Diferenças entre generos na hora de produzir videos para divulgação na internet
O vídeo está em inglés, mas vale a pena conferir:
Do blog Get in Front Blogging
do site Plena Mulher
É bem verdade que as mulheres maduras de hoje já não são como as de décadas atrás.
Longe de ser uma “senhora”, no sentido de matrona, ela é moderna, ativa, atuante, empreendedora, tem estilo, persegue seus sonhos e objetivos, gosta de se cuidar, quer estar sempre bonita e cheia de energia.
Vários setores de consumo estão se rendendo às mulheres que chegaram à maturidade, as quais, além de buscarem qualidade de vida, geralmente, têm alto poder aquisitivo. Elas são bem informadas, independentes, não acreditam em falsas promessas e, principalmente, podem pagar caro por alguns luxos.
Essas mulheres se tornaram público-alvo das pesquisas, da mídia e dos caçadores de tendências dos segmentos de cosméticos, editorial e moda. E com isso eis que surge então, a new age woman (em português, algo como “mulher de nova idade” ou “mulher de uma nova era”), ou seja, a mulher que se conserva bonita, está “inteira” e não aparenta a idade que tem.
Mulheres como Sarah Jessica Parker, Kristin Davis, Demi Moore, Madonna, Sharon Stone, Julianne Moore, Kim Katrall, e até Susan Sarandon, do alto de seus 63 anos, reforçam essa tendência: a valorização da mulher madura. E o Brasil, que tem como representantes Ângela Vieira, Marília Pêra, Maitê Proença e Cristiane Torloni, por exemplo, não fica de fora.
Ok, tudo bem, pessoal, fenômenos como esses, dão visibilidade às quarentonas, cinquentonas e sessentonas, mas há também – por incrível que pareça – o outro lado da moeda. Mesmo depois de tantas conquistas e transformações, a mulher (principalmente a madura) continua sendo alvo de discriminação e preconceito. Reflexos de uma sociedade patriarcal e de uma cultura extremamente machista? O fato é que ainda há aqueles que, mesmo que de uma forma velada, meio disfarçada, querem colocar a mulher para baixo. …
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É bem verdade que as mulheres maduras de hoje já não são como as de décadas atrás.
Longe de ser uma “senhora”, no sentido de matrona, ela é moderna, ativa, atuante, empreendedora, tem estilo, persegue seus sonhos e objetivos, gosta de se cuidar, quer estar sempre bonita e cheia de energia.
Vários setores de consumo estão se rendendo às mulheres que chegaram à maturidade, as quais, além de buscarem qualidade de vida, geralmente, têm alto poder aquisitivo. Elas são bem informadas, independentes, não acreditam em falsas promessas e, principalmente, podem pagar caro por alguns luxos.
Essas mulheres se tornaram público-alvo das pesquisas, da mídia e dos caçadores de tendências dos segmentos de cosméticos, editorial e moda. E com isso eis que surge então, a new age woman (em português, algo como “mulher de nova idade” ou “mulher de uma nova era”), ou seja, a mulher que se conserva bonita, está “inteira” e não aparenta a idade que tem.
Mulheres como Sarah Jessica Parker, Kristin Davis, Demi Moore, Madonna, Sharon Stone, Julianne Moore, Kim Katrall, e até Susan Sarandon, do alto de seus 63 anos, reforçam essa tendência: a valorização da mulher madura. E o Brasil, que tem como representantes Ângela Vieira, Marília Pêra, Maitê Proença e Cristiane Torloni, por exemplo, não fica de fora.
Ok, tudo bem, pessoal, fenômenos como esses, dão visibilidade às quarentonas, cinquentonas e sessentonas, mas há também – por incrível que pareça – o outro lado da moeda. Mesmo depois de tantas conquistas e transformações, a mulher (principalmente a madura) continua sendo alvo de discriminação e preconceito. Reflexos de uma sociedade patriarcal e de uma cultura extremamente machista? O fato é que ainda há aqueles que, mesmo que de uma forma velada, meio disfarçada, querem colocar a mulher para baixo.
Ato promove candidata ao criar uma versão on-line do “panelaço”.
