritava-se com os asiáticos que passaram a ocupar o bairro. Aos poucos, sua intolerância cedeu lugar à genuína amizade pelos “chinas” vizinhos, a tal ponto de se transformar em zeloso defensor da ordem nos arredores, quando foi conquistado por dois adolescentes, Thao (Bee Vang) e Sue ( Ahney Her). Nesse contexto, o cinéfilo mais atento perceberá explícitas referências à significativas passagens de filmes onde dirty Harry pontificou. “Vamos, façam com que eu ganhe o meu dia”, murmurava para sua Magnum em punho, diante de assaltantes que mantinham reféns, em Sem Medo da Morte (1976). Em Gran Torino, de sua varanda, rifle engatilhado, aponta para gangue de meliantes. Estes, quando vislumbram o semblante decidido, batem em retirada.
Gran Torino tem outro lado. Cheio de sutilezas e revelações de homem que, a partir de determinada fase da vida, começa a jogar fora os sacos-de-areia imagéticos que lhe atormentavam a consciência. Pode-se afirmar que, de certa forma, o filme é um confessionário, onde o cidadão Clint Eastwood decide expiar as culpas de toda a vida. Não é sem razão que Gran Torino tem entre os seus coadjuvantes o padre católico Janovich (Christopher Carley), que instiga Walt à confissão, durante boa parte da primeira metade. Ficção e realidade se entrelaçam. Eastwood, diretor, produtor, protagonista e co-autor do roteiro, poderia ter escolhido divã de psicoterapeuta. Optou por caminho já trilhado pelo seu ídolo Alfred Hitchcock e fez o combustível aristotélico-tomista impulsionar viagem ao inconsciente. De lá, erguia-se o seu maior trauma: o de nunca ter conseguido se aproximar dos filhos. Era isso que atormentava Walt. E foi o que realmente ocorreu na vida de Clint Eastwood, cuja bela filha, Alison Eastwood, uma vez adulta, apareceu nua nas páginas de Playboy (2001), apenas para contrariar o então já famoso  pai durão Harry Callahan/Eastwood. Mesmo antes do fato, filme a filme, ele procuraria livrar a consciência do peso que lhe atormentava. Há claras evidências em seus trabalhos mais recentes. Em Os Imperdoáveis (1992), interpreta pistoleiro que aceita recompensa para defender prostitutas em longínqua cidade e deixa casal de filhos pré-adolescentes sozinhos em fazenda no meio do nada, prometendo-lhes que voltaria ( e, de fato, volta!). Já em Menina de Ouro (2004), faz pela personagem de Hilary Swank o que não fez, na trama, pela filha que o abandonou e nunca mais enviou notícias. Há outras referências do gênero em Poder Absoluto (1997), Cavaleiro Solitário (1985) e Dívida de Sangue (2002).
Neste ótimo Gran Torino, Clint Eastwood, aos 78, em plena forma, escolheu ambiente  marcado por “invasores asiáticos” e por insistente padre católico para fazer a catarse de toda uma vida. Aliás, a primeira e a penúltima sequências acontecem justamente numa igreja. Genial diretor e ator, acabou por conseguir que o seu maior recalque ajudasse na criação de um filmaço. Belo e inesquecível.
A versão digital em alta definição da cópia em Blu- ray Disc ainda consegue mostrar outros detalhes de Gran Torino, especialmente a mensagem não falada, vigorosa e contundente, nas maiores e nas menores expressões faciais do protagonista e de cada um dos coadjuvantes.
A rainha Luiza Brunet e o rei Pelé. Foto Orlando Brito.

A rainha Luiza Brunet e o rei Pelé clicados por Orlando Brito.

Esse tal de celular…

Gianna Xavier

gianna 18-06

Outro dia me contaram que, num velório, uma pessoa da família do falecido, deixou o celular ligado, carregando na tomada.

O celular tocou no meio da cerimônia e ela atendeu.

O episódio pode até  parecer uma piada de mau gosto porém, revela a necessidade de voltar a um tema que, pelo visto, necessita mais discussão: Bom senso no uso da tecnologia de comunicação, especialmente celulares.