O comitê de campanha de Marina Silva promoveu terça-feira dia 20, um “twitaço”. Vendida como versão cibernética do velho panelaço, a iniciativa rendeu à candidata a ultrapassagem de uma marca. No meio da tarde, 15h25, o microblog de Marina logrou ultrapassar a fronteira dos 100 mil seguidores. A coisa ecoou no exterior. De passagem por São Paulo, Marina abriu espaço na agenda para conferir os resultados da mobilização.Foi a uma lan house, na Rua Augusta. Mais tarde, soltou fogos no próprio twitter: “Feliz coincidência: no dia do Twitaço, cruzamos a marca de 100 mil…” Na madrugada desta quarta (21), também o presidenciável tucano José Serra saboreou uma mudança de patamar no twitter. Anotou: “Êpa, olhei para o lado e vi: hoje passamos os 300 mil seguidores! Não sei identificar quem protagonizou a virada dos 200 para os 300…” Dilma Rousseff está no meio dos dois. Às 5h30 da matina, os seguidores da petista somavam quase 121 mil.
Com informações do JusBrasil
A pitcher de 29 anos resolveu pendurar a luva.
A americana Jennie Finch, um dos maiores nomes da história do softbol, anunciou que irá encerrar a sua carreira. A pitcher fará a sua despedida nesta semana da seleção americana durante a Copa do Mundo da modalidade, em Oklahoma, para tristeza dos milhares de fãs ao redor do planeta. No entanto, os últimos arremessos de Finch ainda poderão ser acompanhados no restante da temporada americana pelo Chicago Bandits antes de ela pendurar oficialmente as luvas no fim de agosto.
Uma das musas olímpicas, a loira de 29 anos e 1,85 m foi o ícone da equipe americana de softbol neste início de século. Depois de se destacar nos torneios universiátios com 60 vitórias consecutivas, ela liderou os EUA na conquista do ouro em Atenas 2004 e da prata em Pequim 2008.
No início do mês, Jennie foi novamente destaque na conquista do sétimo título mundial seguido da seleção americana.
“A minha carreira foi muito mais do que eu imaginava. As oportunidades que tive de me divertir e ser parte disso são inacreditáveis”, disse a atleta americana, à AP.
A atleta quer agora aproveitar o tempo livre e curtir o tempo com o marido Casey Daigle e o filho Ace, de apenas três anos.
“Sentia que a cada ficava mais difícil com o Ace crescendo e o tempo longe do meu marido. Até mesmo eventos familiares como aniversários e casamento de amigos eu perdia por causa do softbol”, lamentou.
Além de perder o domínio para o Japão, em Pequim 2008, a maior frustração da carreira da atleta foi ver o softbol ser retirado do programa olímpico pelo COI. A modalidade, assim como o beisebol, está fora dos Jogos de Londres 2012 e Rio de Janeiro 2016, mas ainda sonha com um possível retorno em 2020.
Figura conhecida de revistas esportivas, talk shows e eventos nos Estados Unidos, Finch ainda deve seguir por muitos anos no imaginário do torcedor do país.
“Espero continuar envolvida (com o softbol). Ele fez parte por muito tempo da minha vida e não posso imaginar viver sem ele”, completou.
Com informações do Portal Terra
Décima primeira edição do evento é realizada em Brasília
Impulsionado pela Articulación Feminista Marcosur (AFM) e tendo a Articulação de Mulheres como ponto focal, o Fórum reunirá diversas organizações de mulheres mobilizadas para incidir na 11ª Conferência Regional sobre a mulher da América Latina e do Caribe, de 13 a 16 de julho, em Brasília.
A Conferência é um órgão subsidiário da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) e se realiza a cada três anos. Em sua décima primeira versão a Conferência debaterá sobre “Que tipo de Estado? Que tipo de igualdade?” o pleno exercício dos direitos necessita.
No Fórum, a coordenadora geral do SOS Corpo, Betânia Ávila, integra a delegação oficial do Brasil dentre as organizações não governamentais convidadas pela Secretaria Especial de Política para as Mulheres (SPM). As pesquisadoras Verônica Ferreira e Rivane Arantes participam como observadoras.
Mais informações no site SOS Corpo
Acompanhe o evento através do Hotsite
A imprensa em questão
JB: morte em anúncio
Jornal sem epitáfio
Alberto Dines
Os sinos não dobram quando fecha um jornal, mas dobram pelo jornalismo. Nenhum jornal é uma ilha — menos um jornal, menor a imprensa. Menos um diário, menor o continente, o mundo, a humanidade.
Pífia, lamentável, a repercussão do anúncio do fim do “Jornal do Brasil” impresso. Ninguém vestiu luto – só os jornalistas — porque há muito aboliu-se o luto. O luto e a luta. Sobreviventes não lamentaram, dão-se bem no jornalismo morno, sem disputa. Juntaram-se para revogar a concorrência e enterraram a porção vital do seu ofício. Esqueceram a animada dissonância, preferiram a consonância melancólica.
O derradeiro confronto jornalístico no Rio talvez tenha se travado no início dos anos 70 (ou fim dos 60) quando Roberto Marinho decidiu que “O Globo” não poderia ficar confinado ao esquema de vespertino e passou a circular aos domingos. Em represália, Nascimento Brito decidiu que o JB invadiria a segunda-feira. Encontro de gigantes, disputa de qualidade. Mesmo com a ditadura e a censura como pano de fundo.
Sem competição, o jornalismo perdeu o elã, desvirtuado, virou disputa pelo poder. Exatamente isso atraiu Nelson Tanure, o empresário que investe em informática, estaleiros e faz negócios pelo negócio. Não lhe disseram que empresário de jornal não precisa escrever editoriais, basta gostar do ramo e ser fiel a ele.
Simbólico: o fim do JB impresso foi confirmado na edição de quarta-feira (14/7) sob a forma de anúncio, publicidade. Aquela Casa não acredita em texto. E o seu jornal morreu sem epitáfio.
A AME- Associação de Mulheres Empreendedoras é uma ONG fundada em 2004 por Cristina Boner que vem trabalhando para ajudar mulheres carentes do Brasil.
Com o objetivo de promover e valorizar as mulheres, tanto no lado profissional, como no pessoal, oferece formação profissional atingindo, desde a sua fundação, mais de 1.000 mulheres em todo o país.
Por meio de parcerias e alianças estratégicas, desenvolveram e ministram cursos, palestras e oficinas de capacitação profissional.
Nesta entrevista, Silvia Seabra, vice-presidente da Associação e força propulsora de todos os projetos, fala com carinho do curso de capacitação de domésticas que conseguiram ministrar recentemente.
Deste curso, surge o gancho para o projeto conjunto com Maria da Penha que participou pessoalmente da Associação.
Argentina é o primeiro país da America Latina a reconhecer o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
O Senado da Argentina aprovou na madrugada desta quinta-feira (15) uma reforma no Código Civil que abre espaço para o casamento entre pessoas do mesmo sexo no país.
A medida segue agora para assinatura da presidente Cristina Kirchner, último passo para que a Argentina se torne o primeiro país na América do Sul e o décimo no mundo a reconhecer o matrimônio gay.
Após 14 horas de debate (começou por volta das 13h30, no horário de Brasília), o projeto foi aprovado com 33 votos a favor, 27 votos contra e três abstenções.
A reforma substitui as palavras “homem e mulher” da versão atual da legislação por “cônjuges” e “contraentes”, o que torna indistinto perante a lei a orientação sexual do casal que contrai matrimônio.
A sessão que aprovou o projeto foi cercada de muita tensão e debates acalorados no parlamento, além de protestos e passeatas em todo o país.
O senador nacional Eduardo Torres, a favor da proposta, disse que “a única diferença com entre gays e heterossexuais é que eles têm menos direitos na sociedade argentina. “Nós não aceitamos a discriminação que ocorre em várias partes da sociedade”, afirmou Torres durante discurso.
Victoria Blanca Osuna, senadora do bloco justicialista, também votou a favor da permissão para casamento entre pessoas do mesmo sexo: “As questões que estão em jogo nesse projeto não são religiosas ou morais. Nós estamos perguntando a nós mesmos a responsabilidade da democracia com as minorias discriminadas”, argumentou.
O resultado da votação causou uma grande euforia do lado de fora do congresso argentino, onde manifestantes dos dois lados fizeram vigília para acompanhar os debates entre os senadores.
Mesmo antes da votação no Senado, nove matrimônios de casais homossexuais já tinham sido realizados no país, todos eles mediante autorizações judiciais específicas.
Legislação em outros países
Aprovado agora na Argentina, o casamento gay com plenos direitos já é reconhecido em outros dez países: África do Sul, Bélgica, Canadá, Espanha, Holanda, Islândia, Noruega, Portugal, Suécia e Suíça. O direito também existe nos Estados Unidos (em cinco Estados e na Capital), e no México (apenas na capital).
Com informações do portal UOL de Notícias