São muitos os casos em que, diante de uma pessoa com quem estamos conversando, nos vemos interrompidos e preteridos pelo celular que toca. ” Só um pouquinho..”  diz nosso interlocutor, diante de nós, ao vivo e a cores, dando inicio a uma conversa com alguém do outro lado da linha.

Se o meu inte

rlocutor não for médico plantonista ou mãe de recém nascido que ficou com a babá, eu, particularmente me sinto ofendida com a interrupção.

Nas situações profissionais, a falha é imperdoável. Especialmente quando se trata de alguém que está querendo nos passar uma imagem de seriedade profissional.
Como é possível que, diante do mínimo ring, ring, tudo aquilo que estava sendo colocado em pauta, argumentado ou mesmo questionado, perca toda a importância, ainda que temporariamente?

Ou só acontece comigo?

Perder o fio da meada nem é o mais preocupante. O grave é mesmo aquela sensação de que  a sua presença, aquilo que você tem a dizer, não tem importância para a outra pessoa.
O barulho incomoda, mas tem solução bem razoável: Se não quiser desligar o aparelho, use o Perfil Silencioso ou Vibracall, mas também não vale ficar olhando para o aparelho a cada dois minutos!
Tem quem não resista o bip, bip que indica chamada recebida.

Nestas épocas de Mobile Marketing, Twitter e todas as inovações que vieram para ajudar o mundo a se comunicar mais e melhor, é inevitável o pipocar de mensagens.Se nós as autorizamos que sejam bem-vindas, mas também podemos esperar terminar nossa conversa ao vivo, para olhar a mensagem. Ou será que nos tornamos todos tão dependentes da informação instantânea?

Em minha atividade profissional, preciso receber e conversar com pessoas a quem estou querendo persuadir a comprar um produto. Por outro lado, se elas concordaram em marcar um horário para conversar comigo, é porque há interesse na informação que tenho para dar, quanto mais não seja porque trata-se de um bate-papo, onde há muita interatividade.

Pois, não são poucas as ocasiões em que o celular toca e, por sentir-me constrangida em participar de uma conversa que não me diz respeito, levanto-me da minha sala, meu escritório e fico andando pelo corredor, até perceber que a ligação chegou ao fim.

É muito desagradável e quebra toda a dinâmica da comunicação.
Realmente, o celular tornou-se indispensável, quase um item de segurança. Basta percebermos que a bateria está terminando, para nos sentirmos desprotegidos. Pior ainda quando esquecemos o aparelho em casa e só nos damos conta disso no meio do caminho.
Por falar nisso, onde está o meu?

As brasileiras ganham um aliado para defender seus interesses políticos. O recém criado Partido da Mulher Brasileira (PMB), fundado em março de 2008, batalha pela legitimação para disputar as eleições de 2010 e aumentar a participação feminina no poder. De acordo com Suêd Haidar, que exerce provisoriamente a presidência do PMB, o partido não será só mais uma legenda de aluguel. “Temos nossa própria identidade e viemos para fazer a diferença”, disse Suêd.

Conheça um pouco mais sobre o PMB no site www.pmb.org.br

Telefone: (21) 2508-5762

e-mail: pmb@pmb.org.br

Marina, your the Man!
Marina, your the Man!

Ilustração: Nina

Obra reúne textos de mulheres de destaque no mundo do direito

A Mulher e o Direito

A Mulher e o Direito

O Instituto dos Advogados de São Paulo realizou em 2008 o segundo encontro em comemoração ao Dia Internacional da Mulher com a participação de várias mulheres de destaque no mundo do direito. As palestras promovidas no evento deram origem ao livro A Mulher e o Direito, publicado pela LEX Editora.

Ministradas por especialistas nas áreas do Direito Penal, Internacional, Civil, Ambiental e do Trabalho, as palestras estão no capítulo IV da obra. São elas: A Mulher e a Proteção à Vida; O Mercado de Trabalho e a Mulher; Discriminação da Mulher no Trabalho e a Atuação do Ministério Público do Trabalho; e Condição Feminina – Democracia e Direitos Humanos.O livro conta ainda com o texto da Lei Maria da Penha (nº 11.340/2006), além de um capítulo com comentários sobre a Lei.

Dados Técnicos

Publicação: LEX Editora

Número de páginas: 106

Valor: R$ 21,00

Informações e compras: (11) 2126-9232

Site: www.lex.com.br

Ig
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